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Archive for November 23rd, 2008

STOCK MARKETS MAY TRADE SIDEWAYS FOR 15 YEARS – HENDRY

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

November 21, 2008 – Reuters. Reuters

by Laurence Fletcher (Reuters)

Stock markets may remain stagnant and trade sideways for over 15 years, according to hedge fund manager Hugh Hendry, who believes many large mutual fund firms could disappear as a result. Hendry, partner and chief investment officer at Eclectica Asset Management, also said that poor performance from hedge funds and private equity could leave both industries as niche, little talked about asset classes in the future.

So far this month, Hendry’s 146.2 million euro ($183 million) Eclectica fund is up an estimated 12.2 percent, after a 49.8 percent rise in October. In the first ten months of the year the fund is up 27 percent. “The stock market could oscillate or go sideways for a period as long as 25 years, from 10 years ago,” Hendry told Reuters in an interview late on Thursday. “We’ve got another 15 years of markets rising, falling and going sideways.” On Thursday the S&P 500 index fell 6.7 percent to its lowest level since 1997.

The fall, which takes the S&P to more than 52 percent below its October 2007 record high, makes the current bear market the second biggest on record, exceeded only by the 83 percent drop between 1930 and 1932, according to Stock Trader’s Almanac. Hendry said that as a result of markets making no money for investors in nominal terms, many long-only fund firms which measure their performance relative to stock market indices, rather than in absolute terms, could disappear.

“You’re going to lose so many large, long-only institutional managers,” he said.

“Over 30 years, when the Dow went from 700 to (nearly) 14,500, the principal risk was keeping up with the index. But benchmark risk is going to be the ruin of your business.” He also said poor performance by hedge funds and private equity at a time when many investors expected them to make money could leave them as niche, overlooked sectors in future.

This year the $1.7 trillion hedge fund industry is delivering record poor performance, down 16.05 percent in the first ten months, according to Hedge Fund Research.

“The hedge fund industry and private equity industry seem to be very, very comparable to the investment trust sector in the late 1920s – unregulated, quite leveraged,” he said.

“People don’t talk about them (investment trusts now) because they (messed) up so badly in a pivotal moment in their history. I fear for private equity and hedge funds it will be something similar.”

Hendry said he was looking at buying super senior bank loans but had not done anything yet as they could fall further.

“We had our first credit meeting in a long time. We’re looking at buying bank loans, super senior,” he said. “There’s one or two we might dabble … But I’m waiting.”

He also said he had cut back leverage on his bet on interest rate swaps – which he describes as the fund’s highest conviction trade ever and which made most of his gains in October – and continues to favour government bonds in the short-term.

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PUBLISHED BY ‘FINANCIAL MIRROR’ (Cyprus)

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ENTREVISTA – IDELI SALVATI “A TORNEIRA DO JEITINHO FOI FECHADA” – Para senadora, as novas normas para o setor portuário devem aumentar concorrência na área

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

20 de julho de 2008 : 01h00m

por Karla Correia

BRASÍLIA

Com a edição do decreto 6.620, publicado no Diário Oficial da União (DOU) em 29 de outubro, a SENADORA IDELI SALVATIiniciativa privada passou a poder explorar portos destinados a movimentar cargas de terceiros, mediante concessão do serviço – definido como público na Constituição – por processo licitatório. Para quem olha de fora do setor, trata-se de uma boa notícia para qualquer empresa interessada no lucrativo setor de transporte marítimo, mas a possibilidade de seleção de empresas privadas para as concessões, em contratos de 25 anos, prorrogáveis por mais 25, dividiu a iniciativa privada em uma batalha acirrada que se refletiu nos debates travados no plenário do Senado. Ao Jornal do Brasil, a líder do bloco governista no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC) afirma que o decreto será capaz de atrair investimentos privados para o setor, ao estabelecer regras claras e um ambiente igualitário de concorrência entre as empresas. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Qual a principal mudança que o decreto 6.620 traz para a exploração dos portos?

Em primeiro lugar, a gente tem que ter em mente que a operação de portos para transporte de carga é serviço público, isso é definido pela Constituição. A legislação permitia às empresas construirem portos para o transporte de sua própria produção e, para aproveitar a ociosidade das instalações, transportar de forma residual carga de terceiros. Certos empresários se aproveitaram dessa flexibilidade da lei, montaram seus portos e acabaram fazendo com que a carga de terceiros representasse 90%, 95% de sua movimentação. Isso sem se submeter às exigências da lei, que incluem a contratação de mão de obra do Ogmo (Órgão Gestor de Mão-de-Obra dos Portos), o pagamento de certas taxas, mais uma série de regras. O decreto acaba com essa janela e determina que qualquer porto privado pode fazer transporte de carga de terceiros, desde que passe por processo licitatório para concessão de serviço público.

Que tipo de problemas essa flexibilização nas normas acarretava para o setor?

Estava instalada uma concorrência profundamente desleal entre os portos. De um lado estavam os públicos e aqueles que seguiam a legislação à risca. Do outro, os que se aproveitavam da brecha da lei e não tinham os mesmos gastos dos demais – que é de onde vem a oposição ao decreto, hoje. No meu Estado, Santa Catarina, a gente pode ver a concretização desse problema. O porto público de Itajaí, onde nós tivemos um grande volume de investimentos dentro das obras do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), de correção de mole, aprofundamento do canal. Foram mais de R$ 100 milhões aplicados no porto de Itajaí. Do outro lado do rio, na margem esquerda você tem o Portonave, que se instalou como porto privativo, com carga própria e que hoje tem ampla maioria de sua movimentação como carga de terceiros. Então, como eles não seguem nenhuma das regras, tem dias que encostam três navios no Portonave e nenhum no porto público. E eles só se instalaram lá porque o dinheiro público fez as obras. Eles se beneficiaram das obras, da dragagem, das reformas todas e não seguem nenhuma regra. Como o decreto estabelece as regras de forma muito clara, essa rapaziada chiou muito. Mas não tem o que chiar.

Uma das reclamações mais freqüentes é a insegurança daqueles que adquiriram terrenos a beira-mar para investir na construção de portos e que, agora, podem perder esses terrenos se não vencerem as licitações…

Quem já é dono de terreno a beira-mar também não tem do que reclamar. Se, por exemplo, na minha propriedade há uma bela cachoeira, com potencial para gerar muita energia, vai haver uma licitação. Eu posso até concorrer na licitação, ganhar e colocar uma usina, uma PCH (pequena central hidrelétrica), na minha propriedade. Mas eu tenho de participar da licitação. Se eu não ganhar, há a desapropriação do terreno e pronto. A regra é essa. Vale, a partir de agora, também para os portos.

Também existe a crítica de que o novo decreto favoreceria um cartel de empresas na exploração dos portos. Isso é possível?

Pode haver cartéis dos dois lados de interesses envolvidos nessa questão. Essa é uma briga de cachorro grande, de setores econômicos com muito recurso. Mas você tem de seguir o que a Constituição estabelece. Esse foi o meu debate com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que se opôs ao decreto: se você quer mudar o marco regulatório, não há nenhum problema debater se o porto não tem mais de ser serviço público concessionado. Só que mudar isso é mudar a Constituição. Não me venha como emenda simples ou medida provisória. Me apresente uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que tem rigor na tramitação, precisa de maioria absoluta em dois turnos, nas duas Casas para a gente poder mudar. Se quiser, vai ter mudança. Mas tem que acontecer pelo instrumento legislativo adequado, seguindo a regra para mudar o que diz a Constituição.

Como o enrijecimento das regras para exploração dos protos pode ser capaz de atrair investimentos para o setor?

