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AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

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THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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PAÍS CAMINHA BEM MAS É PRECISO ATENÇÃO AO CAPITAL DE GIRO, AFIRMA PRESIDENTE (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 26, 2009

26 de Janeiro de 2009 – 08h32

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO TERÁ MENOS PRESSÃO COM REDUÇÃO DOS JUROS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 22, 2009

Quinta-feira, 22/01/2009 – 10:10

Jornal da Mídia

PUBLISHED BY ‘JORNAL DA MÍDIA’ (Brazil)

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A COMPRA DO BANCO VOTORANTIM (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Luis Nassif

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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JUROS FUTUROS DEVOLVEM ALTA E FECHAM ESTÁVEIS NA BM & F (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 16:22

Valor Online

PUBLISHED BY ‘VALOR ECONÔMICO’ (Brazil)

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BRAZIL: FOREIGN RESERVES HIT HIGH

Posted by Gilmour Poincaree on January 4, 2009

Fri, Jan. 02, 2009

The Associated Press

PUBLISHED BY ‘THE WICHITA EAGLE’ (USA)

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ANÁLISE: GIRO CURTO ANTECIPA FESTA DO ESPECULADOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30/12/2008 08:07

Luiz Sérgio Guimarães – Valor Econômico

PUBLISHED BY ‘VALOR ON LINE’ (Brazil)

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JUROS MÉDIOS SOBEM EM NOVEMBRO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008

por Fábio Graner

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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LULA SANCIONA LEI RESULTANTE DA MP 442, DO REDESCONTO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008

Cruzeiro On Line

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MEIRELLES DIZ QUE JUROS E AÇÕES SÃO MEDIDAS DISTINTAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

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BC REDUZ PROJEÇÃO DE DÉFICIT EM CONTA CORRENTE EM 2009 PARA US$ 25 BI (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 17:43

Valor Online

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MEIRELLES E REPRESENTANTES DE COOPERATIVAS RURAIS DISCUTEM IMPACTOS DA CRISE NO SETOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

17 de Dezembro de 2008

por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

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MEDIDAS GARANTEM LIQUIDEZ PARA QUE BANCOS CONTINUEM A EMPRESTAR (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 27, 2008

26 de Novembro de 2008

Na edição de hoje, o Em Questão apresenta o segundo tema da série “Enfrentando a crise global”, em que aborda as medidas tomadas para fornecer liquidez no mercado interbancário nacional e destravar o crédito.

No Brasil, apesar de os bancos não apresentarem problemas de solvência, foi sentido o reflexo da falta de crédito mundial. Como a edição de ontem do Em Questão mostrou, a crise mundial levou à contração do crédito em todo o mercado financeiro. A quebra de bancos e as perdas bilionárias anunciadas por instituições financeiras dos Estados Unidos e de países da União Européia difundiram um clima de incerteza por todo o mundo. Com isto, as outras instituições deixassem de emprestar, levando ao encarecimento do crédito.

Para enfrentar este quadro, as principais mudanças aconteceram na regulamentação do compulsório (depósito que os bancos são obrigados a recolher ao Banco Central) com o objetivo de aumentar os recursos em circulação. Até o dia 18 de novembro, o Banco Central estima que o mercado interbancário foi irrigado com R$ 85 bilhões.

Compulsório – A primeira medida, anunciada no dia 24 de setembro, adiou o recolhimento do compulsório em títulos federais sobre Depósitos Interfinanceiros captados de sociedades de arrendamento mercantil (leasing). O que liberou R$ 8 bilhões de liquidez no mercado interbancário. As outras medidas ampliaram, primeiramente, de R$100 milhões para R$ 300 milhões e depois de R$ 300 milhões para R$ 1 bilhão o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo da exigibilidade adicional sobre depósitos a prazo, depósitos de poupança e recursos à vista, liberando outros R$ 8 bilhões. E ampliação de R$ 300 milhões para R$ 700 milhões e, posteriormente, de R$ 700 milhões para R$ 2 bilhões o valor a ser deduzido pelas instituições financeiras do cálculo do recolhimento compulsório de depósitos a prazo, feito em títulos públicos, liberando R$ 13,1 bilhões de liquidez.

