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Archive for the ‘INFRAESTRUTURA – BRASIL’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - 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FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

GRUPO ÁGUAS DO BRASIL ASSUME OFICIALMENTE CONTROLE DA COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTO DE NOVA FRIBURGO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 26, 2009

26/01/2009

A Voz da Serra

PUBLISHED BY ‘A VOZ DA SERRA’

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GOVERNO REABRE LICITAÇÃO PARA A NOVA MARGINAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

07/01/2009 – 09h06

Folha Online

PUBLISHED BY ‘BOL’ (Brazil)

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MERCADO BRASILEIRO FOI O ‘MENOS PIOR’ DOS BRIC EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008 11:59

FolhaNews

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’ (Brazil)

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DUPLICAÇÃO DA BR-408 TAMBÉM SERÁ INCLUÍDA NO PAC (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008 – 19h46

Diário de Pernanbuco

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE PERNAMBUCO’ (Brasil)

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MINISTRA DILMA GARANTE LIBERAÇÃO DE MAIS R$ 50 MILHÕES PARA BR-226 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008

Diário de Natal

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE NATAL’ (Brazil)

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ESTADO ANUNCIA R$ 300 MI PARA PAVIMENTAÇÃO DE RODOVIAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

Domingo, 21 de Dezembro de 2008 – 17h30

Do sítio do Governo do Estado da Paraíba

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA’ (Brasil)

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CONSELHO DO FGTS APROVA R$ 5 BILHÕES PARA INVESTIMENTOS EM INFRA-ESTRUTURA – Terminal no Porto de Santos e hidrelétrica de Santo Antônio estão entre projetos beneficiados (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

20/12/2008 | 00h02min

CLIC RBS

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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Posted in A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, BRASIL, CIDADES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENERGY, ENERGY INDUSTRIES, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, HIDRELÉTRICAS, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INTERNATIONAL, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARITIME, NATIONAL WORK FORCES, O SETOR DOS TRANSPORTES, PORTOS, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, SHIPYARD INDUSTRIES, THE FLOW OF INVESTMENTS, TRANSPORT INDUSTRIES | Leave a Comment »

NOW IS THE TIME FOR POLITICS – MORE GOVERNMENT IS THE SOLUTION, NOT THE PROBLEM, AND KEY TO SOLVING WORLD POVERTY (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

DECEMBER 2008 – FEBRUARY 2009

by Luis Inácio Lula da Silva

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA) – SPECIAL EDITION – ISSUES 2009

The world today is experiencing turbulence unlike anything we’ve seen in decades. The U.S. credit crisis has contaminated the international economy, and financial systems have been shaken to the core, undermining economic doctrines once treated as absolute truths.

As I told the UN. General Assembly in September, now is the time for politics, for governments to use public control and oversight to halt the economic anarchy. I welcome the actions that other countries have taken. But it will be some time before their initiatives kick in. That means more steps are needed in the meantime to safeguard the world’s most vulnerable: workers whose jobs and purchasing power are on the line, simple folk trying to save for the future, the poor who depend on the state.

The abuses and errors coming to light daily are all evidence that our existing system of international economic governance has broken down. To develop a better one, the world’s major developing countries should be called on to join the debate. We have plenty to contribute. Take Brazil. We are ready to do our part, and our economy is better prepared than most to confront the crisis. We have said no to macroeconomic adventurism. Inflation is under control and we are growing steadily. We have plenty of foreign reserves and owe nothing to the International Monetary Fund. This gives us the tools and the peace of mind to withstand the turbulence the crisis will bring.

Brazil is also better prepared to deal with the social and economic dislocation that may ensue. Consider: since I took office in 2003, more than 10 million Brazilians have joined the workforce. Some 20 million have risen out of absolute poverty. Our internal market is expanding, giving us an important economic cushion. Above all, we are redistributing income and reducing social inequality. These advances have nothing to do with luck or a favorable environment. They are the result of hard work by the Brazilian people and their government.

