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AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

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THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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MANGABEIRA UNGER E CARLOS MINC DISCUTEM O PLANO AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

13 de Janeiro de 2009 – 23h18

por Kátia Buzar – Repórter da Agência Brasil

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FGTS FECHA 2008 COM ARRECADAÇÃO RECORDE EM R$ 6,7 BILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

07/01/2009 08:13

por Vicente Nunes e Vânia Cristino – Correio Braziliense

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Posted in A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECEITA FEDERAL - BRASIL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

PLANALTO ANTECIPA SANÇÃO DO OGU (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

27/12/2008 – 11:34:24

Tribuna do Norte

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EM 2009, CEF TERÁ R$ 180 MILHÕES PARA FINANCIAMENTO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008

por Carolina Santana – Redação Cruzeiro do Sul

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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BRAZIL BUYS 50 HELICOPTERS, 5 SUBMARINES FROM FRANCE

Posted by Gilmour Poincaree on December 24, 2008

24 Dec 2008, 02:43 hrs IST

Agence France Presse

PUBLISHED BY ‘THE TIMES OF INDIA’

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DUPLICAÇÃO DA BR-408 TAMBÉM SERÁ INCLUÍDA NO PAC (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008 – 19h46

Diário de Pernanbuco

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MINISTRA DILMA GARANTE LIBERAÇÃO DE MAIS R$ 50 MILHÕES PARA BR-226 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008

Diário de Natal

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BNDES LIBERA R$ 10 BILHÕES PARA CAPITAL DE GIRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

30/11/2008 às 08:30:02 – Atualizado em 30/11/2008 às 17:21:53

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

Agência Estado

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anuncia na segunda-feira (1º) uma linha de financiamento a capital de giro, com nova injeção de recursos de R$ 10 bilhões para o setor produtivo. Será mais uma medida do governo para tentar manter inalterado o nível de investimentos no País, apesar da crise. Do volume recorde de R$ 90 bilhões que o banco estima liberar este ano, pelo menos R$ 51,2 bilhões virão de reforços extras em seu caixa.

A escassez de recursos no mercado elevou a importância do banco estatal – principal veículo financiador das empresas nacionais – na economia. O BNDES aumentou sua participação no crédito à exportação para suprir a seca das Antecipações de Contratos de Crédito (ACCs); passou a oferecer empréstimo-ponte para garantir novos projetos; elevou sua participação em projetos industriais e se dispôs a entrar como debenturista ou acionista no capital de empresas em dificuldades.

“Vai haver um momento em que o governo, que orienta o banco, decidirá o que é mais conveniente: ou o BNDES fica restrito, atuando de forma mais segmentada e seletiva, ou aumenta o seu funding. Considerando a característica o longo prazo, é possível que o nível do banco tenha de ficar sistematicamente acima da capacidade atual”, disse o diretor financeiro do banco, Maurício Borges Lemos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

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AÇÕES DO GOVERNO PROMOVEM IGUALDADE RACIAL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 25, 2008

24 de Novembro de 2008

Com a sétima edição, encerra-se hoje a série “Promovendo a Igualdade”. Ao longo do mês de O Ministro da Secretaria Especial de Politicas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Edson Santosnovembro, em homenagem ao Dia da Consciência Negra, celebrado no último dia 20, o Em Questão publicou temas abordando as políticas públicas para promover a igualdade racial. Nesta segunda-feira (24), o boletim apresenta um balanço das ações afirmativas do governo no campo do combate à discriminação racial e no avanço nas eqüidades raciais.

Dentre estas ações, as principais são aquelas voltadas à redução das desigualdades no sistema educacional. A política de cotas raciais e o ProUni tornaram possível o acesso de milhares de jovens negros e carentes às universidades públicas e privadas. “Em breve esta nova geração de profissionais terá a oportunidade de alcançar posições de destaque no mercado de trabalho”, afirmou o ministro da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Edson Santos.

História e cultura – Para o ministro, também haverá avanços com a gradual implantação, em todas as escolas de nível fundamental e médio do País, do ensino de História e Cultura da África e a inserção histórica dos negros na formação do estado brasileiro. “Precisamos referendar os alunos de outras matrizes raciais, para combater o racismo, fazer com que haja respeito à diversidade e tornar a escola mais identificada com os alunos negros”, afirmou.

Outro grande programa é a Agenda Social Quilombola, que atende quase duas mil comunidades remanescentes de quilombos em todo o Brasil. A maior parte delas está localizada em regiões muito isoladas, que não tinham acesso a serviços essenciais como saneamento e energia elétrica. Hoje o governo federal garante estes serviços e ainda promove ações para desenvolver economicamente as comunidades, de forma sustentável e adequada.

Houve também avanço na proteção contra a intolerância que atinge as religiões de matrizes africanas, como a Umbanda e o Candomblé. Todas estas medidas estão sendo aplicadas a partir do diálogo entre os governos, o poder legislativo, a sociedade civil organizada e a iniciativa privada.

Consciência Negra – O Dia da Consciência Negra, comemorado no último dia 20 de novembro, é uma data para a reflexão de todos os brasileiros. Durante o período da escravidão, os negros resistiram de diversas formas, nas muitas revoltas, fugas e com a formação de quilombos em várias partes do País. Assim surgiu o Quilombo dos Palmares, que teve Zumbi como principal líder. Zumbi foi morto em 20 de novembro de 1695 e teve o corpo exibido em praça pública. A intenção era semear o medo entre os escravos, mas acabou despertando em muitos negros a consciência de que era preciso lutar contra a escravidão.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 731 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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LULA REÚNE MINISTROS PARA DISCUTIR OS EFEITOS DA CRISE NA ECONOMIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Novembro – Edição 22,800 – Data de Publicação: 24 de novembro de 2008

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne hoje o primeiro escalão do governo para LUIS INÁCIO LULA DA SILVAdiscutir os efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira e as perspectivas para os investimentos públicos nos próximos dois anos. Nas palavras de um ministro, o encontro servirá para “afinar o discurso” do governo em relação ao tema. O presidente, segundo assessores, quer passar aos demais integrantes de sua equipe informações detalhadas sobre o que vem sendo feito – e o que está por vir – no cenário econômico do país.

Foram convocados os 37 ministros (o número inclui os que ocupam secretarias com status de ministério) e os três líderes do governo no Congresso Nacional. O cronograma da reunião prevê apresentações dos ministros Guido Mantega (Fazenda), Henrique Meirelles (Banco Central) e Dilma Rousseff (Casa Civil).

Mantega fará um panorama da evolução das turbulências e, junto com Meirelles, apresentará as medidas tomadas até agora pelo governo para tentar frear o arrefecimento da crise. Dilma falará sobre investimentos públicos, sobretudo os incluídos no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento).

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PUBLISHED BY ‘JORNAL PEQUENO’ (MA – Brasil)

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BALANÇO DE PAGAMENTOS TEM DÉFICIT DE US$ 8,6 BILHÕES, DIZ BC (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

24/11 – 10:59

SÃO PAULO, 24 de novembro de 2008 – O balanço de pagamentos registrou déficit de US$ 8,6 HENRIQUE MEIRELLESbilhões em outubro, segundo Nota do Setor Externo divulgada nesta manhã pelo Banco Central (BC). As transações correntes apresentaram déficit de US$ 1,5 bilhão, acumulando, nos últimos doze meses, saldo negativo de US$ 26,6 bilhões, equivalentes a 1,71% do Produto Interno Bruto (PIB).

No mês, o superávit comercial atingiu US$1,2 bilhão e a conta financeira apresentou saídas líquidas de US$ 8,5 bilhões, destacando-se os ingressos líquidos em investimentos estrangeiros diretos, US$ 3,9 bilhões, e as remessas líquidas de investimentos estrangeiros em carteira, US$ 7,9 bilhões.

A conta de serviços ficou novamente deficitária em US$ 980 milhões, resultado 26,7% inferior ao apresentado no mesmo mês de 2007. O item viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$ 295 milhões, redução de 38,4% na mesma base de comparação, resultante do crescimento de 9,8% nos gastos de não-residentes em viagens ao Brasil e diminuição de 15,5% nos gastos de brasileiros em viagens ao exterior. No período analisado, as despesas líquidas com transportes apresentaram retração de 3,1%, somando US$ 364 milhões.

Dentre os demais itens da conta de serviços, destacaram-se elevações nas remessas líquidas de aluguel de equipamentos, 56,3%, e de seguros, 137,6%; reduções nas remessas líquidas em royalties e licenças, 24,8%, e computação e informação, 7,8%; e a elevação nas receitas líquidas de serviços financeiros, 71,6%. Os outros serviços registraram ingressos líquidos de US$ 886 milhões, 37,3% acima do resultado de outubro do ano anterior. (Redação – InvestNews)

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PUBLISHED BY ‘GAZETA MERCANTIL’ (Brasil)

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ESTUDO MOSTRA QUE 455 CIDADES BRASILEIRAS NÃO TÊM MÉDICOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

24/11/2008 – 09:05

Agência Estado

As populações de 455 municípios brasileiros não têm acesso a nenhum médico na rede pública de saúde local. A carência de profissionais é maior nas regiões Norte, Sul e Sudeste, onde 25,7%, 25,5% e 24,4% dos municípios não têm nenhum médico em sua estrutura de saúde. Os dados são de um levantamento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentado ontem em Ouro Preto, no encontro dos diretores da Global Health Workforce Alliance (GHWA), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), com representantes do Ministério da Saúde.

Segundo o organismo internacional, faltam 4 milhões de profissionais de saúde no mundo, com 57 países em situação considerada crítica. O Brasil não é um deles. No entanto, com uma relação de 1,15 médico para cada mil habitantes, o País está à beira do limite aceitado pela OMS. A recomendação é de no mínimo um médico por mil habitantes.

Entre as especialidades com maior carência de profissionais no País estão a anestesiologia, a pediatria, a psiquiatria e a medicina intensiva. Os dados refletem a dificuldade dos municípios mais distantes dos grandes centros em atrair e fixar médicos. “A questão salarial parece não ser a mais importante. O maior problema é a distância e o isolamento”, diz Edison José Corrêa, coordenador do curso de especialização à distância em Saúde da Família da UFMG.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA DO POVO’ (Brasil)

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GOVERNO DEVE LIBERAR RECURSOS PARA FECHAR AS CONTAS DA SAÚDE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

19 de Novembro de 2008 – 12h34

por Yara Aquino – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Na reunião da Junta de Execução Orçamentária realizada hoje (19) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu com ministros a liberação de recursos para a Saúde. O ministério precisa de R$ 2,6 bilhões para fechar as contas deste ano e garantir a continuidade dos serviços.