Além disso, foram reduzidas de 8% para 5% as alíquotas usadas para o cálculo da exigibilidade adicional sobre depósitos à vista e depósitos a prazo das instituições financeiras, permitindo a liberação de R$ 16,9 bilhões. E redução da alíquota de exigibilidade do recolhimento compulsório sobre recursos à vista de 45% para 42%, com impacto estimado de R$ 3,6 bilhões; e do recolhimento compulsório sobre os depósitos à vista para instituições financeiras que adiantarem contribuições mensais ao Fundo Garantidor de Crédito (entidade privada que garante os depósitos bancários no Brasil).

Foi dada ainda permissão para que as instituições financeiras possam deduzir do cumprimento de exigibilidade de recolhimento compulsórios de depósitos interfinanceiros, os valores de operações de aquisição de moeda estrangeira junto ao Banco Central, com volume liberado estimado de até R$ 20 bilhões.

Compra de carteiras – No início de outubro, foi dada autorização para instituições financeiras abaterem do recolhimento compulsório sobre depósitos a prazo (cuja alíquota é de 15%) o valor de aquisição de operações de crédito de outras instituições financeiras com patrimônio de referência de até R$ 7 bilhões. E o valor da dedução é limitado até 70% do total do compulsório sobre depósitos a prazo. Tal medida tem impacto estimado na liquidez de R$ 29,5 bilhões.

Outra mudança importante, que pode direcionar mais recursos para operações de compra de carteira e de outros ativos, foi feita na forma de recolhimento do compulsório sobre depósitos a prazo: antes da medida, o recolhimento era feito 100% em títulos públicos (com remuneração) e, a partir do dia 14 de novembro, passou a ser feito 30% em títulos públicos e 70% em espécie, sem remuneração.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 733a – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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LULA REÚNE MINISTROS PARA DISCUTIR OS EFEITOS DA CRISE NA ECONOMIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Novembro – Edição 22,800 – Data de Publicação: 24 de novembro de 2008

Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne hoje o primeiro escalão do governo para LUIS INÁCIO LULA DA SILVAdiscutir os efeitos da crise financeira internacional na economia brasileira e as perspectivas para os investimentos públicos nos próximos dois anos. Nas palavras de um ministro, o encontro servirá para “afinar o discurso” do governo em relação ao tema. O presidente, segundo assessores, quer passar aos demais integrantes de sua equipe informações detalhadas sobre o que vem sendo feito – e o que está por vir – no cenário econômico do país.

Foram convocados os 37 ministros (o número inclui os que ocupam secretarias com status de ministério) e os três líderes do governo no Congresso Nacional. O cronograma da reunião prevê apresentações dos ministros Guido Mantega (Fazenda), Henrique Meirelles (Banco Central) e Dilma Rousseff (Casa Civil).

Mantega fará um panorama da evolução das turbulências e, junto com Meirelles, apresentará as medidas tomadas até agora pelo governo para tentar frear o arrefecimento da crise. Dilma falará sobre investimentos públicos, sobretudo os incluídos no PAC (Plano de Aceleração do Crescimento).

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PUBLISHED BY ‘JORNAL PEQUENO’ (MA – Brasil)

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MERCADO MANTÉM PREVISÃO DE INFLAÇÃO PARA 2008 E 2009, DIZ FOCUS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008, 10:57

Do Diário OnLine

Os analistas das principais instituições financeiras consultados pelo BC (Banco Central) mantiveram a previsão para a inflação em 2008 e 2009. Assim como na semana passada, a expectativa o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) – índice oficial de inflação – para este ano ficou em 6,39%.

Para 2009 a previsão permaneceu em 5,20% ao ano. A meta do BC para 2008 e 2009 é de 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A previsão dos analistas neste ano chegou a ultrapassar o limite da meta, mas diminuiu após o arrefecimento dos indicadores.

Juros – Para a última reunião deste ano do Copom (Comitê de Política Monetária), que acontecerá em dezembro, os economistas não esperam por mais um aumento na Selic (taxa básica de juros), atualmente em 13,75% ao ano. Para o final de 2009, a taxa permaneceu em 13,31%.

O índice é utilizado pelo BC para controlar a inflação. Quando os juros caem muito, a população tem mais acesso ao crédito e, como conseqüência, o consumo aumenta. Ao elevar a Selic, o BC impede o crescimento dos gastos da população, evitando, dessa forma, o aumento dos preços.

