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AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. 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RUSSIA, CHINA BLAME WOES ON CAPITALISM – SPEECHES CRITICIZE INAPPROPRIATE POLICIES, FOCUS ON DOLLAR’S ROLE; YET PUTIN SENDS OBAMA CONCILIATORY SIGNAL

Posted by Gilmour Poincaree on January 29, 2009

JANUARY 29, 2009

by Marc Champion in Davos, Switzerland; Andrew Batson in Beijing and Greg White in Moscow

PUBLISHED BY ‘THE WALL STREET JOURNAL’ (USA)

The premiers of Russia and China slammed the U.S. economic system in speeches Wednesday, holding it responsible for the global economic crisis.

Both focused on the role of the U.S. dollar, with China’s Premier Wen Jiabao calling for better regulation of major reserve currencies and Russia’s Prime Minister Vladimir Putin calling over-reliance on the dollar “dangerous.”

Speaking on the opening day of the World Economic Forum in Davos, Switzerland, they both urged more international cooperation to escape the downturn. They also talked up the abilities of their own economies to ride out the recession. Mr. Wen said he was “confident” China would hit its 8% growth target for this year even though that was “a tall order.” (See the full text)

The Russian and Chinese leaders also called for cooperation with U.S. President Barack Obama, but it was a chilly reception for the new administration that reflected growing anger in economies that are now getting hit hard by a financial crisis that began with subprime mortgages sold in the U.S.

Mr. Putin was characteristically blunt. He called for the development of multiple, regional reserve currencies in addition to the dollar. “Excessive dependence on a single reserve currency is dangerous for the global economy,” Mr. Putin said. (See the full text)

The Russian leader mocked U.S. businessmen who he said had boasted at last year’s Davos meeting of the U.S. economy’s fundamental strength and “cloudless” prospects. “Today, investment banks, the pride of Wall Street, have virtually ceased to exist,” he said.

Earlier, Mr. Wen called for an expansion of regulatory “coverage of the international financial system, with particular emphasis on strengthening the supervision on major reserve currencies.”

While Mr. Wen never named the U.S., his critique of its failings was as sweeping as Mr. Putin’s. The financial crisis, he said, was “attributable to inappropriate macroeconomic policies of some economies and their unsustainable model of development characterized by prolonged low savings and high consumption; excessive expansion of financial institutions in blind pursuit of profit” – and other excesses.

“The entire economic growth system, where one regional center prints money without respite and consumes material wealth, while another regional centre manufactures inexpensive goods … has suffered a major setback,” Mr. Putin said.

Mr. Wen’s comments came just days after U.S. Treasury Secretary Timothy Geithner accused China of manipulating its currency for economic gain. The Chinese premier gently, but firmly warned that if Washington and Beijing chose confrontation, both would be losers.

But the different tones of the two speeches, and the fact that Mr. Wen didn’t call for replacing the dollar’s role as the world’s reserve currency but regulating it, reflect crucial differences in the important emerging economies.

A spokeswoman for the U.S. Treasury Department declined to comment on the remarks in the speeches. The White House did not respond to requests for comment.

Many of the attendees at Davos took the remarks from Mr. Putin and Mr. Wen in stride. “The sad thing is is that we might have scoffed at this a while ago. But we really dragged the world down” economically, Alan Blinder, former vice chairman of the U.S. Federal Reserve, said in an interview after the speeches.

The rapid collapse of oil and commodities prices has hit Russia hard on top of the ripples of the financial crisis. The government now forecasts the economy will shrink for the first time in a decade this year, after growing 6% last year.

“In a very real sense Russia has been kicked to the margins, while China has become pivotal to any resolution of the financial crisis,” says Bob Lo, Director of the Russia and China programs at the Center for European Reform in London.

Mr. Putin’s government has spent $200 billion of hard currency reserves to defend the Russian currency, the ruble. It has spent as much again in a bailout package that amounts to 15% of gross domestic product, one of the largest responses to the financial crisis in the world. Unlike China, Russia’s economy is too dependent on commodities exports and too small to play a significant role in any global recovery, says Mr. Lo.

Russia also has negligible trade with the U.S., while Chinese exports are heavily dependent on U.S. consumers and Beijing holds $2 trillion in U.S. debt, prompting a much more cautious approach towards Washington and the dollar in Beijing.

The net effect of falling oil prices and the downturn, however, has been to make Russia more vulnerable and the Kremlin weaker, analysts say. Russian officials have begun to send out more conciliatory signals to the new U.S. administration.

“We wish the new team success,” Mr Putin said Wednesday, calling on it to cooperate.

China, too, is suffering from the downturn. Many independent economists, including economists at the International Monetary Fund, question whether Beijing will be able to meet its 8% growth target this year.

Developed nations are increasingly calling for China to do more to stimulate its own economy. On Wednesday, Mr. Wen gave a detailed account of the four trillion yuan ($585 billion) investment program China announced in November. “As a big responsible country” China was actively boosting domestic, and particularly consumer demand, said Mr. Wen.

The headline sum in the program would likely be equivalent to around 3% of gross domestic product in 2009 and 2010. But even government officials aren’t promising that much of a boost to the economy. Zhang Ping, the head of the National Development and Reform Commission, in November estimated it would add about one percentage point to GDP growth this year and next.

That may have seemed like a lot at the time, but expectations for global and Chinese growth have rapidly deteriorated since then. Mr. Wen said growth slowed to 6.8% in the fourth quarter from the same period a year earlier. That’s a little more than half the 13% gain in 2007, at the height of the boom. Some economists believe China could grow by as little as 5% this year, too little to provide jobs for the graduates flooding into the labor market from Chinese universities and schools each year and a further drag on the global economy.

Less noticed in Mr. Geithner’s repetition of Mr. Obama’s campaign-trail assertion that China “manipulates” its currency last week was his argument that the long U.S.-Chinese dispute over currency didn’t matter as much as getting China to do more to boost its economic growth.

“Given the crisis the immediate focus needs to be on the broader issue of stabilizing domestic demand in China and the U.S.,” Mr. Geithner said in his written response to questions during his Senate confirmation process. “A further slowdown in China would lead to a substantial fall in world growth (and demand for U.S. exports) and delay recovery from the crisis.”

Printed in The Wall Street Journal, page A6

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PUBLISHED BY ‘THE WALL STREET JOURNAL’ (USA)

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WE’RE A NATION ON THE BRINK OF GOING BANKRUPT (UK)

Posted by Gilmour Poincaree on January 19, 2009

11:29 PM on 18th January 2009

by Peter Oborne

PUBLISHED BY ‘THE DAILY MAIL’ (UK)

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TURKEY’S CENTRAL BANK SLASHES INTEREST RATES BY 2% – CURRENCY APPRECIATES AFTER CENTRAL BANK’S SURPRISE EASING

Posted by Gilmour Poincaree on January 18, 2009

1:04 p.m. EST Jan. 15, 2009

by Polya Lesova – MarketWatch

PUBLISHED BY ‘MARKET WATCH – The Wall Street Journal Digital Network’ (USA)

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DOLLAR EXTENDS LOSSES VERSUS EURO AFTER CPI DATA (USA)

Posted by Gilmour Poincaree on January 17, 2009

Friday, January 16, 2009

Reporting by Wanfeng Zhou and Nick Olivari – Editing by Theodore d’Afflisio – Reuters

PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (UK)

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RUPEE LOSES 18 P, BUT BONDS JUMP (India)

Posted by Gilmour Poincaree on January 16, 2009

16 Jan 2009, 0055 hrs IST

ET Bureau

PUBLISHED BY ‘THE ECONOMIC TIMES’ (India)

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TURKISH GOVT PROPOSES FRESH STIMULUS FOR ECONOMY

Posted by Gilmour Poincaree on January 16, 2009

Thursday January 15 2009

Reuters

PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (UK)

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RUPEE RECOVERS PARTLY, STILL DOWN 18 PS VS DLR (India)

Posted by Gilmour Poincaree on January 15, 2009

15 Jan 2009, 1216 hrs IST

PTI

PUBLISHED BY ‘ECONOMIC TIMES’ (India)

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FOREIGN CURRENCY DEPOSIT UNITS (FCDUs) LOANS CLIMB UP IN SEPTEMBER (Philippines)

Posted by Gilmour Poincaree on January 9, 2009

Friday, January 09, 2009

by Maricel E. Burgonio

PUBLISHED BY ‘THE MANILA TIMES’ (Philippines)

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VENEZUELA SLASHES US DOLLAR QUOTA – THE VENEZUELAN GOVERNMENT HAS CUT THE OFFICIAL NUMBER OF DOLLARS VENEZUELANS CAN SPEND ABROAD WITH THEIR CREDIT CARDS FROM $5,000 TO $2,500 A YEAR

Posted by Gilmour Poincaree on January 2, 2009

10:55 GMT, Thursday, 1 January 2009

BBC News

PUBLISHED BY ‘BBC NEWS’ (UK)

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SLOVAKIA 16TH COUNTRY TO ADOPT EURO

Posted by Gilmour Poincaree on January 2, 2009

Thursday January 1, 2009

Associated Press-Wire

PUBLISHED BY ‘THE STAR’ (Malaysia)

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BC CHINÊS PREVÊ POLÍTICA MONETÁRIA “MODERADAMENTE FLEXÍVEL” (China)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008 11:04

FolhaNews

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’ (Brazil)

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EURO UP AGAINST DOLLAR, BUT SET FOR FULL-YEAR FALL – EURO GAINS BUT SET FOR FIRST YEARLY DROP SINCE 2005 – DOLLAR SEEN ON SHAKY FOOTING HEADING INTO 2009 – POUND DOWN 27 PCT VS DLR, WORST SINCE GOLD STANDARD ENDED

Posted by Gilmour Poincaree on December 31, 2008

Wednesday December 31 2008

Reuters

PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (USA)

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PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (USA)

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ANÁLISE: GIRO CURTO ANTECIPA FESTA DO ESPECULADOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30/12/2008 08:07

Luiz Sérgio Guimarães – Valor Econômico

PUBLISHED BY ‘VALOR ON LINE’ (Brazil)

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EURO CURRENCY TURNS 10; SEEN FULFILLING PROMISE – TEN YEARS AGO, EUROPE LAUNCHED ITS GRAND EXPERIMENT WITH A SHARED CURRENCY – AND WATCHED IT PLUNGE IN VALUE BEFORE RECOVERING

Posted by Gilmour Poincaree on December 28, 2008

Sunday, December 28, 2008 at 11:35 AM

by Matt Moore and George Frey – Associated Press Business Writers

PUBLISHED BY ‘THE SEATTLE TIMES’ (USA)

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JAPAN, GERMANY PUSH SPENDING PLANS

Posted by Gilmour Poincaree on December 27, 2008

26 Dec 2008, 01:01 hrs IST

Reuters

PUBLISHED BY ‘THE ECONOMIC TIMES’ (India)

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US DOLLAR LOWER VS EURO IN THIN TRADES

Posted by Gilmour Poincaree on December 27, 2008

11:44:00 12/27/2008

Agence France-Presse

PUBLISHED BY ‘THE PHILIPPINE DAILY INQUIRER’ (Philippines)

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CHINA COMEÇARÁ A PAGAR EM IUANES TROCAS COMERCIAIS COM VIZINHOS

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

Quinta-feira, 25 de dezembro de 2008, 17:38

Agence France-Presse

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO dO GRANDE ABC’ (Brazil)

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VOLATILITY HURTING GLOBAL CURRENCIES – ECONOMIC PERFORMANCE WILL DETERMINE STRENGTH (Malaysia)

Posted by Gilmour Poincaree on December 25, 2008

Thursday December 25, 2008

by Fintan Ng – The Star

PUBLISHED BY ‘THE STAR’ (Malaysia)

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‘WORSENING’ ECONOMY ALREADY BAD ENOUGH (Japan)

Posted by Gilmour Poincaree on December 24, 2008

Dec. 23, 2008

The Yomiuri Shimbun

PUBLISHED BY ‘THE YOMIURI SHIMBUN’ (Japan)

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RECORD DRAFT BUDGET OK’D / 89 TRILLION YEN PACKAGE INCLUDES 26 TRILLION YEN IN DEFICIT BONDS

Posted by Gilmour Poincaree on December 24, 2008

Dec. 25, 2008

The Yomiuri Shimbun

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CHINA WON’T DEVALUE YUAN TO BOOST EXPORTS- MINISTER

Posted by Gilmour Poincaree on December 24, 2008

Wednesday December 24 2008

Reuters

PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (UK)

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APÓS FED, DÓLAR REFLETE NO MERCADO DOMÉSTICO QUEDA GLOBAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

17/12/2008 – 16h29

por Jenifer Corrêa

PUBLISHED BY ‘BRASIL ON LINE’

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AUSTRALIAN DOLLAR CLOSES STRONGER

Posted by Gilmour Poincaree on December 17, 2008

7:41PM Wednesday Dec 17, 2008

Australian Associated Press

PUBLISHED BY ‘THE NEW ZEALAND HERALD’

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EURO RISES ON DOLLAR TO $1.4075

Posted by Gilmour Poincaree on December 17, 2008

Wed, Dec. 17, 2008

Associated Press

PUBLISHED BY ‘PHILLY.COM’ (USA)

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PUBLISHED BY ‘PHILLY.COM’ (USA)

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POUND SLUMPS TO RECORD LOW OF £1.11 AGAINST THE EURO AS CURRENCIES EDGE TOWARDS PARITY

Posted by Gilmour Poincaree on December 16, 2008

4:55 PM on 15th December 2008

by Daily Mail Reporter

PUBLISHED BY ‘THE DAILY MAIL’ (UK)

The pound slumped to fresh lows against the euro today as the two currencies edged closer to parity.

At its low, one pound bought just 1.1102 euros – its latest in a series of record plunges against the single European currency in recent days.

Some holidaymakers travelling to Europe are reportedly already receiving less than one euro for their pound at bureaux de change, where commission is charged.