Na reunião, da qual participaram o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e da Fazenda, Guido Mantega, o governo discutiu a liberação de R$ 1,4 bilhão para a área. A informação é do ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, que também participou das discussões.

“O ministro Temporão falou das necessidades e Lula autorizou que os ministros Paulo Bernardo e Guido Mantega a conversassem para ver o que fazer este fim de ano”, afirmou Múcio.

Outros R$ 300 milhões de emendas parlamentares poderão ser acrescentados a essa conta, de acordo com o ministro. O total então passaria para R$ 1,7 bilhão.

Sobre o orçamento da União, que será entregue ao Congresso Nacional, José Múcio afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) para 2009 deve permanecer em torno de 4%. “Começamos a sentir alguns problemas, mas ainda estamos otimistas, acho que vamos manter esse número.”

Sobre a viabilidade do projeto do senador Paulo Paim (PT-RS), de reajuste para aposentados e pensionistas, Múcio afirmou que o impacto financeiro seria elevado, o que torna difícil a aprovação do projeto. “Sou de uma tese de que você não pode prometer o que não pode cumprir, tem números ali que todo mundo sabe que não podem ser cumpridos e quem paga isso é o governo”.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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LEI DA MATA ATLÂNTICA SERÁ REGULAMENTADA POR LULA NA SEXTA-FEIRA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

por Lúcia Leão – MMA

O ministro Carlos Minc anunciou ontem (18), após ser recebido em audiência pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto, que o decreto que regulamenta a Lei da Mata Atlântica será assinado na próxima sexta-feira (21). “A Mata Atlântica é o nosso bioma mais ameaçado, com a maior parte das espécies da fauna e da flora em risco de extinção, com as grandes indústrias, as grandes cidades, e por isso com muita guerra política e pressão sobre o meio ambiente. Já tínhamos dois anos da lei da Mata Atlântica aprovada. E sem o decreto a lei não era cumprida. Agora será”, disse.

Minc informou, ainda, que o Ministério do Meio Ambiente pretende transformar o Serviço Florestal Brasileiro em autarquia. A proposta é dar mais autonomia administrativa e dotar o Serviço Florestal de estrutura para gerir as florestas públicas e aumentar a oferta de madeira certificada no país. Minc disse que recebeu o “ok” do presidente e agora encaminhará a proposta aos ministros da Casa Civil, Dilma Roussef, e do Planejamento, Paulo Bernardo.

“O Serviço Florestal Brasileiro tem uma agenda positiva. Enquanto o Ibama e a Polícia Federal vão combater o desmatamento – que felizmente está caindo na Amazônia – ele vai oferecer alternativas para melhorar a vida do povo com uma economia florestal não predatória, a exemplo do que já fazem países como a Finlândia. Através da autarquização, vamos gerar 36 mil empregos e 2,8 milhões de metros cúbicos de madeira, que é o que se estima como resultado direto das licitações das florestas públicas”, informou o ministro.

Durante a audiência, Minc apresentou ao presidente Lula proposta de criação da polícia ambiental e recebeu o aval para a nova modelagem da força que deve estar estruturada ainda no primeiro semestre de 2009. Serão contratados, através de concurso, dois mil novos fiscais para o Ibama e o Instituto Chico Mendes e mais mil agentes para Polícia Federal que receberão treinamento específico para o combate aos crimes ambientais. Eles serão treinados nas áreas de inteligência e logística e preparados para operações específicas nessas áreas. A modelagem ideal a que nós chegamos foi a de distribuir essa força entre o Ibama, o ICMBio e a Polícia Federal”, afirmou o ministro.

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CARTÃO BNDES ATINGE EM OUTUBRO O MELHOR DESEMPENHO DE SUA HISTÓRIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19/11/2008

Produto voltado especificamente para micro, pequenas e médias empresas, o Cartão BNDES atingiu em outubro seu melhor desempenho desde que começou a operar, em 2003. Pela primeira vez, foi ultrapassada a marca de R$ 100 milhões em transações dentro de um mesmo mês. O valor, R$ 110 milhões, foi mais de 20% superior ao alcançado em setembro.

Ainda com relação ao mês anterior, o número de operações cresceu 12%, chegando a 7.195 (no acumulado do ano, já foram mais de 50 mil). O valor médio diário de transações, por sua vez, cresceu 18%, perfazendo mais de R$ 4,8 milhões por dia útil. Do mesmo modo, as solicitações de credenciamento de novos fabricantes (385) e distribuidores (353) também foram recordes, representando aumentos de 14% e 70%, respectivamente.

Com base nos dados disponíveis até o momento, é possível projetar que o Cartão BNDES encerrará o ano de 2008 com liberações totais da ordem de R$ 820 milhões, acima da estimativa inicial, de R$ 750 milhões, e apresentando crescimento de aproximadamente 60% em relação a 2007.

Histórico – Emitido por agentes financeiros intermediários (atualmente, CEF, BB e Bradesco), o Cartão BNDES é uma linha de crédito rotativo pré-aprovada, cujas operações são realizadas automaticamente pelo portal http://www.cartaobndes.gov.br.

Surgido para financiar bens de produção para micro, pequenas e médias empresas brasileiras, o produto vem incluindo em seu portifólio, desde 2006, alguns insumos industriais processados por empresas de pequeno porte e transformados em produtos de maior valor agregado.

A partir de setembro deste ano, passaram a ser financiáveis também serviços de certificação, inspeção de conformidade, calibração e ensaios laboratoriais, desde que prestados por entidades reconhecidas pelo INMETRO, e serviços de acreditação para hospitais e demais instituições de saúde, segundo os padrões reconhecidos pela ANS.

Atualmente, estão credenciados 10 mil fornecedores, que disponibilizam mais de 96 mil itens financiáveis. Com um desembolso médio unitário de R$ 15 mil por operação, distribuído entre os 27 Estados do País, o Cartão BNDES representa a democratização no acesso aos recursos do Banco. No total, existem 150 mil cartões emitidos (97% deles para micro e pequenas empresas), cujos limites de crédito pré-aprovados somam R$ 4,6 bilhões.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES

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CONVÊNIO COM A MARINHA AMPLIA ATENDIMENTO DO INSS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19/11/2008

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) assina nesta quinta-feira (20), às 11h30m, convênio de cooperação técnica com a Marinha para levar os serviços e benefícios da Previdência Social à população ribeirinha da Região Amazônica, com atendimento estimado em 200 mil pessoas por ano. O convênio tem duração de cinco anos e pode ser prorrogado por mais cinco.

Serão quatro navios em atividades na região, dois que partirão de Manaus e outros dois de Belém (PA). Esses navios percorrerão os principais rios navegáveis da região: Amazonas, Solimões, Negro, Tocantins e Xingú, e de seus afluentes Juruá, Japurá, Branco, Purus, Madeira, entre outros, além da região da Ilha de Marajó.

Essa é mais uma medida de gestão que o ministro da Previdência Social, José Pimentel, está tomando para ampliar o atendimento aos segurados e beneficiários da Previdência Social que residem em locais de difícil acesso.

O INSS está trabalhando para atender os cidadãos com mais rapidez e eficiência. O convênio é parte de um plano de ações para expandir as condições de atendimento em todo o país.

Serviço

Nos navios, serão prestados todos os serviços de uma Agência da Previdência Social (APS) fixa, inclusive perícia médica. Além disso, serão realizadas ações do Programa de Educação Previdenciária (PEP) com o objetivo de prestar esclarecimentos à população ribeirinha sobre os benefícios previdenciários.

As viagens começam no primeiro semestre de 2009. Cada viagem terá duração média de 30 dias e as embarcações percorrerão um roteiro previamente planejado entre o INSS e a Marinha. Ainda neste ano será realizado o planejamento para as viagens do próximo ano.

Investimento

Pelo acordo, o INSS vai investir na modernização tecnológica dos navios, com a instalação de antenas giro-estabilizadas, equipamentos de rede, estações de trabalho, rede sem fio. A Marinha será responsável pelo suporte operacional das viagens, oferecendo alimentação, apoio logístico e acomodações aos servidores do INSS.

O apoio logístico, como lanchas para transporte a pequenas comunidades e helicóptero, quando for preciso deslocar médico perito até a embarcação para a realização de perícias, também será de responsabilidade da Marinha.

O valor inicial do convênio é de R$ 792 mil. Ao longo de cinco anos o investimento do INSS poderá chegar a R$ 2,8 milhões.

Assessoria de Comunicação do MPS

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PAC GARANTE R$ 1,4 MILHÃO PARA EMBRAPA DO AMAPÁ – Parte dos recursos será utilizada na construção de um novo prédio para a unidade, que vai ampliar o número de funcionários (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

16 de Novembro de 2008

por Fabíola Salvador – Agência Estado

A liberação de R$ 1,4 milhão em recursos do governo federal permitirá a construção de novos prédios e a contratação de novos funcionários na unidade da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) do Amapá. Os recursos estão previstos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Embrapa.

Em nota, a assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura informou que parte dos recursos será para a construção de um prédio com 722 metros quadrados, auditório para 120 assentos, área de convivência, prédio da Área de Comunicação e Negócios para Transferência de Tecnologias, além de salas de apoio.

A Embrapa Amapá também terá um complexo destinado ao Gerenciamento de Resíduos Laboratoriais e outro especialmente com área coberta e aberta, para Gerenciamento de Lixo Doméstico. “O Gerelab é o local apropriado para recolher e providenciar o gerenciamento de resíduos resultantes das análises feitas nos laboratórios de alimentos, de plantas, de solos e de insetos. E o Gerelixo vai comportar lixo como copos descartáveis, óleo queimado, sucata, papelão e outros”, explicou o chefe-adjunto de Administração, Izaque Pinheiro.

O investimento terá o reforço no quadro de pessoal da Embrapa Amapá que, por concurso público, deve ampliar de 74 para 130 funcionários nos próximos dois anos. Somente neste segundo semestre, quatro pesquisadores iniciaram atividades no Amapá, das áreas de silvicultura e ecologia florestal, biologia vegetal, zootecnia e conservação de recursos naturais, além de técnicos de laboratório e agropecuária.

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ANALISTAS NÃO ESPERAM MAIS AUMENTO DE JUROS NESTE ANO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

17/11/2008

Analistas de mercado aumentaram para 13,31% a projeção da taxa básica de juros ao final de 2009. JUROS 'BÁSICOS'Segundo o boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em projeções de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia, a estimativa anterior era de 13,25%.

Para este ano, no entanto, os analistas não esperam por mais aumento dos juros básicos. Atualmente a Selic está em 13,75%. A última reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) que define a Selic, será em dezembro.

Sobre o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB), os analistas mantiveram a projeção para este ano de 5,23% e de 3% em 2009.

