FROM SCRATCH NEWSWIRE

SCAVENGING THE INTERNET

Archive for the ‘AGRICULTURA’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

Advertisements

Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO NEGRO, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O MUNICÍPIO DE NITERÓI, O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PA, PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PC do B), PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA (PCO), PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL (PMN), PARTIDO DA REPÚBLICA (PR), PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (PSDB), PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PMDB), PARTIDO DOS DEMOCRATAS (PD), PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), PARTIDO POPULAR SOCIALISTA (PPS), PARTIDO PROGRESSISTA (PP), PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB), PARTIDO SOCIAL CRISTÃO (PSC), PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO (PSDC), PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL), PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB), PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO (PSTU), PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO (PTB), PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC), PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL (PT do B), PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL (PTN), PARTIDO VERDE (PV), PARTIDOS POLÍTICOS - BRASIL, PB, PE, PECUÁRIA, PECULATO, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PETRÓLEO, PI, POLÍCIA FEDERAL, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, PORTOS, PR, PREVARICAÇÃO, PRODUTO INTERNO BRUTO, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAJUSTES SALARIAIS, RECEITA FEDERAL - BRASIL, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, RJ, RN, RO, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, RR, RS, SAÚDE E ATENDIMENTO MÉDICO, SANEAMENTO BÁSICO, SC, SE, SEMENTES TRANSGÊNICAS, SENADO, SETOR EXPORTADOR, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SISTEMA PRIVADO DE SAÚDE, SP, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TARSO GENRO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, TAXAS DE DESEMPREGO, TELEFONIA - FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

COOPERATIVA DE PEQUENOS PRODUTORES AGRÍCOLAS MOSTRA FORÇA EM ALAGOAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 26, 2009

26 de Janeiro de 2009 – 09h33

Marco Antonio Soalheiro – Enviado Especial (a convite da Secretaria de Assuntos Estratégicos)

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURE, AL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, POLÍTICA REGIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

ASSENTADO PARAIBANO VENDEU 75 TONELADAS DE POLPAS DE FRUTAS EM 2008 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

Quarta, 31 de Dezembro de 2008 – 14h29

Correio da Paraíba

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA – PORTAL CORREIO’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA – PORTAL CORREIO’ (Brazil)

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A QUESTÃO AGRÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), FRUITS AND FRESH VEGETABLES, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MINISTÉRIO DO TRABALHO INCLUI MAIS 19 PROPRIEDADES NA LISTA SUJA DO TRABALHO ESCRAVO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 31, 2008

30 de Dezembro de 2008 – 17h22

por Luana Lourenço – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Consulte aqui a lista completa do trabalho escravo.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ALIMENTOS PROCESSADOS, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CORRUPÇÃO - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, PECUÁRIA, POLÍCIA FEDERAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, SLAVERY, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

ITOCHU AND BUNGE TEAM FOR BRAZILIAN ETHANOL PROJECT

Posted by Gilmour Poincaree on December 31, 2008

12/29/2008 9:29:18 PM GMT

Energy Current

PUBLISHED BY ‘ENERGY CURRENT’

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘ENERGY CURRENT’

Posted in A QUESTÃO ENERGÉTICA, AGRICULTURA, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENERGY INDUSTRIES, ETANOL, ETHANOL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, RECESSION, REFINERIES - PETROL/BIOFUELS, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

CONAB APOSTA EM ESTOQUES PÚBLICOS COMO ESTRATÉGIA E REGULAÇÃO DE MERCADO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29 de dezembro de 2008 – 09:03h

Assessoria

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

COMEÇA COLHEITA DA SOJA PRECOCE EM MATO GROSSO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30 de dezembro de 2008 – 07:22h

Reuters News

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MT, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

RECEITA BRUTA DAS LAVOURAS DE MATO GROSSO FOI DE R$ 22 BILHÕES ESTE ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30 de dezembro de 2008 – 09:14h

A Gazeta

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN WORK FORCE - LEGAL, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, NATIONAL WORK FORCES, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PECUÁRIA, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET | Leave a Comment »

NORTÃO: SUSPEITOS DE MATAR LÍDER EM ASSENTAMENTO CONTINUAM FORAGIDOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

15 –

29 de dezembro de 2008 – 13h27

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

Posted in A QUESTÃO AGRÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CRIMINAL ACTIVITIES, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INTERNATIONAL, RECESSION | Leave a Comment »

DO CAMPO À MESA – FEIJÃO, MILHO E CAFÉ MAIS BARATOS – EXCESSO DE OFERTA REDUZ PREÇOS PAGOS AO PRODUTOR. QUEM GANHA É O CONSUMIDOR, QUE ENCONTRA PRODUTOS MAIS EM CONTA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

Quinta-feira 25 de dezembro de 2008 08:01

Marinella Castro – Estado de Minas

PUBLISHED BY ‘PORTAL UAI – O ESTADO DE MINAS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘PORTAL UAI – O ESTADO DE MINAS’ (Brazil)

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURE, ALIMENTOS PROCESSADOS, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), BEANS, BRASIL, COFFEE, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CORN, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FOOD PRODUCTION (human), INTERNATIONAL, RECESSION | Leave a Comment »

AGRICULTORES DE PETROLINA RECEBERÃO CRÉDITO RURAL (BRAZIL)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25.12.2008 – 20h06

por Roseanne Albuquerque – Rádio Jornal/ Petrolina

PUBLISHED BY ‘JORNAL DO COMMÉRCIO’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘JORNAL DO COMMÉRCIO’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, BA, BRASIL, CIDADES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FARMING SUBSIDIES, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA LIBERA MAIS R$ 222 MILHÕES PARA CAFEICULTORES – NESTE ANO JÁ FORAM REPASSADOS AOS AGENTES FINANCEIROS R$ 2,1 BILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

24/12/2008 – 11h20min

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COFFEE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

PRODUTORES DE TRIGO E MILHO LIDERAM A PROCURA POR GARANTIAS DE RENDA – ADESÃO A CONTRATOS PÚBLICOS DE OPÇÃO CRESCEU 238% NESTE ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008 – 16h02min

Letícia Luvison – Brasília (DF)

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMMODITIES MARKET, CORN, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, GRAINS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS, WHEAT | Leave a Comment »

AUMENTA INADIMPLÊNCIA NO PAGAMENTO DE MULTAS POR CRIMES AMBIENTAIS – INFRAÇÕES APLICADAS DE JANEIRO A OUTUBRO DESTE ANO SOMAM R$ 3,4 BILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008 – 13h28min

Letícia Luvison – Brasília (DF)

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENVIRONMENT, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, O MOVIMENTO RURALISTA, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER JUDICIÁRIO, PECUÁRIA, RECESSION, SETOR EXPORTADOR | 1 Comment »

INADIMPLÊNCIA DO SETOR AGRÍCOLA DEVE FECHAR O ANO EM 3% – BANCO DO BRASIL ESTIMA QUE ÍNDICE DE DÉBITOS DEVE SER 1,6% MENOR EM RELAÇÃO A 2007, MAS CONFEDERAÇÃO DE AGRICULTURA E PECUÁRIA DISCORDA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008 – 16h18min

Daniela Castro – Brasília (DF)

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, BANKING SYSTEMS, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FARMING DEBTS, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, RECESSION, SETOR EXPORTADOR | Leave a Comment »

APROVADO ZONEAMENTO AGRÍCOLA PARA CEVADA IRRIGADA E SORGO GRANÍFERO – FATORES CLIMÁTICOS FORAM CONSIDERADOS PARA IDENTIFICAR AS ÁREAS MAIS APTAS PARA CADA CULTURA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

20/12/2008 – 16h10min

CANAL RURAL – ClicRBS

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL – CLIC RBS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL – CLIC RBS’ (Brazil)

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, CIDADES, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, GRAINS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

AGRICULTURA LIBERA R$ 160 MILHÕES PARA RECUPERAR CAFEICULTURA – RECURSO É DESTINADO A LAVOURAS ATINGIDAS POR CHUVA DE GRANIZO E A QUITAÇÃO DE DÍVIDAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008

CANAL RURAL – ClicRBS

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL – CLIC RBS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL – CLIC RBS’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, CIDADES, COFFEE, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, RECEITA FEDERAL - BRASIL, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

LULA DIZ QUE CHICO MENDES FEZ A DIFERENÇA NA DEFESA DA PRESERVAÇÃO DA FLORESTA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

18/12/2008

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘PORTAL RONDÔNIA’

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘PORTAL RONDÔNIA’

Posted in A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, AC, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AM, BRASIL, CATTLE, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CORRUPTION, CRIMES EMPRESARIAIS, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENVIRONMENT, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, GO, HISTORY, INTERNATIONAL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MINING INDUSTRIES, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MS, MT, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER JUDICIÁRIO, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, PECUÁRIA, PECULATO, PI, POLÍTICA REGIONAL, PREVARICAÇÃO, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RO, RR, TO | Leave a Comment »

PRODUÇÃO DE SOJA E MILHO RENDEU R$ 2,8 BI EM 2007 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008 – 11:55

por Fernanda Mathias

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ANIMAL FOOD, CORN, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INTERNATIONAL, RECESSION | Leave a Comment »

AGRONEGÓCIO:APEX AUMENTARÁ ORÇAMENTO EM R$ 100 MI PARA ACIONAR EXPORTAÇÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 20:03

Safras & Mercado

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INTERNATIONAL, JUROS BANCÁRIOS, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PECUÁRIA, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

CANA-DE-AÇÚCAR: MINAS GERAIS DEVE SUPERAR PR TAMBÉM NA PRODUÇÃO DE ETANOL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 19:00

por F.R. – SIAMIG

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

Posted in A QUESTÃO ENERGÉTICA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ETANOL, ETHANOL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MG, POLÍTICA REGIONAL, PR, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, RECESSION, SUGAR, THE FLOW OF INVESTMENTS | 1 Comment »

CAFÉ:RESOLUÇÕES PUBLICADAS NO DIÁRIO OFICIAL BENEFICIAM PRODUTORES RURAIS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 18:11

C. B. L.

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

Posted in A PRESIDÊNCIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, COFFEE, COMMERCE, COMMERCIAL PROTECTIONISM, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INTERNATIONAL, MACROECONOMY, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, POLÍTICA REGIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SC, SETOR EXPORTADOR, STATE TARIFFS | Leave a Comment »

ARROZ: RS INAUGURA UNIDADE DE BENEFICIAMENTO DE ORGÂNICO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 17:36

C. B. L.

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURE, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENVIRONMENT, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD PRODUCTION (human), HEALTH SAFETY, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, OS GOVERNADORES, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RICE, RS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

COOPERATIVAS NO PR SAEM ILESAS EM ANO DE CRISE (PR – Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

por Flávio Laginski

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURE, BANKING SYSTEMS, BRASIL, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, PECUÁRIA, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, RS, SETOR EXPORTADOR | Leave a Comment »

NEGOCIAÇÃO DA SAFRA POR CONTRATO DE OPÇÃO CRESCE 238% NO ANO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 14:00h

Assessoria

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ANIMAL FOOD, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIES, INTERNATIONAL, PECUÁRIA, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

SORRISO: AGRONEGÓCIO IMPULSIONA EXPORTAÇÕES E VOLUME ULTRAPASSA US$264 MILHÕES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 07:50h

Só Notícias – Leandro J. Nascimento

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ALIMENTOS PROCESSADOS, ANIMAL FOOD, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDÚSTRIAS, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, PECUÁRIA, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

BRASIL AUMENTA SUBSÍDIOS PARA A AGRICULTURA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 14:45h

Agrolink

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, BRASIL, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FARMING SUBSIDIES, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, ORGANIZATION FOR ECONOMIC CO-OPERATION AND DEVELOPMENT (OECD), RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS, WORLD TRADE ORGANIZATION | Leave a Comment »

PLANTIO DE SOJA CHEGA A 97% DE ÁREA NO PAÍS, APONTA AGRURAL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 17:00h

AgRural

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURE, ANIMAL FOOD, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, SETOR EXPORTADOR, SOY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

INCRA EXONERA SUPERINTENDENTE PRESO EM MATO GROSSO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

20 de dezembro de 2008 – 11h01

Só Notícias

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

Posted in A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CORRUPTION, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CRIMINAL ACTIVITIES, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENVIRONMENT, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, INTERNATIONAL, JUDICIARY SYSTEMS, MT, NATIVE PEOPLES, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O PODER JUDICIÁRIO, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PECUÁRIA, PECULATO, POLÍTICA REGIONAL, PREVARICAÇÃO, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR É RECORDE NO BRASIL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURE, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, SUGAR, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

EXPORTAÇÕES DO AGRONEGÓCIO DEVEM CHEGAR A US$ 73 BI (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ALIMENTOS PROCESSADOS, ANIMAL FOOD, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BALANÇA COMERCIAL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDÚSTRIAS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, PECUÁRIA, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

NEGOCIAÇÃO DA SAFRA AGRÍCOLA POR CONTRATO CRESCE 238% (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

Posted in A BOLSA DE VALORES, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ANIMAL FOOD, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, FOOD INDUSTRIES, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O MERCADO FINANCEIRO, RECESSION, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, STOCK MARKETS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MEIRELLES E REPRESENTANTES DE COOPERATIVAS RURAIS DISCUTEM IMPACTOS DA CRISE NO SETOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 18, 2008

17 de Dezembro de 2008

por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, BANCO CENTRAL - BRASIL, BRASIL, CENTRAL BANKS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA | Leave a Comment »

GOVERNO DE SÃO PAULO LANÇA AGÊNCIA PARA ATRAIR INVESTIMENTOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008, 17:07

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

O governo do Estado de São Paulo lançou nesta segunda-feira a Investe São Paulo (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), com o objetivo de atrair novos investimentos, expandir empresas já instaladas no Estado e colaborar para o aumento da competitividade da economia paulista.