Sterling has dropped around 13 per cent against the euro in the past two months as the Bank of England has slashed interest rates in its attempt to stave off a deep and prolonged recession.

UK rates have dropped to 2 per cent, below those in the eurozone after a 1.5 per cent cut in November and a 1 per cent cut earlier this month, which has compounded the pound’s woes.

The weaker currency could provide a boost to UK exporters but the economic woes of major export markets such as the U.S. and Europe is hitting demand.

It is thought short-selling – where investors sell assets such as shares or currencies in the hope of buying them back later at a lower price and pocketing the difference – is also behind the pound’s slide.

The pound has also suffered big recent falls against the dollar but was holding steady at just under 1.50 U.S. dollars today.

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PUBLISHED BY ‘THE DAILY MAIL’ (UK)

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POUND CONTINUES FALL AGAINST EURO – Sterling has fallen to a fresh record low against the euro, while the value of the dollar has declined on talks about possible US rate cuts

Posted by Gilmour Poincaree on December 15, 2008

Monday, 15 December 2008

PUBLISHED BY ‘BBC NEWS’ (UK)

The pound touched a record low of 1.1084 euros, which made one euro worth 90.22p, before recovering slightly to 1.1196 euros.

Meanwhile, the dollar fell as analysts predicted the Federal Reserve would cut interest rates on Tuesday.

The dollar fell to $1.3662 against the euro and $1.5294 against sterling.

POUND STERLING v EURO: 15 December 2008

Sterling has now hit record lows against the euro for six trading days in a row.

“Sterling remains under pressure on continued UK economic weakness,” said Geoff Kendrick at UBS.

Bail-out factor

The dollar declined on Monday on worries over the strength of the US economy, and on the uncertainty surrounding the bail-out of US carmakers.

“An interim bail-out plan for US automakers by the Bush administration is certainly weighing on the dollar, with many being sceptical as to how the industry can cope in the longer term and instead thinking that letting the market take its course would be a preferred route,” said currency analyst James Hughes at CMC Markets.

The euro was supported by suggestions from European Central Bank officials that interest rates in the eurozone might not fall too much further.

Interest rates are at 2.5% in the eurozone, compared with 2% in the UK and 1% in the US.

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PUBLISHED BY ‘BBC NEWS’ (UK)

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SKOREA, CHINA, JAPAN SHOW UNITY AT FIRST SUMMIT

Posted by Gilmour Poincaree on December 14, 2008

Published: Dec 13, 2008 06:00 AM – Modified: Dec 13, 2008 07:06 AM

by Eric Talmadge – Associated Press Writer

PUBLISHED BY ‘THE NEWS&OBSERVER’ (USA)

FUKUOKA, Japan – The leaders of Japan, China and South Korea said Saturday that Asia must be the engine of growth to counter Japan's Prime Minister Taro Aso, center, delivers a speech as Lee Myung-bak, South Korea's president, sitting right, Wen Jiabao, China's premier, sitting left, isten at the start of dinner after their meeting at the Kyushu National Museum in Dazaifu, southern Japan, on Saturday, December 13, 2008. (AP Photo/Tomohiro Ohsumi, POOL)global financial turmoil and vowed to rev up their economies with infrastructure projects and bolster domestic demand.

Tokyo and Seoul also criticized North Korea for stalling denuclearization talks.

The Asian nations – which together make up 75 percent of the east Asian economy – were holding their first-ever three-way summit, with Japanese Prime Minister Taro Aso, South Korean President Lee Myung-bak and Chinese Premier Wen Jiabao attending.

The global financial slowdown was atop their agenda.

“The current financial crisis continues to spread,” Wen said at a joint news conference. “We are important economic players in Asia and the world, and we must strive to respond to this once-in-a-century crisis.”

In a joint statement, the leaders said they believed Asia must be a center of growth to counter the sliding world economy. They said they would push domestic demand and infrastructure projects while refraining from raising new barriers to investment or trade over the next 12 months.

“The three leaders shared the view that efforts need to be strengthened to minimize the negative impacts that the current financial turmoil could have on the world economy,” the statement said. “Asian countries are expected to play a role as the center of world economic growth.”

Meeting ahead of the summit, Aso and Lee welcomed a deal reached the night before to increase a bilateral currency swap arrangement to the equivalent of $20 billion. The Bank of Korea also announced a deal with the People’s Bank of China worth about $26 billion.

“This is very meaningful,” Lee said of the currency swap arrangement. “We translated cooperation into action.”

Swaps generally entail one central bank borrowing a currency from another and offering an equivalent amount of its own as collateral.

Seoul has seen its own currency reserves dwindle and feared that without the swap arrangements it could suffer a foreign exchange crisis because of the global financial turmoil. The South Korean won has declined 32 percent this year amid record selling of South Korean stocks by foreign investors.

Aso and Lee also criticized North Korea for its lack of cooperation at nuclear disarmament talks and stressed the importance of continuing to push together for progress.

Four days of negotiations in Beijing ended in stalemate Thursday with North Korea refusing to put into writing any commitments on inspection, making it impossible to move forward on a disarmament-for-aid agreement reached last year.

“We have made progress but it has been slow,” Lee said. “We must have patience and hope.”

The three leaders said they planned to make the trilateral summit an annual event and strengthen ties through increased political and cultural exchanges.

“Politically and economically, we have a very significant presence in the region,” Aso said. “We should have had this kind of a summit sooner.”

Though their countries are often at odds over the legacy of Japan’s militarist past, solidarity was the word of the day.

Officials said the summit was intended to be a show of unity in the face of the global economic downturn and was an important step toward better relations overall between the three neighbors.

Left off the table was lingering animosity over Japan’s pre-1945 colonization of Korea and its often brutal aggression on the Asian mainland in the first half of the last century. Such issues have frequently flared up in the past and continue to be a thorn in relations.

Japanese officials said it was “significant” that the three countries were putting such issues behind them and trying to approach the summit with a more forward-looking stance.

Other sensitive issues remain, however.

In a meeting with Wen, Aso expressed concern over the entry of Chinese vessels earlier this week into waters Tokyo claims near disputed southern islands known as the Senkaku in Japanese and the Diaoyu in Chinese.

Japan lodged a protest with Beijing on Monday after the ships spent nine hours near the islands, which are claimed by Japan, China and Taiwan.

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS&OBSERVER’ (USA)

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ALL STAKEHOLDERS BEING INVOLVED IN PLANNING: TARIN (Pakistan)

Posted by Gilmour Poincaree on December 3, 2008

December 03, 2008 Wednesday Zilhaj 4, 1429

PUBLISHED BY ‘DAWN’ (Pakistan)

By Our Staff Reporter

KARACHI, Dec Finance Adviser Shaukat Tarin 2: Finance Adviser Shaukat Tarin said on Tuesday that the government was operating on a modern concept of associating all stakeholders in planning and implementation and also a periodic review of how the plans were being implemented.

“Modern management concepts are being introduced in government,” the adviser said while inaugurating the 11th Management Association of Pakistan (MAP) Convention 2008 here.

He said the government faced a challenge of unprecedented nature and was almost in an “act or die” situation when it was voted into power.

“The government accepted the challenge and acted to overcome the crisis,” he informed the audience while recalling that the fiscal deficit at one time last fiscal year had touched almost 10 per cent level.

It ended at 7.5 per cent fiscal deficit and 8.4 per cent current account deficit.

He added that when the government took over, the world had come under impact of an unprecedented global financial crisis and Pakistan’s access to international finance market was also blocked.

The government took tough decisions of cutting down heavily on energy subsidies to contain expenditure budget and narrow down budgetary imbalance and reduce dependence on State Bank of Pakistan borrowing.

“The rupee-dollar parity had gone up from Rs62 to Rs84 and foreign exchange reserves had dropped down to a level where these were sufficient for hardly few weeks import when I took over as adviser,” he recalled.

“We went to International Monetary Fund with our home-grown strategy to stabilise the economy in the short- and long-term,” he said.

Mr Tarin raised a question before his audience as to why Pakistan confronts an economic crisis after every decade.

His own answer to this question was to prepare a long-term plan with consultation of stakeholders and then a periodical review.

It is in context of this concept, he said, the Planning Commission is being given a new shape by brining all stakeholders — intellectuals, all relevant government agencies and private sector — at one table to prepare a strategy.

He said the nine-point agenda on which the government was working was a consensus strategy. It would be reviewed quarterly by a body headed by the prime minister.

The nine-point agenda takes care of budgetary and current account imbalance, raising tax-to-GDP ratio to 15 per cent in next five years, provision of safety nets for the poor that include direct government intervention in the form of Benazir Income Support Programme, protecting budgetary allocations for education and health, promotion of productive sector agriculture and industry.

He said the trade and industry were fragmented and needed consolidation which was being taken up.

He blamed all previous governments of ignoring agriculture which has brought down its productive capacity.

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PUBLISHED BY ‘DAWN’ (Pakistan)

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AUSTRALIAN DOLLAR GAINS DESPITE ECONOMIC SLOWDOWN

Posted by Gilmour Poincaree on December 3, 2008

December 03, 2008

Article from: Australian Associated Press

PUBLISHED BY ‘THE AUSTRALIAN’

THE Australian dollar was higher at noon after a positive finish on Wall Street improved risk sentiment, and despite figures THE AUSSIE DOLLAR - AUD - AUSTRALIAN DOLLAR which showed the economy had grown at the slowest pace in eight years.

At 12noon (AEDT), the Australian dollar was trading at $US0.6416/20, up from yesterday’s close of $US0.6357/60.

During the morning, the local unit traded between a low of $US0.6389 and a high of $US0.6456.

The Australian dollar rose strongly after opening the local session at $US0.6393/97 at 7am AEDT, climbing above $US0.6400 in line with a rally on Wall Street.

The Dow Jones Industrial Average gained 3.31 per cent, the S&P500 index advanced 3.99 per cent and the Nasdaw ended the New York session up 3.70 per cent.

A positive start on local stock markets helped the unit hold above $US0.6400.

The currency was little changed after the latest gross domestic product figures showed the Australian economy grew by 0.1 per cent in the September quarter, for an annual pace of 1.9 per cent.

Easy Forex senior dealer Francisco Solar said the Australian dollar “held up quite well” to the news the economy grew at its slowest pace in eight years.

“If you look at the expectations, they were expecting a number less than the previous quarter and that’s exactly what came in,” Mr Solar said.

“A lot of the doom and gloom, the acceleration in the financial calamity that we’ve seen of late has been in the last part of that quarter into where we are now.”

Mr Solar said although economic data continued to point to a weakening global economy, market sentiment rather than fundamentals was providing direction for currency markets.

“Had this occurred maybe last year, the Aussie would have actually plummeted quite substantially,” Mr Solar said.

“It just goes to show how the markets are really looking for a change in sentiment to drive markets further.”

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PUBLISHED BY ‘THE AUSTRALIAN’ (Hong Kong – China)

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LA CRISIS MONETARIA ESPAÑOLA DE 1937

Posted by Gilmour Poincaree on November 28, 2008

Capítulo II

por José Miguel Santacreu Soler

PLANTEAMIENTO GENERAL DE LA CRISIS MONETARIA REPUBLICANA

I. FACTORES DE LA CRISIS

Los problemas en los que desembocó la crisis monetaria (1) padecida por la España republicana durante la guerra civil no fueron fruto exclusivo de la coyuntura bélica, sino de ciertos factores cuya incidencia fue simultánea y ampliamente extendida. Cabe reconocer que el conflicto bélico quitó la tapadera a algunos de estos factores que ya palpitaban desde hacía algún tiempo; pero de ahí a privilegiar sólo el factor guerra en la crisis va mucho, como demostraremos a continuación.

El sistema monetario español

Las pesetas y sus múltiplos y divisores impresos o acuñados que circulaban presentaban, en 1936 y antes, deficiencias tales como un exacerbado dualismo y una incoherente variedad ideológica que exigía un cambio.

Eran fruto de un sistema monetario que nació allá por el año 1868 (2). Desde el 19 de octubre de ese año —fecha del decreto en que se adoptó definitivamente el sistema decimal para las monedas españolas según las normas de la Unión Monetaria Latina, fijando la PESETA dividida en cien céntimos como unidad monetaria (3) y aceptando el bimetalismo que se frustró con el súbito encarecimiento del oro (4)— se desarrollaron una serie de acuñaciones de piezas en oro con valores de 100, 25, 20 y 10 pesetas respectivamente; en plata de 5, 2, 1, 0,50 y 0,20 pesetas, y en cobre de 10, 5, 2 y 1 céntimos, a las que se añadieron los 25 céntimos de cupro-níquel tras el decreto del 9 de enero de 1925 (5). Su curso legal se mantuvo hasta la guerra civil, 193611939, con pequeñas alteraciones en las monedas de oro y 0,20 pesetas (6). Junto a estas piezas metálicas circulaban los billetes emitidos por el Banco de España, desde que éste lograra el privilegio de único emisor en 1874, con valores de 1.000, 500, 100, 50 y 25 pesetas. Los citados billetes sólo eran una promesa de pago y debían de estar respaldados por una cobertura metálica extraída, en parte, de las acuñaciones mencionadas. A partir de 1898 las cifras de los billetes en circulación se independizaron de la cuantía del capital del Banco de España, aunque siguió conservándose la existencia de una cobertura metálica, si bien con menores exigencias y cantidades proporcionales (7).

Entre 1873 y 1883 se abandonó el patrón oro, al que no se volvió jamás, y se consagró el patrón fiduciario, predominando las monedas de plata y los billetes. No fue esta medida fruto de una política monetaria deliberada sino que más bien no había otro remedio; prueba de ello son los continuos esfuerzos por retornar al patrón oro. El gobierno se preocupaba más de mantener el prestigio de su moneda que de utilizarla, devaluándola, para fomentar las exportaciones (8).

