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Archive for the ‘EXPANSÃO AGRÍCOLA’ Category

APÓS PRISÕES, PROCURADOR DIZ QUE INCRA-MT FOMENTA GRILAGEM (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 18h49

Só Notícias com Olhar Direto

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

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Posted in A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CORRUPTION, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CRIMINAL ACTIVITIES, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENVIRONMENT, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PECUÁRIA, PECULATO, PREVARICAÇÃO, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS, VEREADORES | Leave a Comment »

FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR É RECORDE NO BRASIL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

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EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO DEVEM CHEGAR A US$ 73 BI (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

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NEGOCIAÇÃO DA SAFRA AGRÍCOLA POR CONTRATO CRESCE 238% (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

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Posted in A BOLSA DE VALORES, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ANIMAL FOOD, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MEIRELLES E REPRESENTANTES DE COOPERATIVAS RURAIS DISCUTEM IMPACTOS DA CRISE NO SETOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

17 de Dezembro de 2008

por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

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VALOR DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA É 17,7% MAIOR NO BRASIL EM 2007 DO QUE EM 2006 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

17 de Dezembro de 2008

por Danilo Macedo – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

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IOC PLANS TO BUY SUGAR MILL IN BRAZIL

Posted by Gilmour Poincaree on December 17, 2008

15 Dec 2008, 17:15 hrs IST

ReutersPUBLISHED BY ‘THE ECONOMIC TIMES’ (India)

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PUBLISHED BY ‘THE ECONOMIC TIMES’ (India)

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BRAZIL GDP GROWTH SPEEDS UP TO 1.8 pct IN 3rd qtr

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

12.09.08, 06:23 AM EST

Reporting by Rodrigo Viga Gaier, Writing by Todd Benson; (+55/11 5644-7703); Reuters Messaging: Todd Benson, Editing by Walker Simon – Thomson Financial News

PUBLISHED BY ‘FORBES’

SAO PAULO, Dec 9 (Reuters) – Brazil’s economic growth unexpectedly accelerated to 1.8 percent in the third quarter from the second, the government said on Tuesday, as the country showed signs of resisting the global downturn.

The expansion of the gross domestic product was faster than the 1.6 percent expansion in the second quarter from the first, the government’s statistics agency IBGE said.

GDP had been expected to grow 1.2 percent in the third quarter, according to a median forecast of 17 economists polled by Reuters. Estimates ranged from 0.4 percent to 1.4 percent growth.

On an annual basis, GDP expanded a robust 6.8 percent in the third quarter compared with the same period in 2007 , after posting a revised year-on-year growth of 6.2 percent in the second quarter.

The result was stronger than the the 5.6 percent year-on-year GDP median growth forecast in the Reuters poll. Estimates ranged from 4.2 percent to 6.0 percent.

Copyright Thomson Reuters 2008. All rights reserved.

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PUBLISHED BY ‘FORBES’ (USA)

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MINISTRO DIZ QUE BRASIL NÃO TERÁ RECESSÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008


29/11/2008 às 00:00:00 – Atualizado em 29/11/2008 às 00:22:31

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

O ministro do BRAZIL'S PLANNING MINISTER PAULO BERNARDO (R) SPEAKS DURING A CONGRESSIONAL IN BRASILIA NOVEMBER 1, 2007Planejamento, Paulo Bernardo, afastou o risco de recessão no País por conta da crise na economia internacional. Durante um encontro com prefeitos eleitos de municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), realizado ontem, em Campo Largo, Bernardo afirmou ainda que o País deve crescer 4% em 2009.

“Temos feito um trabalho para traquilizar a economia. Enquanto países da Europa estão à beira da recessão, teremos crescimento”, afirmou Bernardo. O ministro ressaltou ainda que as operações de crédito, que segundo ele são vitais para a economia, devem normalizar e a taxa de juros deve diminuir.

O ministro, entretanto, admite que, considerando os impactos já evidentes da crise verificados em diversos setores da economia nacional, deverá haver um crescimento menor do que o esperado em 2008. Porém, para o próximo ano, Bernardo se mostra otimista.

“Ainda, se ficarmos olhando as coisas acontecerem, vamos crescer 2%. Mas vamos trabalhar para que alcancemos a meta de 4%”, diz. O otimismo do ministro se constitui também no campo da geração de empregos, que, segundo ele, deve fechar o ano com mais de 2 milhões de novas vagas.

Para Bernardo, os governos devem intensificar o contato e o apoio aos os empresários, o que poderia contribuir para tranqüilizar o mercado. O ministro, que também salientou a importância do relacionamento do governo federal com prefeitos para direcionar os recursos do PAC, informou que os recursos para investimentos em infra-estrutura para 2009 não sofrerão alterações.

Durante o almoço com os prefeitos, Bernardo ouviu relatos sobre a situação da infra-estrutura que, segundo eles, é fundamental para o desenvolvimento econômico das cidades. PAULO BERNARDO

O prefeito reeleito de Campo Largo, Edson Basso, confirmou que a economia do município deve registrar um crescimento, principalmente com o setor de cerâmicos.

Mesmo com parte significativa da produção do setor no município destinada à exportação, Basso acredita em resultados positivos para o próximo ano. “Esperamos um aumento da produção desse ano. Não sabemos, no entanto, o que vai acontecer em 2009, pois não sabemos a dimensão da crise”, comenta.

Os prefeitos também discutiram políticas de integração entre os municípios da RMC, bem como o quadro de sucessão para a presidência da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec).

Para o prefeito de Fazenda Rio Grande e atual presidente da Assomec, Antônio Wandscheer, os municípios da RMC deveriam discutir ações para contornar a crise de forma integrada. “Temos que trabalhar com o pequeno e o médio produtor. O problema é que não se discute uma gestão metropolitana”, diz.

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PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE'(Brasil)

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IRGA: RS TEM 96,6% DE LAVOURAS SEMEADAS DE ARROZ – Resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

28/11/2008 – 19h55min

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brasil)

Na última semana de RICE CROPnovembro, a semeadura de arroz no Rio Grande do Sul totaliza 96,6% — 1,06 milhões de hectares em cultivo. Segundo o Instituto Riograndense do Arroz (Irga), este resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual, em comparação com a do ano passado. Apesar da estiagem que preocupa os arrozeiros, é cedo para falar em prejuízos.

No que tange ao desenvolvimento das lavouras, até agora, os grãos em estágio de emergência já totalizam 328,1 mil hectares, compreendendo 31,2% de área plantada no Estado. As plantas mais desenvolvidas (vegetativo) já alcançam 729,4 mil ha (68,9%), contra 575,4 mil obtidos na semana passada.

Para o presidente do Irga, Maurício Miguel Fischer, a germinação das sementes passa por um momento arriscado, gerando despesas com energia, água e controle de invasoras para o produtor, que precisa banhar as lavouras:

— Com a falta de chuva, a emergência das sementes não se dá de forma parelha, gerando atraso nesta última etapa do plantio.

Conforme o último levantamento da instituição, apenas 11 municípios gaúchos já concluíram o plantio de arroz.

Mesmo com falta de chuvas abundantes no período, o RS aumentou em 19,8 mil hectares a extensão das áreas cultivadas de arroz. A partir deste sábado, deve voltar a chover no Estado.

As informações são do site do governo do Estado.

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PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brasil)

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PAÍS CRESCERÁ EM 2009 QUASE O DOBRO DA MÉDIA DE 1999 A 2003, DIZ MEIRELLES – Apesar da crise econômica, presidente do BC está otimista (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

28/11/2008 – 23h21min

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brasil)

A previsão do Fundo Two weeks ago - Brazil's central bank chief Henrique Meirelles waves to journalists after attending a news conference in Sao Paulo November 10, 2008. Meirelles is attending a bimonthly meeting of the Bank for International Settlements in Sao Paulo - PHOTO - REUTERSMonetário Internacional (FMI) de crescimento de 3% para o Produto Interno Bruto (PIB — soma de toda a riqueza do país) do Brasil em 2009, foi analisada com otimismo pelo presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, nesta sexta-feira no encontro Crédito e Sistema Tributário, no Rio de Janeiro.

