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Archive for the ‘A BOLSA DE VALORES’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - 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FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

A COMPRA DO BANCO VOTORANTIM (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Luis Nassif

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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JUROS FUTUROS DEVOLVEM ALTA E FECHAM ESTÁVEIS NA BM & F (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 16:22

Valor Online

PUBLISHED BY ‘VALOR ECONÔMICO’ (Brazil)

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O MAIOR TOMBO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 1, 2009

31/12/2008

por Celso Ming

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’ (Brazil)

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ANÁLISE: GIRO CURTO ANTECIPA FESTA DO ESPECULADOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30/12/2008 08:07

Luiz Sérgio Guimarães – Valor Econômico

PUBLISHED BY ‘VALOR ON LINE’ (Brazil)

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BRAZIL TO SELL BONDS TO FINANCE SOVEREIGN FUND

Posted by Gilmour Poincaree on December 27, 2008

Friday, 12.26.08

Associated Press

PUBLISHED BY ‘THE MIAMI HERALD’ (USA)

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BRAZILIAN UTILITIES AES SUL AND ELETROPAULO SIGN ENTERPRISE LICENSE AGREEMENT WITH ESRI – Contract Ensures Access to GIS Software, Updates, Maintenance, and Support

Posted by Gilmour Poincaree on December 22, 2008

December 18, 2008

GISCafé

PUBLISHED BY ‘GISCafé’ (USA)

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NEGOCIAÇÃO DA SAFRA AGRÍCOLA POR CONTRATO CRESCE 238% (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

PUBLISHED BY ‘TRIBUNA DO NORTE’ (Brazil)

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INVESTIMENTO ESTRANGEIRO NO BRASIL É RECORDE (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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MEIRELLES DIZ QUE JUROS E AÇÕES SÃO MEDIDAS DISTINTAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

Tribuna do Norte

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GERDAU PAGA CERCA DE 200 MILHÕES DE EUROS E AMPLIA FATIA NA SIDENOR (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 20:11

Valor Online

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FUNDOS DE AÇÕES CAPTAM US$ 8,4 BILHÕES NA TERCEIRA SEMANA DE DEZEMBRO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 20:20

VALOR ONLINE

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GERADORA OU DESTRUIDORA? – Um estudo mostra que a gestão da Eletrobrás, a maior geradora de energia no país, causa distorções no setor elétrico e dá prejuízo aos acionistas

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

13.11.2008

Por José Roberto Caetano

Revista EXAME O que acontece com uma companhia que mantém negócios que dão prejuízo USINA DE ITAIPÚsistematicamente, compra insumos por valor mais alto que a média de mercado e, mesmo apresentando lucro no balanço, não distribui dividendos aos acionistas? Bem, esse é o tipo de comportamento que o mercado não costuma perdoar. E é exatamente por essas razões que a Eletrobrás, estatal que funciona como holding de 12 empresas geradoras e distribuidoras de energia, além de deter 50% de Itaipu, hoje vale tão pouco. Maior companhia do setor na América Latina, a Eletrobrás é responsável por 40% da geração de energia elétrica no país e tem 82 bilhões de reais de patrimônio, mas está cotada por um terço desse montante na Bovespa – na qual mantém abertos 22% do capital total. Isso seria apenas um problema restrito a acionistas e executivos da empresa caso ela não fosse uma propriedade do conjunto dos contribuintes brasileiros. Pior ainda, os movimentos da Eletrobrás, dado o seu porte colossal, provocam impacto no setor como um todo, distorcendo as condições de competição para as demais companhias e causando estragos que se convertem em contas de luz mais caras para os usuários. “A ineficiência de gestão da Eletrobrás prejudica o consumidor brasileiro e aumenta o custo do país”, diz Jerson Kelman, diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Uma análise recém-concluída pelo Instituto Acende Brasil, um centro de estudos mantido por operadoras privadas do setor de energia, em parceria com professores da Universidade de São Paulo, mostra um retrato ruim da Eletrobrás. O trabalho avalia o comportamento da empresa em dez situações sob a ótica da governança corporativa – considerando-se o grau de obediência a princípios como transparência na gestão, uso eficaz dos recursos humanos e financeiros, eqüidade no tratamento a acionistas, credores, clientes, fornecedores e funcionários, e responsabilidade com questões sociais e ambientais. Com seu histórico conhecido de sujeição a interesses políticos e loteamento de cargos, não houve surpresa no resultado: em oito das dez situações analisadas, a Eletrobrás foi reprovada. “Nosso estudo mostra que a empresa precisa melhorar muito a governança corporativa para tornar mais saudável a competição no setor elétrico no país”, diz a economista Virgínia Parente, professora da USP e coordenadora do trabalho.

