FROM SCRATCH NEWSWIRE

SCAVENGING THE INTERNET

Archive for the ‘INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

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Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO NEGRO, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O MUNICÍPIO DE NITERÓI, O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PA, PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PC do B), PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA (PCO), PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL (PMN), PARTIDO DA REPÚBLICA (PR), PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (PSDB), PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PMDB), PARTIDO DOS DEMOCRATAS (PD), PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), PARTIDO POPULAR SOCIALISTA (PPS), PARTIDO PROGRESSISTA (PP), PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB), PARTIDO SOCIAL CRISTÃO (PSC), PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO (PSDC), PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL), PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB), PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO (PSTU), PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO (PTB), PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC), PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL (PT do B), PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL (PTN), PARTIDO VERDE (PV), PARTIDOS POLÍTICOS - BRASIL, PB, PE, PECUÁRIA, PECULATO, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PETRÓLEO, PI, POLÍCIA FEDERAL, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, PORTOS, PR, PREVARICAÇÃO, PRODUTO INTERNO BRUTO, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAJUSTES SALARIAIS, RECEITA FEDERAL - BRASIL, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, RJ, RN, RO, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, RR, RS, SAÚDE E ATENDIMENTO MÉDICO, SANEAMENTO BÁSICO, SC, SE, SEMENTES TRANSGÊNICAS, SENADO, SETOR EXPORTADOR, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SISTEMA PRIVADO DE SAÚDE, SP, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TARSO GENRO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, TAXAS DE DESEMPREGO, TELEFONIA - FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

SETOR HABITACIONAL ESPERA, OTIMISTA, PACOTE DE INCENTIVO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 11:12

por Fernanda Mathias

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAL ESTATE INDUSTRIES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO TERÁ MENOS PRESSÃO COM REDUÇÃO DOS JUROS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 22, 2009

Quinta-feira, 22/01/2009 – 10:10

Jornal da Mídia

PUBLISHED BY ‘JORNAL DA MÍDIA’ (Brazil)

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Posted in BANCO CENTRAL - BRASIL, BRASIL, CEMENT, CENTRAL BANKS, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MACROECONOMY, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, REAL ESTATE INDUSTRIES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, STATE TARIFFS, TAXA SELIC, THE FLOW OF INVESTMENTS | 1 Comment »

CIMENTO – VENDAS CRESCERAM 14,3% EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Chiara Quintão – Agência Estado

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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GOVERNO ESTUDA FUNDO GARANTIDOR PARA A CASA PRÓPRIA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Lu Aiko Otta – Agência Estado

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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FOCO DE MEDIDAS DO GOVERNO SERÁ A BAIXA RENDA, INFORMA CAIXA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

Terça, 13 de Janeiro de 2009 – 19h53

Último Segundo

PUBLISHED BY ‘PORTAL CORREIO DA PARAÍBA’ (Brazil)

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GERDAU ALTERA TURNOS EM CHARQUEADAS E DEMITE EM SAPUCAIA DO SUL – AJUSTES SÃO REALIZADOS DESDE DEZEMBRO PARA ADAPTAR A PRODUÇÃO AOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

13/01/2009 – 00h07min

Zero Hora

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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GOVERNO REABRE LICITAÇÃO PARA A NOVA MARGINAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

07/01/2009 – 09h06

Folha Online

PUBLISHED BY ‘BOL’ (Brazil)

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MATO GROSSO ARRECADA R$ 51 MILHÕES A MAIS COM FETHAB (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29 de dezembro de 2008 – 10h28

Só Notícias

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

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Posted in BRASIL, CEMENT, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MT, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

PARCERIA DO BANRISUL, RODOBENS E GRUPO CAPA PREVÊ FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO DE R$ 77,5 MILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

Rio Grande, 25 de Dezembro de 2008, Quinta-Feira

Jornal Agora

PUBLISHED BY ‘JORNAL AGORA’ (Brazil)

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EM 2009, CEF TERÁ R$ 180 MILHÕES PARA FINANCIAMENTO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008

por Carolina Santana – Redação Cruzeiro do Sul

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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IBAMA MULTA CONSÓRCIO LIDERADO POR ODEBRECHT EM R$ 7,7 MILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