Não é que a regra seja apenas mais rígida. Ela é, agora, mais clara. Foi fechada a torneirinha do jeitinho na exploração. A atividade, agora, tem obrigatoriamente que retratar o que está na Constituição: transporte de carga nos portos é serviço público e, para ser aberta ao setor privado, deve passar por licitação. Além do mais, a regra clara, transparente, dá mais segurança ao mercado, ao investidor sério. Ao não seguir as regras, ao não precisar contratar o pessoal do Ogmo, a lucratividade fica maior, é obvio. Mas isso prejudica quem recebeu uma concessão e segue as normas. Não tem como continuar nesse jogo de duas regras. O “jeitinho” atendeu a um determinado grupo que tinha recursos para aplicar, mas deixou muito inseguro o outro grupo, de investidores grandes, mas que aplicaram dentro da regra de licitação. Você tranqüilizou quem já estava agindo dentro da regra e trouxe a turma do jeitinho para dentro da regra. O que o decreto fez, basicamente, foi não deixar haver uma lucratividade diferenciada para quem não segue as normas.

Nesse novo cenário, o governo deve manter os investimentos previstos para o setor no PAC?

Acredito que os investimentos continuarão. As obras federais estimulam o investimento privado. Foi o caso de Itajaí, onde tivemos R$ 100 milhões em investimento público e, da iniciativa privada, somando todos os terminais instalados ao longo do rio, veio algo em torno de R$ 1,2 bilhão em investimentos. A própria Portonave investiu R$ 400 milhões. Isso foi mobilizado porque houve aquelas melhorias na condição do porto público. Em Imbituba (SC), houve a mesma coisa. O governo está fazendo a retificação dos moles e vai fazer a dragagem. E, lá, nós já tivemos investimentos da Santos Brasil de quase R$ 300 milhões. Então, nós pusemos algo em torno de R$ 30 milhões, se muito, no porto. E a iniciativa privada respondeu investindo quase dez vezes esse valor.

Esse volume de recursos investidos conseguiu afastar o fantasma de um apagão portuário no médio prazo?

Não existe mais esse risco. Há um fator negativo nessa afirmação porque, infelizmente, nós vamos ter uma diminuição do crescimento do PIB no próximo ano – o que reduzirá a pressão pela demanda portuária. Mas ao mesmo tempo, o governo está se comprometendo a manter o nível de investimentos no setor. E mesmo sem contar com a redução da demanda já se podia afirmar em recuperação da infra-estrutura portuária. O grande exemplo que ilustrava o risco de um apagão no setor eram as filas que se formavam no porto de Paranaguá (PR). Não existem mais filas. E os exemplos de investimentos privados são muito contundentes. Acho que esse risco foi definitivamente apagado.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL DO BRASIL’

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STERLING SUFFERS, BUT UK INTERVENTION UNLIKELY

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

November 21, 2008 – Reuters

By some measures, sterling’s recent slide is even greater than the fall in late 1992 when it was ejected from a group of European currencies, but the chances of a repeat rescue attempt from the Bank of England are minimal.

The doomed attempt 16 years ago to take on currency traders, most notably George Soros, to keep sterling in the Exchange Rate Mechanism cost around two-thirds of UK foreign exchange reserves and scarred the collective conscience at the BoE and Treasury.

But unless sterling’s fall becomes disorderly in the eyes of UK officials and threatens the stability of financial markets and business and trade with the rest of the world, analysts say the BoE and UK Treasury will be loath to try anything similar.

Indeed, as BoE officials have indicated, an export-boosting, weak currency may be one of the few bright spots on the horizon for the UK economy otherwise ravaged by the tumbling housing market and collapse of credit.

“The key issue for UK financial officials is to get the economy moving, to try to prevent a slowdown next year from being more pronounced,” said Trevor Williams, head of group economic research at Lloyds TSB in London.

“To some extent a weaker currency helps in that effort … so it’s the lesser of two evils.”

Sterling has tumbled 16 percent against the dollar so far this quarter, compared with more than 15.3 percent in September-December 1992. Implied volatility on one-month sterling/dollar currency options shot up to nearly 30 percent earlier this month, eclipsing a jump to 22 percent in October 1992.

During that period, UK authorities burned through as much as an estimated $30 billion by many accounts in an unsuccessful bid to stem the pound’s drop before permanently withdrawing from the ERM.

According to Willem Buiter, professor at the London School of Economics and former BoE policymaker, the depreciation of sterling’s effective exchange rate in the past year is larger than that in the year following the UK’s exit from ERM.

“There can be little doubt, however, that there is a point at which the weakness of sterling ceases to be the correction of an anomaly and becomes an anomaly and a problem. I believe we are close to that point,” Buiter said this week on his blog http://blogs.ft.com/maverecon/.

But he ruled out the likelihood of the BoE wading back into FX markets to support the pound this time around, even though “a triple crisis” of sterling, UK sovereign debt and banking is a real threat.

“There is zero chance of the BoE intervening either on its own behalf or as agent of the government, unless the sterling forex market were to seize up or become illiquid and disorderly. There is no sign of that,” he said.

Sterling traded around $1.49 against the dollar on Friday, and analysts say authorities are willing to see sterling weaken towards a fair value range of $1.40-1.50 and a fall significantly under $1.40 would be needed for the prospect of intervention to even reach the table.

DEBT DEMAND

Sterling has fallen 25 percent against the dollar this year, hitting a 6-1/2-year low around $1.45 last week, when it also hit a record low against the euro of 86.62 pence and a 13-year trough on a trade-weighted basis at 80.5.

After the pound tumbled following the BoE’s 150 basis point cut in interest rates earlier this month, BoE Governor Mervyn King said that its fall over the past year was not surprising and was an inevitable part of rebalancing the UK economy.

UK Prime Minister Gordon Brown has also weighed in, blasting a suggestion from the opposition Conservative party that plans for the government to use borrowed money to spend its way out of the recession could trigger a run on the pound.

The pound’s slide so far has not fanned inflation risks and by common consent, having long been overvalued, analysts say authorities are happy to have it weaken.

Nor has it scared investors away from UK government bonds, which really would be a concern for policymakers. Demand for safe-haven bonds has helped to push the two-year gilt yield below 2 percent this week for the first time ever and 10-year yields below 4 percent.

“At the moment, we’re not seeing sterling weakness adversely affecting either the gilt market or bond yields or any government auction,” said Mansoor Mohi-uddin, chief currency strategist at UBS in Zurich.

He added that at the moment, a drop in demand for UK debt would likely be one of the few situations in which UK authorities would consider shoring up the currency, particularly given government plans to borrow its way out of the recession.

But analysts at Bank of New York Mellon say this may be happening already. They recently pointed out that outflows from UK fixed income instruments since September have offset around 75 percent of all the inflows seen since 2004.

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PUBLISHED BY ‘FINANCIAL MIRROR’ (Cyprus)

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SIDERURGIA: SAMARCO, DA VALE, REDUZ PRODUÇÃO DE PELOTA

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

21/11 – 21:23

Redação – InvestNews

SÃO PAULO, 21 de novembro de 2008 – A joint venture não-consolidada da Vale, a Samarco, na qual a empresa possui participação acionária de 50%, ajustará a produção de pelotas de acordo com as condições de mercado atuais. A Samarco, cuja capacidade nominal de produção é igual a 21,6 milhões de toneladas métricas de pelotas por ano, reduzirá dois terços da produção de pelotas do final de novembro a meados de janeiro de 2009. A terceira planta da Samarco, que iniciou as operações em abril e que possui capacidade nominal de produção de 7,6 milhões de toneladas métricas por ano, continuará a operar.

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PUBLISHED BY ‘INVESTNEWS’ (Brasil)

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SOROS DIZ QUE EUA PRECISA DE BILHÕES A MAIS EM PLANOS DE AJUDA (USA)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

22 de Novembro de 2008 – 13:34

Reportagem de Kerstin Gehmlich

BERLIM (Reuters) – A economia norte-americana precisa de 300 a 600 bilhões de dólares em GEORGE SOROSplanos de ajuda para enfrentar a crise financeira, disse o investidor bilionário George Soros segundo uma publicação semanal alemã.

