FROM SCRATCH NEWSWIRE

SCAVENGING THE INTERNET

Archive for the ‘OS TRABALHADORES’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO NEGRO, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O MUNICÍPIO DE NITERÓI, O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PA, PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PC do B), PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA (PCO), PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL (PMN), PARTIDO DA REPÚBLICA (PR), PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (PSDB), PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PMDB), PARTIDO DOS DEMOCRATAS (PD), PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), PARTIDO POPULAR SOCIALISTA (PPS), PARTIDO PROGRESSISTA (PP), PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB), PARTIDO SOCIAL CRISTÃO (PSC), PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO (PSDC), PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL), PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB), PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO (PSTU), PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO (PTB), PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC), PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL (PT do B), PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL (PTN), PARTIDO VERDE (PV), PARTIDOS POLÍTICOS - BRASIL, PB, PE, PECUÁRIA, PECULATO, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PETRÓLEO, PI, POLÍCIA FEDERAL, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, PORTOS, PR, PREVARICAÇÃO, PRODUTO INTERNO BRUTO, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAJUSTES SALARIAIS, RECEITA FEDERAL - BRASIL, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, RJ, RN, RO, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, RR, RS, SAÚDE E ATENDIMENTO MÉDICO, SANEAMENTO BÁSICO, SC, SE, SEMENTES TRANSGÊNICAS, SENADO, SETOR EXPORTADOR, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SISTEMA PRIVADO DE SAÚDE, SP, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TARSO GENRO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, TAXAS DE DESEMPREGO, TELEFONIA - FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

CUT QUER GARANTIA EM TROCA DE FLEXIBILIZAÇÃO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Carolina Ruhman – Agência Estado

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

Posted in AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, OS TRABALHADORES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

GERDAU ALTERA TURNOS EM CHARQUEADAS E DEMITE EM SAPUCAIA DO SUL – AJUSTES SÃO REALIZADOS DESDE DEZEMBRO PARA ADAPTAR A PRODUÇÃO AOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

13/01/2009 – 00h07min

Zero Hora

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

Posted in BRASIL, CEMENT, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, METALS, METALS INDUSTRY, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, OS TRABALHADORES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, THE WORKERS, THE WORKING ENVIRONMENT, UNEMPLOYMENT | Leave a Comment »

MINISTÉRIO DO TRABALHO INCLUI MAIS 19 PROPRIEDADES NA LISTA SUJA DO TRABALHO ESCRAVO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 31, 2008

30 de Dezembro de 2008 – 17h22

por Luana Lourenço – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Consulte aqui a lista completa do trabalho escravo.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ALIMENTOS PROCESSADOS, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CORRUPÇÃO - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, PECUÁRIA, POLÍCIA FEDERAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, SLAVERY, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

GOVERNO QUER MUDAR DEFINIÇÃO DE INFORMALIDADE NO MERCADO DE TRABALHO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29 de dezembro de 2008 – 17h05

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

Posted in A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ÍNDICES DE EMPREGO, BRASIL, CIDADANIA, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EMPLOYMENT, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, TAXAS DE DESEMPREGO, THE WORK MARKET, THE WORKERS, UNEMPLOYMENT | 2 Comments »

CAMPO GRANDE SERÁ CIDADE-PILOTO PARA PROGRAMA DE DISTRIBUIÇÃO DE COMPUTADORES PARA PROFESSORES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

Segunda, 22 de Dezembro de 2008 – 16h36

Stephen Lunn – Social Affairs Writer – THE AUSTRALIAN

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA’ (Brasil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA’ (Brasil)

Posted in A INDÚSTRIA DIGITAL, BANKING SYSTEMS, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, DIGITAL INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EDUCAÇÃO - BRASIL, ELECTRIC / ELECTRONIC INDUSTRIES, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, NATIONAL WORK FORCES, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, OS TRABALHADORES, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORKERS | Leave a Comment »

APOSENTADOS – DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA SERÁ O MENOR DESDE 95 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008

Jornal Cruzeiro do Sul

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

Posted in A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, BRASIL, CIDADANIA, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, NATIONAL WORK FORCES, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, RECESSION | Leave a Comment »

O que vale e o que não Vale! (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

Edição no 270 19 a 25 de dezembro de 2008

por Valter Pomar – Secretário de Relações Internacionais do PT

PUBLISHED BY ‘VISÃO OESTE’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘VISÃO OESTE’ (Brazil)

Posted in AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, METALS, METALS INDUSTRY, MINING INDUSTRIES, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, OS TRABALHADORES, PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, STEEL, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

