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Archive for the ‘SETOR EXPORTADOR’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO NEGRO, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O MUNICÍPIO DE NITERÓI, O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PA, PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PC do B), PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA (PCO), PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL (PMN), PARTIDO DA REPÚBLICA (PR), PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (PSDB), PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PMDB), PARTIDO DOS DEMOCRATAS (PD), PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), PARTIDO POPULAR SOCIALISTA (PPS), PARTIDO PROGRESSISTA (PP), PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB), PARTIDO SOCIAL CRISTÃO (PSC), PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO (PSDC), PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL), PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB), PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO (PSTU), PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO (PTB), PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC), PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL (PT do B), PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL (PTN), PARTIDO VERDE (PV), PARTIDOS POLÍTICOS - BRASIL, PB, PE, PECUÁRIA, PECULATO, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PETRÓLEO, PI, POLÍCIA FEDERAL, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, PORTOS, PR, PREVARICAÇÃO, PRODUTO INTERNO BRUTO, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAJUSTES SALARIAIS, RECEITA FEDERAL - BRASIL, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, RJ, RN, RO, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, RR, RS, SAÚDE E ATENDIMENTO MÉDICO, SANEAMENTO BÁSICO, SC, SE, SEMENTES TRANSGÊNICAS, SENADO, SETOR EXPORTADOR, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SISTEMA PRIVADO DE SAÚDE, SP, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TARSO GENRO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, TAXAS DE DESEMPREGO, TELEFONIA - FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

PETROBRAS EXPORTA VOLUME RECORDE DE ÓLEO EM DEZEMBRO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

Terça, 13 de Janeiro de 2009 – 16h04

por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘PORTAL CORREIO DA PARAÍBA’ (Brazil)

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Posted in A QUESTÃO ENERGÉTICA, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENERGY INDUSTRIES, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, PETRÓLEO, PETROL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, REFINERIES - PETROL/BIOFUELS, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

EXPORTAÇÕES DO DISTRITO FEDERAL CRESCERAM 103% NO ANO PASSADO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

13/01/2009 21:56

Correio Braziliense

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’

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Posted in AGRICULTURE, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, CIDADES, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DF, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

CHILE DEVE VOLTAR A COMPRAR CARNE SUÍNA DE SC – EXPORTAÇÕES PARA O PAÍS SUL-AMERICANOS ESTAVAM SUSPENSAS DESDE 2005 (Brazil/Chile)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

14/01/2009 – 01h30min

DIÁRIO CATARINENSE

PUBLISHED BY ‘A NOTÍCIA’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, CHILE, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIES, INTERNATIONAL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, PORK, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

FRIGORÍFICO ARANTES PEDE ‘CONCORDATA’ – ARANTES PERDE COM DERIVATIVO E PEDE RECUPERAÇÃO JUDICIAL – A DÍVIDA INCLUÍDA NO PROCESSO É DE CERCA DE R$ 1,5 BILHÃO REFERENTE A DÉBITOS COM FORNECEDORES E BANCOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

13/01/2009

por Alda do Amaral Rocha, de São Paulo

PUBLISHED BY ‘VALOR ECONÔMICO’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD PRODUCTION (human), INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MEAT, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS, UNEMPLOYMENT | Leave a Comment »

EM BRINCADEIRA, LULA AMEAÇA JOGAR SAPATO EM JORNALISTAS – PRESIDENTE PARTICIPOU DA ABERTURA OFICIAL DA 36ª COUROMODA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 13h57min

G1

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A PRESIDÊNCIA, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, GARMENT INDUSTRIES, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

O MAIOR TOMBO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008

por Celso Ming

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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Posted in A BOLSA DE VALORES, BANKING SYSTEM - USA, BANKING SYSTEMS, BANKRUPTCIES - USA, BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, FINANCIAL CRISIS - USA - 2008/2009, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, HOUSING CRISIS - USA, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIAL PRODUCTION - USA, INDUSTRIES, INDUSTRIES - USA, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE LAST DAYS OF GEORGE WALKER BUSH - 2008/Jan. 2009, USA | Leave a Comment »

EMPRESAS PARAIBANAS INCORPORAM CADA VEZ MAIS A TECNOLOGIA EM SEUS NEGÓCIOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

Quarta, 31 de Dezembro de 2008 – 11h42

Correio da Paraíba

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA – PORTAL CORREIO’ (Brazil)

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Posted in BRASIL, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PB, POLÍTICA REGIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

GOVERNO FEDERAL AVALIA AJUDA AO SETOR CALÇADISTA – PLANO PARA CONTER O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA ATUARÁ EM SETORES ESPECÍFICOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

01/01/2009 – 08h40min

RÁDIO GAÚCHA

PUBLISHED BY ‘A NOTÍCIA’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MINISTÉRIO DO TRABALHO INCLUI MAIS 19 PROPRIEDADES NA LISTA SUJA DO TRABALHO ESCRAVO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 31, 2008

30 de Dezembro de 2008 – 17h22

por Luana Lourenço – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Consulte aqui a lista completa do trabalho escravo.

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Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ALIMENTOS PROCESSADOS, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CORRUPÇÃO - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, PECUÁRIA, POLÍCIA FEDERAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, SLAVERY, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

CONAB APOSTA EM ESTOQUES PÚBLICOS COMO ESTRATÉGIA E REGULAÇÃO DE MERCADO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29 de dezembro de 2008 – 09:03h

Assessoria

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Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

RECEITA BRUTA DAS LAVOURAS DE MATO GROSSO FOI DE R$ 22 BILHÕES ESTE ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30 de dezembro de 2008 – 09:14h

A Gazeta

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Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN WORK FORCE - LEGAL, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, NATIONAL WORK FORCES, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PECUÁRIA, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET | Leave a Comment »

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA LIBERA MAIS R$ 222 MILHÕES PARA CAFEICULTORES – NESTE ANO JÁ FORAM REPASSADOS AOS AGENTES FINANCEIROS R$ 2,1 BILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

24/12/2008 – 11h20min

Agência Brasil

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IAGRO CONSIDERA VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA JUNTO COM O PARAGUAI UM SUCESSO – CERCA DE 740 MIL BOVINOS FORAM VACINADOS NA REGIÃO DE FRONTEIRA DE MATO GROSSO DO SUL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008 – 14h51min

Luiz Patroni – Campo Grande (MS)

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AUMENTA INADIMPLÊNCIA NO PAGAMENTO DE MULTAS POR CRIMES AMBIENTAIS – INFRAÇÕES APLICADAS DE JANEIRO A OUTUBRO DESTE ANO SOMAM R$ 3,4 BILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008 – 13h28min

Letícia Luvison – Brasília (DF)

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INADIMPLÊNCIA DO SETOR AGRÍCOLA DEVE FECHAR O ANO EM 3% – BANCO DO BRASIL ESTIMA QUE ÍNDICE DE DÉBITOS DEVE SER 1,6% MENOR EM RELAÇÃO A 2007, MAS CONFEDERAÇÃO DE AGRICULTURA E PECUÁRIA DISCORDA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008 – 16h18min

Daniela Castro – Brasília (DF)

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GOVERNO JÁ APLICOU R$ 363 BILHÕES NA ECONOMIA PARA CONTER CRISE (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

Domingo, 21 de Dezembro de 2008 – 10h12

Da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA’ (Brasil)

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AGRONEGÓCIO:APEX AUMENTARÁ ORÇAMENTO EM R$ 100 MI PARA ACIONAR EXPORTAÇÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 20:03

Safras & Mercado

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CAFÉ:RESOLUÇÕES PUBLICADAS NO DIÁRIO OFICIAL BENEFICIAM PRODUTORES RURAIS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 18:11

C. B. L.

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

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Posted in A PRESIDÊNCIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, COFFEE, COMMERCE, COMMERCIAL PROTECTIONISM, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INTERNATIONAL, MACROECONOMY, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, POLÍTICA REGIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SC, SETOR EXPORTADOR, STATE TARIFFS | Leave a Comment »

COOPERATIVAS NO PR SAEM ILESAS EM ANO DE CRISE (PR – Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

por Flávio Laginski

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE’ (Brazil)

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TRÊS LAGOAS – FÁBRICA DE CELULOSE SERÁ INAUGURADA NO MÊS DE MAIO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19.Dez.2008

CLIC RBS

PUBLISHED BY ‘O PROGRESSO’ (MT – Brazil)

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NEGOCIAÇÃO DA SAFRA POR CONTRATO DE OPÇÃO CRESCE 238% NO ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 14:00h

Assessoria

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

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SORRISO: AGRONEGÓCIO IMPULSIONA EXPORTAÇÕES E VOLUME ULTRAPASSA US$264 MILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 07:50h

Só Notícias – Leandro J. Nascimento

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PLANTIO DE SOJA CHEGA A 97% DE ÁREA NO PAÍS, APONTA AGRURAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 17:00h

AgRural

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ÍNDIOS ‘PEITAM’ JUSTIÇA TROCAM TIROS COM POLÍCIA E FAZEM REFÉM EM MT (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

20 de dezembro de 2008 – 19h16

Olhar Direto

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FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR É RECORDE NO BRASIL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO DEVEM CHEGAR A US$ 73 BI (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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NEGOCIAÇÃO DA SAFRA AGRÍCOLA POR CONTRATO CRESCE 238% (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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BRAZIL GDP GROWTH SPEEDS UP TO 1.8 pct IN 3rd qtr

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

12.09.08, 06:23 AM EST

Reporting by Rodrigo Viga Gaier, Writing by Todd Benson; (+55/11 5644-7703); Reuters Messaging: Todd Benson, Editing by Walker Simon – Thomson Financial News

PUBLISHED BY ‘FORBES’

SAO PAULO, Dec 9 (Reuters) – Brazil’s economic growth unexpectedly accelerated to 1.8 percent in the third quarter from the second, the government said on Tuesday, as the country showed signs of resisting the global downturn.