24/12/2008

Cruzeiro On Line

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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DUPLICAÇÃO DA BR-408 TAMBÉM SERÁ INCLUÍDA NO PAC (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008 – 19h46

Diário de Pernanbuco

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE PERNAMBUCO’ (Brasil)

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MINISTRA DILMA GARANTE LIBERAÇÃO DE MAIS R$ 50 MILHÕES PARA BR-226 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008

Diário de Natal

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE NATAL’ (Brazil)

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ESTADO ANUNCIA R$ 300 MI PARA PAVIMENTAÇÃO DE RODOVIAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

Domingo, 21 de Dezembro de 2008 – 17h30

Do sítio do Governo do Estado da Paraíba

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA’ (Brasil)

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Posted in BRASIL, CIDADES, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INTERNATIONAL, MACROECONOMY, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, ROAD TRANSPORT, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

CGU DEMITE ACUSADO DE FAVORECER A GAUTAMA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008 – 21:16

Agência Estado

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’ (Brasil)

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Posted in A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, BRASIL, CIDADANIA, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CONSTRUCTION INDUSTRIES, CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CORRUPTION, CRIMES EMPRESARIAIS, CRIMINAL ACTIVITIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SCAMS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, JUDICIARY SYSTEMS, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER JUDICIÁRIO, PECULATO, PREVARICAÇÃO, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY | Leave a Comment »

GERDAU PAGA CERCA DE 200 MILHÕES DE EUROS E AMPLIA FATIA NA SIDENOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 20:11

Valor Online

PUBLISHED BY ‘VALOR ECONÔMICO’ (Brazil)

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Posted in A BOLSA DE VALORES, BRASIL, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, METALS, METALS INDUSTRY, RECESSION, STEEL, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

NOW IS THE TIME FOR POLITICS – MORE GOVERNMENT IS THE SOLUTION, NOT THE PROBLEM, AND KEY TO SOLVING WORLD POVERTY (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

DECEMBER 2008 – FEBRUARY 2009

by Luis Inácio Lula da Silva

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA) – SPECIAL EDITION – ISSUES 2009

The world today is experiencing turbulence unlike anything we’ve seen in decades. The U.S. credit crisis has contaminated the international economy, and financial systems have been shaken to the core, undermining economic doctrines once treated as absolute truths.

As I told the UN. General Assembly in September, now is the time for politics, for governments to use public control and oversight to halt the economic anarchy. I welcome the actions that other countries have taken. But it will be some time before their initiatives kick in. That means more steps are needed in the meantime to safeguard the world’s most vulnerable: workers whose jobs and purchasing power are on the line, simple folk trying to save for the future, the poor who depend on the state.

The abuses and errors coming to light daily are all evidence that our existing system of international economic governance has broken down. To develop a better one, the world’s major developing countries should be called on to join the debate. We have plenty to contribute. Take Brazil. We are ready to do our part, and our economy is better prepared than most to confront the crisis. We have said no to macroeconomic adventurism. Inflation is under control and we are growing steadily. We have plenty of foreign reserves and owe nothing to the International Monetary Fund. This gives us the tools and the peace of mind to withstand the turbulence the crisis will bring.

Brazil is also better prepared to deal with the social and economic dislocation that may ensue. Consider: since I took office in 2003, more than 10 million Brazilians have joined the workforce. Some 20 million have risen out of absolute poverty. Our internal market is expanding, giving us an important economic cushion. Above all, we are redistributing income and reducing social inequality. These advances have nothing to do with luck or a favorable environment. They are the result of hard work by the Brazilian people and their government.

Weaving a broad social safety net is a central part of this endeavor. Our income-transfer program now distributes benefits to 11 million poor families nationwide, on the condition that mothers get prenatal care and parents keep their children in school and vaccinated. Our success shows that individual governments can and must play a vital role in reducing poverty and inequality. And our example in health care and education is already being made available to other countries in Latin America, Africa and Asia facing similar challenges.