AMSTED: JUSTIÇA É FAVORÁVEL AOS TRABALHADORES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

Edição no 270
19 a 25 de dezembro de 2008

por Jorge Nazareno – Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região

PUBLISHED BY ‘VISÃO OESTE’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘VISÃO OESTE’ (Brazil)

Posted in AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INDÚSTRIAS, INTERNATIONAL, JUDICIARY SYSTEMS, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER JUDICIÁRIO, OS TRABALHADORES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

NOW IS THE TIME FOR POLITICS – MORE GOVERNMENT IS THE SOLUTION, NOT THE PROBLEM, AND KEY TO SOLVING WORLD POVERTY (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

DECEMBER 2008 – FEBRUARY 2009

by Luis Inácio Lula da Silva

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA) – SPECIAL EDITION – ISSUES 2009

The world today is experiencing turbulence unlike anything we’ve seen in decades. The U.S. credit crisis has contaminated the international economy, and financial systems have been shaken to the core, undermining economic doctrines once treated as absolute truths.

As I told the UN. General Assembly in September, now is the time for politics, for governments to use public control and oversight to halt the economic anarchy. I welcome the actions that other countries have taken. But it will be some time before their initiatives kick in. That means more steps are needed in the meantime to safeguard the world’s most vulnerable: workers whose jobs and purchasing power are on the line, simple folk trying to save for the future, the poor who depend on the state.

The abuses and errors coming to light daily are all evidence that our existing system of international economic governance has broken down. To develop a better one, the world’s major developing countries should be called on to join the debate. We have plenty to contribute. Take Brazil. We are ready to do our part, and our economy is better prepared than most to confront the crisis. We have said no to macroeconomic adventurism. Inflation is under control and we are growing steadily. We have plenty of foreign reserves and owe nothing to the International Monetary Fund. This gives us the tools and the peace of mind to withstand the turbulence the crisis will bring.

Brazil is also better prepared to deal with the social and economic dislocation that may ensue. Consider: since I took office in 2003, more than 10 million Brazilians have joined the workforce. Some 20 million have risen out of absolute poverty. Our internal market is expanding, giving us an important economic cushion. Above all, we are redistributing income and reducing social inequality. These advances have nothing to do with luck or a favorable environment. They are the result of hard work by the Brazilian people and their government.

Weaving a broad social safety net is a central part of this endeavor. Our income-transfer program now distributes benefits to 11 million poor families nationwide, on the condition that mothers get prenatal care and parents keep their children in school and vaccinated. Our success shows that individual governments can and must play a vital role in reducing poverty and inequality. And our example in health care and education is already being made available to other countries in Latin America, Africa and Asia facing similar challenges.

That said, no state will escape this crisis on its own. Coordinated actions are needed. Yet they will succeed only if international decision making is redesigned in accordance with new realities; the institutions set up after World War II reflect a balance of power that’s long been superseded. This challenge actually goes far beyond the immediate financial storm. Other threats loom, such as hunger and poverty, the rising price and scarcity of food, the energy crisis and climate change. World commerce remains distorted, and the best means of addressing that—die Doha round of trade talks — could collapse.

Still, none of these obstacles is insurmountable. We all know the solutions, and we have the tools and the resources to succeed. Too often what we lack is political will. Many people today are comparing our current situation with the Great Depression. But we should take those parallels further and should summon the spirit of solidarity that helped create the New Deal, harnessing it to forge a new global pact to roll back poverty and extreme inequality. Contrary to what so many believe, globalization has only increased the economic and social responsibilities of governments. We must renew our commitment to strong multilateralism and we must make that multilateralism more democratic, in order to build agreements that reflect the legitimate interests of all nations. This means, among other things, enlarging the U.N. Security Council and revamping the IMF to provide effective financial support to countries in need.

The United States-by virtue of its size and its economic prowess—is and will continue to be a key player in the global search for common solutions. Washington has played such a decisive role since the end of World War II. Given the challenges and opportunities facing us today, we in the developing world hope that we can once again count on the American people to come to the defense of multilateralism, equality and justice. This is not the time for protectionism, but for progressive action born of generosity and solidarity that will forge collective answers to 21st-century challenges.

Luis Inácio Lula Da Silva is the President of Brazil.