El hecho es que, pese a abandonar el patrón oro, éste siguió acuñándose y circulando entre los españoles (9) hasta su definitiva desaparición de hecho hacia 1914 (10). Desaparición que no causó graves problemas a nivel cotidiano ya que venían realizándose emisiones de billetes con valores de 100, 50 y 25 pesetas que paliaron la carencia de las piezas de oro.

No obstante, en 1917 el oro dejó de fluir a los Estados Unidos y se inició una pequeña corriente hacia España (11), pero no se pudo regresar a él como patrón y moneda corriente, lo que soñara Primo de Rivera (12).

En el plano internacional, la cuestión del oro parece ser que pasó a un segundo término ante las nuevas concepciones monetarias (13). En los EE.UU. de los años 1930 unos cuantos economistas defendían un dólar utilitario, una moneda cuyo valor se fundase en un poder adquisitivo constante y no en su contenido en oro (14).

De otro lado, los gobiernos de los países desarrollados habían abandonado o estaban abandonando la moneda-mercancía en favor de una moneda-signo que se ajustase mejor alas nuevas circunstancias y exigencias económicas. En concreto, Estados Unidos entre 1921 y 1935 (15) y Francia entre 1921 y 1939 (16), por ejemplo, eliminaron o minimizaron la plata en circulación sustituyéndola por otros metales o reduciendo su ley.

A la contra, aunque no sea del todo correcto establecer comparaciones entre países de distintos niveles de desarrollo, resulta significativo matizar que la República Española del siglo XX no sólo continuaba usando la plata como moneda corriente sino que uno de sus gobiernos emitía pesetas con ese metal fechadas en 1933-34 (17).

Así, la oferta de moneda impresa y acuñada para la circulación en julio de 1936 estaba compuesta por los billetes del Banco de España, que en teoría seguían siendo una promesa de pago difícil de cobrar. Su cuantía era como sigue:

VALOR N.i DE PIEZAS
1.000 pesetas …….. 3.646.000
500 pesetas …….. 1.602.000
100 pesetas …….. 32.000.000
50 pesetas …….. 18.640.000
25 pesetas …….. 17.780.000 (18)
   

Y por las monedas metálicas del Ministerio de Hacienda, que teóricamente eran los puntales del sistema. Su cuantía disponible era:

VALOR METAL N.° DE PIEZAS
5 pesetas Plata 210.437.486
2 pesetas Plata 78.159.769
1 peseta Plata 111.544.106
50 céntimos Plata 33.600.196
25 céntimos Cupro-níquel 32.000.099
10 céntimos Cobre 324.708.553
5 céntimos Cobre 444.701.481
2 céntimos Cobre 138.368.865
1 céntimo Cobre 1.090.169.399(19)

Naturalmente, toda esta moneda metálica no estaba en constante circulación. De la cuantía disponible citada hay que descontar la reserva en plata que poseía el Banco de España, las piezas atesoradas por los particulares que no confiaban en los bancos de depósito y, al estallar la guerra, el reparto de dichas piezas entre las dos zonas del conflicto, las fugas al extranjero, las destrucciones, etcétera.

Lo que sí que queda claro es que al empezar la guerra el curso de moneda legal estaba compuesto por una serie de piezas que manifestaban una incoherente variedad ideológica. En el bolsillo de los ciudadanos —julio de 1936— coincidían tanto las acuñaciones de la I República como las de los reyes Amadeo de Saboya, Alfonso XII y Alfonso XIII, junto a las escasas tiradas de la II República (20). La coexistencia de estas acuñaciones chocaba con las líneas ideológicas en el poder y mermaba, tal vez, psicológicamente, parte de la soberanía del Estado republicano, concediendo mayor importancia a la plata de los duros y demás que a sus representaciones figurativas y leyendas.

De otro lado, dicho curso legal denotaba un exacertado dualismo. La moneda en circulación era de dos tipos, los cuales se complementaban y suplían. Por una parte estaba la larga serie de billetes del Banco de España, cuyo valor no bajaba de las 25 pesetas, respaldados por una cobertura metálica en la que basaban su fiabilidad. Jurídicamente sólo eran simples cheques al portador con funciones similares a la moneda metálica del Ministerio de Hacienda. Junto a estos billetes circulaban las piezas metálicas del citado Ministerio; es decir, la moneda real por excelencia. El valor superior que alcanzaban éstas no sobrepasaba las 5 pesetas y basaban su fiabilidad en el peso y ley del metal que contenían, además del carácter legal que les confería el Estado. En ocasiones, ellas desempeñaban una parte del papel de cobertura metálica que precisaban los billetes del Banco de España (21).

Gente anterior a julio de 1936 que criticase el sistema, la labor del Banco de España, el centralismo monopolista de las emisiones, la política monetaria, etcétera y propusiese alternativas, viables o no, la hubo. Son de destacar J. Sarda, J. Tallada o J. A. Vandellós y sus múltiples publicaciones en el Boletín del Instituto de Investigaciones Económicas de Barcelona, la Veu de Cataluña, el Sol, España Sanearía… (22).

Con todo, el gobierno no dejó, según le concedía la Constitución vigente, de tener el privilegio de dominar el sistema monetario y emitir la moneda fiduciaria (23). Además de poseer desde 1931, sirviéndose del Centro Oficial de Contratación de Moneda creado en agosto de 1930, el control absoluto de las operaciones con moneda extranjera —decreto del 29 de mayo— (24). El Estado era prácticamente dueño y señor de la moneda para usarla como quisiese.

En conclusión, quiero recalcar que en julio de 1936 circulaban conjuntamente dentro del territorio español una moneda-signo, los billetes del Banco de España que no podía emitir valores fraccionarios, y una moneda-mercancía, las piezas metálicas del Ministerio de Hacienda que monopolizaban los valores fraccionarios. Ello sería uno de los factores determinantes de la crisis de moneda divisionaria que padeció la España republicana a lo largo de 1937, como veremos más adelante.

La plata de las monedas divisionarias

La plata no era lo suficientemente estable como para servir de moneda fraccionaria en unos tiempos inflacionistas de papel y de anormalidades económicas, políticas y humanas. Por momentos, el metal de la moneda superaba su valor nominal y un duro valía más de cinco pesetas. Estas piezas acuñadas con valores de 5, 2, 1 y 0,50 pesetas, respectivamente, eran un campo abandonado para la especulación y el agiotismo. Ya lo habían demostrado con anterioridad.

En 1898 el atesoramiento de moneda de plata de 5 pesetas, inducido por el pánico ante la pérdida de las colonias y la desafortunada guerra con los EE.UU., junto a las operaciones especulativas aprovechando la caída de los cambios, hizo que dicha moneda escasease en la calle. Por ello, el Consejo del Banco de España —con carácter reservado— tuvo que preparar una emisión de billetes de cinco pesetas para sustituir a esta moneda de plata.

En cierto modo era un antecedente de los certificados de plata republicanos de 5 y 10 pesetas que luego estudiaremos.

Pero como en 1899 cambió la situación, se emitieron monedas de plata y la política restrictiva de Villaverde tuvo sus frutos; no sólo no se pusieron en circulación los billetes sino que en octubre de 1903 se quemaron (25).

En 1914 la elevación del precio de la plata y la necesidad de aumentar la cobertura de este metal inmovilizado en las cajas del Banco de España, movieron a su Consejo a preparar —con carácter reservado— de nuevo una emisión de billetes de cinco pesetas, en previsión de que dejara de circular la plata. Pero como la situación quedó conjurada y el Banco aumentó sus existencias de plata, los temores se desvanecieron a la par que estos billetes (26).

En 1935 la pérdida del poder adquisitivo de la peseta, unido al aumento de precio de la plata, hizo renacer el temor de que las monedas de 5 pesetas desapareciesen de la circulación al ser desmonetizadas buscando beneficiarse con el metal.

Ello volvió a suscitar el tema de los billetes de cinco pesetas. Hubo en esta ocasión unas negociaciones entre el Banco de España y el Ministerio de Hacienda que convinieron que no se trataría de billetes emitidos por el Banco de España sino de «certificados» que suplirían circunstancialmente las monedas acuñadas del Estado. Los gastos de impresión los sufragaría el gobierno y el Banco se encargaría de tramitarla. Los certificados estarían respaldados por un depósito de plata en la Caja del Banco. Sus valores serían de 5 y 10 pesetas respectivamente. En breve se imprimieron 120.000.000 de ejemplares de 5 pesetas y 70.000.000 de 10 pesetas No obstante dichos certificados aún tardarían en ponerse en circulación ya que no lo hicieron hasta octubre de 1936, iniciada la guerra civil (27).

Era evidente que la plata llevaba el mismo camino que el oro. Este desapareció de la circulación hacia 1914 y había dejado de ser patrón monetario en 1883. Diversos países desarrollados, tales como EE.UU. o Francia, entre los años veinte y treinta del siglo XX estaban abandonando o minimizando la plata para acuñar sus monedas y buscaban buenos sustitutos fiduciarios. A la contra, el gobierno republicano no quería o no podía hacerlo, tal vez porque aún confiaba en otros remedios.

El proyecto de emisión de los certificados de plata era un provisional —o solapado— intento: ¡certificados de plata, no sustitutos de ella! Fue a mitad de marzo de 1937, ya tarde y con una incipiente crisis monetaria, cuando el gobierno de aquel momento reconoció las nuevas necesidades:

«… el Gobierno… ha resuelto que las mayores necesidades de moneda divisionaria que el mercado acusa sean atendidas, como han hecho otros países para piezas de semejante valor, por medio de la acuñación de una moneda que, poseyendo para el público todas las garantías y prerrogativas de cualquier otra moneda de curso legal, cumpla las condiciones técnicas requeridas. El metal que, según informe competente, sirve mejor para el caso es un bronce de aluminio de las características que se establecen… y que son análogas a las del metal empleado en Francia con el mismo fin.» (28)

Lógicamente esto que acabo de plantear es adelantar acontecimientos posteriores. Nosotros estamos analizando en estos momentos la situación concreta de julio de 1936, nada más. En esa fecha las monedas metálicas del sistema monetario español presentaban importantes deficiencias que denotaban una situación absurda en una etapa de inflación. La plata no podía mantenerse como moneda.

Antoni Turró, cuando habla de la guerra civil, dice que era una temeridad y un lujo impropio de un país en guerra mantener el patrón de plata en su moneda, máximo si se tiene en cuenta la necesidad que tenía el gobierno republicano de unas buenas reservas a fin de mantener su crédito siempre dudoso en un conflicto bélico (29).

«La inflación hace que las personas previsoras o temerosas se pregunten si conviene guardar el dinero o los signos que lo representan, o es mejor cambiarlos por artículos o bienes tangibles antes de que los precios sigan subiendo.» (30)

Durante la guerra civil la elección era sencilla para los españoles. Las monedas de plata convenía guardarlas como reserva de valor. Se trataba de unas monedas-objeto-mercancía que por su materia y peso podían sobrevivir al proceso inflacionista de papel y mantener un poder adquisitivo real. Los billetes convenía emplearlos como medio de pago para adquirir con ellos mercancías o monedas de plata. Se trataba de unas monedas-signo altamente fiduciarias que habían perdido su convertibilidad en plata y su estabilidad como poder de compra, a la par que era muy difícil que sobreviviesen al proceso inflacionista.

Si la gente se inclinaba por la elección que acabo de describir —de hecho lo hizo— se produciría un fenómeno lógico: La plata desaparecería de la circulación, y con ella los valores fraccionarios de las monedas. El papel se intensificaría como medio de pago y circulación, pero como su valor más bajo no descendería de las 25 pesetas se interrumpirían o dificultarían las compras y ventas de productos cuyo valor no se ajustase al nominal que representaba el juego de los diversos billetes. El sistema monetario tropezaría con una grave crisis.

Junto a esto, y en circunstancias en las que la moneda legal estaba perdiendo su fiabilidad, la plata se convertiría —de hecho lo hizo— en una excelente divisa, por lo que aún eran más los motivos que la impulsaban a abandonar su ejercicio como moneda corriente.

En junio de 1937, unos consejeros denunciaban ante el Consejo Municipal de Alicante que se realizaban compras de artículos en el extranjero pagados con monedas de plata (31). Mas aún, el gobierno recurrió a ella para financiar parte de sus compras de armamentos, etcétera. En 1938 vendió a los EE.UU. 1.225.000 kilos de plata equivalentes a 245 millones de pesetas —16.000 dólares—, además de otras ventas a Francia (32).

Todavía hay más. Si el lector ha recapacitado un poco se habrá percatado de que cuando las autoridades pertinentes o el Banco de España se preparaban para enfrentarse a la posible desaparición de la plata amonedada, más adelante reincidiremos en ello, sólo pensaron en las monedas de duro, las cinco pesetas. ¿Qué sucede?, ¿las piezas de 2, 1 y 0,50 pesetas no eran también de plata? Ahí está otra de las claves de la crisis de moneda fraccionaria durante el año 1937 en la España republicana.

Al iniciarse la guerra uno de los primeros síntomas de la misma, de la especulación y el agiotismo fue la progresiva desaparición de las monedas de plata. Primero los duros, después las 2, 1 y 0,50 pesetas nos dice R. Abellá (33).

El oro y los billetes del Banco de España

El oro y los billetes del Banco de España fueron un excelente medio de financiación de guerra, tanto a nivel interno —los billetes— como externo —el oro.

Tuñón y García-Nieto (34) opinan que la financiación interna de los gastos de guerra republicanos está expresada en los avances hechos al Tesoro por el Banco de España desde el comienzo de las hostilidades. Si hasta abril de 1938 aparece una suma de nuevos billetes, expresión de ese avance, de 3.812,76 millones de pesetas; la liquidación posterior final dio un saldo, según Sarda, de 12.754 millones de pesetas.

La financiación exterior, atendiendo a los mismos autores, estuvo determinada fundamentalmente por la utilización de las reservas de oro en aleación depositado cu la URSS —510 toneladas, unos 500 millones de dólares de la época—. Este oro sirvió para pagar los suministros soviéticos y para, transformado en divisas, colocarlo cu el Banco de París, desde donde el gobierno de la República hizo compras de armamentos en diversos países.