The expansion of the gross domestic product was faster than the 1.6 percent expansion in the second quarter from the first, the government’s statistics agency IBGE said.

GDP had been expected to grow 1.2 percent in the third quarter, according to a median forecast of 17 economists polled by Reuters. Estimates ranged from 0.4 percent to 1.4 percent growth.

On an annual basis, GDP expanded a robust 6.8 percent in the third quarter compared with the same period in 2007 , after posting a revised year-on-year growth of 6.2 percent in the second quarter.

The result was stronger than the the 5.6 percent year-on-year GDP median growth forecast in the Reuters poll. Estimates ranged from 4.2 percent to 6.0 percent.

Copyright Thomson Reuters 2008. All rights reserved.

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PUBLISHED BY ‘FORBES’ (USA)

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SINDICATO DOS METALÚRGICOS DO ABC NÃO ACEITARÁ DEMISSÕES POR CONTA DA CRISE FINANCEIRA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 8, 2008

Segunda-feira, 8 de dezembro de 2008, 15:55

por Carolina Lopes – Diário OnLine

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, afirmou nesta segunda-feira, durante entrevista coletiva em São Bernardo, que o forte crescimento do setor automobilístico nos últimos anos não permite que as montadoras promovam demissões sob a justificativa da crise financeira internacional.

“Desde 2003, tem havido um ”boom” na produção da indústria automobilística no País [que, segundo dados do sindicato, passou de 1,83 milhão de unidades em 2003 para 3,27 milhões este ano]. Por isso, acreditamos que não há sentido fazer demissões nesse momento. Nós temos mecanismos para atravessar 2009 inteiro sem que haja demissões, mas isso se as empresas tiverem responsabilidade social. A montadora que demitir sem buscar alternativas vai comprar briga conosco”, afirmou Nobre.

Mesmo se a crise se agravar no Brasil e as empresas começarem a registrar queda na produção, Nobre explicou que outras medidas poderão ser adotadas para preservar o emprego dos trabalhadores.

“As montadoras podem dar férias normais ou coletivas, podem suspender o contrato de trabalho temporariamente para realizar treinamentos com os funcionários, podem liberar banco de horas e, ainda, reduzir a jornada de trabalho. Mas aqui, infelizmente, antes de as empresas usarem esses mecanismos, elas já começam a falar em demissões”, reclamou.

Para ele, quem promover cortes agora pode perder competitividade. “Isso porque existe a possibilidade de a crise não se confirmar no País. Assim, as empresas que demitirem terão de contratar novos funcionários e treiná-los. Como o setor é extremamente competitivo, nesse intervalo elas poderão perder mercado”, disse.

Impactos – De acordo com o presidente do Sindicato, os três primeiros meses do ano são um período, sazonalmente, mais fraco em relação à produção das indústrias automotivas. Por esse motivo, apenas no final do primeiro trimestre de 2009 é que o setor terá uma visão clara dos impactos da crise.

“Qualquer coisa que se fale agora sobre a crise é especulação, profecia. Apenas no final do primeiro trimestre é que ficará claro qual o real impacto dela no setor. Em um ambiente de crise, esse período será de incertezas e dificuldades, mas temos de trabalhar com racionalidade”, afirmou.

Menos afetada – Segundo a entidade, o nível de emprego na indústria automobilística em São Bernardo cresceu 4,5% entre 2003 e 2008, enquanto em todo o País o incremento foi de 37,8%. Com base nesses dados, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC acredita que, caso ocorram demissões no ano que vem, a região será menos afetada.

“Houve um crescimento saudável do emprego em São Bernardo. Isso é bom porque, em momentos de crise, caso haja uma freada brusca no setor, o impacto não será tão forte na região quanto no interior de São Paulo e em outros Estados”, afirmou Nobre.

De acordo com o presidente da entidade, a média histórica de homologações das demissões realizadas pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC é de 450 por mês e, pelo menos por enquanto, não houve alteração nesse número por conta da crise.

“Cada um deve cumprir seu papel” – Sérgio Nobre afirmou que a falta de crédito foi o primeiro impacto da crise no setor automotivo, que depende de financiamentos para se manter. Por isso, ele ressaltou a importância das intervenções do governo para irrigar a economia e estimular o consumo.

“A situação está mais difícil para o consumidor. Antes, ele conseguia comprar um carro com uma entrada mínima e financiava o restante em 60 meses. Agora ele precisa dar 30% de entrada e só consegue parcelar em 36 vezes. Por isso, acredito que as intervenções têm de ser feitas. É preciso garantir crédito e animar o consumidor, pois se ele achar que tudo está perdido, tende a poupar e se retrair”, afirmou.

Entretanto, segundo ele, a ajuda não deve partir apenas do governo. “Não só a ajuda dos governos federal e de São Paulo, que já liberaram R$ 8 bilhões, será importante. Os empresários devem manter os investimentos e fazer promoções, enquanto os novos prefeitos da região devem continuar investindo em obras de infra-estrutura. O País tem tudo para sair bem dessa crise, mas apenas se cada um fizer o seu papel”, concluiu.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

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BNDES LIBERA R$ 10 BILHÕES PARA CAPITAL DE GIRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

30/11/2008 às 08:30:02 – Atualizado em 30/11/2008 às 17:21:53

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

Agência Estado

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anuncia na segunda-feira (1º) uma linha de financiamento a capital de giro, com nova injeção de recursos de R$ 10 bilhões para o setor produtivo. Será mais uma medida do governo para tentar manter inalterado o nível de investimentos no País, apesar da crise. Do volume recorde de R$ 90 bilhões que o banco estima liberar este ano, pelo menos R$ 51,2 bilhões virão de reforços extras em seu caixa.

A escassez de recursos no mercado elevou a importância do banco estatal – principal veículo financiador das empresas nacionais – na economia. O BNDES aumentou sua participação no crédito à exportação para suprir a seca das Antecipações de Contratos de Crédito (ACCs); passou a oferecer empréstimo-ponte para garantir novos projetos; elevou sua participação em projetos industriais e se dispôs a entrar como debenturista ou acionista no capital de empresas em dificuldades.

“Vai haver um momento em que o governo, que orienta o banco, decidirá o que é mais conveniente: ou o BNDES fica restrito, atuando de forma mais segmentada e seletiva, ou aumenta o seu funding. Considerando a característica o longo prazo, é possível que o nível do banco tenha de ficar sistematicamente acima da capacidade atual”, disse o diretor financeiro do banco, Maurício Borges Lemos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

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IRGA: RS TEM 96,6% DE LAVOURAS SEMEADAS DE ARROZ – Resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

28/11/2008 – 19h55min

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brasil)

Na última semana de RICE CROPnovembro, a semeadura de arroz no Rio Grande do Sul totaliza 96,6% — 1,06 milhões de hectares em cultivo. Segundo o Instituto Riograndense do Arroz (Irga), este resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual, em comparação com a do ano passado. Apesar da estiagem que preocupa os arrozeiros, é cedo para falar em prejuízos.

No que tange ao desenvolvimento das lavouras, até agora, os grãos em estágio de emergência já totalizam 328,1 mil hectares, compreendendo 31,2% de área plantada no Estado. As plantas mais desenvolvidas (vegetativo) já alcançam 729,4 mil ha (68,9%), contra 575,4 mil obtidos na semana passada.

Para o presidente do Irga, Maurício Miguel Fischer, a germinação das sementes passa por um momento arriscado, gerando despesas com energia, água e controle de invasoras para o produtor, que precisa banhar as lavouras:

— Com a falta de chuva, a emergência das sementes não se dá de forma parelha, gerando atraso nesta última etapa do plantio.

