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Archive for the ‘O MERCADO FINANCEIRO’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

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Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO NEGRO, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O MUNICÍPIO DE NITERÓI, O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PA, PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PC do B), PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA (PCO), PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL (PMN), PARTIDO DA REPÚBLICA (PR), PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (PSDB), PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PMDB), PARTIDO DOS DEMOCRATAS (PD), PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), PARTIDO POPULAR SOCIALISTA (PPS), PARTIDO PROGRESSISTA (PP), PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB), PARTIDO SOCIAL CRISTÃO (PSC), PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO (PSDC), PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL), PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB), PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO (PSTU), PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO (PTB), PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC), PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL (PT do B), PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL (PTN), PARTIDO VERDE (PV), PARTIDOS POLÍTICOS - BRASIL, PB, PE, PECUÁRIA, PECULATO, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PETRÓLEO, PI, POLÍCIA FEDERAL, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, PORTOS, PR, PREVARICAÇÃO, PRODUTO INTERNO BRUTO, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAJUSTES SALARIAIS, RECEITA FEDERAL - BRASIL, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, RJ, RN, RO, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, RR, RS, SAÚDE E ATENDIMENTO MÉDICO, SANEAMENTO BÁSICO, SC, SE, SEMENTES TRANSGÊNICAS, SENADO, SETOR EXPORTADOR, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SISTEMA PRIVADO DE SAÚDE, SP, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TARSO GENRO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, TAXAS DE DESEMPREGO, TELEFONIA - FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

SETOR HABITACIONAL ESPERA, OTIMISTA, PACOTE DE INCENTIVO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 11:12

por Fernanda Mathias

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAL ESTATE INDUSTRIES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO TERÁ MENOS PRESSÃO COM REDUÇÃO DOS JUROS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 22, 2009

Quinta-feira, 22/01/2009 – 10:10

Jornal da Mídia

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Posted in BANCO CENTRAL - BRASIL, BRASIL, CEMENT, CENTRAL BANKS, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MACROECONOMY, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, REAL ESTATE INDUSTRIES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, STATE TARIFFS, TAXA SELIC, THE FLOW OF INVESTMENTS | 1 Comment »

BANCOS PÚBLICOS DISCUTEM REDUÇÃO DO SPREAD BANCÁRIO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 22, 2009

Quinta-feira, 22/01/2009 – 07:59

Jornal da Mídia

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Posted in A PRESIDÊNCIA, BANKING SYSTEMS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY | Leave a Comment »

CIMENTO – VENDAS CRESCERAM 14,3% EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Chiara Quintão – Agência Estado

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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Posted in ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, CEMENT, COMÉRCIO - BRASIL, COMMODITIES MARKET, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

GOVERNO ESTUDA FUNDO GARANTIDOR PARA A CASA PRÓPRIA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Lu Aiko Otta – Agência Estado

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, CIDADES, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIAS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

FOCO DE MEDIDAS DO GOVERNO SERÁ A BAIXA RENDA, INFORMA CAIXA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

Terça, 13 de Janeiro de 2009 – 19h53

Último Segundo

PUBLISHED BY ‘PORTAL CORREIO DA PARAÍBA’ (Brazil)

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, CIDADES, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, JUROS BANCÁRIOS, MACROECONOMY, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

EXPORTAÇÕES DO DISTRITO FEDERAL CRESCERAM 103% NO ANO PASSADO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

13/01/2009 21:56

Correio Braziliense

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’

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Posted in AGRICULTURE, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, CIDADES, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DF, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

EMPRESA INGLESA BG INVESTIRÁ US$ 4 BILHÕES NO PRÉ-SAL – LOBÃO CONFIRMA INVESTIMENTO DA BG DE US$ 4 BILHÕES NO PRÉ-SAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

13/01/2009 19:00

FolhaNews

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’

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Posted in A QUESTÃO ENERGÉTICA, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENERGY, ENERGY INDUSTRIES, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PETRÓLEO, PETROL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, RECESSION, REFINERIES - PETROL/BIOFUELS, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, SHIPYARD INDUSTRIES, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS, UNITED KINGDOM | Leave a Comment »

JUROS FUTUROS DEVOLVEM ALTA E FECHAM ESTÁVEIS NA BM & F (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 16:22

Valor Online

PUBLISHED BY ‘VALOR ECONÔMICO’ (Brazil)

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Posted in A BOLSA DE VALORES, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, JUROS BANCÁRIOS, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

EM BRINCADEIRA, LULA AMEAÇA JOGAR SAPATO EM JORNALISTAS – PRESIDENTE PARTICIPOU DA ABERTURA OFICIAL DA 36ª COUROMODA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 13h57min

G1

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A PRESIDÊNCIA, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, GARMENT INDUSTRIES, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MONTADORAS BATEM RECORDE DE VENDAS EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

[ 07/01/2009 ]

Cruzeiro On Line

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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Posted in AUTOMOTIVE INDUSTRY, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

BANCO DO BRASIL, ITAÚ E BRADESCO DISPUTAM BRB (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

07/01/2009 08:16

por Vânia Cristino e Ana Maria Campos – Correio Braziliense

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’ (Brazil))

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, DF, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

BRAZIL: FOREIGN RESERVES HIT HIGH

Posted by Gilmour Poincaree on January 4, 2009

Fri, Jan. 02, 2009

The Associated Press

PUBLISHED BY ‘THE WICHITA EAGLE’ (USA)

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Posted in A PRESIDÊNCIA, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BRASIL, CENTRAL BANKS, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN POLICIES, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, INTERNATIONAL RELATIONS, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MACROECONOMY, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, REAL (Brasil), RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, STOCK MARKETS, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET | Leave a Comment »

BNDES – ESTATUTO MUDA PARA AMPLIAR CAPACIDADE DE FINANCIAMENTO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008

Cruzeiro On Line

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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Posted in BANKING SYSTEMS, BNDES, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

EMPRESAS PARAIBANAS INCORPORAM CADA VEZ MAIS A TECNOLOGIA EM SEUS NEGÓCIOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

Quarta, 31 de Dezembro de 2008 – 11h42

Correio da Paraíba

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA – PORTAL CORREIO’ (Brazil)

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Posted in BRASIL, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PB, POLÍTICA REGIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

GOVERNO LIBERA R$ 40 BILHÕES PARA O CRÉDITO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

Quinta, 1 de Janeiro de 2009 – 10h04

Correio da Paraíba

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

CONTA-SALÁRIO SERÁ ESTENDIDA A TODOS OS TRABALHADORES DA INICIATIVA PRIVADA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008 18:21

Agência Estado

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’ (Brazil)

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Posted in AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, BANKING SYSTEMS, BRASIL, CIDADANIA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN WORK FORCE - LEGAL, INTERNATIONAL, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO FINANCEIRO, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORKERS | Leave a Comment »

GOVERNO FEDERAL AVALIA AJUDA AO SETOR CALÇADISTA – PLANO PARA CONTER O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA ATUARÁ EM SETORES ESPECÍFICOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