Soros disse à revista Der Spiegel que os Estados Unidos precisam de um programa de infra-estrutura, assim como de um grande pacote de estímulo econômico para fornecer dinheiro suficiente às suas cidades e Estados.

“Isso excedeu às minhas expectativas mais ousadas”, disse Soros à revista, que começa a circular na segunda-feira. Ele se referiu à dimensão da crise financeira global.

O governo norte-americano lançou um pacote de ajuda de 700 bilhões de dólares para lidar com o tumulto nos mercados.

Mas Soros criticou o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Henry Paulson, por reagir tarde demais à crise.

“Ele somente reagiu ao problema depois que ele já tinha surgido. Ele não teve habilidade para perceber que estes problemas estavam vindo”, disse Soros, acrescentando que Paulson estava “completamente despreparado” para a falência do banco de investimentos Lehman Brothers.

Soros afirmou que tem grandes expectativas quanto à habilidade do presidente eleito Barack Obama de tomar medidas apropriadas.

“A duração da crise depende do sucesso de suas políticas”, disse. “Eu tenho grandes esperanças em relação a Obama”.

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PUBLISHED BY ‘PORTAL EXAME’ (Brasil)

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SHOULD WE BAIL OUT GM ? WHAT ARE YOUR THOUGHTS ?

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

Saturday, November 22, 2008

Posted by Dee at 7:44 PM

GM Leaders flew in their private jets to meet Congress and tell them our country is headed for “catastrophic collapse” if the government doesn´t give them a $25B bailout. GM said it will run out of cash as early as January if it does not get help from the government. Analysts said GM will be liquidated if they are forced into bankruptcy. Republicans are against a GM Bailout although they advocated the $700B Bailout for their crony banks on Wall St., yet the Bush Administration opposes the package saying Congress should instead adapt an existing 25-billion-dollar loan program aimed at helping the auto industry develop more fuel efficient vehicles. Meanwhile, Obama and Congress are studying the entire situation.

On the blogosphere, many bloggers are saying “No” to GM. They want them to go into bankruptcy. Some blame it on the union and union benefits and pensions. Others blame it on CEOs, their private jets, and their inability to manage their own business without outsourcing overseas and taking huge salaries. I heard Michael Moore saying “No” as well. He said GM is building a new plant in Russia and any bailout will allow GM to plant plenty of dollars overseas with no assurity of increasing domestic jobs.

I grew up in Michigan. My father worked in an auto factory in his quest for the American Dream. My father was a proud union supporter. The union viewed ALL workers as equals. They were the first advocates of one person, one vote, regardless of race-ethnicity.

I struggle when I consider the GM Bailout. Why? Because I don´t know what it is. Is it a union bailout? Worker Bailout? Executive-private jet bailout? Offshore bailout? I don´t know!! I support the workers, the union, USA Bailout! Americans need jobs! Those jobs should be bailed out. But is that what GM is promising? Or are they promising to complete their new GM plant in Russia? I don´t know.

I feel the same way about the $700B bailout. No one seems to know where the money is going or what the plan is to solve the problem. No one seems to know who is providing oversight. How is that possible?

My only hope is the new Obama administration, first to provided needed oversight, then to ensure the bailout creates jobs in America and Hope for all of our futures. Most Americans I know DO NOT want a handout. They just want an opportunity to WORK and Support their families!

What are your thoughts ?

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PUBLISHED BY ‘IMMIGRATION TALK WITH A MEXICAN AMERICAN’

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FREE TRADE HURTS FARMERS, CLAIMS NFU PRESIDENT (Canada)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

Published: Friday, November 21, 2008

by Joanne Paulson, The StarPhoenix

Grain prices may have soared earlier this year, but the 20-year average income of the Canadian
family farmer remains at zero, the president of the National Farmers Union (NFU) said Thursday.

Farmers have generated two-thirds of a trillion dollars in gross income during that time and have kept none of it, said Stewart Wells in an address to the NFU convention at the Hilton Garden Inn.

“Farmers have been brought up to that zero mark due to taxpayers’ transfers,” Wells said later in an interview.

While grain prices were quite high during the spring and summer, other commodities including beef, pork and potatoes have been tanking for some time. Meanwhile, input costs have risen faster than commodity prices and as commodities have dropped off, input costs have not.

These problems have narrowed the window of economic viability, he said. Once, farmers had three or four years to harvest a crop that would get them out of the hole. Today, they’re lucky if they have one or two years, said Wells.

“We need a systemic Canadian-made policy that will allow family farms to grow high-quality, safe food for Canadians.”

Farmers have worked too hard to grow safe food for it to go into corporate production plants where it can be contaminated with listeriosis, said Wells.

Farming problems are not cyclical, but systemic, and began with the free trade agreements that began to fall into place in the late 1980s, he said. Between 1945 and 1985, farm income was relatively stable.

“Now we’ve fallen completely out of that channel,” said Wells.

Family farmers are not surprised by the erosion of the global economy. They saw it coming with the first free trade agreements of the late 1980s, which allowed for more lax regulations and food safety processes for trading partners.

Wells says he is not opposed to all free trade, but he said the agreements must enhance local economies rather than replace them.

CWB ELECTION UNDEMOCRATIC: WELLS

Wells also slammed the Harper government for what he says is an undemocratic approach to running – and trying to get rid of — the Canadian Wheat Board.

“Over the last three years, we’re seeing how thin this veneer of democracy really is,” said Wells.

In the upcoming CWB election, between 10,000 and 15,000 wheat board permit book holders will not be voting, Wells estimated. Under new election parameters, only permit book holders who delivered to the CWB in the last 15 months (or two crop years) were automatically placed on the voters list.

The changes were mandated by the Harper government and set out by Agriculture Minister Gerry Ritz and by Chuck Strahl before him.

The CWB election is managed by official election co-ordinator Meyers Norris Penny, but should be taken over by Elections Canada in the future, said Wells.

Asked how the voters list problem will affect the election – which pits single-desk advocates against open market candidates in many cases – Wells said, “we’ll never know.”

Wheat board directors are elected in five of 10 districts per election, which are two years apart, to maintain board continuity. The same election rules applied two years ago, said CWB spokesperson Maureen Fitzhenry.

Fitzhenry said the permit book holders were eligible, but just weren’t automatically on the list. An oversight with unclear wording on the voters application form did cause some problems, but the oversight was fixed, she said.

Non-permit book holders were also eligible to vote if they could prove they had grown one of the major six grains in the last two years.

“We’re very committed to running the election in the most neutral, balanced way so the process has integrity,” said Fitzhenry.

© The StarPhoenix (Saskatoon) 2008

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PUBLISHED BY ‘The Saskatoon StarPhoenix’ (Canada)

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PIRATE HUMOUR RULES WALL STREET – Argggg, Maties! Here’s what shell-shocked financiers are laughing at on Wall Street Friday morning in a phony Bloomberg story: Somali Pirates in Discussions to Acquire Citigroup

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

November 21, 2008 at 11:20 AM EST

by Andreas Hippin

November 20 (Bloomberg) – The Somali pirates, renegade Somalis known for hijacking ships for PIRATE ENTERPRISE UNLIMITEDransom in the Gulf of Aden, are negotiating a purchase of Citigroup.

The pirates would buy Citigroup with new debt and their existing cash stockpiles, earned most recently from hijacking numerous ships, including most recently a $200 million Saudi Arabian oil tanker. The Somali pirates are offering up to $0.10 per share for Citigroup, pirate spokesman Sugule Ali said earlier today. The negotiations have entered the final stage, Ali said.

“You may not like our price, but we are not in the business of paying for things. Be happy we are in the mood to offer the shareholders anything,” said Ali.