Conforme o último levantamento da instituição, apenas 11 municípios gaúchos já concluíram o plantio de arroz.

Mesmo com falta de chuvas abundantes no período, o RS aumentou em 19,8 mil hectares a extensão das áreas cultivadas de arroz. A partir deste sábado, deve voltar a chover no Estado.

As informações são do site do governo do Estado.

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BALANÇO DE PAGAMENTOS TEM DÉFICIT DE US$ 8,6 BILHÕES, DIZ BC (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

24/11 – 10:59

SÃO PAULO, 24 de novembro de 2008 – O balanço de pagamentos registrou déficit de US$ 8,6 HENRIQUE MEIRELLESbilhões em outubro, segundo Nota do Setor Externo divulgada nesta manhã pelo Banco Central (BC). As transações correntes apresentaram déficit de US$ 1,5 bilhão, acumulando, nos últimos doze meses, saldo negativo de US$ 26,6 bilhões, equivalentes a 1,71% do Produto Interno Bruto (PIB).

No mês, o superávit comercial atingiu US$1,2 bilhão e a conta financeira apresentou saídas líquidas de US$ 8,5 bilhões, destacando-se os ingressos líquidos em investimentos estrangeiros diretos, US$ 3,9 bilhões, e as remessas líquidas de investimentos estrangeiros em carteira, US$ 7,9 bilhões.

A conta de serviços ficou novamente deficitária em US$ 980 milhões, resultado 26,7% inferior ao apresentado no mesmo mês de 2007. O item viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$ 295 milhões, redução de 38,4% na mesma base de comparação, resultante do crescimento de 9,8% nos gastos de não-residentes em viagens ao Brasil e diminuição de 15,5% nos gastos de brasileiros em viagens ao exterior. No período analisado, as despesas líquidas com transportes apresentaram retração de 3,1%, somando US$ 364 milhões.

Dentre os demais itens da conta de serviços, destacaram-se elevações nas remessas líquidas de aluguel de equipamentos, 56,3%, e de seguros, 137,6%; reduções nas remessas líquidas em royalties e licenças, 24,8%, e computação e informação, 7,8%; e a elevação nas receitas líquidas de serviços financeiros, 71,6%. Os outros serviços registraram ingressos líquidos de US$ 886 milhões, 37,3% acima do resultado de outubro do ano anterior. (Redação – InvestNews)

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PUBLISHED BY ‘GAZETA MERCANTIL’ (Brasil)

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ENTREVISTA – IDELI SALVATI “A TORNEIRA DO JEITINHO FOI FECHADA” – Para senadora, as novas normas para o setor portuário devem aumentar concorrência na área

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

20 de julho de 2008 : 01h00m

por Karla Correia

BRASÍLIA

Com a edição do decreto 6.620, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 29 de outubro, a SENADORA IDELI SALVATIiniciativa privada passou a poder explorar portos destinados a movimentar cargas de terceiros, mediante concessão do serviço – definido como público na Constituição – por processo licitatório. Para quem olha de fora do setor, trata-se de uma boa notícia para qualquer empresa interessada no lucrativo setor de transporte marítimo, mas a possibilidade de seleção de empresas privadas para as concessões, em contratos de 25 anos, prorrogáveis por mais 25, dividiu a iniciativa privada em uma batalha acirrada que se refletiu nos debates travados no plenário do Senado. Ao Jornal do Brasil, a líder do bloco governista no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC) afirma que o decreto será capaz de atrair investimentos privados para o setor, ao estabelecer regras claras e um ambiente igualitário de concorrência entre as empresas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Qual a principal mudança que o decreto 6.620 traz para a exploração dos portos?

Em primeiro lugar, a gente tem que ter em mente que a operação de portos para transporte de carga é serviço público, isso é definido pela Constituição. A legislação permitia às empresas construirem portos para o transporte de sua própria produção e, para aproveitar a ociosidade das instalações, transportar de forma residual carga de terceiros. Certos empresários se aproveitaram dessa flexibilidade da lei, montaram seus portos e acabaram fazendo com que a carga de terceiros representasse 90%, 95% de sua movimentação. Isso sem se submeter às exigências da lei, que incluem a contratação de mão de obra do Ogmo (Órgão Gestor de Mão-de-Obra dos Portos), o pagamento de certas taxas, mais uma série de regras. O decreto acaba com essa janela e determina que qualquer porto privado pode fazer transporte de carga de terceiros, desde que passe por processo licitatório para concessão de serviço público.

Que tipo de problemas essa flexibilização nas normas acarretava para o setor?

Estava instalada uma concorrência profundamente desleal entre os portos. De um lado estavam os públicos e aqueles que seguiam a legislação à risca. Do outro, os que se aproveitavam da brecha da lei e não tinham os mesmos gastos dos demais – que é de onde vem a oposição ao decreto, hoje. No meu Estado, Santa Catarina, a gente pode ver a concretização desse problema. O porto público de Itajaí, onde nós tivemos um grande volume de investimentos dentro das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), de correção de mole, aprofundamento do canal. Foram mais de R$ 100 milhões aplicados no porto de Itajaí. Do outro lado do rio, na margem esquerda você tem o Portonave, que se instalou como porto privativo, com carga própria e que hoje tem ampla maioria de sua movimentação como carga de terceiros. Então, como eles não seguem nenhuma das regras, tem dias que encostam três navios no Portonave e nenhum no porto público. E eles só se instalaram lá porque o dinheiro público fez as obras. Eles se beneficiaram das obras, da dragagem, das reformas todas e não seguem nenhuma regra. Como o decreto estabelece as regras de forma muito clara, essa rapaziada chiou muito. Mas não tem o que chiar.

Uma das reclamações mais freqüentes é a insegurança daqueles que adquiriram terrenos a beira-mar para investir na construção de portos e que, agora, podem perder esses terrenos se não vencerem as licitações…

Quem já é dono de terreno a beira-mar também não tem do que reclamar. Se, por exemplo, na minha propriedade há uma bela cachoeira, com potencial para gerar muita energia, vai haver uma licitação. Eu posso até concorrer na licitação, ganhar e colocar uma usina, uma PCH (pequena central hidrelétrica), na minha propriedade. Mas eu tenho de participar da licitação. Se eu não ganhar, há a desapropriação do terreno e pronto. A regra é essa. Vale, a partir de agora, também para os portos.

Também existe a crítica de que o novo decreto favoreceria um cartel de empresas na exploração dos portos. Isso é possível?

Pode haver cartéis dos dois lados de interesses envolvidos nessa questão. Essa é uma briga de cachorro grande, de setores econômicos com muito recurso. Mas você tem de seguir o que a Constituição estabelece. Esse foi o meu debate com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que se opôs ao decreto: se você quer mudar o marco regulatório, não há nenhum problema debater se o porto não tem mais de ser serviço público concessionado. Só que mudar isso é mudar a Constituição. Não me venha como emenda simples ou medida provisória. Me apresente uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que tem rigor na tramitação, precisa de maioria absoluta em dois turnos, nas duas Casas para a gente poder mudar. Se quiser, vai ter mudança. Mas tem que acontecer pelo instrumento legislativo adequado, seguindo a regra para mudar o que diz a Constituição.

Como o enrijecimento das regras para exploração dos protos pode ser capaz de atrair investimentos para o setor?

Não é que a regra seja apenas mais rígida. Ela é, agora, mais clara. Foi fechada a torneirinha do jeitinho na exploração. A atividade, agora, tem obrigatoriamente que retratar o que está na Constituição: transporte de carga nos portos é serviço público e, para ser aberta ao setor privado, deve passar por licitação. Além do mais, a regra clara, transparente, dá mais segurança ao mercado, ao investidor sério. Ao não seguir as regras, ao não precisar contratar o pessoal do Ogmo, a lucratividade fica maior, é obvio. Mas isso prejudica quem recebeu uma concessão e segue as normas. Não tem como continuar nesse jogo de duas regras. O “jeitinho” atendeu a um determinado grupo que tinha recursos para aplicar, mas deixou muito inseguro o outro grupo, de investidores grandes, mas que aplicaram dentro da regra de licitação. Você tranqüilizou quem já estava agindo dentro da regra e trouxe a turma do jeitinho para dentro da regra. O que o decreto fez, basicamente, foi não deixar haver uma lucratividade diferenciada para quem não segue as normas.

Nesse novo cenário, o governo deve manter os investimentos previstos para o setor no PAC?