Para o crescimento da produção industrial neste ano, os analistas aumentaram a expectativa de 5,77% para 5,8%. Em 2009, eles esperam crescimento de 3,16%, contra 3,7% da estimativa anterior.

Para este ano, os analistas projetam a dívida líquida do setor público em 39,04% do PIB, ante a expectativa anterior de 39,5%. Para 2009, a estimativa caiu de 38,5% para 38%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor na capacidade do Brasil de honrar seus compromissos.

Os analistas mantiveram a projeção de déficit de US$ 30 bilhões no saldo das transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior) em 2008 e de US$ 31,65 bilhões no próximo ano.

Quanto ao superávit comercial (saldo positivo das exportações menos as importações), a estimativa para 2008 foi ajustada de US$ 23,82 bilhões para US$ 23,78 bilhões. Para 2009, subiu de US$ 13,03 bilhões para US$ 13,32 bilhões. A projeção para o investimento estrangeiro direto(dinheiro que entra na parte produtiva da economia, a chamada economia real, gerando emprego e renda) em 2008 foi mantida em US$ 35 bilhões e reduzida de US$ 26 bilhões para US$ 25 bilhões, em 2009.

Para o valor do dólar no final deste ano, os analistas aumentaram a projeção de R$ 2,05 para R$ 2,10. Ao final de 2009, a estimativa do câmbio passou de R$ 2,01 R$ 2,10.

Fonte: Agência Estado

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BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

All rights reserved. This copyrighted material may not be published, broadcast or redistributed in any manner.

© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

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BC FAZ AJUSTE EM COMPULSÓRIO E GARANTE R40 BI A BANCOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

Publicada em 13/11/2008 às 09h31m

Reuters/Brasil Online

por Renato Andrade

SÃO PAULO (Reuters) – O Banco Central anunciou nesta quinta-feira uma nova medida que pode HENRIQUE MEIRELLES - CHARGE POR NATHANgarantir aos bancos cerca de 40 bilhões de reais, em mais um passo da autoridade monetária para recuperar o mercado de crédito brasileiro.

A partir de 1o de dezembro, o recolhimento compulsório adicional exigido dos bancos sobre depósitos a prazo, à vista e de poupança passará a ser em títulos públicos e não mais em dinheiro.

O BC espera, com isso, recompor os volumes de compulsórios recolhidos em títulos e, ao mesmo tempo, preservar a liquidez do mercado, já que os bancos não terão que fazer o recolhimento em espécie.

As alíquotas do compulsório adicional -5 por cento para depósitos a prazo e à vista e 10 por cento para poupança- permanecem inalteradas, ou seja, os bancos terão que recolher ao BC o equivalente a estas alíquotas em títulos.

O compulsório é um dinheiro que os bancos são obrigados a manter depositados no Banco Central. Parte destes recursos não é remunerada, mas para o chamado compulsório adicional, o BC pagava a variação da taxa Selic.

Agora, a remuneração do adicional vai depender do título que cada banco entregar ao BC.

A medida tem o potencial de liberar aos bancos 40 bilhões de reais, que é o volume atual que estes compulsórios adicionais representam.

Desde que a crise financeira global se acentuou, em meados de setembro, o Banco Central já tomou diversas medidas para minimizar os impactos das turbulências internacionais sobre o mercado de crédito doméstico.

As regras sobre o recolhimento compulsório já foram ajustadas algumas vezes. Além disso, o BC voltou a vender contratos de swap cambial e a atuar no mercado à vista de câmbio, bem como garantir recursos para o financiamento do comércio exterior.

(Edição de Vanessa Stelzer)

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PUBLISHED BY ‘PORTAL G1’ (Brasil)

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MINISTÉRIOS DISCUTEM LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E A ATIVIDADE ECONÔMICA NO CAMPO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12 de Novembro de 2008

Os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Meio Ambiente (MMA) vão reativar o grupo de trabalho sobre revisão e atualização da legislação ambiental brasileira. A decisão surgiu do encontro realizado na terça-feira (11) em Brasília entre representantes das três pastas dos setores agropecuários e ambientalistas. A expectativa é retomar o diálogo entre produtores do campo, defensores do meio ambiente e o governo para aprimorar a legislação em consonância às atividades econômicas do meio rural.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, disse que a legislação ambiental é um patrimônio do povo brasileiro. “Ela é avançada e não podemos mexer para rebaixá-la. Temos que levar isso em conta nas nossas discussões”. Na avaliação do ministro, essa reunião pode ser considerada como uma primeira conquista dentro do princípio do Governo Federal de mais produção e mais preservação. “O encontro mostrou a todos que um tema complexo como a questão ambiental pode ser discutido de forma coletiva. Temos muitos acordos que vão, certamente, facilitar o trabalho deste grupo no avanço de propostas concretas para serem apresentadas ao legisladores e ao executivo”, afirmou.

Cassel lembrou ainda o papel da regularização fundiária, sobretudo na Amazônia Legal, para garantir a efetividade das políticas agrárias e ambientais na região. O ministro enfatizou que não é adequado opor produção e preservação. “Temos que preservar e produzir, além de garantir os direitos das populações tradicionais, dos ribeirinhos, dos indígenas e dos pescadores”, defendeu. Ele destacou, ainda, a necessidade de assegurar direitos e deveres entre os diferentes produtores rurais. “Em dois anos, pretendemos regularizar todos os produtores que estão em até dois módulos rurais na Amazônia Legal e, em cinco anos, cadastrar as propriedades com até cinco módulos. Desta forma, poderemos também enfrentar a grilagem”, afirmou.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ressaltou a importância de reunir os diferentes setores para trabalhar em conjunto problemas de curto, médio e longo prazo. “Este encontro mostra a maturidade do setor ambientalista e a capacidade de diálogo com produtores rurais para buscar uma solução conjunta, estimulando o entendimento por meio de propostas que ainda serão debatidas e aperfeiçoadas”, disse.

Já o ministro da Agricultura, Reinold Stephanes, explicou que, embora de forma preliminar, o grupo pode se debruçar sobre pontos de consenso entre os diferentes setores. “Percebemos, com esta reunião, que, apesar das diferenças, há consenso sobre pontos a serem resolvidos a curto prazo e, por meio do grupo, será mais fácil pensar em propostas que não prejudiquem os produtores”, contou.

A reunião também teve a presença de parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, de representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), de parlamentares da Frente Parlamentar Ambiental, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 727 – Brasília

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SUÍÇA PROPÕE AO BRASIL INTERCÂMBIO NA ÁREA TRABALHISTA

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12/11/2008

Brasília – Conhecer as políticas na área trabalhista e fortalecer o intercâmbio entre Brasil e Suíça. Este CARLOS LUPIforam os principais objetivos da reunião entre o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, e o embaixador da Suíça no Brasil, Wilhelm Meier, que aconteceu na tarde desta terça-feira, em Brasília.

Durante o encontro, uma das preocupações apresentadas pelo embaixador referia-se à atual crise econômica e financeira mundial. “Sabemos que todos estão passando pela mesma situação, mas gostaria de saber como o Brasil, e especialmente a pasta do Trabalho, está encarando a crise”, perguntou Meir, lembrando que o país segue firme na geração de empregos. Até setembro deste ano, o Brasil já tinha conquistado mais de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada, um recorde para o período.

“No tempo globalizado em que vivemos, ou o mundo se integra ou ele descobre que não há como captar isoladamente alegrias e tristezas”, lembrou o ministro Lupi ao enfatizar a importância de trocas de experiências entre as nações. Carlos Lupi reforçou ainda que o país está tomando as medidas econômicas cabíveis, inclusive com liberação de recursos para o setor produtivo; e lembrou que o Brasil é muito extenso territorialmente, o que faz que cada região possua particularidades em sua economia. “Isso amplia as nossas capacidades de enfrentamento da crise. Não iremos continuar crescendo como gostaríamos, mas também não haverá queda de empregos e, sim, uma pequena desaceleração”, afirmou Lupi.

Dentre os temas sugeridos pelo ministro do Trabalho e Emprego como primordiais para o intercâmbio entre as duas nações, estão a qualificação, a intermediação de mão-de-obra e a fiscalização dos ambientes de trabalho. Vale lembrar que na ocasião do encontro o ministro se prontificou a preparar um roteiro com as políticas públicas vigentes no âmbito do MTE para ser apresentado em reunião futura – que ocorrerá possivelmente na Suíça, visto que em maio do ano que vem acontecerá no país a Conferência de Genebra da Organização Internacional do Trabalho.

Assessoria de Imprensa do MTE

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CAIXA AMPLIA CRÉDITO PARA COMPRA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12/11/2008

A Caixa Econômica Federal ampliou o acesso à linha de crédito Construcard FGTS, para aquisição de material de construção. Desde a segunda-feira (10), o limite de financiamento passou de R$ 7 mil para até R$ 25 mil. O empréstimo tem juros de 6% a 8,16% ao ano, de acordo com a faixa de renda do tomador. Atualmente, o limite de renda para este produto é de R$ 1.900,00. A linha de crédito utiliza recursos do FGTS.

A linha de crédito destina-se aos que irão construir, reformar, ampliar ou concluir a casa.

Para aqueles que possuem renda acima de R$ 1.900,00, existe a opção do Construcard CAIXA/SBPE, que utiliza os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Nesta linha, o valor mínimo de empréstimo é de R$ 1.000,00 e valor máximo varia de acordo com a capacidade de pagamento aprovada para o tomador do empréstimo.

Quem optar pelo serviço, pode incluir os custos de mão-de-obra até 15% do valor do material. A contratação da linha de crédito é simplificada, feita diretamente nas agências do banco.

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GERDAU PEDE AMPLIAÇÃO DE INVESTIMENTOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

12/11/2008 10:25

José Dirceu por Zé Dirceu

Para quem não acredita no que está acontecendo no país, no comportamento do setor bancário, vale a pena ler na Folha de S.Paulo de hoje a matéria, ”Gerdau ataca aumento de gastos do governo”, sobre manifestação do empresário Jorge Gerdau Johanpeter. Mas atenção, outro enfoque colocado pelo empresário é que deveria ser manchete do jornal.

Aliás, todos os demais jornais até deram com bom destaque a observação do “chairman” presidente do conselho de administração do Grupo Gerdau no seminário “Atitudes positivas para enfrentar a crise”, realizado em São Paulo. Porém Gerdau defendeu não só um corte nas despesas de custeio, mas também um aumento da capacidade de investimento.

“Se não tiver onde investir, que trate de diminuir impostos”, destacou Gerdau ao pedir ampliação dos investimentos governamentais, numa declaração escondida pelos jornais que preferiram destacar a sua manifestação contra um suposto aumento de gastos do governo que não existe.