“Hoje não há a sistematização dos projetos entregues pelos prefeitos. Não há organização para tratar das questões tributárias de financiamento, de infra-estrutrura, que normalmente, os investimentos grandes exigem. A Investe São Paulo vai racionalizar essas ações em parceria com a iniciativa privada”, destacou o governador José Serra.

A agência vai herdar da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo uma carteira de R$ 10 bilhões distribuídos em 40 projetos de investimentos de diversos setores da economia. Segundo o governo, a idéia é que a estruturação possa dobrar esse número.

A Investe São Paulo será presidida pelo economista Cláudio Vaz, 61 anos, e contará com até três diretores e um conselho deliberativo composto por secretários de Estado e representantes de entidades empresariais.

“A Investe São Paulo nasce em um momento da economia mundial em que é imprescindível potencializar e promover a competitividade do Estado de São Paulo de forma planejada. Somente com ações neste sentido poderemos enfrentar a atual crise financeira e manter o desenvolvimento sustentável do nosso Estado com benefícios para a população paulista”, afirmou o vice-governador e Secretário de Desenvolvimento Alberto Goldman.

A agência também vai auxiliar os municípios paulistas no atendimento ao investidor e estabelecer intercâmbios com outros organismos semelhantes, nacionais ou internacionais.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, BRASIL, CIDADES, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INTERNATIONAL, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, OS GOVERNADORES, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, SP, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET | Leave a Comment »

FISCAIS RESGATAM 284 CORTADORES DE USINAS DE PREFEITO ELEITO DO MUNICÍPIO DE PALMARES (PE) – TRABALHADORES DE DOIS ENGENHOS (BARRA D´OURO E POÇO), PERTENCENTES A BETO DA USINA (O EMPRESÁRIO JOSÉ BARTOLOMEU DE ALMEIDA MELO É PROPRIETÁRIO DE GRANDES EMPRESAS COMO A USINA VITÓRIA, SUPERMERCADOS, ARMAZÉNS E POSTOS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS), ELEITO PELO PDT EM PALMARES (PE), FORAM ENCONTRADOS EM CONDIÇÃO DEGRADANTE PELO GRUPO MÓVEL. VERBAS RESCISÓRIAS AINDA NÃO FORAM PAGAS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 7, 2008

03/12/2008

por Bianca Pyl

PUBLISHED BY ‘REPÓRTER BRASIL’

O grupo móvel de fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 284 cortadores de cana dos engenhos Barra D´Ouro e Poço, da O EMPRESÁRIO E PREFEITO DE PALMARES PELO PDT DE PERNAMBUCO, JOSÉ BARTOLOMEU DE ALMEIDA MELO, É PROPRIETÁRIO DE GRANDES EMPRESAS COMO A USINA VITÓRIA, SUPERMERCADOS, ARMAZÉNS E POSTOS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEISUsina Vitória Agrocomercial Ltda, propriedade de José Bartolomeu de Almeida Melo (PDT), o Beto da Usina, prefeito eleito nas últimas eleições. A empresa fica no município de Palmares (PE), a 120 km da capital Recife.

A lista de irregularidades encontradas pelos fiscais é extensa. “A empresa já havia sido notificada anteriormente pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Pernambuco (SRTE/PE) por conta das irregularidades e já tinha recebido informações de como se adequar à legislação trabalhista por meio da Secretaria de Inspeção do Trabalho, mas mesmo assim não se adequou à legislação”, explica Jacqueline Carrijo, coordenadora da ação. A operação foi motivada por um pedido da SRTE/PE, que já realizara 37 fiscalizações no local, inclusive com flagrantes de trabalho degradante.

Todos os 284 trabalhadores não tinham equipamentos de proteção individual (EPIs). Os empregadores forneciam uma luva somente, e só para alguns trabalhadores. “Isso é um absurdo, somente uma luva [era oferecida], e não o par. O restante dos equipamentos não era oferecido”, conta a coordenadora da ação. Ela relata ainda que a usina não fornecia água. Os próprios trabalhadores traziam água de casa em garrafas PET, mas a bebida costumava acabar por volta das 11h da manhã.

“Os cortadores procuravam os companheiros que ainda tinham água, e caso não tivessem, tomavam água de brejos próximos da frente de trabalho”, relata Jacqueline. Não havia instalações sanitárias nas frentes de trabalho no canavial e os empregados utilizavam o mato como banheiro.

A jornada dos 229 resgatados do Engenho Barra D´Ouro começava às 3h da manhã, quando eles acordavam para providenciar o preparo da alimentação, e só terminava depois das 18h. O ônibus que transportava os cortadores estava em situação precária, não tinham licença para circular e era conduzido por motoristas sem carteira de habilitação. A parada para descanso era de, no máximo, 30min para o almoço, no meio do dia.

“Os cortadores traziam a comida em potes de margarina, recipientes inadequados para o armazenamento de refeições. Eles se alimentavam basicamente de macarrão, arroz e farinha. Ou seja, só carboidrato, sem os nutrientes necessários para quem exerce uma atividade tão desgastante”, continua a auditora do trabalho que coordenou a fiscalização.

As refeições eram feitas no chão, sem nenhuma proteção contra JOSÉ BARTOLOMEU DE ALMEIDA MELO, O BETO DA USINA, FOI ELEITO PELO PDT EM PALMARES (PE)o sol. Foram lavrados 129 autos de infração e seis termos de interdição contra a Usina Vitória, incluindo o parque industrial da empresa e a frente de trabalho. Os cortadores começaram o trabalho no início de outubro deste ano.

Os outros 55 empregados trabalhavam no Engenho Poço e moravam numa vila próxima ao local, mantida por Romildo Brandão, arrendatário do engenho. De acordo com o procurador do Trabalho Flávio Gondim, as casas estavam em situação precária, com riscos até de desabamento. As condições de trabalho dos cortadores era a mesma que a dos cortadores do Engenho Barra D´Ouro, mas os empregados estavam no local há mais tempo, alguns há 15 ou 20 anos sem registro em carteira. Foram lavrados 27 autos de infração contra Romildo Brandão e dois termos de interdição do local.

Os funcionários recebiam por produção: R$ 14,70 a cada três toneladas de cana cortada. Para receber um salário mínimo por mês, eram obrigados a cortar cerca de 3,5 toneladas por dia. “Nas condições que estavam era muito difícil atingir esse peso”, constata Jacqueline. As frentes de trabalho ficavam em locais isolados e, quando a fiscalização chegou ao Engenho Barra D`Ouro, pessoas estavam passando mal. Não havia ambulância ou rádio para se comunicar no local. “Um trabalhador estava vomitando e outro muito fraco por ter cortado o pé, mas, mesmo assim, continuava cortando cana descalço”.

A topografia acidentada do local chamou a atenção dos fiscais por dificultar o trabalho dos cortadores de cana. Jacqueline Carrijo conta que o terreno é muito inclinado e que até os carros da fiscalização tiveram dificuldades de se deslocar. “Outro fator que prejudicava a saúde do trabalhador é o tipo de cana, que é embolada e plantada de forma espaçada. Os lavradores cortavam uma cana por vez e tinham que dar mais golpes de facão para conseguir cortar. Isso exigia um esforço físico muito maior. Imagina então para quem está sob sol forte, sem hidratação ou alimentação adequada?”, questiona a coordenadora.

Nas operações anteriores, realizadas pela equipe de fiscalização rural da SRTE/PE, foram lavrados 103 autos de infração contra a Usina Vitória. “As autuações foram por falta de pagamentos de salário, transporte ilegal dos trabalhadores, descumprimento da jornada legal e de descanso. A empresa também não cumpria as normas de Segurança e Saúde do Trabalho. Também realizamos interdições das frentes de trabalho e do parque industrial”, enumera Paulo Mendes, que coordena a equipe de fiscalização rural.

Paulo acrescenta que os representantes da empresa demonstraram indiferença com as ações dos fiscais locais, além de não assumir compromissos para a regularização da situação dos trabalhadores.

A equipe do grupo móvel promoveu a rescisão indireta dos contratos de trabalho. Os responsáveis, porém, não efetuaram o pagamento das verbas rescisórias, dos direitos trabalhistas e das indenizações.

A empresa nega a exploração de trabalho análogo à escravidão no Engenho Barra D´Ouro e assume problemas somente quanto à segurança no parque industrial. “Essa concepção de trabalho escravo é muito particular. A empresa contesta isso. Havia problemas na usina, não estamos no ponto ideal, assim como muitas usinas no Nordeste. A legislação brasileira é muito rígida quanto à segurança trabalhista. Mas estamos regularizando a situação”, coloca José Hamilton Lins, advogado da Usina Vitória.

O advogado explica ainda que o Engenho Poço foi arrendado por Romildo Brandão desde a época em que o local pertencia a Usina 13 de Maio. “Os trabalhadores adquiriram o Engenho Poço, na época pertencente à Usina 13 de Maio, por meio de um processo na Justiça e alguns venderam sua parte. A Usina Vitória adquiriu algumas dessas cotas, mas não o total. E como o senhor Romildo era o dono da cana e das benfeitorias do local, ele continuou lá”. Por conta desse histórico, segundo José Hamilton, nem os trabalhadores e nem a Usina Vitória tiraram Romildo da área.

De acordo com Flávio Gondim, Romildo foi definido como empregador dos trabalhadores do Engenho Poço. Judicialmente, contudo, a usina também será cobrada como uma das responsáveis pela situação encontrada. “Pelo que apuramos, Romildo não terá condições de reformar as casas dos cortadores. Então iremos cobrar da usina a responsabilidade solidária”.

Ações na Justiça serão movidas contra os empregadores. “A prioridade é o pagamento das verbas rescisórias dos 284 funcionários. Entraremos também com uma medida para resolver as questões de moradia dos trabalhadores do Engenho Poço, outra para a adequação do parque industrial da usina e outras duas para a regularização das frentes de trabalho”.

O parque industrial da Usina Vitória foi interditado. Nenhum médico do trabalho era responsável pela planta. Fiscais diagnosticaram problemas nas instalações elétricas, no uso de equipamentos de proteção indivual (EPIs) e também nas caldeiras. O ruído intenso na usina prejudicava a saúde auditiva dos 436 empregados, que tinham registro na carteira de trabalho. “Após a adequação, os fiscais da SRTE/PE virão fiscalizar novamente e só assim liberar o local para funcionamento”, explica Jacqueline. O grupo móvel foi composto por 11 auditores fiscais, oito policiais e um delegado da Polícia Federal (PF), e pelo procurador do Trabalho Flávio Gondim. A ação se estendeu durante o período de 11 a 25 de novembro.

Crime eleitoral

Beto da Usina, dono das usinas flagradas, foi cassado em condenação de primeira instância por abuso de poder econômico, emitida pela Justiça Eleitoral. Ele está sendo acusado de se beneficiar pelo uso indevido do Supermercado do Beto, estabelecimento de sua família, para angariar votos.