01/01/2009 – 08h40min

RÁDIO GAÚCHA

PUBLISHED BY ‘A NOTÍCIA’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

FATURAMENTO DO SETOR DE SEGUROS E RESSEGUROS DEVE ATINGIR R$ 100 BILHÕES ESTE ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31 de Dezembro de 2008 – 09h45

por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MINC PROPÕE RESTRIÇÃO DE CRÉDITO EM BANCOS PRIVADOS PARA QUEM COMETE CRIME AMBIENTAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29 de dezembro de 2008 – 20h34

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, CIDADANIA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENVIRONMENT, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | 1 Comment »

ANÁLISE: GIRO CURTO ANTECIPA FESTA DO ESPECULADOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30/12/2008 08:07

Luiz Sérgio Guimarães – Valor Econômico

PUBLISHED BY ‘VALOR ON LINE’ (Brazil)

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EQUADOR PAGA PARCELA DE US$ 28 MILHÕES AO BNDES – VALOR TOTAL DA DÍVIDA É DE US$ 286,8 MILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29/12/2008 – 21h05min

EFE

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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PARA ECONOMISTA, MEDO É O PIOR CONSELHEIRO EM TEMPOS DE CRISE (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 28, 2008

27/12/2008 – 11:34:24

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘JORNAL DE BRASÍLIA’ (Brazil)

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BRAZIL TO SELL BONDS TO FINANCE SOVEREIGN FUND

Posted by Gilmour Poincaree on December 27, 2008

Friday, 12.26.08

Associated Press

PUBLISHED BY ‘THE MIAMI HERALD’ (USA)

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PARCERIA DO BANRISUL, RODOBENS E GRUPO CAPA PREVÊ FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DE R$ 77,5 MILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

Rio Grande, 25 de Dezembro de 2008, Quinta-Feira

Jornal Agora

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EM 2009, CEF TERÁ R$ 180 MILHÕES PARA FINANCIAMENTO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008

por Carolina Santana – Redação Cruzeiro do Sul

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JUROS MÉDIOS SOBEM EM NOVEMBRO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008

por Fábio Graner

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AUGUSTIN DIZ QUE VERBA DO FUNDO SOBERANO SAI NESTE ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008

Cruzeiro On Line

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CAIXA REDUZ JUROS NO CRÉDITO COMERCIAL PARA 2009 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008 – 14h36

Da Redação

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE PERNAMBUCO’ (Brasil)

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BRAZILIAN UTILITIES AES SUL AND ELETROPAULO SIGN ENTERPRISE LICENSE AGREEMENT WITH ESRI – Contract Ensures Access to GIS Software, Updates, Maintenance, and Support

Posted by Gilmour Poincaree on December 22, 2008

December 18, 2008

GISCafé

PUBLISHED BY ‘GISCafé’ (USA)

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NEGOCIAÇÃO DA SAFRA AGRÍCOLA POR CONTRATO CRESCE 238% (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

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GOVERNO FACILITA TOMADA DE EMPRÉSTIMO EM BANCOS PÚBLICOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008 09:48

por Ângela Kempfer

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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BNDES LIBERA R$ 10 BILHÕES PARA CAPITAL DE GIRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

30/11/2008 às 08:30:02 – Atualizado em 30/11/2008 às 17:21:53

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

Agência Estado

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anuncia na segunda-feira (1º) uma linha de financiamento a capital de giro, com nova injeção de recursos de R$ 10 bilhões para o setor produtivo. Será mais uma medida do governo para tentar manter inalterado o nível de investimentos no País, apesar da crise. Do volume recorde de R$ 90 bilhões que o banco estima liberar este ano, pelo menos R$ 51,2 bilhões virão de reforços extras em seu caixa.

A escassez de recursos no mercado elevou a importância do banco estatal – principal veículo financiador das empresas nacionais – na economia. O BNDES aumentou sua participação no crédito à exportação para suprir a seca das Antecipações de Contratos de Crédito (ACCs); passou a oferecer empréstimo-ponte para garantir novos projetos; elevou sua participação em projetos industriais e se dispôs a entrar como debenturista ou acionista no capital de empresas em dificuldades.

“Vai haver um momento em que o governo, que orienta o banco, decidirá o que é mais conveniente: ou o BNDES fica restrito, atuando de forma mais segmentada e seletiva, ou aumenta o seu funding. Considerando a característica o longo prazo, é possível que o nível do banco tenha de ficar sistematicamente acima da capacidade atual”, disse o diretor financeiro do banco, Maurício Borges Lemos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

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MEDIDAS GARANTEM LIQUIDEZ PARA QUE BANCOS CONTINUEM A EMPRESTAR (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 27, 2008

26 de Novembro de 2008

Na edição de hoje, o Em Questão apresenta o segundo tema da série “Enfrentando a crise global”, em que aborda as medidas tomadas para fornecer liquidez no mercado interbancário nacional e destravar o crédito.

No Brasil, apesar de os bancos não apresentarem problemas de solvência, foi sentido o reflexo da falta de crédito mundial. Como a edição de ontem do Em Questão mostrou, a crise mundial levou à contração do crédito em todo o mercado financeiro. A quebra de bancos e as perdas bilionárias anunciadas por instituições financeiras dos Estados Unidos e de países da União Européia difundiram um clima de incerteza por todo o mundo. Com isto, as outras instituições deixassem de emprestar, levando ao encarecimento do crédito.

Para enfrentar este quadro, as principais mudanças aconteceram na regulamentação do compulsório (depósito que os bancos são obrigados a recolher ao Banco Central) com o objetivo de aumentar os recursos em circulação. Até o dia 18 de novembro, o Banco Central estima que o mercado interbancário foi irrigado com R$ 85 bilhões.

Compulsório – A primeira medida, anunciada no dia 24 de setembro, adiou o recolhimento do compulsório em títulos federais sobre Depósitos Interfinanceiros captados de sociedades de arrendamento mercantil (leasing). O que liberou R$ 8 bilhões de liquidez no mercado interbancário. As outras medidas ampliaram, primeiramente, de R$100 milhões para R$ 300 milhões e depois de R$ 300 milhões para R$ 1 bilhão o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo da exigibilidade adicional sobre depósitos a prazo, depósitos de poupança e recursos à vista, liberando outros R$ 8 bilhões. E ampliação de R$ 300 milhões para R$ 700 milhões e, posteriormente, de R$ 700 milhões para R$ 2 bilhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo do recolhimento compulsório de depósitos a prazo, feito em títulos públicos, liberando R$ 13,1 bilhões de liquidez.

Além disso, foram reduzidas de 8% para 5% as alíquotas usadas para o cálculo da exigibilidade adicional sobre depósitos à vista e depósitos a prazo das instituições financeiras, permitindo a liberação de R$ 16,9 bilhões. E redução da alíquota de exigibilidade do recolhimento compulsório sobre recursos à vista de 45% para 42%, com impacto estimado de R$ 3,6 bilhões; e do recolhimento compulsório sobre os depósitos à vista para instituições financeiras que adiantarem contribuições mensais ao Fundo Garantidor de Crédito (entidade privada que garante os depósitos bancários no Brasil).

Foi dada ainda permissão para que as instituições financeiras possam deduzir do cumprimento de exigibilidade de recolhimento compulsórios de depósitos interfinanceiros, os valores de operações de aquisição de moeda estrangeira junto ao Banco Central, com volume liberado estimado de até R$ 20 bilhões.