Má vontade dos bancos

O boicote, ou má vontade dos bancos em relação ao crédito foi criticada, também, por João Crestana, presidente do Secovi-SP (sindicato das empresas de construção e incorporação imobiliária).

Para ele, os bancos aumentaram o grau de burocracia para a concessão de crédito para o financiamento imobiliário, além de ter começado uma “tendência de alta nos juros cobrados”.

Segundo acusa Crestana, da parte dos bancos “há uma mistura de excesso de zelo com oportunismo, uma atitude descabida em um momento em que o país se une para enfrentar a crise.”

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GASTOS COM REMÉDIOS EXCEPCIONAIS SERÁ DE 2,3 BI EM 2009 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

10 de Novembro de 2008

Promover o acesso ao tratamento em saúde de maneira irrestrita e lidar ao mesmo tempo com um PROGRAMA DE MEDICAMENTOS EXCEPCIONAISorçamento limitado é uma das tarefas do Programa de Medicamentos Excepcionais do Ministério da Saúde, que atende 730 mil usuários e oferece 220 itens para 76 doenças. Em 2008, a previsão é de que o Programa custe R$ 2,3 bilhões ao orçamento do ministério, enquanto em 2003 ele onerava em R$ 516 milhões. Neste ano, a área de Assistência Farmacêutica do Ministério, responsável pelo financiamento de medicamentos da atenção básica, estratégicos e excepcionais terá um orçamento de R$ 5,2 bilhões. Isto significa que o programa de excepcionais é responsável por 44% dos gastos com medicamentos.

Os dados foram apresentados pela diretora-substituta do Departamento de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, Odete Gialdi, na última quarta-feira (4) durante a abertura do I Encontro Internacional sobre Acesso a medicamentos de Alto Custo de Fontes Limitadas, no Auditório da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), em Brasília (DF).

“Embora o orçamento seja limitado, queremos eliminar a capacidade de pagamento como fator restritivo. Saúde é um direito de todos”, afirmou Odete Gialdi, durante a palestra “Desafios para Assegurar Acesso a Medicamentos de Alto Custo”.

Além dos custos, o cidadão também saiu ganhando com relação ao valor per capta gasto por habitante: enquanto antes o programa tinha como base de cálculo R$ 1,00/habitante/ano, em 2008, esse valor subiu para R$ 4,10/habitante/ano. O financiamento dos medicamentos de alto-custo tem duas fontes. O Ministério da Saúde financia 80% e os estados arcam com 20%. Esses medicamentos são adquiridos pelas secretarias de saúde e o ressarcimento é feito pelo governo federal mediante comprovação de entrega do medicamento ao paciente.

Em 2008 foram incluídos cinco novos medicamentos no programa. São eles Ciclofosfamida (50mg), para aplasia pura adquirida crônica da série vermelha, Deferasirox (125mg, 250 mg, 500 mg), para sobrecarga de ferro, Everolimo (0,5 mg e 1 mg), para transplante renal, Etanercepte, para artrite reumatóide, e Galantamina (8mg, 16 mg e 24 mg), para Doença de Alzheimer.

Medicamentos excepcionais – Servem para o tratamento de doenças raras como a Doença de Gaucher, Doença de Parkinson, Alzheimer, Hepatites B e C, pacientes renais crônicos, transplantados, portadores de asma grave e anemia, entre outras.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 725 – Brasília

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POLÍTICA DE COTAS E PROUNI AUMENTAM NÚMERO DE ESTUDANTES NEGROS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

10 de Novembro de 2008

O Em Questão de hoje apresenta o terceiro tema da série “Promovendo a Igualdade”, em homenagem PROGRAMA UNIVERSIDADE PARA TODOSao Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. O texto de hoje aborda a Política de Cotas e o Programa Universidade Para Todos (ProUni), um tópico inserido no contexto das Ações Afirmativas.

“Acredito que com a formação de jovens pelo sistema de cotas e pelo ProUni, teremos condições de ter um debate massificado no que se refere às relações de trabalho. Evidentemente, um jovem que se forma engenheiro, advogado ou médico vai ingressar no mercado e não vai aceitar uma diferenciação salarial pelo fato de ser negro”, afirmou o ministro da Secretaria Especial de Políticas Públicas da Igualdade Racial (Seppir), Edson Santos.

O sistema de cotas sociais e raciais para ingresso nas universidades públicas e escolas técnicas não é regulamentado por nenhuma lei específica. As escolas, no entanto, têm plena autonomia para adotar esta política. Em 2003, a Universidade de Brasília e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro foram pioneiras na implantação de cotas raciais em seus vestibulares. E atualmente cerca de 60 instituições em todo País já implantaram diferentes modalidades de cotas.

ProUni – Em relação ao ProUni, o número de bolsistas declarados “pardos” e “negros” representam 45,39% do total. O Programa tem como finalidade a concessão de bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Criado pelo governo federal em 2004 e institucionalizado em 13 de janeiro de 2005, oferece, em contrapartida, isenção de alguns tributos àquelas instituições de ensino que fazem adesão ao Programa.

De acordo com a Seppir, a adoção de políticas desta natureza beneficia a sociedade brasileira como um todo, uma vez que cria igualdade de condições para todos os indivíduos. Estas ações também fortalecem os instrumentos para a extinção das práticas discriminatórias e propicia às pessoas o exercício pleno de seus direitos fundamentais. A Secretaria defende que a política de cotas seja adotada em caráter provisório, até que a participação dos negros na educação superior seja proporcional ao peso da população negra.

PNUD – Relatório do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) de 2008 mostra que os negros no Brasil estão em desvantagem em relação aos brancos em itens como violência, renda, educação, saúde, emprego, habitação e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Em relação ao ensino superior, a proporção de brancos com curso universitário passou de 1,8% em 1960 (3% dos homens, 0,49% das mulheres) para 11,8% em 2000 (11,6% dos homens e 12% das mulheres). O percentual entre os negros subiu de 0,13% (0,21% dos homens e 0,04% das mulheres) para 2,9% (2,7% dos homens e 3,1% das mulheres) no mesmo período.

Cotistas e não-cotistas têm desempenho semelhante

Estudo realizado junto às instituições de ensino superior do Estado do Rio de Janeiro, que adotaram o sistema de cotas, demonstra que o coeficiente de rendimento médio dos alunos cotistas é tão bom quanto o dos demais alunos. Quanto à evasão escolar, o mesmo levantamento demonstra que as taxas de evasão são semelhantes. Relatório da Assessoria de Diversidade e Apoio aos Cotistas (Adac), da Universidade de Brasília (UnB), também mostra que o desempenho acadêmico dos estudantes da instituição que entraram pelo sistema de cotas para negros é semelhante ao do sistema universal.

De acordo com o relatório, média dos cotistas da UnB é de 2,1 para as notas, em uma escala de 0 a 5. O número de trancamentos é de 0,3 e reprovações são duas por período. A nota média dos não-cotistas é de 2,3. Eles trancam em média uma disciplina ao longo do curso e 3,5 são reprovados por período. Deve-se considerar que o número de estudantes universalistas é muito maior que o de cotistas. “Não há separação entre os jovens cotistas e os não-cotistas. As relações são as melhores possíveis. Além disso, o rendimento desses jovens cotistas tem sido comprovadamente superior à média da universidade”, afirmou o ministro.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 725 – Brasília

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BRAZIL AUTO INDUSTRY GETS 4 BLN REAIS CREDIT LINE

Posted by Gilmour Poincaree on November 11, 2008

Tue Nov 11, 2008 11:12am EST

SAO PAULO, Nov 11 (Reuters) – The São Paulo state government said on Tuesday it would extend a 4 billion reais ($1.8 billion) credit line to the automotive industry to help it ride out the current financial crisis, which is putting the brakes on Brazil’s economy.

The state’s finance secretariat said in a statement that the money would be lent by state-controlled bank Banco Nossa Caixa, which will offer loans with maturities of up to 18 months to vehicle financing units.

Sales of new cars and trucks in Brazil slumped 11 percent in October, hurt by a severe retraction in the availability of credit due to the global financial crisis.

The slowdown follows three years of torrid growth in Brazil’s auto market, which has benefited from a credit boom that helped fuel a surge in consumption. But the availability of credit has evaporated in the last two months, threatening to derail one of the fastest-growing industries in Brazil.

The federal government has also instructed state-run Banco do Brasil to make a available a total of 4 billion reais so that vehicle financing units can increase lending and spur sales.

Brazil has become a crucial market for global automakers such as Italy’s Fiat, Germany’s Volkswagen AG and U.S.-based General Motors Corp and Ford Motor Co . Asian and French manufacturers are also relying increasingly on the Brazilian market to compensate for a slowdown in sales at home.

The recent slump in sales has prompted several automakers to cut back on production by reducing shifts and ordering factory workers to take periods of paid leave so as to avoid building up costly inventories. (Reporting by Alberto Alerigi Jr., Writing by Todd Benson; Editing by Maureen Bavdek)

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BANCOS FINANCIAM AUTOMAÇÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

Depoimentos de representantes de várias entidades do varejo e de grandes lojistas do Comércio Foto - O valor do financiamento vai variar segundo o grau de informatização que a empresa deseja atingir (Foto - Tuno Vieira)apontam a informatização como via para o sucesso empresarial, seja qualquer for o porte e ramo de atividade. Consultores do Sebrae, Fecomércio, CDL e de empresas de soluções para automação fornecem o passo-a-passo para a implantação, mas muitas vezes as decisões esbarram no investimento. Para preencher esta lacuna, várias instituições financeiras no Estado dispõem de linhas de crédito que vão ao encontro dessa necessidade. De acordo com Elias Zeglim, gerente do Segmento para Pessoa Jurídica do Banco do Brasil, a instituição já tem aprovado para atender ao Comércio do Ceará um valor de R$ 1,25 bilhão, em 2008.

Para isso, existem de duas opções de empréstimo tanto para capital de giro como aquisição de bens. Para os comerciantes que necessitam de até R$ 5 milhões, existe a linha Proger (Programa de Geração de Emprego, Trabalho e Renda), que financia até 80% do valor a ser desembolsado.

Sem carência, o pagamento pode ser efetuado em até 24 meses, com juro anual formado pela TJLP + 5,15%, o que deve corresponder a uma taxa mensal, em torno de 0,93%.

Para os financiamentos de até R$ 60 milhões, o BB oferece o cartão BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), com parcelas fixas limitadas a 36 vezes e taxa de juros de 1,14% ao mês. Nesta modalidade de crédito, pode ser financiado 100% do bem. ´Se o empresário não tiver restrições cadastrais, o banco atribui um teto e ele pode escolher o equipamento na loja que quiser, desde que seja cadastrada no site http://www.cartaobndes.gov.br´, explicou Zeglim.