Estos autores siguen diciendo además que entre julio de 1936 y enero de 1937 fueron enviados a Francia 510 millones de pesetas oro, el 26,5% del oro amonedado y en barras existente en reserva en el Banco de España (35).

Si el oro y los billetes fueron en la práctica un excelente medio de financiación, supusieron un duro golpe para la moneda acuñada e impresa del sistema monetario español.

El decreto del Ministerio de Hacienda del 3 de octubre de 1936 (36) regulaba y exigía a los españoles que entregasen todo el oro amonedado o en pasta que poseyesen. Otro decreto del 10 de octubre amplió el plazo concedido para la entrega (37). A partir de estos momentos las Gacetas están llenas de decretos y órdenes que encauzan la recogida de dicho metal (38).

La recogida de oro era una manera de sugerir a los ciudadanos que, comparado con el papel o los depósitos bancarios, tenía una significación mucho mayor. A partir de entonces el oro parecería siempre mejor, algo que convenía guardar prudentemente (39). Y junto a él, por mimetismo, la plata.

“El 25 de octubre de 1936 se embarcó en Cartagena, con rumbo a Odesa, siete mil ochocientas cajas llenas de oro, amonedado o en barras, oro que constituía parte de las reservas del Banco de España”.

La financiación exterior, atendiendo a los mismos autores, estuvo determinada fundamentalmente por la utilización de las reservas de oro en aleación depositado en la URSS —510 toneladas, unos 500 millones de dólares de la época—. Este oro sirvió para pagar los suministros soviéticos y para, transformado en divisas, colocarlo en el Banco de París, desde donde el gobierno de la República hizo compras de armamentos en diversos países.

Estos autores siguen diciendo además que entre julio de 1936 y enero de 1937 fueron enviados a Francia 510 millones de pesetas oro, el 26,5% del oro amonedado y en barras existente en reserva en el Banco de España (35).

Si el oro y los billetes fueron en la práctica un excelente medio de financiación, supusieron un duro golpe para la moneda acuñada e impresa del sistema monetario español.

El decreto del Ministerio de Hacienda del 3 de octubre de 1936 (36) regulaba y exigía a los españoles que entregasen todo el oro amonedado o en pasta que poseyesen. Otro decreto del 10 de octubre amplió el plazo concedido para la entrega (37). A partir de estos momentos las Gacetas están llenas de decretos y órdenes que encauzan la recogida de dicho metal (38).

La recogida de oro era una manera de sugerir a los ciudadanos que, comparado con el papel o los depósitos bancarios, tenía una significación mucho mayor. A partir de entonces el oro parecería siempre mejor, algo que convenía guardar prudentemente (39). Y junto a él, por mimetismo, la plata.

“El 25 de octubre de 1936 se embarcó en Cartagena, con rumbo a Odesa, siete mil ochocientas cajas llenas de oro, amonedado o en barras, oro que constituía parte de las reservas del Banco de España”.

“La consecuencia económica más grave de la entrega a la U.R.S.S. —opina Ricardo de la Cierva— del oro español es que la República hipotecó por adelantado sus posibilidades de dependencia exterior.” (40)

Pero lo peor del hecho es que la credibilidad financiera del gobierno quedaba en entredicho y el público en general podía desconfiar, pese a que en enero de 1937 el gobierno desmintiese que se había depositado dicho oro en el extranjero, aunque tuvo que reconocer que efectuó pagos con él (41).

Sea como fuere, la salida del oro influyó, y mucho, en la crisis monetaria; pero no tanto como lo haría la excesiva inflación de billetes —ello no va en contra de que algunos políticos opinen que el billete sin valor respaldado es un excelente medio para financiar revoluciones, como decía B. Franklin.

Para Tuñón y García-Nieto (42) el Banco de España, sin modificar su estatuto legal, en la práctica, se convirtió en un organismo dirigido y controlado por el Ministerio de Hacienda. Esto fue lo que permitió al gobierno movilizar los depósitos de oro como instrumento principal de financiación de la guerra y hacer frente a la inflación, en la que uno de los factores que influyó fue la depreciación de la peseta, provocada también por la bolsa extranjera.

¿Hacer frente a la inflación? No debió de ser un buen medio. De una parte se gastaban el oro que ya no podría avalar a unos billetes en constante devaluación, de otra entregaban a los españoles cantidades crecientes de billetes sin ninguna cobertura metálica, que incrementaban el papel circulante, para financiar la guerra en el interior. Todo ello creaba inflación de papel.

Para comprobarlo basta ver los cuadros que reproduce Ángel Viñas en la obra de urbión sobre la guerra civil. En el cuadro 23 sobre la oferta monetaria y la población (43) se puede seguir el incremento, ininterrumpido y de fuerte ritmo, de la cantidad de billetes en circulación, junto al descenso de la población sobre la que podían ejercer como medios de pago legales. Y el cuadro 26 que se ocupa de los precios medios mensuales de las dos pesetas españolas en el mercado de París (44) permite comparar la depreciación constante de la peseta republicana con el paralelo aumento de la inflación del papel —visto en el cuadro 23 citado.

Llegó a tal punto dicha inflación que en la zona republicana no era dinero contante y sonante lo que faltaba, aunque lo de sonante se utiliza en sentido figurado, pues las monedas metálicas desaparecieron y fueron sustituidas por redondeles de cartulina o papeles. Lo que escaseaba era qué comprar con las pesetas. En la mayoría de las ciudades, a medida que avanzaba la guerra, los escaparates quedaban vacíos. Casi nadie deseaba vender a cambio de unos billetes depreciados, con los cuales poco podía comprarse —la serpiente se mordía la cola—, y más cuando se sabía que, de ganar Franco, aquellos billetes perderían su valor. Todos eran de series nuevas puestos en circulación después de julio de 1936 (45).

Y si nadie quería esos billetes, fruto de la política financiera del gobierno, los tenedores de plata no iban a dar sus monedas a cambio.

La política financiero-monetaria del gobierno aún intensificó más la crisis del sistema monetario. No sólo perdía credibilidad y buena parte de la cobertura de los billetes con la fuga del oro, también supermultiplicaba la innación de un papel nada fiable. Papel —los billetes— que no podía ser utilizado para pequeñas transacciones porque su fracción menor, antes de 1938 y después de que se pusiesen en circulación los certificados de plata proyectados en 1935, no descendía de las 5 pesetas. De forma que dichos billetes no sólo eran una moneda devaluada sino que daban la razón a los acaparadores de plata acuñada fraccionaria y contribuirían a que éstos incrementasen las tesorizaciones. Y para colmo de colmos, repito, aquellos papeles no servían como moneda fraccionaria. La crisis de medios de pago divisionarios en 1937 era inevitable.

El Ministerio de Hacienda

Excusándose en la intención de eliminar del mercado la moneda de la monarquía, sustituyéndola por otra de nuevo cuño fiel al ideal republicano y con una estructura que se adaptase mejor a las nuevas necesidades del intercambio económico, y alegando que técnicamente la Casa de la Moneda no estaba preparada para acuñar con rapidez la cantidad requerida para la vida cotidiana, el Ministerio de Hacienda, el 13 de octubre de 1936, decretó lo siguiente:

«Artículo 1°. A partir del día 17 de Octubre, el Banco de España entregará provisionalmente certificados plata de cinco y diez pesetas en sustitución de la actual moneda de plata, teniendo tales certificados el mismo poder liberatorio de la actual moneda de cinco pesetas.

Artículo 2°. El Banco guardará en sus Cajas la cantidad de plata amonedada equivalente a los certificados que ponga en circulación, sin perjuicio de conservar también la plata amonedada equivalente a los certificados que ponga en circulación, sin perjuicio de conservar también la plata necesaria para el cumplimiento de lo preceptuado por la base segunda del artículo 1° de la vigente ley de Ordenación bancaria.

Artículo 3°. El Ministerio de Hacienda procederá con la mayor rapidez al estudio y ejecución de la nueva ley monetaria para acuñar la nueva moneda republicana de plata de cinco y diez pesetas que ha de sustituir en su día a los certificados plata puestos ahora provisionalmente en circulación. Oportunamente se publicará la fecha a partir de la cual la actual moneda de plata dejará de ser moneda legal.» (46)

De otro lado, en el territorio rebelde se procedió al estampillado de los billetes del Banco de España que habían quedado en su zona al estallar el conflicto armado con el fin de darles un curso legal dentro de su jurisdicción. Ello fue buena excusa para que el Ministerio de Hacienda republicano los anulase rápidamente. El 29 de noviembre de 1936 decretaba:

«Artículo primero. Queda prohibida la tenencia y circulación de los billetes del Banco de España alterados por estampillas facciosas y no estarán, por lo tanto, garantizados por las reservas oro del Banco de España…

Artículo Tercero. El Banco de España no admitirá en sus cajas los billetes estampillados.» (47)

En el ecuador de 1936-1937 se daba el hecho de que en determinadas sucursales del Banco de España se disponía de los saldos de las cuentas de crédito por medio de vales o pagarés, que se libraban por cantidad fija en papel impreso estampado con el reconocimiento de la sucursal de la existencia de saldo, con lo que se creaba una circulación semejante a los billetes del Banco de España. Como ello iba en contra de las normas de la ley de Ordenación Bancada, el Ministerio dispuso la siguiente orden:

«Que el Banco de España, en sus distintas Sucursales o Agencias, se abstenga en absoluto de autorizar con su firma vales, pagarés o talones de esta especie, destinados a circular como billetes; limitándose a abonar directamente o por compensación los cheques que se le presenten contra cuentas de créditos abiertas y siempre que lo hubieran sido de conformidad con las prescripciones de los Estatutos y Reglamentos de ese Banco de España. Valencia, 14 de Enero de 1937.» (48)

sirviéndose del Comisario general de Banca y del Gobernador del Banco de España que firmaron dicha orden.

El 16 de enero de 1937, a fin de lograr cumplida ejecución del decreto del 13 de octubre de 1936 que dispuso la circulación de los certificados plata, el Ministerio de Hacienda ordenó que los bancos, cajas de ahorro y toda clase de centros y establecimientos públicos, cumplieran con la máxima diligencia lo prevenido en la regla tercera de la orden ministerial del 15 de octubre de 1936 relativa al cambio de las existencias de plata en monedas de cinco pesetas por certificados plata y que, periódicamente, a cada quincena entregasen en el Banco de España, para su canje, las existencias de plata gruesa que pudieran haber recogido. Se exigía además que todos los centros oficiales y entidades bancarias efectuasen preferentemente sus pagos con certificados de plata (49).

El 22 de febrero del mismo año el Ministerio aún amplió más el campo de acción de los susodichos certificados decretando:

«El Banco de España queda autorizado para entregar certificados de plata a cambio o en lugar de la moneda divisionaria de plata. Cuando así se haga una cantidad de plata divisionaria de igual valor nominal que los certificados será retirada de la circulación.» (50)

Está suficientemente claro como para excedernos en comentarios. El Ministerio utilizaba la moneda. De un lado eliminaba los billetes llamados facciosos y se apuntaba una excusa para poner en circulación nuevos billetes, algunos de los que ayudaron a financiar la guerra en el interior (51) creando, a su vez, una galopante inflación de papel. De otro luchaba por impedir que los particulares sustituyesen la moneda estatal con vales o pagarés; pero lo único que logró fue perder el control de esos vales y pagarés que se buscaron otros bancos, que no fuesen el de España o sus sucursales, o constituyeron depósitos propios para avalarse. Así se vieron favorecidas las emisiones de bonos de entidades de naturaleza no crediticia y dificultadas las de esa naturaleza (52).

Sin embargo, lo más significativo con relación a la crisis de moneda divisionaria durante 1937 fueron los certificados de plata —unos insignificante papeles—. Con ellos el Ministerio compró plata gruesa para tenerla dispuesta en sus arcas, recuérdese que también se sirvió de dicho metal para financiar la guerra en el exterior. Así empezó a cambiarse tímidamente la moneda de un sistema basado en la plata y las coberturas metálicas por otra eminentemente fiduciaria, aunque en un principio se pensase en volver a hacer las emisiones con el referido metal, proyecto que las circunstancias o una política consciente —no lo sabemos— impidieron.

Dichos certificados difícilmente podían sustituir a las piezas de plata de la monarquía anterior puesto que sus valores eran sólo de 10 y 5 pesetas respectivamente. Para lograrlo hubieran tenido que reconocer que el sistema databa de 1868, que el sistema también contenía pequeñas monedas de plata y no sólo las de plata gruesa y que la plata pequeña republicana acuñada en circulación poseía una materialidad idéntica a la de los duros que también requería el cambio; cambio que no fue previsto por el decreto del 13 de octubre de 1936 o que, si lo fue, no lo explicitaron en el texto que publicó la Gaceta correspondiente.

¿Acaso las monedas de plata de dos, una y media pesetas de la monarquía no merecían la atención del Ministerio de Hacienda por su reducido peso? ¿O es que la emisión de certificados de plata sólo pretendía ser un mínimo intento de arrebatar a la moneda metálica parte de sus atribuciones en favor del papel?

Lo único que se puede afirmar con alguna certeza —porque lo he visto en mis abuelos y la gente coetánea— es que el duro de plata tenía más valor e importancia que cinco monedas de peseta o diez de cincueta céntimos del mismo metal. Es evidente que los hombres del gobierno cayeron en esta concepción. A los mismos sólo les preocupaba la plata gruesa —el duro— (53), las demás piezas del sistema carecían de importancia. ¿Quién tenía en la mente la idea de que a alguien le pudiese interesar la escasa plata que llevaban las piezas de 2, 1 y 0,50 pesetas?; ¿qué son los 10, 5 ó 2,5 gramos de plata de 835 milésimas comparados con los 25 gramos de plata de 900 milésimas del duro? (54). No hay duda de que si estas monedas de baja ley y reducido peso están junto a un duro, cualquiera lo prefiere a ellas. Esto es lo que hizo el Ministerio. ¿Pero qué sucede si el duro no está? Que la plata de las otras monedas de poco peso y baja ley se vuelve apetecible y más valiosa que un certificado de dudosa estabilidad (55). «¿Cómo voy a darle monedas de plata a este señor/a que me trae un papel que no puedo canjear por un duro?», se preguntarían los tenedores de monedas de plata. En breve llegaría la especulación y el agiotismo. A consecuencia de este fenómeno, que los economistas describen como ley de Gresham, la moneda mala expulsó a la buena.