That said, no state will escape this crisis on its own. Coordinated actions are needed. Yet they will succeed only if international decision making is redesigned in accordance with new realities; the institutions set up after World War II reflect a balance of power that’s long been superseded. This challenge actually goes far beyond the immediate financial storm. Other threats loom, such as hunger and poverty, the rising price and scarcity of food, the energy crisis and climate change. World commerce remains distorted, and the best means of addressing that—die Doha round of trade talks — could collapse.

Still, none of these obstacles is insurmountable. We all know the solutions, and we have the tools and the resources to succeed. Too often what we lack is political will. Many people today are comparing our current situation with the Great Depression. But we should take those parallels further and should summon the spirit of solidarity that helped create the New Deal, harnessing it to forge a new global pact to roll back poverty and extreme inequality. Contrary to what so many believe, globalization has only increased the economic and social responsibilities of governments. We must renew our commitment to strong multilateralism and we must make that multilateralism more democratic, in order to build agreements that reflect the legitimate interests of all nations. This means, among other things, enlarging the U.N. Security Council and revamping the IMF to provide effective financial support to countries in need.

The United States-by virtue of its size and its economic prowess—is and will continue to be a key player in the global search for common solutions. Washington has played such a decisive role since the end of World War II. Given the challenges and opportunities facing us today, we in the developing world hope that we can once again count on the American people to come to the defense of multilateralism, equality and justice. This is not the time for protectionism, but for progressive action born of generosity and solidarity that will forge collective answers to 21st-century challenges.

Luis Inácio Lula Da Silva is the President of Brazil.

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA)

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CONSTRUÇÃO DEVE MANTER NÍVEL DE EMPREGO ATÉ 1º TRI DE 2009, DIZ SINDICATO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 7, 2008

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008 – 15:37

FOLHA ONLINE

PUBLISHED BY ‘GAZETA DE JOINVILLE’ (SC – Brasil)

O volume de empregos no setor da construção civil deverá se manter próximo do ritmo atual pelo menos até o final do primeiro trimestre de 2009 graças às obras já contratadas antes do início da crise financeira internacional, informou nesta quarta-feira o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

Até outubro, o estoque de pessoas empregadas no setor no Brasil atingiu 2,19 milhões, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho – uma alta de 18% sobre o mesmo mês do ano passado.

“As obras já iniciadas estão com um financiamento bem arranjado, então não vão parar e manterão os níveis elevados de empregos, perto da taxa atual, até o final do primeiro trimestre de 2009”, disse o diretor de economia do SindusCon-SP, Eduardo May Zaidan. “Minha empresa, por exemplo, começou agora uma nova obra e estou com dificuldades de contratar carpinteiros.”

Porém, Zaidan lembra que os meses de novembro e dezembro geralmente trazem uma redução no volume de empregos resultante de um efeito sazonal comum ao setor. “É por uma questão de sazonalidade, na série histórica só não ocorreram demissões neste período em apenas dois anos”, disse.

Devido a este tradicional corte de vagas no final do ano, Zaidan disse que apenas em março será possível quantificar o real impacto da crise financeira sobre o número de empregos gerados pelo setor.

A crise, explica a entidade, deverá trazer impacto em departamentos específicos das construtoras. “Os setores administrativos e de vendas deverão apresentar cortes porque haverá menor número de lançamentos”, disse Ana Maria Castelo, economista da FGV Projetos.

2009

O que acontecerá após o primeiro trimestre do próximo ano ainda não está claro para as empresas de construção civil, o que fez a entidade fazer duas previsões diferentes.

Em um primeiro cenário, onde o nível de investimento não cai abruptamente, o SindusCon-SP prevê que o setor apresentará crescimento de 4,7%, enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceria 3,8%. No segundo cenário, mais pessimista devido a um maior número de projetos de investimentos cancelados, o PIB cresceria 2,8% e a construção civil, 3,5%.

A entidade aposta no cenário mais otimista. O que sustenta a crença é o ciclo mais longo dos investimentos no setor – ou seja, muitas decisões de investimentos tomados nos tempos de bonança influenciarão no desempenho de 2009 -, a garantia do governo federal de manter seus investimentos em infra-estrutura e a manutenção dos recursos de financiamento do setor, notadamente vindos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e da poupança, no caso do imobiliário, e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no caso da construção pesada.