The pirates will finance part of the purchase by selling new Pirate Ransom Backed Securities. The PRBS’s are backed by the cash flows from future ransom payments from hijackings in the Gulf of Aden. Moody’s and S&P have already issued their top investment grade ratings for the PRBS’s.

Head pirate, Ubu Kalid Shandu, said: “We need a bank so that we have a place to keep all of our ransom money. Thankfully, the dislocations in the capital markets has allowed us to purchase Citigroup at an attractive valuation and to take advantage of TARP capital to grow the business even faster.”

Shandu added, “We don’t call ourselves pirates. We are coastguards and this will just allow us to guard our coasts better.”

* – CITI IN TALKS WITH SOMALI PIRATES FOR POSSIBLE CAPITAL INFUSION

* – WILL REQUIRE ALL CITI EMPLOYEES TO WEAR PATCH OVER ONE EYE

* – SOMALIAN PIRATES APPLY TO BECOME BANK TO ACCESS TARP

* – PAULSON: TARP PIRATE EQUITY IS AN `INVESTMENT,’ WILL PAY OFF

* – KASHKARI SAYS `SOMALI PIRATES ARE ‘FUNDAMENTALLY SOUND’ ‘

* – MOODY’S UPGRADE SOMALI PIRATES TO AAA

* – HUD SAYS SOMALI DHOW FORECLOSURE PROGRAM HAD `VERY LOW’ PARTICIPATION

* – SOMALI PIRATES IN DISCUSSION TO ACQUIRE CITIBANK

* – FED OFFICIALS: AGGRESSIVE EASING WOULD CUT SOMALI PIRATE RISK

* – FED AGREED OCT. 29 TO TAKE `WHATEVER STEPS’ NEEDED FOR SOMALI PIRATES

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PUBLISHED BY ‘THE GLOBE & MAIL’ (Canada)

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PRIDE IN AUTO SECTOR TURNS TO SCORN – There was a time when the U.S. car business was the envy of the world

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

Published: Friday, November 21, 2008

by Nicolas Van Praet, Financial Post

Factories in the United States and Canada pumped out stylish and solidly built cars like the Ford Mustang and Chevrolet Corvette that captured the public imagination and became symbols of middle-class optimism. Every country wanted a Detroit. Every American was proud of Motor City’s muscle.

Today, that pride has turned to scorn in many corners of North America.

Burning through cash as vehicle sales stall in the United States and Europe, General Motors Corp., Chrysler LLC and Ford Motor Co. are asking for taxpayer-backed emergency relief of US$25-billion in the United States and as much as US$6.5-billion in Canada.

But many people say they don’t want to rescue car companies from which they would never buy a vehicle. Many argue Detroit is the architect of its own misfortune, clinging too long to big trucks while its customers wanted small cars, and bending to union demands for higher compensation while international automakers in the United States pay their workers much less.

Detroit’s automakers say they absolutely need government aid, that reorganizing their businesses under bankruptcy protection is not an option. They say they would be forced to liquidate instead, resulting in at least three million lost jobs.

But the companies are being met with more than a few mistrustful lawmakers who appear willing to call their bluff. And, in the end, bankruptcy court may be where they find themselves.

“The automakers and the government are playing chicken right now,” says Mark Bane, a bankruptcy lawyer with Ropes & Gray LLP in New York.

“You have to draw a distinction between what the automakers are saying to frighten people into giving them money and what the truth is,” adds Alan Schwartz, a professor specializing in corporate finance at Yale University. “I don’t see any particular reason why bankruptcy would be bad for these companies.”

What is it about the auto industry that makes it so special? U.S. and Canadian airlines have undergone restructurings under Chapter 11 and Canada’s Companies’ Creditor Arrangement Act – and emerged successfully. Massive companies like Kmart Corp. and Cadillac Fairview Inc. have filed for bankruptcy and are still in business.

Why would GM or Chrysler be any different?

Pressed under questioning in congressional committees this past week on whether they have examined bankruptcy protection, chief executives with all three automakers acknowledged they have weighed the possibility as a way out of their distress.

Alan Mulally, Ford’s CEO, said it’s simply “not a viable option.”

GM chief executive Rick Wagoner, whose company has indicated it may lack the cash to fund daily operations by the end of this year, used apocalyptic language in his assessment of a bankruptcy filing. It would lead to “massive economic devastation,” he said, because consumers would stop buying GM vehicles, its dealers would collapse, the supply chain would buckle and other manufacturers would also see their output paralyzed. “You would end up liquidating the company very simply because you wouldn’t have revenue.”

Independent research by CNW Group in Bandon, Oregon, supports Mr. Wagoner’s view. In a survey of 6,000 people who planned on buying a new car within six months, more than 80% of them said they would not choose an automaker if it were to file for bankruptcy.

In today’s marketplace, “bankruptcy for General Motors or any major automaker is a death knell,” CNW said.

“People buy from bankrupt companies all the time,” Mr. Schwartz says. “When you go bankrupt, you don’t disappear.”

Intervening with a direct bailout in what should be the natural outcome of market forces would be a mistake for governments, Mr. Schwartz argues. In Europe, companies in financial difficulty can apply to the European Union for a subsidy that may save them, he notes. “What we do in the U.S. is we let them fail. And we’ve had very good success with that model.”

With capital markets frozen, it would be difficult for GM or any automaker to win financing for a new lease on life through a bankruptcy filing, Mr. Schwartz says. He says a more appropriate role for governments may be to provide debtor-in-possession financing, because it would give the government priority over other lenders while ensuring a level of restructuring takes place.

Mr. Bane, the bankruptcy lawyer at Ropes & Gray, is among those pushing for a prepackaged bankruptcy for GM. In a prepack, as lawyers call it, the company would enter court with financing already arranged after striking a deal with lenders, employees and suppliers outlining concessions each party would give and what a new GM would look like. What might take more than two years or more under a regular Chapter 11 filing might take 12 months or less.

Such a deal could be struck if a deadline were set, he says, and government could give GM financing for the exclusive purpose of completing the prepack. “Once you have true parameters and you’ve also provided the financing to allow General Motors to do this kind of exercise, that would probably create the only environment in which a real deal could happen without losing your customer base,” Mr. Bane says.

President-elect Barack Obama’s transition team is exploring a swift prepackaged bankruptcy for automakers as a possible solution, Bloomberg News reported Friday.

Others argue there may not be enough time for such a solution given the precarious financial position of the Detroit three.

The more ambitious a prepack is, in terms of renegotiating not just with bondholders, but also with labour unions and other stakeholders, the more complex it becomes, says Jay Swartz, a partner at law firm Davies Ward Phillips & Vineberg, who has been involved in numerous corporate restructurings.

Mr. Swartz says the real issue with a bankruptcy filing by an automaker is the ripple effects it has on the supply base. As soon as a company files for protection, it is not obliged to pay any pre-filing debts. That will threaten the suppliers, who won’t be paid until a reorganization is finished and may have few other customers to offset the lost cash flow, he says.

“If you don’t address that problem in a Chapter 11 or a CCAA, then your entire supply chain is going to get totally disrupted and there’s going to be absolute chaos,” Mr. Swartz says.

Mitt Romney, a Republican whose father ran American Motors Corp., argued in the New York Times this past week that the best way to save Detroit’s automakers is to let them go bankrupt. Larry Kudlow, host of Kudlow & Company on CBNC, said bankruptcy is as American as apple pie.

Bankruptcy always carries with it a little bit of a stigma, says Derrick Tay, a senior partner with Ogilvy Renault in Toronto, who acted in Air Canada’s CCAA filing in 2003. But people generally tend to overestimate its negative impact, he says.

Many companies have been able to work out warranties for their products in bankruptcy. Many have successfully convinced their customers that they will be in business in the long term. “If [the sales argument about nobody buying cars from a company in creditor protection] were true, then no company should ever survive bankruptcy,” Mr. Tay says.