Lo que en un principio, tal vez, fue un medio para paliar la posible ocultación de la plata, recoger plata gruesa y sustituir las monedas de cinco pesetas monárquicas —hablo de los certificados de plata—, a la postre se convirtió en una causa de ocultación de dicho metal que cada vez se vería menos y, a partir de febrero de 1937, en un importante elemento inflacionista. Lo peor es que no ofrecieron una alternativa viable y completa, aunque cabe reconocer que en las circunstancias bélicas que se vivían los impedimentos eran abundantes. Por otra parte los certificados de plata de 5 y 10 pesetas procedían de un proyecto anterior a la guerra, por lo que sus deficiencias se permitían un amplio margen de justificación heredada; el Ministerio de Hacienda de octubre de 1936 sólo culminó el viejo proyecto. Lo cierto es que en 1938 se pusieron en circulación certificados de 2, 1 y 0,50 pesetas, fruto ya de las necesidades impuestas por los acontecimientos (56). Pero entre 1936 y 1938 media un año, un año de problemas monetarios.

Ahora me pregunto: ¿Aciertan aquellos que echan toda la culpa de la ocultación de la moneda divisionaria y su consiguiente desaparición del circuito monetario a los particulares y elementos fascistas? (57). No niego que éstos tuvieran su papel, pero quiero resaltar que las enormes fauces del Ministerio de Hacienda también tragaron lo suyo, con unos medios mucho más poderosos que los particulares, el ciudadano corriente, y que no ofreció, dicho Ministerio, una alternativa válida hasta 1938.

II. CRISIS Y SOLUCIONES DURANTE 1937

La crisis llegó. Para los autores que han estudiado zonas desconectadas del poder central desde el principio ésta se manifestó ya en 1936 (58). Para nosotros, que estudiamos el caso concreto de la provincia de Alicante, los problemas monetarios no se detectan hasta 1937.

J. M. Bricall (59) dice que la inflación y el deterioro de los mecanismos monetarios no fue más que una faceta de la «sotragada» —sacudida— general de la sociedad que se produjo —guerra y revolución—. La circulación monetaria normal se vio perturbada por un proceso de tesorización de ciertos medios de pago y por el encarecimiento natural de la circulación a través del sistema bancario, causado especialmente por la retirada inicial de depósitos y por las limitaciones que el poder público impuso a esta circulación. Como consecuencia de estos dos fenómenos la moneda fraccionaria desapareció y la aceptación del sistema monetario presentó unas connotaciones específicas: tesorización de ciertos activos líquidos, circulación elevada de otros y ausencia de moneda fraccionaria, etcétera. Todo ello hablando, naturalmente, de Cataluña.

Estudiando también Cataluña, A. Turró (60) afirma que la alteración de las circunstancias económicas como consecuencia inmediata de la guerra afectó en proporciones extraordinarias el ritmo normal de la actividad financiera, derivándose, entre otras cosas, una gran escasez de moneda fraccionaria puesto que ya desde los primeros meses del conflicto se observó un intenso atesoramiento de las monedas de plata por parte de particulares que, influenciados por el incierto resultado de una guerra que preveían larga y el posible naufragio de muchos valores materiales, creían que la plata podría convertirse en la seguridad de su porvenir, hecho que motivó la regular desaparición de estas monedas; atesoramiento que fueron incapaces de evitar e impedir los numerosos decretos que prohibían y castigaban el mencionado acaparamiento. Que cabe señalar que el mismo gobierno contribuyó a esta total desaparición del numerario de plata retirando de la circulación todas las monedas que ingresaban en sus arcas, plata que necesitaba para sus compras de material en el extranjero. Y de otro lado, el Ministerio de Hacienda, por los motivos que sean, no pudo o no supo cumplir con lo que tenía que ser su obligación: dotar al territorio republicano de moneda legal divisonaria del Banco de España. Ello provocó una grave perturbación en la vida económica de cada día ya que se hizo imposible poder devolver cambio o ajustar ningún pago debido a la falta de moneda pequeña.

Rafael Abellá (61), al ocuparse del desconcierto económico de la España republicana, dice que la desaparición de la plata se manifestó muy temprano. En el transcurso del mismo verano de 1936, apenas pasado un mes del alzamiento de julio, la moneda de curso legal al estallar la guerra empezó a ocultarse. Aquello fue el principio de unas dificultades provocadas por la carencia de moneda fraccionaria, de peseta y de calderilla con que efectuar las devoluciones de los cambios. Las medidas conminatorias, las más graves amenazas proferidas contra el atesoramiento, no surtieron efecto apreciable. La plata, el cupro-níquel y el cobre se convirtieron en metales preciosos que aseguraban a sus poseedores contra cualquier contingencia. Y la contingencia que vivía la zona republicana en aquellos momentos era la de las incautaciones, requisas, emisiones de vales, una conmoción económica cuyo resultado no podía ser más que la alarma. El papel podía verse privado de valor, pero el metal sería siempre reconocido. De otro lado, el gobierno tuvo que enfrentarse a muchos pagos, circunstancia que inició la espiral del proceso inflacionista. La posesión de la plata tuvo que restringirse. La emisión de papel se hizo necesaria.

Abellá se sirve de un romance, «Traiga usted dinero suelto», de Antonio Agraz, poeta libertario, para manifestar los problemas del vivir cotidiano ante esa situación. Dicho poema narra las peripecias de una vieja, madre de un combatiente que le manda su soldada, la cual sale a la calle con el billete que le ha enviado su hijo. No puede subir al metro o al tranvía porque no hay cambio. Andando llega a la tienda y se pone en la cola. Cuando le llega su turno el vendedor le dice que no puede comprar nada si no lleva monedas de plata o cobre. La vieja vuelve a casa llorando y le escribe a su hijo pidiéndole que mande perras gordas o plata, no billetes.

Lo que sí que queda claro con el testimonio de estos tres autores es que la crisis existió.

En mi opinión, ésta no fue fruto exclusivo de la guerra que, no sólo dejó al descubierto viejas realidades monetarias, sino que protagonizó numerosas destrucciones, escasez de productos de primera necesidad —ello aumentaba los precios y limitaba el poder adquisitivo del dinero legal—, inseguridad económica —la gente buscaba su futuro atesorando plata, oro…—, saqueos, robos, nuevas responsabilidades y sistemas organizativos casi revolucionarios, etcétera (62); o de la tan citada acaparación, la cual no fue más que un indicador de la crisis que, no contento con revelar la crisis, también la provocó y agravó: fue una especie de desencadenante, culminación del proceso y advertencia de que se requerían cambios para enfrentarse a los problemas; o de la crisis económica que arrastraba el país (63), la cual intensificó las dificultades y mermó algunas de las posibles salidas del caos en que cayeron las cuestiones monetarias durante la guerra civil en la zona republicana. Creo que la crisis llegó como resultado de a interacción de estos tres factores citados junto a los que hemos estado viendo en el apartado I del presente capítulo: Un sistema monetario con deficiencias, la inestabilidad de la plata de las monedas y lo que ello supuso, la fuga del oro y la inflación de papel moneda, la actuación del Ministerio de Hacienda y, como más adelante comprobaremos, la insuficiencia técnica de la Casa de la Moneda que retrasó la solución estatal de un aspecto concreto de la crisis: la carencia de moneda fraccionaria.

Todas estas circunstancias mencionadas se tradujeron en inflación del dinero y carencia de moneda fraccionaria. Nació el problema de los intercambios cotidianos, de la compra, del transporte… y, el pez que se muerde la cola —para nosotros la crisis monetaria—, el círculo vicioso de los problemas dinerarios desembocó en la interrupción del comercio al por menor.

Era preciso encontrar soluciones. Los mecanismos naturales de la economía y del intercambio asomaban la cabeza. El agiotismo se imponía. Y el espíritu del reducido poder local asoló los municipios y gobiernos regionales que, ante la pasividad estatal, para enfrentarse a la crisis crearon su propia moneda con una circulación limitada a sus respectivas jurisdicciones.

Los primeros en notar la crisis fueron los comerciantes, los cuales se veían imposibilitados para devolver cambios, de forma que en lugar de moneda divisionaria entregaban vales o abonos. El sistema era fácil y productivo porque mucha gente no se presentaba al reembolso y los vales se convertían en beneficios (64).

Al poco tiempo, y favorecidos por la fragmentación del poder republicano y la dispersión de los poderes públicos, los organismos regionales, Ayuntamientos, Consejos Municipales, sindicatos, comités políticos, colectividades obreras, unidades militares, cooperativas, economatos y empresas industriales lanzaron sus propios bonos. Más de 2.000 entidades con cerca de 7.000 billetes diferentes, sin contar a los comerciantes individuales (65).

A lo largo de 1937 la zona republicana se convirtió en un muestrario de piezas convencionales que «tuvieron la virtualidad de solventar las más imperiosas necesidades del subsistir en una sociedad que seguía ajustada a las transacciones dinerarias como patrón y vehículo adquisitivo». Pero la pérdida del sentido reverencial del dinero fue espeluznante. La puesta en circulación de esta serie de vales locales tuvo enorme transcendencia sobre las ideas y la vida de los españoles a quienes tqfcó comprar, vender y traficar con dichos bonos. «La desacralización del dinero hizo perder todo aprecio hacia él» (66).

Hablando de las monedas municipales catalanas, Tarradellas, en el prólogo de la obra de Turró (67), dice que las emisiones municipales, reclamadas sobre todo por la necesidad de hacer frente a la desaparición de la moneda fraccionaria, también tuvieron posibles incidencias sobre los ingresos municipales (68).

De otra parte, también se solucionó la crisis —cabe pensar si fue una solución o un resultado de ella— regresando a los niveles ancestrales del intercambio:

«El trueque sustituyó en todas partes a una moneda en la que nadie creía». (69)

¿Hasta qué punto el trueque sustituyó a la moneda fraccionaria que faltaba? ¿En realidad, el trueque no tiende a eliminar la moneda? Aquí sólo podemos hablar de la provincia de Alicante, puesto que se ha estudiado científicamente. En ésta hubo dos tipos de trueque. Uno puro, que elimina la moneda, y otro que no es trueque propiamente sino el uso de una moneda-mercancía representada por el tabaco, los cigarrillos o las cerillas. Se trató de una mercancía que actuó como equivalente general y tendió a sustituir a la moneda fraccionaria.

Soluciones estatales

Junto a la persecución de los acaparadores de monedas de plata y oro (70) el gobierno intentó emitir moneda fraccionaria con precarios resultados. El 19 de marzo de 1937 (71) el Ministerio de Hacienda decretó que:

«Las nuevas necesidades monetarias que han sido consecuencia de la guerra y de la distribución más igualitaria de la riqueza nacional obligan constantemente al Gobierno a adoptar medidas que atiendan a esas necesidades. Entre ellas descuella en primer término la mayor demanda de monedas divisionarias de una y dos pesetas, por efecto de una circulación más rápida y extensa y un número más considerable de pequeñas transacciones impuesto por las condiciones en que ahora se desarrolla el comercio al detall.

No sería prudente en las circunstancias actuales ampliar la acuñación de moneda de plata, aprovechando las abundantes existencias de este metal en las cajas del Banco Nacional, plata que podría ser exportada subrepticiamente, sustrayéndose así, en forma clandestina, recursos positivos al país, los cuales hoy deben ponerse en su totalidad bajo el absoluto control de las autoridades para los fines nacionales. Por esa causa, el Gobierno, debidamente asesorado por elementos técnicos competentes, ha resuelto» (72)

se emitiese la moneda que las necesidades del mercado requería y que ésta se acuñase sobre un metal análogo al empleado en Francia para el mismo fin.

El primero de los artículos del decreto autorizaba al gobierno para que emitiese cien millones de pesetas de monedas de una y de dos pesetas de bronce de aluminio. El segundo regulaba el peso, forma, tipos y tamaños de las monedas. El tercero establecía su circulación en concurrencia con la plata. El cuarto especificaba que las operaciones de acuñación las llevaría a cabo la Fábrica Nacional de Moneda y Timbre, además de indicar la forma de liquidar los gastos, etcétera.

En abril de ese mismo año Mundo Obrero preguntaba:

«¿Cuándo circularán en Madrid las nuevas monedas de peseta?»

Y algún tiempo más tarde repetía:

«¿A dónde han ido a parar las pesetas de nueva acuñación? En Madrid sólo las hemos visto como una curiosidad numismática.» (73)

Lo cierto es que en agosto de 1937 la Fábrica Nacional de Moneda y Timbre se vio obligada a comprar maquinaria moderna porque la suya ya no servía (74).

Las monedas de 2 pesetas en metal nunca aparecieron y las de peseta no circularon hasta 1938. Lo cual quiere decir que durante 1937 la moneda fraccionaria en la zona republicana dependió de la improvisación artesanal de los particulares y de la iniciativa de los poderes públicos locales o regionales de la retaguardia.

NOTAS

(1) En el apartado II veremos la crisis.

(2) Vid. FERNÁNDEZ, C. «La creación de la peseta en la evolución del sistema monetario de 1847.» en ANES Ensayos sobre la economía española a mediados del s. XIX. Madrid 1970.

(3) GIL PARRES, O. Historia universal de la moneda. Madrid 1974. p. 221.

(4) VICENS VIVES, J. Historia de España y América social y económica, t. V Barcelona 1977. p. 103.