Compra de carteiras – No início de outubro, foi dada autorização para instituições financeiras abaterem do recolhimento compulsório sobre depósitos a prazo (cuja alíquota é de 15%) o valor de aquisição de operações de crédito de outras instituições financeiras com patrimônio de referência de até R$ 7 bilhões. E o valor da dedução é limitado até 70% do total do compulsório sobre depósitos a prazo. Tal medida tem impacto estimado na liquidez de R$ 29,5 bilhões.

Outra mudança importante, que pode direcionar mais recursos para operações de compra de carteira e de outros ativos, foi feita na forma de recolhimento do compulsório sobre depósitos a prazo: antes da medida, o recolhimento era feito 100% em títulos públicos (com remuneração) e, a partir do dia 14 de novembro, passou a ser feito 30% em títulos públicos e 70% em espécie, sem remuneração.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 733a – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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BALANÇO DE PAGAMENTOS TEM DÉFICIT DE US$ 8,6 BILHÕES, DIZ BC (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

24/11 – 10:59

SÃO PAULO, 24 de novembro de 2008 – O balanço de pagamentos registrou déficit de US$ 8,6 HENRIQUE MEIRELLESbilhões em outubro, segundo Nota do Setor Externo divulgada nesta manhã pelo Banco Central (BC). As transações correntes apresentaram déficit de US$ 1,5 bilhão, acumulando, nos últimos doze meses, saldo negativo de US$ 26,6 bilhões, equivalentes a 1,71% do Produto Interno Bruto (PIB).

No mês, o superávit comercial atingiu US$1,2 bilhão e a conta financeira apresentou saídas líquidas de US$ 8,5 bilhões, destacando-se os ingressos líquidos em investimentos estrangeiros diretos, US$ 3,9 bilhões, e as remessas líquidas de investimentos estrangeiros em carteira, US$ 7,9 bilhões.

A conta de serviços ficou novamente deficitária em US$ 980 milhões, resultado 26,7% inferior ao apresentado no mesmo mês de 2007. O item viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$ 295 milhões, redução de 38,4% na mesma base de comparação, resultante do crescimento de 9,8% nos gastos de não-residentes em viagens ao Brasil e diminuição de 15,5% nos gastos de brasileiros em viagens ao exterior. No período analisado, as despesas líquidas com transportes apresentaram retração de 3,1%, somando US$ 364 milhões.

Dentre os demais itens da conta de serviços, destacaram-se elevações nas remessas líquidas de aluguel de equipamentos, 56,3%, e de seguros, 137,6%; reduções nas remessas líquidas em royalties e licenças, 24,8%, e computação e informação, 7,8%; e a elevação nas receitas líquidas de serviços financeiros, 71,6%. Os outros serviços registraram ingressos líquidos de US$ 886 milhões, 37,3% acima do resultado de outubro do ano anterior. (Redação – InvestNews)

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PUBLISHED BY ‘GAZETA MERCANTIL’ (Brasil)

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CARTÃO BNDES ATINGE EM OUTUBRO O MELHOR DESEMPENHO DE SUA HISTÓRIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19/11/2008

Produto voltado especificamente para micro, pequenas e médias empresas, o Cartão BNDES atingiu em outubro seu melhor desempenho desde que começou a operar, em 2003. Pela primeira vez, foi ultrapassada a marca de R$ 100 milhões em transações dentro de um mesmo mês. O valor, R$ 110 milhões, foi mais de 20% superior ao alcançado em setembro.

Ainda com relação ao mês anterior, o número de operações cresceu 12%, chegando a 7.195 (no acumulado do ano, já foram mais de 50 mil). O valor médio diário de transações, por sua vez, cresceu 18%, perfazendo mais de R$ 4,8 milhões por dia útil. Do mesmo modo, as solicitações de credenciamento de novos fabricantes (385) e distribuidores (353) também foram recordes, representando aumentos de 14% e 70%, respectivamente.

Com base nos dados disponíveis até o momento, é possível projetar que o Cartão BNDES encerrará o ano de 2008 com liberações totais da ordem de R$ 820 milhões, acima da estimativa inicial, de R$ 750 milhões, e apresentando crescimento de aproximadamente 60% em relação a 2007.

Histórico – Emitido por agentes financeiros intermediários (atualmente, CEF, BB e Bradesco), o Cartão BNDES é uma linha de crédito rotativo pré-aprovada, cujas operações são realizadas automaticamente pelo portal http://www.cartaobndes.gov.br.

Surgido para financiar bens de produção para micro, pequenas e médias empresas brasileiras, o produto vem incluindo em seu portifólio, desde 2006, alguns insumos industriais processados por empresas de pequeno porte e transformados em produtos de maior valor agregado.

A partir de setembro deste ano, passaram a ser financiáveis também serviços de certificação, inspeção de conformidade, calibração e ensaios laboratoriais, desde que prestados por entidades reconhecidas pelo INMETRO, e serviços de acreditação para hospitais e demais instituições de saúde, segundo os padrões reconhecidos pela ANS.

Atualmente, estão credenciados 10 mil fornecedores, que disponibilizam mais de 96 mil itens financiáveis. Com um desembolso médio unitário de R$ 15 mil por operação, distribuído entre os 27 Estados do País, o Cartão BNDES representa a democratização no acesso aos recursos do Banco. No total, existem 150 mil cartões emitidos (97% deles para micro e pequenas empresas), cujos limites de crédito pré-aprovados somam R$ 4,6 bilhões.

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES

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PUBLISHED BY ‘PORTAL DO GOVERNO FEDERAL’ (Brasil)

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ANALISTAS NÃO ESPERAM MAIS AUMENTO DE JUROS NESTE ANO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

17/11/2008

Analistas de mercado aumentaram para 13,31% a projeção da taxa básica de juros ao final de 2009. JUROS 'BÁSICOS'Segundo o boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em projeções de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia, a estimativa anterior era de 13,25%.

Para este ano, no entanto, os analistas não esperam por mais aumento dos juros básicos. Atualmente a Selic está em 13,75%. A última reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) que define a Selic, será em dezembro.

Sobre o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB), os analistas mantiveram a projeção para este ano de 5,23% e de 3% em 2009.

Para o crescimento da produção industrial neste ano, os analistas aumentaram a expectativa de 5,77% para 5,8%. Em 2009, eles esperam crescimento de 3,16%, contra 3,7% da estimativa anterior.

Para este ano, os analistas projetam a dívida líquida do setor público em 39,04% do PIB, ante a expectativa anterior de 39,5%. Para 2009, a estimativa caiu de 38,5% para 38%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor na capacidade do Brasil de honrar seus compromissos.

Os analistas mantiveram a projeção de déficit de US$ 30 bilhões no saldo das transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior) em 2008 e de US$ 31,65 bilhões no próximo ano.

