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Archive for November 19th, 2008

A MUDANÇA ENFIM COMEÇOU – Após a definição de novas regras para os serviços de saneamento, as operadoras privadas voltam a investir e ampliam a competição no setor (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

13.11.2008

Por Fabiane Stefano

Revista EXAME Rio Claro, município de 185 000 habitantes no interior de São Paulo, decidiu ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - RONDÔNIAtransformar o meio ambiente em aliado para atrair empresas preocupadas com sustentabilidade. Para isso, a cidade fechou, no ano passado, uma parceria público-privada com o grupo Odebrecht destinada à operação e à ampliação do sistema de esgoto local – o que configurou a primeira PPP municipal do Brasil. Atualmente, Rio Claro tem 100% de fornecimento de água tratada e de coleta de esgoto. Porém, apenas 12% do esgoto recebe tratamento antes de chegar ao rio que abastece a cidade. A meta fixada no contrato da PPP é que até 2011 todo o esgoto seja tratado. Rio Claro segue o exemplo da vizinha Limeira, primeira cidade no país a privatizar o serviço de saneamento, 13 anos atrás, e que hoje conta com 100% de fornecimento de água e coleta de esgoto e 80% de tratamento de esgoto. “Além de o município não precisar se endividar para investir em obras, a empresa privada trabalha de modo mais eficiente”, diz Dermeval Nevoeiro Júnior, prefeito de Rio Claro. Esse é um dos exemplos de uma nova rodada de investimentos em saneamento com participação da iniciativa privada – o que tende a levar competição a um setor que passou longo tempo estagnado e quase exclusivamente nas mãos de estatais.

De acordo com a Associação Brasileira de Concessionárias de Serviços Públicos de Água e Esgoto, operadores privados deverão investir quase 18 bilhões de reais em obras de saneamento até 2017. Isso fará com que o setor privado passe a administrar concessões que atenderão 30% da população urbana brasileira – ante os 9,6% atuais. O valor é significativo, mas ainda insuficiente para resolver as carências do país nessa área. Calcula-se que sejam necessários 200 bilhões de reais para a universalização dos serviços em 20 anos. No atual ritmo de investimentos, inferior a 2 bilhões de reais ao ano, demoraria um século para que todos os brasileiros ganhassem acesso pleno ao saneamento básico. “Não dá para imaginar que o Brasil consiga universalizar os serviços de água e esgoto sem os investimentos da iniciativa privada”, diz Rogério Tavares, superintendente de saneamento da Caixa Econômica Federal, principal fonte de financiamento do setor.

O Brasil padece de índices vergonhosos de saneamento básico. Embora 93% da população urbana tenha acesso à água tratada, menos da metade conta com coleta de esgoto. Para piorar, apenas um terço do material coletado recebe tratamento – número que coloca o Brasil ao lado de países como o Congo, mas bem distante de nações como a Alemanha, que trata 99% dos dejetos. O restante segue diretamente para o mar, rios e córregos ou acaba contaminando lençóis freáticos. A falta de coleta e tratamento provoca doenças infecciosas e parasitárias, especialmente em crianças, elevando os índices de mortalidade. “Para cada 1 real gasto em saneamento, economizam-se 4 reais em saúde”, diz Raul Pinho, presidente do instituto Trata Brasil, que estuda os problemas do setor.

Dinheiro novo no setor

Lentamente, esse cenário desolador começa a mudar. Desde 2003, com a criação do Ministério das Cidades, e mais recentemente com o PAC, o saneamento voltou a receber investimentos públicos, o que elevou ligeiramente o acesso de domicílios à rede de esgoto. O grande impulso ao setor, porém, foi dado no início de 2007, com a aprovação da Lei Geral de Saneamento Básico. A lei regulamentou a atividade e acabou com o poder das companhias estaduais, que dominam o setor.