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA)

Posted in 'DOHA TALKS', A PRESIDÊNCIA, AFRICA, ASIA, BANKING SYSTEM - USA, BANKING SYSTEMS, BRASIL, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS - USA - 2008/2009, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN POLICIES, FOREIGN POLICIES - USA, G20, HISTORY, HOUSING CRISIS - USA, IMF, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INTERNATIONAL, INTERNATIONAL RELATIONS, LATIN AMERICA, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MACROECONOMY, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SOUTH AMERICA, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE LAST DAYS OF GEORGE WALKER BUSH - 2008/Jan. 2009, THE WORK MARKET, THE WORKERS, USA | Leave a Comment »

CONSTRUÇÃO DEVE MANTER NÍVEL DE EMPREGO ATÉ 1º TRI DE 2009, DIZ SINDICATO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 7, 2008

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008 – 15:37

FOLHA ONLINE

PUBLISHED BY ‘GAZETA DE JOINVILLE’ (SC – Brasil)

O volume de empregos no setor da construção civil deverá se manter próximo do ritmo atual pelo menos até o final do primeiro trimestre de 2009 graças às obras já contratadas antes do início da crise financeira internacional, informou nesta quarta-feira o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

Até outubro, o estoque de pessoas empregadas no setor no Brasil atingiu 2,19 milhões, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho – uma alta de 18% sobre o mesmo mês do ano passado.

“As obras já iniciadas estão com um financiamento bem arranjado, então não vão parar e manterão os níveis elevados de empregos, perto da taxa atual, até o final do primeiro trimestre de 2009”, disse o diretor de economia do SindusCon-SP, Eduardo May Zaidan. “Minha empresa, por exemplo, começou agora uma nova obra e estou com dificuldades de contratar carpinteiros.”

Porém, Zaidan lembra que os meses de novembro e dezembro geralmente trazem uma redução no volume de empregos resultante de um efeito sazonal comum ao setor. “É por uma questão de sazonalidade, na série histórica só não ocorreram demissões neste período em apenas dois anos”, disse.

Devido a este tradicional corte de vagas no final do ano, Zaidan disse que apenas em março será possível quantificar o real impacto da crise financeira sobre o número de empregos gerados pelo setor.

A crise, explica a entidade, deverá trazer impacto em departamentos específicos das construtoras. “Os setores administrativos e de vendas deverão apresentar cortes porque haverá menor número de lançamentos”, disse Ana Maria Castelo, economista da FGV Projetos.

2009

O que acontecerá após o primeiro trimestre do próximo ano ainda não está claro para as empresas de construção civil, o que fez a entidade fazer duas previsões diferentes.

Em um primeiro cenário, onde o nível de investimento não cai abruptamente, o SindusCon-SP prevê que o setor apresentará crescimento de 4,7%, enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceria 3,8%. No segundo cenário, mais pessimista devido a um maior número de projetos de investimentos cancelados, o PIB cresceria 2,8% e a construção civil, 3,5%.

A entidade aposta no cenário mais otimista. O que sustenta a crença é o ciclo mais longo dos investimentos no setor – ou seja, muitas decisões de investimentos tomados nos tempos de bonança influenciarão no desempenho de 2009 -, a garantia do governo federal de manter seus investimentos em infra-estrutura e a manutenção dos recursos de financiamento do setor, notadamente vindos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e da poupança, no caso do imobiliário, e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no caso da construção pesada.

Um crescimento menor em 2009, inclusive, chega a ser “comemorado” pelo setor. “Não haveria mão-de-obra e materiais suficientes para manter o ritmo de 2008 [que deverá fechar 10% maior que no ano anterior]”, disse Ana Maria. “É hora das empresas se reorganizarem e se prepararem melhor para a retomada do crescimento.”

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘GAZETA DE JOINVILLE’ (SC – Brasil)

Posted in ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, OS TRABALHADORES, TAXAS DE DESEMPREGO | Leave a Comment »

MINISTRO DIZ QUE BRASIL NÃO TERÁ RECESSÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008


29/11/2008 às 00:00:00 – Atualizado em 29/11/2008 às 00:22:31

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

O ministro do BRAZIL'S PLANNING MINISTER PAULO BERNARDO (R) SPEAKS DURING A CONGRESSIONAL IN BRASILIA NOVEMBER 1, 2007Planejamento, Paulo Bernardo, afastou o risco de recessão no País por conta da crise na economia internacional. Durante um encontro com prefeitos eleitos de municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), realizado ontem, em Campo Largo, Bernardo afirmou ainda que o País deve crescer 4% em 2009.