Mr. Tay argues the problem facing the Detroit automakers in particular is not how they will convince people to buy their cars after they have filed for bankruptcy protection.

“The problem is, do people want your cars at all? That’s a problem that filing or not filing is not going to help. And what’s worse, that’s a problem that getting a government bailout is not going to help.”

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PUBLISHED BY ‘THE FINANCIAL POST’ (Canada)

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MAIS 2 BILHÕES DE BARRIS DE PETRÓLEO NO ES – Descoberta eleva reservas para 14 bi no País

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

22/11/2008

A Petrobras anunciou ontem novas descobertas de petróleo em reservatórios do pré-sal do A BACIA DO PRÉ-SAL - De Santos até o Espirito SantoEspírito Santo, localizados abaixo dos campos de óleo pesado de Baleia Franca, Baleia Azul e Jubarte, com reservas estimadas entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de barris de petróleo. O óleo leve encontrado na área denominada Parque das Baleias é de ótima qualidade. A estatal concluiu a perfuração de dois novos poços no litoral capixaba e comunicou à Agência Nacional de Petróleo (ANP), segundo fato relevante.

“Com as novas descobertas, o volume total de óleo estimado na área do Parque das Baleias, incluídos os reservatórios localizados acima e abaixo da camada de sal, já chega a aproximadamente 3,5 bilhões de barris de óleo”, informou a estatal.

“Os excelentes resultados dessas duas perfurações, as ótimas respostas do teste de longa duração (…) e as facilidades logísticas já instaladas e em instalação na área levam a Petrobras a intensificar os estudos para acelerar a produção do pré-sal do Espírito Santo”, disse a companhia.

Os reservatórios estão entre 4.200 e 4.800 metros de profundidade. Até agora, já foram perfurados seis poços na seção pré-sal do Espírito Santo, todos eles com sucesso, destacou a companhia.

A Petrobras fez descobertas que somam 12 bilhões de barris no País. Com os poços no Espírito Santo, as reservas do pré-sal já garantidas chegam a 14 bilhões.

VITÓRIA

NO FUNDO DO MAR

A faixa de petróleo considerado de alta qualidade, chamada de pré-sal, fica abaixo de uma camada de sal, a sete quilômetros de profundidade.

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PUBLISHED BY ‘A NOTÍCIA’ (SC – Brasil)

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FATO INÉDITO NO SENADO – Oposição anuncia apoio a Tião Viana para impedir que Renan e tropa voltem a comandar Congresso

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

Data de Publicação: 23 de novembro de 2008 – Edição 22,799

por Otávio Cabral – Veja

Há dois anos, PT e PMDB fecharam um acordo que previa um rodízio entre os dois partidos nas TIÃO VIANA - PT - ACpresidências da Câmara e do Senado. Pelo acerto, a partir de fevereiro o petista Tião Viana (AC) presidirá o Senado e o peemedebista Michel Temer (SP), a Câmara. A combinação, porém, está ameaçada desde que o senador Renan Calheiros, que renunciou à presidência do Senado para escapar da cassação por crimes de corrupção, tráfico de influência, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, exploração de prestígio e sonegação fiscal, decidiu retomar o comando do Congresso. Renan colocou de prontidão seus seguidores dentro do PMDB – que não são poucos – para minar a ascensão do candidato petista. Os argumentos contra Viana revelam o grau de degradação que atingiu o Senado. Os peemedebistas alegam que o petista não pode ser presidente porque, no ano passado, ao assumir interinamente o cargo, ele teria criado terríveis constrangimentos para os colegas ao determinar a transparência nos gastos dos parlamentares, além de impedir o uso da máquina para salvar o mandato de Renan Calheiros. Diante de argumentos tão republicanos, o PMDB quer o senador José Sarney como o próximo presidente do Congresso.

A manobra de Renan Calheiros fragilizou a candidatura de Tião Viana, mas ainda não conseguiu inviabilizá-la por completo. Ao contrário, produziu um fato inédito no Congresso Nacional na era Lula: está se materializando uma curiosa aliança entre o PT e a oposição. Um grupo de senadores encabeçado por Demóstenes Torres, do DEM de Goiás, Tasso Jereissati, do PSDB do Ceará, e Jarbas Vasconcelos, do PMDB de Pernambuco, já fechou questão em torno da candidatura do petista. Os senadores continuam na oposição, votam e discursam contra o governo Lula, mas consideram que a volta de Renan Calheiros e sua tropa ao comando do Parlamento seria um retrocesso sob todos os aspectos, principalmente em relação à já tão desgastada imagem da Casa. Resume o senador Demóstenes Torres: “Tião Viana, nesse contexto, acaba sendo uma noiva charmosa. Ele é criticado por suas virtudes. Entre ele e esse pessoal do PMDB que todo mundo conhece, não há dúvida”.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL PEQUENO’ (MA – Brasil)

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LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA E A CASSAÇÃO DE CÁSSIO CUNHA LIMA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

Sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira, o governador da Paraíba, Cássio CÁSSIO CUNHA LIMA (PSDB) - Governador da Paraiba cassado por corrupção e compra de votosCunha Lima (PSDB), colocou de sobre aviso outros sete governadores ameaçados pela guilhotina do Tribunal. Especialmente no caso do catarinense Luiz Henrique da Silveira (PMDB), processado por abuso de poder político e econômico, a tragédia de Cunha Lima (PSDB) oferece preciosos recados.

Para livrar o pescoço do governador pernambucano, o badalado jurista Eduardo Ferrão – defensor de Renan Calheiros (PMDB) durante o turbilhão Mônica Veloso e o processo de cassação no Senado – fez pelo menos três referências diretas a decisões do TSE no caso de Luiz Henrique (PMDB). Nenhuma delas, agora se sabe, surtiu efeito. A mais simbólica, de que o vice-governador seria prejudicado por uma irregularidade imputada ao titular, sequer foi considerada. A situação na Casa D’Agronômica fica ainda mais tenebrosa uma vez que o relator do processo de Luiz Henrique (PMDB), ministro Felix Fischer, evolui a passos largos para levar o caso a julgamento ainda neste ano, como admite um assessor direto do magistrado: — O ministro já está redigindo o voto dele sobre esse caso.

Para piorar, horas antes de acomodar-se na poltrona de couro do plenário do TSE para cassar Cunha Lima (PSDB), Fischer negou um agravo de Luiz Henrique (PMDB) que tentava anexar
provas e incluir no processo o interrogatório de duas testemunhas. O governador fez o pedido alegando que o prazo para apresentação de defesa teria sido reaberto em função da inclusão do vice-governador Leonel Pavan como parte no processo, em 26 de setembro deste ano. Na decisão, Fischer afirmou que o prazo não foi reaberto e ressaltou que, quando devidamente intimado, o governador apresentou suas contra-razões e o então relator, ministro José Delgado, aceitou os novos documentos. O atual relator lembrou ainda que o julgamento do caso só foi interrompido porque o tribunal entendeu que Pavan deveria ser ouvido, fato sem relação, portanto, com a condição de Luiz Henrique (PMDB) no caso. Há pouco, questionado sobre a possível relação do julgamento de Cunha LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA (PMDB) Lima (PSDB) com o processo de Luiz Henrique (PMDB), um dos advogados do catarinense, o jurista João Linhares, fez as seguintes considerações ao blog.

A cassação do governador da Paraíba é um aviso à Casa D’Agronômica?

João Linhares – O processo do Cássio Cunha Lima (PSDB) não tem semelhanças com o caso do governador Luiz Henrique (PMDB). O Cunha Lima (PSDB) perdeu em todas as vezes que tentou se defender no Tribunal Regional. O Luiz Henrique (PMDB) ganhou em todas elas. O Cunha Lima (PSDB) chegou derrotado para se defender no TSE. Luiz Henrique (PMDB) chegou vitorioso.