Dólar – Também não houve alterações na expectativa para o dólar ao final deste ano. Segundo o boletim Focus, após sete semanas em alta, a cotação do câmbio ficou em R$ 2,10 ao final deste ano. Para o final de 2009, a estimativa também foi a mesma da pesquisa anterior, R$ 2,10.

Outros indicadores – As projeções para outros indicadores inflacionários diminuíram nesta semana: o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) recuou de 11,07% para 10,92%; o IGP-DI (Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna) diminuiu de 10,97% para 10,90%; e o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômica) caiu de 6,56% para 6,55%.

Em 2009, a expectativa dos economistas para o IGP-M passou de 6% para 5,95%; para o IPC-Fipe, manteve-se em 4,72%; e para o IGP-DI, recuou de 5,80% para 5,75%.

Em relação ao PIB (Produto Interno Bruto), os analistas mantiveram a projeção para 2009: 3%. Para este ano, houve ligeiro aumento, de 5,23% para 5,24%.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

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BALANÇO DE PAGAMENTOS TEM DÉFICIT DE US$ 8,6 BILHÕES, DIZ BC (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

24/11 – 10:59

SÃO PAULO, 24 de novembro de 2008 – O balanço de pagamentos registrou déficit de US$ 8,6 HENRIQUE MEIRELLESbilhões em outubro, segundo Nota do Setor Externo divulgada nesta manhã pelo Banco Central (BC). As transações correntes apresentaram déficit de US$ 1,5 bilhão, acumulando, nos últimos doze meses, saldo negativo de US$ 26,6 bilhões, equivalentes a 1,71% do Produto Interno Bruto (PIB).

No mês, o superávit comercial atingiu US$1,2 bilhão e a conta financeira apresentou saídas líquidas de US$ 8,5 bilhões, destacando-se os ingressos líquidos em investimentos estrangeiros diretos, US$ 3,9 bilhões, e as remessas líquidas de investimentos estrangeiros em carteira, US$ 7,9 bilhões.

A conta de serviços ficou novamente deficitária em US$ 980 milhões, resultado 26,7% inferior ao apresentado no mesmo mês de 2007. O item viagens internacionais registrou despesas líquidas de US$ 295 milhões, redução de 38,4% na mesma base de comparação, resultante do crescimento de 9,8% nos gastos de não-residentes em viagens ao Brasil e diminuição de 15,5% nos gastos de brasileiros em viagens ao exterior. No período analisado, as despesas líquidas com transportes apresentaram retração de 3,1%, somando US$ 364 milhões.

Dentre os demais itens da conta de serviços, destacaram-se elevações nas remessas líquidas de aluguel de equipamentos, 56,3%, e de seguros, 137,6%; reduções nas remessas líquidas em royalties e licenças, 24,8%, e computação e informação, 7,8%; e a elevação nas receitas líquidas de serviços financeiros, 71,6%. Os outros serviços registraram ingressos líquidos de US$ 886 milhões, 37,3% acima do resultado de outubro do ano anterior. (Redação – InvestNews)

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PUBLISHED BY ‘GAZETA MERCANTIL’ (Brasil)

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MEIRELLES DIZ QUE JÁ PERCEBE RECUPERAÇÃO DA CONCESSÃO DE CRÉDITO NO PAÍS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Publicação: 23/11/2008 18:15

Agência Brasil

Rio de Janeiro – O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse neste domingo que já é HENRIQUE MEIRELLESpossível perceber uma recuperação gradual da concessão de crédito no Brasil, depois da contração sentida por conta do agravamento da crise financeira internacional, em meados de setembro. A afirmação foi feita durante congresso da Associação Econômica Latino-Americana e do Caribe, no Rio de Janeiro.

“O fato de que os bancos públicos ainda respondem por uma fatia significativa do mercado de crédito brasileiro contribuiu para essa recuperação”, afirmou Meirelles em seu discurso.

O presidente do Banco Central reconheceu, no entanto, que a concessão de crédito ainda não se recuperou totalmente para os níveis anteriores ao agravamento da crise financeira. Ele também lembrou que a confiança do consumidor “erodiu” desde outubro.