A Caixa Econômica firmou parceria com a Fecomércio visando a automação do varejo, e dispõe de crédito que pode ser parcelado de 12 a 24 meses, com taxas de juros mensais a partir de 0,83% + TR.

´Nessa modalidade, parte dos juros é subsidiada com recursos do PIS´, mencionou Antonio Carlos Franci, gerente regional de Negócios para Pessoa Jurídica da Caixa.

A instituição trabalha também como o Proger para todo o processo de automação. Mediante a apresentação de um projeto simplificado, o varejista pode obter seu financiamento e pagar em até 48 meses, com carência de seis meses. A taxa é formada pela TJLP + 5% ao ano, o que deve representar algo em torno de 1%, ao mês.

´O valor do financiamento vai variar segundo o grau de informatização que a empresa deseja atingir. E, dependendo de sua capacidade de pagamento da empresa e do poder de tomar o empréstimo, o dinheiro pode ser liberado em três dias´. ´Temos pessoal capacitado e habilitado a fornecer orientações quanto ao desenvolvimento de seu projeto de automação´, explicou Carlos Franci.

Os interessados devem procurar qualquer agência das instituições consultadas ou acessar o Sebrae para buscar mais orientações.

COMÉRCIO

Crédito mais em conta com recursos do FNE

Mesmo sem dispor de uma linha de crédito específica para área de automação, o Banco do Nordeste disponibiliza financiamentos mais ´em conta´ com o uso de recursos do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste). Esse ano, a instituição tem aprovado um total de R$ 7 bilhões, sendo que de 10% a 20% são para contemplar o Comércio. Para 2009, a expectativa é de um montante que vai variar de R$ 7,5 bilhões à R$ 8 bilhões.

´Temos condições de atender à demanda com custo muito competitivo para quem pretende inovar, modernizar, adquirir máquinas e equipamentos´, afirma Henrique Tinoco, gerente do Ambiente de Negócios do BNB. Segundo ele, o interessado tem um prazo de até 12 anos para quitar o empréstimos, até quatro anos de carência e taxas de juros anuais que variam de 5,54% à 9,78%, sem acréscimo da TJLP e encargos adicionais; com bônus de adimplência já inclusos. De acordo com Tinoco, para as operações de até R$ 50 mil, o crédito é bem simplificado: ´com plano orçamentário e ficha limpa, o varejista tem acesso aos recursos em no máximo 15 dias. Se for cliente, em até 48 horas´.

Para ambos os casos, é dispensada a apresentação de projeto. Para as demandas acima desse valor, o projeto é imprescindível.

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CODEFAT APROVA R$ 2,25 BI DE CRÉDITO PARA PEQUENA EMPRESA – Emprego cresce mais do que PIB em 2007 – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para a partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Emprego cresce mais do que PIB em 2007

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para o partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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GOVERNO LIBERA R$ 19 BI PARA SETOR PRODUTIVO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O governo vai liberar R$ 19 bilhões para o setor produtivo. Deste total, R$10 bilhões serão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para grandes empresas e R$ 5 bilhões virão do Banco do Brasil para pequenos e médios empresários. Outros R$ 4 bilhões também do BB serão usados para ajudar os bancos das montadoras. Os empresários terão, ainda, dez dias a mais de prazo para os empresários pagarem impostos federais. As medidas foram anunciadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quinta-feira (6), durante a 28ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDES), como forma de ajudar o setor produtivo a manter mais recursos em caixa diante da crise financeira internacional, que tem reduzido o volume de crédito no mercado.

Estratégia – A reunião, a última do ano, teve como tema central a conjuntura econômica externa. Realizada no Palácio do Planalto, o encontro contou com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que as medidas anunciadas no encontro são mais um passo importante dentro de uma estratégia que vem sendo deliberada pelo governo. O ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, coordenou o evento, onde também estavam presentes a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. “A avaliação é que o Brasil está enfrentando, com solidez e segurança inéditas, as grandes ondas de instabilidade que atingem todas as economias do mundo”, disse José Múcio.

Em seu discurso, o presidente Lula descartou qualquer possibilidade de pacote econômico e destacou as reservas suficientes que o Brasil tem para enfrentar a crise por um bom tempo. “Este governo vai continuar não jogando dinheiro fora, vamos continuar com estabilidade fiscal, vamos fazer o que tiver que fazer para que este país não jogue fora o que nós conquistamos com tanto sacrifício”, afirmou o presidente.

CDES – O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República é um órgão representativo da sociedade brasileira. Em documento enviado à Presidência da República no dia 24 de outubro, o CDES pediu a atenção do governo para algumas medidas que farão frente à crise: a estabilização do câmbio; o restabelecimento do crédito, a suspensão do processo de aumento das taxas de juros a e manutenção de investimentos públicos. “Nessa plenária do CDES, todos foram unânimes em dizer que as medidas apresentadas pela equipe econômica estavam indo bem. Evidentemente que as ações não têm efeito no curtíssimo prazo. Mas todos acham que o governo está agindo de pronto e está no caminho correto”, declarou o ministro José Múcio Monteiro, após os trabalhos.

Conselheiros da área empresarial afirmaram que algumas medidas já tiveram resultado. O presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, disse que as ações para estabilizar o câmbio tem sido fundamentais para a manutenção dos negócios, enquanto o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Fábio Barbosa, declarou que a ação do Banco Central – como a liberação de compulsórios bancários – ajudou o mercado a obter mais equilíbrio. Já o presidente do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, acredita que as nações em melhor situação poderão até se fortalecer após as dificuldades. “Os países com seus fundamentos econômicos sólidos sairão fortalecidos”, preconizou.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 724 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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LULA DIZ QUE MANTER OBRAS DO PAC É QUESTÃO DE HONRA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

04 de Novembro de 2008

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ontem no programa “Café com o Presidente”, que é uma “questão de honra” para o governo federal manter as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), apesar da crise financeira internacional. Para o presidente, uma das formas de enfrentar as adversidades é fortalecer as obras de infra-estrutura e o mercado interno.

Ao comentar o andamento das obras do PAC, o presidente ressaltou o trabalho feito pela ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), a provável candidata de Lula à sucessão presidencial em 2010.

“A política de acompanhamento coordenada pela ministra Dilma, junto com os governos estaduais, com as prefeituras e com os ministros de cada área tem demonstrado que essa é a forma mais correta de você fazer com que as políticas públicas do governo brasileiro possam ser executadas”, disse.

Na semana passada, ao fazer o balanço dos investimentos do PAC, Dilma afirmou que, mesmo com a crise, os investimentos do governo e da iniciativa privada no programa sustentarão o crescimento do País nos próximo anos.

Na ocasião, a ministra admitiu que haverá uma desaceleração no crescimento, mas disse que o investimento é crucial e que o PAC mantém uma agenda positiva para o Brasil.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE SOROCABA’ (Brasil)

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PAÍS TEM SUPERÁVIT PRIMÁRIO DE R$ 118,4 BILHÕES DE JANEIRO A SETEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31 de Outubro de 2008 – 11h10 – Última modificação em 31 de Outubro de 2008 – 12h35

por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Brasília – O superávit primário – a economia que o país faz para honrar compromissos financeiros, inclusive o pagamento de juros – chegou a R$ 118,414 bilhões de janeiro a setembro deste ano. O valor representa 5,59% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e é o maior para esse período desde 1994 (5,92%). A meta para o ano, que é de 4,3%.

No mesmo período do ano passado, o valor era de R$ 91,223 bilhões, ou 4,85% do PIB. A informação foi divulgada hoje (31) pelo Banco Central.

De janeiro a setembro deste ano, o segmento público que mais contribuiu para o resultado foi o governo federal, com R$ 113,088 bilhões. Os governos estaduais geraram superávit primário de R$ 23,718 bilhões. Os municípios contribuíram com R$ 2,402 bilhões. As empresas estatais federais economizaram R$ 10,106 bilhões, as estaduais, R$ 1,295 bilhão e as municipais, R$ 15 milhões.

Os gastos com juros chegaram a R$ 125,472 bilhões no acumulado do ano, contra R$ 119,363 bilhões acumulados no mesmo período de 2007. O resultado do período, no entanto, não foi suficiente para pagar os juros. Com isso, o país teve déficit nominal no acumulado do ano de R$ 7,058 bilhões, valor menor do que os R$ 28,149 bilhões do mesmo período do ano passado. Em relação ao PIB, o déficit nominal ficou em 0,33%, o menor para o período de janeiro a setembro desde o início da série histórica do BC, em 1991.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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COMEÇA A VALER MEDIDA QUE INJETA R$ 2,6 BILHÕES NA AGRICULTURA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

1 de Novembro de 2008 – 11h01 – Última modificação em 1 de Novembro de 2008 – 11h01

por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Entrou hoje (1º) em vigor a nova medida anunciada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumentará o crédito para a agricultura. A partir deste mês, os bancos têm de elevar de 65% para 70% o volume de recursos da poupança rural destinados ao financiamento dos produtores.

A medida vale até 30 de junho do próximo ano e tem como objetivo minimizar os efeitos da retração de crédito para o setor rural, afetado pelo agravamento da crise internacional. Segundo o Banco Central, o aumento da oferta de crédito injetará R$ 2,6 bilhões nos financiamentos à agricultura.

Essa é a terceira medida tomada pelo governo em um mês para estimular o crédito rural. Há 15 dias, o CMN aumentou de 25% para 30% a parcela dos depósitos bancários para o financiamento da safra. Com a medida, os bancos foram obrigados a destinar mais R$ 5,5 bilhões para o setor.

No início de outubro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o Banco do Brasil antecipou a liberação de R$ 5 bilhões em financiamentos para a agricultura. Segundo ele, o banco antecipou o cronograma e remanejou recursos de alguns fundos para aumentar a oferta de crédito para o setor.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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MEC ENVIA PROPOSTA AO PALÁCIO DO PLANALTO PARA AUMENTAR OBRIGATORIEDADE DO ENSINO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30/10/2008

O ministro da Educação, Fernando Haddad, encaminhou ao Palácio do Planalto na terça-feira, 28, uma proposta de mudança no tempo mínimo de ensino obrigatório, dos atuais nove anos para 14 anos. De acordo com a proposta, enviada por meio de uma nota técnica, as crianças teriam de ser matriculadas na escola aos quatro anos de idade e permanecer até os 17, pelo menos. Esse período abrange a pré-escola (quatro e cinco anos), ensino fundamental (seis a 14) e ensino médio (15 a 17). Hoje, a obrigatoriedade é apenas para o ensino fundamental.