Quanto ao superávit comercial (saldo positivo das exportações menos as importações), a estimativa para 2008 foi ajustada de US$ 23,82 bilhões para US$ 23,78 bilhões. Para 2009, subiu de US$ 13,03 bilhões para US$ 13,32 bilhões. A projeção para o investimento estrangeiro direto(dinheiro que entra na parte produtiva da economia, a chamada economia real, gerando emprego e renda) em 2008 foi mantida em US$ 35 bilhões e reduzida de US$ 26 bilhões para US$ 25 bilhões, em 2009.

Para o valor do dólar no final deste ano, os analistas aumentaram a projeção de R$ 2,05 para R$ 2,10. Ao final de 2009, a estimativa do câmbio passou de R$ 2,01 R$ 2,10.

Fonte: Agência Estado

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PUBLISHED BY ‘PORTAL DO CONSUMIDOR’ (Brasil)

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BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

All rights reserved. This copyrighted material may not be published, broadcast or redistributed in any manner.

© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

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BNB AMPLIA INCENTIVOS A EXPORTAÇÃO – São R$ 500 milhões em recursos disponíveis para empresas localizadas nas regiões Nordeste e Norte (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 17, 2008

14/11/2008 – 10h55

por Carlos Rocha – Jornal Meio Norte

O Banco do Nordeste acaba de ampliar o volume do Cresce Nordeste Exportação, linha de crédito de incentivo às empresas exportadoras situadas em sua área de atuação. Com a medida, o Banco disponibilizará R$ 500 milhões para empreendimentos localizados na região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O valor é dez vezes superior ao montante anteriormente fixado e deverá ser utilizado na compra de matérias-primas e insumos. Os recursos são provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Graças ao novo aporte de recursos ao Cresce Nordeste Exportação, as empresas de grande porte localizadas em áreas do semi-árido ou municípios de baixa renda terão limite máximo de financiamento aumentado para R$ 20 milhões (antes era R$ 5 milhões). No caso de empreendimentos também de grande porte, mas localizados em outras partes do território nordestino, o limite será expandido de R$ 3,75 milhões para R$ 15 milhões. Os demais tipos de financiamentos variarão de R$ 135 mil para R$ 7,5 milhões (ver tabela).

“O montante será destinado a empresas exportadoras justamente no momento em que vários bancos estão retraindo a oferta de recursos, quer por dificuldade de acesso a linhas de crédito, quer por certa aversão ao risco”, afirmou o presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith. Para ele, o cenário econômico atual pode servir de oportunidade para o BNB consolidar sua imagem como principal agente de desenvolvimento da Região.

Segundo o gerente do Ambiente de Operações de Câmbio, Ernesto Leite, a expectativa é de que todo o volume de crédito seja aplicado. “O efeito esperado é auxiliar as empresas exportadoras a enfrentar a crise, agindo de maneira complementar”, afirmou. Desde que foi lançado, em abril de 2008, o Cresce Nordeste Exportação já destinou R$ 60 milhões a empresas nordestinas.

Cresce Nordeste Exportação

Lançado com disponibilidade inicial de R$ 50 milhões, o Cresce Nordeste Exportação visa incrementar a participação de empresas instaladas na Região Nordeste ou norte de Minas Gerais e do Espírito Santo no índice de exportação nacional. Com taxa de juros atrativa e operacionalização desburocratizada, a linha de crédito prioriza empreendimentos localizados no semi-árido nordestino e em municípios de baixa renda.

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JUROS SOBEM E RETORNAM AO PATAMAR DE 2003, APONTA PROCON-SP

Posted by Gilmour Poincaree on November 15, 2008

14/11/2008

São Paulo – Os juros de empréstimos pessoais e do cheque especial subiram mais uma vez em novembro e retornaram ao mesmo patamar das taxas verificadas em 2003. A informação consta da pesquisa mensal realizada pela Fundação Procon-SP em dez instituições financeiras do país. A entidade recomenda cautela aos consumidor e sugere que esperem momentos mais favoráveis para contrair empréstimos.

Segundo o estudo divulgado hoje (13), o juro médio cobrado nos empréstimos pessoais subiu para 6,15% ao mês – 0,11 ponto percentual maior do que verificado em outubro. Já o juro do cheque especial chegou a 9,24% – 0,28 ponto percentual a mais do que a taxa média do mês anterior.

De acordo com comunicado do Procon-SP, “não há dúvidas de que para o tomador de crédito, a situação piorou muito”. “As instituições financeiras decidiram apertar o crédito e as taxas de juros voltaram a subir de maneira expressiva.”

Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Nossa Caixa, Banco Real, Banco Safra, Santander e Unibanco foram consultados para a pesquisa do Procon-SP. O levantamento foi realizado no último dia 4.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) foi procurada para comentar os resultados do levantamento. A entidade, entretanto, preferiu não se pronunciar sobre o assunto.

Fonte: Agência Brasil

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BC FAZ AJUSTE EM COMPULSÓRIO E GARANTE R40 BI A BANCOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

Publicada em 13/11/2008 às 09h31m

Reuters/Brasil Online

por Renato Andrade

SÃO PAULO (Reuters) – O Banco Central anunciou nesta quinta-feira uma nova medida que pode HENRIQUE MEIRELLES - CHARGE POR NATHANgarantir aos bancos cerca de 40 bilhões de reais, em mais um passo da autoridade monetária para recuperar o mercado de crédito brasileiro.

A partir de 1o de dezembro, o recolhimento compulsório adicional exigido dos bancos sobre depósitos a prazo, à vista e de poupança passará a ser em títulos públicos e não mais em dinheiro.

O BC espera, com isso, recompor os volumes de compulsórios recolhidos em títulos e, ao mesmo tempo, preservar a liquidez do mercado, já que os bancos não terão que fazer o recolhimento em espécie.

As alíquotas do compulsório adicional -5 por cento para depósitos a prazo e à vista e 10 por cento para poupança- permanecem inalteradas, ou seja, os bancos terão que recolher ao BC o equivalente a estas alíquotas em títulos.

O compulsório é um dinheiro que os bancos são obrigados a manter depositados no Banco Central. Parte destes recursos não é remunerada, mas para o chamado compulsório adicional, o BC pagava a variação da taxa Selic.

Agora, a remuneração do adicional vai depender do título que cada banco entregar ao BC.

A medida tem o potencial de liberar aos bancos 40 bilhões de reais, que é o volume atual que estes compulsórios adicionais representam.

Desde que a crise financeira global se acentuou, em meados de setembro, o Banco Central já tomou diversas medidas para minimizar os impactos das turbulências internacionais sobre o mercado de crédito doméstico.

As regras sobre o recolhimento compulsório já foram ajustadas algumas vezes. Além disso, o BC voltou a vender contratos de swap cambial e a atuar no mercado à vista de câmbio, bem como garantir recursos para o financiamento do comércio exterior.

(Edição de Vanessa Stelzer)

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CAIXA AMPLIA CRÉDITO PARA COMPRA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12/11/2008

A Caixa Econômica Federal ampliou o acesso à linha de crédito Construcard FGTS, para aquisição de material de construção. Desde a segunda-feira (10), o limite de financiamento passou de R$ 7 mil para até R$ 25 mil. O empréstimo tem juros de 6% a 8,16% ao ano, de acordo com a faixa de renda do tomador. Atualmente, o limite de renda para este produto é de R$ 1.900,00. A linha de crédito utiliza recursos do FGTS.