De acordo com Meirelles, mesmo na visão conservadora do FMI, o país vai crescer mais do que a previsão para a média mundial de 2% em 2009, e quase o dobro do crescimento médio, de 1,8%, registrado de 1999 a 2003, e mais do que a média de 2,1% observada de 1980 a 2003.

— Portanto, mesmo no momento, agora, de crise mundial gravíssima, a maior desde 1929, a visão do FMI é que nós vamos crescer 3%. Substancialmente acima da média mundial e da média do que o Brasil cresceu em 24 anos, de 1980 a 2003 — disse.

Crescimento sustentado

Meirelles reafirmou que o Brasil vem se preparando, há alguns anos, para ter um crescimento sustentado, sem subidas e descidas, “sair do padrão de arrancadas e freadas que teve durante muito tempo.

Dava um crescimento muito rápido e depois recessão, decrescia o PIB. Agora não, é uma crise. É séria. Tem uma desaceleração importante. Mas, mesmo um pessimista diz que (o crescimento) é 3%”, disse.

Apesar de considerar séria a crise financeira internacional, o presidente do BC afirmou que o país vai manter o seu crescimento sustentado “e, mais importante, retomando o crescimento a partir de 2010 em taxas maiores”. Para Meirelles, isso “significa que o Brasil não vai perder a sua trajetória de crescimento sustentado”.

Ele avaliou que o atual quadro da economia mundial não é agradável. Segundo ele, só com as Bolsas de Valores o mundo perdeu cerca de US$ 30 trilhões. E deixou claro que o Brasil não está imune à crise. Mas a está enfrentando “com rapidez e decisão, e mais fortalecido”.

Meirelles informou que na próxima segunda-feira, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, vai detalhar o plano de crédito para capital de giro, da linha adicional de R$ 10 bilhões destinada a pessoas jurídicas, “onde a recuperação observada, em comparação a outubro, da ordem de 1,2%, foi muito tímida até agora”. Bem aquém da recuperação de crédito das pessoas físicas, de 14%, revelou Meirelles.

AGÊNCIA BRASIL

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UE DESCARTA REDUÇÃO DE INVESTIMENTOS EM BIOCOMBUSTÍVEIS – Para o bloco, a meta de uso de um quinto de energia renovável até 2020 é essencial para a Europa

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

Eduardo Magossi/Agência Estado

O comissário da UE (União Européia) para Energia, Andris Piebalgs, disse nesta quarta-feira (19) em São Paulo que o bloco não deverá reduzir seus investimentos e suas metas de utilização de combustíveis renováveis em função da atual crise econômica. Segundo ele, a meta de uso de um quinto de energia renovável até 2020 é essencial para a Europa, não apenas política e economicamente, mas também como forma de garantir o suprimento energético necessário.

Piebalgs participou nesta quarta (19) de coletiva de imprensa na sede da Unica (União da Indústria da Cana-de-Açúcar) após reunir-se com representantes do setor sucroalcooleiro do Brasil. O comissário é responsável pela Diretiva Européia Sobre Fontes Renováveis de Energia, documento que reúne critérios que devem ser adotados para garantir a produção e suprimento de biocombustíveis na Europa. As metas da Diretiva se estendem até 2020.

O documento ainda será votado pelo Parlamento Europeu, o que deve acontecer em 8 de dezembro. Se aprovado, a principal meta é reduzir as emissões de gás carbônico em 20% até 2020. Nesta redução, 10% deverão vir do setor de transporte. Segundo o comissário, a maior parte da redução do setor de transporte deve acontecer pela utilização de biocombustíveis, embora não existam metas especificadas para etanol, biodiesel ou carros movidos a bioeletricidade. A segunda meta é de que 20% da energia utilizada pela Europa seja substituída por uma fonte renovável.

Piebalgs disse que os critérios adotados pela Diretiva não dão margem para questionamentos sobre barreiras não tarifárias. “Estive reunido com analistas brasileiros e nenhum deles levantou a possibilidade de que os critérios propostos pela UE possam gerar algum painel na Organização Mundial do Comércio”, disse. Ele também afirmou que a União Européia não terá condições de atender toda a demanda por biocombustível que será gerada com a aprovação da Diretiva. Ele acredita que 20% dessa demanda deverá ser importada e que o Brasil poderá ser uma fonte se atender a todos os critérios de sustentabilidade contidos na Diretiva. “O Brasil é um país responsável e sério e tem se mostrado capaz de garantir o desempenho sustentável do setor sucroalcooleiro.”

O comissário disse, contudo, que a Diretiva não tem nenhum poder sobre as tarifas existentes hoje sobre o biocombustível importado, mas essa discussão sobre tarifas pode ganhar maior relevância na rodada de Doha na OMC após a crise financeira mundial. Para ele, a energia renovável pode ser uma forma de alavancar a economia européia através de novos investimentos. Ele citou estudo recente da Organização Internacional de Energia que estima que o preço do barril do petróleo deverá ficar, em média, em US$ 100 no período de 2008 a 2015.

Unica

Antes da coletiva, o presidente da Unica, Marcos Jank, havia dito que a UE precisa definir com urgência uma política de matriz energética de longo prazo, englobando biocombustíveis, com a participação institucional do Brasil. Segundo ele, esta política deve ser baseada em critérios de sustentabilidade na produção e também no uso de biocombustíveis, que atendam às expectativas tanto dos produtores dos combustíveis alternativos como de exploradores de petróleo, refinadores e governos.

Jank afirmou que a visita do comissário é importante porque o parlamento europeu deve decidir até 8 de dezembro sobre a aprovação da Diretiva Européia sobre Fontes Renováveis de Energia, que propõe que os biocombustíveis utilizados na Europa emitam pelo menos um índice 35% inferior de gás causadores do efeito estufa em relação à gasolina e que sejam produzidos de forma sustentável.

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PUBLISHED BY ‘CAMPO NEWS’ (Brasil)

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VALOR DA PRODUÇÃO PAULISTA DEVE CHEGAR A R$ 37,7 BILHÕES – Estimativa foi feita pelo Instituto de Economia Agrícola e a Cati, que pesquisaram 50 produtos (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

Da Redação

A estimativa preliminar do valor da produção agropecuária do estado de São Paulo em 2008 é de R$ 37,7 bilhões, o que corresponde a um incremento de 18,4% em relação a 2007, em termos correntes, e de 11,6% em valores reais, quando descontada a inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O aumento estimado do valor total paulista em 2008 deve-se principalmente à elevação dos preços da maioria dos produtos, conclui o estudo realizado pelos pesquisadores do IEA (Instituto de Economia Agrícola) e da Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), ambos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista.

Estima-se que, sem a cana-de-açúcar, o valor da produção paulista, em 2008, contabilize R$ 24,9 bilhões, o que significará um volume 22% maior em valor corrente e 15% em valor deflacionado, em relação a 2007.

Os mercados de grãos e das carnes prosseguiram em condições satisfatórias para os produtores, com elevação de preços da maioria dos produtos. A produção de cana mantém a tendência de crescimento, bem como a do café, cuja safra se encontra na fase de bienalidade positiva.

Dos 50 produtos pesquisados, 13 apresentam queda de preço, 36 tiveram aumento e um (cana) se mantém estável em relação ao ano anterior. No tocante à produção, 22 produtos têm queda e, 28 vão apresentar crescimento. Dessa forma, verifica-se crescimento do valor de produção de 34 produtos e diminuição de 16, em 2008.

Os destaques

Entre os produtos que mais tiveram acréscimo, em termos de valor, destacam-se trigo (174,8%), feijão (110,6%), sorgo (97,6%), abacaxi (62,6%), amendoim (53,0%), café (49,6%), cebola (49,5%), banana (45,1%) e borracha (43,7%). Os produtos que apresentam quedas mais expressivas no valor da produção são pimentão (38,6%), tomate para indústria (34,5%), repolho (28,5%), manga (28,2%) e batata doce (28,1%).

Entre os líderes no ranking de valor de produção de 2008, os quatro primeiros – cana, carne bovina, laranja para indústria e carne de frango – mantêm suas posições e ocupam 60,2% do total da produção. O milho, graças ao expressivo crescimento de 32% em seu valor, troca de posição com a laranja e mesa, passando a ocupar a quinta posição na lista dos produtos em 2008.