No discurso, Meirelles afirmou que “não há sinais de que as condições fiscais vão se deteriorar em um futuro próximo” e nem de que haverá redução nas transferências governamentais para as famílias brasileiras.

“O Banco Central vai publicar, no final de dezembro, sua previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2009. O Brasil deve desacelerar, assim como os outros países, mas estima-se que vamos crescer acima da média mundial”, disse.

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PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’ (Brasil)

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MANTEGA DESCARTA QUE BRASIL POSSA USAR RECURSOS DO FMI – Linhas de crédito representam apenas uma garantia adicional, diz ministro

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

20/11/2008 – 19h30min

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou nesta quinta-feira que o governo pretenda usar as linhas de crédito do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Federal Reserve (Fed), banco central americano, para ajudar a economia do país. Segundo ele, esses recursos representam apenas uma garantia adicional para o Brasil em momentos de crise, mas não existe necessidade de utilizar esse dinheiro.

Mantega ressaltou que esses recursos servem para prevenir ataques de especuladores à economia brasileira.

— Não há intenção de sacar esses recursos. Só se houver necessidade, mas acredito que isso não ocorrerá. (Esse reforço) é mais aquela coisa que diz: “Não venha fazer especulação porque temos bala na agulha” — declarou.

Atualmente, o Brasil possui US$ 30 bilhões de uma linha especial do FMI destinada a socorrer países afetados pela crise internacional. Além disso, o Banco Central (BC) firmou, no final de outubro, acordo com o Federal Reserve para uma linha de swap cambial (troca de rendimentos) de dólares por reais de outros US$ 30 bilhões, que estará disponível até 30 de abril do próximo ano.

Mantega descartou a possibilidade de que recursos internacionais sejam usados para elevar os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no próximo ano. Segundo o ministro, os aportes ao banco estão sendo feitos com recursos do Tesouro Nacional.

Neste ano, segundo o ministro, o BNDES obteve R$ 50 bilhões extras para financiar investimentos. Os recursos vieram de títulos do Tesouro repassados à instituição financeira, que os vendeu ao mercado e de Certificados de Depósito Interbancários (CDI) emitidos pelo banco. O ministro reafirmou que o Conselho Monetário Nacional (CMN) deve emitir resolução para autorizar o Banco Central a repassar recursos dos compulsórios dos bancos ao BNDES, mas revisou os valores. Anteriormente, ele tinha anunciado que o BNDES receberia R$ 7,5 bilhões do dinheiro que os bancos são obrigados a recolher ao BC, mas agora disse que esse valor deve ficar em torno de R$ 6 bilhões.

AGÊNCIA BRASIL

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ANALISTAS NÃO ESPERAM MAIS AUMENTO DE JUROS NESTE ANO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

17/11/2008

Analistas de mercado aumentaram para 13,31% a projeção da taxa básica de juros ao final de 2009. JUROS 'BÁSICOS'Segundo o boletim Focus, publicação semanal elaborada pelo Banco Central com base em projeções de analistas de mercado sobre os principais indicadores da economia, a estimativa anterior era de 13,25%.

Para este ano, no entanto, os analistas não esperam por mais aumento dos juros básicos. Atualmente a Selic está em 13,75%. A última reunião deste ano do Comitê de Política Monetária (Copom) que define a Selic, será em dezembro.

Sobre o crescimento da economia (Produto Interno Bruto – PIB), os analistas mantiveram a projeção para este ano de 5,23% e de 3% em 2009.

Para o crescimento da produção industrial neste ano, os analistas aumentaram a expectativa de 5,77% para 5,8%. Em 2009, eles esperam crescimento de 3,16%, contra 3,7% da estimativa anterior.

Para este ano, os analistas projetam a dívida líquida do setor público em 39,04% do PIB, ante a expectativa anterior de 39,5%. Para 2009, a estimativa caiu de 38,5% para 38%. Quanto menor a relação entre dívida e PIB, maior é a confiança do investidor na capacidade do Brasil de honrar seus compromissos.

Os analistas mantiveram a projeção de déficit de US$ 30 bilhões no saldo das transações correntes (todas as operações do Brasil com o exterior) em 2008 e de US$ 31,65 bilhões no próximo ano.