A denúncia foi apresentada pela coligação do atual prefeito Enoelino Magalhães (DEM), candidato derrotado. Segundo a sentença do juiz da 37ª zona eleitoral, Cláudio Cavalcanti, o crime eleitoral foi comprovado. A acusação alega que o supermercado distribuiu bonés e, numa festa de aniversário, enfeitou o estabelecimento com as cores da campanha. Além disso, faixas com o nome do candidato teriam sido afixadas no estabelecimento. Se a cassação for confirmada pelo Tribunal Regional de Contas (TRE) de Pernambuco e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Beto ficará inelegível por três anos.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘REPÓRTER BRASIL’

Posted in A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, AGRICULTURA, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES EMPRESARIAIS, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS PREFEITOS, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PE, POLÍTICA REGIONAL | Leave a Comment »

BRAZIL TO CUT DEFORESTATION BY 70PC

Posted by Gilmour Poincaree on December 2, 2008

December 02, 2008

From correspondents in Brasilia – Agence France-Presse

PUBLISHED BY ‘THE AUSTRALIAN’

THE Brazilian government overnight announced a plan under which it would cut deforestation of the Amazon by 70 per cent over the next decade.

It is the first time Brazil, home to the largest area of tropical woodland on the planet, has set a target for reducing the damage wreaked by illegal loggers and farmers.

Environment Minister Carlos Minc unveiled the initiative in the presence of President Luiz Inacio Lula da Silva and said it would be formally presented at a UN climate change conference underway this week in Poland.

“Just in terms of avoided deforestation in the Amazon, the plan foresees a reduction of 4.8 billion tonnes of carbon dioxide that won’t be emitted up to 2018 – which is more than the reduction efforts fixed by all the rich countries,” Mr Minc said.

The minister said Brazil hopes to use the plan to “increase the number of contributors to the Amazon Fund” launched last August which aims to collect money from around the world to fight deforestation.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘THE AUSTRALIAN’

Posted in A QUESTÃO AGRÁRIA, AGRICULTURA, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, ENVIRONMENT, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, POLÍTICA REGIONAL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, THE UNITED NATIONS | Leave a Comment »

IRGA: RS TEM 96,6% DE LAVOURAS SEMEADAS DE ARROZ – Resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

28/11/2008 – 19h55min

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brasil)

Na última semana de RICE CROPnovembro, a semeadura de arroz no Rio Grande do Sul totaliza 96,6% — 1,06 milhões de hectares em cultivo. Segundo o Instituto Riograndense do Arroz (Irga), este resultado significa um aumento de 2,48% na safra atual, em comparação com a do ano passado. Apesar da estiagem que preocupa os arrozeiros, é cedo para falar em prejuízos.

No que tange ao desenvolvimento das lavouras, até agora, os grãos em estágio de emergência já totalizam 328,1 mil hectares, compreendendo 31,2% de área plantada no Estado. As plantas mais desenvolvidas (vegetativo) já alcançam 729,4 mil ha (68,9%), contra 575,4 mil obtidos na semana passada.

Para o presidente do Irga, Maurício Miguel Fischer, a germinação das sementes passa por um momento arriscado, gerando despesas com energia, água e controle de invasoras para o produtor, que precisa banhar as lavouras:

— Com a falta de chuva, a emergência das sementes não se dá de forma parelha, gerando atraso nesta última etapa do plantio.

Conforme o último levantamento da instituição, apenas 11 municípios gaúchos já concluíram o plantio de arroz.

Mesmo com falta de chuvas abundantes no período, o RS aumentou em 19,8 mil hectares a extensão das áreas cultivadas de arroz. A partir deste sábado, deve voltar a chover no Estado.

As informações são do site do governo do Estado.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, COMÉRCIO - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, POLÍTICA REGIONAL, RS, SETOR EXPORTADOR | Leave a Comment »

PROJETOS CRIADOS POR DOROTHY STANG PROVAM QUE SUSTENTABILIDADE É POSSÍVEL, DIZ MISSIONÁRIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

19 de Novembro de 2008 – 12h56

Ivan Richard – Enviado Especial

Anapu (PA) – Os Projetos de Desenvolvimento Sustentáveis (PDS), idealizados por Dorothy DOROTHY STANGStang, são exemplo de que é possível obter renda da floresta amazônica preservando a mata. A afirmação é da também missionária americana Jane Dnyer, que está em Anapu (PA) há 12 anos e mantém o trabalho na região desde o assassinato de irmã Dorothy, em 2005.

Para irmã Jane, se os governos local, estadual e federal investirem em programas semelhantes aos PDS seria possível alimentar a população, preservar o meio ambiente e oferecer uma fonte de renda aos agricultores de Anapu.

“Para preservar a mata a agricultura familiar precisa de máquina. O povo quer cumprir o fogo zero, mas sem equipamento não há condição de fazer isso”.

Ela afirma que, sem fiscalização, até mesmo os projetos de manejo não são respeitados na região.

“Tudo aqui é ilegal. Se os madeireiros atuam legalmente, porque eles esperam até a noite para vir até a cidade. A gente vive nessas estradas e encontramos os caminhões esperando a noite chegar. Já criaram caminhos alternativos para não passar pela cidade. E a mata continua caindo”.

VITALMIRO BASTOS DE MOURA, O 'BIDA', PROVAVEL MANDANTE DO ASSASSINATO, FOI ABSOLVIDO EM SEGUNDA INSTÂNCIA Nos PDS, argumenta a religiosa, os agricultores são orientados a utilizar a floresta de forma sustentável. Nessas áreas é possível, inclusive, explorar economicamente a extração de madeira, como explica a missionária.

“O único local onde há verdadeiramente um programa de manejo é no PDS Virola Jaobá, que é um manejo comunitário”, afirmou a religiosa, explicando que no local cada árvore retirada recebe uma placa de identificação de metal.

Com essa marca, acrescentou irmã Jane, a tora de madeira pode ser identificada e pode-se Rayfran das Neves Sales, o executorencontrar o tronco na floresta. “O que sai tem placa e o que fica tem placa. O móvel que for feito daquela madeira vai receber a mesma marca de identificação”, exemplificou.

O problema, para ela, é a ilegalidade. “Nosso povo, em vários travessões, está com medo do fundo dos seus lotes, porque as madeireiras entram e os agricultores nem sabem. O problema é a ilegalidade e a responsabilidade”, disse.

A pequena casa de madeira onde mora em Anapu está sempre de portas abertas. A única medida de segurança é um pedaço de arame que prende o velho portão de madeira. Perguntada se tem medo de que lhe façam mal, irmã Jane diz que o perigo que corre é o mesmo de todos no município.

“A gente vive em Anapu e tem um relacionamento com o povo daqui. O que o povo de Anapu é sujeito, nós também somos. Então, se há problema de segurança o povo também está passando por ele e não saímos enquanto não houver segurança”, diz.

Ela conta que, mesmo depois do assassinato de Dorothy, continua indo em todos os locais no município. “Alguns até chamam a gente de Dorothy”, brinca.

“Sozinho não ando mais. Antes andava, mas vamos a todas as estradas do município. Hoje acho difícil alguém pegar uma bala e matar a gente. Já criou problema demais para eles. Se quiserem acabar com DOROTHY STANGa gente, deve ser por um ‘acidente’. Todos nós sabemos [dos riscos] e fazemos o possível para evitar, mas ninguém pode evitar tudo”. Irmã Jane disse que nunca pensou em deixar Anapu.

 

 

 

 

 

 

 

DOROTHY STANG ASSASSINADA COVARDEMENTE

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

Posted in A QUESTÃO AGRÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, EDUCAÇÃO - BRASIL, INTERNATIONAL, O PODER JUDICIÁRIO | Leave a Comment »

UE DESCARTA REDUÇÃO DE INVESTIMENTOS EM BIOCOMBUSTÍVEIS – Para o bloco, a meta de uso de um quinto de energia renovável até 2020 é essencial para a Europa

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

Eduardo Magossi/Agência Estado

O comissário da UE (União Européia) para Energia, Andris Piebalgs, disse nesta quarta-feira (19) em São Paulo que o bloco não deverá reduzir seus investimentos e suas metas de utilização de combustíveis renováveis em função da atual crise econômica. Segundo ele, a meta de uso de um quinto de energia renovável até 2020 é essencial para a Europa, não apenas política e economicamente, mas também como forma de garantir o suprimento energético necessário.

Piebalgs participou nesta quarta (19) de coletiva de imprensa na sede da Unica (União da Indústria da Cana-de-Açúcar) após reunir-se com representantes do setor sucroalcooleiro do Brasil. O comissário é responsável pela Diretiva Européia Sobre Fontes Renováveis de Energia, documento que reúne critérios que devem ser adotados para garantir a produção e suprimento de biocombustíveis na Europa. As metas da Diretiva se estendem até 2020.

O documento ainda será votado pelo Parlamento Europeu, o que deve acontecer em 8 de dezembro. Se aprovado, a principal meta é reduzir as emissões de gás carbônico em 20% até 2020. Nesta redução, 10% deverão vir do setor de transporte. Segundo o comissário, a maior parte da redução do setor de transporte deve acontecer pela utilização de biocombustíveis, embora não existam metas especificadas para etanol, biodiesel ou carros movidos a bioeletricidade. A segunda meta é de que 20% da energia utilizada pela Europa seja substituída por uma fonte renovável.

Piebalgs disse que os critérios adotados pela Diretiva não dão margem para questionamentos sobre barreiras não tarifárias. “Estive reunido com analistas brasileiros e nenhum deles levantou a possibilidade de que os critérios propostos pela UE possam gerar algum painel na Organização Mundial do Comércio”, disse. Ele também afirmou que a União Européia não terá condições de atender toda a demanda por biocombustível que será gerada com a aprovação da Diretiva. Ele acredita que 20% dessa demanda deverá ser importada e que o Brasil poderá ser uma fonte se atender a todos os critérios de sustentabilidade contidos na Diretiva. “O Brasil é um país responsável e sério e tem se mostrado capaz de garantir o desempenho sustentável do setor sucroalcooleiro.”

O comissário disse, contudo, que a Diretiva não tem nenhum poder sobre as tarifas existentes hoje sobre o biocombustível importado, mas essa discussão sobre tarifas pode ganhar maior relevância na rodada de Doha na OMC após a crise financeira mundial. Para ele, a energia renovável pode ser uma forma de alavancar a economia européia através de novos investimentos. Ele citou estudo recente da Organização Internacional de Energia que estima que o preço do barril do petróleo deverá ficar, em média, em US$ 100 no período de 2008 a 2015.

Unica

Antes da coletiva, o presidente da Unica, Marcos Jank, havia dito que a UE precisa definir com urgência uma política de matriz energética de longo prazo, englobando biocombustíveis, com a participação institucional do Brasil. Segundo ele, esta política deve ser baseada em critérios de sustentabilidade na produção e também no uso de biocombustíveis, que atendam às expectativas tanto dos produtores dos combustíveis alternativos como de exploradores de petróleo, refinadores e governos.

Jank afirmou que a visita do comissário é importante porque o parlamento europeu deve decidir até 8 de dezembro sobre a aprovação da Diretiva Européia sobre Fontes Renováveis de Energia, que propõe que os biocombustíveis utilizados na Europa emitam pelo menos um índice 35% inferior de gás causadores do efeito estufa em relação à gasolina e que sejam produzidos de forma sustentável.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CAMPO NEWS’ (Brasil)

Posted in A ENERGIA ALTERNATIVA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, AGRICULTURA, AGRONEGÓCIOS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOFUELS, BRASIL, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ENERGY, ETANOL, EUROPE, EXPANSÃO AGRÍCOLA, FLUXO DE CAPITAIS, FUELS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, THE EUROPEAN UNION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

VALOR DA PRODUÇÃO PAULISTA DEVE CHEGAR A R$ 37,7 BILHÕES – Estimativa foi feita pelo Instituto de Economia Agrícola e a Cati, que pesquisaram 50 produtos (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

Da Redação

A estimativa preliminar do valor da produção agropecuária do estado de São Paulo em 2008 é de R$ 37,7 bilhões, o que corresponde a um incremento de 18,4% em relação a 2007, em termos correntes, e de 11,6% em valores reais, quando descontada a inflação, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O aumento estimado do valor total paulista em 2008 deve-se principalmente à elevação dos preços da maioria dos produtos, conclui o estudo realizado pelos pesquisadores do IEA (Instituto de Economia Agrícola) e da Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica Integral), ambos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista.

Estima-se que, sem a cana-de-açúcar, o valor da produção paulista, em 2008, contabilize R$ 24,9 bilhões, o que significará um volume 22% maior em valor corrente e 15% em valor deflacionado, em relação a 2007.