Mas o governador paraibano foi cassado por abuso de poder econômico, mesma acusação que recai sobre Luiz Henrique (PMDB). Qual a diferença?

Linhares – O Cássio Cunha Lima (PSDB) foi acusado de corrupção pela distribuição de dinheiro por meio de cheques. Contra Luiz Henrique (PSDB) não há acusações de corrupção. Além disso, o julgamento do governador foi paralisado antes que o mérito fosse apreciado. No mérito o governador vai ser vitorioso.

Há informações de que o relator já está preparando o voto. O que o senhor sabe a respeito?

Linhares – Tentei descobrir alguma coisa sobre a possível data de julgamento, mas não consegui nada. O que posso dizer é que vamos recorrer dessa decisão do relator que negou o nosso pedido de apresentação de novas provas e testemunhas.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’ (SC – Brasil)

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GOVERNO DEVE LIBERAR RECURSOS PARA FECHAR AS CONTAS DA SAÚDE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

19 de Novembro de 2008 – 12h34

por Yara Aquino – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Na reunião da Junta de Execução Orçamentária realizada hoje (19) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutiu com ministros a liberação de recursos para a Saúde. O ministério precisa de R$ 2,6 bilhões para fechar as contas deste ano e garantir a continuidade dos serviços.

Na reunião, da qual participaram o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, e da Fazenda, Guido Mantega, o governo discutiu a liberação de R$ 1,4 bilhão para a área. A informação é do ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, que também participou das discussões.

“O ministro Temporão falou das necessidades e Lula autorizou que os ministros Paulo Bernardo e Guido Mantega a conversassem para ver o que fazer este fim de ano”, afirmou Múcio.

Outros R$ 300 milhões de emendas parlamentares poderão ser acrescentados a essa conta, de acordo com o ministro. O total então passaria para R$ 1,7 bilhão.

Sobre o orçamento da União, que será entregue ao Congresso Nacional, José Múcio afirmou que o Produto Interno Bruto (PIB) para 2009 deve permanecer em torno de 4%. “Começamos a sentir alguns problemas, mas ainda estamos otimistas, acho que vamos manter esse número.”

Sobre a viabilidade do projeto do senador Paulo Paim (PT-RS), de reajuste para aposentados e pensionistas, Múcio afirmou que o impacto financeiro seria elevado, o que torna difícil a aprovação do projeto. “Sou de uma tese de que você não pode prometer o que não pode cumprir, tem números ali que todo mundo sabe que não podem ser cumpridos e quem paga isso é o governo”.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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PROJETOS CRIADOS POR DOROTHY STANG PROVAM QUE SUSTENTABILIDADE É POSSÍVEL, DIZ MISSIONÁRIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

19 de Novembro de 2008 – 12h56

Ivan Richard – Enviado Especial

Anapu (PA) – Os Projetos de Desenvolvimento Sustentáveis (PDS), idealizados por Dorothy DOROTHY STANGStang, são exemplo de que é possível obter renda da floresta amazônica preservando a mata. A afirmação é da também missionária americana Jane Dnyer, que está em Anapu (PA) há 12 anos e mantém o trabalho na região desde o assassinato de irmã Dorothy, em 2005.

Para irmã Jane, se os governos local, estadual e federal investirem em programas semelhantes aos PDS seria possível alimentar a população, preservar o meio ambiente e oferecer uma fonte de renda aos agricultores de Anapu.

“Para preservar a mata a agricultura familiar precisa de máquina. O povo quer cumprir o fogo zero, mas sem equipamento não há condição de fazer isso”.

Ela afirma que, sem fiscalização, até mesmo os projetos de manejo não são respeitados na região.

“Tudo aqui é ilegal. Se os madeireiros atuam legalmente, porque eles esperam até a noite para vir até a cidade. A gente vive nessas estradas e encontramos os caminhões esperando a noite chegar. Já criaram caminhos alternativos para não passar pela cidade. E a mata continua caindo”.

VITALMIRO BASTOS DE MOURA, O 'BIDA', PROVAVEL MANDANTE DO ASSASSINATO, FOI ABSOLVIDO EM SEGUNDA INSTÂNCIA Nos PDS, argumenta a religiosa, os agricultores são orientados a utilizar a floresta de forma sustentável. Nessas áreas é possível, inclusive, explorar economicamente a extração de madeira, como explica a missionária.

“O único local onde há verdadeiramente um programa de manejo é no PDS Virola Jaobá, que é um manejo comunitário”, afirmou a religiosa, explicando que no local cada árvore retirada recebe uma placa de identificação de metal.

Com essa marca, acrescentou irmã Jane, a tora de madeira pode ser identificada e pode-se Rayfran das Neves Sales, o executorencontrar o tronco na floresta. “O que sai tem placa e o que fica tem placa. O móvel que for feito daquela madeira vai receber a mesma marca de identificação”, exemplificou.

O problema, para ela, é a ilegalidade. “Nosso povo, em vários travessões, está com medo do fundo dos seus lotes, porque as madeireiras entram e os agricultores nem sabem. O problema é a ilegalidade e a responsabilidade”, disse.

A pequena casa de madeira onde mora em Anapu está sempre de portas abertas. A única medida de segurança é um pedaço de arame que prende o velho portão de madeira. Perguntada se tem medo de que lhe façam mal, irmã Jane diz que o perigo que corre é o mesmo de todos no município.

“A gente vive em Anapu e tem um relacionamento com o povo daqui. O que o povo de Anapu é sujeito, nós também somos. Então, se há problema de segurança o povo também está passando por ele e não saímos enquanto não houver segurança”, diz.

Ela conta que, mesmo depois do assassinato de Dorothy, continua indo em todos os locais no município. “Alguns até chamam a gente de Dorothy”, brinca.

“Sozinho não ando mais. Antes andava, mas vamos a todas as estradas do município. Hoje acho difícil alguém pegar uma bala e matar a gente. Já criou problema demais para eles. Se quiserem acabar com DOROTHY STANGa gente, deve ser por um ‘acidente’. Todos nós sabemos [dos riscos] e fazemos o possível para evitar, mas ninguém pode evitar tudo”. Irmã Jane disse que nunca pensou em deixar Anapu.

 

 

 

 

 

 

 

DOROTHY STANG ASSASSINADA COVARDEMENTE

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UM ANO DEPOIS, ENVOLVIDOS NO CASO ABAETETUBA AINDA NÃO FORAM JULGADOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

22 de Novembro de 2008 – 11h10

por Amanda Cieglinski – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Nesta semana, o caso da menor de idade que ficou quase um mês presa em uma cela com 20 homens na carceragem da Polícia Civil de Abaetetuba (PA) completou um ano. Dos 12 envolvidos denunciados pelo Ministério Público, nenhum foi julgado. Segundo a juíza responsável pelo caso, Giovana de Cássia Oliveira, da 3ª Vara Penal de Abaetetuba, ainda é preciso colher o depoimento de mais de 100 testemunhas.

Entre os 12 envolvidos estão delegados, agentes prisionais, investigadores de polícia e alguns presos. Contra a juíza Clarice Maria de Andrade, que manteve a prisão da menor sabendo das condições em que a menina se encontrava, corre um processo administrativo disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A juíza responsável pelo caso recebeu a denúncia do Ministério Público do estado em 30 de junho e, no mês seguinte, ouviu 11 dos 12 acusados. Um dos presos acusados de estuprar a menina, Beto Júnior da Conceição, estava foragido, mas já foi preso novamente em flagrante durante um roubo em outra cidade.

Após a fase dos depoimentos, a juíza entrou de férias. Ela é a única autorizada a manusear o processo, que corre em sigilo para preservar a menor. Além de colher o depoimento de Beto, a juíza explica que em função de uma nova lei editada em agosto que modifica o procedimento do código penal, terá que ouvir novamente os acusados para que eles tenham a chance da “defesa preliminar”.