Com a legislação definida, o setor privado voltou novamente seus olhos para os 5 562 municípios brasileiros, especialmente aqueles em que as concessões estaduais estão prestes a vencer. “O novo modelo obriga a ter eficiência; caso contrário, o município poderá substituir o operador do serviço”, diz Yves Besse, presidente da associação de concessionárias privadas. Apenas no estado de São Paulo, deverão vencer nos próximos dois anos 129 concessões operadas pela Sabesp, companhia controlada pelo governo estadual que atende 366 municípios. As cidades podem, no vencimento das concessões, fazer uma licitação aberta a todos. Hoje, apenas 23 cidades paulistas têm contratos com empresas privadas e outras 256 contam com serviços municipais. É justamente nessa faixa que se encontra um mar de oportunidades para o setor privado. O grupo Odebrecht, por exemplo, acabou de criar sua empresa de saneamento, que já reúne sete concessões no setor, incluindo as de Rio Claro e Limeira. A companhia analisa 25 municípios que devem abrir licitações para conceder os serviços. “Temos 1,5 bilhão de reais em capital próprio para investir em novas concessões nos próximos três anos”, diz Fernando Reis, presidente da Odebrecht Engenharia Ambiental. Quem também tem plano ambicioso no setor é o grupo espanhol OHL. “Para ter uma idéia do nosso potencial em saneamento, é só olhar nossos investimentos em rodovias”, diz Paulo Roberto de Oliveira, presidente da OHL Meio Ambiente Brasil. Por ora, a OHL administra 3 226 quilômetros em nove concessões rodoviárias no país, mas é dona de apenas dois contratos de esgoto no interior de São Paulo: em Ribeirão Preto e Mogi Mirim. Este último foi assinado em setembro, em parceria com a Sabesp, e prevê um investimento de 36 milhões de reais para o tratamento, até 2010, de metade do esgoto da cidade de 84 000 habitantes, que hoje lança sem cuidado os dejetos no rio Mogi Mirim. Os planos da OHL no setor incluem conquistar cinco concessões no médio prazo e investir 600 milhões de reais. (Apesar de o investimento privado em saneamento básico ser uma boa notícia, o histórico das relações entre empresas e poder público mostra que esse pode ser um caminho tumultuado. Recentemente, o grupo Odebrecht, juntamente com CBPO e Cliba, foi condenado pela Justiça a devolver 160 milhões de reais aos cofres da prefeitura de São Paulo por irregularidades nos contratos de coleta de lixo. A Odebrecht já anunciou que vai recorrer da decisão.)

A chegada da concorrência cria nova pressão sobre as estatais. “Temos vantagens comparativas, mas OBRAS DE SANEAMENTO BÁSICO - CACOAL - RONDÔNIAas empresas privadas estão com bastante apetite e disposição, o que vai exigir de nós mais eficiência e redução de custos operacionais”, diz Gesner de Oliveira, presidente da Sabesp. A competição pode ser também uma oportunidade para as estatais, em particular as mais competitivas. Até a aprovação do novo marco regulatório, as estatais eram proibidas de investir fora de seu território. Isso mudou. A Copasa, de Minas Gerais, atua em 611 municípios e já vislumbra transpor as fronteiras estaduais. “Vamos buscar oportunidades em estados onde há municípios que não estejam bem servidos”, diz Ricardo Simões Campos, diretor financeiro da Copasa.

Mais saneamento, mais saúde

Não é apenas no Brasil que a iniciativa privada engatinha no setor de saneamento. Segundo o escritório de advocacia inglês Pinsent Masons, especialista em projetos na área, no ano passado operadores privados proviam serviços a 706 milhões de pessoas, o que representa apenas 11% da população mundial. Até 2015, a participação deverá ser elevada para 16%. Proveniente de capital privado ou não, a experiência internacional mostra que o saneamento exige investimentos pesados e vigilância permanente da qualidade dos recursos hídricos. O caso do Tâmisa, cartão-postal de Londres, mostra que não se pode vacilar quando o assunto é contaminação de rios. Apesar de o primeiro plano de saneamento de Londres datar do século 19, o Tâmisa foi considerado biologicamente morto há cerca de 50 anos. Foram necessárias então duas décadas para despoluir o rio, onde hoje é possível até pescar. Tudo isso, naturalmente, tem preço. A companhia Thames Water, privatizada em 1989, investe por ano 1,5 bilhão de dólares em projetos de água e esgoto na capital inglesa. A exemplo do que ocorreu em Londres, São Paulo também tenta recuperar o maior rio que corta a cidade. O projeto de despoluição do Tietê já consumiu 3 bilhões de reais e 16 anos em obras e ainda está longe do fim. A terceira fase do plano começará no ano que vem, com conclusão prevista para 2015, e requisitará mais 800 milhões de dólares. Se os peixes voltarem a povoar o rio, como ocorreu em Londres, o dinheiro terá sido bem gasto – e o sucesso poderá estimular ações semelhantes Brasil afora.

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PUBLISHED BY ‘PORTAL EXAME’ (Brasil)

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A RISK WORTH TAKING – MANY ETHICAL SUB-PRIME LENDERS STILL MANAGE TO MAKE PLENTY OF MONEY.