(5) VICENTI, J.A. La peseta. Madrid 1976. pp. 5-75.

(6) Cfr. GIL PARRES, O. o.c. p. 221.

(7) BANCO DE ESPAÑA Los Billetes del Banco de España. Madrid 1979. pp. 121 y ss.

(8) TORTELLA, G. «La economía española 1830-1900» en TUÑÓN, M. Historia de España, t. VIII Barcelona 1981. pp. 124-129.

(9) Vid. GASTAN & GAYÓN Las Monedas Hispano Musulmanas y Cristianas 711-1981. Madrid 1980. pp. 1136 y ss.

(10) GIL PARRES, O. o.c. p. 221.

(11) GALBRAITH, J.K. El dinero. Barcelona 1983. pp. 168-169.

(12) V1CENS VIVES, J. o.c. p. 105.

(13) VILAR, P. Oro y moneda en la historia 1450-1920. Barcelona 1981. p. 51.

(14) GALBRAITH, J.K. o.c. p. 236.

(15) YEOMAN, R.S. A guide book of United States coins. Wisconsin 1969. p. 12.

(16) THIMONIER, A. Encyclopédie des Monnaies et Billets de France. Clermont-Ferrand. pp. 338-342. (1981).

(17) VICENTI, J.A. o.c. p. 78.

(18) BANCO DE ESPAÑA o.c. p. 279.

(19) Cantidades tomadas de CASTÁN & CAYÓN o.c. pp. 1120 y ss. y CALICÓ, F.X. «La numismática de la guerra civil española» en La guerra civil española. Exposición itinerante del Ministerio de Cultura. Madrid 1980. p. 64.

(20) Vid. TURRÓ, A. Elpaper moneda cátala 1936-1939. Barcelona 1982. p. 14.

(21) Vid. CALICÓ, F.X. o.c. pp. 63-70.

(22) BRICALL, J.M. Política económica de la Generalitat 1936-1939 t. II «el sistema financer». Barcelona 1979. pp. varias.

(23) TURRÓ, A. o.c. p. 19.

(24) TAMAMES, R. Introducción a la economía española. Madrid 1980. pp. 282-283.

(25) BANCO DE ESPAÑA o.c. pp. 196-197.

(26) Ibídem. p. 235.

(27) Ibídem. pp. 274-277.

(28) Decreto del Ministerio de Hacienda 19-111-1937. Gaceta de la República, 20-JII-1937.

(29) TURRO, A. o.c. p. 15.

(30) GALBRAITH, J.K. o.c. p. 183.

(31) A.M. de Alicante. Libro de Actas de sesiones municipales, s.o. 10-VI-1937.

(32) Datos de TUÑÓN & GARCÍA-NIETO, M.a C. «La guerra civil» en TUÑÓN de LARA, M. Historia de España, t. IX Labor. Barcelona, p. 439.

(33) ABELLÁ, R. «La pesadilla diaria de las dos Españas» en La guerra civil española. URBION t. 11 Madrid 1983. p. 50.

(34) TUÑÓN & GARCÍA NIETO, M.a C. o.c. p. 439.

(35) Para profundizar más en el tema vid. por ejemplo: SARDA, J. «El Banco de España, 1931-1962» en El Banco de España. Una historia económica. Madrid 1970; VIÑAS, A. El oro español en la guerra civil. Madrid 1976 y El oro de Moscú. Barcelona 1979.

(36) Gaceta de Madrid. 4-X-1936.

(37) Ibídem. ll-X-1936.

(38) Gacetas de la República. 7-1-1937, 14-11-1937, 16-111-1937…

(39) Palabras tomadas de GALBRAITH, J.k. o.c. p. 167.

(40) DE LA CIERVA, R. Historia ilustrada de la guerra civil española. Barcelona 1977. pp. 380-381.

(41) Humanidad. (Alcoy) 20-1-1937. p. 3.

(42) TUÑÓN & GARCÍA-NIETO, M.a C. o.c. p. 296.

(43) Un sondeo de los datos que aporta el cuadro 23 para la zona republicana: SUMAS DE CUENTAS CORRIENTES Y BILLETES EN CIRCULACIÓN (millones depts.) 1937, enero: 9.505,8, mayo: 11.520, septiembre: 14.269; 1938, enero: 17.456,8, mayo: 20.336,8, septiembre: 23.697; 1939, enero: 27.533,8. POBLACIÓN (millones de hab.); 1937, enero: 12,5, mayo: 11,8, septiembre: 11,1; 1938, enero: 10,5, mayo: 10,2, septiembre: 9,9; 1939, enero: 7,1. En VIÑAS, A. «Breve bosquejo económico» en URBIÓN o.c. t. 9 p. 124.

(44) Un sondeo de los datos que aporta el cuadro 26 para la zona republicana: Francos por 100 pts. 1937, enero: 86,35, mayo: 72,49, septiembre: 52,04; 1938, enero: 32,20, mayo: 23,20, septiembre: 16,49: 1939, enero: 6,28. En ibidem. p. 127.

(45) Ibidem. 116.

(46) Gaceta de Madrid. 15-X-1936. Recuérdese que estos certificados de papel ya los hemos visto líneas atrás y que su proyecto data de 1935.

(47) Ibídem. 2-XII-1936.

(48) Gaceta de la República. 15-1-1937.

(49) Ibídem. 19-1-1937.

(50) Ibídem. 23-11-1937.

(51) Los milicianos y los soldados del Ejército Popular eran los mejor pagados de su tiempo: diez pesetas por día en mano. VIÑAS, A. o. c. URBIÓN. t. 9 p. 116.

(52) En Cataluña la proliferación de entidades de naturaleza no crediticia que emitieron moneda fue enorme. BRICALL, J. M. o. c. pp. 10 y 280-294. En la provincia de Alicante también, como veremos.

(53) Recuérdese que la expresión plata gruesa ha sido sacada de los decretos y órdenes del Ministerio.

(54) Para la ley y peso de las monedas vid. VICENTI, J. A. o. c. pp. 20-65.

(55) Una explicación del problema de la moneda fraccionaria durante 1937 podría identificarse con la lucha entre una moneda-mercancía-plata revaluada y una moneda-signo-papel devaluada, ni más ni menos la ruptura del equilibrio que habían intentado mantener ambas monedas durante más de 60 años. Ello nos lleva a plantearnos si la crisis monetaria de 1937 fue coyuntural simplemente o estructural. Lo cierto es que el sistema monetario que giraba en torno a la plata se derrumbaría ¿Nacería uno nuevo, acorde con los momentos?

56) Estas emisiones las estudiaremos en el capítulo IV.

(57) Las manifestaciones que acusan a los particulares y elementos fascistas son frecuentes tanto en la prensa como en las actas de las sesiones municipales de los diversos municipales alicantinos estudiados aquí.

(58) Un ejemplo muy claro de estos planteamientos en CONDE, I. «Billete de cincuenta pesetas, emitido en Gijón, en Septiembre de 1937» en Actas del Primer Congreso Nacional de Numismática. Zaragoza 12-16 diciembre de 1972.

(59) BRICALL, J. M. o. c. pp. 29, 26 y 9.

(60) TURRÓ, A. o. c. pp. 18-19.

(61) ABELLÁ, R. La vida cotidiana durante la guerra civil, España Republicana. Barcelona 1975. pp. 319-324.

(62) Para lo que protagonizó la guerra vid. por ejemplo ABELLÁ, R.: La vida cotidiana… o. c. y TUÑÓN & GARCÍA-NIETO: o. c.

(63) Para la situación económica vid. por ejemplo TUÑÓN; M.: La España del siglo XX. t. II Barcelona, edición de 1981. pp. 365-390. y VICENS VIVES: o. c. t. V pp. 247-283.

(64) Vid. CALICÓ, F. X. o. c. p. 65.

(65) BANCO DE ESPAÑA o. c. p. 348 y BRICALL, J. M. o. c. pp. 280-286.

(66) Cfs. ABELLÁ, R. La vida cotidiana… o. c. pp. 326 y 324.

(67) TURRÓ, A. o. c. p. 7.

(68) Los lectores se habrán percatado de que no menciono las emisiones del Banco de España de Bilbao o de Santander, ni las de la Generalitat de Cataluña. Ello es así porque estas emisiones no están directamente relacionadas con el problema de la crisis de la moneda fraccionaria ni del poder adquisitivo de la moneda estatal, las mismas son resultado de la guerra y de unas exigencias políticas.

(69) DE LA CIERVA, R. o. c. p. 378.

(70) En el capítulo siguiente estudiaremos con brevedad dicha persecución en la provincia de Alicante.

(71) Gaceta de la República. 20-111-1937.

(72) El resto de la introducción del decreto ya se ha reproducido en el texto de la nota (28) del presente capítulo.

(73) Vid. ABELL^, R. La vida cotidiana… o. c. p. 320.

(74) Gaceta de la República. 7-VIII-1937.

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STERLING SUFFERS, BUT UK INTERVENTION UNLIKELY

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

November 21, 2008 – Reuters

By some measures, sterling’s recent slide is even greater than the fall in late 1992 when it was ejected from a group of European currencies, but the chances of a repeat rescue attempt from the Bank of England are minimal.

The doomed attempt 16 years ago to take on currency traders, most notably George Soros, to keep sterling in the Exchange Rate Mechanism cost around two-thirds of UK foreign exchange reserves and scarred the collective conscience at the BoE and Treasury.

But unless sterling’s fall becomes disorderly in the eyes of UK officials and threatens the stability of financial markets and business and trade with the rest of the world, analysts say the BoE and UK Treasury will be loath to try anything similar.

Indeed, as BoE officials have indicated, an export-boosting, weak currency may be one of the few bright spots on the horizon for the UK economy otherwise ravaged by the tumbling housing market and collapse of credit.

“The key issue for UK financial officials is to get the economy moving, to try to prevent a slowdown next year from being more pronounced,” said Trevor Williams, head of group economic research at Lloyds TSB in London.

“To some extent a weaker currency helps in that effort … so it’s the lesser of two evils.”

Sterling has tumbled 16 percent against the dollar so far this quarter, compared with more than 15.3 percent in September-December 1992. Implied volatility on one-month sterling/dollar currency options shot up to nearly 30 percent earlier this month, eclipsing a jump to 22 percent in October 1992.

During that period, UK authorities burned through as much as an estimated $30 billion by many accounts in an unsuccessful bid to stem the pound’s drop before permanently withdrawing from the ERM.

According to Willem Buiter, professor at the London School of Economics and former BoE policymaker, the depreciation of sterling’s effective exchange rate in the past year is larger than that in the year following the UK’s exit from ERM.

“There can be little doubt, however, that there is a point at which the weakness of sterling ceases to be the correction of an anomaly and becomes an anomaly and a problem. I believe we are close to that point,” Buiter said this week on his blog http://blogs.ft.com/maverecon/.

But he ruled out the likelihood of the BoE wading back into FX markets to support the pound this time around, even though “a triple crisis” of sterling, UK sovereign debt and banking is a real threat.

“There is zero chance of the BoE intervening either on its own behalf or as agent of the government, unless the sterling forex market were to seize up or become illiquid and disorderly. There is no sign of that,” he said.

Sterling traded around $1.49 against the dollar on Friday, and analysts say authorities are willing to see sterling weaken towards a fair value range of $1.40-1.50 and a fall significantly under $1.40 would be needed for the prospect of intervention to even reach the table.

DEBT DEMAND

Sterling has fallen 25 percent against the dollar this year, hitting a 6-1/2-year low around $1.45 last week, when it also hit a record low against the euro of 86.62 pence and a 13-year trough on a trade-weighted basis at 80.5.

After the pound tumbled following the BoE’s 150 basis point cut in interest rates earlier this month, BoE Governor Mervyn King said that its fall over the past year was not surprising and was an inevitable part of rebalancing the UK economy.

UK Prime Minister Gordon Brown has also weighed in, blasting a suggestion from the opposition Conservative party that plans for the government to use borrowed money to spend its way out of the recession could trigger a run on the pound.

The pound’s slide so far has not fanned inflation risks and by common consent, having long been overvalued, analysts say authorities are happy to have it weaken.

Nor has it scared investors away from UK government bonds, which really would be a concern for policymakers. Demand for safe-haven bonds has helped to push the two-year gilt yield below 2 percent this week for the first time ever and 10-year yields below 4 percent.

“At the moment, we’re not seeing sterling weakness adversely affecting either the gilt market or bond yields or any government auction,” said Mansoor Mohi-uddin, chief currency strategist at UBS in Zurich.

He added that at the moment, a drop in demand for UK debt would likely be one of the few situations in which UK authorities would consider shoring up the currency, particularly given government plans to borrow its way out of the recession.

But analysts at Bank of New York Mellon say this may be happening already. They recently pointed out that outflows from UK fixed income instruments since September have offset around 75 percent of all the inflows seen since 2004.

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PUBLISHED BY ‘FINANCIAL MIRROR’ (Cyprus)

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RUPEE ENDS 7-DAY FALLING STREAK (India)

Posted by Gilmour Poincaree on November 22, 2008

22 Nov 2008, 0000 hrs IST, ET Bureau

MUMBAI: After a gap of several days, the rupee took a break from its falling routine and posted gains on Wednesday. However, this is the second week in a row that the currency posted weekly losses, as a slide in global stocks fuelled concerns foreign investors would step up equity sales. Liquidity was comfortable, with banks parking more than Rs 9,000 crore with the Reserve Bank of India (RBI), although overnight call money rates closed higher. Bonds dealers are expecting interest rate cuts any moment now. Bonds rose on these hopes.

The rupee ended at 50.04 against the dollar, 0.3% stronger than 50.18 at close on Thursday, when it hit a record low of 50.60 during trade. Stock market benchmark BSE Sensex snapped a seven-day losing streak and rose 5.5% on late buying by large domestic funds. Foreign funds have sold a net $13.5 billion of Indian stocks this year, after buying $17.4 billion in 2007.