“Temos feito um trabalho para traquilizar a economia. Enquanto países da Europa estão à beira da recessão, teremos crescimento”, afirmou Bernardo. O ministro ressaltou ainda que as operações de crédito, que segundo ele são vitais para a economia, devem normalizar e a taxa de juros deve diminuir.

O ministro, entretanto, admite que, considerando os impactos já evidentes da crise verificados em diversos setores da economia nacional, deverá haver um crescimento menor do que o esperado em 2008. Porém, para o próximo ano, Bernardo se mostra otimista.

“Ainda, se ficarmos olhando as coisas acontecerem, vamos crescer 2%. Mas vamos trabalhar para que alcancemos a meta de 4%”, diz. O otimismo do ministro se constitui também no campo da geração de empregos, que, segundo ele, deve fechar o ano com mais de 2 milhões de novas vagas.

Para Bernardo, os governos devem intensificar o contato e o apoio aos os empresários, o que poderia contribuir para tranqüilizar o mercado. O ministro, que também salientou a importância do relacionamento do governo federal com prefeitos para direcionar os recursos do PAC, informou que os recursos para investimentos em infra-estrutura para 2009 não sofrerão alterações.

Durante o almoço com os prefeitos, Bernardo ouviu relatos sobre a situação da infra-estrutura que, segundo eles, é fundamental para o desenvolvimento econômico das cidades. PAULO BERNARDO

O prefeito reeleito de Campo Largo, Edson Basso, confirmou que a economia do município deve registrar um crescimento, principalmente com o setor de cerâmicos.

Mesmo com parte significativa da produção do setor no município destinada à exportação, Basso acredita em resultados positivos para o próximo ano. “Esperamos um aumento da produção desse ano. Não sabemos, no entanto, o que vai acontecer em 2009, pois não sabemos a dimensão da crise”, comenta.

Os prefeitos também discutiram políticas de integração entre os municípios da RMC, bem como o quadro de sucessão para a presidência da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec).

Para o prefeito de Fazenda Rio Grande e atual presidente da Assomec, Antônio Wandscheer, os municípios da RMC deveriam discutir ações para contornar a crise de forma integrada. “Temos que trabalhar com o pequeno e o médio produtor. O problema é que não se discute uma gestão metropolitana”, diz.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

Posted in ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, CIDADES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, INDÚSTRIAS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, POLÍTICA REGIONAL, PR, VEREADORES | Leave a Comment »

MINISTÉRIO DO TRABALHO FLAGRA TRABALHO ESCRAVO NO PARANÁ (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

30/11/2008 às 00:00:00 – Atualizado em 30/11/2008 às 16:56:12

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

MTE

Brasília – O Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 39 trabalhadores em situação análoga a de escravo na atividade de reflorestamento nas regiões de Irati e Telêmaco Borba, municípios do centro-sul e Campos Gerais do Paraná, respectivamente. Outros 61 não estavam em situação considerada análoga a de escravo, mas foram terceirizados de forma irregular e, posteriormente, os empregadores procederam com os registros de acordo com a legislação.

No total, foram lavrados 108 autos de infração, 100 registros em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e pagas rescisões que somam cerca de R$ 170 mil. Toda ação – que teve inicio em 18 de novembro e terminou na última sexta-feira – foi acompanhada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O Grupo Móvel flagrou inicialmente seis trabalhadores que trabalhavam na mineração de diamante, no leito do Rio Tibagi, no município de Telêmaco Borba. Havia várias irregularidades nas questões referentes à saúde e segurança do trabalho, como a submissão de mergulhador a condição de grave risco, pois utilizava uma mangueira de botijão de gás de cozinha para alimentar o mergulhador com o oxigênio.

Além disso, eles moravam na própria balsa e não havia local apropriado para refeição, nem instalações sanitárias e as instalações elétricas não atendiam à norma legal. Houve interdição de máquinas e equipamentos, como vasos de pressão, o que levou à suspensão do trabalho na balsa. O proprietário da empresa, que registrou a CTPS dos trabalhadores, está em processo de adequação às normas de segurança e saúde no trabalho estabelecidas pelo Grupo Móvel.

Em Irati, no centro-sul do Estado, a situação era mais grave, pois em três – das quatro empresas fiscalizadas no reflorestamento de pinus – foram encontradas situações de trabalho análogo ao de escravo. Na primeira delas, a fiscalização alcançou 54 trabalhadores, sendo sete em situação degradante, alojados em dois barracos de madeira sem água potável, luz, instalação sanitária, equipamento de proteção individual ou local apropriado para comer e dormir. Eles tomavam banho no córrego a quinze minutos de carro, local onde também pegavam água para beber.