Um crescimento menor em 2009, inclusive, chega a ser “comemorado” pelo setor. “Não haveria mão-de-obra e materiais suficientes para manter o ritmo de 2008 [que deverá fechar 10% maior que no ano anterior]”, disse Ana Maria. “É hora das empresas se reorganizarem e se prepararem melhor para a retomada do crescimento.”

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PUBLISHED BY ‘GAZETA DE JOINVILLE’ (SC – Brasil)

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A MUDANÇA ENFIM COMEÇOU – Após a definição de novas regras para os serviços de saneamento, as operadoras privadas voltam a investir e ampliam a competição no setor (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

13.11.2008

Por Fabiane Stefano

Revista EXAME Rio Claro, município de 185 000 habitantes no interior de São Paulo, decidiu ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - RONDÔNIAtransformar o meio ambiente em aliado para atrair empresas preocupadas com sustentabilidade. Para isso, a cidade fechou, no ano passado, uma parceria público-privada com o grupo Odebrecht destinada à operação e à ampliação do sistema de esgoto local – o que configurou a primeira PPP municipal do Brasil. Atualmente, Rio Claro tem 100% de fornecimento de água tratada e de coleta de esgoto. Porém, apenas 12% do esgoto recebe tratamento antes de chegar ao rio que abastece a cidade. A meta fixada no contrato da PPP é que até 2011 todo o esgoto seja tratado. Rio Claro segue o exemplo da vizinha Limeira, primeira cidade no país a privatizar o serviço de saneamento, 13 anos atrás, e que hoje conta com 100% de fornecimento de água e coleta de esgoto e 80% de tratamento de esgoto. “Além de o município não precisar se endividar para investir em obras, a empresa privada trabalha de modo mais eficiente”, diz Dermeval Nevoeiro Júnior, prefeito de Rio Claro. Esse é um dos exemplos de uma nova rodada de investimentos em saneamento com participação da iniciativa privada – o que tende a levar competição a um setor que passou longo tempo estagnado e quase exclusivamente nas mãos de estatais.

De acordo com a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviços Públicos de Água e Esgoto, operadores privados deverão investir quase 18 bilhões de reais em obras de saneamento até 2017. Isso fará com que o setor privado passe a administrar concessões que atenderão 30% da população urbana brasileira – ante os 9,6% atuais. O valor é significativo, mas ainda insuficiente para resolver as carências do país nessa área. Calcula-se que sejam necessários 200 bilhões de reais para a universalização dos serviços em 20 anos. No atual ritmo de investimentos, inferior a 2 bilhões de reais ao ano, demoraria um século para que todos os brasileiros ganhassem acesso pleno ao saneamento básico. “Não dá para imaginar que o Brasil consiga universalizar os serviços de água e esgoto sem os investimentos da iniciativa privada”, diz Rogério Tavares, superintendente de saneamento da Caixa Econômica Federal, principal fonte de financiamento do setor.

O Brasil padece de índices vergonhosos de saneamento básico. Embora 93% da população urbana tenha acesso à água tratada, menos da metade conta com coleta de esgoto. Para piorar, apenas um terço do material coletado recebe tratamento – número que coloca o Brasil ao lado de países como o Congo, mas bem distante de nações como a Alemanha, que trata 99% dos dejetos. O restante segue diretamente para o mar, rios e córregos ou acaba contaminando lençóis freáticos. A falta de coleta e tratamento provoca doenças infecciosas e parasitárias, especialmente em crianças, elevando os índices de mortalidade. “Para cada 1 real gasto em saneamento, economizam-se 4 reais em saúde”, diz Raul Pinho, presidente do instituto Trata Brasil, que estuda os problemas do setor.

Dinheiro novo no setor

Lentamente, esse cenário desolador começa a mudar. Desde 2003, com a criação do Ministério das Cidades, e mais recentemente com o PAC, o saneamento voltou a receber investimentos públicos, o que elevou ligeiramente o acesso de domicílios à rede de esgoto. O grande impulso ao setor, porém, foi dado no início de 2007, com a aprovação da Lei Geral de Saneamento Básico. A lei regulamentou a atividade e acabou com o poder das companhias estaduais, que dominam o setor.