Acredito que os investimentos continuarão. As obras federais estimulam o investimento privado. Foi o caso de Itajaí, onde tivemos R$ 100 milhões em investimento público e, da iniciativa privada, somando todos os terminais instalados ao longo do rio, veio algo em torno de R$ 1,2 bilhão em investimentos. A própria Portonave investiu R$ 400 milhões. Isso foi mobilizado porque houve aquelas melhorias na condição do porto público. Em Imbituba (SC), houve a mesma coisa. O governo está fazendo a retificação dos moles e vai fazer a dragagem. E, lá, nós já tivemos investimentos da Santos Brasil de quase R$ 300 milhões. Então, nós pusemos algo em torno de R$ 30 milhões, se muito, no porto. E a iniciativa privada respondeu investindo quase dez vezes esse valor.

Esse volume de recursos investidos conseguiu afastar o fantasma de um apagão portuário no médio prazo?

Não existe mais esse risco. Há um fator negativo nessa afirmação porque, infelizmente, nós vamos ter uma diminuição do crescimento do PIB no próximo ano – o que reduzirá a pressão pela demanda portuária. Mas ao mesmo tempo, o governo está se comprometendo a manter o nível de investimentos no setor. E mesmo sem contar com a redução da demanda já se podia afirmar em recuperação da infra-estrutura portuária. O grande exemplo que ilustrava o risco de um apagão no setor eram as filas que se formavam no porto de Paranaguá (PR). Não existem mais filas. E os exemplos de investimentos privados são muito contundentes. Acho que esse risco foi definitivamente apagado.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL DO BRASIL’

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SIDERURGIA: SAMARCO, DA VALE, REDUZ PRODUÇÃO DE PELOTA

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

21/11 – 21:23

Redação – InvestNews

SÃO PAULO, 21 de novembro de 2008 – A joint venture não-consolidada da Vale, a Samarco, na qual a empresa possui participação acionária de 50%, ajustará a produção de pelotas de acordo com as condições de mercado atuais. A Samarco, cuja capacidade nominal de produção é igual a 21,6 milhões de toneladas métricas de pelotas por ano, reduzirá dois terços da produção de pelotas do final de novembro a meados de janeiro de 2009. A terceira planta da Samarco, que iniciou as operações em abril e que possui capacidade nominal de produção de 7,6 milhões de toneladas métricas por ano, continuará a operar.

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PUBLISHED BY ‘INVESTNEWS’ (Brasil)

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CUSTOS DA PECUÁRIA SUBIRAM 30,56% ATÉ AGOSTO – Segundo o estudo, o sal mineral continua sendo o item mais caro dos custos de produção da pecuária (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

O COE (Custo Operacional Efetivo) da pecuária de corte apresentou alta de 1,33% em agosto, acumulando elevação de 30,56% nos oito primeiros meses deste ano, segundo informações que estão na edição de outubro dos Ativos da Pecuária de Corte, publicação elaborada pela CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil) em parceria com o Cepea/USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo). Dos dez Estados que fazem parte da pesquisa, Rondônia foi o que apresentou a maior variação do COE neste ano, de 40,95%, seguido por Paraná (40,84%) e Pará (35,77%).

Segundo o estudo, o sal mineral continua sendo o item mais caro dos custos de produção da pecuária, com aumento de 92,72% no ano. A pesquisa aponta também que o COT (Custo Operacional Total) em 2008 aumentou 26,93% na média nacional. Em agosto, o COT subiu 1,56%. Entre as regiões pesquisadas, a maior expansão foi verificada no Paraná, onde os custos totais subiram 36,37%. Já a arroba do boi gordo teve valorização de 26,35% na média Brasil. O levantamento da CNA e do Cepea aponta que os pecuaristas de Rondônia tiveram a maior alta nos preços pagos pelo boi, que chegou a 38,51% de janeiro a agosto deste ano.

Agência Estado

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PUBLISHED BY ‘CAMPO NEWS’ (Brasil)

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VALOR DA PRODUÇÃO PAULISTA DEVE CHEGAR A R$ 37,7 BILHÕES – Estimativa foi feita pelo Instituto de Economia Agrícola e a Cati, que pesquisaram 50 produtos (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

Da Redação

A estimativa preliminar do valor da produção agropecuária do estado de São Paulo em 2008 é de R$ 37,7 bilhões, o que corresponde a um incremento de 18,4% em relação a 2007, em termos correntes, e de 11,6% em valores reais, quando descontada a inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O aumento estimado do valor total paulista em 2008 deve-se principalmente à elevação dos preços da maioria dos produtos, conclui o estudo realizado pelos pesquisadores do IEA (Instituto de Economia Agrícola) e da Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), ambos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista.

Estima-se que, sem a cana-de-açúcar, o valor da produção paulista, em 2008, contabilize R$ 24,9 bilhões, o que significará um volume 22% maior em valor corrente e 15% em valor deflacionado, em relação a 2007.

Os mercados de grãos e das carnes prosseguiram em condições satisfatórias para os produtores, com elevação de preços da maioria dos produtos. A produção de cana mantém a tendência de crescimento, bem como a do café, cuja safra se encontra na fase de bienalidade positiva.

Dos 50 produtos pesquisados, 13 apresentam queda de preço, 36 tiveram aumento e um (cana) se mantém estável em relação ao ano anterior. No tocante à produção, 22 produtos têm queda e, 28 vão apresentar crescimento. Dessa forma, verifica-se crescimento do valor de produção de 34 produtos e diminuição de 16, em 2008.

Os destaques

Entre os produtos que mais tiveram acréscimo, em termos de valor, destacam-se trigo (174,8%), feijão (110,6%), sorgo (97,6%), abacaxi (62,6%), amendoim (53,0%), café (49,6%), cebola (49,5%), banana (45,1%) e borracha (43,7%). Os produtos que apresentam quedas mais expressivas no valor da produção são pimentão (38,6%), tomate para indústria (34,5%), repolho (28,5%), manga (28,2%) e batata doce (28,1%).

Entre os líderes no ranking de valor de produção de 2008, os quatro primeiros – cana, carne bovina, laranja para indústria e carne de frango – mantêm suas posições e ocupam 60,2% do total da produção. O milho, graças ao expressivo crescimento de 32% em seu valor, troca de posição com a laranja e mesa, passando a ocupar a quinta posição na lista dos produtos em 2008.

Concentração e diversificação

O valor da produção por região administrativa, em 2008, não apresentou mudança do principal produto nas 15 regiões. A cana permanece como o produto de maior valor em nove regiões. Nas demais, o principal produto em cada uma delas também permanece o mesmo de 2007, ou seja, milho em Sorocaba, carne bovina em Presidente Prudente e São José dos Campos, banana em Registro e Baixada Santista e caqui em São Paulo.

As regiões de agropecuária concentrada em determinado produto são Registro e Baixada Santista, Franca e Ribeirão Preto. No litoral, a banana representa 93,2% do valor da produção em Registro e 85,9% na Baixada Santista. A cana responde por 62,7% da produção agropecuária em Franca e 66,4% em Ribeirão Preto.

As regiões de agropecuária mais diversificada, ou pelo menos de menor participação do principal produto no valor total regional, são Sorocaba, Campinas e São Paulo, onde o principal produto representa 12,9%, 27,3% e 28,0% do Valor da Produção.

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EXPANSÃO DE 13,9% NO ANO – CE acerta o passo na exportação de calçados – Com um desempenho contrário à média nacional, o Estado vai a passos largos na exportação de calçados

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

No contrapé da crise financeira global e dos principais estados produtores de calçados do País, o Ceará COMÉRCIO EXTERIOR DE CALÇADOS CRESCE MESMO EM CENÁRIO DE CRISE. VOLUME DE PRODUÇÃO E VENDAS SOBEM, FALTA MAIOR VALOR AGREGADO - FOTO - EVERTON LEMOS acerta o passo e registra crescimento este ano de 13,9% nas exportações, com incremento tanto em volume quanto em faturamento. Enquanto os pólos calçadistas gaúcho e paulista registraram quedas nos volumes de 25,91% e 30,73%, respectivamente, os cearenses exportaram 47,6 milhões de pares de sapatos, tênis e sandálias, 8,92% a mais, de janeiro a outubro último, sobre o mesmo período de 2007.

Pelo segundo ano consecutivo, o Ceará ultrapassou os gaúchos em volume de pares, mas ficou em segundo lugar no faturamento. As divisas do setor calçadista cearense somaram US$ 290,3 milhões, 14,08% superiores aos R$ 255,4 milhões anotados nos dez primeiros meses do ano passado. No cenário nacional do setor, o Ceará está atrás apenas do Rio Grande do Sul, que se mantém na liderança como Estado com maior faturamento com as exportações de calçados.

Mesmo com uma queda de 7,09% registrada de janeiro a outubro, os gaúchos registraram divisas de US$ 949,4 milhões, com o embarque de 44,1 milhões de pares.