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

NEWSWEEK (print edition) – November 24, 2008

by Daniel Gross, with Andrew Murr in Los Angeles and Hilary Shenfeld in Chicago

In recent months, conservative economists and editorialists have tried to pin the blame for die unholy international financial mess on sub-prime lending and sub-prime borrowers. If bureaucrats and social activists hadn’t pressured firms to lend to the working poor, the narrative goes, we’d still be partying like it was 2005 and Bear Stearns would be a going concern. The Wall Street Journal’s editorial page has repeatedly heaped blame on the Community Reinvestment Act (CRA), the 1977 law aimed at preventing redlining in minority neighborhoods. Fox Business Network anchor Neil Cavuto in September proclaimed that “loaning to minorities and risky folks is a disaster.”

This line of reasoning is absurd on several levels. Many of the biggest sub-prime lenders weren’t banks, and thus weren’t covered by die CRA, Nobody forced Bear Stearns to borrow $33 for every dollar of assets it had, and Fannie Mae and Freddie Mac didn’t coerce highly compensated CEOs into rolling out no-money-down, exploding adjustable-rate mortgages. Banks will lose just as much money lending to really rich white guys like former Lehman Brothers CEO Richard Fuld as they will on loans to poor people of color in the South Bronx.

But the best refutation may be provided by Douglas Bystry, president and CEO of Clearinghouse CDFI (community-development financial institution), based in Lake Forest, Calif. Since 2003, this for-profit firm in Orange County—home to busted sub-prime behemoths like Ameriquest—has made $220 million in mortgages in die Golden State’s sub-prime killing fields. More than 90 percent of its home loans have gone to first-time buyers, about half of whom are minorities. Out of 770 single-family loans it has made, how many foreclosures have there been? “As far as we know” says Bystry, “seven.” Last year Clearinghouse reported a $1.4 million pretax profit

Community-development banks, credit unions and other CDFIs—a mixture of faith-based and secular, for-profit and not-for-profit organizations — constitute what might be called the “ethical sub-prime lending” industry. Even amid the worst housing crisis since the 1930s, many of these institutions sport healthy payback rates. They haven’t bankrupted then- customers or their. Shareholders. Nor have they rushed to Washington begging for bailouts. Their numbers include tiny start-ups and veterans like Chicago’s Shore-Bank, founded in 1973, which now sports $2.3 billion in assets, 418 employees and branches in Detroit and Cleveland. Cliff Rosenthal, CEO of the National Federation of Community Development Credit Unions, notes that” for his organization’s 200 members, which serve predominantly low-income communities, “delinquent loans are about 3-1 percent of assets.” In the second quarter, by contrast, the national delinquency rate on sub-prime loans was 18.7 percent.

Participants in this “opportunity finance” field, as it is called, aren’t a bunch of squishy social workers. In order to keep their doors open, they have to charge appropriate rates—slightly higher than those on prime, conforming loans—and manage risk properly. They judge their results on financial performance and on the impact they have on the communities they serve. “We have to be profitable, just not profit-maximizing” says Mark Pinsky, president and CEO of the Opportunity Finance Network, an umbrella group for CDFIs that in 2007 collectively lent $2.1 billion, with charge-offs of less than 0.75 percent.

What sets the “good” sub-prime lenders apart is that they never bought into all the perverse incentives and “innovations” of the late sub-prime lending system—the fees paid to mortgage brokers, fancy offices and the reliance on securitization. Like a bunch of present-day George Baileys, ethical sub-prime lenders evaluate applications carefully, don’t pay brokers big fees to rope customers into high-interest loans and mostly hold onto the loans they make rather than reselling them. They focus less on quantity than on quality. Clearinghouse’s borrowers must qualify for the fixed-rate mortgages they take out. “If one of our employees pushed someone into a house they couldn’t afford, they would be fired,” says CEO Bystry.

These lenders put into practice the types of bromides that financial-services companies like to use in their advertising. “We’re in business to improve people’s lives and do asset building,” says Linda Levy, CEO of the Lower East Side Credit Union. The 7,500-member nonprofit, based on still-scruffy Avenue B, doesn’t serve the gentrified part of Manhattan’s Lower East Side, with its precious boutiques and million-dollar lofts. The average balance in its savings accounts is $1,400. The typical member? “A Hispanic woman from either Puerto Rico or the Dominican Republic in her late 40s or early 50s, on government assistance, with a bunch of kids,” Levy says. Sure sounds like sub-prime. But the delinquency rate on its portfolio of mortgage and consumer loans is 2.3 percent, and it’s never had a foreclosure.

Ethical sub-prime lenders have to look beyond credit scores and algorithms when making lending judgments. Homewise, based in Santa Fe, N.M., which lends to first-time, working-class home buyers, makes credit decisions based in part on whether borrowers have scraped together a 2 percent down payment “If customers build a savings habit to save that money on a modest income, it says a lot about them and their financial discipline,” says executive director Mike Loftin. Of the 500 loans on Homewise’s books in September, only 0.6 percent were 90 days late. That compares with 2.35 percent of all prime mortgages nationwide.

