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AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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CODEFAT APROVA R$ 2,25 BI DE CRÉDITO PARA PEQUENA EMPRESA – Emprego cresce mais do que PIB em 2007 – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para a partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Emprego cresce mais do que PIB em 2007

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para o partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 724 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

Posted in A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AGRICULTURA, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO ECONÔMICA, FLUXO DE CAPITAIS, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, PRODUTO INTERNO BRUTO | 1 Comment »

COMEÇA A VALER MEDIDA QUE INJETA R$ 2,6 BILHÕES NA AGRICULTURA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

1 de Novembro de 2008 – 11h01 – Última modificação em 1 de Novembro de 2008 – 11h01

por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Entrou hoje (1º) em vigor a nova medida anunciada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumentará o crédito para a agricultura. A partir deste mês, os bancos têm de elevar de 65% para 70% o volume de recursos da poupança rural destinados ao financiamento dos produtores.

A medida vale até 30 de junho do próximo ano e tem como objetivo minimizar os efeitos da retração de crédito para o setor rural, afetado pelo agravamento da crise internacional. Segundo o Banco Central, o aumento da oferta de crédito injetará R$ 2,6 bilhões nos financiamentos à agricultura.

Essa é a terceira medida tomada pelo governo em um mês para estimular o crédito rural. Há 15 dias, o CMN aumentou de 25% para 30% a parcela dos depósitos bancários para o financiamento da safra. Com a medida, os bancos foram obrigados a destinar mais R$ 5,5 bilhões para o setor.

No início de outubro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o Banco do Brasil antecipou a liberação de R$ 5 bilhões em financiamentos para a agricultura. Segundo ele, o banco antecipou o cronograma e remanejou recursos de alguns fundos para aumentar a oferta de crédito para o setor.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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IPEA: CRISE PÕE EM XEQUE PADRÃO DE AVANÇO DO SÉCULO 20 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on October 31, 2008

31/10/2008

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, disse, nesta quinta-feira (30), que é difícil avaliar se o pior da crise financeira internacional já passou porque a situação indica ser de longa duração. “Está em xeque o padrão de crescimento do século 20, que aliás é fortemente degradante do meio ambiente”, afirmou o presidente da instituição, que é uma fundação pública vinculada ao Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Pochmann destacou ser necessária a reconstrução da regulação do sistema financeiro internacional. “As ações até agora são contra os efeitos da crise, e não sobre as causas da crise”, disse. Para ele, as causas estão ligadas à descrença na moeda de curso internacional, o dólar, e à necessidade de refundação das regras e das instituições do sistema financeiro internacional.

Segundo Pochmann, instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial ficaram à margem do enfrentamento da crise e as decisões estão sendo tomadas pelos bancos centrais dos países. Ele declarou que os derivativos no mundo são mais de US$ 600 trilhões, enquanto o orçamento do FMI é de US$ 400 bilhões. “É uma desproporção enorme”, disse. Pochmann considera necessário ter autoridades multilaterais renovadas, com capacidade de intervenção. “Isso significa acordo entre países.” Com a eleição nos Estados Unidos este ano, ele avalia que decisões sobre o que considera as causas da crise devem ser tomadas no médio prazo e a partir do ano que vem.

Brasil

O presidente do Ipea disse também que “não é irreal imaginar uma expansão ao redor de 4%” para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009. Ele explicou que, por um efeito estatístico, se este ano o PIB crescer 5%, o PIB do ano que vem terá aumento entre 2,8% e 3%, “a não ser que haja recessão, o que a gente não espera”.

Pochmann afirmou ainda que no seu modo de ver “seria interessante” a redução ou uma parada com viés de baixa da taxa básica de juros, a Selic, que foi mantida ontem sem viés pelo Banco Central em 13,75% ao ano. Ele comentou que “dentro da visão ortodoxa do Banco Central, é interessante destacar que estancaram a subida dos juros”.

Para Pochmann, a desaceleração da atividade econômica em função da crise internacional faz com que haja uma tendência de queda no “núcleo duro” da inflação. Ele comentou ainda que há uma convergência de queda nas taxas de juros no mundo devido à crise e que a taxa brasileira é das mais altas. As declarações foram feitas em entrevista coletiva ao chegar para a 4ª Jornada de Estudos de Regulação, no Ipea.

Fonte: Agência Estado

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PUBLISHED BY ‘PORTAL DO CONSUMIDOR’ (Brasil)

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