Quanto ao superávit comercial (saldo positivo das exportações menos as importações), a estimativa para 2008 foi ajustada de US$ 23,82 bilhões para US$ 23,78 bilhões. Para 2009, subiu de US$ 13,03 bilhões para US$ 13,32 bilhões. A projeção para o investimento estrangeiro direto(dinheiro que entra na parte produtiva da economia, a chamada economia real, gerando emprego e renda) em 2008 foi mantida em US$ 35 bilhões e reduzida de US$ 26 bilhões para US$ 25 bilhões, em 2009.

Para o valor do dólar no final deste ano, os analistas aumentaram a projeção de R$ 2,05 para R$ 2,10. Ao final de 2009, a estimativa do câmbio passou de R$ 2,01 R$ 2,10.

Fonte: Agência Estado

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BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

All rights reserved. This copyrighted material may not be published, broadcast or redistributed in any manner.

© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

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BC FAZ AJUSTE EM COMPULSÓRIO E GARANTE R40 BI A BANCOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

Publicada em 13/11/2008 às 09h31m

Reuters/Brasil Online

por Renato Andrade

SÃO PAULO (Reuters) – O Banco Central anunciou nesta quinta-feira uma nova medida que pode HENRIQUE MEIRELLES - CHARGE POR NATHANgarantir aos bancos cerca de 40 bilhões de reais, em mais um passo da autoridade monetária para recuperar o mercado de crédito brasileiro.

A partir de 1o de dezembro, o recolhimento compulsório adicional exigido dos bancos sobre depósitos a prazo, à vista e de poupança passará a ser em títulos públicos e não mais em dinheiro.

O BC espera, com isso, recompor os volumes de compulsórios recolhidos em títulos e, ao mesmo tempo, preservar a liquidez do mercado, já que os bancos não terão que fazer o recolhimento em espécie.

As alíquotas do compulsório adicional -5 por cento para depósitos a prazo e à vista e 10 por cento para poupança- permanecem inalteradas, ou seja, os bancos terão que recolher ao BC o equivalente a estas alíquotas em títulos.

O compulsório é um dinheiro que os bancos são obrigados a manter depositados no Banco Central. Parte destes recursos não é remunerada, mas para o chamado compulsório adicional, o BC pagava a variação da taxa Selic.

Agora, a remuneração do adicional vai depender do título que cada banco entregar ao BC.

A medida tem o potencial de liberar aos bancos 40 bilhões de reais, que é o volume atual que estes compulsórios adicionais representam.

Desde que a crise financeira global se acentuou, em meados de setembro, o Banco Central já tomou diversas medidas para minimizar os impactos das turbulências internacionais sobre o mercado de crédito doméstico.

As regras sobre o recolhimento compulsório já foram ajustadas algumas vezes. Além disso, o BC voltou a vender contratos de swap cambial e a atuar no mercado à vista de câmbio, bem como garantir recursos para o financiamento do comércio exterior.

(Edição de Vanessa Stelzer)

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DESACELERAÇÃO DA ECONOMIA MUNDIAL EM 2009 É CONSENSO ENTRE BANCOS CENTRAIS

Posted by Gilmour Poincaree on November 11, 2008

Segunda-Feira, 10/11/2008, 20:14h

SÃO PAULO (SP) – Os presidentes de bancos centrais que participaram do encontro anual do Banco Internacional de Compensações (BIS, na sigla em inglês), em São Paulo, admitem que a economia mundial vai passar por um processo de desaceleração no ano que vem.

A informação é do presidente do Banco Central do Brasil, Henrique Meirelles, que concedeu entrevista coletiva hoje (10) no intervalo das reuniões do encontro.

“Há um consenso de que a economia mundial vai se desacelerar substancialmente em 2009”, afirmou Meirelles. “É esperado, inclusive, que países industrializados tenham uma contração de seus produtos [Produto Interno Bruto]. Já os emergentes devem crescer, mas com taxas menores.”

Segundo Meirelles, no encontro do BIS, “o banco central do bancos centrais”, a crise financeira internacional foi o principal tema. Os representantes avaliaram a situação global e também de alguns países, em específico, e chegaram a um segundo consenso: o pior já passou, mas o momento ainda é preocupante.

“A situação dos mercados melhorou. Mas ainda está longe da normalidade”, disse o presidente do BC.

Outro consenso que saiu do encontro diz respeito à regulação. Meirelles contou que há uma opinião comum entre os representantes de bancos centrais de que é necessário um controle maior sobre as operações do mercado.