Os mercados de grãos e das carnes prosseguiram em condições satisfatórias para os produtores, com elevação de preços da maioria dos produtos. A produção de cana mantém a tendência de crescimento, bem como a do café, cuja safra se encontra na fase de bienalidade positiva.

Dos 50 produtos pesquisados, 13 apresentam queda de preço, 36 tiveram aumento e um (cana) se mantém estável em relação ao ano anterior. No tocante à produção, 22 produtos têm queda e, 28 vão apresentar crescimento. Dessa forma, verifica-se crescimento do valor de produção de 34 produtos e diminuição de 16, em 2008.

Os destaques

Entre os produtos que mais tiveram acréscimo, em termos de valor, destacam-se trigo (174,8%), feijão (110,6%), sorgo (97,6%), abacaxi (62,6%), amendoim (53,0%), café (49,6%), cebola (49,5%), banana (45,1%) e borracha (43,7%). Os produtos que apresentam quedas mais expressivas no valor da produção são pimentão (38,6%), tomate para indústria (34,5%), repolho (28,5%), manga (28,2%) e batata doce (28,1%).

Entre os líderes no ranking de valor de produção de 2008, os quatro primeiros – cana, carne bovina, laranja para indústria e carne de frango – mantêm suas posições e ocupam 60,2% do total da produção. O milho, graças ao expressivo crescimento de 32% em seu valor, troca de posição com a laranja e mesa, passando a ocupar a quinta posição na lista dos produtos em 2008.

Concentração e diversificação

O valor da produção por região administrativa, em 2008, não apresentou mudança do principal produto nas 15 regiões. A cana permanece como o produto de maior valor em nove regiões. Nas demais, o principal produto em cada uma delas também permanece o mesmo de 2007, ou seja, milho em Sorocaba, carne bovina em Presidente Prudente e São José dos Campos, banana em Registro e Baixada Santista e caqui em São Paulo.

As regiões de agropecuária concentrada em determinado produto são Registro e Baixada Santista, Franca e Ribeirão Preto. No litoral, a banana representa 93,2% do valor da produção em Registro e 85,9% na Baixada Santista. A cana responde por 62,7% da produção agropecuária em Franca e 66,4% em Ribeirão Preto.

As regiões de agropecuária mais diversificada, ou pelo menos de menor participação do principal produto no valor total regional, são Sorocaba, Campinas e São Paulo, onde o principal produto representa 12,9%, 27,3% e 28,0% do Valor da Produção.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CAMPO NEWS’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, CIDADES, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, INTERNATIONAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, PECUÁRIA, POLÍTICA REGIONAL, SETOR EXPORTADOR, SP | Leave a Comment »

PAC GARANTE R$ 1,4 MILHÃO PARA EMBRAPA DO AMAPÁ – Parte dos recursos será utilizada na construção de um novo prédio para a unidade, que vai ampliar o número de funcionários (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

16 de Novembro de 2008

por Fabíola Salvador – Agência Estado

A liberação de R$ 1,4 milhão em recursos do governo federal permitirá a construção de novos prédios e a contratação de novos funcionários na unidade da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) do Amapá. Os recursos estão previstos no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Embrapa.

Em nota, a assessoria de imprensa do Ministério da Agricultura informou que parte dos recursos será para a construção de um prédio com 722 metros quadrados, auditório para 120 assentos, área de convivência, prédio da Área de Comunicação e Negócios para Transferência de Tecnologias, além de salas de apoio.

A Embrapa Amapá também terá um complexo destinado ao Gerenciamento de Resíduos Laboratoriais e outro especialmente com área coberta e aberta, para Gerenciamento de Lixo Doméstico. “O Gerelab é o local apropriado para recolher e providenciar o gerenciamento de resíduos resultantes das análises feitas nos laboratórios de alimentos, de plantas, de solos e de insetos. E o Gerelixo vai comportar lixo como copos descartáveis, óleo queimado, sucata, papelão e outros”, explicou o chefe-adjunto de Administração, Izaque Pinheiro.

O investimento terá o reforço no quadro de pessoal da Embrapa Amapá que, por concurso público, deve ampliar de 74 para 130 funcionários nos próximos dois anos. Somente neste segundo semestre, quatro pesquisadores iniciaram atividades no Amapá, das áreas de silvicultura e ecologia florestal, biologia vegetal, zootecnia e conservação de recursos naturais, além de técnicos de laboratório e agropecuária.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CAMPO NEWS’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, BRASIL, CIDADES, ECONOMIA - BRASIL, EDUCAÇÃO - BRASIL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC) | Leave a Comment »

SEMENTES TRANSGÊNICAS – Pesquisa provoca impasse no governo – Enquanto a Adece tenta prospectar centro da BioCentury, SDA se mostra contrária à produção de transgênicos

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

A possibilidade de instalação de um centro de pesquisas de sementes transgênicas no Estado motivou uma audiência pública na Assembléia Legislativa, ontem. ´É preciso saber quem produz (sementes), por quê, para quê e com que conseqüências´, disse o deputado Lula Morais, autor do pedido.

A empresa chinesa BioCentury Transgene tem interesse em estabelecer três laboratórios no Brasil, um deles no Nordeste, e o Ceará pode ser escolhido para recebê-lo.

As pesquisas seriam em torno de algodão e mamona. A questão provoca um impasse dentro do próprio governo do Estado. Enquanto a Adece (Agência de Desenvolvimento Econômico) busca prospectar o centro de pesquisas para o Ceará, a SDA (Secretaria de Desenvolvimento Agrário) é contrária à sua instalação.

Para o assessor em Agroecologia da SDA, Nicolas Fabne, o projeto contraria o PDRS (Plano de Desenvolvimento Rural Sustentável) do Estado. ´Temos que recuperar e valorizar a diversidade da agricultura agrofamiliar, em vez de apoiar um modelo de artificialização do meio rural´, argumentou.

Pesquisa

O diretor de agronegócios da Adece, Francisco Zuza de Oliveira, confirmou por telefone que houve conversas entre empresários da Bio Century e o governador. Segundo ele, o Ceará tem interesse no laboratório, mas não há nada definido. ´Além disso, a pesquisa via o melhoramento de sementes. O transgênico é apenas um ponto da questão e pesquisa não significa produção´.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO NORDESTE’ (CE – Brasil)

Posted in AGRICULTURA, BRASIL, CE, CIDADANIA, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, POLÍTICA REGIONAL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SEMENTES TRANSGÊNICAS | Leave a Comment »

GOVERNO AUTUA PRODUTORES RURAIS POR USO DE AGROTÓXICO ILEGAL NO PARANÁ – Ministério da Agricultura encontrou 10 produtores usando produtos proibidos

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

19/11/2008 – 15h43min

Em quatro dias da operação integrada de fiscalização de agrotóxicos ilegais em municípios do Paraná, fiscais do Ministério da Agricultura, da Secretaria de Agricultura do Paraná e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autuaram 10 produtores por uso de produtos proibidos. As autuações serão encaminhadas para o Ministério Público Estadual e os responsáveis poderão responder por crime ambiental. A pena prevista para esse tipo de crime é de um a quatro anos.

Entre 10 e 13 de novembro, os fiscais visitaram 156 propriedades rurais em 29 municípios das regiões oeste e sudoeste do Paraná. O total de multas aplicadas chegou a R$ 44,7 mil. Durante o ano de 2006, foram fiscalizadas 207 propriedades rurais e 32 agricultores autuados. No ano passado, foram aplicadas nove autuações em 117 propriedades fiscalizadas.

A operação de fiscalização também contou com o apoio da Polícia Militar do Paraná. Foram apreendidas grandes quantidades de agrotóxico, falsificado ou contrabandeado, e vários suspeitos de contrabando dos produtos foram presos. Os agrotóxicos ilegais não possuem registro no Mapa e o seu uso é proibido por não ter eficácia comprovada. Além disso, podem ser nocivos à saúde humana e ao meio ambiente por não terem sido avaliados pelos órgãos competentes.

Conscientização

Além da ação, os fiscais do Ministério, Ibama e da Secretaria de Agricultura do Paraná estão orientando os agricultores para não usar produtos ilegais. Ao comprar agrotóxicos contrabandeados por serem mais baratos, o produtor tem prejuízo, está sujeito a multas; o produto não oferece as garantias de eficácia e compromete a produtividade da lavoura.

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindag) recebe denúncias de contrabando e de uso de agrotóxicos ilegais pelo telefone 0800 940 70 30. A ligação é gratuita.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘GRUPO RBS’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, AGROTÓXICOS, BRASIL, CIDADANIA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, POLÍTICA REGIONAL, PR | Leave a Comment »

BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

All rights reserved. This copyrighted material may not be published, broadcast or redistributed in any manner.

© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

Posted in A BOLSA DE VALORES, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, AGRICULTURA, BALANÇA COMERCIAL, BANCO CENTRAL - BRASIL, BRASIL, CATTLE, CIDADANIA, COFFEE, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMMODITIES MARKET, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, IRON ORE, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MEAT, METALS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, ORANGE JUICE, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, PORK, POULTRY, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR, SUPERÁVIT PRIMÁRIO | Leave a Comment »

EMPRESAS COMEMORAM PARTICIPAÇÃO – EXPOVALE 2008 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Caixa Econômica Federal

O gerente-geral da Caixa Econômica Federal de Lajeado, Donato Luis Dullius, conta que a Expovale 2008 serviu para realizar repasses de recursos com a Prefeitura de Lajeado, dois com a Prefeitura de Canudos do Vale e muitas outras negociações. Ele destaca que as empresas procuraram o estande para conhecer o Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger), no qual os recursos para investimentos são o foco principal. “Eles buscam esse tipo de programa para melhorias nas empresas, recursos para modernizar sua loja ou escritório, e também para a compra de utilitários, pois essa linha de investimento tem foco nas pessoas jurídicas, entre as quais a procura foi muito grande”, explica o gerente. Outro serviço bastante procurado pelos clientes foram os financiamentos de veículos, acrescenta Dullius. “Ao nosso ver todas as expectativas foram superadas, e a organização da Expovale está de parabéns pelo ótimo trabalho que desempenhou durante toda a feira?, finaliza. Tritec

A empresa Tritec Tratores avalia a Expovale 2008 como um sucesso. O gerente-geral Giovane Leonhardt explica que o carro-chefe do estande foi a colheitadeira que em um ano vendeu mais de dez unidades. “Fizemos os primeiros contatos aqui na feira, as expectativas foram atingidas e o movimento foi intenso”, explica Leonhardt. Outro foco foi a tecnologia Yeldgard AG 9010, lançamento da empresa. Temos como destaque a semente de milho resistente aos ataques dos lagartos”, salienta o gerente.

Strapa

Atualmente, a tecnologia de ponta na construção de aviários praticamente baniu as estruturas de madeira, e os criadores têm optado por construções metálicas, que oferecem maior durabilidade e ainda conseguem melhor controle de pragas, como caruncho, ratos e outros. Essas estruturas e os produtos Chore-Time, dos Estados Unidos, componentes para os aviários, têm como representante na região Moacir Strappazon. Um dos produtos que mais chamam a atenção dos criadores de aves e suínos são os aquecedores automáticos da Agro Bonna, que injetam ar puro nas instalações toda vez que são ligados, conseguindo manter a temperatura entre 0ºC e 33ºC, conforme as necessidades do ambiente.

Strapazzon está contente com os resultados na Expovale, pois registrou inúmeras comercializações e também contatos para futuros negócios. Ele salienta que a organização da feira é exemplar, e que na próxima edição estará outra vez presente.

Retromac

O diretor da Retromac, Henrique Klaus, avalia a Expovale 2008 como muito positiva. “Fizemos vários negócios e aproveitamos para fechar outros”, explica. Ele conta que a visitação está muito boa, mas que a expectativa é grande para o fim de semana, quando se concentra um maior número de visitantes na feira.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘O INFORMATIVO DO VALE’ (RS – Brasil)

Posted in AGRICULTURA, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, CIDADES, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FLUXO DE CAPITAIS, O MERCADO IMPORTADOR, PECUÁRIA, POLÍTICA REGIONAL, SETOR EXPORTADOR, SP | Leave a Comment »

AGRONOMIA, FATEC E EMBRAPA FAZEM SOFTWARE PARA CONTROLAR AGROTÓXICOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

13-11-2008

Um software em desenvolvimento pela Faculdade de Ciências Agronômicas – FCA/Unesp e a Fatec – Faculdade de Tecnologia, ambas em Botucatu e Embrapa Meio Ambiente vai ajudar na tomada de decisão quanto à avaliação de risco ambiental de agrotóxicos, considerando a possível contaminação das águas superficiais e subterrâneas.