A linha de crédito destina-se aos que irão construir, reformar, ampliar ou concluir a casa.

Para aqueles que possuem renda acima de R$ 1.900,00, existe a opção do Construcard CAIXA/SBPE, que utiliza os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Nesta linha, o valor mínimo de empréstimo é de R$ 1.000,00 e valor máximo varia de acordo com a capacidade de pagamento aprovada para o tomador do empréstimo.

Quem optar pelo serviço, pode incluir os custos de mão-de-obra até 15% do valor do material. A contratação da linha de crédito é simplificada, feita diretamente nas agências do banco.

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BANCO DA CHINA INICIA OPERAÇÕES NO BRASIL EM 2009 – Estabelecimento deve facilitar o crédito para empresas chinesas que tiverem interesse em atuar no país

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

11/11/2008 – 19h47min

Em tempos de crise no sistema financeiro mundial, quebra de bancos e fusões entre instituições BANCO DA CHINA tradicionais, o Banco da China recebeu autorização do governo para atuar no Brasil e iniciará suas operações já no início de 2009.

A informação foi confirmada pelo embaixador da China no país, Chen Duqing, durante o evento “A crise financeira e seus efeitos no Brasil e na China”, realizado nesta terça-feira na Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), na capital paulista.

O decreto que autoriza a atuação do Banco da China no Brasil foi assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última sexta-feira e publicado na edição de ontem do Diário Oficial da União.

O texto reconhece como de interesse do governo brasileiro a participação estrangeira — de até 100% — no capital da instituição, a ser controlada pelo Bank of China Limited, com sede em Pequim, e determina que o Banco Central tome as providências necessárias para a execução do decreto.

— O presidente Lula já assinou autorização para a primeira fase. Essa é uma notícia fresca até para mim, e alguns setores do governo da área financeira estão vendo com bons olhos a entrada do Banco da China nesse momento — afirmou o embaixador, que só recebeu a informação hoje.

Autorização

Duqing disse que a autorização para o funcionamento da instituição no país foi solicitada em agosto de 2007. Devido à demora para obter do governo a permissão para atuar no Brasil, o embaixador admitiu que chegou a encorajar o Banco da China a adquirir instituições brasileiras para expandir seus negócios no país.

De acordo com o presidente da Câmara Brasil-China de Desenvolvimento Econômico (CBCDE), Paul Liu, o principal objetivo do Banco da China será facilitar o crédito para empresas chinesas que tiverem interesse em atuar no Brasil.

O capital inicial da instituição será de cerca de US$ 100 milhões, mas o embaixador afirmou que o volume poderá aumentar, dependendo da demanda das empresas e da disponibilidade de recursos da matriz.

Em termos de ativos, segundo o embaixador, o Banco da China, o Banco da Construção da China e o Banco Industrial e do Comercial da China (ICBC) — todos estatais – estão entre os maiores do mundo.

— Na China não falta liquidez, não falta dinheiro, mas tem que saber aplicar, porque dinheiro parado realmente não funciona, não dá para nada — declarou Duqing.

Outra instituição chinesa com interesse em ampliar sua atuação no Brasil é o Banco de Desenvolvimento da China, uma espécie de BNDES chinês.

O banco já possui um escritório de representação no país, está financiando duas obras e procura oportunidades para a construção de grandes projetos de infra-estrutura, como portos, ferrovias e energia.

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PRESIDENTE LULA DESTACA QUE PAÍSES MAIS RICOS PODEM AJUDAR AS NAÇÕES POBRES (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

10/11/2008

Apresentador: Olá, você em todo o Brasil. Eu sou o Luciano Seixas e nós estamos começando agora o O PRESIDENTE DO BRASIL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA - 2008 - 10-11-2008 - CAFÉ COM O PRESIDENTEprograma de rádio do presidente Lula, o Café com o Presidente. Olá, presidente. Como vai, Tudo bem?

Presidente: Tudo bem, Luciano.

Apresentador: Presidente, o final de semana foi bastante movimentado, o senhor teve uma reunião do Codesul [Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul] em Foz do Iguaçu com governadores dos estados fronteiriços do Brasil, também com ministros da Fazenda e presidentes dos Bancos Centrais do G-20 [Grupo de Países em Desenvolvimento] estiveram reunidos em São Paulo, um encontro preparatório para a Cúpula Mundial que vai discutir a crise, desta vez, em Washington [EUA]. Como é que foi, qual o balanço que o senhor faz destas reuniões?

Presidente: Luciano, primeiro eu acho extremamente importante e providencial que essas reuniões estejam acontecendo nesse momento. Afinal de contas, nós temos uma crise mundial, uma crise que nasceu no coração do país que representa o maior PIB [Produto Interno Bruto] do mundo, o país que representa a síntese do capitalismo mundial e foi exatamente nesse país que surgiu uma crise do sistema financeiro, e que pode atrapalhar o desenvolvimento, e o crescimento econômico dos países emergentes. Então, nós temos que discutir, porque a saída também tem que ser uma saída, eu diria, global. Não pode ser só a crise global, a saída também tem que ser global. E no Codesul foi importante porque todos os países do Mercosul estão numa fase de crescimento muito importante e estão numa fase de geração de empregos. Depois de muitos anos Paraguai, Uruguai, Brasil, Argentina, conheceram um outro momento de crescimento econômico, de geração de empregos e nós temos que tomar uma decisão, ou seja, para enfrentar essa crise nós não precisamos ficar temendo a crise. Sabemos que ela existe, sabemos que ela é grande, que ela pode ser grave, mas que nós estamos em condições melhores para enfrentar essa crise do que os países ricos, porque nós ainda temos um potencial extraordinário de crescimento do mercado interno, nós temos a possibilidade de fortalecer ainda mais o Mercosul. Então, o meu recado lá foi o seguinte: para enfrentar essa crise mais Mercosul, mais exportações entre os nossos países. Vamos trabalhar, acho que os países estão vivendo um momento importante, com muita cautela temos que tomar as decisões e aqui no Brasil estamos tomando todas as decisões e foi um pouco disso que eu foi dizer para os meus amigos do Mercosul.

Apresentador: Você está ouvindo Café com o Presidente, o programa de rádio do presidente Lula. Esta também é a mensagem que o senhor vai levar para a reunião política do G-20, em Washington?

Presidente: Antes de levar a mensagem para o G-20, em Washington, nós tivemos a reunião no sábado que participaram os presidentes dos Bancos Centrais do G-20, participaram os ministros da Fazenda. Essa é uma discussão mais de fundo, é uma discussão em que a nossa expectativa é que as decisões possam orientar a reunião que vai acontecer no dia 15, em Washington. Nós sabemos de onde veio a crise, sabemos o que foi que gerou essa crise e nós sabemos que o sistema financeiro internacional tem que ter um certo controle do Estado. É preciso que haja uma regulação. Tudo na vida é regulado, não pode um sistema financeiro achar que pode fazer, sabe, do sistema financeiro um cassino. O que nós queremos é que o sistema financeiro exista, cada vez mais forte para ajudar o desenvolvimento do país, para ajudar o crescimento da indústria, para ajudar o crescimento da agricultura. Ou seja, ganhar dinheiro gerando riqueza e gerando emprego e não apenas acumulando riqueza através da especulação. Bem, eu espero que o G-20 político tome essa decisão, porque há muito tempo eu estou pedindo uma reunião dos líderes políticos para que a gente possa discutir a questão da OMC [Organização Mundial do Comércio] e a Rodada de Doha, e agora chegou a oportunidade de fazermos essa reunião. Eu tenho consciência de que essa reunião não vai definir tudo o que nós precisamos que ela defina, mas é um início extraordinário que os políticos, Chefes de Estado, assumam a responsabilidade de trazerem para si a discussão das soluções futuras, para evitar que outras crises como essa venham acontecer.