Concentração e diversificação

O valor da produção por região administrativa, em 2008, não apresentou mudança do principal produto nas 15 regiões. A cana permanece como o produto de maior valor em nove regiões. Nas demais, o principal produto em cada uma delas também permanece o mesmo de 2007, ou seja, milho em Sorocaba, carne bovina em Presidente Prudente e São José dos Campos, banana em Registro e Baixada Santista e caqui em São Paulo.

As regiões de agropecuária concentrada em determinado produto são Registro e Baixada Santista, Franca e Ribeirão Preto. No litoral, a banana representa 93,2% do valor da produção em Registro e 85,9% na Baixada Santista. A cana responde por 62,7% da produção agropecuária em Franca e 66,4% em Ribeirão Preto.

As regiões de agropecuária mais diversificada, ou pelo menos de menor participação do principal produto no valor total regional, são Sorocaba, Campinas e São Paulo, onde o principal produto representa 12,9%, 27,3% e 28,0% do Valor da Produção.

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PUBLISHED BY ‘CAMPO NEWS’ (Brasil)

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PAC GARANTE R$ 1,4 MILHÃO PARA EMBRAPA DO AMAPÁ – Parte dos recursos será utilizada na construção de um novo prédio para a unidade, que vai ampliar o número de funcionários (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

16 de Novembro de 2008

por Fabíola Salvador – Agência Estado

A liberação de R$ 1,4 milhão em recursos do governo federal permitirá a construção de novos prédios e a contratação de novos funcionários na unidade da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) do Amapá. Os recursos estão previstos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Embrapa.

Em nota, a assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura informou que parte dos recursos será para a construção de um prédio com 722 metros quadrados, auditório para 120 assentos, área de convivência, prédio da Área de Comunicação e Negócios para Transferência de Tecnologias, além de salas de apoio.

A Embrapa Amapá também terá um complexo destinado ao Gerenciamento de Resíduos Laboratoriais e outro especialmente com área coberta e aberta, para Gerenciamento de Lixo Doméstico. “O Gerelab é o local apropriado para recolher e providenciar o gerenciamento de resíduos resultantes das análises feitas nos laboratórios de alimentos, de plantas, de solos e de insetos. E o Gerelixo vai comportar lixo como copos descartáveis, óleo queimado, sucata, papelão e outros”, explicou o chefe-adjunto de Administração, Izaque Pinheiro.

O investimento terá o reforço no quadro de pessoal da Embrapa Amapá que, por concurso público, deve ampliar de 74 para 130 funcionários nos próximos dois anos. Somente neste segundo semestre, quatro pesquisadores iniciaram atividades no Amapá, das áreas de silvicultura e ecologia florestal, biologia vegetal, zootecnia e conservação de recursos naturais, além de técnicos de laboratório e agropecuária.

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PUBLISHED BY ‘CAMPO NEWS’ (Brasil)

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BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

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© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

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EMPRESAS COMEMORAM PARTICIPAÇÃO – EXPOVALE 2008 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Caixa Econômica Federal

O gerente-geral da Caixa Econômica Federal de Lajeado, Donato Luis Dullius, conta que a Expovale 2008 serviu para realizar repasses de recursos com a Prefeitura de Lajeado, dois com a Prefeitura de Canudos do Vale e muitas outras negociações. Ele destaca que as empresas procuraram o estande para conhecer o Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger), no qual os recursos para investimentos são o foco principal. “Eles buscam esse tipo de programa para melhorias nas empresas, recursos para modernizar sua loja ou escritório, e também para a compra de utilitários, pois essa linha de investimento tem foco nas pessoas jurídicas, entre as quais a procura foi muito grande”, explica o gerente. Outro serviço bastante procurado pelos clientes foram os financiamentos de veículos, acrescenta Dullius. “Ao nosso ver todas as expectativas foram superadas, e a organização da Expovale está de parabéns pelo ótimo trabalho que desempenhou durante toda a feira?, finaliza. Tritec

A empresa Tritec Tratores avalia a Expovale 2008 como um sucesso. O gerente-geral Giovane Leonhardt explica que o carro-chefe do estande foi a colheitadeira que em um ano vendeu mais de dez unidades. “Fizemos os primeiros contatos aqui na feira, as expectativas foram atingidas e o movimento foi intenso”, explica Leonhardt. Outro foco foi a tecnologia Yeldgard AG 9010, lançamento da empresa. Temos como destaque a semente de milho resistente aos ataques dos lagartos”, salienta o gerente.

Strapa

Atualmente, a tecnologia de ponta na construção de aviários praticamente baniu as estruturas de madeira, e os criadores têm optado por construções metálicas, que oferecem maior durabilidade e ainda conseguem melhor controle de pragas, como caruncho, ratos e outros. Essas estruturas e os produtos Chore-Time, dos Estados Unidos, componentes para os aviários, têm como representante na região Moacir Strappazon. Um dos produtos que mais chamam a atenção dos criadores de aves e suínos são os aquecedores automáticos da Agro Bonna, que injetam ar puro nas instalações toda vez que são ligados, conseguindo manter a temperatura entre 0ºC e 33ºC, conforme as necessidades do ambiente.

Strapazzon está contente com os resultados na Expovale, pois registrou inúmeras comercializações e também contatos para futuros negócios. Ele salienta que a organização da feira é exemplar, e que na próxima edição estará outra vez presente.

Retromac

O diretor da Retromac, Henrique Klaus, avalia a Expovale 2008 como muito positiva. “Fizemos vários negócios e aproveitamos para fechar outros”, explica. Ele conta que a visitação está muito boa, mas que a expectativa é grande para o fim de semana, quando se concentra um maior número de visitantes na feira.

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PUBLISHED BY ‘O INFORMATIVO DO VALE’ (RS – Brasil)

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AGRONOMIA, FATEC E EMBRAPA FAZEM SOFTWARE PARA CONTROLAR AGROTÓXICOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

13-11-2008

Um software em desenvolvimento pela Faculdade de Ciências Agronômicas – FCA/Unesp e a Fatec – Faculdade de Tecnologia, ambas em Botucatu e Embrapa Meio Ambiente vai ajudar na tomada de decisão quanto à avaliação de risco ambiental de agrotóxicos, considerando a possível contaminação das águas superficiais e subterrâneas.

O software foi desenvolvido durante o estágio do então aluno Diego Augusto de Campos Moraes, hoje formado em Informática para a gestão de negócios pela Fatec de Botucatu, sob a orientação do analista de informática Jayme Laperuta Filho e da programadora Rosilene Domingues Laurente, da equipe do Serviço Técnico de Informática da FCA.

Flexível, o software, além de ajudar na tomada de decisão para verificar se o risco ambiental é ou não aceitável, se adapta às condições do local a ser avaliado, mediante a inserção de dados no sistema pelo próprio usuário.

Baseado em modelos matemáticos e cenários agrícolas, onde o usuário insere os dados do agrotóxico, do aqüífero e do solo do local a ser avaliado, o software faz automaticamente os cálculos de lixiviação e carreamento superficial dos agrotóxicos utilizados na cultura agrícola e que depois podem ir para as águas superficiais e subterrâneas.

“Esse projeto busca desenvolver e aplicar um método baseado em modelos físicos e matemáticos, resultando em uma ferramenta informatizada para avaliação dos riscos ambientais de agrotóxicos”, informa o pesquisador e coordenador do projeto Claudio Spadotto, engenheiro agrônomo formado pela FCA e atual chefe geral da Embrapa Meio Ambiente.

O software, que será distribuído gratuitamente, atende a uma determinação do Decreto 4.074 de 4 de janeiro de 2002, em seu artigo 95, item III, onde se institui o Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos, que diz que devem “ser elaborados rotinas e procedimentos visando à implementação da avaliação de risco de agrotóxicos e afins”.

O pesquisador salienta que a equipe do projeto vem realizando algumas reuniões técnicas com possíveis interessados no desenvolvimento do software, incluindo técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de várias instituições públicas e privadas.

“O objetivo é avaliar o seu funcionamento a partir da demonstração do uso, assim como colher subsídios junto aos possíveis usuários, convidados a se envolverem no desenvolvimento da ferramenta”, diz Spadotto.