Weaving a broad social safety net is a central part of this endeavor. Our income-transfer program now distributes benefits to 11 million poor families nationwide, on the condition that mothers get prenatal care and parents keep their children in school and vaccinated. Our success shows that individual governments can and must play a vital role in reducing poverty and inequality. And our example in health care and education is already being made available to other countries in Latin America, Africa and Asia facing similar challenges.

That said, no state will escape this crisis on its own. Coordinated actions are needed. Yet they will succeed only if international decision making is redesigned in accordance with new realities; the institutions set up after World War II reflect a balance of power that’s long been superseded. This challenge actually goes far beyond the immediate financial storm. Other threats loom, such as hunger and poverty, the rising price and scarcity of food, the energy crisis and climate change. World commerce remains distorted, and the best means of addressing that—die Doha round of trade talks — could collapse.

Still, none of these obstacles is insurmountable. We all know the solutions, and we have the tools and the resources to succeed. Too often what we lack is political will. Many people today are comparing our current situation with the Great Depression. But we should take those parallels further and should summon the spirit of solidarity that helped create the New Deal, harnessing it to forge a new global pact to roll back poverty and extreme inequality. Contrary to what so many believe, globalization has only increased the economic and social responsibilities of governments. We must renew our commitment to strong multilateralism and we must make that multilateralism more democratic, in order to build agreements that reflect the legitimate interests of all nations. This means, among other things, enlarging the U.N. Security Council and revamping the IMF to provide effective financial support to countries in need.

The United States-by virtue of its size and its economic prowess—is and will continue to be a key player in the global search for common solutions. Washington has played such a decisive role since the end of World War II. Given the challenges and opportunities facing us today, we in the developing world hope that we can once again count on the American people to come to the defense of multilateralism, equality and justice. This is not the time for protectionism, but for progressive action born of generosity and solidarity that will forge collective answers to 21st-century challenges.

Luis Inácio Lula Da Silva is the President of Brazil.

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA)

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DESÁGIO EM LEILÃO DE LINHAS DE TRANSMISSÃO GARANTE TARIFAS MAIS BAIXAS AO CONSUMIDOR (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 25, 2008

24 de Novembro de 2008

Com deságio médio de 16,15%, o governo federal garantiu nesta segunda-feira (24), por meio do leilão de linhas de transmissão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o acesso de 27 novas usinas dos estado de Goiás e Mato Grosso do Sul ao Sistema Interligado Nacional. O conjunto de usinas engloba termelétricas à biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Os deságios registrados resultarão em benefícios ao consumidor, uma vez que a tarifa de uso dos sistemas de transmissão é um dos componentes de custo da tarifa paga pelo consumidor final às distribuidoras, além de contribuírem para maior competitividade do setor produtivo nacional.

Todas as 36 linhas e 22 subestações ofertadas foram arrematadas por empresas e consórcio do Brasil e da Espanha. As propostas apresentadas tiveram deságios que variaram de 10% a 19,15%. As concessões destinam-se à construção, operação e manutenção de aproximadamente dois mil quilômetros de novas linhas de transmissão e 22 subestações. Os empreendimentos vão gerar nove mil empregos diretos e deverão entrar em operação em 18 meses após a assinatura dos contratos de concessão. Os investimentos totais para a construção das linhas estão estimados em R$ 1 bilhão.

Vencedores – No leilão, foram declarados vencedores os consórcios e empresas que ofereceram a menor tarifa para prestação do serviço. A empresa espanhola Cobra Instalaciones Y Servicios arrematou o lote A, composta por 14 linhas de transmissão e sete subestações, com deságio de 18,01%. O segundo lote (B), com nove linhas e sete subestações, foi arrematado pela empresa brasileira Elecnor Transmissão de Energia, com deságio de 10% em relação ao preço inicial. O lote C, integrado por 13 linhas e oito subestações, recebeu a oferta de 19,15% de deságio do consórcio Transenergia Renovável.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República – Nº 731 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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ASSEMBLÉIA DO PARANÁ TEM 15 DIAS PARA VOTAR PACOTÃO – Reforma tributária estadual e outros projetos terão de ser votados às pressas para vigorar em 2010 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Publicado em 24/11/2008

por Kátia Chagas

Os deputados estaduais do Paraná terão apenas 15 dias de sessão para votar um pacote de ROBERTO REQUIÃOprojetos que precisa ser aprovado neste ano para vigorar em 2010. Com exceção do Orçamento do Estado e da mensagem que fixa as regras do Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que normalmente entram em discussão às vésperas do recesso parlamentar, outros temas delicados que poderiam ser debatidos com mais tempo terão que ser votados às pressas.

