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Archive for the ‘ANGOLA’ Category

ANGOLA: GOVERNMENT TOLD TO TAKE ALL OPPORTUNITIES OFFERED BY CHINA

Posted by Gilmour Poincaree on January 20, 2009

18 January 2009

Angola Press Agency

PUBLISHED BY ‘ALL AFRICA’ (Mauritius)

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PUBLISHED BY ‘ALL AFRICA’ (Mauritius)

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ANGOLA: PRESIDENT DOS SANTOS THANKS CHINA FOR SUPPORT

Posted by Gilmour Poincaree on December 19, 2008

17 December

2008

ANGOLA PRESS

PUBLISHED BY ‘ALL AFRICA’ (Mauritius)

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PUBLISHED BY ‘ALL AFRICA’ (Mauritius)

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EXPORTAÇÃO ANGOLANA CHEGARÁ PERTO DE LIMITE DA COTA DA OPEP (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

17/12/2008 – 16h25

Lusa

PUBLISHED BY ‘BRASIL ON LINE’

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WORLD BANK TO LOAN ANGOLA $1B

Posted by Gilmour Poincaree on November 22, 2008

Nov 20, 2008 1:35 AM

The World Bank will loan an estimated $1 billion to Angola between 2009 and 2013 to help the oil-rich WORLD BANK LOGOAfrican nation diversify its economy, the World Bank’s director for Angola said.

“Between June of 2009 and June of 2013 we will make available an estimated $1 billion in loans to the Angolan government to help diversify the economy away from oil,” Alberto Chueca told Reuters.

“Angola is beginning to diversify its economy, but it still has a long way to go,” he added.

Angola rivals Nigeria as sub-Saharan Africa’s largest petroleum producer, with oil making up over 80 percent of the southwestern African nation’s exports and a projected 58 percent of gross domestic Secretary-General with Joao Bernanrdo de Miranda FM Angolaproduct in 2008, according to the World Bank.

Angola’s government, however, is keen to boost investment and production in non-oil sectors, including agriculture and banking, as it rebuilds an economy shattered by a 27-year civil war.

Luanda has received billions in oil-backed loans and credit from China to help rebuild ports, railways, roads and other infrastructure damaged by the conflict, which ended in 2002.

Source: Reuters

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PUBLISHED BY ‘ONE NEWS – TVNZ’ (New Zealand)

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ANGOLA EM DIAS DE ESPERANÇA

Posted by Gilmour Poincaree on November 15, 2008

by Revista Horizonte On Line (Media Quatro)

Depois de 41 anos de guerra, o país se abre ao mundo com expectativa de dias melhores.

“Estávamos todos cansados da guerra, mas se o Savimbi não tivesse morrido ela não teria acabado. Agora com a Paz tudo será diferente”. As frases acima, ditas por um motorista em nossos primeiros dias em Angola, refletem bem o sentimento atual da população e seriam repetidas inúmera vezes em nossa viagem. Carismático e controlador, Jonas Savimbi, o líder da guerrilha de direita UNITA (União Nacional para a Independência Total de Angola), não deixou sucessores. Com sua morte, parece que o processo de paz tantas vezes ensaiado finalmente pode se instalar. O trabalho de reconstrução será longo e custoso, mas a esperança de dias melhores está por toda a parte.

“Como a expectativa de vida de um angolano é de apenas 40 anos, a maior parte de nós nunca teve um dia de paz”, explica Paulo Mandavela, secretário do GBECA – Grupo Bíblico de Estudantes Cristãos. “Seis meses atrás não conseguiríamos reunir metade dos estudantes que temos aqui hoje”, diz apontando para os quase 100 jovens vindos de todas as províncias do país e que já podem cruzar as estradas, ainda esburacadas e algumas até minadas, sem medo de emboscadas e franco atiradores da guerrilha.

A capital é uma metrópole com 5 a 7 milhões de pessoas e uma inegável “cara de Brasil”. Do avião, a Baía de Luanda se parece muito com Salvador ou mesmo Rio de Janeiro. Mais de perto, entretanto, a realidade é mais dramática. O desemprego geral faz com que haja ambulantes por toda parte. Vendedores nos sinais oferecem água, cerveja, biscoito, e também ferramentas, ventiladores e todo tipo de bugiganga. O transporte público ineficiente dá espaço a milhares de lotações irregulares que disputam as ruas mal cuidadas com velhos carros soviéticos e brasileiros caindo aos pedaços. E nas esquinas as mulheres trocam o desvalorizado Kawnsa por dolares a taxas melhores do que nos bancos.