“The upward movement in the rupee was also because of dollar losing against the major world currencies,” says the head of fixed income at a local MF. He said that the dollar fell dramatically in the non-deliverable forwards market, reducing the arbitrage opportunity. However, he said that the outlook for the rupee still remains subdued.

Overnight cash rates closed slightly higher on Friday after outflows toward treasury bill auctions drained some funds from the system and due to borrowing by banks for fresh auctions earlier in the day. Call rates closed at 6.25%, higher than Thursday’s close of 6.20%. However, banks parked Rs 9,220 crore with the central bank through its daily twin money market operations, indicating sufficient cash supplies with banks.

The government sold Rs 7,000 crore worth of treasury bills and another Rs 9,000 crore of bonds this week. The money leaving the system on account of the latter is to be compensated by the buyback of short dated MSS bonds that took place earlier in the week.

Bonds rose, as dealers say that it is only a matter of time before RBI announces a cut in rates. Yields of the 10-year government securities fell to 7.19% reflecting the bullishness in the market.

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PUBLISHED BY ‘THE ECONOMIC TIMES’ (India)

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UNIVERSITY PROFESSOR DETAINED FOR DESTABILIZING FINANCIAL SYSTEM (Latvia)

Posted by Gilmour Poincaree on November 22, 2008

Nov 21, 2008

TBT Staff in cooperation with BNS

VENTSPILS – The rector of Ventspils University College has expressed his surprise over the detention of a lecturer for attempts to destabilize the Latvian financial system.

University College Rector Janis Vucans told the Baltic News Service that he did not know the exact reasons for the detention of lecturer Dmitrijs Smirnovs, but that he expected to receive a written explanation.

The rector said that the discussion that led to the lecturers detention was an ordinary talk in which each participant voiced his own opinion and vision.

Asked whether Smirnovs’ detention should be taken as interference with a person’s freedom of speech, Vucans said that Smirnovs is a lecturer at the Ventspils University College, delivering lectures on banks and monetary systems. “On what basis should we lecture? Not on examples of some Switzerland or the US, the situation in Latviais more important to us,” he said.

“The question is whether we are teaching something abstract, what does not refer to us, or we are trying to educate our students on issues that are topical,” said the rector. “As far as I understand, his statements are not populist, but based on analysis,” said the rector.

Smirnovs’ detention was one in a string of detentions allegedly following a rumor that the lat was on the verge of devaluation. Parliament made it a crime to spread such rumors after a previous incident saw hundreds of thousands of lats sold over the course of a few days.

Smirnovs said in the discussion: “The only thing I can advise: first, not to keep money in banks, second, not to accumulate savings in lats as it is very dangerous now. Convert them to the US dollars. The euro is an artificial currency, and what is achieved by the euro in a year, can be lost in a month. These are real threats to the value of the euro. Maybe some people do not understand it, but the main oppositionist and competitor to the US is the European Union (EU). The main goal of the US is to destroy the EU as it does not benefit from a strong and united Europe, strong currency – the euro.”

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PUBLISHED BY ‘THE BALTIC TIMES’ (Estonia, Latvia and Lithuania.)

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MERKEL WARNS 2009 WILL BE ‘YEAR OF BAD NEWS’ FOR ECONOMY (Germany)

Posted by Gilmour Poincaree on November 22, 2008

November 23, 2008 – 12:28AM

Chancellor Angela Merkel warned that 2009 will be “a year of bad news” for the economy, while a ANGELA MERKELGerman regional bank announced it had secured Saturday up to 30 billion euros in state loan guarantees.

“We must expect that next year will be a year of bad news, at least in the first months,” Merkel was quoted as saying in an interview to be published in the Welt am Sonntag newspaper on Sunday.

She said it was harder than before to predict the progress of the international and German economic situations.

“We have stabilised the financial markets thanks to a series of measures for the banks, but confidence still has to be found again and the interbanking market must become functional again,” Merkel said.

Berlin’s Financial Markets Stabilisation Fund offers up to 400 billion euros in guarantees to get the interbank lending market functioning again, and up to 80 billion euros in direct cash infusions to bolster banks’ balance sheets.

Merkel’s comments came as HSH Nordbank announced it had obtained up to 30 billion euros (38.5 billion US dollars) in loan guarantees, the largest chunk yet allocated from the special fund which was set up last month.

Based in the port of Hamburg and the state of Schleswig-Holstein, the regional public bank had requested government aid earlier this month.

“We are working on a series of concrete measures that will allow us to advance the future strategy of HSH Nordbank,” interim chief executive officer Dirk Jens Nonnenmacher said after the deal was agreed late Friday. ANGELA MERKEL

Shareholders will “ensure that the bank benefits from equity accordingly,” the bank said in a statement, adding that it had “different tools” at its disposal, with the elimination of assets a top target.

The board of directors and shareholders will meet in the coming weeks to discuss their options, the statement said.

The former head of Nordbank, Hans Berger, resigned on November 10 due to the financial crisis.

Announcing its plans on November 3 to seek state loan guarantees, the bank said it had recorded a net loss of 360 million euros in the third quarter of 2008.

It also wrote down the value of its assets by around one billion euros in the same period owing to the bankruptcy of US investment bank Lehman Brothers and financial turmoil in Iceland.

Nordbank’s announcement came after Germany’s biggest state-owned regional bank, Landesbank Baden-Wuerttemberg (LBBW), said Friday it may seek between 10 billion and 15 billion euros in loan guarantees from the government.

LBBW also said its owners – the state of Baden-Wuerttemberg, the city of Stuttgart and local savings banks – would provide five billion euros (6.3 billion US dollars) in fresh capital. ANGELA MERKEL - caricature by Paddy

Regional bank BayernLB was the first one to tap into the rescue package, getting a 5.4 billion euro capital injection from the government and one billion more euros from its regional shareholders.

Hypo Real Estate, Germany’s biggest financial crisis casualty to date, said on Friday it has been given more help from Berlin with 20 billion euros (25 billion US dollars) in loan guarantees.

© 2008 AFP

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PUBLISHED BY ‘THE AGE’ (Australia)

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EL DÓLAR PIERDE SU ATRACTIVO – La debilidad del billete verde convierte al euro en la moneda favorita de modelos, deportistas y altos ejecutivos a nivel internacional, que ya quieren cobrar sus honorarios en divisa europea.

Posted by Gilmour Poincaree on November 21, 2008

Domingo, 11 de Noviembre de 2007, número 394

por María Canales

El dólar está de capa caída. Desde hace un tiempo, los fajos de billetes verdes están dejando de acumularse en las cajas fuertes. Su valor ya no es el que era. Incluso los grandes bancos centrales del mundo, como el de China, han empezado a cambiar parte de sus reservas de dólares por euros. La divisa, considerada por muchos años una de las más fuertes en los mercados internacionales y un valor refugio, ha visto cómo el euro le ha superado por mucho en los últimos años. Mientras que en julio de 2002, las cotizaciones de la moneda europea y la estadounidense estaban igualadas, el viernes, un euro se pagaba al récord histórico de 1,46 dólares.

Poco a poco, y según los expertos, el euro se está convirtiendo en la moneda favorita no sólo de los inversores, sino también de los ejecutivos, de los deportistas de élite, de los actores y de las modelos a nivel internacional, que ven que es más rentable cobrar en moneda europea.

Así lo manifestaron la semana pasada fuentes cercanas a la modelo brasileña Gisel Bündchen, la mejor pagada del mundo, con unas ganancias de 30 millones de euros (20,5 millones de euros) hasta julio de 2007. Según el semanario brasileño Veja, Bündchen habría pedido a la estadounidense Procter&Gamble cobrar sus honorarios en euros por ser la imagen de su filial de productos para el cabello Pantene. Y lo mismo habría exigido a los italianos Dolce&Gabana por promocionar su perfume.

La supermodelo no es la única que vela por hacer caja en euros. Según el departamento de prensa de la PGA (Asociación Profesional de Golf), en los últimos dos años ha aumentado en un 30% el número de golfistas estadounidenses, australianos y latinoamericanos que participan en el circuito europeo. Jugadores famosos como el estadounidense Scott Verplank -estuvo entre los 20 primeros del mundo- han pasado de jugar de manera permanente uno o dos torneos en Europa en una temporada, a siete. Se gana más dinero.

La Asociación de Tenistas Profesionales (ATP) trata desde hace años de proteger tanto a los jugadores como a los torneos ante las fluctuaciones de las divisas poniendo premios de similar valor, según Jorge Salked, agente del jugador español Tommy Robredo. «Hay que recordar que hace unos años la cosa estaba al revés, el dólar valía mucho más». Los grandes torneos asiáticos pagan en dólares, y algunos como el de Dubai -el que más reparte en premios, 1,4 millones de dólares, después de los cuatro Grand Slam y los nueve Masters Series-, se quedan cortos al convertir los cheques a los ganadores en euros. Al cambio, Dubai reparte 976.000 euros, sólo 300.000 más que el Conde de Godó en Barcelona.

Al futbolista David Beckham no le importa cobrar billetes verdes, aunque cuando firmó el contrato para jugar en el equipo de Los Angeles Galaxi el verano pasado exigió que se le pagara en dólares la misma cantidad que cobraba en el Real Madrid en euros (cerca de ocho millones netos).

Por puro «sentido común», la subida del euro tendrá también su efecto en el sueldo de los altos ejecutivos, según los expertos. «No cabe duda de que si esto se mantiene será algo que se demande por parte de los directivos, sobre todo de nueva contratación. Los expatriados, los embajadores, etcétera serán los primeros en pedir sus sueldos en moneda europea cuando sus puestos estén fuera de la zona euro», asegura Begoña Benito, socia directora general de la consultora Watson Wyatt. Según Benito, será un tema en el que ganen las dos partes, por convertirse en un incentivo de compensación.

La caída del dólar está afectando también a los resultados de empresas. El viernes, Repsol YPF anunció que su beneficio neto de 2.448 millones de euros en los nueve primeros meses del año había caído un 7,7% respecto al mismo periodo de 2006, debido en parte a la depreciación del dólar frente al euro. Por su parte, el consorcio aeronáutico EADS apuntó que su facturación registrará una leve reducción al cierre del ejercicio en comparación con 2006.

¿Cotizará el barril de brent algún día en euros?

En los últimos días, la cotización del euro frente al dólar y la del crudo han batido nuevos récords. Mientras que la divisa europea alcanzó los 1,47 dólares, el barril de Brent rebasaba los 95 dólares y se acerca peligrosamente a la cifra psicológica de los 100 dólares. Sin embargo, el propio Banco Central Europeo reconocía esta semana que un euro tan fuerte suavizaba la subida del crudo.

En los últimos cinco años, el dólar se ha devaluado más de un 30% con respecto al euro. Y el precio del petróleo ha pasado de los 22,6 dólares de noviembre de 2002 a los 95 actuales. Devaluando este precio un 30% resultaría el equivalente a 66,5 dólares de principios de 2006, por lo que la gran parte de esta subida, según los expertos, sería debida a la pérdida de valor del dólar contra el euro y no a problemas de suministro.

La posibilidad de que el petróleo cotice en euros en lugar de en la moneda estadounidense es algo que viene de largo y que muchos países de la OPEP llevan tiempo pidiendo. De hecho, Irán ya vende crudo en euros a China.

Sin embargo, esta iniciativa, de momento, es bastante inalcanzable, según los analistas. «Pese a la presión política para cambiar la referencia del crudo a otra moneda, el tema no es tan fácil. Además de que el coste sería enorme, se da la circustancia de que la profundidad del mercado en dólares es muy superior al mercado en euros», afirma José Luis Martínez, estratega de Citigroup. «Una cosa es que la moneda se aprecie y otra distinta es que la moneda siga siendo fuerte. El dólar continúa siendo una moneda fuerte en términos de intercambio. La gente va todavía a Oriente Medio con dólares, no con euros. Tiene aún valor como moneda refugio, como moneda de reserva, de intercambio. Además, la oferta de dólares tiene entre otras cosas razón de ser en la fuerte demanda de activos internacionales de la economía americana. Es decir, consumen muchos productos asiáticos y crudo, por lo que hay una correspondencia entre la oferta y la demanda de dólares», asegura Martínez.

El experto cree que hoy no hay un mercado lo suficientemente profundo que sustituya al dólar.

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PUBLISHED BY ‘NUEVA ECONOMIA’ (Spain)

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RUPEE GAINS ON HOPES OF DOLLARS’ INFLOW (India)

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

November 18, 2008 Tuesday Ziqa’ad 19, 1429

By Our Staff Reporter

KARACHI, Nov 17: Rising hopes for inflow of foreign exchange changed the exchange market A FIFTY RUPEES BILLsentiments and reduced speculations which strengthened the rupee significantly against the dollar on Monday.

The Saturday’s announcement on $7.6 billion IMF loan package for Pakistan supported the factors resisting the free fall of rupee and the local currency gained 35 to 40 paisas in the inter-bank market.

The dollar was traded at as low as Rs79.80 while it was at Rs80.20/25 on Saturday. This was a big slide of dollar which gained over 24 per cent since January 2008.

If the IMF board approves the agreement which is yet to be signed, Pakistan could get $4 billion in one year and that would fill the balance of payments gap.

The advisor to prime minister on finance had stated recently that the IMF loan would help Pakistan fill gaps (imbalances) of two years.

It was also announced that friends of Pakistan were ready to support, but they want endorsement of the IMF.

“The government’s announcement and IMF’s response largely impacted the market which cautiously moved in favour of rupee,” said Atif Ahmed, a currency dealer in the inter-bank market.

The currency dealers were cautious to predict about further recede of dollars against rupee, but said that the rupee may get more strength once dollars practically reach Pakistan and build the reserves.

“The speculative and panic elements will find it difficult to get place once reserves reach up to $12 billion and more,” said Atif.