Além da radiografia da gestão da Eletrobrás, o Instituto Acende Brasil avaliou o desempenho da estatal quanto ao aspecto da geração de valor. Para isso, a ferramenta utilizada foi o conceito de Valor Econômico Agregado – ou EVA, na sigla em inglês -, desenvolvido pela consultoria americana Stern Stewart. Trata-se de uma medição do lucro ou prejuízo produzido por uma empresa após subtrair todas as despesas operacionais, os impostos e considerar também o custo do capital empregado para manter a operação. Desse ângulo, ficou claro que, pelo menos no período analisado, dos últimos dez anos, a USINA DE ITAIPÚEletrobrás se mostrou uma destruidora de riqueza em vez de geradora. Em todos os anos, desde 1998, a empresa apresentou EVA negativo. A soma das perdas acumuladas no período foi de incríveis 149 bilhões de reais – mais que o valor de mercado registrado pela Vale em 7 de novembro. Isso no cálculo feito de forma conservadora, utilizando apenas valores correntes. Aplicando uma correção pelo índice da inflação oficial, a destruição de valor sobe para mais de 200 bilhões de reais. “Isso é inadmissível numa empresa que administra bilhões em ativos construídos com o dinheiro dos contribuintes”, diz Cláudio Sales, presidente do Acende Brasil. “A Eletrobrás deveria se esmerar pela transparência de informações, objetividade das ações, profissionalização e eficiência na gestão.”

Quem paga a conta

Entre os casos estudados que significam perda diretamente no bolso de acionistas está o da retenção de dividendos. A conta, estimada em 9 bilhões de reais, diz respeito a participações em lucros que deveriam ter sido distribuídos desde o final dos anos 70. Entre os prejudicados estão investidores estrangeiros, como a gestora de recursos americana Brandes, que tem entre os cotistas diversos fundos de pensão dos Estados Unidos. Detentora de 6% das ações ordinárias da Eletrobrás, a Brandes teria 500 milhões de reais a receber. No final de outubro, a Comissão de Valores Mobiliários, em resposta a questionamento da Brandes, considerou que a Eletrobrás infringe a Lei das Sociedades Anônimas e determinou apuração de responsabilidades. Curiosamente, o maior credor dos dividendos – por ser o maior acionista – é o Tesouro Nacional, que teria direito a mais de 5 bilhões de reais. A explicação dada pela Eletrobrás para não repartir o lucro é a necessidade de investimentos. A mesma preocupação em preservar o capital para realizar projetos, contudo, não é observada em outras frentes. Uma delas é a da gestão da conta de óleo combustível comprado para manter em funcionamento usinas termelétricas que abastecem regiões isoladas, como Manaus, um gasto anual superior a 3 bilhões de reais. Nessa função, a Eletrobrás foi flagrada pagando à distribuidora BR, da Petrobras, valores acima da média de mercado. “Quem compra 3 bilhões em óleo tem poder para barganhar, mas a Eletrobrás pagou um valor por litro mais caro do que o cobrado na bomba dos postos”, diz Kelman, da Aneel, que por isso multou a empresa em 12 milhões de reais.

A riqueza perdida

Diante disso, o que tem a dizer a direção da Eletrobrás? “Recebi a determinação de criar aqui um sistema integrado, competitivo e rentável”, afirma José Antonio Muniz Lopes, engenheiro com mais de 40 anos de casa, nomeado em março para presidir a empresa. “A ordem, uma decisão política do USINA DE ITAIPÚpresidente da República, é fazer da Eletrobrás uma Petrobras do setor elétrico.” Aviso aos navegantes: entenda-se por essa mudança uma empresa talvez ainda mais encorpada, com capacidade até de atuar no exterior. Lopes aponta providências que já foram tomadas para atacar alguns dos problemas listados no estudo do Acende Brasil. “Esse relatório nasceu caduco, porque saiu sem levar em conta as mudanças que estamos fazendo”, diz ele. Uma delas foi a criação de uma diretoria única para cuidar das seis distribuidoras estaduais que deveriam ter sido privatizadas, mas não foram devido a influências políticas. Usadas como cabides de emprego e para promover benesses com dinheiro público, nos estados de Rondônia, Amapá, Amazonas, Acre, Alagoas e Piauí elas deram prejuízo conjunto de 1,2 bilhão de reais em 2007. Agora, todas têm um só presidente, Flávio Decat de Moura, profissional respeitado no setor. O plano anunciado é sanear as operações e fazê-las dar lucro em 2009. Lopes também diz que os acionistas vão receber os dividendos retidos. “Estamos dentro da lei, mas vamos pagar, porque é estratégico para recuperar o valor da empresa na bolsa”, afirma. Quando, ainda não está certo. Recentemente, a Eletrobrás anunciou que conseguiu que seus papéis passassem a ser considerados de nível 2 na bolsa de Nova York, o que significa que podem ser negociados no pregão – no nível 1 estavam confinados a negócios de balcão. “Agora queremos entrar para a lista do índice Dow Jones”, diz o presidente da empresa. Para o bem dos contribuintes brasileiros, é bom que esses planos vinguem e a Eletrobrás se concentre essencialmente em ser uma geradora, e não destruidora – de energia e de riqueza.