O software foi desenvolvido durante o estágio do então aluno Diego Augusto de Campos Moraes, hoje formado em Informática para a gestão de negócios pela Fatec de Botucatu, sob a orientação do analista de informática Jayme Laperuta Filho e da programadora Rosilene Domingues Laurente, da equipe do Serviço Técnico de Informática da FCA.

Flexível, o software, além de ajudar na tomada de decisão para verificar se o risco ambiental é ou não aceitável, se adapta às condições do local a ser avaliado, mediante a inserção de dados no sistema pelo próprio usuário.

Baseado em modelos matemáticos e cenários agrícolas, onde o usuário insere os dados do agrotóxico, do aqüífero e do solo do local a ser avaliado, o software faz automaticamente os cálculos de lixiviação e carreamento superficial dos agrotóxicos utilizados na cultura agrícola e que depois podem ir para as águas superficiais e subterrâneas.

“Esse projeto busca desenvolver e aplicar um método baseado em modelos físicos e matemáticos, resultando em uma ferramenta informatizada para avaliação dos riscos ambientais de agrotóxicos”, informa o pesquisador e coordenador do projeto Claudio Spadotto, engenheiro agrônomo formado pela FCA e atual chefe geral da Embrapa Meio Ambiente.

O software, que será distribuído gratuitamente, atende a uma determinação do Decreto 4.074 de 4 de janeiro de 2002, em seu artigo 95, item III, onde se institui o Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos, que diz que devem “ser elaborados rotinas e procedimentos visando à implementação da avaliação de risco de agrotóxicos e afins”.

O pesquisador salienta que a equipe do projeto vem realizando algumas reuniões técnicas com possíveis interessados no desenvolvimento do software, incluindo técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de várias instituições públicas e privadas.

“O objetivo é avaliar o seu funcionamento a partir da demonstração do uso, assim como colher subsídios junto aos possíveis usuários, convidados a se envolverem no desenvolvimento da ferramenta”, diz Spadotto.

Para o professor Adriano Wagner Ballarin, diretor do Serviço Técnico de Informática da FCA a parceria rendeu benefícios para todas as instituições envolvidas.

“Ganhou a FCA que agregou temporariamente, um profissional jovem, dinâmico, com bons conhecimentos das novas ferramentas de desenvolvimento. Também ganhou a Fatec que pode treinar seu aluno num serviço de informática consolidado e experiente. Por fim, a Embrapa também foi beneficiada ao conseguir um aplicativo adequado a suas necessidades”.

[da assessoria]

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘ENTRELINHAS’ (SP – Brasil)

Posted in AGRICULTURA, AGROTÓXICOS, BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, EDUCAÇÃO - BRASIL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO | Leave a Comment »

COFFEE OFF TO GOOD START IN BRAZIL’S MINAS HILLS

Posted by Gilmour Poincaree on November 14, 2008

Friday November 14 2008

Reuters

by Peter Murphy

POÇOS DE CALDAS, Brazil, Nov 14 (Reuters) – The preparatory stages of the next coffee harvest are Coffee - Robusta flowersoff to a near textbook start in Brazil’s mountainous Poços de Caldas region with timely rains and regular flowering, farmers and buyers said.

The area, which is 1,600 meters above sea level in Minas Gerais, Brazil’s biggest coffee state, turns out around 120,000 60-kg bags per year. Early signs indicate the next harvest will be typical of a lower-output year that follows a big crop like the one just harvested.

“Rains caused very good flowering on some farms. Next year the harvest should start in May instead of July like this year so it will supply the market a bit earlier,” said Luis Alfredo de Almeida, director of Café Poços, a cooperative of 565 growers.

The importance of timely rainfall was seldom clearer than a year ago when a drought reduced what would have been an even bigger crop than the large one harvested and delayed its development by four to six weeks depending on the region.

Rains which arrived around the right time this year caught some farmers harvesting later than usual because of the delay, making it difficult to dry the coffee and preserve quality. A local agronomist said 5 percent of the 2008/09 crop had still to be gathered here.

“It’s better than last year when the dry weather was very long,” said Sandro Dias, manager at a regional office of Cooxupe co-op. “Production will be down because of the biennality of seasons. Everything is quite normal and there is nothing atypical,” he said.

Private weather forecaster Somar has reported good levels of rainfall in the past fortnight and these have been fanning out to some important coffee areas which had stayed worryingly dry. Heavy showers poured down around here most of Thursday night.

PRUNING

After a strong harvest whose final output has yet to be calculated but is estimated at 45 million to 50 million or more 60-kg bags, many farmers have been heavily pruning some of their trees in order to reap higher yields later on.

Last year’s harvest, a lower output year in the biennial cycle of larger and smaller crops, produced about 38 million bags. The International Coffee Organization this week said it foresaw supplies falling below demand in 2009/10, making a good harvest in the world’s top grower all the more critical.

Trees whose branches have been pruned back to near the trunk will produce again during the larger harvest expected the year after next – the 2010/11 season – while some of the trees were reduced to mere stumps to rejuvenate them.

They would not produce fruit again for five or six years.

“We’re pruning to get the trees to produce more. We’re pruning all around here. They will produce well in two years time,” said farm manager Celso Dos Santos as he was followed around the edge of 60 hectare plantation where he showed a sample of now thin-looking trimmed plants.

In the yard, shells that encase the coffee bean and which are stripped off after harvesting lay in a heap decomposing and would be mixed with fertilizer, dos Santos said, to reduce expenditure on chemical inputs which have roughly doubled in price in the last year.

No flowers were visible on coffee trees on plantations visited by Reuters, only the tiny buds, known locally as “chumbinhos” which remain after the flower wilts and develop into coffee cherries. Trees looked healthy with dark green foliage.

The first official crop harvest is due in early December. Growers all over the agricultural power house producing coffee or other crops are lamenting the doubling in fertilizer prices in the last year – and many say the cost is forcing them to skimp on it.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘THE GUARDIAN’ (UK)

Posted in AGRICULTURA, AGRICULTURE, BRASIL, COFFEE, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, INTERNATIONAL, SETOR EXPORTADOR | Leave a Comment »

ENTREVISTA – MANOEL DA SERRA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

22/10/2008 00:00

JOSÉ DIRCEU por Zé Dirceu

Manoel José dos Santos, presidente da CONTAG, afirma que reforma agrária ainda é principal MANOEL DA SERRAreivindicação, mas assentamentos precisam de planejamento estratégico.

Reforma agrária exige planejamento articulado

Manoel José dos Santos, conhecido por todos como Manoel da Serra, é presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) há 10 anos, mas sua história de vida dedicada à militância no sindicalismo rural é bem mais longa. Vindo de Serra Talhada (PE), conterrâneo de Virgulino Ferreira da Silva , o Lampião – o mais famoso cangaceiro do Brasil – o presidente da CONTAG recebeu o apelido de Manoel da Serra porque tinha um homônimo na cidade e como morava na serra coube-lhe assumir o apelido.

Trabalhador na roça desde os 6 anos de idade – ele ainda tem terras e “criação” de gado, cavalos e cabritos em Serra Talhada – Manoel começou sua militância aos 20 começou integrando a Ação Católica Rural nordestina e não parou mais. Filiado ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de sua cidade, foi escolhido delegado sindical, em 1975, e depois suplente na diretoria. Em 1978, em plena ditadura militar, o presidente do STR foi assassinado e Manoel da Serra acabou assumindo várias funções na entidade, mantendo-se à frente do sindicato mesmo enfrentando com a forte repressão daqueles tempos.

Com a redemocratização do país, a partir de 1985, elegeu-se presidente do STR de Serra Talhada por dois mandatos. No início da década de 90 foi eleito secretário-geral e depois presidente da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (FETAP). Em 1998, Manoel da Serra chegou à CONTAG com apoio amplo das federações dos trabalhadores na agricultura (FETAGs), reeleito com 80% de aprovação.

Antes dele os presidente da CONTAG se reelegiam indefinidamente, mas norma instituida por Manoel limitou a três número de reeleições. Por isso, em março próximo le termina seu último mandato à frente da entidade e volta para junto de sua família e para seu sítio, suas terras e “criação” de gado, cavalos e cabritos em Serra Talhada, no alto sertão pernambucano.

Suas quase três décadas de atuação em prol dos trabalhadores rurais também o aproximaram da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e da direção nacional do PT. Aliás, Manoel é fundador do PT em Serra Talhada, apesar de nunca ter concorrido a qualquer cargo eletivo – o que poderá ocorrer em 2010, saindo para deputado estadual ou federal em seu Estado. voltará para perto de sua família e seu sítio em Pernambuco.

Nesta entrevista a meu blog Manoel da Serra fala como poucos sobre agricultura familiar e o agronegócio, as reivindicações da categoria, a reforma agrária e o papel do INCRA, a mobilização das mulheres e jovens, e sobre as ações do governo Lula voltadas ao campo.

Para ouvir trechos da entrevista, clique:

Parte 1

Parte 2

[Zé Dirceu] Quais as reivindicações prioritárias para os trabalhadores do campo, Manoel, do ponto de vista da CONTAG e na tua avaliação como uma liderança maior?

[Manoel da Serra] A principal continua sendo a realização da reforma agrária. No Brasil, nós temos ações pontuais de intervenção fundiária. Terras têm sido desapropriadas e realizados assentamentos. No governo Lula, aumentou-se muito a alocação de recursos para esses segmentos, mas falta um planejamento estratégico para o desenvolvimento dos assentamentos.

As ações desenvolvidas na desapropriação e nos assentamentos ainda não podem ser tratadas como uma reforma agrária. Há muitas famílias na terra, mas há anos não conseguem viver dela. Exatamente porque falta um planejamento articulado, pelo qual a terra desapropriada e a produção tenham assistência técnica, que não seja apenas de um técnico, mas de uma equipe que trate desde o processo de análise do solo, de elaboração de projeto e de acompanhamento da produção. E que entrem, também, no processo da pesquisa de mercado e de orientação dos trabalhadores para essa área do mercado.

Nossa reivindicação continua sendo a reforma agrária. Entendemos que uma das tarefas do governo é dividir o papel do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Ele passaria a fazer identificação das terras e desapropriá-las, passando para outro departamento o processo de assentamento e de desenvolvimento. O Ministério do Desenvolvimento Agrário foi criado com essa finalidade. Mas não tem conseguido, de fato, essa divisão das tarefas para promover o fortalecimento e o desenvolvimento da reforma agrária. Se o INCRA ficasse com a parte da desapropriação e assentamento, e a Secretaria de Desenvolvimento Territorial com a implantação dos assentamentos e planejamento do seu desenvolvimento, com certeza teríamos muito mais sucesso.

Jovens do campo: educação e resgate da auto-estima.

Quando tivemos o Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (IBRA) e o Instituto Nacional de Desenvolvimento Agrário (INDA) a finalidade era exatamente essa – o IBRA arrecadava a terra e fazia o assentamento, e o INDA o seu desenvolvimento. Enquanto isso não for feito e o INCRA continuar com tudo, ele não conseguirá fazer bem todas as suas tarefas.

Outra reivindicação central nossa é a questão das políticas públicas na área de educação, voltada para o resgate da auto-estima dos jovens no campo. Nós queremos que os jovens se sintam valorizados por morar no meio rural, e não educados para se envergonharem por serem agricultores, como é hoje o processo da pedagogia aplicada pelo MEC. Trabalhamos por uma educação no campo e não tem sido fácil implantá-la. Mesmo aprovada no Conselho Nacional de Educação, para se transformar em política e incluída na proposta pedagógica das escolas, há uma grande distância.

[Zé Dirceu] Você tem acompanhado a questão da Amazônia, conhece bem a região, e a questão do meio ambiente. Há 40 milhões de hectares de terras degradadas no país, grande parte no cerrado e na Amazônia. O Ministro Mangabeira Unger tem uma proposta de criar um órgão específico para a regulação fundiária na Amazônia, por entender que o INCRA não tem burocracia para cuidar do assunto. Como você vê a questão da reforma agrária e da produção agrícola e pecuária na Amazônia?

[Manoel da Serra] Em relação à proposta do ministro Mangabeira Unger, sou contra. Acho desnecessário. É como se você apartasse a Amazônia do resto do Brasil do ponto de vista dos problemas ambientais, administrativos, fundiários etc. É necessário reforçar o INCRA e criar dentro dele um departamento que cuide da Amazônia? Tudo bem. Agora, criar um outro instrumento pelo qual o INCRA continua com atuação no resto do país, e esse outro instrumento só na Amazônia, acho sem justificativa.