Since ethical sub-prime lenders know they’re going to live with the loans they make—rather than simply see them—they invest in initiatives that will make it more likely the loans will be paid back. Faith Community United Credit Union, which got started in the basement of a Baptist church in Cleveland in 1952 with members saving quarters on Sundays, now has $10 million in assets. In addition to making loans, “we teach people how to manage their finances and accounts,” says CEO Rita Haynes. ShoreBank, as part of its energy-conservation loan program, offers free energy audits and a free Energy Star refrigerator when upgrades are completed. The theory: reducing energy bills makes it more likely people will stay current with their mortgages. Today, only $4.83 million of ShoreBank’s $1.5 billion loans are in foreclosure, or just 0.32 percent

Ethical sub-prime lenders are now expanding beyond mortgages. Ed Jacob, manager and CEO of Chicago’s North Side Community Federal Credit Union, was alarmed to learn that many of his 2,700 members, most of whom have less than $100 in their accounts, were relying on the “second-tier financial-service marketplace”: check-cashing outlets and payday lenders, which charge exorbitant fees. So he rolled out a Payday Alternative Loan (PAL), $500 for six months at 16.5 percent. The delinquency rate on the more than 5,000 PALs extended thus far is 2.5 percent. “For payday lenders, it’s a success if customers keep taking out loans. To me, it’s a success if they don’t have to anymore,” Jacob says. He believes such loans can build a credit history and help “move people to better products for them and us—auto loans and, eventually, mortgage loans.”

Lending small amounts of money, carefully and responsibly, to working-class people isn’t a recipe for riches or grand executive living. At the headquarters of ShoreBank, which occupies a former movie theater built in 1923, the window in one founder’s office looks out onto a brick wall. Bystry, the CEO of Clearinghouse CDFI, earns a salary of $190,000, apittance compared with the compensation of larger lenders. (Angelo Mozilo, former CEO of Countrywide Financial, was paid $22.1 million in 2007.) For all the growth, this remains very much a niche industry.

Still, the mortgage crisis has provided an opportunity for ethical sub-prime lenders to expand. ShoreBank has added staffers and in August 2007 rolled out a Rescue Loan program, which aims to move borrowers out of expensive adjustable-rate mortgages into fixed-rate loans. “We really believe we can help people caught in these bad mortgages,” says Jean Pogge, executive vice president of consumer and community banking at ShoreBank. And with plenty of lenders having failed or pulled back from markets, new customers are flocking to their doors. “We’re getting demand for regular co-op loans for the first time,” says Levy of the Lower East Side Credit Union. In California, the news on housing may be unrelentingly grim, but through the third quarter, Clearinghouse CDFI made 161 loans for $48.4 million, up about 50 percent from the total in the first three quarters of 2007. Doug Bystry says, “This may be a record year for us.”

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HOW TO BAIL OUT GENERAL MOTORS

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

NEWSWEEK (print edition) – November 24, 2008

ROBERT SAMUELSON by Robert Samuelson

So it’s come to this: general motors, once the world’s mightiest industrial enterprise, is now flirting with bankruptcy. Ford and Chrysler may not be far behind. Car and truck sales have collapsed. GM is rapidly exhausting its cash reserves and may soon be unable to pay its bills. Here’s the dilemma: GM and other U.S. automakers ought to be rescued to minimize damage to the economy, but the rescue should require tough conditions that neither the Democratic Congress nor the incoming Obama administration seems willing to support.

In a booming economy, a GM bankruptcy might be tolerable and useful. It would remind everyone of the social costs of mediocre management and overpriced unionized labor. But far from booming, the economy is declining at an apparently accelerating rate. Confidence among small businesses has dropped to a 28-year low, according to a survey released last week by the National Federation of Independent Business.

No one knows what further havoc a GM bankruptcy might inflict. A study by the Center for Automotive Research (CAR) estimates that 2.5 million jobs would be lost in the first year. The logic: if any of the “Big Three” went bankrupt, many suppliers would also fail; because car companies share suppliers, all U.S.-based manufacturers would suffer crippling parts shortages. American production would virtually stop until new supplier arrangements emerged. “It takes 6,000 to 14,000 parts to make a vehicle,” says Scan McAlinden, CAR’s chief economist. “If you don’t have one, you can’t make it.”