No centro de Luanda, o casario em estilo colonial está decadente e normalmente abriga cortiços. Os prédios do período socialista também, com dezenas de parabólicas penduradas nas fachadas. Mas existem “ilhas” de excelência, afinal não há uma classe média, apenas os muito ricos ligados ao governo ou às indústrias de petróleo e diamantes, e os muito pobres que vivem como podem. A chamada Ilha de Luanda, na verdade uma restinga, reúne por exemplo boa parte das residências de funcionários de embaixadas e organismos internacionais.

A ilha tem um pequeno parque e as melhores praias urbanas de Luanda, voltadas para o oceano e opostas à baía que abriga o porto onde nasceu a cidade. Existem ainda os bairros de classe alta e condomínios fechados de excelente padrão, cercados por muros e com guardas armados. É o caso da vila onde mora o pessoal da Odebrechet, empreiteira baiana responsável por grandes obras em Angola como a hidroelétrica de Capanda que deverá abastecer todo o país e até vizinhos. Nas periferias, por outro lado, o cenário é dominado pelas favelas, com minúsculas casas construídas com tábuas ou tijolos de adobe. Como não cai uma gota de chuva entre maio e outubro em Luanda, também é grande o número de pessoas vivendo nas ruas.

A influência brasileira é imensa: o futebol é paixão nacional, a MPB é hit nas rádios, o carnaval tem desfiles de escolas de samba e são comuns boates com nomes como Copacabana e Brasília. As novelas brasileiras então são uma febre em Angola, que batizou seu maior mercado a céu aberto sintomaticamente de Roque Santeiro. Em setembro de 2002, a TPA (Televisão Pública de Angola) exibia a interminável Malhação, a “italiana” Terra Nostra e a memorável O Bem Amado.

Ouvindo diariamente sotaques carioca, italo-paulistano e baiano, até mesmo o acento lusitano do idioma falado nas ruas vem pouco a pouco perdendo intensidade e ganhando gírias brasileiras. É a retro-alimentação de um fenômeno que trouxe para a língua falada aqui palavras africanas em Umbundu e Kimbundu como samba, bunda, capoeira e quizumba. Fora as produções brasileiras, o maior sucesso da TV angolana atualmente é o programa Nação Coragem. Baseado no já quase secular serviço de reunificação familiar desenvolvido pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, o Nação Coragem abre semanalmente suas câmeras na Praça 1º de Maio, para que as famílias perguntem por parentes desaparecidos nos 41 anos de guerra. “Desde a assinatura do novo acordo de paz em abril de 2002, estamos vendo uma aumento de pelo menos 25% nas reunificações familiares”, conta Caspar Landolt, delegado de comunicação do CICV. O programa já foi alvo de matérias em veículos por todo o mundo, incluindo o New York Times e Jornal Nacional no Brasil. “

Não existem números exatos porque muitas vezes as pessoas se encontram na praça e os nomes continuam nas listas, mas a tendência de crescimento é clara e atinge o país inteiro”.

Longe da capital, a vida segue outro ritmo. Em Huambo, por exemplo, não existe uma única casa que não apresente centenas de buracos de bala nas paredes. A população, entretanto, é ainda mais simpática. As crianças riem fácil, pedem fotos e brincam de bola exatamente como qualquer moleque no interior do Brasil. A província de Huambo, por ter sido muito afetada pela guerra, também é um importante centro de ONGs que mantêm campos de deslocados, de distribuição de alimentos e hospitais que atendem toda a região. O CICV, por exemplo, reformou e re-estruturou o hospital da cidade. “Tivemos que montar um sistema alternativo de água e treinamos o pessoal para quando sairmos do país”, conta Sylvana Rugolotto, delegada de saúde. “A entidade atua apenas em países que estão em guerra e a idéia é torná-los auto-suficientes para tempos de paz”. Já em Kaála, a mais de uma hora de carro da capital da província, são os Médicos Sem Fronteira que mantém um hospital de campanha.

Mesmo ainda dependendo da ajuda internacional para sobreviver, é difícil encontrar em Huambo alguém que não esteja otimista em relação ao futuro do país. Eles comentam sobre os tempos de grande produção de frutas, o agradável clima de planalto da região que está a 1700 metros de altitude, e a vocação da cidade para centro educacional, turístico e, porque não, administrativo da nação. Afinal, já foi chamada de Nova Lisboa.

Com um litoral equivalente ao que vai de Vitória no Espírito Santo a Recife em Pernambuco repleto de praias de águas mornas; planaltos de vegetação abundante; uma das maiores bacias hidrográficas da África; recursos minerais que podem gerar o dinheiro necessário para o investimento na reconstrução das estradas e infra-estruturas de água e energia; e principalmente uma população gentil e hospitaleira, Angola tem tudo para se tornar um grande destino turístico num futuro não muito distante.

