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Archive for the ‘COMÉRCIO – BRASIL’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO NEGRO, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O MUNICÍPIO DE NITERÓI, O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PA, PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PC do B), PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA (PCO), PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL (PMN), PARTIDO DA REPÚBLICA (PR), PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (PSDB), PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PMDB), PARTIDO DOS DEMOCRATAS (PD), PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), PARTIDO POPULAR SOCIALISTA (PPS), PARTIDO PROGRESSISTA (PP), PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB), PARTIDO SOCIAL CRISTÃO (PSC), PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO (PSDC), PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL), PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB), PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO (PSTU), PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO (PTB), PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC), PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL (PT do B), PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL (PTN), PARTIDO VERDE (PV), PARTIDOS POLÍTICOS - BRASIL, PB, PE, PECUÁRIA, PECULATO, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PETRÓLEO, PI, POLÍCIA FEDERAL, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, PORTOS, PR, PREVARICAÇÃO, PRODUTO INTERNO BRUTO, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAJUSTES SALARIAIS, RECEITA FEDERAL - BRASIL, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, RJ, RN, RO, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, RR, RS, SAÚDE E ATENDIMENTO MÉDICO, SANEAMENTO BÁSICO, SC, SE, SEMENTES TRANSGÊNICAS, SENADO, SETOR EXPORTADOR, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SISTEMA PRIVADO DE SAÚDE, SP, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TARSO GENRO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, TAXAS DE DESEMPREGO, TELEFONIA - FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

SETOR HABITACIONAL ESPERA, OTIMISTA, PACOTE DE INCENTIVO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 11:12

por Fernanda Mathias

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAL ESTATE INDUSTRIES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

BB GARANTE R$ 2,5 BI A REVENDEDORAS DE VEÍCULOS NO PAÍS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 20:51

por João Humberto

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Posted in AUTOMOTIVE INDUSTRY, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

GRUPO ÁGUAS DO BRASIL ASSUME OFICIALMENTE CONTROLE DA COMPANHIA DE ÁGUAS E ESGOTO DE NOVA FRIBURGO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 26, 2009

26/01/2009

A Voz da Serra

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Posted in BANKING SYSTEMS, BRASIL, CIDADES, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, OS PREFEITOS, POLÍTICA REGIONAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, SANEAMENTO BÁSICO, THE FLOW OF INVESTMENTS, VEREADORES, WATER | Leave a Comment »

PAÍS CAMINHA BEM MAS É PRECISO ATENÇÃO AO CAPITAL DE GIRO, AFIRMA PRESIDENTE (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 26, 2009

26 de Janeiro de 2009 – 08h32

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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Posted in A PRESIDÊNCIA, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BRASIL, CENTRAL BANKS, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

COOPERATIVA DE PEQUENOS PRODUTORES AGRÍCOLAS MOSTRA FORÇA EM ALAGOAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 26, 2009

26 de Janeiro de 2009 – 09h33

Marco Antonio Soalheiro – Enviado Especial (a convite da Secretaria de Assuntos Estratégicos)

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Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURE, AL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, POLÍTICA REGIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

CIMENTO – VENDAS CRESCERAM 14,3% EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Chiara Quintão – Agência Estado

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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Posted in ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, CEMENT, COMÉRCIO - BRASIL, COMMODITIES MARKET, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAL SERVICES INDUSTRIES, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

IGP-M – PRIMEIRA PRÉVIA APRESENTA DEFLAÇÃO DE 0,31% (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Alessandra Saraiva

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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Posted in ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DEFLATION, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, RECESSION | Leave a Comment »

PETROBRAS EXPORTA VOLUME RECORDE DE ÓLEO EM DEZEMBRO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

Terça, 13 de Janeiro de 2009 – 16h04

por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘PORTAL CORREIO DA PARAÍBA’ (Brazil)

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Posted in A QUESTÃO ENERGÉTICA, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENERGY INDUSTRIES, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, PETRÓLEO, PETROL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, REFINERIES - PETROL/BIOFUELS, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

EXPORTAÇÕES DO DISTRITO FEDERAL CRESCERAM 103% NO ANO PASSADO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

13/01/2009 21:56

Correio Braziliense

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Posted in AGRICULTURE, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, CIDADES, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DF, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

PERSPECTIVAS DAS MONTADORAS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

14/01/2009 – 08:00

por Luis Nassif

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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PUBLISHED BY ‘ÚLTIMO SEGUNDO’ (Brazil)

Posted in AUTOMOTIVE INDUSTRY, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

CHILE DEVE VOLTAR A COMPRAR CARNE SUÍNA DE SC – EXPORTAÇÕES PARA O PAÍS SUL-AMERICANOS ESTAVAM SUSPENSAS DESDE 2005 (Brazil/Chile)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

14/01/2009 – 01h30min

DIÁRIO CATARINENSE

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Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, CHILE, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIES, INTERNATIONAL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, PORK, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

ECONOMISTA PREGA PROTECIONISMO PARA DESENVOLVIMENTO DE PAÍSES POBRES

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

12 de Janeiro de 2009 – 23h53

Vinicius Konchinski – Repórter da Agência Brasil

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Posted in AFRICA, ASIA, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, CENTRAL AMERICA, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMERCIAL PROTECTIONISM, COMMODITIES MARKET, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN POLICIES, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, INTERNATIONAL RELATIONS, LATIN AMERICA, MACROECONOMY, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SOUTH AMERICA, STATE TARIFFS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