Com a legislação definida, o setor privado voltou novamente seus olhos para os 5 562 municípios brasileiros, especialmente aqueles em que as concessões estaduais estão prestes a vencer. “O novo modelo obriga a ter eficiência; caso contrário, o município poderá substituir o operador do serviço”, diz Yves Besse, presidente da associação de concessionárias privadas. Apenas no estado de São Paulo, deverão vencer nos próximos dois anos 129 concessões operadas pela Sabesp, companhia controlada pelo governo estadual que atende 366 municípios. As cidades podem, no vencimento das concessões, fazer uma licitação aberta a todos. Hoje, apenas 23 cidades paulistas têm contratos com empresas privadas e outras 256 contam com serviços municipais. É justamente nessa faixa que se encontra um mar de oportunidades para o setor privado. O grupo Odebrecht, por exemplo, acabou de criar sua empresa de saneamento, que já reúne sete concessões no setor, incluindo as de Rio Claro e Limeira. A companhia analisa 25 municípios que devem abrir licitações para conceder os serviços. “Temos 1,5 bilhão de reais em capital próprio para investir em novas concessões nos próximos três anos”, diz Fernando Reis, presidente da Odebrecht Engenharia Ambiental. Quem também tem plano ambicioso no setor é o grupo espanhol OHL. “Para ter uma idéia do nosso potencial em saneamento, é só olhar nossos investimentos em rodovias”, diz Paulo Roberto de Oliveira, presidente da OHL Meio Ambiente Brasil. Por ora, a OHL administra 3 226 quilômetros em nove concessões rodoviárias no país, mas é dona de apenas dois contratos de esgoto no interior de São Paulo: em Ribeirão Preto e Mogi Mirim. Este último foi assinado em setembro, em parceria com a Sabesp, e prevê um investimento de 36 milhões de reais para o tratamento, até 2010, de metade do esgoto da cidade de 84 000 habitantes, que hoje lança sem cuidado os dejetos no rio Mogi Mirim. Os planos da OHL no setor incluem conquistar cinco concessões no médio prazo e investir 600 milhões de reais. (Apesar de o investimento privado em saneamento básico ser uma boa notícia, o histórico das relações entre empresas e poder público mostra que esse pode ser um caminho tumultuado. Recentemente, o grupo Odebrecht, juntamente com CBPO e Cliba, foi condenado pela Justiça a devolver 160 milhões de reais aos cofres da prefeitura de São Paulo por irregularidades nos contratos de coleta de lixo. A Odebrecht já anunciou que vai recorrer da decisão.)

A chegada da concorrência cria nova pressão sobre as estatais. “Temos vantagens comparativas, mas OBRAS DE SANEAMENTO BÁSICO - CACOAL - RONDÔNIAas empresas privadas estão com bastante apetite e disposição, o que vai exigir de nós mais eficiência e redução de custos operacionais”, diz Gesner de Oliveira, presidente da Sabesp. A competição pode ser também uma oportunidade para as estatais, em particular as mais competitivas. Até a aprovação do novo marco regulatório, as estatais eram proibidas de investir fora de seu território. Isso mudou. A Copasa, de Minas Gerais, atua em 611 municípios e já vislumbra transpor as fronteiras estaduais. “Vamos buscar oportunidades em estados onde há municípios que não estejam bem servidos”, diz Ricardo Simões Campos, diretor financeiro da Copasa.