“Estamos discutindo as regras de transição com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), para que isso se efetive em torno de cinco ou seis anos”, afirmou Haddad. A mudança deve ser feita por proposta de emenda à Constituição.

O ministro conta que esse movimento começou na América Latina. A intenção era que o ensino médio passasse a ser obrigatório no continente. O Brasil apresentou emenda a essa tese, afirmando que a medida seria ineficaz se não houvesse o complemento da pré-escola. Um estudo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) comprova que uma criança com acesso à pré-escola tem 32% mais chances de concluir o ensino médio. Isso justifica, segundo Haddad, a ampliação da obrigatoriedade da matrícula entre quatro e 17 anos.

“Se conseguimos em um ano aumentar de 67% para 70% as matrículas na educação infantil das crianças de quatro e cinco anos, com o Fundeb e o Proinfância, agora, é possível acelerar esse passo”, diz o ministro, referindo-se à inclusão da educação infantil no repasse do fundo e ao programa de construção de creches e pré-escolas. Haddad acredita ser razoável aumentar em 5% ao ano o atendimento nessa etapa, que chegaria a 95% em cinco anos.

De acordo com o ministro, se a proposta for aprovada, tudo será feito em sintonia com prefeitos e governadores. “Não adianta mudar, por lei, sem que estados e municípios tenham a capacidade de receber essas crianças.”

Assessoria de Comunicação do MEC

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CONSELHO DO FGTS APROVA ORÇAMENTO DE R$ 27,4 BILHÕES PARA 2009 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31/10/2008

Brasília – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) vai investir R$ 11,8 bilhões no financiamento habitacional em 2009. O anúncio foi feito hoje pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que presidiu a reunião do Conselho Curador do FGTS onde foi aprovado um orçamento total de R$ 27,4 bilhões para o próximo ano.

“Nós pulamos de um orçamento de R$ 17 bilhões, aprovados em 2008, para R$27,4 bi em 2009, isso fruto do crescimento da arrecadação em razão do aumento da empregabilidade. Em 2007 tivemos a geração de mais de 1,6 milhão de empregos, o que originou esse aumento. Este ano, já com 2 milhões de empregos gerados, esperamos arrecadação ainda maior para o exercício do próximo ano”, comemora o ministro.

Somente para habitação popular foram aprovados R$ 7,4 bilhões, quase 40% a mais que o orçamento passado, quando foram reservados 4,4 bilhões. Para subsidiar a compra da casa própria para famílias de baixa renda – que recebem até 5 salários-mínimos – o FGTS reserva R$ 1,6 bilhão no orçamento de 2009. O Pró-Moradia terá R$ 1 bilhão e o Pró-Cotista também vai receber R$ 1 bilhão, mesmo orçamento desse ano.

“O setor da construção civil é o maior gerador de empregos no país e criar novas vagas é uma das principais funções do Conselho Curador do FGTS”, afirma.

Somente de janeiro a setembro de 2008, a Construção Civil gerou 300.882 novos postos formais de trabalho, crescimento de 19,66% no ano, a maior taxa entre os setores de atividade econômica e 12,46 pontos percentuais acima da taxa média de crescimento do emprego no país no período (7,20%).

Para saneamento serão destinados R$4,6 bilhões dos recursos do FGTS, valor 46% maior que o do orçamento atual (R$3,1 bilhões). Para o FI-FGTS, que investe recursos do Fundo nos setores de energia, rodovias, hidrovias, ferrovias, portos e saneamento foram aprovados R$ 10 bilhões, sendo que R$ 7 bilhões serão destinados a projetos financiados pelo BNDES.

“Há uma demanda enorme no BNDES, que é o principal financiador de obras de saneamento no país, por meio, principalmente, de recursos do FGTS e do Fundo de Amparo ao Trabalhador”, lembrou o ministro Lupi.

Ministério do Trabalho e Emprego

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PAC AJUDA A ACELERAR ECONOMIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

Relatório divulgado pelo governo sobre o 5º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aponta que entre janeiro e 23 de outubro foram empenhados R$ 10,4 bilhões para obras do PAC. O percentual é 34% maior do que o realizado no mesmo período de 2007. Neste ano, a soma paga é de R$ 8,2 bilhões. Segundo a apresentação, feita pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em Brasília, 83% das 2.198 ações monitoradas estão em ritmo adequado (selo verde). Enquanto 7% receberam o selo amarelo (atenção), apenas 1% recebeu o selo vermelho, de preocupante. Segundo a ministra, o PAC não enfrenta problemas de financiamento por conta da crise financeira internacional, pois os contratos são anteriores.

O andamento do Programa oferece estabilidade à economia brasileira – que cresceu 6% no primeiro semestre de 2008 em relação ao primeiro semestre de 2007 – e ao fortalecimento do mercado interno. Com esse resultado, o Brasil cresce há 26 trimestres consecutivos. Este é o mais longo ciclo de expansão registrado na atual série histórica e tem sido puxado pelo investimento, cuja taxa de crescimento acelerou para 15,7% no primeiro semestre de 2008, ante uma variação de 11,4% no mesmo período do ano passado.

Estímulo fiscal e financeiro – O bom desempenho do investimento comprova o sucesso da estratégia do PAC, uma vez que, desde 2007, o governo federal tem adotado uma série de medidas de estímulo fiscal e financeiro à formação bruta de capital fixo por parte do setor privado, bem como aumentado substancialmente o investimento público em infra-estrutura. O resultado é uma forte expansão tanto em construção civil quanto na compra de bens de capital.

Em segundo lugar, o consumo das famílias brasileiras apresenta uma taxa interanual de crescimento superior a 5% desde o primeiro trimestre do ano passado. Os principais determinantes dessa expansão do mercado interno são o aumento do emprego, dos salários reais e das operações de crédito para pessoas físicas.

Pela ótica da oferta, a aceleração do crescimento no primeiro semestre de 2008 esteve bem distribuída entre os seus três principais componentes, com todos os setores apresentando taxas de variação superiores a 5%: i) a agricultura acelerou o crescimento de 2,3% para 5,2% entre o 1º semestre de 2007 e de 2008; ii) a taxa da indústria passou de 5,1% para 6,3%; e iii) a variação dos serviços atingiu 5,2% ante 4,5% na mesma base comparativa.

Cabe destacar a importância do PAC para o crescimento a taxas mais elevadas, haja vista a maior variação observada na indústria da construção civil (9,4%, ante 4,3% no 1º semestre de 2007), bem como nos serviços de intermediação financeira, cuja taxa atingiu 14% no 1º semestre de 2008, frente a uma variação de 9,4% no mesmo período do ano anterior. Com esses resultados, as expectativas de mercado para o crescimento da economia em 2008, assim como no ano passado, estão sendo revistas para cima e convergindo para taxas superiores à meta estipulada pelo PAC (5%).

Desenvolvimento Social –A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no início de setembro de 2008, comprovou resultados da atual política. Ao longo do primeiro ano do PAC, houve ampliação do acesso ao esgotamento sanitário. Entre 2006 e 2007, a proporção de domicílios com acesso à rede coletora passou de 48,5% para 51,3%. Também houve significativa expansão do acesso dos domicílios brasileiros a bens de consumo duráveis e serviços de comunicação, com destaque para o crescimento dos domicílios com acesso à internet (de 17,1%, em 2006, para 20,4%, em 2007). Em 2007, a proporção dos domicílios particulares permanentes com acesso à televisão atingiu 94,8%, ante 93,8% no ano anterior, enquanto a posse de geladeira passou de 89,8% para 91,4% na mesma base de comparação.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Nº 720 – Brasília

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HIDRELÉTRICAS TÊM DESTAQUE NO EIXO DE INFRA-ESTRUTURA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

O bom andamento das obras de hidrelétricas e os leilões da usina de Jirau e de mais de três mil quilômetros de linhas de transmissão figuram entre os destaques do eixo de Infra-estrutura Energética no 5º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Em setembro, havia 561 ações monitoradas, das quais 19% foram concluídas, 69% estão em ritmo adequado, 10% pedem atenção e 2% são consideradas preocupantes. Entre os destaques da área de geração de energia elétrica estão o leilão para construção da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia, cujo deságio foi de 21,57% e o preço final da energia ficou em R$ 71,37 por MWh. No mesmo mês, teve início a obra de Santo Antônio, a primeira hidrelétrica do complexo do Rio Madeira licitada pelo governo federal. Outras usinas cujas obras estão em bom andamento são as hidrelétricas de Estreito (TO-MA), Foz do Chapecó (SC-RS), Dardanelos (MT), São Salvador (TO-GO), Simplício (MG-RJ) e Corumbá III (GO).

Na área de transmissão, destaque para o leilão realizado em agosto de 3.030 km de linhas com investimento total de R$ 4,8 bilhões e deságio de 20,2%. Entre as linhas leiloadas está a interligação Tucuruí-Macapá-Manaus. Outro destaque foi a entrada em operação da interligação Norte-Sul III – trecho Marabá-Colinas-Serra da Mesa-Samambaia, com extensão de 1.674 km. Também foram iniciadas as obras em mais dez linhas de transmissão, totalizando 2.274 km.

Na exploração de petróleo e gás natural foram confirmadas novas descobertas de reservas e iniciada a produção na camada pré-sal no campo de Jubarte (ES). O Programa de Expansão e Modernização da Marinha Mercante já tem 33 embarcações concluídas e o Pólo Naval do Rio Grande do Sul está com 60% das obras realizadas. Foram concluídos o Gasoduto Campinas-Rio (455 km) e o trecho Catu-Itaporanga do gasoduto Catu-Carmópolis (196 km). A oferta de gás natural nacional aumentou de 21,82 milhões de metros cúbicos por dia (média de 2007) para 30,53 metros cúbicos por dia, em agosto de 2008.

Luz para Todos – O Comitê Gestor do PAC monitora 214 ações do eixo de Infra-estrutura Social e Urbana. Em quantidade, 68% estão com ritmo de execução adequado, 30% em atenção e 1% em situação preocupante e 1% está concluído. No Programa Luz Para Todos (LPT), que tem como meta a universalização do acesso à energia elétrica, foram realizadas, até setembro, 305 mil ligações das 564 mil previstas para este ano.

No transporte urbano, foram concluídas as obras das dez estações da Linha Sul e já estão em operação oito trens elétricos recuperados e climatizados no metrô do Recife. No setor de Habitação foram selecionados investimentos no valor total de R$ 13,5 bilhões, dos quais R$ 12,4 bilhões estão contratados. Na área de Saneamento, os projetos selecionados somam R$ 28,1 bilhões, sendo que R$ 22,6 bilhões foram contratados.

No projeto de integração e revitalização do rio São Francisco foi concluída a obra do eixo de integração Orós-Feiticeiro, no Ceará, além de 286 bacias de contenção, em Pernambuco.