LUCRO É MENOR, MAS KLEIN COMEMORA – ESTOQUE CRESCE E CASAS BAHIA MANTÉM A LIQUIDAÇÃO – CASAS BAHIA TERMINOU 2008 COM QUEDA NO LUCRO E ESTOQUE 14% MAIOR QUE EM DEZEMBRO DE 2007 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

13/01/2009

por Claudia Facchini, de São Paulo

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Posted in BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

FRIGORÍFICO ARANTES PEDE ‘CONCORDATA’ – ARANTES PERDE COM DERIVATIVO E PEDE RECUPERAÇÃO JUDICIAL – A DÍVIDA INCLUÍDA NO PROCESSO É DE CERCA DE R$ 1,5 BILHÃO REFERENTE A DÉBITOS COM FORNECEDORES E BANCOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

13/01/2009

por Alda do Amaral Rocha, de São Paulo

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Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD PRODUCTION (human), INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MEAT, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS, UNEMPLOYMENT | Leave a Comment »

IMPORTADORA GARANTE ENTREGAS DE VEÍCULOS DA SsangYong NO BRASIL (South Korea/Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 19:18

Valor Online

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Posted in AUTOMOTIVE INDUSTRY, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN POLICIES, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, INTERNATIONAL RELATIONS, O MERCADO IMPORTADOR, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SOUTH KOREA, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

APREENSÃO DE PRODUTOS ILEGAIS VINDOS DO PARAGUAI BATE RECORDE EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 17:32

Agência Brasil

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Posted in A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, AS FORÇAS ARMADAS, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CHINA, CIDADANIA, CIDADES, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPTION, CRIMINAL ACTIVITIES, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FOREIGN POLICIES, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, INTERNATIONAL RELATIONS, MACROECONOMY, PARAGUAY, POLÍCIA FEDERAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SMUGGLING, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

GERDAU ALTERA TURNOS EM CHARQUEADAS E DEMITE EM SAPUCAIA DO SUL – AJUSTES SÃO REALIZADOS DESDE DEZEMBRO PARA ADAPTAR A PRODUÇÃO AOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

13/01/2009 – 00h07min

Zero Hora

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Posted in BRASIL, CEMENT, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSTRUCTION INDUSTRIES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, METALS, METALS INDUSTRY, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, OS TRABALHADORES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, THE WORKERS, THE WORKING ENVIRONMENT, UNEMPLOYMENT | Leave a Comment »

INDÚSTRIA IGNORA CRISE E CONTRATA REFORÇOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

[ 06/01/2009 ]

Jornal Cruzeiro do Sul

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Posted in ALIMENTOS PROCESSADOS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EMPLOYMENT, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD PRODUCTION (human), FOREIGN WORK FORCE - LEGAL, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, NATIONAL WORK FORCES, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

MONTADORAS BATEM RECORDE DE VENDAS EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

[ 07/01/2009 ]

Cruzeiro On Line

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IPC-S DE DEZEMBRO EM BRASÍLIA FICA ACIMA DA MÉDIA NACIONAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

06/01/2009 12:00

por Luciana Navarro – Correio Braziliense

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Posted in ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, DF, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INTERNATIONAL, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION | Leave a Comment »

EM SÃO PAULO, 90% DO COMÉRCIO TEM ALGUMA IRREGULARIDADE (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 7, 2009

07/01/2009 – 08h00

Agência Estado

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ASSENTADO PARAIBANO VENDEU 75 TONELADAS DE POLPAS DE FRUTAS EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

Quarta, 31 de Dezembro de 2008 – 14h29

Correio da Paraíba

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA – PORTAL CORREIO’ (Brazil)

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GOVERNO LIBERA R$ 40 BILHÕES PARA O CRÉDITO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

Quinta, 1 de Janeiro de 2009 – 10h04

Correio da Paraíba

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PROGRAMA DE INTERNACIONALIZAÇÃO AJUDA PEQUENA EMPRESA A EXPORTAR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008 11:05

Agência Estado

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CONTA-SALÁRIO SERÁ ESTENDIDA A TODOS OS TRABALHADORES DA INICIATIVA PRIVADA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008 18:21

Agência Estado

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MERCADO BRASILEIRO FOI O ‘MENOS PIOR’ DOS BRIC EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008 11:59

FolhaNews

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GOVERNO FEDERAL AVALIA AJUDA AO SETOR CALÇADISTA – PLANO PARA CONTER O IMPACTO DA CRISE ECONÔMICA ATUARÁ EM SETORES ESPECÍFICOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

01/01/2009 – 08h40min

RÁDIO GAÚCHA

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CONAB APOSTA EM ESTOQUES PÚBLICOS COMO ESTRATÉGIA E REGULAÇÃO DE MERCADO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29 de dezembro de 2008 – 09:03h

Assessoria

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VENDA DE ÁLCOOL SUPERA A DE GASOLINA EM 10 MESES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30/12/2008

Tribuna do Norte

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PARA ECONOMISTA, MEDO É O PIOR CONSELHEIRO EM TEMPOS DE CRISE (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 28, 2008