“Todos concordam que há necessidade de se fazer, de fato, uma supervisão mais rigorosa, e que as normas prudenciais têm que ser mais rígidas, principalmente, no que se refere à alavancagem”, disse Meirelles, citando a possibilidade de estabelecer limites para operações de crédito. “Há certos países, onde o total de empréstimos e outros ativos têm valor muito grande em relação ao patrimônio da instituição.”

Da reunião, sairão recomendações para o fortalecimento do Fórum de Estabilidade Internacional (FSF, na sigla em inglês), inclusive com mais participação de países emergentes em instância decisórias, e também para a convergência de normas entre bancos centrais. (Agência Brasil)

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PAÍS TEM SUPERÁVIT PRIMÁRIO DE R$ 118,4 BILHÕES DE JANEIRO A SETEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31 de Outubro de 2008 – 11h10 – Última modificação em 31 de Outubro de 2008 – 12h35

por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Brasília – O superávit primário – a economia que o país faz para honrar compromissos financeiros, inclusive o pagamento de juros – chegou a R$ 118,414 bilhões de janeiro a setembro deste ano. O valor representa 5,59% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e é o maior para esse período desde 1994 (5,92%). A meta para o ano, que é de 4,3%.

No mesmo período do ano passado, o valor era de R$ 91,223 bilhões, ou 4,85% do PIB. A informação foi divulgada hoje (31) pelo Banco Central.

De janeiro a setembro deste ano, o segmento público que mais contribuiu para o resultado foi o governo federal, com R$ 113,088 bilhões. Os governos estaduais geraram superávit primário de R$ 23,718 bilhões. Os municípios contribuíram com R$ 2,402 bilhões. As empresas estatais federais economizaram R$ 10,106 bilhões, as estaduais, R$ 1,295 bilhão e as municipais, R$ 15 milhões.

Os gastos com juros chegaram a R$ 125,472 bilhões no acumulado do ano, contra R$ 119,363 bilhões acumulados no mesmo período de 2007. O resultado do período, no entanto, não foi suficiente para pagar os juros. Com isso, o país teve déficit nominal no acumulado do ano de R$ 7,058 bilhões, valor menor do que os R$ 28,149 bilhões do mesmo período do ano passado. Em relação ao PIB, o déficit nominal ficou em 0,33%, o menor para o período de janeiro a setembro desde o início da série histórica do BC, em 1991.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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ESTRATÉGIAS CONTRA A CRISE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31/10/08 07:59

Coluna Econômica – 31/10/2008

LUIS NASSIF por Luis Nassif

Ainda é cedo para avaliar como será 2009 na economia brasileira. Em grande parte o resultado será conseqüência da maior ou menor rapidez com que as autoridades econômicas tratem de algumas problemas atuais da crise.

No plano global, há uma crise financeira ainda em curso; à qual se seguirá uma crise econômica – já em curso. A crise financeira veio através de duas ondas iniciais; e de uma terceira onde que está por vir.

Primeira onda – a crise do subprime e do sistema bancário internacional. Razoavelmente superada. Faltam ainda providências para induzir o sistema bancário a voltar a emprestar. Alguns analistas sugerem que o caminho seria os diversos Bancos Centrais se tornarem co-avalistas do risco de empréstimo.

Segunda onda – em curso, é a chamada desalavancagem dos fundos hedge. Ou seja, fundos especulativos desfazendo-se de seus ativos. Foi esse movimento que provocou a mega-onda que derrubou bolsas de todo o mundo e jogou o yen nas alturas. No caso do yen, com os fundos se desfazendo dos empréstimos que tomavam no Japão, para especular em outras países. Já se passou pelo epicentro dela. Poderá dar alguns solavancos, mas caminha para se acalmar.

Terceira onda – as crises das economias nacionais. Para prevenir, o FED (BC americano) fez troca de moedas com quatro países – Brasil, México, Cingapura e Coréia – e está preparando para atuar com mais dez. Além disso, o FMI reduziu a burocracia para poder amparar países com problemas externos. Ainda não está sob controle.

***

No caso brasileiro, os desafios são da seguinte ordem:

Desafio 1 – restabelecimento do crédito.