“Todos tinham carteira assinada, mas a forma com que foram contratados caracterizava uma terceirização ilegal, por meio da figura do empreiteiro, que mascara o verdadeiro empregador e precariza a relação de trabalho”, disse o auditor fiscal do trabalho responsável pela ação, Guilherme José de Araújo Moreira. Ainda de acordo com ele, os sete trabalhadores em situação degradante foram retirados do local e receberam todos os direitos, inclusive rescisórios e retroativos. “O trabalho nas frentes de serviço continuará assim que o empregador se adeqüe às normas de segurança e saúde”, completa.

Situação semelhante foi detectada na atividade de reflorestamento na segunda empresa, onde 22 trabalhadores também foram encontrados em situação degradante na frente de trabalho, além de existir de forma evidente a figura do “gato” na contratação deles. “Um trabalhador foi flagrado aplicando agrotóxico com a mesma roupa que usava cotidianamente, ou seja, sem Equipamento de Proteção Individual”, destaca.

A ação motivou a retirada dos 22 trabalhadores com suas respectivas CTPS assinadas com data de admissão retroativa e com todos os direitos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). As verbas rescisórias foram pagas e houve a emissão de seguro-desemprego. Por dois dias houve interdição de máquinas e equipamentos, mas depois a empresa cumpriu as normas e houve o levantamento da interdição.

Na terceira empresa foram encontrados oito trabalhadores no reflorestamento e, embora não tenha sido considerado trabalho análogo ao de escravo, também havia a terceirização ilegal. Ao final, a empresa registrou os empregados com data retroativa, cumprindo as exigências da fiscalização. (MTE)

Denúncia foi anônima

Brasília – A decisão por fiscalizar a quarta empresa foi tomada após uma denúncia anônima. Ali, dez trabalhadores sem registro em carteira estavam sujeitos a todo tipo de desrespeito. “Retiramos 10 trabalhadores, que moravam em barracos de madeira, sendo um deles, chamado de gaiota (barraco de ripas de madeira e lona), na carroceria de um caminhão velho, e outro localizado ao lado de um curral, cheio de buracos, com fogareiro dentro dele”, descreve.

Nos dois últimos dias da ação, o Grupo Móvel flagrou uma situação de trabalho degradante envolvendo crianças no corte de cebola, na Vila de Caratuva, zona rural do município de Irati. “Dentre 40 trabalhadores, havia 12 menores laborando. A despeito das evasivas dos trabalhadores e menores, inclusive do proprietário, a equipe se ateve a evitar que as crianças continuassem laborando. Nenhuma criança usava equipamento de segurança e ainda utilizavam faca para cortar a cebola, uma das piores formas de trabalho, segundo legislação”, conta o coordenador da ação.

Havia, inclusive, uma criança de três e outra de cinco anos. “Nós levamos ao povoado três integrantes do Conselho Tutelar para que todos os esforços fossem efetuados objetivando que suas famílias não permitam que as crianças trabalhem. Iniciou-se, portanto, um trabalho visando à inclusão educacional das crianças e cadastramento em programas do governo”, disse, completando: “Aquela região é um foco de trabalho infantil, apesar do esforço do Ministério Publico do Trabalho na região. É como um câncer”, finaliza o auditor. (MTE)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

Posted in AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, POLÍTICA REGIONAL, PR | Leave a Comment »

TRABALHADORES DE PADARIAS CONQUISTAM 9,5% DE REAJUSTE SALARIAL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Piracicaba e Região fechou PADEIROSacordo nesta semana que garante 9,5% de reajuste salarial aos trabalhadores de padarias, contra uma inflação no período de 7,26%. O acordo foi assinado em São Paulo, informa o presidente do sindicato, Fânio Luis Gomes, e beneficia cerca de 1.000 trabalhadores em Piracicaba e região que pertencem à base da entidade.

Com o reajuste, o piso salarial no setor, a partir de 1º de novembro, passa a R$ 684. O acordo garante, ainda, Participação nos Lucros e Resultados, sendo de R$ 132 para empresas com até dez funcionários; R$ 197 nas que contam de 11 a 40 funcionários em seu quadro, e de R$ 247 nas que possuem mais de 41. A PLR será paga em duas parcelas, em março e setembro do próximo ano.