Os principais projetos que aguardam votação são de autoria do governo do estado e só foram enviados ao Legislativo depois das eleições municipais de outubro.

O primeiro – e o mais polêmico – foi encaminhado no dia 8 de outubro. O governo do Paraná propõe uma reforma tributária, com a redução de 18% para 12% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre 95 mil bens de consumo popular em operações internas.

Em contrapartida, para não perder arrecadação, o governo quer aumentar em dois pontos porcentuais a alíquota do imposto sobre gasolina, energia elétrica, telefonia, bebidas e cigarro.

Pela importância do assunto, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) decidiu promover audiências públicas com representantes da indústria e do comércio antes de votar o projeto em ALEXANDRE CURIplenário. Na última sexta-feira, os deputados foram a Londrina e Maringá.

Em outros municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Ponta Grossa também já foram feitas audiências, mas como existem posições divergentes sobre a mudança na carga tributária, não será um projeto simples de ser votado. Vários deputados já adiantaram que vão apresentar emendas modificando o texto original, o que deve tornar a tramitação mais lenta.

O governo do estado também deixou para a última hora outros quatro projetos que foram enviados na semana passada ao Legislativo e nem começaram a ser discutidos. Dois deles já despertam posicionamentos contrários e dúvidas: a criação de um salário mínimo de R$ 1.392 aos professores estaduais e um projeto misterioso que concede anistia aos servidores públicos ou empregados da administração pública que teriam sido demitidos irregularmente entre os anos de 1983 e 1988, durante o governo José Richa.

A APP-Sindicato dos professores já se manifestou contra a criação do salário mínimo e defende que o governador retire a assinatura da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para derrubar LUIZ CLÁUDIO ROMANELLIo piso nacional de R$ 950 para a categoria fixado pelo governo federal. O sindicato da categoria considera a proposta do piso nacional melhor que o projeto de Requião porque o valor fixado incide sobre os salários de todos os professores em caso de reajuste, ao contrário da proposta do governador.

Outro projeto inusitado é a anistia a funcionários públicos. O texto é truncado e prevê que supostos funcionários que teriam sido perseguidos politicamente no governo Requião retornem aos seus cargos na administração pública.

A oposição ao governo tentou aprovar um requerimento pedindo informações sobre os beneficiados com a proposta, mas foi derrotada pela bancada governista.

Afogadilho

Apesar da complexidade dos assuntos e do tempo escasso para votação, os deputados negam que as votações ocorram no afogadilho. O recesso parlamentar começa no dia 22 de dezembro, mas como cai numa segunda-feira, o final dos trabalhos deve ser antecipado para o dia 18.

O primeiro-secretário da Assembléia, Alexandre Curi (PMDB), disse que a Mesa Executiva diminuiu o recesso parlamentar justamente para evitar que projetos sejam votados às escuras. “Mas mesmo assim, se houver necessidade, serão realizadas várias sessões extraordinárias, que não NELSON JUSTUSsão pagas, para limpar a pauta”, garantiu.

O líder do governo na Assembléia Legislativa, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), considera o prazo de um mês suficiente para discutir tudo e aprovar as mensagens do governo, especialmente a reforma tributária.