This may be too pessimistic. In a Chapter 11 bankruptcy, GM would “reorganize.” It would suspend many existing debt payments and continue normal operations. Perhaps. The snag is that even in “reorganization,” GM would require new loans and these might not be available. “Historically, when companies go bankrupt, there’s ‘debtor in possession’ financing-investors lend you money, but they get repaid first. That market has evaporated because of the credit crunch,” says auto analyst Rod Lache of Deutsche Bank. No loans, no production. Another possible pitfall: worried about warranties and service, customers might shun a bankrupt GM’s vehicles.

Why run these risks when the 6.5 percent unemployment rate seems headed toward 8 percent and almost a quarter of the 10 million jobless have been out of work for six months or longer? Just to satisfy a purist “free market” ideal? It doesn’t make sense. But neither does it make sense simply to heave taxpayers’ money at automakers. The objective is not to rescue the companies or workers; it is to shore up the economy and improve the U.S. industry’s competitiveness. A bailout won’t succeed unless other things also happen.

First, auto companies’ existing creditors need to write down their debts. Even with federal aid, companies will shrink. Economist McAlinden estimates that the country has surplus assembly capacity of about 4 million vehicles, much owned by the Big Three and destined to be shut. GM will need a $25 billion government loan to get through the recession and cover closing costs, says Lache. But GM already has $48 billion of debt. Unless the Old debt is sharply written down, GM would be overburdened and its rendezvous with bankruptcy would merely be delayed. Already, shareholders are essentially wiped out.

Second, labor costs need to be cut. By Lache’s estimates, GM’s hourly compensation- wage plus fringe benefits- totaled $71 in 2007 compared with Toyota’s $47- Health benefits for retirees (many in their 50s, having retired after 30 years) are expensive. These costs contributed to GM’s massive cash drain, $31 billion since 2005- But the United Auto Workers opposes making concessions. Just the opposite. Government aid, says UAW president Ron Gettelfinger, is needed “so that auto companies can meet their health-care obligations to more than 780,000 retirees and dependents.” The bailout should be more than union welfare.

Finally, automakers need a consistent energy policy. Congress demands that companies produce more fuel-efficient vehicles (35 miles per gallon by 2020, up from 25mpg now). But politicians also want low gas prices. These goals are contradictory. To encourage consumers to buy fuel-efficient vehicles, Congress should mandate higher gas prices. Gasoline taxes could be raised gradually (say a penny a month for four years, possibly offset by other tax cuts). Wild swings between low and high fuel prices have crippled the U.S. industry by erratically shifting buyer preferences- to and from SUVs.

In bankruptcy, a judge can modify a firm’s labor contracts and debts. GM needs the benefits of bankruptcy without the uncertain-ties, but the political process- so seem to be discussing are mostly rhetorical gestures against high Other firms from executive compensation (already limited) and in favor of more fuel efficiency (already legislated). The lame-duck Bush administration hasn’t helped the conversation. It rejects additional assistance without saying why; if aid is forthcoming, it doesn’t suggest what might be useful conditions.

We are now seeing the first political side effects of the open-ended $700 billion rescue of financial institutions. With so much money going to so many recipients, boundaries and rationales need to be established. When is public intervention justified? Who deserves support and why? Otherwise, political firepower will increasingly rule. The reason for imposing tough conditions on the auto industry is not only to improve the odds of success, but also- by the sacrifices required- to make the process sufficiently unpleasant so that countless other companies and unions won’t demand similar handouts. In 1979, when it rescued Chrysler from bankruptcy, the Carter administration insisted on concessions from management, investors and labor. We should do as much or more.

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DON’T TRUST ANYONE IN A TIE

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

NEWSWEEK (print edition) – November 24, 2008

Trader turned philosopher Nassim Nicholas Taleb would probably be the first to admit the role that NASSIN NICHOLAS TALEB - Photo - David Levenson - Getty Imageschance played in his recent market gains. Though he no longer actively trades himself, the Santa Monica, California-based hedge fund he advises, Universa, has posted gains of between 50 and 110 percent in recent months, even as the S&P is down 40 percent The author of the best-selling books “Fooled by Randomness” and “The Black Swan” bases both his trading strategies and his world view on the notion that extreme events-9/11, Iraq, the financial crisis – are the norm rather than the exception. Taleb, who predicted the current global-credit debacle several years back, shares his distrust of bankers and his advice to individual investors with NEWSWEEK’S Rana Foroohar.

FOROOHAR: You come from a Greek Orthodox Lebanese family that suddenly lost its position and wealth during the war. Did this have an Impact on your theories?

TALEB: I think it simply made me realize that the world is crazier than we think it is. For example, who would have guessed a few years ago that we’d have a Republican president nationalizing banks? Yet we’ll go on, and not expect anything that crazy to happen in the future. And the more educated people are, the more likely they are to have those sorts of assumptions.