27/12/2008 – 11:34:24

Agência Brasil

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DO CAMPO À MESA – FEIJÃO, MILHO E CAFÉ MAIS BARATOS – EXCESSO DE OFERTA REDUZ PREÇOS PAGOS AO PRODUTOR. QUEM GANHA É O CONSUMIDOR, QUE ENCONTRA PRODUTOS MAIS EM CONTA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

Quinta-feira 25 de dezembro de 2008 08:01

Marinella Castro – Estado de Minas

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DUPLICAÇÃO DA BR-408 TAMBÉM SERÁ INCLUÍDA NO PAC (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008 – 19h46

Diário de Pernanbuco

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CAIXA REDUZ JUROS NO CRÉDITO COMERCIAL PARA 2009 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008 – 14h36

Da Redação

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AGRONEGÓCIO:APEX AUMENTARÁ ORÇAMENTO EM R$ 100 MI PARA ACIONAR EXPORTAÇÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 20:03

Safras & Mercado

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NEGOCIAÇÃO DA SAFRA POR CONTRATO DE OPÇÃO CRESCE 238% NO ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 14:00h

Assessoria

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SORRISO: AGRONEGÓCIO IMPULSIONA EXPORTAÇÕES E VOLUME ULTRAPASSA US$264 MILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 07:50h

Só Notícias – Leandro J. Nascimento

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FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR É RECORDE NO BRASIL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO DEVEM CHEGAR A US$ 73 BI (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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NEGOCIAÇÃO DA SAFRA AGRÍCOLA POR CONTRATO CRESCE 238% (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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SUPERMERCADOS GAÚCHOS TÊM O MELHOR SÁBADO EM VENDAS DE 2008, DIZ AGAS – Presidente da associação diz que 90% dos produtos da ceia de Natal devem ser vendidos até segunda (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

20/12/2008 – 21h26min

CLIC RBS

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SETOR DE COMBUSTÍVEIS FECHA 2008 COM RECORDE DE VENDAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008 13:11

Nielmar de Oliveira – da Agência Brasil

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GOVERNO FACILITA TOMADA DE EMPRÉSTIMO EM BANCOS PÚBLICOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008 09:48

por Ângela Kempfer

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WAL-MART INAUGURA 2ª LOJA EM CAMPO GRANDE NO DIA 11 (MS – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

Segunda-feira, 08 de Dezembro de 2008 18:38

por Ângela Kempfer

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (MS – Brasil)

Divulgada como loja de “atacarejo”, o grupo Wal-Mart inaugura no dia 11 de dezembro o Maxxi Atacado em Campo Grande, como parte do projeto de expansão da rede no País.

A propaganda é de oferta de produtos com preços para as classes C e D, oferecidos tanto a comerciantes quanto aos consumidores finais. A expectativa é de que 60% das vendas sejam para empresas e 40% para famílias.

A loja funciona em sistema semelhante ao de supermercados como o Macro e o Atacadão, mas o grupo garante que a diferença está na diversidade de marcas disponibilizadas nas prateleiras.

O grupo Wal-Mart garante que os descontos aos comerciantes serão de até 5%, para garantir valores mais baixos que a média dos outros atacadistas da região.

Para o consumidor final, a promessa é de preços até 15% menores, em comparação a concorrência.

O Wal-Mart comprou a rede Maxxi em 2005, da Sonae Distribuidora, empresa forte na região sul. Com o plano de expansão anunciado em meados deste ano e que prevê investimentos de R$ 80 milhões, o número de lojas deve saltar para 25, com a inauguração de unidades nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.

Na próxima quarta-feira o vice-presidente do Maxxi, Luiz Martinelli, fará uma apresentação do empreendimento à imprensa na Capital e na quinta será aberto ao público às 9 horas.

Na nova loja do grupo em Campo Grande foram investidos R$ 30 milhões, com abertura de 180 empregos diretos.

A loja foi construída na Avenida Coronel Antonino, próximo ao Educandário Getúlio Vargas.

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LULA DIZ QUE GOVERNO TRABALHA PARA QUE NÃO FALTE CRÉDITO ÀS EMPRESAS QUE GERAM EMPREGO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008, 17:07

por Yara Aquino – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

Brasília – Garantir o fluxo de crédito para que as empresas continuem produzindo e gerando emprego é uma das prioridades do governo para enfrentar os efeitos da crise financeira internacional. Hoje (8), em discurso no almoço de confraternização com os oficiais-generais das Forças Armadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o governo irá “fazer com que as empresas que geram emprego tenham crédito necessário para que a gente possa vencer essa batalha”.

Lula também fez uma previsão para o fim da crise que atinge a economia mundial. De acordo com o presidente da República, a partir de 2010 a crise “será coisa do passado”.

“Estou convencido que a partir de 2010 esta crise será coisa do passado aqui e em outros países”. Segundo ele, o governo tem feito todo o esforço e tomado as medidas necessárias para evitar que a crise tenha aqui o mesmo efeito sentido em países como Estados Unidos e Japão.

Lula também aproveitou a presença dos oficiais-generais, dos comandantes das três forças e do ministro da Defesa, Nelson Jobim, para anunciar que o Plano Estratégico de Defesa Nacional será apresentado ao Conselho de Defesa Nacional na próxima quinta-feira (11).

Lula destacou, ainda, o trabalho das Forças Armadas em Santa Catarina, quando teve papel fundamental nas operações de socorro às vítimas e no transporte e distribuição de alimentos para os desabrigados.