Para o professor Adriano Wagner Ballarin, diretor do Serviço Técnico de Informática da FCA a parceria rendeu benefícios para todas as instituições envolvidas.

“Ganhou a FCA que agregou temporariamente, um profissional jovem, dinâmico, com bons conhecimentos das novas ferramentas de desenvolvimento. Também ganhou a Fatec que pode treinar seu aluno num serviço de informática consolidado e experiente. Por fim, a Embrapa também foi beneficiada ao conseguir um aplicativo adequado a suas necessidades”.

[da assessoria]

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PUBLISHED BY ‘ENTRELINHAS’ (SP – Brasil)

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COFFEE OFF TO GOOD START IN BRAZIL’S MINAS HILLS

Posted by Gilmour Poincaree on November 14, 2008

Friday November 14 2008

Reuters

by Peter Murphy

POÇOS DE CALDAS, Brazil, Nov 14 (Reuters) – The preparatory stages of the next coffee harvest are Coffee - Robusta flowersoff to a near textbook start in Brazil’s mountainous Poços de Caldas region with timely rains and regular flowering, farmers and buyers said.

The area, which is 1,600 meters above sea level in Minas Gerais, Brazil’s biggest coffee state, turns out around 120,000 60-kg bags per year. Early signs indicate the next harvest will be typical of a lower-output year that follows a big crop like the one just harvested.

“Rains caused very good flowering on some farms. Next year the harvest should start in May instead of July like this year so it will supply the market a bit earlier,” said Luis Alfredo de Almeida, director of Café Poços, a cooperative of 565 growers.

The importance of timely rainfall was seldom clearer than a year ago when a drought reduced what would have been an even bigger crop than the large one harvested and delayed its development by four to six weeks depending on the region.

Rains which arrived around the right time this year caught some farmers harvesting later than usual because of the delay, making it difficult to dry the coffee and preserve quality. A local agronomist said 5 percent of the 2008/09 crop had still to be gathered here.

“It’s better than last year when the dry weather was very long,” said Sandro Dias, manager at a regional office of Cooxupe co-op. “Production will be down because of the biennality of seasons. Everything is quite normal and there is nothing atypical,” he said.

Private weather forecaster Somar has reported good levels of rainfall in the past fortnight and these have been fanning out to some important coffee areas which had stayed worryingly dry. Heavy showers poured down around here most of Thursday night.

PRUNING

After a strong harvest whose final output has yet to be calculated but is estimated at 45 million to 50 million or more 60-kg bags, many farmers have been heavily pruning some of their trees in order to reap higher yields later on.

Last year’s harvest, a lower output year in the biennial cycle of larger and smaller crops, produced about 38 million bags. The International Coffee Organization this week said it foresaw supplies falling below demand in 2009/10, making a good harvest in the world’s top grower all the more critical.

Trees whose branches have been pruned back to near the trunk will produce again during the larger harvest expected the year after next – the 2010/11 season – while some of the trees were reduced to mere stumps to rejuvenate them.

They would not produce fruit again for five or six years.

“We’re pruning to get the trees to produce more. We’re pruning all around here. They will produce well in two years time,” said farm manager Celso Dos Santos as he was followed around the edge of 60 hectare plantation where he showed a sample of now thin-looking trimmed plants.

In the yard, shells that encase the coffee bean and which are stripped off after harvesting lay in a heap decomposing and would be mixed with fertilizer, dos Santos said, to reduce expenditure on chemical inputs which have roughly doubled in price in the last year.

No flowers were visible on coffee trees on plantations visited by Reuters, only the tiny buds, known locally as “chumbinhos” which remain after the flower wilts and develop into coffee cherries. Trees looked healthy with dark green foliage.

The first official crop harvest is due in early December. Growers all over the agricultural power house producing coffee or other crops are lamenting the doubling in fertilizer prices in the last year – and many say the cost is forcing them to skimp on it.

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PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (UK)

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MINISTÉRIOS DISCUTEM LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E A ATIVIDADE ECONÔMICA NO CAMPO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12 de Novembro de 2008

Os ministérios do Desenvolvimento Agrário (MDA); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Meio Ambiente (MMA) vão reativar o grupo de trabalho sobre revisão e atualização da legislação ambiental brasileira. A decisão surgiu do encontro realizado na terça-feira (11) em Brasília entre representantes das três pastas dos setores agropecuários e ambientalistas. A expectativa é retomar o diálogo entre produtores do campo, defensores do meio ambiente e o governo para aprimorar a legislação em consonância às atividades econômicas do meio rural.

O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, disse que a legislação ambiental é um patrimônio do povo brasileiro. “Ela é avançada e não podemos mexer para rebaixá-la. Temos que levar isso em conta nas nossas discussões”. Na avaliação do ministro, essa reunião pode ser considerada como uma primeira conquista dentro do princípio do Governo Federal de mais produção e mais preservação. “O encontro mostrou a todos que um tema complexo como a questão ambiental pode ser discutido de forma coletiva. Temos muitos acordos que vão, certamente, facilitar o trabalho deste grupo no avanço de propostas concretas para serem apresentadas ao legisladores e ao executivo”, afirmou.

Cassel lembrou ainda o papel da regularização fundiária, sobretudo na Amazônia Legal, para garantir a efetividade das políticas agrárias e ambientais na região. O ministro enfatizou que não é adequado opor produção e preservação. “Temos que preservar e produzir, além de garantir os direitos das populações tradicionais, dos ribeirinhos, dos indígenas e dos pescadores”, defendeu. Ele destacou, ainda, a necessidade de assegurar direitos e deveres entre os diferentes produtores rurais. “Em dois anos, pretendemos regularizar todos os produtores que estão em até dois módulos rurais na Amazônia Legal e, em cinco anos, cadastrar as propriedades com até cinco módulos. Desta forma, poderemos também enfrentar a grilagem”, afirmou.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ressaltou a importância de reunir os diferentes setores para trabalhar em conjunto problemas de curto, médio e longo prazo. “Este encontro mostra a maturidade do setor ambientalista e a capacidade de diálogo com produtores rurais para buscar uma solução conjunta, estimulando o entendimento por meio de propostas que ainda serão debatidas e aperfeiçoadas”, disse.

Já o ministro da Agricultura, Reinold Stephanes, explicou que, embora de forma preliminar, o grupo pode se debruçar sobre pontos de consenso entre os diferentes setores. “Percebemos, com esta reunião, que, apesar das diferenças, há consenso sobre pontos a serem resolvidos a curto prazo e, por meio do grupo, será mais fácil pensar em propostas que não prejudiquem os produtores”, contou.

A reunião também teve a presença de parlamentares da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, de representantes da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), de parlamentares da Frente Parlamentar Ambiental, do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 727 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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RENDA DEVE SALTAR 67% EM 2008 – Recursos passaram de R$ 958,7 milhões em 2007 para R$ 1,6 bilhão este ano. Crescimento acima da média nacional (CE – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

São Paulo. A renda agrícola deste ano no Ceará deverá ficar em R$ 1,6 bilhão, expansão de 67,8% em Foto - Aumento na renda se deve a ajustes feitos em relação à produção esperada para este ano (Foto - Silvana Tarelho)relação ao ano passado (R$ 958,7 milhões). O crescimento no Estado está acima do registrado no País. A cifra nacional deve alcançar R$ 165,3 bilhões, alta de 16,7% em relação ao ano passado (R$ 141,6 bilhões), segundo estimativa a partir do valor bruto da produção de 20 lavouras. Na região Nordeste, os recursos somam R$ 13,6 bilhões neste ano, o que representa crescimento de 6,4% em relação a 2007 (R$ 14,5 bilhões). Os resultados do estudo foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira.

No País, o aumento se deve a alguns ajustes feitos pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em relação à produção esperada para este ano, e também a ligeiras alterações nos preços recebidos pelos agricultores, conforme o coordenador-geral de Planejamento Estratégico do ministério, José Garcia Gasques.

Os maiores aumentos reais de renda na safra 2008, já descontada a inflação, ocorrem no feijão (79,6%), cebola (65,8%), trigo (55,6%), amendoim (39,2%), soja (32,3%) e milho (26,8%), segundo o Ministério da Agricultura. Em sentido contrário, caíram os preços de trigo, milho, batata-inglesa e café.