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PUBLISHED BY ‘DAWN’ (Pakistan)

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POUND SINKS TO RECORD LOW AGAINST THE EURO – First property. Then shares. Now sterling is slumping. Sean O’Grady explains what the decline means for us

Posted by Gilmour Poincaree on November 14, 2008

Friday, 14 November 2008

In July, £1 would still buy $2; lower than its recent record of $2.11 set last November, but healthy THE POUND - Getty Imagesenough for shopping trips to New York to make sense. Yesterday, sterling was trading at about $1.48, a six-year low. Macy’s and Sachs of Fifth Avenue may soon notice a sharp decline in the number of British accents at the tills.

Our currency has also been bouncing along the bottom against the euro, which is now worth about 84p, its highest since the single currency was launched in 1999.

Suddenly the idea of parity – £1 = €1 – hoves into view. Broadly speaking, sterling has had a more violent battering in recent months than it endured after it famously fell out of the European Exchange Rate Mechanism on “Black Wednesday”, 16 September 1992. The pound has fallen 25 per cent against the dollar and 15 per cent versus the euro this year. It has, you might say, had a bit of a pounding.

The reasons for sterling’s weakness are not difficult to see. To some extent, it is simply an adjustment to the way the pound has been overvalued for years: its fair value is about $1.50, according to the Organisation for Economic Co-operation and Development.

What’s more, the UK is evidently headed for recession and the Bank of England is predicted to cut interest rates to historically low levels, maybe even below 1 per cent over the course of next year – the lowest level since the Bank was granted its charter in 1694. Such meagre prospective rewards for investors and the general belief that sterling assets have further to fall has prompted a sharp sell-off in the currency.

Both the Governor of the Bank, Mervyn King, and the Chancellor of the Exchequer admitted on Wednesday that the country was facing a sharp, if short, recession. Few independent economists believe the UK will recover quite as quickly as the authorities forecast – or that this country is well placed to cope with the downturn. The IMF says that the UK’s will be the most marked contraction in output – down 1.3 per cent – among the major advanced economies. Unemployment stands at 1.8 million, and will almost certainly climb to two million by Christmas and three million by 2010.

Yesterday, Europe’s largest economy, Germany, the engine of the UK’s largest market, the eurozone, confirmed it had entered its worst recession in 12 years or more. Investors are also becoming alarmed by the size of the British Government’s budget deficit, predicted by the Chancellor to top £90m before long. The prospect of a large quantity of UK government securities being issued to pay for the shortfall and various bank rescues has raised concerns about the way the economy is being run and longer term worries about inflation and growth.

There is also a positive dollar story. One of the consequences of the recent financial turmoil was a flight to safety, with short-term (one week, say, or one month) US Treasury securities, the favoured haven of international capital, with the reassurance of the US government behind them; the Swiss franc was another notable beneficiary of this trend. Sterling has not enjoyed that same prestige. The Australian dollar has also languished unloved, a victim of the fall in commodity prices and the slowing Chinese economy.

Should the depreciation of sterling turn into a rout, we may even see the current policy of aggressive cuts in interest rates by the Bank of England suspended, if not reversed. For the moment, the Bank seems content to watch sterling fall. Although economic theory teaches that a weak pound could lead to inflation, the very poor state of the domestic demand limits the scope of manufacturers and others to pass on price increases in the shops.

Nor has the pound declined by enough to transform our balance of trade. Export orders remain weak, despite the low level of sterling, because demand in Britain’s main markets – the rest of Europe, North America, Japan and China – remains so feeble. It will, in other words, need an even more savage discounting of the dollar/euro/yen prices of Scotch whisky, Range Rovers and Richard Rogers’ buildings to stimulate demand for them and generate more foreign exchange earnings.

However, the Bank of England has pledged to act if sterling’s fall becomes uncontrollable. A pause in the Bank’s policy of slashing interest rates would have a depressing impact on the wider economy – with house prices falling further, consumer confidence staying low and the credit crunch again restricting the supply of credit for businesses and consumers.

Against a basket of currencies weighted according to the UK’ s trade, sterling is down about 20 per cent on this time last year, a “pretty hefty” depreciation, in the words of the Bank of England’s Deputy Governor for Monetary Policy, Charles Bean.

It is one of the more severe of the many bouts of weakness the pound has suffered since the Second World War.

It may be many years before a shopping trip to Manhattan or a Swiss skiing break seems quite the bargain it used to be.

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PUBLISHED BY ‘THE INDEPENDENT’ (UK)

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JAPAN PM UNVEILS ANTI-CRISIS STEPS AHEAD OF SUMMIT

Posted by Gilmour Poincaree on November 14, 2008

14 Nov 2008, 09:43 hrs IST

REUTERS

WASHINGTON: Japan proposed a raft of steps on Thursday to help overcome the global financial crisis and avoid a future meltdown, including offering to boost the IMF’s firepower and calling for tougher supervision of credit rating agencies.

In a position paper released ahead of a leaders’ summit of the Group of 20 industrialised and emerging nations in Washington, Prime Minister Taro Aso said Tokyo would continue to support the dollar-based currency system despite market concerns about its outlook as U.S. economic power declines.

Japan, which holds the world’s second-largest foreign reserves at $980 billion, would be ready to lend up to $100 billion to the International Monetary Fund (IMF) to assist emerging economies if the Washington-based lender finds itself with insufficient funds, he said.

Behind the prime minister’s comments is a view in Tokyo that Japan had to learn its lesson the hard way from its prolonged response to tackling its own financial crisis in the 1990s.

He said other nations should also consider clarifying management responsibility when injecting public funds into banks, and adopt fair valuation and early disclosure of non-performing loans.

“At present, capital flows have become so global that they can occur instantaneously to take advantage of any differences that may exist among the regulations of various countries,” he said. “Concerted action to help converge each country’s various policy efforts to prevent a recurrence of the financial crisis is now an unavoidable challenge.”

On the role of the IMF, he somewhat distanced himself from some European views that the Washington-based lender should be entrusted with primary responsibility over financial regulation.

Instead, he said the Financial Stability Forum (FSF) should be given a clear status above standard-setting international organisations such as the Basel Committee, adding that the forum’s work with the IMF should be reinforced.

He said more emerging nations should belong to the FSF, whose members include international bodies and the Group of Seven nations plus Australia, Hong Kong, the Netherlands, Singapore and Switzerland.

In a proposal that may not sit well with the U.S. free-market focus, he said there should be discussions on providing legal authority to government officials over rules on credit rating agencies. He also called for fostering local credit rating agencies, such as in Asia, and to further develop a regional scheme to help provide dollar funding as in Asia’s web of currency swap agreements called the Chiang Mai Initiative. But he stressed that “open regionalism complements globalism in a positive sense.”

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PUBLISHED BY ‘THE ECONOMIC TIMES’ (India)

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UNEMPLOYMENT ACCELERATING (USA)

Posted by Gilmour Poincaree on November 11, 2008

First Posted 01:50:00 11/11/2008

by Ron Nathan

Philippine Daily Inquirer

THE UNEMPLOYMENT FIGURES IN the US for the past two months were awful but this was expected Unemployment line - USAand short sellers made money. For October, the figure was 240,000, about 40,000 more than expected, but the September figures were revised upwards dramatically to 284,000 so last month’s figure might well be revised to 300,000 next month. The percentage increased from 6.1 percent to 6.5 percent and the total for the first 10 months was almost 1.2 million. This rate is likely to increase over the next few months as 41,000 companies are laying off workers and many more have indicated further reductions.

I would guess that secretly, McCain is pleased to have lost the election because the problems facing Obama are daunting. The transition time is 10 weeks so expect him to name his treasury secretary and other key positions this week. In the meantime, both parties will strive to work out a stimulus package of $150-$300 billion. This will not solve the unemployment situation nor the mortgage problem but it will buy time to grasp the problems and formulate measures to alleviate some of them. Unemployment benefits are certain to be extended.

The simultaneous collapse of the US, the Eurozone and Japan has never happened before and the recession is likely to be protracted. At best, it might end in the second half of 2009 but it could well run on into 2010. The intraday bottom of 7,882 on the Dow might hold for the time being and there will be sharp short rallies but I think that the ultimate low has not yet been seen. No president has ever been tossed into such a bad situation. It will take a great economic team including Bernanke plus global cooperation to get us out of it eventually. Fortunately, we are seeing unprecedented cooperation between blocs and countries. After the Fed cut the base rate by 50 basis points to 1 percent, Japan cut 20 basis points to 0.3 percent, the European Central Bank 50 basis points to 3.25 percent and the Bank of England by a whopping 150 basis points to 3 percent. Other countries such as Australia joined in and Libor has been dropping steadily. Unfortunately, this has not yet had the desired effect of unfreezing liquidity. Banks just don’t want to lend, even though they have plentiful access to cheap money through the rediscount window.

China has also participated by cutting interest rates twice and indicating two more cuts this year. In addition, they have released 2 percent of the bank deposit and promised more to come. They have just announced a $586-billion stimulus package and this has sent the Chinese, Hong Kong and Japanese markets surging. The growth rate of 9 percent, down from 11.4 percent, is worrying the Chinese government and they don’t want to see it fall below 8 percent. Commodity prices have been hammered and with many steel producers closed, demand for nickel, manganese, copper has almost come to a halt. However, this should be temporary because Beijing factories closed down ahead of the Olympics so that the air would not be polluted. They reopened a month ago and the stockpiles should be used up by the Chinese New Year so I expected to see some recovery by then.

As the market lurches from crisis to crisis, battered by the housing market, credit crisis and increasing unemployment, consumer spending is certain to decline. Stores are selling goods at large discounts well ahead of Christmas. Wal-Mart is surviving but more expensive stores like JC Penney are suffering. In England, Marks and Spencer produced bad results.

Foreign brokers continue to sell equities, bonds and currencies of emerging markets so most of them are losing ground against the temporarily strong dollar. Price targets of stocks worldwide have been slashed and the Philippines has not escaped. Banks, except for BPI, have been downgraded and their target prices slashed by a third. Properties have come in for similar treatment and the price target for MEG was reduced from P1.64 to P1.24. In telecoms, TEL’s price target was cut from P3,200 to P2,600 and GLO from P1,725 to P1,315. AC, FLI, AP and AC are all raising money.

Vista Land fell from its IPO price of P7.50 to P1.04 on news that the buyback program would be extended for another 6 months. Its net asset value has been cut from P8.50 to P4 and its price target to P1.90 but the decline seems overdone. Most of its OFWs are in the Middle East. It is critical that the share price stays above P1, a major psychological support level. Once FLI broke P1, it collapsed to 38 cents and when MEG failed to hold P1, it dropped to 58 cents. The PSE has deferred for three years a new accounting rule that bars a developer from booking sales until a project is completed. This is good news for the property sector. Macquarie has downgraded SMPH from P10.50 to P7.50 and Credit Suisse said the stock looked expensive. AGI and SM look less attractive now that a Las Vegas casino is losing money. IPVG and ATRK have reduced the price of their rights issues.

There does not seem anywhere to invest one’s money. Mine is under the mattress and I have to climb a stepladder to get into bed.

* * *

HERE is an interesting item: A man bought a donkey from a farmer for $100 and the farmer agreed to deliver the next day. The following day, he drove up and said, “I am sorry son but the donkey is dead. I can’t give you your money back because I have spent it.” The man said, “OK, just bring me the dead donkey.” The farmer asked, “What are you going to do with him?” The man replied, “I will raffle him off.” “You can’t raffle off a dead donkey.” “Sure, I can. I won’t tell anyone he’s dead.”

They met a month later and the farmer asked, “What happened to the dead donkey?” The man said, “I raffled him off at $2 a ticket, I sold 500 tickets and made a profit of $998.” The farmer asked, “Didn’t anyone complain?” The man replied. “Only the guy who won so I gave him back his $2.” The man now works as a consultant to Goldman Sachs.

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PUBLISHED BY ‘THE PHILLIPINE DAILY INQUIRER’

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CRISE MANTERÁ PETRÓLEO EM BAIXA, DIZ PRESIDENTE DA OPEP – Previsão de Chakib Khelil leva em conta abalo nos mercados e baixa do dólar frente a outras moedas

Posted by Gilmour Poincaree on November 2, 2008

02/11/2008 | 16h41min

O ministro da Energia argelino e presidente em exercício da Organização dos Países Exportadores de Chakib Khelil - Algerian Energy and Mines Minister, gestures during a press conference at the governmental newspaper El-Moudjahid's press center in the center of Algiers 20/10/2007. Khelil, who is the vice president of the Organization of Petroleum Exporting Countries (OPEC), said, then, that petrol prices would stay high until the second trimester of 2008Petróleo (Opep), Chakib Khelil, disse neste domingo que os preços da commodity podem continuar sua tendência de baixa caso persista a crise financeira e o dólar não se recupere frente a outras divisas.

— Tudo depende da situação econômica mundial. Caso continue se deteriorando fica claro que a demanda de petróleo percebida pelo mercado diminuirá, o que manterá a tendência de baixa — disse Khelil a uma rádio argelina.

No entanto, o ministro não descartou que o preço do petróleo, estabelecido em dólares, possa voltar a subir “se a moeda americana se debilitar em relação a outras”.

— É o impacto de todos estes elementos o que vai decidir o preço do petróleo a curto prazo — assinalou.

Em todo caso, o presidente da Opep previu que os preços se recuperarão em dois ou três anos, “já que há um desinvestimento e muitos projetos (no setor petrolífero) foram suspensos”.

Segundo ele, a decisão da Opep adotada na última reunião de Viena de cortar a produção “vai precisar de muito tempo para ter seus efeitos” sobre o preço do petróleo, já que o mercado não integrou ainda a redução da oferta.

Khelil explicou que vários países, entre eles Argélia, Emirados Árabes, Irã e Nigéria, anunciaram já o corte de sua produção e que se espera que os demais membros da Opep informem a seus clientes “para avaliar o impacto no mercado da decisão adotada em Viena”.

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PUBLISHED BY ‘PORTAL CLIC RBS’ (Brasil)

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