De acordo com Fânio, um avanço obtido no acordo deste ano se refere ao adicional noturno, que pela legislação é das 22h às 5h do dia seguinte. No entanto, foi estabelecido que o trabalhador que entrar às 22h para trabalhar e no dia seguinte tiver seu turno de trabalho estendido, além das 5h, terá todas as horas trabalhadas a mais com adicional noturno, que no setor é de 30%.

O presidente do sindicato diz que o acordo ainda não é o ideal, mas que teve avanços significativos, garantindo aumento real de aproximadamente 2%. “Em período de inflação baixa, 2% de aumento é algo bastante significativo”, completa.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘JORNAL DE PIRACICABA’ (Brasil)

Posted in AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, BRASIL, CIDADES, COMÉRCIO - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, INDÚSTRIAS, INTERNATIONAL, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, OS TRABALHADORES, REAJUSTES SALARIAIS, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SP | 1 Comment »

EM SETEMBRO, EMPREGO INDUSTRIAL VARIA 0,1% (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

10 de novembro de 2008

 

 

 

Pelo segundo mês consecutivo, taxa permaneceu estável (0,1%), na passagem de agosto para setembro, já descontados os efeitos sazonais. Ainda assim, a média móvel trimestral mostrou ganho de 1,1% entre junho e setembro de 2008. Na comparação set/08 – set/07, foi observado avanço de 2,2%, o que representou a 27a. alta consecutiva. Já no acumulado no ano, o crescimento foi de 2,7% em relação a igual período de 2007. A folha de pagamento real dos trabalhadores cresceu 2,7% no confronto mês/mês imediatamente anterior (com ajuste sazonal). Na análise de iguais períodos do ano passado, houve acréscimo de 7,9% frente a set/07 e 6,8% no acumulado no ano.

PESSOAL OCUPADO ASSALARIADO

O emprego industrial ficou estável (0,1%) pelo segundo mês consecutivo, na passagem de agosto para setembro, na série livre de influências sazonais. Ainda assim, o indicador de média móvel trimestral mantém seqüência de quatro trimestres com variações positivas, acumulando 1,1% de aumento entre junho e setembro deste ano.
O confronto com setembro de 2007 apontou crescimento de 2,2%, vigésima sétima taxa positiva nessa comparação. No indicador acumulado no ano, o aumento ficou em 2,7%. O acumulado nos últimos doze meses (2,9%), que vinha em trajetória ascendente desde setembro de 2006, praticamente repete o ritmo de crescimento do pessoal ocupado de agosto (3,0%). No indicador trimestral, a taxa do terceiro trimestre de 2008 foi 2,5%, superior à do mesmo período do ano passado e, em relação ao trimestre imediatamente anterior – série ajustada sazonalmente –, o emprego mantém seqüência de sete trimestres positivos, com avanço de 1,0% frente ao segundo trimestre de 2008.
No índice mensal (2,2%), doze das quatorze áreas e doze dos dezoito setores aumentaram o contingente de trabalhadores. São Paulo (2,6%), Minas Gerais (5,2%) e Rio Grande do Sul (3,3%) exerceram as pressões mais significativas no resultado geral. Na indústria paulista, as contratações foram superiores às demissões, principalmente em produtos químicos (15,6%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,1%) e meios de transporte (7,3%). Nas indústrias mineira e gaúcha, os destaques foram, respectivamente, alimentos e bebidas (12,1%) e metalurgia básica (10,7%); e máquinas e equipamentos (23,7%) e produtos de metal (14,1%). Por outro lado, Santa Catarina (-1,9%) e Paraná (-0,3%) foram as influências negativas no resultado global, sobretudo devido aos recuos observados em vestuário (-12,1%), no primeiro local, e madeira (-18,3%), no segundo, respectivamente.
Em nível nacional, os ramos com as maiores contribuições positivas foram máquinas e equipamentos (10,2%), meios de transporte (8,2%), máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (10,2%), produtos de minerais não-metálicos (8,1%) e alimentos e bebidas (1,9%). Em sentido contrário, vestuário (-7,1%), madeira (-11,3%) e têxtil (-6,5%) exerceram as principais pressões negativas.
No corte trimestral, observa-se que o emprego industrial vem sustentando resultados positivos há nove trimestres consecutivos, nas comparações contra igual período do ano. Neste terceiro trimestre de 2008, o avanço de 2,5% manteve ritmo próximo ao trimestre anterior (2,4%). Entre o segundo e o terceiro trimestres, dez segmentos aumentaram a taxa de emprego, com destaque para calçados e artigos de couro, que reduziu a queda de –11,0% para –5,2% e produtos de minerais não-metálicos, que passou de 2,7% para 7,0%, enquanto o setor de alimentos e bebidas fez movimento inverso: saiu de 3,2% no segundo trimestre para 1,7% no terceiro. Entre esses dois períodos, dez locais apresentaram taxas mais elevadas no terceiro trimestre, principalmente Ceará (de 0,1% para 4,1%), Espírito Santo (de –1,0% para 2,0%) e Minas Gerais (de 4,0% para 6,1%).
No indicador acumulado no ano, o pessoal ocupado aumentou 2,7%, acima do observado no período janeiro-setembro de 2007 (1,8%). Onze locais e doze ramos contribuíram positivamente no índice geral. Em nível setorial, as principais pressões positivas vieram de máquinas e equipamentos (12,1%) e meios de transporte (10,1%), setores que lideram a produção industrial, seguidos por: máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (12,3%) e alimentos e bebidas (2,6%). Entre os locais, São Paulo (3,8%), Minas Gerais (4,6%) e Região Norte e Centro-Oeste (3,6%) exerceram os impactos mais significativos. Por outro lado, veio de Santa Catarina (-0,8%) a pressão negativa mais importante entre as áreas pesquisadas e, no corte setorial, os destaques foram calçados e artigos de couro (-9,1%), vestuário (-5,3%) e madeira (-8,0%).
Em síntese, a evolução positiva dos índices do emprego industrial, nos últimos meses, reflete o maior dinamismo da atividade produtiva, tomando-se por base a tendência apontada pelo indicador de média móvel trimestral. Ainda na série ajustada, o emprego cresce em setembro 1,0% frente ao trimestre imediatamente anterior e acumula 4,9% de aumento desde o último trimestre de 2006. Nas comparações contra iguais períodos de 2007, o número de pessoas ocupadas sustenta resultados positivos: o indicador mensal cresce desde julho de 2006 e o trimestral desde o terceiro trimestre de 2006.