Construção civil terá R$ 3 bilhões de linha de crédito

O governo decidiu adotar medida para facilitar o acesso ao crédito de capital de giro para empresas que atuam na construção habitacional. A medida está organizada em duas partes: a primeira permite a aplicação de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em capital de giro, o que era vedado. Esta permissão se aplica a todas as instituições financeiras que operam com recursos do SBPE e estará limitada a até 5% do saldo da poupança.
  
Os recursos serão aplicados nas condições atuais do Sistema. A segunda parte da medida consiste em tornar disponível, por meio da Caixa, uma linha de capital de giro com um mecanismo de garantias adicionais, com o objetivo de reduzir a percepção de risco. O governo, como controlador, permitirá que a Caixa mantenha em um fundo de reserva parte dos dividendos que seriam distribuídos para a União.
  
Com esses recursos, forma-se um lastro que garantirá até 35% do valor das operações realizadas pela Caixa. O volume total será de até R$ 3 bilhões. O valor total dos dividendos que pode ser retido é, portanto, de R$ 1,05 bilhão. É importante salientar que essa reserva só será utilizada em última instância, pois serão exigidas as garantias habituais dos proponentes. Ela serve apenas como garantia adicional, para reduzir a percepção de risco das operações. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá as condições para os financiamentos.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 720 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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BC ALTERA NOVAMENTE COMPULSÓRIO E LIBERA MAIS R$ 6 BILHÕES PARA ECONOMIA

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008



Segunda-Feira, 27/10/2008, 11:00h

O Banco Central informou nesta segunda-feira (27) que alterou novamente as regras do depósito compulsório, que são os recursos que têm de ser mantidos na autoridade monetária, para irrigar o mercado e permitir que as instituições financeiras tenham mais recursos para emprestar a seus clientes, ou entre elas.

Em reunião de diretoria realizada na última sexta-feira (24), o Banco Central decidiu que os bancos poderão antecipar o pagamento, em até 60 vezes, o valor da contribuição ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) do mês de agosto e, também, poderão abater esse valor dos depósitos compulsórios à vista – cuja alíquota é de 42%.

Com isso, poderá haver a injeção de até R$ 6 bilhões no mercado financeiro. O Banco Central informou que essa liberação de recursos para o mercado financeiro acontecerá à medida em que a antecipação for, e se, for feita pelos bancos.

Desde o agravamento da crise externa, em meados de setembro com o anúncio da concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, o Banco Central já efetuou uma série de alterações das regras dos depósitos compulsórios e liberou mais de R$ 80 bilhões para o sistema financeiro.

Fundo Garantidor de Crédito – O FGC é um tipo de proteção para os investidores e aplicadores, uma vez que assegura aplicações de até R$ 60 mil. São objeto da garantia proporcionada pelo FGC os seguintes créditos: depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio; depósitos em contas correntes de depósito para investimento; depósitos de poupança; depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado; depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares; letras de câmbio; letras hipotecárias; letras imobiliárias e letras de crédito imobiliário. (G1)

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO PARÁ’

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“PAREMOS DE FAZER PIADAS A RESPEITO” AFIRMA HENRIQUE MEIRELLES SOBRE CRISE

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


24/10/2008

“Paremos de fazer piadas a respeito. É uma situação muito, muito séria.” A declaração do presidente HENRIQUE MEIRELLESdo Banco Central, Henrique Meirelles, foi feita sexta-feira durante uma palestra a investidores em Miami, quando disse não haver dúvidas sobre a existência de uma crise econômica global.

Ao falar sobre a crise, Meirelles citava a preocupação com a turbulência americana, que está “afetando a todos”, e continuava a defender que o Brasil está em uma situação favorável no contexto global e tem tido um papel de “estabilizador”, junto com outros países emergentes.

O banqueiro, entretanto, acredita que, diferentemente de outras épocas, o Brasil atualmente está em melhor condição para encarar o problema, em virtude da estabilização nos últimos anos.

Meirelles defendeu a venda de dólares como uma forma “saudável” para prover liquidez da moeda, contudo não falou sobre preocupação com o câmbio.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE SOROCABA’ (SP)

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CRISE FINANCEIRA MUNDIAL ‘ESFRIA’ A FEBRE DA CASA PRÓPRIA NO BRASIL

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


Sábado, 25 de Outubro de 2008 – 10h19

Ainda não é o fim da festa, mas os brigadeiros em cima da mesa podem estar escasseando. Em 2007, o financiamento imobiliário com recursos da poupança cresceu quase 100% frente ao ano anterior, levando o setor à sua maior expansão em décadas. Agora, a crise financeira mundial ameaça transformar esses bons ventos em brisa.

O responsável pela piora no cenário é o aperto no crédito que o país tem começado a sentir: com o dinheiro em falta lá fora, os bancos tendem a proteger mais seus próprios recursos.

Nessa tendência, três grandes bancos brasileiros aumentaram no início do mês a taxa de juros para o financiamento da casa própria. O Bradesco mudou a taxa de 9% para 10,5% ao ano para imóveis até R$ 120 mil. O Itaú reajustou o teto dos juros cobrados para 12%. No Unibanco, a taxa passou de 11% para 12%.

“Isso é o teto. Se o banco fazia (o financiamento) a 9%, não quer dizer que vai fazer a 12%, mas que se sente livre para variar mais as taxas. Agora eles vão estudar muito bem quem são os tomadores de crédito e dar taxas melhores àqueles clientes em que têm mais confiança”, diz João Crestana, Secovi-SP, sindicato do setor imobiliário.

No bolso do consumidor

Para o consumidor, a mudança se traduz em mais gastos. Em um financiamento em 20 anos, o preço final do imóvel pode ficar até 29% mais caro, segundo um levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac).

Segundo o autor do estudo, Miguel de Oliveira, antes da alta dos juros o consumidor pagava por um imóvel de R$ 120 mil, em média, 240 prestações de R$ 966,74, em um total de R$ 232.017,60. Agora, o valor final soma R$ 299.455,20.

“Com o aumento dos juros, você afeta a prestação. E a prestação aumentando, começa a criar problemas no bolso de uma fatia dos potenciais compradores. Em determinado segmento, pode até inviabilizar a compra”, avalia Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp).

Brasil X EUA

Embora seja reflexo da crise no exterior, a restrição do crédito no Brasil tem natureza diferente da que ocorre lá fora. Nos Estados Unidos e na Europa, os bancos vêm sofrendo prejuízos enormes, que têm origem no não pagamento de hipotecas imobiliárias. Sem recursos, o crédito some.

Já os bancos brasileiros estão em situação diferente: sem créditos podres em carteira, gozam de boa saúde financeira. Ocorre que muitos deles se financiam com recursos do exterior – e com o dinheiro lá fora escasso, evitam correr riscos, já que não teriam a quem recorrer em caso de problemas.

Efeitos para as construtoras

Essa restrição de crédito também afeta as construtoras. “Os bancos estão pedindo mais garantias e vão injetar menos dinheiro no setor. Alguns segmentos podem sentir, por não conseguirem produzir com um custo tão elevado. O reflexo é que alguns empreendedores vão reduzir seu ritmo de lançamentos. Não há uma suspensão, mas uma redução do ritmo alucinado de montagem de estandes de venda que era no passado”, diz Pompéia, da Embraesp.

“É a hora da seletividade. Em vez de fazer 20 empreendimentos, (a empresa) vai fazer 16, e quatro vai deixar na gaveta para 2010, 2011”, acrescenta Crestana, do Secovi.

As construtoras e incorporadoras também estão entre as que mais sofrem com o “tombo” das bolsas de valores nas últimas semanas. De olho nos problemas do setor, o governo federal autorizou, nesta semana, a Caixa Econômica Federal a comprar participação acionária em construtoras.

Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o objetivo é evitar que haja uma interrupção dos projetos por falta de recursos. “É uma resposta para dar continuidade aos projetos de construção habitacional”, disse ele.

Cuidados na hora da compra

Para o consumidor, a recomendação dos especialistas é redobrar a prudência na hora da compra. Embora alguns bancos tenham elevado as taxas de juros, outros ainda mantêm a cobrança no mesmo patamar.

“Quem pretende financiar um imóvel pode procurar um dos bancos em que é cliente e negociar para manter a taxa. Para quem é bom cliente, o banco pode manter (a taxa antiga)”, diz Crestana. “Mas o comprador vai ser um pouco mais cauteloso agora, vai selecionar os melhores juros, não vai querer comprometer tanto da renda.”

“A recomendação é prudência, paciência e pechinchar muito. E, se puder esperar, para evitar riscos desnecessários. Eu acredito que em três ou quatro meses já vamos estar com uma situação mais estável, mais clara”, afirma Pompéia.

Para uma fatia dos compradores, no entanto, a recomendação do presidente da Embraesp é diferente: “Quem tem aqueles contratos já prontos, com a situação de antes da crise, é bom aproveitar. Porque dificilmente voltaremos a uma situação tão privilegiada quanto a de seis meses atrás.”

Do Portal G1

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PUBLISHED BY ‘PORTAL CORREIO’ (PB)

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MDA LANÇA PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL NO MEIO RURAL

Posted by Gilmour Poincaree on October 22, 2008


22/10/2008

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, lança nesta quarta-feira (22), em Belém (PA), o Projeto Territórios Digitais, concebido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para promover a inclusão digital no meio rural brasileiro. De Belém, o ministro e a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, vão falar com representantes de parceiros do Projeto que estarão nas duas primeiras Casas Digitais do Pará, instaladas no Projeto de Assentamento (PA) 17 de Abril, no município de Eldorado do Carajás (Território da Cidadania do Sudeste Paraense) e na comunidade das Pedras, no município de São Sebastião da Boa Vista (Território da Cidadania do Marajó). O lançamento será via webconferência, a partir das 15h. O ministro e governadora estarão no Gabinete do Governo do Pará.

A conexão das Casas Digitais à internet será feita por meio do Programa Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), do Ministério das Comunicações. Cada Casa está equipada com dez computadores, mobiliário, impressora, webcam e servidor. Elas também terão tecnologia de transmissão de voz pela internet (VoIP), serviço oferecido pelo Gesac que propicia uma alternativa de comunicação a famílias que não possuem linha telefônica.

O Territórios Digitais é parte do Territórios da Cidadania, estratégia de desenvolvimento sustentável regional e garantia de direitos sociais desenvolvida pelo Governo Federal em parceria com estados, municípios e a sociedade civil. Espaços públicos e gratuitos com acesso a computadores e internet, as Casas Digitais do projeto serão instaladas em assentamentos, escolas agrícolas, comunidades tradicionais, sindicatos e Casas Familiares Rurais. Até o final deste ano, está previsto o funcionamento de outras 15 unidades em Territórios da Cidadania onde a inclusão digital foi apontada como prioridade pelos Colegiados Territoriais. A meta é instalar pelo menos uma Casa Digital em cada um dos 120 Territórios da Cidadania até 2010.