O meio ambiente é um assunto a ser tratado de forma global no Brasil. Hoje se trata essa questão com foco na Amazônia, olhando-se apenas do ponto de vista da preservação do que ainda existe. Precisa um trabalho de preservar não apenas o que ainda existe lá, mas também, na Caatinga e no Cerrado, com um trabalho de recuperação do que já foi destruído.

A natureza não quer saber se foi devastada com trator ou machado

Não é simples fazer um trabalho de conscientização e educação, seja do grande proprietário, o grande empresário, seja do pequeno, fazendo com que eles tenham outra relação com os recursos naturais. Muitos dizem que o agronegócio é um problema dos grandes proprietários. É um problema de todos nós porque a natureza não quer saber se foi devastada com trator ou machado.

No Brasil temos 4 milhões de pequenas propriedades de agricultores familiares que por falta de alternativa quase destruíram tudo, madeira e tudo mais. Sem dúvida temos na agricultura familiar uma parcela significativa da responsabilidade da devastação dos recursos naturais.

O que muda é que enquanto o pequeno desmata com machado, os grandes proprietários desmatam com tratores. Os grandes desmatam muito mais do que os pequenos, mas na natureza o impacto é o mesmo. O governo precisa ter um programa forte de investimento nessa área de meio ambiente. Preocupa-me muito quando o ministro Carlos Minc aponta a agricultura familiar e os assentamentos como os principais responsáveis pelo desmatamento. Isso é completamente incorreto. Ele está pegando a partir de um ou outro assentamento identificados. Mas se os pegarmos e compararmos com a quantidade de grandes fazendas que estão lá e foram ou estão sendo desmatadas, o desmatamento é sem dúvida muito maior na área explorada pelos grandes proprietários.

Outro grande problema é que os órgãos públicos do próprio governo não se articulam do ponto de vista das políticas a serem implementadas. O INCRA faz uma política de desapropriação ou de aquisição de terra forçado pela pressão do povo que precisa trabalhar. Não leva em consideração as questões ambientais. Tem feito assentamentos onde não deve, em cima de nascentes, em áreas que o IBAMA depois vem para tirar. Eu vi isso em Rondônia, em Roraima, em vários Estados. O INCRA assentava e o IBAMA vinha retirar as famílias. Isso é muito ruim. Você tem dois órgãos, de dois ministérios do mesmo governo, um responsável pelo processo da preservação do meio ambiente e o outro pela reforma agrária, que não dialogam, não discutem.

Recursos têm que fortelecer capacidade produtiva

[Zé Dirceu] Qual é a avaliação da CONTAG sobre agricultura familiar no governo Lula e a política para o agronegócio, duas grandes vertentes da nossa agricultura?

[Manoel da Serra] O governo Lula melhorou muito a alocação de recursos para a agricultura familiar e para a reforma agrária. Sem dúvidas, não há como comparar. No último ano do governo Fernando Henrique nós tínhamos negociado R$ 4 bi. – foram aplicados R$ 2 bi. No governo Lula, no primeiro ano já foram R$ 5.4 bi. Fomos avançando, e na última negociação a destinação foi de R$ 13 bi para a safra 2008/2009, que compreende de julho de 2008 a junho de 2009.

[Zé Dirceu] O ano fiscal dos outros países. Só no Brasil é que o ano fiscal é de janeiro a dezembro.

[Manoel da Serra] Mas os recursos alocados pelo governo Lula não foram acompanhados por um planejamento estratégico sobre como utilizá-los bem. Não tivemos nenhum espaço de discussão entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e a representação dos trabalhadores (CONTAG) para traçar o planejamento, de como utilizar de forma mais correta esse recurso, de como aumentar a assistência técnica e fazer com que isso venha, de fato, fortalecer a capacidade produtiva desses trabalhadores.

O processo de assistência técnica ficou com poucos recursos nesse período. Esse é o ano em que o governo mais alocou recursos para a área – R$ 390 milhões. Mas vínhamos mostrando que o avanço dos recursos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (PRONAF), sem assistência técnica e planejamento estratégico na área, estava levando ao endividamento de muitos trabalhadores. Todos recebem crédito no banco – gastar é fácil – mas transformar esse dinheiro num processo produtivo, remunerável e pagável de fato, tem que ser feito de forma orientada.

Nordeste precisa de planejamento estratégico

No Nordeste (NE) nós temos um problema sério na questão do planejamento. Lá é muito difícil se fazer agricultura de cerqueiro, pelas intempéries do clima. No entanto, temos ali a maior quantidade de agricultores familiares e as pequenas propriedades estão com 15 hectares abaixo da média nacional. Em 10 a 15 hectares de terra no NE não dá para pensar em desenvolver família nenhuma. Como chove pouco a terra produz pouco e você precisa de uma área maior.

Tenho discutido a questão com o presidente Lula. Ele me mostra que cresceu muito o número de contratos (de financiamento de agricultura famíliar) no NE em seu governo. É verdade, mas cresceu nas áreas do PRONAF A e B, aqueles que têm dinheiro direto do Tesouro, mas volume de recursos pequenos. Os recursos do PRONAF continuam concentrados no Centro-Oeste e no Sul. O NE tem 45% dos agricultores familiares do Brasil, e o crédito está em torno de 30%. 70% estão distribuídos no resto do país. É mais Sul, Sudeste. O foco principal da agricultura familiar tomadora de crédito está na região Sul – RS, SC e PR.

Agricultura familiar representa 60% da produção nacional

[Zé Dirceu] Onde a colonização européia foi forte, com tecnologia

[Manoel da Serra] – É, uma colonização com europeus que já vieram com uma informação de lá. Mas avançamos significativamente. Antes, a agricultura familiar era considerada uma coisa sem importância, como se nós produzíssemos um pouquinho de feijão, de milho e houvesse uma criação de cabras etc. Hoje, com o processo de negociação que fazemos ano a ano no Grito da Terra, a agricultura familiar é focada como segmento importante do ponto de vista do desenvolvimento.

Mesmo estando com as menores e as piores terras, hoje, já se comprova, pelo próprio IBGE, que 80% da ocupação produtiva no campo está na agricultura familiar. Não estou falando de carteira assinada, mas de pessoas trabalhando, produzindo no campo. Mas nós só temos 20% das áreas agricultáveis nas mãos desses trabalhadores.

Mesmo assim, temos segmentos como a farinha de mandioca, da qual 85% são produzidos pela agricultura familiar; 60% da produção nacional vêm da agricultura familiar; pecuária de leite, 55%; e até a soja, que parece um produto apenas dos grandes exportadores, 32% são produzidos pelos agricultores familiares do Sul e do Centro -Oeste.

Comercialização e cooperativismo são desafios da agricultura familiar

[Zé Dirceu] Quais os principais desafios da agricultura familiar?

[Manoel da Serra] Um dos principais é a ausência de planejamento. O sistema EMATER (pesquisa agropecuária bancada pelos Estados) foi praticamente destruído nos últimos anos em quase todos os Estados. Com a discussão que temos feito da necessidade da retomada da assistência técnica e do fortalecimento da agricultura familiar, alguns Estados têm investido nesse sistema, feito concurso, recontratado.

Temos um outro campo de técnicos que surgem das Organizações Não Governamentais (ONGs), que trabalham com os produtores. Temos uma certa articulação entre o setor público e o de ONGs, mas ainda há a necessidade de um maior entrosamento. Há muito gente na Emater querendo desvalorizar o que é feito pelas ONGs e, também, muitas destas, muitos grupos de técnicos e cooperativas que fazem um trabalho que vai de encontro ao sistema oficial.

Outro grande desafio para a agricultura familiar é a comercialização. Temos sido bons para ocupar terra, lutar pelo crédito, por educação, por políticas sociais. Hoje, por exemplo, a Previdência Social é um grande instrumento de distribuição de renda no meio rural. O que percebemos é que quando o trabalhador produz e tem o produto, na hora da comercialização a dificuldade é muito grande. Ele acaba muitas vezes vendendo o seu produto barato porque não tem uma cooperativa, um instrumento que o deixe mais livre e com mais poder de barganha na comercialização. Tenho dito que se tivéssemos que começar o movimento sindical com uma prioridade, ela tinha que ser a questão da organização da produção e da comercialização.

[Zé Dirceu] Tem que fazer cooperativa. Se a agricultura familiar não der o salto para a cooperativa fica difícil ela sobreviver.

[Manoel da Serra] É impossível sobreviver individualmente.

[Zé Dirceu] Há a comercialização, o transporte e a logística. O custo dessa, se não for bem organizado, é muito alto. Derruba a rentabilidade do agricultor e a capacidade de continuar investindo.

[Manoel da Serra] Claro e depois, com um pequeno estoque, não tem poder nenhum de barganha. Vende e entrega para quem aparecer primeiro.

[Zé Dirceu] A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) não armazena?

[Manoel da Serra] Ela tem sido um dos instrumentos importantes do governo Lula na chamada compra direta. A CONAB compra tanto para formar estoques pequenos, como para o programa da distribuição de cesta básica do Bolsa Família.

Precisamos de agricultura familiar e empresarial fortes

[Zé Dirceu] Como você vê a política do governo para o agronegócio no Brasil?

[Manoel da Serra] – O agronegócio é um segmento extremamente forte que conseguiu, mesmo no governo Lula, imprimir as prioridades do desenvolvimento rural. Não é de graça que esse povo está hoje com as melhores terras, a melhor tecnologia e também as maiores dívidas. E não têm medo de dever. Eles sabem que no final acha-se sempre um jeito e o Estado vai bancando. Nesse governo Lula o agronegócio foi mais beneficiado do que no governo passado, porque o atual é um governo progressista, abriu espaço de mercado, de propaganda e trabalha com todos os segmentos da sociedade.

Eles nem ganharam muito nesse processo. Nós não precisamos só combatê-los. Temos que nos organizar também para ter, em parte, o que eles conseguiram em organização e participação, tanto na luta pelo crédito, quanto na negociação. O Brasil não será um país onde irá se acabar a grande propriedade. Nós precisamos ter uma agricultura familiar forte e também parte da agricultura empresarial forte. Um dos problemas mais sérios do agronegócio, hoje, é que está se tratando muito a importância desse segmento do ponto de vista de geração de divisa, e focando muito pouco nos problemas que ele provoca.

Na produção de etanol. Lula tem feito uma propaganda significativa lá fora, enfrentado, inclusive, a reação dos outros países para mostrar que o Brasil é capaz de responder com energia renovável. Ele tem apresentado o setor patronal como capaz de responder por essa energia alternativa. Mas tem-se discutido muito pouco os problemas dos trabalhadores com essa área. Temos informações do Ministério Público do Trabalho de que em São Paulo tem centenas de trabalhadores morrendo por exaustão do trabalho. E no Fórum de discussão de avanço tecnológico e de produção de etanol, não se discute isso.

Na Marcha das Margaridas voltamos a cobrar do presidente, e ele formou um grupo que está hoje sob a coordenação do ministro secretário-geral da Presidência da República, Luiz Dulci. Já estivemos com ele no Palácio do Planalto e tivemos uma reunião com os representantes da UNICA, o Fórum Nacional dos Produtores de Açúcar e de Álcool. Mas esse pessoal (patrões) até aqui, não apresentou uma única proposta sequer, de ceder em algum ponto que melhore as condições dos trabalhadores.

Acordo com usineiros que melhore a vida dos trabalhadores rurais é difícil

Apresentamos para discussão 18 pontos (itens) que envolvem de jornada de trabalho a alimentação, remuneração, transporte, migração, alojamento etc. Eles propuseram discutir apenas do item 01 ao 07, que é o que já está hoje na legislação. O restante, que não está na legislação, eles propuseram excluir. E é preciso lembrar que o que produzirmos nesse grupo de trabalho seria um protocolo de intenção com livre adesão, em que ninguém tem compromisso.

A última reunião foi a discussão sobre qual instrumento vamos adotar. Uma convenção coletiva nacional? Um protocolo? Pensamos em construir um acordo, em que tenham compromisso, de um lado, os trabalhadores, através da sua representação, a CONTAG e as federações, os sindicatos, e de outro a representação deles – a UNICA, o Fórum, os sindicatos patronais. Eles (usineiros) vieram com a proposta de que precisa as empresas assinarem. Dissemos, se querem que seja feita a assinatura pelas empresas, imagine do nosso lado, o grande problema se deixarmos para cada um dos sindicatos que assine se quiser. Fazer acordo com usineiro que melhore a vida dos trabalhadores é uma coisa difícil.