O Banco Central reduziu o depósito compulsório dos bancos, mas o dinheiro não fluiu para as empresas; fez leilão de hedge cambial, mas o crédito está se abrindo muito lentamente para os exportadores. Isso se deve ao receio dos bancos em relação às empresas. Não se sabe ainda, nesse terremoto global, a situação de cada empresa ou setor.

O BC terá que ser mais atuante, colocando penalidades nos bancos que não emprestarem e tratar de ir para a linha de frente.

Esse é o desafio maior.

Desafio 2 – criar fatos concretos que melhorem as expectativas dos empresários.

O Copom (Comitê de Política Monetária) perdeu uma excelente oportunidade de virar as expectativas. Se tivesse reduzido a taxa Selic, ainda que em módico 0,25 ponto percentual, poderia reverter as expectativas rapidamente.

Outras preocupações do governo devem ser a de evitar o máximo possível volatilidade no câmbio, na Bolsa de Valores e nos títulos externos brasileiros. É hora de ressuscitar a antiga mesa de operações do BC para atuar firmemente nessas frentes.

Outro ponto relevante é o anúncio do programa de investimentos para 2009 no âmbito do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). As grandes estatais estão com recursos em caixa, assim como as grandes empresas privadas brasileiras.

O governo deveria se reunir com essas empresas, somar os investimentos que serão efetuados, analisar as condições objetivas para que não sejam frustrados e anunciar em grande estilo para a opinião pública.

enviada por Luis Nassif

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IPEA: CRISE PÕE EM XEQUE PADRÃO DE AVANÇO DO SÉCULO 20 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on October 31, 2008

31/10/2008

O presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Marcio Pochmann, disse, nesta quinta-feira (30), que é difícil avaliar se o pior da crise financeira internacional já passou porque a situação indica ser de longa duração. “Está em xeque o padrão de crescimento do século 20, que aliás é fortemente degradante do meio ambiente”, afirmou o presidente da instituição, que é uma fundação pública vinculada ao Núcleo de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.

Pochmann destacou ser necessária a reconstrução da regulação do sistema financeiro internacional. “As ações até agora são contra os efeitos da crise, e não sobre as causas da crise”, disse. Para ele, as causas estão ligadas à descrença na moeda de curso internacional, o dólar, e à necessidade de refundação das regras e das instituições do sistema financeiro internacional.

Segundo Pochmann, instituições multilaterais como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial ficaram à margem do enfrentamento da crise e as decisões estão sendo tomadas pelos bancos centrais dos países. Ele declarou que os derivativos no mundo são mais de US$ 600 trilhões, enquanto o orçamento do FMI é de US$ 400 bilhões. “É uma desproporção enorme”, disse. Pochmann considera necessário ter autoridades multilaterais renovadas, com capacidade de intervenção. “Isso significa acordo entre países.” Com a eleição nos Estados Unidos este ano, ele avalia que decisões sobre o que considera as causas da crise devem ser tomadas no médio prazo e a partir do ano que vem.

Brasil

O presidente do Ipea disse também que “não é irreal imaginar uma expansão ao redor de 4%” para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009. Ele explicou que, por um efeito estatístico, se este ano o PIB crescer 5%, o PIB do ano que vem terá aumento entre 2,8% e 3%, “a não ser que haja recessão, o que a gente não espera”.

Pochmann afirmou ainda que no seu modo de ver “seria interessante” a redução ou uma parada com viés de baixa da taxa básica de juros, a Selic, que foi mantida ontem sem viés pelo Banco Central em 13,75% ao ano. Ele comentou que “dentro da visão ortodoxa do Banco Central, é interessante destacar que estancaram a subida dos juros”.

Para Pochmann, a desaceleração da atividade econômica em função da crise internacional faz com que haja uma tendência de queda no “núcleo duro” da inflação. Ele comentou ainda que há uma convergência de queda nas taxas de juros no mundo devido à crise e que a taxa brasileira é das mais altas. As declarações foram feitas em entrevista coletiva ao chegar para a 4ª Jornada de Estudos de Regulação, no Ipea.