“Posso dizer a vocês como presidente da República, mas poderia dizer como simples brasileiro que as Forças Armadas brasileiras viraram motivo de orgulho pela brilhante atuação que tiveram salvando vidas, levando comida, roupas, remédios”, disse.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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O JAPÃO DEIXOU O BRASIL A VER NAVIOS

Posted by Gilmour Poincaree on December 1, 2008

01/12/2008 14:36

PUBLISHED BY ‘BLOG OF ZÉ DIRCEU’ (Brasil)

José Dirceupor José Dirceu

A TV digital completa, amanhã, um ano de funcionamento no Brasil. Nesse um ano seu sinal só chegou, por enquanto, a cinco capitais, mas a promessa é de que até 2016, dentro de mais 8 anos, portanto, estará em todo o Brasil.

Há um ano, em meio a muitas pressões, acirrada disputa de americanos, europeus e asiáticos e intensa polêmica que cercava a opção que o Brasil faria, o país escolheu o padrão japonês, mediante a solene promessa dos vencedores de que instalariam aqui uma fábrica de semicondutores que, além de suprir o mercado, absorveria mão de obra de forma intensiva, tanto direta, quanto pela cadeia de produção de componentes.

Agora, passado um ano, é o caso de se repetir uma expressão comum no interior brasileiro, a que “perguntar não ofende”, e fazer a clássica e elementar indagação: cadê a fábrica de semicondutores que os japoneses iam implantar no Brasil, parte do pacote acertado com eles pelo país ter optado pelo padrão japonês?

Nada, até agora nenhum tijolo, nenhum bloco de pré-molddado da prometida fábrica. Pelo contrário, os japoneses já anunciaram oficialmente que não a implantarão aqui. Como ficamos? Nenhuma cobrança, nenhuma providência vai ser adotada?

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IRGA: RS TEM 96,6% DE LAVOURAS SEMEADAS DE ARROZ – Resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

28/11/2008 – 19h55min

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brasil)

Na última semana de RICE CROPnovembro, a semeadura de arroz no Rio Grande do Sul totaliza 96,6% — 1,06 milhões de hectares em cultivo. Segundo o Instituto Riograndense do Arroz (Irga), este resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual, em comparação com a do ano passado. Apesar da estiagem que preocupa os arrozeiros, é cedo para falar em prejuízos.

No que tange ao desenvolvimento das lavouras, até agora, os grãos em estágio de emergência já totalizam 328,1 mil hectares, compreendendo 31,2% de área plantada no Estado. As plantas mais desenvolvidas (vegetativo) já alcançam 729,4 mil ha (68,9%), contra 575,4 mil obtidos na semana passada.

Para o presidente do Irga, Maurício Miguel Fischer, a germinação das sementes passa por um momento arriscado, gerando despesas com energia, água e controle de invasoras para o produtor, que precisa banhar as lavouras:

— Com a falta de chuva, a emergência das sementes não se dá de forma parelha, gerando atraso nesta última etapa do plantio.

Conforme o último levantamento da instituição, apenas 11 municípios gaúchos já concluíram o plantio de arroz.

Mesmo com falta de chuvas abundantes no período, o RS aumentou em 19,8 mil hectares a extensão das áreas cultivadas de arroz. A partir deste sábado, deve voltar a chover no Estado.

As informações são do site do governo do Estado.

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MEDIDAS GARANTEM LIQUIDEZ PARA QUE BANCOS CONTINUEM A EMPRESTAR (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 27, 2008

26 de Novembro de 2008

Na edição de hoje, o Em Questão apresenta o segundo tema da série “Enfrentando a crise global”, em que aborda as medidas tomadas para fornecer liquidez no mercado interbancário nacional e destravar o crédito.

No Brasil, apesar de os bancos não apresentarem problemas de solvência, foi sentido o reflexo da falta de crédito mundial. Como a edição de ontem do Em Questão mostrou, a crise mundial levou à contração do crédito em todo o mercado financeiro. A quebra de bancos e as perdas bilionárias anunciadas por instituições financeiras dos Estados Unidos e de países da União Européia difundiram um clima de incerteza por todo o mundo. Com isto, as outras instituições deixassem de emprestar, levando ao encarecimento do crédito.

Para enfrentar este quadro, as principais mudanças aconteceram na regulamentação do compulsório (depósito que os bancos são obrigados a recolher ao Banco Central) com o objetivo de aumentar os recursos em circulação. Até o dia 18 de novembro, o Banco Central estima que o mercado interbancário foi irrigado com R$ 85 bilhões.

Compulsório – A primeira medida, anunciada no dia 24 de setembro, adiou o recolhimento do compulsório em títulos federais sobre Depósitos Interfinanceiros captados de sociedades de arrendamento mercantil (leasing). O que liberou R$ 8 bilhões de liquidez no mercado interbancário. As outras medidas ampliaram, primeiramente, de R$100 milhões para R$ 300 milhões e depois de R$ 300 milhões para R$ 1 bilhão o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo da exigibilidade adicional sobre depósitos a prazo, depósitos de poupança e recursos à vista, liberando outros R$ 8 bilhões. E ampliação de R$ 300 milhões para R$ 700 milhões e, posteriormente, de R$ 700 milhões para R$ 2 bilhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo do recolhimento compulsório de depósitos a prazo, feito em títulos públicos, liberando R$ 13,1 bilhões de liquidez.