Ninguém tem informações, no entanto, sobre o projeto que obriga a Assembléia Legislativa a divulgar a lista dos funcionários e os gastos dos deputados. O presidente da Casa, Nelson Justus (DEM), assumiu o compromisso de aprovar a proposta para dar maior transparência ao Legislativo logo após as denúncias sobre o “esquema gafanhoto”, investigação do Ministério Público Federal de funcionários fantasmas entre 2001 a 2005. Justus prometeu colocar em prática a mudança antes do final do mandato, que termina em fevereiro de 2009, mas até agora o projeto ainda não foi apresentado.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA DO POVO’ (Brasil)

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A MUDANÇA ENFIM COMEÇOU – Após a definição de novas regras para os serviços de saneamento, as operadoras privadas voltam a investir e ampliam a competição no setor (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

13.11.2008

Por Fabiane Stefano

Revista EXAME Rio Claro, município de 185 000 habitantes no interior de São Paulo, decidiu ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - RONDÔNIAtransformar o meio ambiente em aliado para atrair empresas preocupadas com sustentabilidade. Para isso, a cidade fechou, no ano passado, uma parceria público-privada com o grupo Odebrecht destinada à operação e à ampliação do sistema de esgoto local – o que configurou a primeira PPP municipal do Brasil. Atualmente, Rio Claro tem 100% de fornecimento de água tratada e de coleta de esgoto. Porém, apenas 12% do esgoto recebe tratamento antes de chegar ao rio que abastece a cidade. A meta fixada no contrato da PPP é que até 2011 todo o esgoto seja tratado. Rio Claro segue o exemplo da vizinha Limeira, primeira cidade no país a privatizar o serviço de saneamento, 13 anos atrás, e que hoje conta com 100% de fornecimento de água e coleta de esgoto e 80% de tratamento de esgoto. “Além de o município não precisar se endividar para investir em obras, a empresa privada trabalha de modo mais eficiente”, diz Dermeval Nevoeiro Júnior, prefeito de Rio Claro. Esse é um dos exemplos de uma nova rodada de investimentos em saneamento com participação da iniciativa privada – o que tende a levar competição a um setor que passou longo tempo estagnado e quase exclusivamente nas mãos de estatais.

De acordo com a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviços Públicos de Água e Esgoto, operadores privados deverão investir quase 18 bilhões de reais em obras de saneamento até 2017. Isso fará com que o setor privado passe a administrar concessões que atenderão 30% da população urbana brasileira – ante os 9,6% atuais. O valor é significativo, mas ainda insuficiente para resolver as carências do país nessa área. Calcula-se que sejam necessários 200 bilhões de reais para a universalização dos serviços em 20 anos. No atual ritmo de investimentos, inferior a 2 bilhões de reais ao ano, demoraria um século para que todos os brasileiros ganhassem acesso pleno ao saneamento básico. “Não dá para imaginar que o Brasil consiga universalizar os serviços de água e esgoto sem os investimentos da iniciativa privada”, diz Rogério Tavares, superintendente de saneamento da Caixa Econômica Federal, principal fonte de financiamento do setor.

O Brasil padece de índices vergonhosos de saneamento básico. Embora 93% da população urbana tenha acesso à água tratada, menos da metade conta com coleta de esgoto. Para piorar, apenas um terço do material coletado recebe tratamento – número que coloca o Brasil ao lado de países como o Congo, mas bem distante de nações como a Alemanha, que trata 99% dos dejetos. O restante segue diretamente para o mar, rios e córregos ou acaba contaminando lençóis freáticos. A falta de coleta e tratamento provoca doenças infecciosas e parasitárias, especialmente em crianças, elevando os índices de mortalidade. “Para cada 1 real gasto em saneamento, economizam-se 4 reais em saúde”, diz Raul Pinho, presidente do instituto Trata Brasil, que estuda os problemas do setor.

Dinheiro novo no setor

Lentamente, esse cenário desolador começa a mudar. Desde 2003, com a criação do Ministério das Cidades, e mais recentemente com o PAC, o saneamento voltou a receber investimentos públicos, o que elevou ligeiramente o acesso de domicílios à rede de esgoto. O grande impulso ao setor, porém, foi dado no início de 2007, com a aprovação da Lei Geral de Saneamento Básico. A lei regulamentou a atividade e acabou com o poder das companhias estaduais, que dominam o setor.