Tênis e sandálias

Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a partir das informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC). Ao avaliar os números, o presidente do Centro Internacional de Negócios (CIN), da Fiec, Eduardo Bezerra, avalia que o incremento das exportações cearenses foi puxado pelo mercado chinês e pelo produto diferenciado que o setor calçadista do Estado produz.

´Os tênis do Ceará estão driblando a crise´, confirma o presidente do CIN. Segundo ele, além de produzir tênis e sandálias de boa qualidade, o Ceará não compete com os fabricantes gaúchos e paulistas, que produzem sapatos de couro e concorrem fortemente com a Itália e a Alemanha.

A Abicalçados faz leitura semelhante à do CIN e revela porque as exportações cearenses cresceram e as demais recuaram. ´O crescimento deve-se ao tipo de produto que o Ceará produz e exporta. São sapatos e sandálias aceitos em vários países da Europa e da América Latina´, justifica a Abicalçados, através da Assessoria de Comunicação Social.

Outro diferencial do produto cearense, nestes tempos de crise, está no preço médio do calçado cearense, que , nos últimos dez meses, girou em torno de US$ 6,09, contra US$ 21,51, dos calçados gaúchos e US$ 17,19, dos paulistas. ´Os americanos estão deixando de comprar sapatos brasileiros devidos os preços e preferindo os asiáticos´, lamenta a Abicalçados.

Brasil em queda

O incremento das exportações cearenses não foi suficiente para evitar a queda registrada no setor, no mercado externo. O setor calçadista brasileiro registrou no acumulado de janeiro a outubro uma redução de 6,1% no volume de pares exportados, em relação ao mesmo período do ano passado, o que significou a maior queda do ano. Em 2008 foram enviados ao exterior 139,9 milhões de pares, registrando faturamento de US$ 1,6 bilhão — ajudado pelo aumento no preço médio do produto —, contra 149,1 milhões de pares nos primeiros dez primeiros meses de 2007. Em outubro último, 9,2 milhões de pares deixaram de ser exportados.

A retração, explica a Abicalçados, foi puxada pelos Estados Unidos, que reduziram tanto o volume de compras como o faturamento. De janeiro a outubro último, foram embarcados para o mercado ianque, 31,6 milhões de pares, 25,6% a menos em comparação ao mesmo período de 2007, quando o País enviou 42,4 milhões de pares.

O faturamento teve declínio de 32,6% e ficou em US$ 415,2 milhões. O mercado americano representou, nestes dez meses, 25,9% do total faturado pelo Brasil com as exportações. O preço médio do calçado comprado pelos norte-americanos também reduziu, de US$ 14,52 para US$ 13,14.

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BALANÇA REGISTRA SUPERÁVIT DE US$ 734 MILHÕES NA SEGUNDA SEMANA DE NOVEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

17/11/2008

Na segunda semana de novembro de 2008 – entre os dias 10 e 16 –, a balança comercial brasileira registrou superávit (diferença entre o valor exportado e o importado) de US$ 734 milhões (média diária de US$ 146,8 milhões). No período, as exportações somaram US$ 4,356 bilhões (média diária de US$ 871,2 milhões) e as importações US$ 3,622 bilhões (média diária de US$ 724,4 milhões), desempenhos que totalizaram uma corrente de comércio (soma das exportações com as importações) de US$ 7,978 bilhões, o que significou que foram negociados, em média, US$ 1,596 bilhão por dia útil.

Mês

Até o dia 16 de novembro de 2008, as exportações brasileiras somaram US$ 8,520 bilhões, o que correspondeu a um desempenho médio diário de US$ 852 milhões, valor 21,3% maior que o apresentado como média diária em todo o mês de novembro de 2007 (US$ 702,6 milhões) e 1,3% superior à média das exportações em outubro de 2008 (US$ 841,5 milhões).

As importações, até a segunda semana de novembro, totalizaram US$ 7,309 bilhões (média diária de US$ 730,9 milhões), um crescimento de 21,5% sobre o desempenho médio diário apresentado em todo mês de novembro do ano passado (US$ 601,5 milhões). Sobre o resultado médio diário verificado em outubro de 2008 (US$ 786,6 milhões), as importações apresentaram, no período, um decréscimo de 7,1%.

O saldo comercial acumulado nas duas semanas do mês ficou em US$ 1,211 bilhão (média diária de US$ 121,1 milhões), valor 19,8% maior que o superávit apresentado em todo o mês de novembro do ano passado, quando a média diária registrada foi de US$ 101,1 milhões. Em relação ao desempenho médio diário do saldo comercial em outubro de 2008 (US$ 54,9 milhões), o crescimento foi de 120,7%.

Ano

Nos 221 dias úteis do ano, até a segunda semana de novembro, as exportações brasileiras acumularam US$ 177,892 bilhões (média diária de 804,9 milhões). Pelo critério da média diária, esse valor ficou 27,3% sobre o resultado no mesmo período do ano passado, quando o desempenho médio diário dos embarques internacionais somaram US$ 632,4 milhões.

Na mesma comparação, as importações apresentaram alta de 50,1%, saindo de uma média diária de US$ 469,9 milhões até a segunda semana de novembro de 2007 para US$ 705,3 milhões no mesmo período de 2008. As importações no acumulado deste ano somaram US$ 155,861 bilhões.

O superávit comercial no ano somou US$ 22,031 bilhões (média diária de US$ 99,7 milhões), um decréscimo de 38,7% em relação ao saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 162,5 milhões).

Às 15h, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgará no site http://www.desenvolvimento.gov.br o detalhamento das informações sobre as exportação e importação brasileiras nas duas semanas de novembro.

Clique aqui e acesse os dados.

Assessoria de Comunicação Social do MDIC

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PUBLISHED BY ‘PORTAL DO GOVERNO FEDERAL’ (Brasil)

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ANALISTAS NÃO ESPERAM MAIS AUMENTO DE JUROS NESTE ANO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

17/11/2008

Analistas de mercado aumentaram para 13,31% a projeção da taxa básica de juros ao final de 2009. JUROS 'BÁSICOS'Segundo o boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em projeções de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia, a estimativa anterior era de 13,25%.

Para este ano, no entanto, os analistas não esperam por mais aumento dos juros básicos. Atualmente a Selic está em 13,75%. A última reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) que define a Selic, será em dezembro.

Sobre o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB), os analistas mantiveram a projeção para este ano de 5,23% e de 3% em 2009.

Para o crescimento da produção industrial neste ano, os analistas aumentaram a expectativa de 5,77% para 5,8%. Em 2009, eles esperam crescimento de 3,16%, contra 3,7% da estimativa anterior.

Para este ano, os analistas projetam a dívida líquida do setor público em 39,04% do PIB, ante a expectativa anterior de 39,5%. Para 2009, a estimativa caiu de 38,5% para 38%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor na capacidade do Brasil de honrar seus compromissos.

Os analistas mantiveram a projeção de déficit de US$ 30 bilhões no saldo das transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior) em 2008 e de US$ 31,65 bilhões no próximo ano.

Quanto ao superávit comercial (saldo positivo das exportações menos as importações), a estimativa para 2008 foi ajustada de US$ 23,82 bilhões para US$ 23,78 bilhões. Para 2009, subiu de US$ 13,03 bilhões para US$ 13,32 bilhões. A projeção para o investimento estrangeiro direto(dinheiro que entra na parte produtiva da economia, a chamada economia real, gerando emprego e renda) em 2008 foi mantida em US$ 35 bilhões e reduzida de US$ 26 bilhões para US$ 25 bilhões, em 2009.

Para o valor do dólar no final deste ano, os analistas aumentaram a projeção de R$ 2,05 para R$ 2,10. Ao final de 2009, a estimativa do câmbio passou de R$ 2,01 R$ 2,10.

Fonte: Agência Estado

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PUBLISHED BY ‘PORTAL DO CONSUMIDOR’ (Brasil)

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BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

All rights reserved. This copyrighted material may not be published, broadcast or redistributed in any manner.

© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

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BNB AMPLIA INCENTIVOS A EXPORTAÇÃO – São R$ 500 milhões em recursos disponíveis para empresas localizadas nas regiões Nordeste e Norte (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 17, 2008

14/11/2008 – 10h55

por Carlos Rocha – Jornal Meio Norte

O Banco do Nordeste acaba de ampliar o volume do Cresce Nordeste Exportação, linha de crédito de incentivo às empresas exportadoras situadas em sua área de atuação. Com a medida, o Banco disponibilizará R$ 500 milhões para empreendimentos localizados na região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O valor é dez vezes superior ao montante anteriormente fixado e deverá ser utilizado na compra de matérias-primas e insumos. Os recursos são provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Graças ao novo aporte de recursos ao Cresce Nordeste Exportação, as empresas de grande porte localizadas em áreas do semi-árido ou municípios de baixa renda terão limite máximo de financiamento aumentado para R$ 20 milhões (antes era R$ 5 milhões). No caso de empreendimentos também de grande porte, mas localizados em outras partes do território nordestino, o limite será expandido de R$ 3,75 milhões para R$ 15 milhões. Os demais tipos de financiamentos variarão de R$ 135 mil para R$ 7,5 milhões (ver tabela).