Além disso, foram reduzidas de 8% para 5% as alíquotas usadas para o cálculo da exigibilidade adicional sobre depósitos à vista e depósitos a prazo das instituições financeiras, permitindo a liberação de R$ 16,9 bilhões. E redução da alíquota de exigibilidade do recolhimento compulsório sobre recursos à vista de 45% para 42%, com impacto estimado de R$ 3,6 bilhões; e do recolhimento compulsório sobre os depósitos à vista para instituições financeiras que adiantarem contribuições mensais ao Fundo Garantidor de Crédito (entidade privada que garante os depósitos bancários no Brasil).

Foi dada ainda permissão para que as instituições financeiras possam deduzir do cumprimento de exigibilidade de recolhimento compulsórios de depósitos interfinanceiros, os valores de operações de aquisição de moeda estrangeira junto ao Banco Central, com volume liberado estimado de até R$ 20 bilhões.

Compra de carteiras – No início de outubro, foi dada autorização para instituições financeiras abaterem do recolhimento compulsório sobre depósitos a prazo (cuja alíquota é de 15%) o valor de aquisição de operações de crédito de outras instituições financeiras com patrimônio de referência de até R$ 7 bilhões. E o valor da dedução é limitado até 70% do total do compulsório sobre depósitos a prazo. Tal medida tem impacto estimado na liquidez de R$ 29,5 bilhões.

Outra mudança importante, que pode direcionar mais recursos para operações de compra de carteira e de outros ativos, foi feita na forma de recolhimento do compulsório sobre depósitos a prazo: antes da medida, o recolhimento era feito 100% em títulos públicos (com remuneração) e, a partir do dia 14 de novembro, passou a ser feito 30% em títulos públicos e 70% em espécie, sem remuneração.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 733a – Brasília

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TRABALHADORES DE PADARIAS CONQUISTAM 9,5% DE REAJUSTE SALARIAL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Piracicaba e Região fechou PADEIROSacordo nesta semana que garante 9,5% de reajuste salarial aos trabalhadores de padarias, contra uma inflação no período de 7,26%. O acordo foi assinado em São Paulo, informa o presidente do sindicato, Fânio Luis Gomes, e beneficia cerca de 1.000 trabalhadores em Piracicaba e região que pertencem à base da entidade.

Com o reajuste, o piso salarial no setor, a partir de 1º de novembro, passa a R$ 684. O acordo garante, ainda, Participação nos Lucros e Resultados, sendo de R$ 132 para empresas com até dez funcionários; R$ 197 nas que contam de 11 a 40 funcionários em seu quadro, e de R$ 247 nas que possuem mais de 41. A PLR será paga em duas parcelas, em março e setembro do próximo ano.

De acordo com Fânio, um avanço obtido no acordo deste ano se refere ao adicional noturno, que pela legislação é das 22h às 5h do dia seguinte. No entanto, foi estabelecido que o trabalhador que entrar às 22h para trabalhar e no dia seguinte tiver seu turno de trabalho estendido, além das 5h, terá todas as horas trabalhadas a mais com adicional noturno, que no setor é de 30%.

O presidente do sindicato diz que o acordo ainda não é o ideal, mas que teve avanços significativos, garantindo aumento real de aproximadamente 2%. “Em período de inflação baixa, 2% de aumento é algo bastante significativo”, completa.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL DE PIRACICABA’ (Brasil)

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MERCADO MANTÉM PREVISÃO DE INFLAÇÃO PARA 2008 E 2009, DIZ FOCUS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008, 10:57

Do Diário OnLine

Os analistas das principais instituições financeiras consultados pelo BC (Banco Central) mantiveram a previsão para a inflação em 2008 e 2009. Assim como na semana passada, a expectativa o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) – índice oficial de inflação – para este ano ficou em 6,39%.

Para 2009 a previsão permaneceu em 5,20% ao ano. A meta do BC para 2008 e 2009 é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A previsão dos analistas neste ano chegou a ultrapassar o limite da meta, mas diminuiu após o arrefecimento dos indicadores.

Juros – Para a última reunião deste ano do Copom (Comitê de Política Monetária), que acontecerá em dezembro, os economistas não esperam por mais um aumento na Selic (taxa básica de juros), atualmente em 13,75% ao ano. Para o final de 2009, a taxa permaneceu em 13,31%.

O índice é utilizado pelo BC para controlar a inflação. Quando os juros caem muito, a população tem mais acesso ao crédito e, como conseqüência, o consumo aumenta. Ao elevar a Selic, o BC impede o crescimento dos gastos da população, evitando, dessa forma, o aumento dos preços.

Dólar – Também não houve alterações na expectativa para o dólar ao final deste ano. Segundo o boletim Focus, após sete semanas em alta, a cotação do câmbio ficou em R$ 2,10 ao final deste ano. Para o final de 2009, a estimativa também foi a mesma da pesquisa anterior, R$ 2,10.

Outros indicadores – As projeções para outros indicadores inflacionários diminuíram nesta semana: o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) recuou de 11,07% para 10,92%; o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) diminuiu de 10,97% para 10,90%; e o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) caiu de 6,56% para 6,55%.

Em 2009, a expectativa dos economistas para o IGP-M passou de 6% para 5,95%; para o IPC-Fipe, manteve-se em 4,72%; e para o IGP-DI, recuou de 5,80% para 5,75%.