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PUBLISHED BY ‘REVISTA HORIZONTE ON LINE’

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EQUIPAMENTO PARA A MONTAGEM DA UNIDADE COMEÇOU A CHEGAR – Fábrica de tijolos no Luena começa a produzir para o ano (Angola)

Posted by Gilmour Poincaree on November 15, 2008

Sábado, 15 de Novembro de 2008

Ano 9 – Edição Online nº 4651

por Cândido Bessa I

Uma cerâmica com capacidade para produzir 400 mil tijolos por dia será erguida na cidade do Luena, ESCALA INDUSTRIAL DA PRODUÇÃO DE TIJOLOSprovíncia do Moxico, até Outubro do próximo ano. O investimento está avaliado em 36 milhões de dólares e pertence ao grupo empresarial liderado por Bento Kangamba.

O equipamento já começou a chegar ao país e prevê-se que o empreendimento, o primeiro do género no Leste do país, sirva de pólo dinamizador para a construção civil na região, segundo o empresário.

Além de contribuir para o processo de reconstrução de Angola, o empresário pretende com o investimento participar na reabilitação das infra-estruturas básicas na região. O empreendimento deve criar centenas de postos de trabalho directos e indirectos na região Leste.

“Estamos a responder à abertura que o Governo nos tem dado, no sentido de levar os investimentos A PRODUÇÃO ARTESANAL DE TIJOLOS EM ANGOLApara todo o país e, assim, contribuir para a redução do desemprego. É assim que vamos desenvolver Angola, com o contributo de cada um ”, afirma o empresário.

Bento Kangamba elogia o Plano do Governo para 2009 e o Orçamento Geral do Estado, onde o Executivo garante apoios para fortalecer o empresariado nacional. “Foi este programa em que os angolanos votaram e nós, os empresários, estamos satisfeitos com as ideias contidas nele”, afirma.

Para a província do Moxico, o empresário tem ainda em carteira um programa de construção de moradias, que também deve arrancar no próximo ano.

Já em Luanda, Bento Kangamba, através da empresa Organizações Beja-construção civil, vai construir 800 residências de média renda. As infra-estruturas já estão montadas e as primeiras casas serão entregues em Dezembro do próximo ano.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL DE ANGOLA’

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ÁFRICA, O DESTINO DAS FLORESTAS PLANTADAS – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 2, 2008

31 de Outubro de 2008 – 00:00

Norberto Staviski por Norberto Staviski

Correspondente da Gazeta Mercantil em Curitiba

O Brasil, quem diria, pode não ser mais, em futuro próximo, o destino de grandes empreendimentos na área de papel e celulose ou de produção de chapas de madeira. Em curso, há investimentos de cerca de US$ 20 bilhões no setor industrial e de florestas plantadas, mas eles estarão consolidados em 2015. Depois disso, investidores nacionais e estrangeiros já estão de olho no potencial do continente africano. Em dez anos ou pouco mais, calculam os especialistas, os investimentos deverão desembarcar preferencialmente em Moçambique, Angola ou no Congo.

Tudo isso tem uma explicação bastante simples: um projeto de produção de papel ou celulose na faixa de 1,5 milhão de toneladas anuais, como os da Suzano e da Aracruz, necessita de uma área de florestas plantadas de 200 mil hectares e como quase sempre as empresas já pensam o projeto com duas linhas de produção, na verdade o planejamento pede 400 mil hectares de reflorestamentos. Em algumas regiões do País como a amazônica, uma área destas deve ser acrescida de mais 100 mil hectares a título de reserva legal, um tipo de área de conservação que nasceu com o intuito de se permitir a exploração de espécimes nativas, mas que, com a proibição efetiva do manejo, acabou virando área de preservação permanente e intocável. No Sul a situação é ainda mais complicada porque as exigências de áreas de reserva legal são ainda maiores.

A este custo adicional da reserva legal foi acrescida a valorização das terras nos últimos anos pelo boom da agricultura e da pecuária. Há cinco anos, o preço de 1 hectare de terra no Mato Grosso do Sul estava em R$ 1 mil e agora está em R$ 5 mil. No Sul, 1 hectare custa R$ 10 mil. Construir uma nova fábrica pode custar, portanto, um investimento superior a R$ 2,5 bilhões só em terras, o que torna qualquer novo projeto inviável.