“O montante será destinado a empresas exportadoras justamente no momento em que vários bancos estão retraindo a oferta de recursos, quer por dificuldade de acesso a linhas de crédito, quer por certa aversão ao risco”, afirmou o presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith. Para ele, o cenário econômico atual pode servir de oportunidade para o BNB consolidar sua imagem como principal agente de desenvolvimento da Região.

Segundo o gerente do Ambiente de Operações de Câmbio, Ernesto Leite, a expectativa é de que todo o volume de crédito seja aplicado. “O efeito esperado é auxiliar as empresas exportadoras a enfrentar a crise, agindo de maneira complementar”, afirmou. Desde que foi lançado, em abril de 2008, o Cresce Nordeste Exportação já destinou R$ 60 milhões a empresas nordestinas.

Cresce Nordeste Exportação

Lançado com disponibilidade inicial de R$ 50 milhões, o Cresce Nordeste Exportação visa incrementar a participação de empresas instaladas na Região Nordeste ou norte de Minas Gerais e do Espírito Santo no índice de exportação nacional. Com taxa de juros atrativa e operacionalização desburocratizada, a linha de crédito prioriza empreendimentos localizados no semi-árido nordestino e em municípios de baixa renda.

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PUBLISHED BY ‘MEIO NORTE’ (PI – Brasil)

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EMPRESAS COMEMORAM PARTICIPAÇÃO – EXPOVALE 2008 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Caixa Econômica Federal

O gerente-geral da Caixa Econômica Federal de Lajeado, Donato Luis Dullius, conta que a Expovale 2008 serviu para realizar repasses de recursos com a Prefeitura de Lajeado, dois com a Prefeitura de Canudos do Vale e muitas outras negociações. Ele destaca que as empresas procuraram o estande para conhecer o Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger), no qual os recursos para investimentos são o foco principal. “Eles buscam esse tipo de programa para melhorias nas empresas, recursos para modernizar sua loja ou escritório, e também para a compra de utilitários, pois essa linha de investimento tem foco nas pessoas jurídicas, entre as quais a procura foi muito grande”, explica o gerente. Outro serviço bastante procurado pelos clientes foram os financiamentos de veículos, acrescenta Dullius. “Ao nosso ver todas as expectativas foram superadas, e a organização da Expovale está de parabéns pelo ótimo trabalho que desempenhou durante toda a feira?, finaliza. Tritec

A empresa Tritec Tratores avalia a Expovale 2008 como um sucesso. O gerente-geral Giovane Leonhardt explica que o carro-chefe do estande foi a colheitadeira que em um ano vendeu mais de dez unidades. “Fizemos os primeiros contatos aqui na feira, as expectativas foram atingidas e o movimento foi intenso”, explica Leonhardt. Outro foco foi a tecnologia Yeldgard AG 9010, lançamento da empresa. Temos como destaque a semente de milho resistente aos ataques dos lagartos”, salienta o gerente.

Strapa

Atualmente, a tecnologia de ponta na construção de aviários praticamente baniu as estruturas de madeira, e os criadores têm optado por construções metálicas, que oferecem maior durabilidade e ainda conseguem melhor controle de pragas, como caruncho, ratos e outros. Essas estruturas e os produtos Chore-Time, dos Estados Unidos, componentes para os aviários, têm como representante na região Moacir Strappazon. Um dos produtos que mais chamam a atenção dos criadores de aves e suínos são os aquecedores automáticos da Agro Bonna, que injetam ar puro nas instalações toda vez que são ligados, conseguindo manter a temperatura entre 0ºC e 33ºC, conforme as necessidades do ambiente.

Strapazzon está contente com os resultados na Expovale, pois registrou inúmeras comercializações e também contatos para futuros negócios. Ele salienta que a organização da feira é exemplar, e que na próxima edição estará outra vez presente.

Retromac

O diretor da Retromac, Henrique Klaus, avalia a Expovale 2008 como muito positiva. “Fizemos vários negócios e aproveitamos para fechar outros”, explica. Ele conta que a visitação está muito boa, mas que a expectativa é grande para o fim de semana, quando se concentra um maior número de visitantes na feira.

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PUBLISHED BY ‘O INFORMATIVO DO VALE’ (RS – Brasil)

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IPANEMA ALCOOL EM EXPOSIÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

15-11-2008

A Embraer mostrará a aeronave Ipanema movida a álcool na Exposição Internacional sobre IPANEMA - 100 % ETHANOLBiocombustíveis, que acontece no Hotel Hyatt, em São Paulo, entre os dias 17 e 21 de novembro.

O Ipanema é produzido pela Embraer de Botucatu e foi o primeiro avião a utilizar motor a alcool no mundo. O desenvolvimento foi feito pela Embraer/Neiva e CTA, com apoio da Lycoming, fabricante dos motores.

Paralelamente ao evento, ocorrerá a primeira Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, cujo tema será “Os biocombustíveis como vetor do desenvolvimento sustentável”.

“A Embraer acredita que o crescimento da indústria da aviação passará pela utilização dos biocombustíveis sustentáveis, a médio-longo prazo”, disse Satoshi Yokota, Vice-Presidente Executivo de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento Tecnológico da Embraer.

Com o objetivo de contribuir para a discussão internacional sobre os desafios e oportunidades apresentados pelos biocombustíveis, o evento contará com a participação de representantes de governos, entidades internacionais, parlamentares, comunidade científica e acadêmica, iniciativa privada, sociedade civil e Organizações Não-Governamentais (ONG), entre outros.

Líder no mercado de aviação agrícola no Brasil, com cerca de 75% de participação, o Ipanema é fabricado pela Embraer e comercializado pela Neiva, subsidiária integral da Embraer localizada no município de Botucatu, no interior do Estado de São Paulo. Em 35 anos de produção ininterrupta, mais de mil unidades foram entregues.

O Ipanema é utilizado na aplicação e pulverização de defensivos agrícolas, e também pode ser usado no combate a incêndios, reboque de planadores, entre outras aplicações.

Originalmente movido à gasolina, o Ipanema é a primeira aeronave do mundo fabricada em série certificada para voar com álcool combustível.

Desde 2005, foram entregues 54 aeronaves a álcool e 170 kits de conversão, totalizando uma frota de 224 aviões voando no Brasil com este tipo de Ipanema.

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PUBLISHED BY ‘ENTRELINHAS’ (SP – Brasil)

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COFFEE OFF TO GOOD START IN BRAZIL’S MINAS HILLS

Posted by Gilmour Poincaree on November 14, 2008

Friday November 14 2008

Reuters

by Peter Murphy

POÇOS DE CALDAS, Brazil, Nov 14 (Reuters) – The preparatory stages of the next coffee harvest are Coffee - Robusta flowersoff to a near textbook start in Brazil’s mountainous Poços de Caldas region with timely rains and regular flowering, farmers and buyers said.

The area, which is 1,600 meters above sea level in Minas Gerais, Brazil’s biggest coffee state, turns out around 120,000 60-kg bags per year. Early signs indicate the next harvest will be typical of a lower-output year that follows a big crop like the one just harvested.

“Rains caused very good flowering on some farms. Next year the harvest should start in May instead of July like this year so it will supply the market a bit earlier,” said Luis Alfredo de Almeida, director of Café Poços, a cooperative of 565 growers.

The importance of timely rainfall was seldom clearer than a year ago when a drought reduced what would have been an even bigger crop than the large one harvested and delayed its development by four to six weeks depending on the region.

Rains which arrived around the right time this year caught some farmers harvesting later than usual because of the delay, making it difficult to dry the coffee and preserve quality. A local agronomist said 5 percent of the 2008/09 crop had still to be gathered here.

“It’s better than last year when the dry weather was very long,” said Sandro Dias, manager at a regional office of Cooxupe co-op. “Production will be down because of the biennality of seasons. Everything is quite normal and there is nothing atypical,” he said.

Private weather forecaster Somar has reported good levels of rainfall in the past fortnight and these have been fanning out to some important coffee areas which had stayed worryingly dry. Heavy showers poured down around here most of Thursday night.

PRUNING

After a strong harvest whose final output has yet to be calculated but is estimated at 45 million to 50 million or more 60-kg bags, many farmers have been heavily pruning some of their trees in order to reap higher yields later on.

Last year’s harvest, a lower output year in the biennial cycle of larger and smaller crops, produced about 38 million bags. The International Coffee Organization this week said it foresaw supplies falling below demand in 2009/10, making a good harvest in the world’s top grower all the more critical.