Em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), os analistas mantiveram a projeção para 2009: 3%. Para este ano, houve ligeiro aumento, de 5,23% para 5,24%.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

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CRISE FINANCEIRA DIMINUI PROCURA POR DESTINOS INTERNACIONAIS – Agências e operadoras já registram queda de mais de 20% na demanda por pacotes que levam o turista para fora do país. Aumento no preço cobrado por resorts brasileiros pode dificultar ainda mais as viagens neste verão

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Publicado em 24/11/2008

por Alexandre Costa Nascimento

Em tempos de crise, este pode ser o verão mais frio para o setor de turismo dos últimos anos. Praia de Pensacola, no norte da Flórida - despesas em dólar com alimentação e lazer devem afastar ainda mais turistas do BrasilComo primeiro efeito, a volatilidade do dólar reduziu em média 20% a procura por pacotes turísticos internacionais, justamente no período em que as vendas costumam aumentar em até 40%. O gerente de vendas da CVC Curitiba, Ricardo Luz, conta que antes da crise os pacotes internacionais tinham uma participação de 40% no faturamento da companhia; hoje este índice caiu para 15%.

Se por um lado o preço da passagem aérea internacional, por si só, não é um problema para quem quer viajar – ela pode ser comprada antecipadamente e financiada em até 10 vezes sem juros –, a preocupação cresce com a parte terrestre da viagem, que inclui gastos com alimentação e despesas de lazer no destino.

A presidente da Associação Brasileira dos Guias de Turismo (Abgtur) e proprietária da agência Ivetur, Ivete Inez Fagundes, relata que nos últimos dois meses houve uma queda de 20% na procura por pacotes internacionais. Ela torce por um desfecho ou uma trégua da crise financeira global, ao menos para o período de alta temporada, que vai até o carnaval, no fim de fevereiro. “O problema é que o momento de vendas é agora”, diz.

Mesmo assim, alguns operadores seguem otimistas, acreditando em uma reacomodação do setor. “Pode haver momentaneamente uma indecisão ou recuo. Mas quem sonhou com um roteiro internacional não vai ficar em casa por uma diferença no dólar”, diz acreditar o diretor da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (Braztoa) e proprietário da operadora Tia Augusta, Paschoal Fortunato. “Em momentos de turbulência econômica, existe sempre uma acomodação psicológica. No primeiro momento vem o pânico, mas quem tem condições e poder aquisitivo se adapta às circunstâncias e abre mão de certos itens da parte terrestre, tornando os pacotes mais baratos”, avalia.

Seleção natural

Segundo Fortunato, o setor se beneficiou nos últimos anos de um dólar barato, que tornou o turismo internacional acessível para uma nova classe. A crise, segundo ele, precipitou o fim dessa tendência. “A alta do dólar foi um golpe muito sério e que está sendo absorvido. As agências pequenas e despreparadas podem sofrer um impacto maior, mas isso é a seleção natural do mercado”, afirma.

Status

Para o doutor em Turismo e professor da Faculdade de Administração da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap), Hilário Angelo Pelizzer, as viagens internacionais envolvem uma questão de status que mantém a procura por destinos fora do país mesmo diante de um cenário desfavorável e turbulento. “Para quem tem dinheiro não há crise, e as operadoras vendem para quem tem dinheiro”, opina Pelizzer. “Já tivemos um dólar a R$ 3,50 e mesmo assim havia procura por viagens para o exterior”, completa.

Reajustes

Segundo o professor, o turismo interno pode ser uma opção para quem está mais interessado em trocar o terno e a gravata por bermuda e sandálias. Mas, segundo ele, alguns resorts, spas e cruzeiros aproveitaram esse possível aumento da demanda por viagens domésticas e reajustaram suas tabelas, com valores de diárias muito mais altos, o que pode tornar tais opções inviáveis. “Poderemos ver se repetir o fenômeno da virada do milênio – réveillon de 1999 para 2000 –, quando o setor cobrou preços impraticáveis e amargou taxas de ocupação irrisórias”, avalia.

Pelizzer acredita que as operadoras darão início a promoções para “desencalhar” pacotes internacionais não vendidos até agora, fixando preços com o dólar por volta de R$ 1,90. “Quem investiu muito talvez não atinja a demanda necessária para cobrir o que foi empenhado. Assim, a escolha será entre perder tudo e levar um prejuízo menor. Quem deixar para comprar na última hora corre o risco de levar vantagem encontrando pacotes com preços mais baratos”, acredita.

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ENTREVISTA – IDELI SALVATI “A TORNEIRA DO JEITINHO FOI FECHADA” – Para senadora, as novas normas para o setor portuário devem aumentar concorrência na área

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

20 de julho de 2008 : 01h00m

por Karla Correia

BRASÍLIA

Com a edição do decreto 6.620, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 29 de outubro, a SENADORA IDELI SALVATIiniciativa privada passou a poder explorar portos destinados a movimentar cargas de terceiros, mediante concessão do serviço – definido como público na Constituição – por processo licitatório. Para quem olha de fora do setor, trata-se de uma boa notícia para qualquer empresa interessada no lucrativo setor de transporte marítimo, mas a possibilidade de seleção de empresas privadas para as concessões, em contratos de 25 anos, prorrogáveis por mais 25, dividiu a iniciativa privada em uma batalha acirrada que se refletiu nos debates travados no plenário do Senado. Ao Jornal do Brasil, a líder do bloco governista no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC) afirma que o decreto será capaz de atrair investimentos privados para o setor, ao estabelecer regras claras e um ambiente igualitário de concorrência entre as empresas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Qual a principal mudança que o decreto 6.620 traz para a exploração dos portos?