Apresentador: Presidente, nós estamos gravando o programa aqui no Palácio do Planalto e nesta segunda-feira o senhor vai estar na Itália. Qual vai ser a sua agenda?

Presidente: Olha, primeiro na Itália nós vamos ter uma forte agenda empresarial. Haverá uma grande delegação de empresários brasileiros, haverá uma grande delegação de empresários italianos e exatamente por conta da crise nós vamos discutir com os empresários as possibilidades de investimentos que têm para serem feitos no Brasil, com a quantidade de obras de infra-estrutura que estamos fazendo. Vou ter encontro com o primeiro-ministro, vou ter encontro com o presidente, vou ter encontro com o movimento social italiano, vou ter encontro com os políticos da oposição na Itália e na quinta-feira vou encontrar com o Papa [Bento XVI] para assinar um acordo entre o Estado brasileiro e o Estado do Vaticano. E também vou discutir com o Papa a questão da crise econômica. E também a gente fazer convocação para que os países ricos coloquem mais dinheiro para ajudar os países pobres, por exemplo, o Haiti, os países africanos, ou seja, precisamos ter consciência de que ou os países mais ricos ajudam os países mais pobres a se desenvolverem ou nós vamos enfrentar um problema muito sério de migração.

Apresentador: Muito obrigado, presidente Lula, até a próxima semana.

Presidente: Obrigado a você, Luciano, e até a próxima semana.

Apresentador: O programa Café com o Presidente volta na próxima segunda-feira. Até lá.

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NA REUNIÃO DO G20, PRESIDENTE CHAMA PAÍSES RICOS DE IRRESPONSÁVEIS – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Publicado em 08/11/2008

Diante de ministros da área econômica e presidentes de bancos centrais de 18 países e da União Luiz Inácio Lula da SilvaEuropéia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou ontem os países ricos de irresponsáveis, na abertura da reunião do G20, o grupo das maiores economias mundiais.

Lula disse que não é justo que o resto do mundo pague pelas inconseqüências dos mercados financeiros e foi categórico: quem deve tomar medidas para evitar maiores conseqüências da crise financeira global são as nações desenvolvidas.

“É hora de uma ação coordenada. Mas o exemplo deve partir dos países ricos. É deles que se espera a adoção das principais medidas nesse sentido.”

O presidente enfatizou que a crise nasceu nas economias avançadas, em conseqüência da “crença cega” na capacidade de auto-regulação dos mercados e pela falta de controle sobre as atividades dos agentes financeiros.

“Por muitos anos, especuladores tiveram lucros excessivos, investindo o dinheiro que não tinham em negócios mirabolantes. Todos estamos pagando por essa aventura”, afirmou.

Lula criticou a postura dos países ricos em vários momentos. “A desordem que se instaurou nas finanças mundiais, nos últimos anos, ameaça o funcionamento da economia real. O preço a pagar por essa irresponsabilidade se pode medir de várias formas. Para nós, o que importa é a ameaça de uma recessão generalizada e, na sua esteira, a perda de milhões e milhões de empregos, o aumento da pobreza e da exclusão.”

Em outro ponto do discurso, ele voltou a pedir que os ricos assumam as conseqüências de suas práticas de livre mercado. “As políticas de cada país não podem transferir riscos e custos a outros países. Cada país deve assumir suas responsabilidades”, ressaltou.

Para Lula, cabe aos países ricos adotar medidas de liquidez para trazer liquidez aos mercados internacionais. “Os países desenvolvidos e instituições como o Fundo Monetário Internacional [FMI] devem adotar medidas para restaurar a liquidez nos mercados internacionais. ”O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, estava entre os ouvintes.

Copyright 2007 / 2008 – Diário de Sorocaba

Rua da Penha, 609 – Centro / Sorocaba.

Fone: 55-015-3224-4123

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CODEFAT APROVA R$ 2,25 BI DE CRÉDITO PARA PEQUENA EMPRESA – Emprego cresce mais do que PIB em 2007 – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para a partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Emprego cresce mais do que PIB em 2007

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para o partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 724 – Brasília

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GOVERNO LIBERA R$ 19 BI PARA SETOR PRODUTIVO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O governo vai liberar R$ 19 bilhões para o setor produtivo. Deste total, R$10 bilhões serão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para grandes empresas e R$ 5 bilhões virão do Banco do Brasil para pequenos e médios empresários. Outros R$ 4 bilhões também do BB serão usados para ajudar os bancos das montadoras. Os empresários terão, ainda, dez dias a mais de prazo para os empresários pagarem impostos federais. As medidas foram anunciadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quinta-feira (6), durante a 28ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDES), como forma de ajudar o setor produtivo a manter mais recursos em caixa diante da crise financeira internacional, que tem reduzido o volume de crédito no mercado.

Estratégia – A reunião, a última do ano, teve como tema central a conjuntura econômica externa. Realizada no Palácio do Planalto, o encontro contou com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que as medidas anunciadas no encontro são mais um passo importante dentro de uma estratégia que vem sendo deliberada pelo governo. O ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, coordenou o evento, onde também estavam presentes a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. “A avaliação é que o Brasil está enfrentando, com solidez e segurança inéditas, as grandes ondas de instabilidade que atingem todas as economias do mundo”, disse José Múcio.

Em seu discurso, o presidente Lula descartou qualquer possibilidade de pacote econômico e destacou as reservas suficientes que o Brasil tem para enfrentar a crise por um bom tempo. “Este governo vai continuar não jogando dinheiro fora, vamos continuar com estabilidade fiscal, vamos fazer o que tiver que fazer para que este país não jogue fora o que nós conquistamos com tanto sacrifício”, afirmou o presidente.

CDES – O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República é um órgão representativo da sociedade brasileira. Em documento enviado à Presidência da República no dia 24 de outubro, o CDES pediu a atenção do governo para algumas medidas que farão frente à crise: a estabilização do câmbio; o restabelecimento do crédito, a suspensão do processo de aumento das taxas de juros a e manutenção de investimentos públicos. “Nessa plenária do CDES, todos foram unânimes em dizer que as medidas apresentadas pela equipe econômica estavam indo bem. Evidentemente que as ações não têm efeito no curtíssimo prazo. Mas todos acham que o governo está agindo de pronto e está no caminho correto”, declarou o ministro José Múcio Monteiro, após os trabalhos.