FOROOHAR: So how did we get into this financial mess?

TALEB: It’s 100 percent down to the shifts that occurred during the ’70s and ’80s, during the Reagan-Thatcher era, when Wall Street got big and pushed a culture obsessed with the bottom line, and convinced everyone to buy more stocks. Equities are good over the long run, but right now we are overexposed. People thought so much about the bottom line that they didn’t put anything away as insurance. Along with a more dynamic economy came a culture of wild capitalism, and also a shift toward more computerized trading and financial modeling, which people think is scientific (because the guys who invented it won Nobel Prizes), but it really isn’t. The risk models these hedge funds run aren’t reliable. Business schools should stop teaching them.

FOROOHAR: Are MBAs the problem?

TALEB: The New York Times is the problem. High-frequency data is the problem, because we can’t interpret it correctly. Our environment is increasingly complicated, and the data that we choose to single out and interpret isn’t always relevant [to the problem we are trying to understand].

You can always find correlations if you look. I could find a correlation between your father’s blood pressure and some aspect of the market. Any number that you hear can act as an anchor for your beliefs. If I ask you your Social Security number, then ask you how you think the market will perform, the numbers will be correlated. So you have the idea that you are charting the world of randomness, but you aren’t. This goes for funds as well – a lot of the metrics they use are ridiculous.

FOROOHAR: So what advice do you have for people trying to navigate increasingly complex and volatile markets?

TALEB: Learn to benefit from the fact that the markets are manic-depressive. Unexpected events, or “black swans,” can be dangerous, but they can also be good for you. So I recommend a very strange strategy, which is to put a lot of money-80 or 90 percent-in very safe assets like T-bills or cash, and then put the rest in highly risky assets. Even if you don’t earn enough on the bulk to offset inflation, eventually you’ll make it up on the risky assets, and what’s more-you won’t lose your money! My mother-in-law recently put her savings into bank convertibles. She lost 40 percent of her money. Her broker kept telling her that you don’t earn interest on cash, but you know what, zero percent interest is better than negative 40!

FOROOHAR: Should we all stop seeing financial planners?

TALEB: Yes. Never take advice from anyone in a tie. They’ll bankrupt you. Don’t ask a general for advice on war, and don’t ask a broker for advice on money. Think about the derivatives mess-buying credit derivatives from these banks was like buying insurance for the Titanic from people who were on the Titanic! Individuals should think about the worst-case scenarios and plan for them. The world will be crazier than you think it will be. Put money away, and then you can live with much more freedom.

FOROOHAR: You’ve said you think the world is becoming more extreme than in the past. Why?

Globalization has made the linkages between things more complex. The Internet and technology has increased the number of zeros you can put behind things. Capitalism has forced everyone to over-optimize in order to compete. There’s not enough redundancy in the system anymore. If banks had two times the capital and hah0the leverage, they wouldn’t be in the position they are in now. How would you fix the system? Take risks away from bankers. Let hedge funds-and the high-net-worth people – take it. At least they aren’t threatening society. Also, don’t use an economist as Treasury secretary. The world needs fewer economists in general. I believe in psychology, not economics.

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COM EXPANSÃO DO PIB, ECONOMIA SUBTERRÂNEA CRESCE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

São Paulo – A expansão da economia formal não diminui o nível da informalidade, a chamada ´economia subterrânea´´. Pelo contrário: até impulsiona. O dado consta da segunda edição do Índice de Economia Subterrânea, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), divulgado hoje. A economia não formalizada teve avanço de 4,7% entre dezembro de 2007 e junho de 2008, ante resultado do semestre passado. No mesmo semestre, o PIB avançou 6% (ante mesmo período de 2007).

O estudo do pesquisador Fernando de Holanda Barbosa Filho mostra que a expansão da economia formal absorve, sim, trabalhadores informais, o que não freia a economia subterrânea. Esta, por sua vez, se expande no encalço da aceleração do consumo dos novos trabalhadores formais.

O estudo derruba outro mito, que estima em 40% a participação da economia subterrânea no PIB. ´Nós ainda não temos como medir exatamente isso, mas 40% é um número absurdo, seríamos 40% mais ricos assim, o que não é real´´.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO NORDESTE’ (Brasil)

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COM EXPANSÃO DO PIB, ECONOMIA SUBTERRÂNEA CRESCE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

São Paulo – A expansão da economia formal não diminui o nível da informalidade, a chamada ´economia subterrânea’. Pelo contrário: até impulsiona. O dado consta da segunda edição do Índice de Economia Subterrânea, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), divulgado hoje. A economia não formalizada teve avanço de 4,7% entre dezembro de 2007 e junho de 2008, ante resultado do semestre passado. No mesmo semestre, o PIB avançou 6% (ante mesmo período de 2007).