Trees whose branches have been pruned back to near the trunk will produce again during the larger harvest expected the year after next – the 2010/11 season – while some of the trees were reduced to mere stumps to rejuvenate them.

They would not produce fruit again for five or six years.

“We’re pruning to get the trees to produce more. We’re pruning all around here. They will produce well in two years time,” said farm manager Celso Dos Santos as he was followed around the edge of 60 hectare plantation where he showed a sample of now thin-looking trimmed plants.

In the yard, shells that encase the coffee bean and which are stripped off after harvesting lay in a heap decomposing and would be mixed with fertilizer, dos Santos said, to reduce expenditure on chemical inputs which have roughly doubled in price in the last year.

No flowers were visible on coffee trees on plantations visited by Reuters, only the tiny buds, known locally as “chumbinhos” which remain after the flower wilts and develop into coffee cherries. Trees looked healthy with dark green foliage.

The first official crop harvest is due in early December. Growers all over the agricultural power house producing coffee or other crops are lamenting the doubling in fertilizer prices in the last year – and many say the cost is forcing them to skimp on it.

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PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (UK)

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MANY AMERICAN MEAT EXPORTERS OBTAIN HALAL CERTIFICATE FRAUDULENTLY (Dubai)

Posted by Gilmour Poincaree on November 14, 2008

Published: November 13, 2008, 23:54

by Nadia Saleem, Staff Reporter

Dubai: Ninety-five per cent of American food items found in supermarket shelves in the UAE and some HALAL MEATother Gulf countries are not halal even though they may be certified as such, an industry specialist said at the Halal World Expo in Abu Dhabi.

Jalel Aossey, director of Midamar, a US-based international supplier of halal food and foodservice equipment, said that there is a significant flow of non-halal food items in the region from meat-supplying countries, and the Gulf countries need tougher regulations to stop that flow.

“On one side you have producers who genuinely don’t know what they have to comply with because of a lack of education from the industry. But you also have companies and exporters that are deliberately defrauding governments and consumers by not complying with regulations because they don’t want to pay the fees and the transition costs to make halal products,” Aossey said.

Corrupt certifiers

Nearly 1.8 billion Muslims around the world as well as some non-Muslims are fuelling the halal food industry, generating sales of $2.1 trillion annually, according to recent reports. The attractive halal food industry is drawing many dubious players.

“Corrupt certifiers get a taste for the money generated producing “paper halal certificates” for companies without actually performing any work,” Aossey said.

On regulatory measures, Aossey said, “People have to realise that it is not impossible, and that it’s not too costly to put the correct halal standards in place here. There’s a big misconception about how difficult this process is.”

Noor Al Deen Abdullah, executive director of Kasehdia, a communications and consultancy company in Malaysia, and publishers of The Halal Food Journal earlier told Gulf News, “The global halal industry is still in its infancy because huge awareness is required, especially in the Middle East.”

The major producing nations are Australia, New Zealand, Brazil and Canada, Abdullah said, from where halal and non-halal meat is supplied.

Aossey said that inspection teams can be sent to the various countries where food is being produced to allow it to be inspected, at that country’s cost. “This is nothing when you consider the huge dollar volume of food products exported to the UAE and other Gulf countries.”

In the UAE, 80 per cent of imported food is said to be halal, coming from countries such as Brazil and Australia.

Facts

What is halal meat?

Halal (or permissible) in Islam is the meat of animals that have been slaughtered reciting the name of Allah on them and all the blood has been drained from the carcass.

Additional criterion that make meat halal are that the animal should not be dead prior to slaughter, since carrion is forbidden and that the animal is from those that are allowed according to Islamic teachings.

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PUBLISHED BY ‘GULF NEWS’ (Dubai)

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GOVERNO ABRE CONCESSÕES PARA PORTOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

13/11/2008 – Tribuna do Norte

Brasília – O governo finalmente desengavetou o decreto que abre a possibilidade de empresas privadas PORTO SUAPEconstruírem e operarem novos portos públicos sob o regime de concessão. As novas regras foram assinadas ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deverão ser publicadas amanhã no Diário Oficial da União. Na prática, o governo tentará atrair investidores privados para expandir o sistema portuário brasileiro, em um modelo semelhante ao que é usado hoje na construção das hidrelétricas: serão feitas licitações e quem ganhar tem o direito de construir e administrar os portos, movimentando cargas de terceiros. A expectativa do governo, segundo o ministro Pedro Brito, da Secretaria Especial de Portos, é atrair investimentos de R$ 19 bilhões nos primeiros cinco anos.

Os contratos de concessão terão validade de 25 anos, prorrogáveis por mais 25. O decreto elimina a exigência de os interessados nas concessões possuírem carga própria. Na prática, isso significa que qualquer tipo de investidor poderá ter a concessão de um porto para prestar serviços a outras empresas.

Hoje a iniciativa privada pode construir terminais privativos para a movimentação de carga própria e também para prestar serviços a terceiros. Mas as empresas precisam usar o porto.

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PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brasil)

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PRIMEIRA SEMANA DE NOVEMBRO APRESENTA SUPERÁVIT DE US$ 477 MILHÕES (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

10/11/2008

Na primeira semana de novembro, entre os dias 1º e 9 do mês (cinco dias úteis), a balança comercial brasileira registrou exportações de US$ 4,164 bilhões (média diária de US$ 832,8 milhões) e importações de US$ 3,687 bilhões (média diária de US$ 737,4 milhões), desempenhos que resultaram num superávit comercial (diferença entre as exportações e as importações) de US$ 477 milhões (média diária de US$ 95,4 milhões). No período, foi registrada uma corrente de comércio (soma das exportações com as importações) de US$ 7,851 bilhões, o que significou negociações de US$ 1,570 bilhão por dia.

Pelo critério da média diária, as exportações brasileiras, na primeira semana de novembro, ficaram 18,5% acima do desempenho médio diário registrado em todo mês de novembro do ano passado (US$ 702,6 milhões). Em relação ao valor médio diário exportado em outubro de 2008 (US$ 841,5 milhões), o resultado da primeira semana de novembro foi 1% menor.

As importações, na primeira semana de novembro, apresentaram desempenho médio diário 22,6% maior que o registrado em todo mês de novembro de 2007 (US$ 601,5 milhões) e 6,3% menor que a média diária dos desembarques internacionais do Brasil em outubro (US$ 786,6 milhões).

O saldo comercial brasileiro registrado na primeira semana de novembro, pela média diária, ficou 5,6% menor que o apresentado em novembro de 2007 (US$ 101,1 milhões) e 73,9% maior que o superávit médio diário registrado em outubro último (US$ 54,9 milhões).

Ano

No acumulado do ano – 216 dias úteis até a primeira semana de novembro – o saldo comercial somou US$ 21,322 bilhões, com média diária de US$ 98,7 milhões. Por esse critério, o superávit comercial ficou 39,9% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foi verificada média diária de US$ 164,2 milhões.

As exportações somaram US$ 173,536 bilhões, com média diária de US$ 803,4 milhões, um incremento de 27,2% sobre o desempenho médio diário apresentado no mesmo período de 2007 (US$ 631,7 milhões).

Na mesma comparação, observou-se um crescimento de 50,7% nas importações brasileiras, que saíram de uma média diária de US$ 467,5 milhões de janeiro, até a primeira semana de novembro ano passado, para US$ 704,7 milhões no mesmo período de 2008. As importações até a primeira semana de novembro somaram US$ 152,214 bilhões.

Às 15h, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgará no site http://www.desenvolvimento.gov.br mais informações sobre as operações de exportação e importação brasileiras na primeira semana de novembro.

Clique aqui e acesse os dados.

Assessoria de Comunicação Social do MDIC

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PUBLISHED BY ‘PORTAL DO GOVERNO FEDERAL’ (Brasil)

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BALANÇA COMERCIAL VERIFICA SUPERÁVIT DE US$ 477 MI NA 1º SEMANA DO MÊS

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

A balança comercial brasileira foi superavitária em US$ 477 milhões na primeira semana de novembro, Empilhadeira Reach Stakercompreendia pelos dias 1 a 9, com cinco dias úteis.

As exportações foram de US$ 4,164 bilhões e as importações somaram US$ 3,687 bilhões, média diária de US$ 832,8 milhões e US$ 737,4 milhões, respectivamente.

Os números foram apresentados há pouco pelo ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Em outubro como um todo, o saldo comercial foi de US$ 1,207 bilhão, decorrente de vendas externas de US$ 18,512 bilhões e compras de US$ 17,305 bilhões.