NÚMERO DE HORAS PAGAS

Em setembro, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria cresceu 0,6% em relação a agosto, na série livre de influências sazonais, após ter assinalado queda (-0,6%) no mês anterior. O índice de média móvel trimestral registrou 0,3% de expansão na passagem de agosto para setembro e manteve trajetória positiva presente há três trimestres consecutivos, período em que acumulou ganho de 1,0%. No fechamento do terceiro trimestre de 2008, frente a igual período do ano anterior, o número de horas pagas cresceu 2,5%, praticamente, mantendo o ritmo do segundo trimestre (2,4%) e avançou 0,9% em relação ao trimestre imediatamente anterior, já descontadas as influências sazonais.
Na comparação com igual mês do ano anterior, o número de horas pagas registrou expansão (2,5%), vigésimo oitavo resultado positivo consecutivo. O acumulado no ano também apontou crescimento (2,7%), enquanto o dos últimos doze meses, em trajetória ascendente desde setembro de 2006, repete o resultado de agosto (2,7%).
No indicador mensal, o total de horas pagas sustentou-se, em grande parte, pelo bom desempenho de onze dos quatorze locais e em doze dos dezoito ramos pesquisados. Na atividade industrial, as maiores pressões positivas vieram de máquinas e equipamentos (12,7%), meios de transporte (9,3%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,3%). Por outro lado, vestuário (-5,5%) e madeira (-10,0%) contribuíram negativamente.
Neste mesmo confronto, os locais com desempenhos que mais contribuíram para o resultado global foram São Paulo (2,7%), Minas Gerais (6,8%) e Rio Grande do Sul (3,3%). Em São Paulo, onze atividades investigadas ampliaram o número de horas pagas, com destaque para máquinas e equipamentos (9,2%), meios de transporte (8,3%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (9,7%). No estado de Minas Gerais, os impactos positivos mais relevantes ficaram com alimentos e bebidas (11,0%), metalurgia básica (14,5%) e meios de transporte (16,2%) e, no Rio Grande do Sul, máquinas e equipamentos (27,1%) e produtos de metal (14,4%). Em sentido contrário, o local de influência mais negativa no cômputo geral foi Santa Catarina (-0,5%), sobretudo devido ao impacto negativo de vestuário (-12,3%) e madeira (-13,8%).
No confronto por trimestres, o número de horas pagas avançou 2,5% sobre o mesmo trimestre do ano anterior, mantendo-se, praticamente, igual ao observado no trimestre abril-junho (2,4%). Na passagem do segundo para o terceiro trimestre, ambas comparações contra igual período do ano anterior, onze ramos mostraram aumento nas horas pagas, com destaque para calçados e artigos de couro, que passou de –11,8% para –5,8% e produtos de minerais não-metálicos (de 3,0% para 8,1%). No corte regional, os avanços foram observados em onze locais, principalmente no Ceará (de 1,8% para 5,4%) e Espírito Santo (-1,5% para 1,6%).
No período acumulado no ano (janeiro-setembro), o aumento do número de horas pagas avançou 2,7%, decorrente, sobretudo, dos avanços em onze áreas e doze segmentos. Por local, as maiores influências positivas vieram de São Paulo (3,8%), Minas Gerais (5,2%) e região Norte e Centro-Oeste (3,5%). Pressionando negativamente, figuram: Pernambuco (-1,1%), Espírito Santo (-1,0%) e Santa Catarina (-0,2%). No corte setorial, os principais aumentos vieram de máquinas e equipamentos (13,0%), meios de transporte (11,1%) e máquinas, aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (11,2%). Por outro lado, calçados e artigos de couro (-10,0%) e vestuário (-5,3%) sobressaíram com as contribuições negativas mais relevantes.