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PUBLISHED BY ‘PORTAL EXAME’ (Brasil)

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BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

All rights reserved. This copyrighted material may not be published, broadcast or redistributed in any manner.

© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

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ESTRATÉGIAS CONTRA A CRISE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31/10/08 07:59

Coluna Econômica – 31/10/2008

LUIS NASSIF por Luis Nassif

Ainda é cedo para avaliar como será 2009 na economia brasileira. Em grande parte o resultado será conseqüência da maior ou menor rapidez com que as autoridades econômicas tratem de algumas problemas atuais da crise.

No plano global, há uma crise financeira ainda em curso; à qual se seguirá uma crise econômica – já em curso. A crise financeira veio através de duas ondas iniciais; e de uma terceira onde que está por vir.

Primeira onda – a crise do subprime e do sistema bancário internacional. Razoavelmente superada. Faltam ainda providências para induzir o sistema bancário a voltar a emprestar. Alguns analistas sugerem que o caminho seria os diversos Bancos Centrais se tornarem co-avalistas do risco de empréstimo.

Segunda onda – em curso, é a chamada desalavancagem dos fundos hedge. Ou seja, fundos especulativos desfazendo-se de seus ativos. Foi esse movimento que provocou a mega-onda que derrubou bolsas de todo o mundo e jogou o yen nas alturas. No caso do yen, com os fundos se desfazendo dos empréstimos que tomavam no Japão, para especular em outras países. Já se passou pelo epicentro dela. Poderá dar alguns solavancos, mas caminha para se acalmar.

Terceira onda – as crises das economias nacionais. Para prevenir, o FED (BC americano) fez troca de moedas com quatro países – Brasil, México, Cingapura e Coréia – e está preparando para atuar com mais dez. Além disso, o FMI reduziu a burocracia para poder amparar países com problemas externos. Ainda não está sob controle.

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No caso brasileiro, os desafios são da seguinte ordem:

Desafio 1 – restabelecimento do crédito.

O Banco Central reduziu o depósito compulsório dos bancos, mas o dinheiro não fluiu para as empresas; fez leilão de hedge cambial, mas o crédito está se abrindo muito lentamente para os exportadores. Isso se deve ao receio dos bancos em relação às empresas. Não se sabe ainda, nesse terremoto global, a situação de cada empresa ou setor.

O BC terá que ser mais atuante, colocando penalidades nos bancos que não emprestarem e tratar de ir para a linha de frente.

Esse é o desafio maior.

Desafio 2 – criar fatos concretos que melhorem as expectativas dos empresários.

O Copom (Comitê de Política Monetária) perdeu uma excelente oportunidade de virar as expectativas. Se tivesse reduzido a taxa Selic, ainda que em módico 0,25 ponto percentual, poderia reverter as expectativas rapidamente.

Outras preocupações do governo devem ser a de evitar o máximo possível volatilidade no câmbio, na Bolsa de Valores e nos títulos externos brasileiros. É hora de ressuscitar a antiga mesa de operações do BC para atuar firmemente nessas frentes.

Outro ponto relevante é o anúncio do programa de investimentos para 2009 no âmbito do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). As grandes estatais estão com recursos em caixa, assim como as grandes empresas privadas brasileiras.

O governo deveria se reunir com essas empresas, somar os investimentos que serão efetuados, analisar as condições objetivas para que não sejam frustrados e anunciar em grande estilo para a opinião pública.

enviada por Luis Nassif

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