Estados onde a terra está mais barata – R$ 500 a R$ 600 o hectare, como no extremo sul do Rio Grande do Sul, no Piauí e no Maranhão – já estão tomados por novos projetos e esta possibilidade também estará esgotada em dez anos, sem falar na valorização que também ocorre por lá. Na região do cerrado, exigências ambientais e de certificação para a madeira deverão impedir a abertura de novas áreas. Na América do Sul, possibilidades de expansão existem no Paraguai e Colômbia, mas somente se houver algum tipo de estabilidade política e política de atração de investimentos que até aqui nunca houve. Na África, países como Moçambique têm a característica de somente possuir terras públicas, com o que é possível obter uma concessão por 50 anos ou 100 anos sem grandes investimentos. Encerrando-se, portanto, o atual ciclo de investimentos no País, o rumo dos novos projetos certamente será o de se atravessar o Atlântico em busca de regiões inexploradas.

Para abastecer o setor industrial que já possui, no entanto, o Brasil conta com um fator de inegável competência: aumento de produtividade. Não há um levantamento seguro sobre o que existe no País, mas calcula-se que o setor de florestas plantadas ocupe hoje uma área entre 5,5milhões e 6 milhões de hectares que produzem atualmente 150 milhões de toneladas de madeira. Na época do plantio por incentivos, nos anos 70, a produtividade dessas florestas era muito baixa e, em 1980, não superava 15 metros cúbicos por hectare. Hoje já se aproxima de 40 metros cúbicos por hectare e continua subindo graças à incorporação de tecnologia como a pesquisa de novos clones, melhor preparo do terreno, adubação, uso de transgênicos e outras técnicas que trazem um comportamento econômico de maneira semelhante ao que ocorreu na agricultura brasileira. Isso quer dizer que estamos produzindo o dobro praticamente na mesma área plantada e a expectativa é dobrar mais uma vez esta produção até 2020, atingindo 300 milhões de toneladas de madeira quase que apenas com ganhos de produtividade. O Brasil desenvolveu e possui a melhor tecnologia do mundo no setor e logo ela estará em outros continentes.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA MERCANTIL’ (Brasil)

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COMÉRCIO ENTRE CHINA E PAÍSES DA CPLP ULTRAPASSA OS 53 MIL MILHÕES DE DÓLARES (Angola)

Posted by Gilmour Poincaree on October 24, 2008


Ano 8 – Edição Online nº 2529 – Sexta, 24 de Outubro de 2008

A balança comercial entre a China e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) ultrapassou em Agosto os 53 mil milhões de dólares, passando o objectivo dos vários governos para o final de 2009 (50 mil milhões de dólares).

Segundo o documento , Angola é o segundo parceiro lusófono da China, com trocas comerciais de 18,6 mil milhões, mais 133,1 por cento do que no mesmo período de 2007, e correspondentes a vendas de 16,89 mil milhões e compras de cerca de 1,77 mil milhões.

O comércio de Angola com a China continua em alta e a favor do primeiro país, à luz das trocas dos oito últimos meses, cujos dados foram publicados quarta-feira pelo Gabinete de Apoio ao Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países Lusófonos.

Em Agosto passado, as trocas comerciais somaram exactamente 53,3 mil milhões, 92,9 por cento a mais do que no mesmo período de 2007, no fim do qual se fixaram a 46,3 mil milhões.

A China comprou dos oito países de língua oficial portuguesa produtos no valor de 37,288 mil milhões de dólares e vendeu o equivalente a 16 mil milhões de dólares. Convém ressalvar a situação de São Tomé e Príncipe, o qual não está directamente ligado ao Fórum por ter relações diplomáticas com Taiwan, mas integra a lista de trocas comerciais.

O Brasil, que viu o comércio com a China aumentar 82,2 por cento, manteve-se como principal parceiro lusófono de Pequim, tendo exportado para o continente bens no valor de 20,1 mil milhões e importado o equivalente a 12,66 milhões, fechando as trocas comerciais globais com negócios no valor de 32,7 milhões.

Portugal é o terceiro parceiro lusófono da China, registando um comércio bilateral de 1,7 mil milhões relativos a vendas de 234,2 milhões e compras à China de 1,47 mil milhões de dólares.

O comércio entre a China e Portugal registou uma diminuição de 17,6 por cento nas importações chinesas e um aumento de 24,5 por cento nas importações de Portugal, o que corresponde a um acréscimo global das trocas de 16,3 por cento.

Portanto, o comércio entre a China e os países lusófonos mantém uma forte tendência de crescimento iniciada em Outubro de 2003, com o estabelecimento do Fórum para Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países Lusófonos, que tem na Região Administrativa Especial de Macau uma base de apoio de contratos e promoção.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL DE ANGOLA’

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