Com a legislação definida, o setor privado voltou novamente seus olhos para os 5 562 municípios brasileiros, especialmente aqueles em que as concessões estaduais estão prestes a vencer. “O novo modelo obriga a ter eficiência; caso contrário, o município poderá substituir o operador do serviço”, diz Yves Besse, presidente da associação de concessionárias privadas. Apenas no estado de São Paulo, deverão vencer nos próximos dois anos 129 concessões operadas pela Sabesp, companhia controlada pelo governo estadual que atende 366 municípios. As cidades podem, no vencimento das concessões, fazer uma licitação aberta a todos. Hoje, apenas 23 cidades paulistas têm contratos com empresas privadas e outras 256 contam com serviços municipais. É justamente nessa faixa que se encontra um mar de oportunidades para o setor privado. O grupo Odebrecht, por exemplo, acabou de criar sua empresa de saneamento, que já reúne sete concessões no setor, incluindo as de Rio Claro e Limeira. A companhia analisa 25 municípios que devem abrir licitações para conceder os serviços. “Temos 1,5 bilhão de reais em capital próprio para investir em novas concessões nos próximos três anos”, diz Fernando Reis, presidente da Odebrecht Engenharia Ambiental. Quem também tem plano ambicioso no setor é o grupo espanhol OHL. “Para ter uma idéia do nosso potencial em saneamento, é só olhar nossos investimentos em rodovias”, diz Paulo Roberto de Oliveira, presidente da OHL Meio Ambiente Brasil. Por ora, a OHL administra 3 226 quilômetros em nove concessões rodoviárias no país, mas é dona de apenas dois contratos de esgoto no interior de São Paulo: em Ribeirão Preto e Mogi Mirim. Este último foi assinado em setembro, em parceria com a Sabesp, e prevê um investimento de 36 milhões de reais para o tratamento, até 2010, de metade do esgoto da cidade de 84 000 habitantes, que hoje lança sem cuidado os dejetos no rio Mogi Mirim. Os planos da OHL no setor incluem conquistar cinco concessões no médio prazo e investir 600 milhões de reais. (Apesar de o investimento privado em saneamento básico ser uma boa notícia, o histórico das relações entre empresas e poder público mostra que esse pode ser um caminho tumultuado. Recentemente, o grupo Odebrecht, juntamente com CBPO e Cliba, foi condenado pela Justiça a devolver 160 milhões de reais aos cofres da prefeitura de São Paulo por irregularidades nos contratos de coleta de lixo. A Odebrecht já anunciou que vai recorrer da decisão.)

A chegada da concorrência cria nova pressão sobre as estatais. “Temos vantagens comparativas, mas OBRAS DE SANEAMENTO BÁSICO - CACOAL - RONDÔNIAas empresas privadas estão com bastante apetite e disposição, o que vai exigir de nós mais eficiência e redução de custos operacionais”, diz Gesner de Oliveira, presidente da Sabesp. A competição pode ser também uma oportunidade para as estatais, em particular as mais competitivas. Até a aprovação do novo marco regulatório, as estatais eram proibidas de investir fora de seu território. Isso mudou. A Copasa, de Minas Gerais, atua em 611 municípios e já vislumbra transpor as fronteiras estaduais. “Vamos buscar oportunidades em estados onde há municípios que não estejam bem servidos”, diz Ricardo Simões Campos, diretor financeiro da Copasa.

Mais saneamento, mais saúde

Não é apenas no Brasil que a iniciativa privada engatinha no setor de saneamento. Segundo o escritório de advocacia inglês Pinsent Masons, especialista em projetos na área, no ano passado operadores privados proviam serviços a 706 milhões de pessoas, o que representa apenas 11% da população mundial. Até 2015, a participação deverá ser elevada para 16%. Proveniente de capital privado ou não, a experiência internacional mostra que o saneamento exige investimentos pesados e vigilância permanente da qualidade dos recursos hídricos. O caso do Tâmisa, cartão-postal de Londres, mostra que não se pode vacilar quando o assunto é contaminação de rios. Apesar de o primeiro plano de saneamento de Londres datar do século 19, o Tâmisa foi considerado biologicamente morto há cerca de 50 anos. Foram necessárias então duas décadas para despoluir o rio, onde hoje é possível até pescar. Tudo isso, naturalmente, tem preço. A companhia Thames Water, privatizada em 1989, investe por ano 1,5 bilhão de dólares em projetos de água e esgoto na capital inglesa. A exemplo do que ocorreu em Londres, São Paulo também tenta recuperar o maior rio que corta a cidade. O projeto de despoluição do Tietê já consumiu 3 bilhões de reais e 16 anos em obras e ainda está longe do fim. A terceira fase do plano começará no ano que vem, com conclusão prevista para 2015, e requisitará mais 800 milhões de dólares. Se os peixes voltarem a povoar o rio, como ocorreu em Londres, o dinheiro terá sido bem gasto – e o sucesso poderá estimular ações semelhantes Brasil afora.