Fonte: Agência Estado

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BC ALTERA NOVAMENTE COMPULSÓRIO E LIBERA MAIS R$ 6 BILHÕES PARA ECONOMIA

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008



Segunda-Feira, 27/10/2008, 11:00h

O Banco Central informou nesta segunda-feira (27) que alterou novamente as regras do depósito compulsório, que são os recursos que têm de ser mantidos na autoridade monetária, para irrigar o mercado e permitir que as instituições financeiras tenham mais recursos para emprestar a seus clientes, ou entre elas.

Em reunião de diretoria realizada na última sexta-feira (24), o Banco Central decidiu que os bancos poderão antecipar o pagamento, em até 60 vezes, o valor da contribuição ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) do mês de agosto e, também, poderão abater esse valor dos depósitos compulsórios à vista – cuja alíquota é de 42%.

Com isso, poderá haver a injeção de até R$ 6 bilhões no mercado financeiro. O Banco Central informou que essa liberação de recursos para o mercado financeiro acontecerá à medida em que a antecipação for, e se, for feita pelos bancos.

Desde o agravamento da crise externa, em meados de setembro com o anúncio da concordata do banco norte-americano Lehman Brothers, o Banco Central já efetuou uma série de alterações das regras dos depósitos compulsórios e liberou mais de R$ 80 bilhões para o sistema financeiro.

Fundo Garantidor de Crédito – O FGC é um tipo de proteção para os investidores e aplicadores, uma vez que assegura aplicações de até R$ 60 mil. São objeto da garantia proporcionada pelo FGC os seguintes créditos: depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio; depósitos em contas correntes de depósito para investimento; depósitos de poupança; depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado; depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares; letras de câmbio; letras hipotecárias; letras imobiliárias e letras de crédito imobiliário. (G1)

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“PAREMOS DE FAZER PIADAS A RESPEITO” AFIRMA HENRIQUE MEIRELLES SOBRE CRISE

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


24/10/2008

“Paremos de fazer piadas a respeito. É uma situação muito, muito séria.” A declaração do presidente HENRIQUE MEIRELLESdo Banco Central, Henrique Meirelles, foi feita sexta-feira durante uma palestra a investidores em Miami, quando disse não haver dúvidas sobre a existência de uma crise econômica global.

Ao falar sobre a crise, Meirelles citava a preocupação com a turbulência americana, que está “afetando a todos”, e continuava a defender que o Brasil está em uma situação favorável no contexto global e tem tido um papel de “estabilizador”, junto com outros países emergentes.

O banqueiro, entretanto, acredita que, diferentemente de outras épocas, o Brasil atualmente está em melhor condição para encarar o problema, em virtude da estabilização nos últimos anos.

Meirelles defendeu a venda de dólares como uma forma “saudável” para prover liquidez da moeda, contudo não falou sobre preocupação com o câmbio.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE SOROCABA’ (SP)

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‘NÃO TEM BANCO QUEBRANDO”, DIZ MANTEGA – MP que permite compra de bancos privados, busca dar ‘conforto’, diz – Objetivo é dar liquidez e atuar dentro de regras de mercado, afirma

Posted by Gilmour Poincaree on October 22, 2008


22/10/08 – 12h03 – Atualizado em 22/10/08 – 12h03

por Alexandro Martello

Do G1, em Brasília

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou nesta quarta-feira (22) que exista alguma instituição GUIDO MANTEGA - MINISTRO DA FAZENDAfinanceira “quebrando”. “O sistema financeiro brasileiro é sólido, mas tem problemas de liquidez. Se não tivesse esse problema, o Banco Central não estaria devolvendo compulsório e permitindo a compra de carteiras de crédito. Estamos irrigando o sistema para que não haja problemas”, disse ele a jornalistas.

Segundo o ministro, todas as ações do governo tem sido pautadas por “regras transparentes” de mercado. “Até agora não demos nenhum socorro para nenhum setor da economia. Estamos dando liquidez e atuando dentro das regras de mercado”, disse ele, acrescentando que a medida busca proporcionar mais “conforto” para o sistema financeiro.

“Basta ter o conforto. Você sabe que tem alternativa disponível. Justamente por ter essa alternativa, todo mundo fica mais tranquilo e não vê necessidade da venda. Se [a venda] ocorrer, será feita em condições de mercado. Essas instituições [BB e Caixa] respondem pela eficiência”, disse o ministro da Fazenda.

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PUBLISHED BY ‘G1’ (RJ)

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