“A nova lei fala da chance da defesa preliminar, por isso eu determinei que eles fossem novamente intimados para oferecer essa defesa. A gente vai ter que ouvir todas as testemunhas, que entre defesa e acusação somam mais de 100, e no final ouví-los [os 12 denunciados] de novo”, explicou.

Outro fator que dificulta a coleta dos depoimentos, segundo a juíza, é que boa parte das testemunhas mora fora de Abaetetuba, inclusive a menor que está sob proteção da Justiça fora do Pará. Oliveira acredita que o processo está correndo “no tempo normal”. Ela afirma que a conclusão dos depoimentos ficará para 2009.

“Eu dou uma prioridade muito grande ao processo, principalmente em virtude da repercussão que tomou. Estou tramitando da forma mais rápida possível, tudo está tramitando normalmente”, justifica.

Segundo informou a assessoria do CNJ, o processo contra a juíza Clarice Maria de Andrade está com o corregedor Gilson Dipp e não há previsão para ser julgado.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER É PRIORIDADE DE TODOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

20 de Novembro de 2008

O programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (20) entrevistou a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freire, Ministra da Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freireque respondeu questões sobre a recém-lançada campanha nacional “Homens unidos pelo fim da violência contras as Mulheres”. O programa é produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido ao vivo via satélite para rádios de todo o País. Leia abaixo os principais trechos editados pelo Em Questão.

Violência – “As violências contra as mulheres são muitas – vão desde o campo físico até o psicológico. É importante que nós saibamos que uma violência alimenta a outra. O ambiente violento só faz aumentar a violência, por isso nós dizemos que a violência doméstica e intra-familiar proporciona o incremento da violência geral na sociedade. Crianças que crescem em um ambiente de violência acabam por reproduzir este comportamento quando adultos. A central de atendimento às mulheres – o Ligue 180 -, mantido pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, recebeu, de janeiro a setembro, 136 denúncias de cárcere privado. Este é o número que chegou à Secretaria; imaginem o número de casos que nós não tomamos conhecimento. O caso da menina Eloá, em Santo André, foi tipicamente um caso de violência contra as mulheres. Nós vimos que não havia um preparo de maneira a reconhecer que esse tipo de violência tem características específicas. Para quem conhece a estrutura da violência contra a mulher, era óbvio que aquele caso terminaria em uma tragédia. O agressor não quer nada mais do que a vida da agredida. Ele queria a posse daquele corpo e daquela alma, mas Eloá o havia rejeitado. Por isso, ele tomou a decisão de castigá-la, como muitos outros homens fazem com suas mulheres, companheiras e até irmãs e filhas.”

Denúncias – “A agressão contra a mulher é um problema que deve que ser tomado como prioridade por todos os governos. Para se ter uma idéia, de janeiro a setembro, nós recebemos 216 mil atendimentos na nossa Central. Isso significa informações prestadas sobre a utilização da Lei Maria da Penha, relatos de casos de violência, denúncias de cárcere privado e tráfico de mulheres. Nós não podemos dizer se o número de casos aumentou ou diminuiu porque esses números não existiam antes. O que eu posso dizer é que, certamente, o número de denúncias tende a aumentar. Pela existência da Central e outras tantas políticas, como as delegacias e a própria Lei Maria da Penha, a violência deve se tornar mais visível aos olhos da sociedade.”

Lei Maria da Penha – “A Lei Maria da Penha é cada vez menos contestada nos tribunais, na medida em que muitas contestações não têm sido acolhidas. A contestação de que a Lei Maria da Penha não valia para o caso de ex-parceiros foi derrubada pelo Superior Tribunal de Justiça. Foi uma contestação esperada porque a violência contra as mul heres se estrutura no machismo da sociedade, que também permeia o Judiciário. A grande contestação é a “por que uma lei apenas para as mulheres?”. A realidade nos mostra que estatisticamente as mulheres e as crianças são as grandes vítimas da violência intra-familiar. Por isso existem leis semelhantes em todo o mundo, não só no Brasil.”

Pacto – “Ainda há muitos desafios no campo da violência contra a mulher. Por isso, neste ano, nós decidimos dialogar diretamente com os homens. A sociedade precisa entender que a violência contra a mulher não é um problema das mulheres. Vamos fechar o ano com todos os estados aderindo ao Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Nos dias 25 e 26 deste mês, serão São Paulo e Minas Gerais. O Pacto visa justamente implementar essas políticas públicas. Temos que ampliar o número de delegacias especializadas e os postos dentro das delegacias comuns, além de treinar os policiais para que saibam como lidar com a violência contra a mulher. Temos que aumentar o número de juizados e varas especializadas, como preconiza a Lei Maria da Penha. Também temos que implantar os centros de reabilitação e os centros de penalização dos agressores – política que está prevista na lei.”

Campanha – “Estamos recolhendo assinaturas pela internet, através do endereço eletrônico www.homenspelofimdaviolencia.com.br. Mas também estamos promovendo um mutirão de coleta de assinaturas feitas no papel, manualmente. No jogo do Brasil contra Portugal, nós tínhamos uma equipe na porta do estádio coletando assinaturas. Essa campanha é importante porque não adianta imaginarmos um combate à violência contra as mulheres sem a colaboração dos homens, sem que eles entendam que a violência contra as mulheres os prejudica. Não precisamos apenas da solidariedade dos homens, mas de uma atuação ativa. Vamos lançar no Senado a campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim a violência contra as mulheres. O mote da ca mpanha deste ano é “Comprometa-se”. Um dos personagens reais dessa campanha é um pai que, não suportando mais ver o sofrimento da filha, fez a denúncia. Portanto, cada um de nós, homens e mulheres, pode fazer alguma coisa para pôr fim à violência.”

Meta – “Nós temos uma meta, que até o dia 6 de dezembro – que é o Dia Nacional dos Homens Pelo Fim da Violência -, tenhamos 100 mil assinaturas. É evidente que: a cada dia que passa, o número de assinaturas vai aumentando. Todo mundo pode ajudar. Se nós pensarmos quantas e quantos somos envolvidos nessa luta, se cada um de nós pegar mais dez assinaturas de dez amigos, nós vamos cumprir essa meta até o dia 6 de dezembro. Nós vamos enviar essas assinaturas para a ONU. Em fevereiro desse ano, o secretário-geral Ban Ki-Moon lançou um desafio a todos os Estados, a todos os governos no mundo: o de reduzirmos significativamente a violência contra as mulheres até 2015. Em 2010, haverá um balanço mundial do que fizeram os governos e os Estados no sentido de reduzir essa violência. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já demonstrou o seu forte compromisso, foi o primeiro que assinou o site Homens Unidos Pelo Fim da Violência, bem como o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o presidente do Congresso Nacional, senador Garibaldi Alves. Os três assinaram, na bela companhia do Raí, um ídolo das torcidas brasileiras e também do ponto de vista do seu compromisso social. Assinaram também o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, inaugurando a campanha, e o governador Eduardo Campos – de Pernambuco, um estado que sofre muito com os assassinatos de mulheres.”