O estudo do pesquisador Fernando de Holanda Barbosa Filho mostra que a expansão da economia formal absorve, sim, trabalhadores informais, o que não freia a economia subterrânea. Esta, por sua vez, se expande no encalço da aceleração do consumo dos novos trabalhadores formais.

O estudo derruba outro mito, que estima em 40% a participação da economia subterrânea no PIB. ´Nós ainda não temos como medir exatamente isso, mas 40% é um número absurdo, seríamos 40% mais ricos assim, o que não é real’.

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COM EXPANSÃO DO PIB, ECONOMIA SUBTERRÂNEA CRESCE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

São Paulo – A expansão da economia formal não diminui o nível da informalidade, a chamada “economia subterrânea”. Pelo contrário: até impulsiona. O dado consta da segunda edição do Índice de Economia Subterrânea, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), divulgado hoje. A economia não formalizada teve avanço de 4,7% entre dezembro de 2007 e junho de 2008, ante resultado do semestre passado. No mesmo semestre, o PIB avançou 6% (ante mesmo período de 2007).

O estudo do pesquisador Fernando de Holanda Barbosa Filho mostra que a expansão da economia formal absorve, sim, trabalhadores informais, o que não freia a economia subterrânea. Esta, por sua vez, se expande no encalço da aceleração do consumo dos novos trabalhadores formais.

O estudo derruba outro mito, que estima em 40% a participação da economia subterrânea no PIB. “Nós ainda não temos como medir exatamente isso, mas 40% é um número absurdo, seríamos 40% mais ricos assim, o que não é real”.

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SEMENTES TRANSGÊNICAS – Pesquisa provoca impasse no governo – Enquanto a Adece tenta prospectar centro da BioCentury, SDA se mostra contrária à produção de transgênicos

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

A possibilidade de instalação de um centro de pesquisas de sementes transgênicas no Estado motivou uma audiência pública na Assembléia Legislativa, ontem. ´É preciso saber quem produz (sementes), por quê, para quê e com que conseqüências´, disse o deputado Lula Morais, autor do pedido.

A empresa chinesa BioCentury Transgene tem interesse em estabelecer três laboratórios no Brasil, um deles no Nordeste, e o Ceará pode ser escolhido para recebê-lo.

As pesquisas seriam em torno de algodão e mamona. A questão provoca um impasse dentro do próprio governo do Estado. Enquanto a Adece (Agência de Desenvolvimento Econômico) busca prospectar o centro de pesquisas para o Ceará, a SDA (Secretaria de Desenvolvimento Agrário) é contrária à sua instalação.

Para o assessor em Agroecologia da SDA, Nicolas Fabne, o projeto contraria o PDRS (Plano de Desenvolvimento Rural Sustentável) do Estado. ´Temos que recuperar e valorizar a diversidade da agricultura agrofamiliar, em vez de apoiar um modelo de artificialização do meio rural´, argumentou.

Pesquisa

O diretor de agronegócios da Adece, Francisco Zuza de Oliveira, confirmou por telefone que houve conversas entre empresários da Bio Century e o governador. Segundo ele, o Ceará tem interesse no laboratório, mas não há nada definido. ´Além disso, a pesquisa via o melhoramento de sementes. O transgênico é apenas um ponto da questão e pesquisa não significa produção´.

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EXPANSÃO DE 13,9% NO ANO – CE acerta o passo na exportação de calçados – Com um desempenho contrário à média nacional, o Estado vai a passos largos na exportação de calçados

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

No contrapé da crise financeira global e dos principais estados produtores de calçados do País, o Ceará COMÉRCIO EXTERIOR DE CALÇADOS CRESCE MESMO EM CENÁRIO DE CRISE. VOLUME DE PRODUÇÃO E VENDAS SOBEM, FALTA MAIOR VALOR AGREGADO - FOTO - EVERTON LEMOS acerta o passo e registra crescimento este ano de 13,9% nas exportações, com incremento tanto em volume quanto em faturamento. Enquanto os pólos calçadistas gaúcho e paulista registraram quedas nos volumes de 25,91% e 30,73%, respectivamente, os cearenses exportaram 47,6 milhões de pares de sapatos, tênis e sandálias, 8,92% a mais, de janeiro a outubro último, sobre o mesmo período de 2007.

Pelo segundo ano consecutivo, o Ceará ultrapassou os gaúchos em volume de pares, mas ficou em segundo lugar no faturamento. As divisas do setor calçadista cearense somaram US$ 290,3 milhões, 14,08% superiores aos R$ 255,4 milhões anotados nos dez primeiros meses do ano passado. No cenário nacional do setor, o Ceará está atrás apenas do Rio Grande do Sul, que se mantém na liderança como Estado com maior faturamento com as exportações de calçados.