Conselheiros da área empresarial afirmaram que algumas medidas já tiveram resultado. O presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, disse que as ações para estabilizar o câmbio tem sido fundamentais para a manutenção dos negócios, enquanto o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Fábio Barbosa, declarou que a ação do Banco Central – como a liberação de compulsórios bancários – ajudou o mercado a obter mais equilíbrio. Já o presidente do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, acredita que as nações em melhor situação poderão até se fortalecer após as dificuldades. “Os países com seus fundamentos econômicos sólidos sairão fortalecidos”, preconizou.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 724 – Brasília

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ITAÚ E UNIBANCO UNEM-SE E CRIAM O MAIOR GRUPO DO HEMISFÉRIO SUL – Acionistas do Unibanco migrarão para nova instituição

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

Publicado em 03/11/2008

Os controladores do Itaú e do Unibanco assinaram ontem um contrato visando à unificação dos bancos, para formar o maior grupo financeiro privado do Hemisfério Sul. “Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais”, afirmaram os diretores de Relações com Investidores dos dois bancos. As assembléias sobre a união ocorrerão entre 24 de novembro e 5 de dezembro.

A associação contemplará uma reorganização societária, com migração dos atuais acionistas do Unibanco Holdings e Unibanco, mediante incorporações de ações, para uma companhia aberta, que será denominada Itaú Unibanco Holding, atual Banco Itaú Holding Financeira. O controle dessa holding, por sua vez, será compartilhado entre a Itaúsa e os controladores da Unibanco Holdings, por meio de holding não financeira a ser criada no âmbito da reorganização.

A conclusão da reorganização societária depende da aprovação do Banco Central e das demais autoridades competentes. Segundo fato relevante, os controladores da Itaúsa e da Unibanco Holdings vêm negociando nos últimos 15 meses.

Em setembro, Itaú e Unibanco tinham, juntos, ativos de R$ 575,1 bilhões, um patrimônio líquido de cerca de R$ 51,7 bilhões e uma carteira de crédito combinada de R$ 225,3 bilhões. O lucro líquido somado dos dois bancos de janeiro a setembro deste ano foi de R$ 8,1 bilhões.

ACIONISTAS – A relação de troca na união de Itaú e Unibanco será de 1,7391 Unit do Unibanco para cada ação do Itaú. Segundo fato relevante divulgado pelos bancos, as relações de troca para as demais ações são as seguintes, sempre na comparação com 1 ação do Itaú: 1,1797 ON (UBBR3), 1,1797 ON Unibanco Holdings (UBHD3), 3,4782 Unibanco PN (UBBR4), 3,4782 Unibanco Holdings (UBHD6) e 0,17391 GDR do Unibanco.

No fato relevante, os bancos trazem gráficos indicando como está a posição atual dos acionistas e como esta ficará após a reorganização. Pelo documento, o mercado passa de fatia de 54,5% no Itaú Holding Financeira e de 41,7% no Unibanco para 50,6% no Itaú Unibanco Holding, sendo 10,5% em ordinárias e 91,5% em preferenciais. O Bank of America terá 5,4% da nova instituição, com 8,5% de PN e 2,5% de ON.

No novo esquema, Itaúsa terá 66% do capital total de uma empresa chamada IU Participações, que controlará o Itaú Unibanco Holding. Os controladores do Unibanco terão 33% do capital total dessa empresa. Essa companhia, por sua vez, terá 51% das ON da nova instituição ou 26% do capital total.

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ESTRATÉGIAS CONTRA A CRISE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31/10/08 07:59

Coluna Econômica – 31/10/2008

LUIS NASSIF por Luis Nassif

Ainda é cedo para avaliar como será 2009 na economia brasileira. Em grande parte o resultado será conseqüência da maior ou menor rapidez com que as autoridades econômicas tratem de algumas problemas atuais da crise.

No plano global, há uma crise financeira ainda em curso; à qual se seguirá uma crise econômica – já em curso. A crise financeira veio através de duas ondas iniciais; e de uma terceira onde que está por vir.

Primeira onda – a crise do subprime e do sistema bancário internacional. Razoavelmente superada. Faltam ainda providências para induzir o sistema bancário a voltar a emprestar. Alguns analistas sugerem que o caminho seria os diversos Bancos Centrais se tornarem co-avalistas do risco de empréstimo.

Segunda onda – em curso, é a chamada desalavancagem dos fundos hedge. Ou seja, fundos especulativos desfazendo-se de seus ativos. Foi esse movimento que provocou a mega-onda que derrubou bolsas de todo o mundo e jogou o yen nas alturas. No caso do yen, com os fundos se desfazendo dos empréstimos que tomavam no Japão, para especular em outras países. Já se passou pelo epicentro dela. Poderá dar alguns solavancos, mas caminha para se acalmar.

Terceira onda – as crises das economias nacionais. Para prevenir, o FED (BC americano) fez troca de moedas com quatro países – Brasil, México, Cingapura e Coréia – e está preparando para atuar com mais dez. Além disso, o FMI reduziu a burocracia para poder amparar países com problemas externos. Ainda não está sob controle.

***

No caso brasileiro, os desafios são da seguinte ordem:

Desafio 1 – restabelecimento do crédito.

O Banco Central reduziu o depósito compulsório dos bancos, mas o dinheiro não fluiu para as empresas; fez leilão de hedge cambial, mas o crédito está se abrindo muito lentamente para os exportadores. Isso se deve ao receio dos bancos em relação às empresas. Não se sabe ainda, nesse terremoto global, a situação de cada empresa ou setor.

O BC terá que ser mais atuante, colocando penalidades nos bancos que não emprestarem e tratar de ir para a linha de frente.

Esse é o desafio maior.

Desafio 2 – criar fatos concretos que melhorem as expectativas dos empresários.

O Copom (Comitê de Política Monetária) perdeu uma excelente oportunidade de virar as expectativas. Se tivesse reduzido a taxa Selic, ainda que em módico 0,25 ponto percentual, poderia reverter as expectativas rapidamente.

Outras preocupações do governo devem ser a de evitar o máximo possível volatilidade no câmbio, na Bolsa de Valores e nos títulos externos brasileiros. É hora de ressuscitar a antiga mesa de operações do BC para atuar firmemente nessas frentes.

Outro ponto relevante é o anúncio do programa de investimentos para 2009 no âmbito do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). As grandes estatais estão com recursos em caixa, assim como as grandes empresas privadas brasileiras.

O governo deveria se reunir com essas empresas, somar os investimentos que serão efetuados, analisar as condições objetivas para que não sejam frustrados e anunciar em grande estilo para a opinião pública.

enviada por Luis Nassif

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PUBLISHED BY ‘BLOG DO LUIS NASSIF’ (Brasil)

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“PAREMOS DE FAZER PIADAS A RESPEITO” AFIRMA HENRIQUE MEIRELLES SOBRE CRISE

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


24/10/2008

“Paremos de fazer piadas a respeito. É uma situação muito, muito séria.” A declaração do presidente HENRIQUE MEIRELLESdo Banco Central, Henrique Meirelles, foi feita sexta-feira durante uma palestra a investidores em Miami, quando disse não haver dúvidas sobre a existência de uma crise econômica global.

Ao falar sobre a crise, Meirelles citava a preocupação com a turbulência americana, que está “afetando a todos”, e continuava a defender que o Brasil está em uma situação favorável no contexto global e tem tido um papel de “estabilizador”, junto com outros países emergentes.