Fonte: Valor Online

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PUBLISHED BY ‘LOGÍSTICA E TRANSPORTE’ (Brasil)

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MS EXPORTOU 62,7% MAIS NOS ÚLTIMOS 10 MESES QUE EM 2007 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

Segunda-feira, 03 de Novembro de 2008 18:42

por Jefferson da Luz

As exportações de Mato Grosso do Sul bateram recorde no acumulado de janeiro a outubro, foram exportados UU$ 1,87 bilhões. Na comparação com 2007, as exportações do Estado cresceram 62,7%, o que o coloca no quarto lugar no ranking dos que mais expandiram seus negócios no comércio exterior. Em 2007 o total exportado, entre janeiro e outubro foi de US$ 1,14 bilhões.

Mato Grosso do Sul, no item crescimento percentual, ficou atrás do Distrito Federal, Piauí e Tocantins, porém estes Estados têm participação muito pequena em exportações. Tocantins, terceiro no ranking do crescimento, vendeu apenas US$ 269 milhões. O Distrito Federal que aumentou suas exportação em 121,9%, exportou somente US$ 141 milhões, menos de um décimo das nossas exportações.

Os produtos que mais foram vendidos para o exterior foram os grãos, com destaque especial para a soja. Em segundo lugar estão as carnes bovinas congeladas. Em terceiro farelo de soja outros resíduos vegetais, e o quarto produto mais exportado foi o minério de ferro.

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PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brasil)

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AÇÃO DE CALÇADISTA REFLETE PERDA DE MARGEM (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 2, 2008

1 de novembro de 2008 – 00:12

São Paulo – Analistas e investidores aguardam ansiosos os resultados do terceiro trimestre da indústria calçadista. Apesar do aumento de vendas e até do incremento no lucro do primeiro semestre do ano, as empresas com ações negociadas em bolsa de valores mostraram compressão das margens Ebitda, medida de rentabilidade, explicada pelo real ainda valorizado e o avanço da inflação. A primeira estimulava a compra de produtos importados, em detrimento dos nacionais, e a segunda desestimulava a aquisição de bens semi-duráveis. Agora, o câmbio está mais favorável — mas a retração de crédito e o desaquecimento econômico tomam lugar como possíveis empecilhos à lucratividade do setor.

Entre as quatro companhias do setor listadas na Bovespa, São Paulo Alpargatas e Grendene apresentam melhores volumes de negociação, mas é a Vulcabras a única que conseguiu elevar seu valor de mercado no ano — passando de R$ 1,25 bilhão para R$ 1,4 bilhão, tomando a liderança em capitalização bursátil da Alpargatas. Já a Cambuci, dona da marca Penalty, é o papel menos visado por ter liquidez muito baixa, não estabelecer uma política firme de comunicação de mercado e aumentar, a cada semestre, seu prejuízo — que no primeiro semestre de 2007 foi de R$ 3,19 milhões e passou para R$ 8,23 milhões no primeiro semestre deste ano. (Maria Luíza Filgueiras)

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PUBLISHED BY ‘INVESTNEWS’ (Brasil)

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ÁFRICA, O DESTINO DAS FLORESTAS PLANTADAS – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 2, 2008

31 de Outubro de 2008 – 00:00

Norberto Staviski por Norberto Staviski

Correspondente da Gazeta Mercantil em Curitiba

O Brasil, quem diria, pode não ser mais, em futuro próximo, o destino de grandes empreendimentos na área de papel e celulose ou de produção de chapas de madeira. Em curso, há investimentos de cerca de US$ 20 bilhões no setor industrial e de florestas plantadas, mas eles estarão consolidados em 2015. Depois disso, investidores nacionais e estrangeiros já estão de olho no potencial do continente africano. Em dez anos ou pouco mais, calculam os especialistas, os investimentos deverão desembarcar preferencialmente em Moçambique, Angola ou no Congo.

Tudo isso tem uma explicação bastante simples: um projeto de produção de papel ou celulose na faixa de 1,5 milhão de toneladas anuais, como os da Suzano e da Aracruz, necessita de uma área de florestas plantadas de 200 mil hectares e como quase sempre as empresas já pensam o projeto com duas linhas de produção, na verdade o planejamento pede 400 mil hectares de reflorestamentos. Em algumas regiões do País como a amazônica, uma área destas deve ser acrescida de mais 100 mil hectares a título de reserva legal, um tipo de área de conservação que nasceu com o intuito de se permitir a exploração de espécimes nativas, mas que, com a proibição efetiva do manejo, acabou virando área de preservação permanente e intocável. No Sul a situação é ainda mais complicada porque as exigências de áreas de reserva legal são ainda maiores.

A este custo adicional da reserva legal foi acrescida a valorização das terras nos últimos anos pelo boom da agricultura e da pecuária. Há cinco anos, o preço de 1 hectare de terra no Mato Grosso do Sul estava em R$ 1 mil e agora está em R$ 5 mil. No Sul, 1 hectare custa R$ 10 mil. Construir uma nova fábrica pode custar, portanto, um investimento superior a R$ 2,5 bilhões só em terras, o que torna qualquer novo projeto inviável.

Estados onde a terra está mais barata – R$ 500 a R$ 600 o hectare, como no extremo sul do Rio Grande do Sul, no Piauí e no Maranhão – já estão tomados por novos projetos e esta possibilidade também estará esgotada em dez anos, sem falar na valorização que também ocorre por lá. Na região do cerrado, exigências ambientais e de certificação para a madeira deverão impedir a abertura de novas áreas. Na América do Sul, possibilidades de expansão existem no Paraguai e Colômbia, mas somente se houver algum tipo de estabilidade política e política de atração de investimentos que até aqui nunca houve. Na África, países como Moçambique têm a característica de somente possuir terras públicas, com o que é possível obter uma concessão por 50 anos ou 100 anos sem grandes investimentos. Encerrando-se, portanto, o atual ciclo de investimentos no País, o rumo dos novos projetos certamente será o de se atravessar o Atlântico em busca de regiões inexploradas.

Para abastecer o setor industrial que já possui, no entanto, o Brasil conta com um fator de inegável competência: aumento de produtividade. Não há um levantamento seguro sobre o que existe no País, mas calcula-se que o setor de florestas plantadas ocupe hoje uma área entre 5,5milhões e 6 milhões de hectares que produzem atualmente 150 milhões de toneladas de madeira. Na época do plantio por incentivos, nos anos 70, a produtividade dessas florestas era muito baixa e, em 1980, não superava 15 metros cúbicos por hectare. Hoje já se aproxima de 40 metros cúbicos por hectare e continua subindo graças à incorporação de tecnologia como a pesquisa de novos clones, melhor preparo do terreno, adubação, uso de transgênicos e outras técnicas que trazem um comportamento econômico de maneira semelhante ao que ocorreu na agricultura brasileira. Isso quer dizer que estamos produzindo o dobro praticamente na mesma área plantada e a expectativa é dobrar mais uma vez esta produção até 2020, atingindo 300 milhões de toneladas de madeira quase que apenas com ganhos de produtividade. O Brasil desenvolveu e possui a melhor tecnologia do mundo no setor e logo ela estará em outros continentes.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA MERCANTIL’ (Brasil)

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PAÍS TEM SUPERÁVIT PRIMÁRIO DE R$ 118,4 BILHÕES DE JANEIRO A SETEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31 de Outubro de 2008 – 11h10 – Última modificação em 31 de Outubro de 2008 – 12h35

por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Brasília – O superávit primário – a economia que o país faz para honrar compromissos financeiros, inclusive o pagamento de juros – chegou a R$ 118,414 bilhões de janeiro a setembro deste ano. O valor representa 5,59% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e é o maior para esse período desde 1994 (5,92%). A meta para o ano, que é de 4,3%.

No mesmo período do ano passado, o valor era de R$ 91,223 bilhões, ou 4,85% do PIB. A informação foi divulgada hoje (31) pelo Banco Central.

De janeiro a setembro deste ano, o segmento público que mais contribuiu para o resultado foi o governo federal, com R$ 113,088 bilhões. Os governos estaduais geraram superávit primário de R$ 23,718 bilhões. Os municípios contribuíram com R$ 2,402 bilhões. As empresas estatais federais economizaram R$ 10,106 bilhões, as estaduais, R$ 1,295 bilhão e as municipais, R$ 15 milhões.

Os gastos com juros chegaram a R$ 125,472 bilhões no acumulado do ano, contra R$ 119,363 bilhões acumulados no mesmo período de 2007. O resultado do período, no entanto, não foi suficiente para pagar os juros. Com isso, o país teve déficit nominal no acumulado do ano de R$ 7,058 bilhões, valor menor do que os R$ 28,149 bilhões do mesmo período do ano passado. Em relação ao PIB, o déficit nominal ficou em 0,33%, o menor para o período de janeiro a setembro desde o início da série histórica do BC, em 1991.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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