FOLHA DE PAGAMENTO REAL

Em setembro, o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria, ajustado sazonalmente, cresceu 2,7% na comparação com o mês imediatamente anterior, após recuar 0,5% em agosto. O indicador de média móvel trimestral registrou acréscimo de 1,3% entre os trimestres encerrados em agosto e setembro e acumula, desde julho, ganho de 2,6%.
Nos confrontos com iguais períodos do ano anterior, os resultados prosseguem positivos: 7,9% frente a setembro de 2007 e 6,8% no acumulado no ano. O indicador acumulado nos últimos doze meses (6,7%) ficou praticamente estável em relação ao mês de agosto (6,6%). No terceiro trimestre de 2008, o crescimento foi de 7,2% na comparação contra igual trimestre do ano anterior, maior resultado desde dezembro de 2004. Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, na série com ajuste sazonal, apresentou o décimo aumento consecutivo (2,6%), acumulando ganho de 15,3% desde março de 2006.
O indicador mensal da folha de pagamento real cresceu 7,9%, trigésima taxa positiva consecutiva. Todos os quatorze locais mostraram aumento, cabendo a São Paulo (9,1%) e Minas Gerais (12,1%) as maiores influências positivas, devido, sobretudo, ao ganho salarial nos setores de meios de transporte (15,2%) e produtos químicos (16,7%), no primeiro, e na metalurgia básica (21,9%) e produtos de minerais não-metálicos (30,9%), no segundo local.
Setorialmente, o valor da folha de pagamento real aumentou em treze dos dezoito ramos. Os impactos positivos mais importantes vieram de meios de transporte (16,0%), máquinas e equipamentos (12,4%), metalurgia básica (19,3%), produtos de minerais não-metálicos (20,7%) e produtos de metal (13,3%). Em sentido oposto, os principais recuos vieram de papel e gráfica (-2,3%) e têxtil (-2,7%).
Na análise trimestral, o índice do valor da folha de pagamento, em relação ao mesmo período do ano anterior, mostrou incremento na passagem do segundo (6,5%) para o terceiro trimestre de 2008 (7,2%). Este movimento está presente em nove locais, com destaque para Espírito Santo, que passou de 6,2% para 9,9%, e Minas Gerais (de 9,4% para 11,9%). No corte setorial, nove segmentos aumentaram sua participação entre os dois períodos, destacando-se produtos químicos (de 9,8% para 17,8%), metalurgia básica (de 7,7% para 15,0%) e máquinas e equipamentos (de 8,4% para 10,8%).
O indicador acumulado no ano (6,8%) assinalou incremento no valor da folha de pagamento em todos os locais pesquisados. As principais contribuições vieram de São Paulo (7,9%) e Minas Gerais (9,4%). Em termos setoriais, das treze atividades que apresentaram ganho, os maiores impactos positivos vieram de meios de transporte (13,4%), máquinas e equipamentos (9,4%), produtos químicos (11,4%) e produtos de metal (12,7%). Por outro lado, as principais reduções foram observadas em calçados e artigos de couro (-6,6%) e papel e gráfica (-2,8%).

 

 

Comunicação Social
10 de novembro de 2008

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘PORTAL DO IBGE’ (Brasil)

Posted in BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, INDÚSTRIAS, OS TRABALHADORES, TAXAS DE DESEMPREGO | Tagged: | Leave a Comment »