Mulheres na prisão – “O aumento do número de mulheres nos presídios se deve, segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional, à questão do tráfico de drogas. Muitas mulheres, em geral, jovens, são presas em função da atividade criminosa de pais, irmãos ou companheiros. Faz parte do Pacto, o Mutirã o Nacional de Assistência Jurídica às Mulheres em Situação de Prisão, que consiste numa análise dos processos de cada mulher. As defensorias públicas de cada estado apresentam o projeto, de maneira que nós possamos fazer a revisão dos processos de cada uma das detentas. A intenção é que cheguemos com o Mutirão nos 26 estados da Federação, mais o Distrito Federal. Nos estados que já apresentaram os projetos, nós vamos cobrir cerca de 78% das mulheres em situação de prisão no País. São Paulo, por exemplo, concentra mais de 50% das mulheres encarceradas. Nós trabalhamos em estreita parceria com o Departamento Penitenciário Nacional, que pertence ao Ministério da Justiça. O Pronasci vem desenvolvendo o mesmo trabalho para toda a população carcerária. Nós da Secretaria, evidentemente, fazemos o recorte específico para as mulheres. Essas mulheres que, porventura, já tenham cumprido a pena terão obviamente a situação revista. Cada caso será tratado de maneira particular, porque pod e ser relacionado a abandono, negligência ou até mesmo perseguição.”

Educação – “Temos um programa na Universidade Aberta do Brasil, de educação a distância com as universidades, de maneira que cada região ou estado prepare professores de quinta a oitava séries da rede pública para lidar com os temas de desigualdade de gênero ou racial, combatendo preconceitos e discriminações que se desenvolvem desde a infância. Em março do ano que vem, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, nós vamos lançar uma série de livros infantis que trabalham outros conceitos com as crianças, derrubando preconceitos e evitando o pensamento por parte dos homens de que as relações de desigualdade os favorecem. Ao contrário, quanto mais igualdade, mais felicidade, mais prósperos serão a família e o País.”

Consciência Negra – “Nós gostaríamos de lembrar que as mulheres negras sofrem de uma sobreposição perversa de discriminações. Elas sofrem por serem mulheres, sofrem po r serem negras. Se nós pudéssemos dizer, na população brasileira, qual o segmento que mais sofre, nós diríamos que são as mulheres negras jovens, que estão mais expostas, que estão mais vulneráveis a todo tipo de agressão na sociedade, por acumularem todo esse tipo de discriminação e por serem também as mais pobres.
O que fazer – “Nós podemos fazer muitas coisas. Você pode, por exemplo, divulgar a campanha Homens Unidos Pelo Fim da Violência, pedindo para que todos assinem o nosso site . Existe o número 180, a Central de Atendimento à Mulher, para que as vítimas possam pedir socorro e serem encaminhadas aos serviços de atendimento, e que aquelas pessoas que saibam de um caso de violência possam denunciar. E os governos têm que fazer a sua parte, como está fazendo o governo de Pernambuco.”

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº89 – Brasília

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THE BLACK HOLE IN FINANCIAL MARKETS

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

Nov 22, 2008

by David P Goldman

Subprime mortgages were the beginning, not the end, of a global financial crisis, and in recognition of this fact equity markets have crashed. The proximate cause of this week’s retreat in equity markets to the lowest levels since the 1990s was the collapse of loans to American commercial real estate, which in turn implies the collapse of insurance companies and pension funds. Americans who relied on private pension funds, whether through their employer or insurance companies, will lose part or all of their pensions.

That is why it is so difficult to rescue General Motors, which has said that it may not last the year without official help. Not only stocks, but many of the fixed-income assets owned by insurance companies have fallen by half during 2008, including commercial mortgage-backed securities, and the capital securities of some commercial banks. Citigroup’s preferred shares issued last March traded on November 20 at 50 cents on the dollar.

The problem now becomes self-feeding. The collapse of equity and credit values destroys the value of corporate pensions, requiring corporations with defined benefit plans that still cover 20 million workers to divert profits to their pension funds. The impairment of the credit of insurance companies, in return, eliminates a major source of long-term credit provision.

Spread on AAA-rated commercial mortgage-backed securities Spread on AAA-rated commercial mortgage-backed securities

About US$800 billion of commercial mortgages has been packaged into bonds, owned mainly by insurance companies and pension funds. As the value of commercial real estate collapsed, the equity prices of insurance companies collapsed as well, by more than two-thirds between September 20 and the November 20 market close, while bank stocks fell “only” by half.

Standard & Poor’s 500 life and health insurance sub-index

Even more alarming than the collapse in equity prices is the collapse of the credit of some of America’s largest insurers. It now costs more than 10 percentage points above the benchmark London interbank rate to buy five-year credit protection on the Hartford group, for example. Standard & Poor's 500 life and health insurance sub-index

Cost of 5-year credit protection (basis points above London interbank rate) for Hartford Financial Services.

Like subprime loans, more than a third of which are in default, commercial real estate loans bore “outlandish” forecasts for growth and property appreciation, Bloomberg News reported on Thursday. Two multi-hundred-million dollar loans to developers in Arizona and California were near default this week, Bloomberg reported, provoking the latest round of selling of commercial mortgage-backed securities. These loans (and many others) assumed double-digit revenue growth on the part of the borrowers, which makes them as dubious Cost of 5-year credit protection (basis points above London interbank rate) for Hartford Financial Services as the so-called liar’s loans in the residential mortgage market.

Americans are beginning to understand how much of their economy depended on the housing bubble. Shopping malls sold goods to consumers who took on more debt because the appreciation of their homes made them feel wealthier. Office buildings filled with workers who sold real estate, processed home mortgages, and traded mortgage-backed securities. The US economy appeared to prosper by purchasing goods from China, and then borrowing the money back and using it to buy homes at higher prices. This, to be sure, exaggerates the problem, but the point nonetheless is valid.

The collapse of housing prices in the US leads to a collapse of consumer spending, which with a slight delay leads to a rise in unemployment, which in turn erodes the value of commercial property, and so forth.

Now that American equity prices have retreated to levels not seen since 1997, it is a fair question to ask whether the profitability of the US economy was as strong as the market seemed to think. During the tech boom of the late 1990s, to be sure, the market was willing to buy stocks with no visible profits at all. During the 2000s, financial companies comprised about 40% of all corporate profits, and these turned out to be largely illusory.

American equity returns over the very long term seem disappointing. An investor who bought the S&P 500 index in 1950, and sold it on November 20, would have earned a real compounded annual return of just 2% after capital gains tax (excluding dividends). An investor who bought at the peak of the 1960s equities boom in 1965 and sold on November 20 would only break even after inflation and capital gains tax.

The chart below shows the compound annual return to an investor who bought the S&P 500 index at each date shown, and sold at the November 20 close. the compound annual return to an investor who bought the S&P 500 index at each date shown, and sold at the November 20 close

In short, Americans have discovered that what they thought was a stable net worth (home equity and an equity portfolio) was no such thing, and that such obligations as pensions and life and health insurance are far less secure than they thought. The shock has forced a sudden shift in their behavior towards precautionary savings, which is why the US economy appears to have fallen off a cliff in October.

The US Treasury is the only entity in the United States with an unchallenged capacity to borrow, and the rush into precautionary savings was reflected in the largest-ever increase in government bond prices – by more than eight points for the 30-year bond – in American history. For the time being, the likelihood is that global demand for precautionary savings will keep Treasury yields low, even while the US government finances an unprecedented deficit – perhaps as large as $2 trillion during calendar 2009.

The liquidation of risk assets in favor of safe assets, and the shift from consumption to savings, will continue until Americans have restored some part of their lost wealth. Given that incomes will decline (through rising unemployment and lower compensation), Americans will be swimming against the current as they try to repair the household balance sheet. That portends a very long and painful economic downturn, worse than the 1979-1982 crisis that preceded the Ronald Reagan reforms.

President-elect Barack Obama is the only man in town with a checkbook, and by virtue of the Treasury’s near-monopoly of financial power, will take office as the most powerful peacetime president in US history. Faced with the collapse of private pension, health care and financing systems, Obama will have every reason to use his mandate to socialize medicine, pensions and many other aspects of US economic life. The American economy may be hard to recognize afterwards.

David P Goldman was global head of fixed-income research for Banc of America Securities and global head of credit strategy at Credit Suisse.

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PUBLISHED BY ‘ASIA TIMES’ (Hong Kong)

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