Entre as culturas que apresentam queda de renda em 2008, Gasques destaca a cana-de-açúcar, com uma produção recorde esperada de 643,7 milhões toneladas. ´A conjuntura de redução de preços do açúcar tem levado ao menor nível de renda em relação a 2007´.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO NORDESTE’ (Brasil)

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BALANÇA COMERCIAL VERIFICA SUPERÁVIT DE US$ 477 MI NA 1º SEMANA DO MÊS

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

A balança comercial brasileira foi superavitária em US$ 477 milhões na primeira semana de novembro, Empilhadeira Reach Stakercompreendia pelos dias 1 a 9, com cinco dias úteis.

As exportações foram de US$ 4,164 bilhões e as importações somaram US$ 3,687 bilhões, média diária de US$ 832,8 milhões e US$ 737,4 milhões, respectivamente.

Os números foram apresentados há pouco pelo ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Em outubro como um todo, o saldo comercial foi de US$ 1,207 bilhão, decorrente de vendas externas de US$ 18,512 bilhões e compras de US$ 17,305 bilhões.

Fonte: Valor Online

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PUBLISHED BY ‘LOGÍSTICA E TRANSPORTE’ (Brasil)

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DEFINIDAS REGRAS DO ZONEAMENTO AGROECOLÓGICO DA CANA-DE-AÇÚCAR (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

Segunda-feira, Novembro 03, 2008

Canal Rural, em 03/11/2008

O ministro da Agricultura afirmou na sexta, dia 31, que não será permitido o plantio de cana-de-açúcar em novas áreas na Amazônia. O documento que determina as regras para o zoneamento agroecológico da cultura, deve ser lançado pelo presidente Lula no próximo dia 17, durante a abertura da Conferência Internacional de Biocombustíveis, em São Paulo. A proposta ainda está em análise na Casa Civil.

Os ministros do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura e representantes do Ministério de Minas e Energia se reuniram nesta sexta no Palácio do Planalto, a portas fechadas, para analisar o documento que determina as regras para o aumento da produção de cana-de-açúcar no país. O que está em análise é um estudo que sugere restrições para garantir a segurança alimentar e a preservação do meio ambiente. De acordo com a proposta ficam proibidos o cultivo na Bacia do Alto Paraguai, a abertura de novas áreas para o plantio de cana na Amazônia e no Pantanal, a retirada de qualquer vegetação nativa para plantar cana e as freqüentes queimadas como forma de preparar a colheita nas áreas mecanizadas.

O ministro Reinhold Stephanes confirmou algumas medidas que estarão no texto final do zoneamento. As restrições ao plantio da cana devem ser limitadas à produção de açúcar e álcool. A expansão da área será permitida quando a produção for destinada a agroindústrias de ração animal, rapadura, açúcar mascavo e cachaça.

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PUBLISHED BY ‘ETHANOL BRASIL’

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MS EXPORTOU 62,7% MAIS NOS ÚLTIMOS 10 MESES QUE EM 2007 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

Segunda-feira, 03 de Novembro de 2008 18:42

por Jefferson da Luz

As exportações de Mato Grosso do Sul bateram recorde no acumulado de janeiro a outubro, foram exportados UU$ 1,87 bilhões. Na comparação com 2007, as exportações do Estado cresceram 62,7%, o que o coloca no quarto lugar no ranking dos que mais expandiram seus negócios no comércio exterior. Em 2007 o total exportado, entre janeiro e outubro foi de US$ 1,14 bilhões.

Mato Grosso do Sul, no item crescimento percentual, ficou atrás do Distrito Federal, Piauí e Tocantins, porém estes Estados têm participação muito pequena em exportações. Tocantins, terceiro no ranking do crescimento, vendeu apenas US$ 269 milhões. O Distrito Federal que aumentou suas exportação em 121,9%, exportou somente US$ 141 milhões, menos de um décimo das nossas exportações.

Os produtos que mais foram vendidos para o exterior foram os grãos, com destaque especial para a soja. Em segundo lugar estão as carnes bovinas congeladas. Em terceiro farelo de soja outros resíduos vegetais, e o quarto produto mais exportado foi o minério de ferro.

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PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brasil)

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ÁFRICA, O DESTINO DAS FLORESTAS PLANTADAS – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 2, 2008

31 de Outubro de 2008 – 00:00

Norberto Staviski por Norberto Staviski

Correspondente da Gazeta Mercantil em Curitiba

O Brasil, quem diria, pode não ser mais, em futuro próximo, o destino de grandes empreendimentos na área de papel e celulose ou de produção de chapas de madeira. Em curso, há investimentos de cerca de US$ 20 bilhões no setor industrial e de florestas plantadas, mas eles estarão consolidados em 2015. Depois disso, investidores nacionais e estrangeiros já estão de olho no potencial do continente africano. Em dez anos ou pouco mais, calculam os especialistas, os investimentos deverão desembarcar preferencialmente em Moçambique, Angola ou no Congo.

Tudo isso tem uma explicação bastante simples: um projeto de produção de papel ou celulose na faixa de 1,5 milhão de toneladas anuais, como os da Suzano e da Aracruz, necessita de uma área de florestas plantadas de 200 mil hectares e como quase sempre as empresas já pensam o projeto com duas linhas de produção, na verdade o planejamento pede 400 mil hectares de reflorestamentos. Em algumas regiões do País como a amazônica, uma área destas deve ser acrescida de mais 100 mil hectares a título de reserva legal, um tipo de área de conservação que nasceu com o intuito de se permitir a exploração de espécimes nativas, mas que, com a proibição efetiva do manejo, acabou virando área de preservação permanente e intocável. No Sul a situação é ainda mais complicada porque as exigências de áreas de reserva legal são ainda maiores.

A este custo adicional da reserva legal foi acrescida a valorização das terras nos últimos anos pelo boom da agricultura e da pecuária. Há cinco anos, o preço de 1 hectare de terra no Mato Grosso do Sul estava em R$ 1 mil e agora está em R$ 5 mil. No Sul, 1 hectare custa R$ 10 mil. Construir uma nova fábrica pode custar, portanto, um investimento superior a R$ 2,5 bilhões só em terras, o que torna qualquer novo projeto inviável.

Estados onde a terra está mais barata – R$ 500 a R$ 600 o hectare, como no extremo sul do Rio Grande do Sul, no Piauí e no Maranhão – já estão tomados por novos projetos e esta possibilidade também estará esgotada em dez anos, sem falar na valorização que também ocorre por lá. Na região do cerrado, exigências ambientais e de certificação para a madeira deverão impedir a abertura de novas áreas. Na América do Sul, possibilidades de expansão existem no Paraguai e Colômbia, mas somente se houver algum tipo de estabilidade política e política de atração de investimentos que até aqui nunca houve. Na África, países como Moçambique têm a característica de somente possuir terras públicas, com o que é possível obter uma concessão por 50 anos ou 100 anos sem grandes investimentos. Encerrando-se, portanto, o atual ciclo de investimentos no País, o rumo dos novos projetos certamente será o de se atravessar o Atlântico em busca de regiões inexploradas.

Para abastecer o setor industrial que já possui, no entanto, o Brasil conta com um fator de inegável competência: aumento de produtividade. Não há um levantamento seguro sobre o que existe no País, mas calcula-se que o setor de florestas plantadas ocupe hoje uma área entre 5,5milhões e 6 milhões de hectares que produzem atualmente 150 milhões de toneladas de madeira. Na época do plantio por incentivos, nos anos 70, a produtividade dessas florestas era muito baixa e, em 1980, não superava 15 metros cúbicos por hectare. Hoje já se aproxima de 40 metros cúbicos por hectare e continua subindo graças à incorporação de tecnologia como a pesquisa de novos clones, melhor preparo do terreno, adubação, uso de transgênicos e outras técnicas que trazem um comportamento econômico de maneira semelhante ao que ocorreu na agricultura brasileira. Isso quer dizer que estamos produzindo o dobro praticamente na mesma área plantada e a expectativa é dobrar mais uma vez esta produção até 2020, atingindo 300 milhões de toneladas de madeira quase que apenas com ganhos de produtividade. O Brasil desenvolveu e possui a melhor tecnologia do mundo no setor e logo ela estará em outros continentes.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA MERCANTIL’ (Brasil)

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DEPUTADO RECEBE GRUPO DE EMPRESÁRIOS ITALIANOS (Nova Friburgo – RJ – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 2, 2008

02/11/2008

O deputado estadual e presidente da comissão de Agricultura da Assembléia Legislativa do Estado do O deputado estadual e presidente da comissão de Agricultura da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rogério Cabral (PSB)Rio de Janeiro (Alerj), Rogério Cabral (PSB), recebeu no último dia 22, em seu gabinete, a visita de empresários italianos interessados em fazer investimentos em agricultura familiar, inclusive no Centro-Norte fluminense, através do plantio de oleaginosas.