Em primeiro lugar, a gente tem que ter em mente que a operação de portos para transporte de carga é serviço público, isso é definido pela Constituição. A legislação permitia às empresas construirem portos para o transporte de sua própria produção e, para aproveitar a ociosidade das instalações, transportar de forma residual carga de terceiros. Certos empresários se aproveitaram dessa flexibilidade da lei, montaram seus portos e acabaram fazendo com que a carga de terceiros representasse 90%, 95% de sua movimentação. Isso sem se submeter às exigências da lei, que incluem a contratação de mão de obra do Ogmo (Órgão Gestor de Mão-de-Obra dos Portos), o pagamento de certas taxas, mais uma série de regras. O decreto acaba com essa janela e determina que qualquer porto privado pode fazer transporte de carga de terceiros, desde que passe por processo licitatório para concessão de serviço público.

Que tipo de problemas essa flexibilização nas normas acarretava para o setor?

Estava instalada uma concorrência profundamente desleal entre os portos. De um lado estavam os públicos e aqueles que seguiam a legislação à risca. Do outro, os que se aproveitavam da brecha da lei e não tinham os mesmos gastos dos demais – que é de onde vem a oposição ao decreto, hoje. No meu Estado, Santa Catarina, a gente pode ver a concretização desse problema. O porto público de Itajaí, onde nós tivemos um grande volume de investimentos dentro das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), de correção de mole, aprofundamento do canal. Foram mais de R$ 100 milhões aplicados no porto de Itajaí. Do outro lado do rio, na margem esquerda você tem o Portonave, que se instalou como porto privativo, com carga própria e que hoje tem ampla maioria de sua movimentação como carga de terceiros. Então, como eles não seguem nenhuma das regras, tem dias que encostam três navios no Portonave e nenhum no porto público. E eles só se instalaram lá porque o dinheiro público fez as obras. Eles se beneficiaram das obras, da dragagem, das reformas todas e não seguem nenhuma regra. Como o decreto estabelece as regras de forma muito clara, essa rapaziada chiou muito. Mas não tem o que chiar.

Uma das reclamações mais freqüentes é a insegurança daqueles que adquiriram terrenos a beira-mar para investir na construção de portos e que, agora, podem perder esses terrenos se não vencerem as licitações…

Quem já é dono de terreno a beira-mar também não tem do que reclamar. Se, por exemplo, na minha propriedade há uma bela cachoeira, com potencial para gerar muita energia, vai haver uma licitação. Eu posso até concorrer na licitação, ganhar e colocar uma usina, uma PCH (pequena central hidrelétrica), na minha propriedade. Mas eu tenho de participar da licitação. Se eu não ganhar, há a desapropriação do terreno e pronto. A regra é essa. Vale, a partir de agora, também para os portos.

Também existe a crítica de que o novo decreto favoreceria um cartel de empresas na exploração dos portos. Isso é possível?

Pode haver cartéis dos dois lados de interesses envolvidos nessa questão. Essa é uma briga de cachorro grande, de setores econômicos com muito recurso. Mas você tem de seguir o que a Constituição estabelece. Esse foi o meu debate com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que se opôs ao decreto: se você quer mudar o marco regulatório, não há nenhum problema debater se o porto não tem mais de ser serviço público concessionado. Só que mudar isso é mudar a Constituição. Não me venha como emenda simples ou medida provisória. Me apresente uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que tem rigor na tramitação, precisa de maioria absoluta em dois turnos, nas duas Casas para a gente poder mudar. Se quiser, vai ter mudança. Mas tem que acontecer pelo instrumento legislativo adequado, seguindo a regra para mudar o que diz a Constituição.

Como o enrijecimento das regras para exploração dos protos pode ser capaz de atrair investimentos para o setor?

Não é que a regra seja apenas mais rígida. Ela é, agora, mais clara. Foi fechada a torneirinha do jeitinho na exploração. A atividade, agora, tem obrigatoriamente que retratar o que está na Constituição: transporte de carga nos portos é serviço público e, para ser aberta ao setor privado, deve passar por licitação. Além do mais, a regra clara, transparente, dá mais segurança ao mercado, ao investidor sério. Ao não seguir as regras, ao não precisar contratar o pessoal do Ogmo, a lucratividade fica maior, é obvio. Mas isso prejudica quem recebeu uma concessão e segue as normas. Não tem como continuar nesse jogo de duas regras. O “jeitinho” atendeu a um determinado grupo que tinha recursos para aplicar, mas deixou muito inseguro o outro grupo, de investidores grandes, mas que aplicaram dentro da regra de licitação. Você tranqüilizou quem já estava agindo dentro da regra e trouxe a turma do jeitinho para dentro da regra. O que o decreto fez, basicamente, foi não deixar haver uma lucratividade diferenciada para quem não segue as normas.

Nesse novo cenário, o governo deve manter os investimentos previstos para o setor no PAC?