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PUBLISHED BY ‘PORTAL EXAME’ (Brasil)

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ANDRÉ APRESENTA PROJETOS ESTRATÉGICOS – Governador defende integração de Mato Grosso do Sul à América do Sul em seminário internacional (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

14.Nov.2008

Milão – O governador André Puccinelli apresentou os projetos estratégicos de desenvolvimento de Terça-feira, 7 de agosto de 2007 - O governador André Puccinelli (PMDB) assinou incentivos fiscais para que o Grupo Santa Isabel possa construir usina de álcool em Novo Horizonte do Sul - Foto - Kelly VenturiniMato Grosso do Sul durante o Seminário Internacional “Sistema infra-estrutural e fatores de desenvolvimento da América Latina”, realizado na Câmara de Comércio de Milão, na Itália.

O encontro foi aberto pelo ministro do Planejamento do Brasil, Paulo Bernardo, e contou com a participação de representantes da Comissão Européia (Bruxelas), Stefano Sannino; do ministro da Infra-estrutura da Itália, Altero Mattiolli; ministro de Obras Públicas do Chile, Juan Edurado Saldivia; além de dirigentes da Corporação Andina de Fomento (CAF), governo da Colômbia, do México, Sistema de Integração Econômica Centro-americana, BID e outros bancos de fomento, como o Eurogroup.

Com o ministro Paulo Bernardo na platéia, o governador destacou a localização estratégica de Mato Grosso do Sul, no meio do caminho das rotas bioceânicas que ligarão o porto de Santos aos portos chilenos de Arica e Iquique, lembrando que o Estado é, na verdade, um grande centro de produção de alimentos, energia renovável, minérios e madeira, com enormes possibilidades de investimento, sobretudo na área de infra-estrutura.

O governador disse que a pavimentação de rodovias (BRs 040 e 359), mais a construção de ferrovias (Maracaju-Paranaguá e Panorama (SP) até Porto Murtinho), além do alcoolduto e produção de energia elétrica, através de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), criam condições ideais para o aporte de recursos privados por meio de PPPs (parcerias público privadas).

O governador mencionou as belezas naturais de Mato Grosso do Sul, sem iguais no mundo todo, destacando que os governos do Brasil e de Mato Grosso do Sul, trabalham juntos para dotar o Estado da infra-estrutura necessária para seu rápido desenvolvimento.

Puccinelli falou em italiano, garantindo que o Estado tem políticas de desenvolvimento eficientes que priorizam a geração de empregos e de infra-estrutura, com importância secundária para a carga tributária. Nesse sentido, convidou os empresários e investidores para conhecerem as oportunidades que o Estado oferece, principalmente na área de geração de energia renovável – etanol, energia elétrica de biomassa (cana) e de hidrelétrica (PCHs).

O seminário sobre a integração latino-americana debateu as formas de integração da região, unindo, através de rotas rodoviárias, hidroviárias e ferroviárias, os dois oceanos. André lembrou que Campo Grande foi sede, recentemente, do Fórum da Rota Rodoviária Inter-oceânica que deve inaugurar em março de 2009, o último trecho da primeira rodovia totalmente asfaltada que irá de Santos (SP) até Arica (Chile), com cerca de 6 mil quilômetros.

Logo após o Fórum, foram realizadas diversas mesas redondas setoriais que uniram empresários, governantes e interessados em questões como os bio-combustíveis, carne, produção agrícola e tecnologia para pequenas e médias empresas.

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PUBLISHED BY ‘O PROGRESSO’ (MS – Brasil)

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