O grupo de empresários italianos foi formado por Paolo Franchett, Domenico Scalchi e Cesare Fea, que apresentaram suas propostas ao deputado. Segundo eles, a intenção é desenvolver a produção de óleo bruto vegetal (matéria-prima para o biodiesel), em parceria com pequenos proprietários e agricultores fluminenses. Depois da reunião no gabinete, o grupo conheceu o plenário da Alerj, onde foram oficialmente recepcionados por vários deputados.

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PUBLISHED BY ‘VOZ DA SERRA’ (Nova Friburgo – RJ – Brasil)

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COMEÇA A VALER MEDIDA QUE INJETA R$ 2,6 BILHÕES NA AGRICULTURA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

1 de Novembro de 2008 – 11h01 – Última modificação em 1 de Novembro de 2008 – 11h01

por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Entrou hoje (1º) em vigor a nova medida anunciada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumentará o crédito para a agricultura. A partir deste mês, os bancos têm de elevar de 65% para 70% o volume de recursos da poupança rural destinados ao financiamento dos produtores.

A medida vale até 30 de junho do próximo ano e tem como objetivo minimizar os efeitos da retração de crédito para o setor rural, afetado pelo agravamento da crise internacional. Segundo o Banco Central, o aumento da oferta de crédito injetará R$ 2,6 bilhões nos financiamentos à agricultura.

Essa é a terceira medida tomada pelo governo em um mês para estimular o crédito rural. Há 15 dias, o CMN aumentou de 25% para 30% a parcela dos depósitos bancários para o financiamento da safra. Com a medida, os bancos foram obrigados a destinar mais R$ 5,5 bilhões para o setor.

No início de outubro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o Banco do Brasil antecipou a liberação de R$ 5 bilhões em financiamentos para a agricultura. Segundo ele, o banco antecipou o cronograma e remanejou recursos de alguns fundos para aumentar a oferta de crédito para o setor.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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PAC AJUDA A ACELERAR ECONOMIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

Relatório divulgado pelo governo sobre o 5º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aponta que entre janeiro e 23 de outubro foram empenhados R$ 10,4 bilhões para obras do PAC. O percentual é 34% maior do que o realizado no mesmo período de 2007. Neste ano, a soma paga é de R$ 8,2 bilhões. Segundo a apresentação, feita pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em Brasília, 83% das 2.198 ações monitoradas estão em ritmo adequado (selo verde). Enquanto 7% receberam o selo amarelo (atenção), apenas 1% recebeu o selo vermelho, de preocupante. Segundo a ministra, o PAC não enfrenta problemas de financiamento por conta da crise financeira internacional, pois os contratos são anteriores.

O andamento do Programa oferece estabilidade à economia brasileira – que cresceu 6% no primeiro semestre de 2008 em relação ao primeiro semestre de 2007 – e ao fortalecimento do mercado interno. Com esse resultado, o Brasil cresce há 26 trimestres consecutivos. Este é o mais longo ciclo de expansão registrado na atual série histórica e tem sido puxado pelo investimento, cuja taxa de crescimento acelerou para 15,7% no primeiro semestre de 2008, ante uma variação de 11,4% no mesmo período do ano passado.

Estímulo fiscal e financeiro – O bom desempenho do investimento comprova o sucesso da estratégia do PAC, uma vez que, desde 2007, o governo federal tem adotado uma série de medidas de estímulo fiscal e financeiro à formação bruta de capital fixo por parte do setor privado, bem como aumentado substancialmente o investimento público em infra-estrutura. O resultado é uma forte expansão tanto em construção civil quanto na compra de bens de capital.

Em segundo lugar, o consumo das famílias brasileiras apresenta uma taxa interanual de crescimento superior a 5% desde o primeiro trimestre do ano passado. Os principais determinantes dessa expansão do mercado interno são o aumento do emprego, dos salários reais e das operações de crédito para pessoas físicas.

Pela ótica da oferta, a aceleração do crescimento no primeiro semestre de 2008 esteve bem distribuída entre os seus três principais componentes, com todos os setores apresentando taxas de variação superiores a 5%: i) a agricultura acelerou o crescimento de 2,3% para 5,2% entre o 1º semestre de 2007 e de 2008; ii) a taxa da indústria passou de 5,1% para 6,3%; e iii) a variação dos serviços atingiu 5,2% ante 4,5% na mesma base comparativa.

Cabe destacar a importância do PAC para o crescimento a taxas mais elevadas, haja vista a maior variação observada na indústria da construção civil (9,4%, ante 4,3% no 1º semestre de 2007), bem como nos serviços de intermediação financeira, cuja taxa atingiu 14% no 1º semestre de 2008, frente a uma variação de 9,4% no mesmo período do ano anterior. Com esses resultados, as expectativas de mercado para o crescimento da economia em 2008, assim como no ano passado, estão sendo revistas para cima e convergindo para taxas superiores à meta estipulada pelo PAC (5%).

Desenvolvimento Social –A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no início de setembro de 2008, comprovou resultados da atual política. Ao longo do primeiro ano do PAC, houve ampliação do acesso ao esgotamento sanitário. Entre 2006 e 2007, a proporção de domicílios com acesso à rede coletora passou de 48,5% para 51,3%. Também houve significativa expansão do acesso dos domicílios brasileiros a bens de consumo duráveis e serviços de comunicação, com destaque para o crescimento dos domicílios com acesso à internet (de 17,1%, em 2006, para 20,4%, em 2007). Em 2007, a proporção dos domicílios particulares permanentes com acesso à televisão atingiu 94,8%, ante 93,8% no ano anterior, enquanto a posse de geladeira passou de 89,8% para 91,4% na mesma base de comparação.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Nº 720 – Brasília

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HIDRELÉTRICAS TÊM DESTAQUE NO EIXO DE INFRA-ESTRUTURA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

O bom andamento das obras de hidrelétricas e os leilões da usina de Jirau e de mais de três mil quilômetros de linhas de transmissão figuram entre os destaques do eixo de Infra-estrutura Energética no 5º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Em setembro, havia 561 ações monitoradas, das quais 19% foram concluídas, 69% estão em ritmo adequado, 10% pedem atenção e 2% são consideradas preocupantes. Entre os destaques da área de geração de energia elétrica estão o leilão para construção da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia, cujo deságio foi de 21,57% e o preço final da energia ficou em R$ 71,37 por MWh. No mesmo mês, teve início a obra de Santo Antônio, a primeira hidrelétrica do complexo do Rio Madeira licitada pelo governo federal. Outras usinas cujas obras estão em bom andamento são as hidrelétricas de Estreito (TO-MA), Foz do Chapecó (SC-RS), Dardanelos (MT), São Salvador (TO-GO), Simplício (MG-RJ) e Corumbá III (GO).

Na área de transmissão, destaque para o leilão realizado em agosto de 3.030 km de linhas com investimento total de R$ 4,8 bilhões e deságio de 20,2%. Entre as linhas leiloadas está a interligação Tucuruí-Macapá-Manaus. Outro destaque foi a entrada em operação da interligação Norte-Sul III – trecho Marabá-Colinas-Serra da Mesa-Samambaia, com extensão de 1.674 km. Também foram iniciadas as obras em mais dez linhas de transmissão, totalizando 2.274 km.