Em São Paulo houve um ajuste de conduta assinado sem a participação dos trabalhadores, no que diz respeito à mecanização, à diminuição do corte da queima da cana. Mas não trata nada de interesse dos trabalhadores. Assinaram os empresários e a representação do governador (o tucano Serra) através da Secretaria de Agricultura. Inclusive a Federação Rural e Agrícola do Estado de São Paulo (FERAESP), dos trabalhadores rurais paulistas nem foi sequer chamada.

Em Minas Gerais foram mais longe. Fizeram um termo dessa mesma dimensão e o governador (o tucano Aécio Neves) levou o presidente da Federação dos trabalhadores a assinar esse acordo. Esse é um imbróglio que estamos resolvendo internamente, porque o nosso representante, sem a nossa autorização, assinou esse ajuste de conduta para não queimar, não poluir e mecanizar tudo até 2015. Agora, nesse acordo não tem nada dizendo o que será feito para os trabalhadores que perderam o emprego ou em que e quais as condições de trabalho que vão melhorar até 2015.

Brasil tem 800 mil cortadores de cana

[Zé Dirceu] Quantos trabalhadores hoje cortam cana no Brasil?

[Manoel da Serra] Uma média de 800 mil cortam cana no período da safra – 4 meses do ano. Os trabalhadores de Minas Gerais e São Paulo quase não são daqui, são migrantes que vêm do PI, MA, CE e PE. A média salarial é em torno de R$ 700,00 porque eles trabalham por produção. A média nos anos 80 era de 6 toneladas por dia. Hoje, a média para entrar na usina é de 10 toneladas por dia. Se cortar menos, não entra. E o cortador vai sendo estimulado a aumentar a remuneração pelo aumento do corte. Tem homem cortando 20, 25 toneladas.

[Zé Dirceu] O trabalhador cumpre e perde 10 anos de vida.

[Manoel da Serra] Exatamente.

[Zé Dirceu] Você acha que a tendência é a mecanização na área?

[Manoel da Serra] A mecanização só não está muito mais avançada porque as montadoras de máquinas não têm estrutura para atender a demanda.

Com mecanização, empresas têm que diminuir impacto do desemprego.

[Zé Dirceu] Hoje é de 25% o índice de mecanização no setor?

[Manoel da Serra] Tem usina que já está com mais de 30%. Nós vamos, seguramente, ficar com corte de cana manual no NE por causa da topografia que tem muito relevo. SP, GO, MS e MT vão avançar muito na mecanização. Vemos uma perda da capacidade de trabalho que, mesmo com todas as dificuldades, para quem não tem nada para fazer, ainda é uma alternativa.

O governo precisa condicionar os recursos do BNDES para investir nesse setor ao que a empresa vai fazer para diminuir o impacto do desemprego. Afinal, esses grandes investimentos são recursos públicos repassados para eles, para pagamento a longo prazo, e muitas vezes, nem são pagos. Essa é uma oportunidade de o governo barganhar parte dessa negociação e parte dessas terras para os trabalhadores que não vão continuar cortando cana. Na região da Mata do NE, por exemplo, muitos que eram assalariados, hoje transformaram-se em assentados. Com a crise da cana do NE, transformamos muitos sítios e usinas em assentamentos.

O governo não pode ser só o mediador dessa negociação. O que vai ser feito do ponto de vista de requalificação desses trabalhadores, de alternativa para os que vão sair do corte? Como fazer o processo de intermediação da mecanização? Por exemplo, há uma proposta que ao invés de se trabalhar com máquinas onde uma só substitua 100 trabalhadores, se utilize máquinas nas quais trabalhem 5 a 6 homens. Você teria máquinas pequenas, mas com uma quantidade significativa de trabalhadores.

Grande propriedade é um mundo sem gente

[Zé Dirceu] Manoel, fale um pouco sobre o Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável (PADRS) da CONTAG, o impacto e frutos desses projetos.

[Manoel da Serra] O PADRS é fruto de um processo de quando a CONTAG saiu de uma visão Manoel da Serrameramente de reivindicação pontual, e passou a ser mais propositiva do ponto de vista de que modelo nós queríamos. É um projeto que tem como base central a reforma agrária, e o fortalecimento da agricultura familiar. Nós defendemos que o modelo de desenvolvimento no campo tem que ser alterado em razão do que foi planejado desde a colonização, por estar sempre focado na grande propriedade, no grande empreendimento.

Do ponto de vista de desenvolvimento esse modelo fracassou. Mesmo tendo crescido e se transformado em auto-suficiente na produção de grãos e cereais, é um mundo sem gente. Não se tem desenvolvimento, tem é acumulação e concentração de terra e de capital. Mas o povo que estava ali está todo na periferia. Transformaram-se de pequenos produtores e criadores de pequenos animais etc, em pais marginalizados na periferia, filhos alcoolizados, meninas prostituídas. Essa é a realidade das pessoas que saíram do campo nos últimos 30 anos, período da urbanização violenta que tivemos.

Roça é considerado um lugar de gente besta, que só tem prejuízo.

Pelo PADRS defendemos que para desenvolver o campo é preciso e indispensável se fazer a reforma agrária. Mas não só distribuição de terra. Além desta é preciso o projeto de planejamento da produção, e os instrumentos de políticas públicas nas áreas da educação, saúde e moradia, para as pessoas viverem no campo se sentindo bem, como gente, terem auto-estima. As pessoas se valorizarem não se envergonhar porque chegam na cidade e alguém diz que elas são matutas.

Hoje o processo de humilhação e discriminação no campo é imenso. Chega ao ponto de você ir a uma loja, acha que o produto é caro, pedir menos e o dono do estabelecimento dizer: “se eu fizer isso eu vou para a roça.” Roça é considerado um lugar de gente besta, que só tem prejuízo.

Foi esse projeto que levou nossas federações e sindicatos a entrar mais no processo de ocupações da terra, o que levou nossas administrações, ano a ano, a aumentar participação no Grito da Terra. Temos hoje no Brasil 800 mil famílias assentadas. Dados do INCRA indicam que 63% dessas áreas são coordenadas pelos sindicatos. Apesar de, na mídia, não serem eles que aparecem tanto, mas quem coordena 63% dessas terras somos nós. É daí que vem, por exemplo, hoje, esse processo da negociação das políticas na área da Previdência Social.

Nessa época a que me refiro, de início do PADRS, tínhamos o Collor (ex-presidente Fernando Collor) no governo e a política dele era cortar de forma linear, até os que já estavam aposentados. Tivemos milhares de homens de 60, 70, 80 anos cortados sem direito à defesa sequer.

Para FHC, globalização daria fim na agricultura.

Fernando Henrique Cardoso, no primeiro ano de governo, negociou o PRONAF, liberou R$ 200 milhões, mas dizia que não acreditava naquilo. O argumento dele é o mundo estava se globalizando, a Inglaterra tinha apenas 2% de população rural e o Brasil não seria diferente.

Foi toda essa reflexão que nos ajudou a concluir que tínhamos que apoiar o Lula. Se não tivéssemos um projeto com esse rumo, seria muito difícil ter juntado, já em 2002, 24 federações de trabalhadores na agricultura no 1º turno pró-Lula. Naquele ano perdemos apenas a do Paraná, que apoiou Ciro Gomes, e a Maranhão, que apoiou Anthony Garotinho. No 2º turno vieram todas conosco pró-Lula.

Em 2006, momento de crise, muitas achavam que tinha que mudar de rumo, mas quando chamamos todas para discutir o processo da campanha, nenhuma teve coragem de não apoiar o Lula. Isso levou, no 1º turno, ao maior comício que teve na campanha do Lula, em Caruaru (PE).

[Zé Dirceu] Fale um pouco das mulheres e dos jovens na CONTAG.

[Manoel da Serra] Com todo respeito às demais categorias, na área das mulheres, o movimento sindical rural sob a coordenação da CONTAG foi quem mais avançou. Vivíamos uma realidade de organização sindical que era muito machista até os anos 70. Não havia quase nenhuma mulher na organização sindical. Elas eram colocadas como dependentes do marido, no rodapé da carteira, para ter direito à assistência médica.

O certo é que as mulheres começaram um trabalho de cobrança do governo, das políticas públicas, e também para dentro do movimento. Hoje, nós temos na grande maioria dos sindicatos uma cota de 30%, aprovada no Congresso da CONTAG, para os cargos de diretoria em todas as instâncias. A chapa que não tiver 30% de mulher, não é registrada.

Na luta, mulheres assumem sem pensar nas dificuldades.

Hoje já são três as mulheres presidentes de federações estaduais. E na direção da CONTAG, entre os 11 diretores temos 4 mulheres. Hoje, no movimento sindical se não colocarmos “companheiras e companheiros”, se não fizermos o destaque à mulher, nós apanhamos. Mas não foi um espaço que os homens deram, elas conquistaram.

[Zé Dirceu] Também, a mulher hoje é cabeça em muitos assentamentos. Qual a porcentagem comandada por mulheres?

[Manoel da Serra] Muito alta. As mulheres têm uma particularidade que quando se atiram na luta, assumem sem pensar nas dificuldades que vão se gerar daí para a frente. Os assentamentos que têm as associações com mulheres à frente são os melhores. Nos sindicatos, a grande maioria das mulheres faz melhor o que tem de ser feito. Então, a realidade é que não é só o processo da participação, mas as mulheres fazem de tudo para mostrar sua capacidade e que fazem diferente. As três marchas das mulheres – a Marcha das Margaridas – foram eventos maiores do que o conjunto das nossas mobilizações do Grito da Terra.

Depois das mulheres, a partir dos anos 90, deu-se o processo de organização da juventude. Depois do 9º Congresso eles conseguiram aprovar a cota de 20% de jovens nos postos de direção. As federações que não têm coordenações de jovens estão sendo imprensadas pela juventude para criá-las.

Grande assentamento não dá certo

[Zé Dirceu] Eu quero tratar de grandes assentamentos. Você conhece os maiores, como Maísa, no Rio Grande do Norte, e Itamaraty, no Mato Grosso do Sul. Por que essas grandes experiências não dão certo?

[Manoel da Serra] Temos nos posicionado contra essas grandes aquisições porque entendemos que se um grande conglomerado desses não deu certo nas mãos de uma empresa privada – que possui todo o processo de pesquisa, tecnologia apropriada e gente para tocar – dificilmente dará certo na mão de trabalhador que, em sua maior parte, não tem noção de como tocar o seu próprio negócio.

Depois, são aquisições muito caras feitas pelo INCRA. Nos posicionamos contrariamente porque achamos que o governo precisa ter mais decisão e coragem política de enfrentar os latifúndios improdutivos, desapropriá-los e conduzir um processo de planejamento e implantação de assentamentos aí. A área de Maísa foi adquirida com a informação de que tinha uma capacidade de 2 mil hectares de área irrigada. Hoje, vê-se que sua capacidade de irrigação, pela água que tem no subsolo, é de apenas 400 hectares. Mesmo só com esses 400 hectares o povo está lá, 400 famílias assentadas. Mas não tem, não há viabilidade para um negócio desses nunca.

No assentamento da fazenda Itamaraty tem um problema maior ainda. No começo do projeto tive uma reunião com o superintendente do INCRA no Mato Grosso do Sul – com ele, 50 sindicatos e a Federação do Estado. Saí dela com a certeza de que não daria certo. Ele implantou o processo de um assentamento coletivo sem as famílias quererem. E você não constrói nada coletivo se os beneficiados não estiverem convencidos.

“Aqui tem que ser coletivo e tem que ser 5 hectares por família”, dizia ele. Ora, 5 hectares por família é uma favela em termos de reforma agrária. E ele dizia que ia pagar aquilo porque ia colocar ali um plantel de vaca, com produção altíssima de leite. Prometia transformar palha em ração e aí pagava. Não sei ao todo quantas famílias estão na Itamaraty, mas o assentamento continua grande.

Os 50 sindicatos estavam contra ele e a forma como ele administrava. Temos um outro grande assentamento, uma grande área, também comprada para fazer reforma agrária, nesse caso, comprada do Grupo Votorantim em Roraima. A área é enorme e o Incra a recebeu com 10 mil cabeças de gado. Os proprietários deviam muito, deixaram tudo lá, entregaram ao governo federal. O INCRA conseguiu dar fim a essas 10 mil cabeças de gado! Botou administradores que sumiram com tudo. Não tem jeito.