Acredito que os investimentos continuarão. As obras federais estimulam o investimento privado. Foi o caso de Itajaí, onde tivemos R$ 100 milhões em investimento público e, da iniciativa privada, somando todos os terminais instalados ao longo do rio, veio algo em torno de R$ 1,2 bilhão em investimentos. A própria Portonave investiu R$ 400 milhões. Isso foi mobilizado porque houve aquelas melhorias na condição do porto público. Em Imbituba (SC), houve a mesma coisa. O governo está fazendo a retificação dos moles e vai fazer a dragagem. E, lá, nós já tivemos investimentos da Santos Brasil de quase R$ 300 milhões. Então, nós pusemos algo em torno de R$ 30 milhões, se muito, no porto. E a iniciativa privada respondeu investindo quase dez vezes esse valor.

Esse volume de recursos investidos conseguiu afastar o fantasma de um apagão portuário no médio prazo?

Não existe mais esse risco. Há um fator negativo nessa afirmação porque, infelizmente, nós vamos ter uma diminuição do crescimento do PIB no próximo ano – o que reduzirá a pressão pela demanda portuária. Mas ao mesmo tempo, o governo está se comprometendo a manter o nível de investimentos no setor. E mesmo sem contar com a redução da demanda já se podia afirmar em recuperação da infra-estrutura portuária. O grande exemplo que ilustrava o risco de um apagão no setor eram as filas que se formavam no porto de Paranaguá (PR). Não existem mais filas. E os exemplos de investimentos privados são muito contundentes. Acho que esse risco foi definitivamente apagado.

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VENDAS DE VAREJO SEGUEM EM ALTA E EMPREGO SE MANTÉM ESTÁVEL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

A taxa de desocupação nas seis regiões metropolitanas pesquisadas ficou praticamente estável entre outubro (7,5%) e setembro (7,6%), e a queda foi de 1,2 ponto percentual em relação a outubro de 2007 (8,7%). A população desocupada (1,8 milhão) ficou estável em relação a setembro e caiu 11,8% na comparação com outubro de 2007. A taxa de desocupação de outubro é a segunda menor da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em março de 2002 (7,4% em dezembro de 2007).

Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, esses números demonstram a mesma tendência do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que a cada mês bate todos os recordes da geração de empregos, ultrapassando, somente este ano, a marca de dois milhões de novos postos formais abertos. “Isso mostra toda a força da economia brasileira somada à política econômica acertada do governo federal, que toma as medidas necessárias para evitar que a crise americana afete o mercado de trabalho brasileiro”, diz Lupi.

Comércio – Também segundo o IBGE, em setembro, o varejo alcançou mais um resultado positivo: na comparação com agosto, foram registrados aumentos de 1,2% no volume de vendas e de 1,3% na receita nominal de vendas. Foi o sétimo crescimento consecutivo na comparação mês a mês, com ajustamento sazonal. No ano, volume e receita de vendas acumulam aumentos de, respectivamente, 8,0% e 13,3%. Nas demais comparações, sem ajuste sazonal, o varejo teve taxas de variação de 9,4% para o volume de vendas, sobre setembro de 2007; 10,4% no acumulado janeiro-setembro sobre igual período de 2007; e de 10,3% no acumulado dos últimos 12 meses. Nas mesmas relações, a receita nominal de vendas apresentou acréscimos de 15,7%, 16,3% e 15,6%, respectivamente.

Para o volume de vendas, na série com ajuste sazonal, todas as dez atividades pesquisadas tiveram crescimento em setembro, na comparação com agosto.

Na relação setembro 08/setembro 07 (sem ajuste sazonal), todas as atividades do varejo também registraram aumento no volume de vendas, cujas taxas, por ordem de importância no resultado global, foram de 21,3% para móveis e eletrodomésticos; 13,5% para combustíveis e lubrificantes; 17,0% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; 15,9% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 50,6% para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 9,5% para tecidos, vestuário e calçados; 1,4% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; e 12,9% para livros, jornais, revistas e papelaria.

Rendimento – Em outubro, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.258,20) apresentou declínio de 1,3% na comparação mensal. Entretanto, em relação a outubro de 2007, o poder de compra do rendimento de trabalho dos ocupados teve alta de 4,5%.

No enfoque regional, em relação ao mês anterior, houve recuo no rendimento nas Regiões Metropolitanas de Recife (0,9%), Salvador (1,2%), Rio de Janeiro (1,4%) e São Paulo (2,1%). O rendimento apresentou alta apenas em Belo Horizonte (0,8%) e Porto Alegre (1,2%). Na comparação anual, o comportamento foi de elevação em cinco regiões metropolitanas: Salvador (11,1%), Belo Horizonte (7,4%), Rio de Janeiro (8,5%), São Paulo (2,0%) e Porto Alegre (2,9%). Foi registrada queda no rendimento em Recife (3,6%).

Analisando o rendimento segundo os grupamentos de atividade, na comparação mensal, obtiveram ganhos os trabalhadores da Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, 1,9%, e Construção, 6,4%. O rendimento recuou no Comércio, reparação de veículos de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (0,9%), Serviços a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (5,6%).

Em relação a outubro de 2007, ocorreram variações positivas no rendimento dos grupamentos da Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (7,7%), Construção (7,4%), Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (3,5%), e Serviços domésticos (3,9%).

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 730 – Brasília

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