Na exploração de petróleo e gás natural foram confirmadas novas descobertas de reservas e iniciada a produção na camada pré-sal no campo de Jubarte (ES). O Programa de Expansão e Modernização da Marinha Mercante já tem 33 embarcações concluídas e o Pólo Naval do Rio Grande do Sul está com 60% das obras realizadas. Foram concluídos o Gasoduto Campinas-Rio (455 km) e o trecho Catu-Itaporanga do gasoduto Catu-Carmópolis (196 km). A oferta de gás natural nacional aumentou de 21,82 milhões de metros cúbicos por dia (média de 2007) para 30,53 metros cúbicos por dia, em agosto de 2008.

Luz para Todos – O Comitê Gestor do PAC monitora 214 ações do eixo de Infra-estrutura Social e Urbana. Em quantidade, 68% estão com ritmo de execução adequado, 30% em atenção e 1% em situação preocupante e 1% está concluído. No Programa Luz Para Todos (LPT), que tem como meta a universalização do acesso à energia elétrica, foram realizadas, até setembro, 305 mil ligações das 564 mil previstas para este ano.

No transporte urbano, foram concluídas as obras das dez estações da Linha Sul e já estão em operação oito trens elétricos recuperados e climatizados no metrô do Recife. No setor de Habitação foram selecionados investimentos no valor total de R$ 13,5 bilhões, dos quais R$ 12,4 bilhões estão contratados. Na área de Saneamento, os projetos selecionados somam R$ 28,1 bilhões, sendo que R$ 22,6 bilhões foram contratados.

No projeto de integração e revitalização do rio São Francisco foi concluída a obra do eixo de integração Orós-Feiticeiro, no Ceará, além de 286 bacias de contenção, em Pernambuco.

Construção civil terá R$ 3 bilhões de linha de crédito

O governo decidiu adotar medida para facilitar o acesso ao crédito de capital de giro para empresas que atuam na construção habitacional. A medida está organizada em duas partes: a primeira permite a aplicação de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em capital de giro, o que era vedado. Esta permissão se aplica a todas as instituições financeiras que operam com recursos do SBPE e estará limitada a até 5% do saldo da poupança.
  
Os recursos serão aplicados nas condições atuais do Sistema. A segunda parte da medida consiste em tornar disponível, por meio da Caixa, uma linha de capital de giro com um mecanismo de garantias adicionais, com o objetivo de reduzir a percepção de risco. O governo, como controlador, permitirá que a Caixa mantenha em um fundo de reserva parte dos dividendos que seriam distribuídos para a União.
  
Com esses recursos, forma-se um lastro que garantirá até 35% do valor das operações realizadas pela Caixa. O volume total será de até R$ 3 bilhões. O valor total dos dividendos que pode ser retido é, portanto, de R$ 1,05 bilhão. É importante salientar que essa reserva só será utilizada em última instância, pois serão exigidas as garantias habituais dos proponentes. Ela serve apenas como garantia adicional, para reduzir a percepção de risco das operações. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá as condições para os financiamentos.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 720 – Brasília

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CRISE INTERNACIONAL NÃO AFETARÁ EMPREGOS NO BRASIL – O aumento da geração de empregos no País e até que ponto a crise internacional afeta o mercado de trabalho foram alguns dos temas abordados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em entrevista ao Bom Dia Ministro realizada na quinta-feira (30). O programa, produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, é transmitido via satélite para emissoras de rádio de todo Brasil. Leia abaixo os principais trechos

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31 de Outubro de 2008

Crise internacional e emprego – Essa crise não é de geração de emprego. Ela é do sistema financeiro, de falta de recursos, que teve origem com a questão imobiliária nos Estados Unidos. Os americanos não tomaram as medidas adequadas naquele momento e depois de um ano a crise se avolumou e se espalhou pelo mundo todo. O Brasil está em uma situação completamente diferente. Estamos abrindo várias linhas de crédito para não asfixiar principalmente o pequeno produtor, pequeno e médio empresário, que representam cerca de 60% da criação de empregos no País. O Brasil, neste ano, vai gerar mais de 2,1 milhões de empregos – os maiores números da história da República Federativa do Brasil. Estou falando de empregos com carteira assinada. Neste ano, a crise da empregabilidade não vai passar nem perto do País. Se tiver algum tipo de afetação no mercado de trabalho, ocorrerá apenas no segundo semestre de 2009, no setor muito específico da exportação. Mas eu nem nisso acredito, porque o governo está agindo rápido, abrindo linhas de crédito. O dólar começou a cair e vai terminar esse ano por volta de R$ 1,90. O Brasil continuará seu ritmo de crescimento. É esperar para crer. Quem investe na produção tem que continuar a acreditar no Brasil, porque o País é o maior exportador de alimentos do mundo e as pessoas precisam continuar a se alimentar.

Geração de emprego – A geração de emprego é o que dá cidadania. Eu trabalho desde garoto. Tive minha primeira carteira assinada ainda menor – o que, na época, podia -, com 13 anos. Eu me lembro como se fosse hoje da minha felicidade ao ver essa carteira de trabalho assinada. Penso que essa é a principal marca de um compromisso social que um governo pode ter é o crescimento da economia e a geração de emprego. Vamos continuar nesse caminho de crescimento da economia, principalmente devido à demanda interna. O que o Brasil exporta basicamente? Alimentos. As pessoas vão ter que continuar a se alimentar. Europa, EUA, os 1,3 bilhão de chineses e os 1 bilhão de indianos terão de se alimentar. O Brasil é um grande produtor de soja, de café, possui o maior rebanho de gado. A questão do dólar prejudica a empregabilidade no Brasil no sentido de aumentar os custos da produção, mas, ao mesmo tempo, aumenta o valor agregado do produto exportado. Nesse momento, temos que ter muita tranqüilidade e acreditar em nosso País, na nossa vocação. Continuo afirmando: vamos passar de 2,1 milhões de emprego em 2008 e vamos viver um 2009 muito forte também.

Qualificação profissional – Esse é o grande desafio do governo. O Bolsa Família é importante porque as pessoas não ficam de pé sem alimentação. O Programa tem como objetivo, em uma primeira etapa, deixar as pessoas alimentadas, capazes de raciocinar, para que elas busquem sua empregabilidade. Temos uma série de licitações em 20 regiões metropolitanas brasileiras e estamos começando a encontrar a chamada porta de saída do Bolsa Família. Não temos como atingir de uma vez só todos os 11 milhões de beneficiados pelo Programa, até porque ele começou a ser implantado aos poucos, até chegar a esse número. O Ministério do Trabalho e Emprego, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, está abrindo neste ano 200 mil vagas para beneficiários do Bolsa Família para que eles façam cursos de capacitação profissional e entrem no mercado de trabalho, conseguindo efetivamente sua cidadania. Essa é a primeira etapa, que chamamos de ‘porta de saída’, para dar dignidade e emancipação às famílias beneficiárias. Quem não sabe o que é fome e miséria, não consegue compreender a importância de um programa como Bolsa Família. Ele é importantíssimo porque tira as pessoas da miserabilidade.

Cursos de capacitação – Esses cursos de capacitação são muito importantes principalmente para o jovem que quer obter o seu primeiro emprego. Temos vários cursos de capacitação, em convênios com as prefeituras e governo dos estados. Estamos trabalhando firmemente nisso. É claro que temos consciência de que ainda não atingimos ainda aquilo que deveríamos, mas estamos trabalhando para evoluir e trazer cada vez mais cursos de capacitação para o trabalhador brasileiro.

Central de Empregos Nacional – Praticamente, esta seria uma ampliação do Sine (Sistema Nacional de Empregos), que atua na grande maioria das médias e grandes cidades do Brasil. O que estamos trabalhando agora é na integração desse sistema. Há um grande problema no Brasil hoje – a falta da mão-de-obra qualificada. Em 2007, em torno de quatro milhões de pessoas procuraram emprego por meio do Sine. Cerca de um milhão conseguiram emprego. Outro milhão de vagas ficou sem ser ocupada, porque os trabalhadores não tinham qualificação. Então, o grande desafio nessa integração, na informatização do sistema, é saber onde está o emprego e que tipo de emprego é oferecido. Estamos trabalhando nessa implantação. Mas esse é um sistema que, mesmo com toda vontade, garra e otimismo para implantá-lo, o resultado demora, no mínimo, dois anos.