Atuação integrada

O coordenador-geral do NEAD/MDA, Carlos Mário Guedes de Guedes, explica que o Territórios Digitais começa no Pará em razão da experiência acumulada do Governo do Estado com projetos de inclusão digital. O principal programa é o Navegapará, que já possibilitou a instalação de infocentros em vários municípios do Estado. “Nós nos somamos ao projeto em desenvolvimento no Pará. Além dessa parceria, o Territórios Digitais nasce da cooperação entre órgãos dos governos Federal, estaduais e municipais, entidades da sociedade civil e universidades para enfrentar a exclusão digital no meio rural brasileiro”, destaca Guedes.

O NEAD articula a atuação dos parceiros do projeto (veja aqui). O Gesac, por exemplo, além de fornecer as antenas que fazem a conexão das Casas Digitais com a internet, é responsável pela oficinas de capacitação sobre navegação na internet, criação e hospedagem de sites. “Além de levar computadores e conexão, é fundamental um programa de formação para que as populações consigam usufruir e se apropriar das tecnologias de comunicação e informação, para transformar a realidade em que vivem”, reforça o diretor de Serviços de Inclusão Digital Heliomar Medeiros.

Outra parceria, com o Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento (CDTC) do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), permitirá o desenvolvimento de projeto de educação a distância (EAD) nos Territórios Digitais. O Ministério da Cultura participará integrando as Casas Digitais a Pontos de Cultura.

Método diferenciado

O concepção do Territórios Digitais foi desenvolvida com o objetivo de atender às especificidades das populações do meio rural. Por isso, não há apenas a transposição de um telecentro típico do meio urbano para o rural.

A implantação do Projeto é feita em quatro módulos: gestão do laboratório (hardware, espaço e manutenção); inclusão digital (apropriação da cultura digital: navegação, e-mail); informática educativa (trazendo a escola, os professores e estudantes da comunidade para a Casa Digital); e educação a distância, promovendo uma rede de conhecimentos rurais em parceria com o projeto CDTC/ITI e acompanhamento de universidades e técnicos do MDA.

Etapas de implantação

Consultora de Inclusão Digital do NEAD, Rossana Moura, explica que a capacitação das comunidades será feita em duas etapas, uma presencial e outra a distância. Na fase presencial, a comunidade recebe os equipamentos e aprende a instalá-los, monitorar a antena, usar os programas, a internet, e a fazer a manutenção de rede, hardware e software. “Essa fase é destinada a incorporar a tecnologia ao cotidiano local, o que inclui o foco na educação e na comercialização da produção”, destaca a consultora.

Assim, quando o tema de uma aula é busca de sites na internet, por exemplo, ela será direcionada a necessidades locais, como páginas de financiamento rural, de técnicas agrícolas e controles de pragas. “A Casa Digital é que tem que se adaptar à cultura da comunidade, e não o contrário”, afirma Rossana. Para atingir toda a comunidade, a idéia é formar multiplicadores.

Além do ministro Guilherme Cassel e da governadora Ana Júlia Carepa, participarão da webconferência, a partir das 15h, o coordenador-geral NEAD, Carlos Mário Guedes de Guedes; o diretor de Serviços de Inclusão Digital do Gesac/Ministério das Comunicações, Heliomar Medeiros; o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy; o secretário de Cultura do Pará, Edilson Moura da Silva; o secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Maurílio de Abreu Monteiro; e representantes da Superintendência Regional do Incra de Marabá.

Ministério do Desenvolvimento Agrário

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MDA LANÇA PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL NO MEIO RURAL

Posted by Gilmour Poincaree on October 22, 2008


22/10/2008

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, lança nesta quarta-feira (22), em Belém (PA), o Projeto Territórios Digitais, concebido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para promover a inclusão digital no meio rural brasileiro. De Belém, o ministro e a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, vão falar com representantes de parceiros do Projeto que estarão nas duas primeiras Casas Digitais do Pará, instaladas no Projeto de Assentamento (PA) 17 de Abril, no município de Eldorado do Carajás (Território da Cidadania do Sudeste Paraense) e na comunidade das Pedras, no município de São Sebastião da Boa Vista (Território da Cidadania do Marajó). O lançamento será via webconferência, a partir das 15h. O ministro e governadora estarão no Gabinete do Governo do Pará.

A conexão das Casas Digitais à internet será feita por meio do Programa Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), do Ministério das Comunicações. Cada Casa está equipada com dez computadores, mobiliário, impressora, webcam e servidor. Elas também terão tecnologia de transmissão de voz pela internet (VoIP), serviço oferecido pelo Gesac que propicia uma alternativa de comunicação a famílias que não possuem linha telefônica.

O Territórios Digitais é parte do Territórios da Cidadania, estratégia de desenvolvimento sustentável regional e garantia de direitos sociais desenvolvida pelo Governo Federal em parceria com estados, municípios e a sociedade civil. Espaços públicos e gratuitos com acesso a computadores e internet, as Casas Digitais do projeto serão instaladas em assentamentos, escolas agrícolas, comunidades tradicionais, sindicatos e Casas Familiares Rurais. Até o final deste ano, está previsto o funcionamento de outras 15 unidades em Territórios da Cidadania onde a inclusão digital foi apontada como prioridade pelos Colegiados Territoriais. A meta é instalar pelo menos uma Casa Digital em cada um dos 120 Territórios da Cidadania até 2010.

Atuação integrada

O coordenador-geral do NEAD/MDA, Carlos Mário Guedes de Guedes, explica que o Territórios Digitais começa no Pará em razão da experiência acumulada do Governo do Estado com projetos de inclusão digital. O principal programa é o Navegapará, que já possibilitou a instalação de infocentros em vários municípios do Estado. “Nós nos somamos ao projeto em desenvolvimento no Pará. Além dessa parceria, o Territórios Digitais nasce da cooperação entre órgãos dos governos Federal, estaduais e municipais, entidades da sociedade civil e universidades para enfrentar a exclusão digital no meio rural brasileiro”, destaca Guedes.

O NEAD articula a atuação dos parceiros do projeto (veja aqui). O Gesac, por exemplo, além de fornecer as antenas que fazem a conexão das Casas Digitais com a internet, é responsável pela oficinas de capacitação sobre navegação na internet, criação e hospedagem de sites. “Além de levar computadores e conexão, é fundamental um programa de formação para que as populações consigam usufruir e se apropriar das tecnologias de comunicação e informação, para transformar a realidade em que vivem”, reforça o diretor de Serviços de Inclusão Digital Heliomar Medeiros.

Outra parceria, com o Centro de Difusão de Tecnologia e Conhecimento (CDTC) do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), permitirá o desenvolvimento de projeto de educação a distância (EAD) nos Territórios Digitais. O Ministério da Cultura participará integrando as Casas Digitais a Pontos de Cultura.

Método diferenciado

O concepção do Territórios Digitais foi desenvolvida com o objetivo de atender às especificidades das populações do meio rural. Por isso, não há apenas a transposição de um telecentro típico do meio urbano para o rural.

A implantação do Projeto é feita em quatro módulos: gestão do laboratório (hardware, espaço e manutenção); inclusão digital (apropriação da cultura digital: navegação, e-mail); informática educativa (trazendo a escola, os professores e estudantes da comunidade para a Casa Digital); e educação a distância, promovendo uma rede de conhecimentos rurais em parceria com o projeto CDTC/ITI e acompanhamento de universidades e técnicos do MDA.

Etapas de implantação

Consultora de Inclusão Digital do NEAD, Rossana Moura, explica que a capacitação das comunidades será feita em duas etapas, uma presencial e outra a distância. Na fase presencial, a comunidade recebe os equipamentos e aprende a instalá-los, monitorar a antena, usar os programas, a internet, e a fazer a manutenção de rede, hardware e software. “Essa fase é destinada a incorporar a tecnologia ao cotidiano local, o que inclui o foco na educação e na comercialização da produção”, destaca a consultora.

Assim, quando o tema de uma aula é busca de sites na internet, por exemplo, ela será direcionada a necessidades locais, como páginas de financiamento rural, de técnicas agrícolas e controles de pragas. “A Casa Digital é que tem que se adaptar à cultura da comunidade, e não o contrário”, afirma Rossana. Para atingir toda a comunidade, a idéia é formar multiplicadores.

Além do ministro Guilherme Cassel e da governadora Ana Júlia Carepa, participarão da webconferência, a partir das 15h, o coordenador-geral NEAD, Carlos Mário Guedes de Guedes; o diretor de Serviços de Inclusão Digital do Gesac/Ministério das Comunicações, Heliomar Medeiros; o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy; o secretário de Cultura do Pará, Edilson Moura da Silva; o secretário de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Maurílio de Abreu Monteiro; e representantes da Superintendência Regional do Incra de Marabá.

Ministério do Desenvolvimento Agrário

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’

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‘NÃO TEM BANCO QUEBRANDO”, DIZ MANTEGA – MP que permite compra de bancos privados, busca dar ‘conforto’, diz – Objetivo é dar liquidez e atuar dentro de regras de mercado, afirma

Posted by Gilmour Poincaree on October 22, 2008


22/10/08 – 12h03 – Atualizado em 22/10/08 – 12h03

por Alexandro Martello

Do G1, em Brasília

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou nesta quarta-feira (22) que exista alguma instituição GUIDO MANTEGA - MINISTRO DA FAZENDAfinanceira “quebrando”. “O sistema financeiro brasileiro é sólido, mas tem problemas de liquidez. Se não tivesse esse problema, o Banco Central não estaria devolvendo compulsório e permitindo a compra de carteiras de crédito. Estamos irrigando o sistema para que não haja problemas”, disse ele a jornalistas.

Segundo o ministro, todas as ações do governo tem sido pautadas por “regras transparentes” de mercado. “Até agora não demos nenhum socorro para nenhum setor da economia. Estamos dando liquidez e atuando dentro das regras de mercado”, disse ele, acrescentando que a medida busca proporcionar mais “conforto” para o sistema financeiro.

“Basta ter o conforto. Você sabe que tem alternativa disponível. Justamente por ter essa alternativa, todo mundo fica mais tranquilo e não vê necessidade da venda. Se [a venda] ocorrer, será feita em condições de mercado. Essas instituições [BB e Caixa] respondem pela eficiência”, disse o ministro da Fazenda.

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PUBLISHED BY ‘G1’ (RJ)

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