Mais saneamento, mais saúde

Não é apenas no Brasil que a iniciativa privada engatinha no setor de saneamento. Segundo o escritório de advocacia inglês Pinsent Masons, especialista em projetos na área, no ano passado operadores privados proviam serviços a 706 milhões de pessoas, o que representa apenas 11% da população mundial. Até 2015, a participação deverá ser elevada para 16%. Proveniente de capital privado ou não, a experiência internacional mostra que o saneamento exige investimentos pesados e vigilância permanente da qualidade dos recursos hídricos. O caso do Tâmisa, cartão-postal de Londres, mostra que não se pode vacilar quando o assunto é contaminação de rios. Apesar de o primeiro plano de saneamento de Londres datar do século 19, o Tâmisa foi considerado biologicamente morto há cerca de 50 anos. Foram necessárias então duas décadas para despoluir o rio, onde hoje é possível até pescar. Tudo isso, naturalmente, tem preço. A companhia Thames Water, privatizada em 1989, investe por ano 1,5 bilhão de dólares em projetos de água e esgoto na capital inglesa. A exemplo do que ocorreu em Londres, São Paulo também tenta recuperar o maior rio que corta a cidade. O projeto de despoluição do Tietê já consumiu 3 bilhões de reais e 16 anos em obras e ainda está longe do fim. A terceira fase do plano começará no ano que vem, com conclusão prevista para 2015, e requisitará mais 800 milhões de dólares. Se os peixes voltarem a povoar o rio, como ocorreu em Londres, o dinheiro terá sido bem gasto – e o sucesso poderá estimular ações semelhantes Brasil afora.

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PUBLISHED BY ‘PORTAL EXAME’ (Brasil)

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CAIXA AMPLIA CRÉDITO PARA COMPRA DE MATERIAL DE CONSTRUÇÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12/11/2008

A Caixa Econômica Federal ampliou o acesso à linha de crédito Construcard FGTS, para aquisição de material de construção. Desde a segunda-feira (10), o limite de financiamento passou de R$ 7 mil para até R$ 25 mil. O empréstimo tem juros de 6% a 8,16% ao ano, de acordo com a faixa de renda do tomador. Atualmente, o limite de renda para este produto é de R$ 1.900,00. A linha de crédito utiliza recursos do FGTS.

A linha de crédito destina-se aos que irão construir, reformar, ampliar ou concluir a casa.

Para aqueles que possuem renda acima de R$ 1.900,00, existe a opção do Construcard CAIXA/SBPE, que utiliza os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Nesta linha, o valor mínimo de empréstimo é de R$ 1.000,00 e valor máximo varia de acordo com a capacidade de pagamento aprovada para o tomador do empréstimo.

Quem optar pelo serviço, pode incluir os custos de mão-de-obra até 15% do valor do material. A contratação da linha de crédito é simplificada, feita diretamente nas agências do banco.

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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GERDAU PEDE AMPLIAÇÃO DE INVESTIMENTOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

12/11/2008 10:25

José Dirceu por Zé Dirceu

Para quem não acredita no que está acontecendo no país, no comportamento do setor bancário, vale a pena ler na Folha de S.Paulo de hoje a matéria, ”Gerdau ataca aumento de gastos do governo”, sobre manifestação do empresário Jorge Gerdau Johanpeter. Mas atenção, outro enfoque colocado pelo empresário é que deveria ser manchete do jornal.

Aliás, todos os demais jornais até deram com bom destaque a observação do “chairman” presidente do conselho de administração do Grupo Gerdau no seminário “Atitudes positivas para enfrentar a crise”, realizado em São Paulo. Porém Gerdau defendeu não só um corte nas despesas de custeio, mas também um aumento da capacidade de investimento.

“Se não tiver onde investir, que trate de diminuir impostos”, destacou Gerdau ao pedir ampliação dos investimentos governamentais, numa declaração escondida pelos jornais que preferiram destacar a sua manifestação contra um suposto aumento de gastos do governo que não existe.

Má vontade dos bancos

O boicote, ou má vontade dos bancos em relação ao crédito foi criticada, também, por João Crestana, presidente do Secovi-SP (sindicato das empresas de construção e incorporação imobiliária).

Para ele, os bancos aumentaram o grau de burocracia para a concessão de crédito para o financiamento imobiliário, além de ter começado uma “tendência de alta nos juros cobrados”.

Segundo acusa Crestana, da parte dos bancos “há uma mistura de excesso de zelo com oportunismo, uma atitude descabida em um momento em que o país se une para enfrentar a crise.”

PUBLISHED BY ‘BLOG DO ZÉ DIRCEU’ (Brasil)

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