Casa própria – Vamos aprovar o Orçamento para ser executado em 2009. Saiu de algo em torno de R$ 7 bilhões e vai para mais de R$ 11 bilhões. Ou seja, um crescimento grande para botar dinheiro e aumentar o investimento. Essa área estimula muito a construção civil, que é a maior geradora de emprego no Brasil hoje. Continuaremos investindo para que isso crie mais postos de trabalho.

Primeiro emprego – O grande desafio é qualificar principalmente a juventude. Quem busca o primeiro emprego é quem tem maior dificuldade para consegui-lo, por falta de uma qualificação específica. No Ministério do Trabalho estamos ampliando cada vez mais os cursos e as parcerias para que o jovem tenha oportunidade de se qualificar e conseguir o tão sonhado emprego.

Mercado de trabalho jovem – Há cinco anos, esses jovens não completavam a terceira série do ensino fundamental. Não estou dizendo que está uma maravilha, mas estamos avançando. Eu acho que o jovem, até os 18 anos, tem que estar na escola, estudando e se preparando.Precisamos trabalhar com cursos de capacitação em parceria com as prefeituras. Qualificar o trabalhador é o grande desafio do mercado de trabalho moderno e globalizado. Quem se prepara e se capacita, consegue emprego mais fácil, principalmente quando o País está crescendo e gerando empregos. Essa é a nossa principal prioridade e estamos trabalhando por isso.

Empregos verdes – Esses empregos são muito positivos, porque eles preservam a natureza, geram consciência cidadã e preparam o Brasil para os efeitos da degradação do meio ambiente. Isso é uma área muito trabalhada pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio de políticas públicas fortes impedindo o desmatamento. Há o investimento em reflorestamento, em políticas de fiscalização, que também geram empregos. Esse é um tipo de trabalho que olha para o futuro, o que é muito importante para as nossas futuras gerações (Segundo a Organização Internacional do Trabalho, o Brasil é o País onde pode haver o maior crescimento de “empregos verdes”).

Setor naval – Desde a época que o Rio de Janeiro deixou o posto de capital da República, o presidente Juscelino Kubitschek assumiu o compromisso de incentivar o crescimento da indústria automobilística paulista e da indústria naval no Rio de Janeiro. Mas durante décadas a indústria naval ficou sucateada. De cinco anos para cá, ela vem batendo recordes atrás de recordes. A própria Petrobras, que antes encomendava os seus navios aos portos internacionais, agora encomenda da indústria naval do Rio de Janeiro, de Pernambuco e também de Santos. É uma vocação natural e os investimentos vêm sendo feitos com linhas de crédito do BNDES. A indústria naval do Rio de Janeiro já tem encomendas para os próximos cinco anos e não tem mais vazão para produzir as encomendas que estão chegando. Sou muito otimista com relação à indústria naval do Rio de Janeiro. É uma produção com valor agregado muito grande e gera emprego qualificado. A indústria naval já é, e será cada vez mais, a grande alavanca do crescimento de empregos no Rio de Janeiro ao lado do setor de serviços.

Pólo de serviços – O Rio de Janeiro tem que ser (pólo de serviços do País) porque é a principal atividade da cidade. O setor de serviços é muito ligado ao turismo, ao setor de hotelaria, ao setor de restaurantes. O Rio de Janeiro só perde para São Paulo na geração de empregos no setor de serviços. Tenho certeza que essa continuará a ser a vocação mais forte da cidade.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº85 – Brasília

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BRENCO ACERTA VENDA DE ETANOL PARA EUA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on October 29, 2008

Terça-feira, Outubro 28, 2008

Canal, em 28/10/2008.

A Companhia Brasileira de Energia Renovável (Brenco), associada à União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), fechou, em Houston (EUA), um contrato de venda de etanol para a LyondellBasell Industries, uma das maiores companhias do nos Estados Unidos. O biocombustível será produzido nas duas primeiras unidades bioenergéticas da Brenco, em Morro Vermelho (GO) e Alto Taquari (MT). O início da operação está previsto para o segundo trimestre de 2009. ´Acreditamos na construção de relacionamentos de longo prazo com nossos clientes, e o negócio fechado com a Lyondell confirma nossa estratégia´, afirmou o presidente da Brenco, Philippe Reichstul. O etanol de cana será utilizado na composição de ETBE (éter etílico ter butílico), aditivo que contém etanol misturado a derivados de petróleo, que após a industrialização será exportado para o Japão.

A LyondellBasell produzia anteriormente MTBE (éter metil terc butílico), mas está mudando sua planta industrial para produzir a substância a partir do etanol de cana, que não agride o meio ambiente. As usinas Morro Vermelho e Alto Taquari deverão produzir juntas 320 milhões de litros de etanol somente em 2009. Em 2010, as unidades aumentarão sua capacidade de produção para 1 bilhão de litros, e até 25% desse total serão destinados à empresa americana. Além disso, em 2010, três novas unidades da empresa entrarão em operação: uma em Goiás e outras duas no Mato Grosso do Sul, que também fornecerão parte da produção para a Lyondell. O etanol será escoado por meio de estratégia logística desenvolvida pela Brenco. A empresa investirá US$ 1 bilhão na construção de um duto que interligará o Alto Taquari ao Porto de Santos, em São Paulo.

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SÃO ROQUE VAI IMPULSIONAR PRODUÇÃO DE UVA E DE VINHO DE QUALIDADE

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


27 de Outubro de 2008

A instalação da Câmara Setorial da Uva e do Vinho, no município de São Roque, nesta semana, com a CLÁUDIO GÓES - VINÍCOLA GÓESindicação de seu presidente, Cláudio Góes, marcou novo impulso à produção local de uva e vinho de qualidade, inclusive com a apresentação dos principais planos para atuação da Câmara no fomento à cadeia vitivinícola no Estado de São Paulo. Esta é a vigésima-oitava câmara em funcionamento no âmbito da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento. O objetivo é agregar e ajudar no fortalecimento das diversas cadeias produtivas.

O Governo do Estado tem realizado ações direcionadas à valorização das vocações regionais agrícolas e agroindustriais. Essa câmara reforça o projeto de desenvolvimento da cadeia vitivinícola paulista, fortalecendo a tradição de produção dos municípios de São Roque, Jundiaí, São Miguel Arcanjo e Jarinu. Ele vai ao encontro do que já tem sido trabalhado pelo grupo do Instituto Paulista de Vitivinicultura – SPVinho, parceiro da Pasta.

Durante o evento, a pesquisadora Adriana Verdi, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), órgão da Secretaria de Agricultura, falou também sobre o trabalho desenvolvido como diagnóstico do desempenho dos municípios produtores, caracterização dos vinhos da região segundo os parâmetros estabelecidos pela legislação, capacitação de vitivinicultores para compreensão da variabilidade de microorganismos existentes na uva, no mosto e no vinho e implantação das duas coleções de germoplasma no Instituto Agronômico (IAC/SAA), sendo uma de uvas para vinhos e derivados e outra para porta-enxertos.

REVITALIZAÇÃO DA CADEIA – A instalação da nova câmara é fruto de uma intensa aproximação da Secretaria da Agricultura com os municípios produtores de uva e vinho desta região do Estado. Uma das ações que tem permitido um maior conhecimento da realidade da cadeia é, aliás, a realização do estudo “Revitalização da Cadeia Vitivinícola Paulista: Sustentabilidade, Governança e Competitividade”, encabeçado pelo IEA, mas que envolve pesquisadores de todo o corpo da Secretaria.

Atualmente na segunda fase, ele pretende colocar São Paulo entre os maiores centros produtores de uvas e vinhos de qualidade, aumentando a produção de ambos e, conseqüentemente, gerando emprego, renda e fixação de famílias nos espaços rurais e periurbanos. Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp), foi uma iniciativa da Prefeitura de São Roque, em parceria com o Sindicato da Indústria do Vinho do Município, Secretaria de Agricultura do Estado e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A principal característica do projeto, desde o início, tem sido envolver os diversos agentes da cadeia produtiva em busca de estratégias coletivas. Os planos são de que os resultados norteiem futuros encaminhamentos de políticas públicas para o setor, com a aplicação pelas prefeituras parceiras.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE SOROCABA’ (SP)

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