O banqueiro, entretanto, acredita que, diferentemente de outras épocas, o Brasil atualmente está em melhor condição para encarar o problema, em virtude da estabilização nos últimos anos.

Meirelles defendeu a venda de dólares como uma forma “saudável” para prover liquidez da moeda, contudo não falou sobre preocupação com o câmbio.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE SOROCABA’ (SP)

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CRISE FINANCEIRA MUNDIAL ‘ESFRIA’ A FEBRE DA CASA PRÓPRIA NO BRASIL

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


Sábado, 25 de Outubro de 2008 – 10h19

Ainda não é o fim da festa, mas os brigadeiros em cima da mesa podem estar escasseando. Em 2007, o financiamento imobiliário com recursos da poupança cresceu quase 100% frente ao ano anterior, levando o setor à sua maior expansão em décadas. Agora, a crise financeira mundial ameaça transformar esses bons ventos em brisa.

O responsável pela piora no cenário é o aperto no crédito que o país tem começado a sentir: com o dinheiro em falta lá fora, os bancos tendem a proteger mais seus próprios recursos.

Nessa tendência, três grandes bancos brasileiros aumentaram no início do mês a taxa de juros para o financiamento da casa própria. O Bradesco mudou a taxa de 9% para 10,5% ao ano para imóveis até R$ 120 mil. O Itaú reajustou o teto dos juros cobrados para 12%. No Unibanco, a taxa passou de 11% para 12%.

“Isso é o teto. Se o banco fazia (o financiamento) a 9%, não quer dizer que vai fazer a 12%, mas que se sente livre para variar mais as taxas. Agora eles vão estudar muito bem quem são os tomadores de crédito e dar taxas melhores àqueles clientes em que têm mais confiança”, diz João Crestana, Secovi-SP, sindicato do setor imobiliário.

No bolso do consumidor

Para o consumidor, a mudança se traduz em mais gastos. Em um financiamento em 20 anos, o preço final do imóvel pode ficar até 29% mais caro, segundo um levantamento da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac).

Segundo o autor do estudo, Miguel de Oliveira, antes da alta dos juros o consumidor pagava por um imóvel de R$ 120 mil, em média, 240 prestações de R$ 966,74, em um total de R$ 232.017,60. Agora, o valor final soma R$ 299.455,20.

“Com o aumento dos juros, você afeta a prestação. E a prestação aumentando, começa a criar problemas no bolso de uma fatia dos potenciais compradores. Em determinado segmento, pode até inviabilizar a compra”, avalia Luiz Paulo Pompéia, presidente da Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio (Embraesp).

Brasil X EUA

Embora seja reflexo da crise no exterior, a restrição do crédito no Brasil tem natureza diferente da que ocorre lá fora. Nos Estados Unidos e na Europa, os bancos vêm sofrendo prejuízos enormes, que têm origem no não pagamento de hipotecas imobiliárias. Sem recursos, o crédito some.

Já os bancos brasileiros estão em situação diferente: sem créditos podres em carteira, gozam de boa saúde financeira. Ocorre que muitos deles se financiam com recursos do exterior – e com o dinheiro lá fora escasso, evitam correr riscos, já que não teriam a quem recorrer em caso de problemas.

Efeitos para as construtoras

Essa restrição de crédito também afeta as construtoras. “Os bancos estão pedindo mais garantias e vão injetar menos dinheiro no setor. Alguns segmentos podem sentir, por não conseguirem produzir com um custo tão elevado. O reflexo é que alguns empreendedores vão reduzir seu ritmo de lançamentos. Não há uma suspensão, mas uma redução do ritmo alucinado de montagem de estandes de venda que era no passado”, diz Pompéia, da Embraesp.

“É a hora da seletividade. Em vez de fazer 20 empreendimentos, (a empresa) vai fazer 16, e quatro vai deixar na gaveta para 2010, 2011”, acrescenta Crestana, do Secovi.

As construtoras e incorporadoras também estão entre as que mais sofrem com o “tombo” das bolsas de valores nas últimas semanas. De olho nos problemas do setor, o governo federal autorizou, nesta semana, a Caixa Econômica Federal a comprar participação acionária em construtoras.

Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o objetivo é evitar que haja uma interrupção dos projetos por falta de recursos. “É uma resposta para dar continuidade aos projetos de construção habitacional”, disse ele.

Cuidados na hora da compra

Para o consumidor, a recomendação dos especialistas é redobrar a prudência na hora da compra. Embora alguns bancos tenham elevado as taxas de juros, outros ainda mantêm a cobrança no mesmo patamar.

“Quem pretende financiar um imóvel pode procurar um dos bancos em que é cliente e negociar para manter a taxa. Para quem é bom cliente, o banco pode manter (a taxa antiga)”, diz Crestana. “Mas o comprador vai ser um pouco mais cauteloso agora, vai selecionar os melhores juros, não vai querer comprometer tanto da renda.”

“A recomendação é prudência, paciência e pechinchar muito. E, se puder esperar, para evitar riscos desnecessários. Eu acredito que em três ou quatro meses já vamos estar com uma situação mais estável, mais clara”, afirma Pompéia.

Para uma fatia dos compradores, no entanto, a recomendação do presidente da Embraesp é diferente: “Quem tem aqueles contratos já prontos, com a situação de antes da crise, é bom aproveitar. Porque dificilmente voltaremos a uma situação tão privilegiada quanto a de seis meses atrás.”

Do Portal G1

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PUBLISHED BY ‘PORTAL CORREIO’ (PB)

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‘NÃO TEM BANCO QUEBRANDO”, DIZ MANTEGA – MP que permite compra de bancos privados, busca dar ‘conforto’, diz – Objetivo é dar liquidez e atuar dentro de regras de mercado, afirma

Posted by Gilmour Poincaree on October 22, 2008


22/10/08 – 12h03 – Atualizado em 22/10/08 – 12h03

por Alexandro Martello

Do G1, em Brasília

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou nesta quarta-feira (22) que exista alguma instituição GUIDO MANTEGA - MINISTRO DA FAZENDAfinanceira “quebrando”. “O sistema financeiro brasileiro é sólido, mas tem problemas de liquidez. Se não tivesse esse problema, o Banco Central não estaria devolvendo compulsório e permitindo a compra de carteiras de crédito. Estamos irrigando o sistema para que não haja problemas”, disse ele a jornalistas.

Segundo o ministro, todas as ações do governo tem sido pautadas por “regras transparentes” de mercado. “Até agora não demos nenhum socorro para nenhum setor da economia. Estamos dando liquidez e atuando dentro das regras de mercado”, disse ele, acrescentando que a medida busca proporcionar mais “conforto” para o sistema financeiro.

“Basta ter o conforto. Você sabe que tem alternativa disponível. Justamente por ter essa alternativa, todo mundo fica mais tranquilo e não vê necessidade da venda. Se [a venda] ocorrer, será feita em condições de mercado. Essas instituições [BB e Caixa] respondem pela eficiência”, disse o ministro da Fazenda.

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PUBLISHED BY ‘G1’ (RJ)

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