MST: ação do Ministério Público gaúcho é equívoco.

[Zé Dirceu] Para finalizar, como você viu essa ação do Ministério Público do RS contra o MST e qual balanço que você faz dos últimos anos do problema da repressão, dos assassinatos políticos, da pistolagem no país, da impunidade na Justiça, em grande parte no campo?

[Manoel da Serra] A ação do Judiciário contra os movimentos sociais é sinal de uma reação de onde vem essa gente. O Judiciário, normalmente, quando é para julgar qualquer ação de interesse do povo simples, leva tempo, se atrasa e até não julga. E quando julga nem sempre dá o posicionamento de ganho de causa para as pessoas simples, que não tem poder.

Nesse caso específico do RS, e com relação ao MST, tem duas questões. Com todo o respeito que tenho aos companheiros, tem algumas coisas que eles tem feito nas quais perderam o eixo. São ações pontuais – por exemplo, quando botam fogo nas coisas, matam animais, queimam máquinas, invadem e quebram laboratório de pesquisa. Isso não é necessário.

Nossa metodologia é outra. Eles podiam conduzir o movimento sem fazer essas ações. Porque dão motivo para um juiz dizer que está agindo em nome da lei pela ordem, e ganhar, inclusive, simpatia de parte da sociedade.

Mas essa decisão do MP no RS é equivocada e nós temos que combatê-la. Ela não é uma decisão simplesmente contra o MST, mas contra os movimentos populares. Igualmente a CPI instalada na Câmara para fazer o processo de sindicância das contas do MST, também não é uma questão só deles, mas contra os movimentos sociais.

Essa pressão estabelecida pelos segmentos conservadores, da extrema direita, com eles se apresentando como guardiães da ordem, da justiça e da moral, tem um foco político conveniente no momento. O fato é que o Brasil continua sendo o país da impunidade. Infelizmente. Temos a Margarida Maria Alves, de Alagoa Grande (PB), assassinada em 1983 cujos mandantes e executores foram inocentados e o processo até já prescreveu.

Temos casos como o da irmã Dorothy (Dorothy Stang, missionária norte-americana assassinada em Anapú, no Pará) que dão uma repercussão pela imagem que ela tinha, a pessoa que era, o fato de ser estrangeira e freira. Enquanto isso, milhares de pessoas simples, homens e mulheres, são espancados, assassinados continuamente, e isso não aparece na mídia. Continuamos num país de muita violência e os casos de condenação de quem tem poder são muito poucos.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘BLOG DO ZÉ DIRCEU’ (Brasil)

Posted in A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, BRASIL, CIDADANIA, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO RURALISTA, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS PREFEITOS, POLÍTICA REGIONAL | Leave a Comment »

RENDA DEVE SALTAR 67% EM 2008 – Recursos passaram de R$ 958,7 milhões em 2007 para R$ 1,6 bilhão este ano. Crescimento acima da média nacional (CE – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

São Paulo. A renda agrícola deste ano no Ceará deverá ficar em R$ 1,6 bilhão, expansão de 67,8% em Foto - Aumento na renda se deve a ajustes feitos em relação à produção esperada para este ano (Foto - Silvana Tarelho)relação ao ano passado (R$ 958,7 milhões). O crescimento no Estado está acima do registrado no País. A cifra nacional deve alcançar R$ 165,3 bilhões, alta de 16,7% em relação ao ano passado (R$ 141,6 bilhões), segundo estimativa a partir do valor bruto da produção de 20 lavouras. Na região Nordeste, os recursos somam R$ 13,6 bilhões neste ano, o que representa crescimento de 6,4% em relação a 2007 (R$ 14,5 bilhões). Os resultados do estudo foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira.

No País, o aumento se deve a alguns ajustes feitos pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em relação à produção esperada para este ano, e também a ligeiras alterações nos preços recebidos pelos agricultores, conforme o coordenador-geral de Planejamento Estratégico do ministério, José Garcia Gasques.

Os maiores aumentos reais de renda na safra 2008, já descontada a inflação, ocorrem no feijão (79,6%), cebola (65,8%), trigo (55,6%), amendoim (39,2%), soja (32,3%) e milho (26,8%), segundo o Ministério da Agricultura. Em sentido contrário, caíram os preços de trigo, milho, batata-inglesa e café.

Entre as culturas que apresentam queda de renda em 2008, Gasques destaca a cana-de-açúcar, com uma produção recorde esperada de 643,7 milhões toneladas. ´A conjuntura de redução de preços do açúcar tem levado ao menor nível de renda em relação a 2007´.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO NORDESTE’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, BRASIL, CE, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, OS GOVERNADORES, POLÍTICA REGIONAL | Leave a Comment »

CODEFAT APROVA R$ 2,25 BI DE CRÉDITO PARA PEQUENA EMPRESA – Emprego cresce mais do que PIB em 2007 – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para a partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Emprego cresce mais do que PIB em 2007

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para o partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 724 – Brasília

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

Posted in A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AGRICULTURA, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO ECONÔMICA, FLUXO DE CAPITAIS, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, PRODUTO INTERNO BRUTO | 1 Comment »

DEFINIDAS REGRAS DO ZONEAMENTO AGROECOLÓGICO DA CANA-DE-AÇÚCAR (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

Segunda-feira, Novembro 03, 2008

Canal Rural, em 03/11/2008

O ministro da Agricultura afirmou na sexta, dia 31, que não será permitido o plantio de cana-de-açúcar em novas áreas na Amazônia. O documento que determina as regras para o zoneamento agroecológico da cultura, deve ser lançado pelo presidente Lula no próximo dia 17, durante a abertura da Conferência Internacional de Biocombustíveis, em São Paulo. A proposta ainda está em análise na Casa Civil.

Os ministros do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário, da Agricultura e representantes do Ministério de Minas e Energia se reuniram nesta sexta no Palácio do Planalto, a portas fechadas, para analisar o documento que determina as regras para o aumento da produção de cana-de-açúcar no país. O que está em análise é um estudo que sugere restrições para garantir a segurança alimentar e a preservação do meio ambiente. De acordo com a proposta ficam proibidos o cultivo na Bacia do Alto Paraguai, a abertura de novas áreas para o plantio de cana na Amazônia e no Pantanal, a retirada de qualquer vegetação nativa para plantar cana e as freqüentes queimadas como forma de preparar a colheita nas áreas mecanizadas.

O ministro Reinhold Stephanes confirmou algumas medidas que estarão no texto final do zoneamento. As restrições ao plantio da cana devem ser limitadas à produção de açúcar e álcool. A expansão da área será permitida quando a produção for destinada a agroindústrias de ração animal, rapadura, açúcar mascavo e cachaça.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘ETHANOL BRASIL’

Posted in AGRICULTURA, AGRONEGÓCIOS, BIOFUELS, BRASIL, COMMODITIES MARKET, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ENERGY, ETHANOL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, SUGAR | Leave a Comment »

MS EXPORTOU 62,7% MAIS NOS ÚLTIMOS 10 MESES QUE EM 2007 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

Segunda-feira, 03 de Novembro de 2008 18:42

por Jefferson da Luz

As exportações de Mato Grosso do Sul bateram recorde no acumulado de janeiro a outubro, foram exportados UU$ 1,87 bilhões. Na comparação com 2007, as exportações do Estado cresceram 62,7%, o que o coloca no quarto lugar no ranking dos que mais expandiram seus negócios no comércio exterior. Em 2007 o total exportado, entre janeiro e outubro foi de US$ 1,14 bilhões.

Mato Grosso do Sul, no item crescimento percentual, ficou atrás do Distrito Federal, Piauí e Tocantins, porém estes Estados têm participação muito pequena em exportações. Tocantins, terceiro no ranking do crescimento, vendeu apenas US$ 269 milhões. O Distrito Federal que aumentou suas exportação em 121,9%, exportou somente US$ 141 milhões, menos de um décimo das nossas exportações.

Os produtos que mais foram vendidos para o exterior foram os grãos, com destaque especial para a soja. Em segundo lugar estão as carnes bovinas congeladas. Em terceiro farelo de soja outros resíduos vegetais, e o quarto produto mais exportado foi o minério de ferro.

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, AGRONEGÓCIOS, BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, GRAINS, MEAT, MS, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, OS GOVERNADORES, PECUÁRIA, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, SETOR EXPORTADOR, SOY | Leave a Comment »

META DO PROGRAMA MARCO ZERO É BARRAR ESCRAVIDÃO NO CAMPO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

3 de Novembro de 2008

O Ministério do Trabalho e Emprego lançou nesta segunda-feira (3/11) um programa voltado especificamente para a intermediação e capacitação de mão-de-obra rural, com a parceria dos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Mato Grosso. O objetivo do projeto Marco Zero é defender o direito do trabalho e eliminar totalmente a figura do aliciador ilegal, o chamado gato. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, uma economia forte, que gerou mais de dois milhões de empregos só nos primeiros nove meses do ano, não pode admitir que ainda exista o trabalhador explorado, que caminha quilômetros sob sol forte, sem água potável, sem alimentação e sem carteira assinada. “Não vamos permitir que essas coisas aconteçam mais em pleno século XXI”, disse o ministro na cerimônia de lançamento em Imperatriz (MA), que contou com a presença dos governadores que participam da ação, e da representante do Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo.

Os primeiros estados escolhidos para iniciar a ação conjunta foram identificados como áreas de fluxo migratório, uso intensivo de mão-de-obra rural, aliciamento de pessoas para trabalho análogo ao de escravo e com forte presença de entidades não-governamentais que tratam dessa temática. Os municípios são também a origem ou residência de trabalhadores resgatados pelas ações de fiscalização. O MTE e os governos estaduais, por intermédio de suas Secretarias do Trabalho, promovem essa parceria para acabar com a ação dos aliciadores de mão-de-obra (o chamado “gato”) e garantir o cumprimento das leis trabalhistas.

O serviço de intermediação de trabalhadores já ocorre nos centros urbanos há mais de 30 anos, desenvolvido por meio das unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine), que são coordenadas e supervisionadas pelo MTE. As agências já implementadas ajudam não só a reduzir a taxa de desemprego, mas também contribuem para ultrapassar dois obstáculos freqüentes no mercado: a extinção de postos de trabalho não preenchidos e o acúmulo de funções. Em 2007, as agências ofertaram 2,06 milhões de vagas e mais de cinco milhões de pessoas se inscreveram.

No meio rural, o procedimento também será feito por meio dessas instituições, mas seguirá uma metodologia diferente devido às dificuldades de acesso às agências, por causa das grandes distâncias a serem percorridas. Nesse caso, será necessária a articulação entre o MTE e as entidades representativas de empregadores, sindicatos de trabalhadores e entidades de defesa dos direitos humanos para que haja um estímulo à oferta e procura de vagas.

Dessa forma, os empregadores deverão oferecer as vagas espontaneamente e os trabalhadores, por sua vez, terão de procurar as agências para se cadastrar no banco de dados. Os postos do Sine deverão fazer sua parte para incentivar a procura tanto dos empregadores quanto dos futuros contratados, seja por meio de anúncios, carro de som, parceria com sindicatos ou outras formas de comunicação. O projeto prevê ainda a possibilidade de gerentes e funcionários das unidades de atendimento se deslocarem a determinadas localidades para realizarem o cadastramento.

O encontro em Imperatriz serviu para que a assinatura do acordo visando desenvolver ações nos municípios de Paragominas (PA), Marabá (PA), Floriano (PI), Açailândia (MA), Bacabal (MA), Codó (MA), Sinop (MT) e Alta Floresta (MT).

Bolsa Família – Os ministérios do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) firmaram, em dezembro de 2005, acordo de cooperação que prevê o acesso ao Bolsa Família para trabalhadores resgatados do trabalho análogo ao escravo. Em 2007, mais de 1,4 mil deles estavam incluídos no Programa.

Dados do MTE comprovam a importância da ação, pois, só em 2007, foram mais de 5,9 mil pessoas resgatadas e até 2 de outubro deste ano exatos 3.466 trabalhadores. Outro índice é o do Cadastro de Empregadores Infratores, que contém os nomes de pessoas flagradas pela fiscalização, envolvidas na prática ilegal de aliciamento de trabalhadores para regime semelhante à escravidão, até outubro de 2008, continha 206 registros.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 721 – Brasília

CLICK HERE FOR THE ORIGINAL ARTICLE

PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

Posted in AGRICULTURA, BRASIL, CIDADANIA, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, ECONOMIA - BRASIL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER JUDICIÁRIO | Leave a Comment »