Mesmo com uma queda de 7,09% registrada de janeiro a outubro, os gaúchos registraram divisas de US$ 949,4 milhões, com o embarque de 44,1 milhões de pares.

Tênis e sandálias

Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), a partir das informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC). Ao avaliar os números, o presidente do Centro Internacional de Negócios (CIN), da Fiec, Eduardo Bezerra, avalia que o incremento das exportações cearenses foi puxado pelo mercado chinês e pelo produto diferenciado que o setor calçadista do Estado produz.

´Os tênis do Ceará estão driblando a crise´, confirma o presidente do CIN. Segundo ele, além de produzir tênis e sandálias de boa qualidade, o Ceará não compete com os fabricantes gaúchos e paulistas, que produzem sapatos de couro e concorrem fortemente com a Itália e a Alemanha.

A Abicalçados faz leitura semelhante à do CIN e revela porque as exportações cearenses cresceram e as demais recuaram. ´O crescimento deve-se ao tipo de produto que o Ceará produz e exporta. São sapatos e sandálias aceitos em vários países da Europa e da América Latina´, justifica a Abicalçados, através da Assessoria de Comunicação Social.

Outro diferencial do produto cearense, nestes tempos de crise, está no preço médio do calçado cearense, que , nos últimos dez meses, girou em torno de US$ 6,09, contra US$ 21,51, dos calçados gaúchos e US$ 17,19, dos paulistas. ´Os americanos estão deixando de comprar sapatos brasileiros devidos os preços e preferindo os asiáticos´, lamenta a Abicalçados.

Brasil em queda

O incremento das exportações cearenses não foi suficiente para evitar a queda registrada no setor, no mercado externo. O setor calçadista brasileiro registrou no acumulado de janeiro a outubro uma redução de 6,1% no volume de pares exportados, em relação ao mesmo período do ano passado, o que significou a maior queda do ano. Em 2008 foram enviados ao exterior 139,9 milhões de pares, registrando faturamento de US$ 1,6 bilhão — ajudado pelo aumento no preço médio do produto —, contra 149,1 milhões de pares nos primeiros dez primeiros meses de 2007. Em outubro último, 9,2 milhões de pares deixaram de ser exportados.

A retração, explica a Abicalçados, foi puxada pelos Estados Unidos, que reduziram tanto o volume de compras como o faturamento. De janeiro a outubro último, foram embarcados para o mercado ianque, 31,6 milhões de pares, 25,6% a menos em comparação ao mesmo período de 2007, quando o País enviou 42,4 milhões de pares.

O faturamento teve declínio de 32,6% e ficou em US$ 415,2 milhões. O mercado americano representou, nestes dez meses, 25,9% do total faturado pelo Brasil com as exportações. O preço médio do calçado comprado pelos norte-americanos também reduziu, de US$ 14,52 para US$ 13,14.

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GOVERNO AUTUA PRODUTORES RURAIS POR USO DE AGROTÓXICO ILEGAL NO PARANÁ – Ministério da Agricultura encontrou 10 produtores usando produtos proibidos

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

19/11/2008 – 15h43min

Em quatro dias da operação integrada de fiscalização de agrotóxicos ilegais em municípios do Paraná, fiscais do Ministério da Agricultura, da Secretaria de Agricultura do Paraná e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) autuaram 10 produtores por uso de produtos proibidos. As autuações serão encaminhadas para o Ministério Público Estadual e os responsáveis poderão responder por crime ambiental. A pena prevista para esse tipo de crime é de um a quatro anos.

Entre 10 e 13 de novembro, os fiscais visitaram 156 propriedades rurais em 29 municípios das regiões oeste e sudoeste do Paraná. O total de multas aplicadas chegou a R$ 44,7 mil. Durante o ano de 2006, foram fiscalizadas 207 propriedades rurais e 32 agricultores autuados. No ano passado, foram aplicadas nove autuações em 117 propriedades fiscalizadas.

A operação de fiscalização também contou com o apoio da Polícia Militar do Paraná. Foram apreendidas grandes quantidades de agrotóxico, falsificado ou contrabandeado, e vários suspeitos de contrabando dos produtos foram presos. Os agrotóxicos ilegais não possuem registro no Mapa e o seu uso é proibido por não ter eficácia comprovada. Além disso, podem ser nocivos à saúde humana e ao meio ambiente por não terem sido avaliados pelos órgãos competentes.

Conscientização

Além da ação, os fiscais do Ministério, Ibama e da Secretaria de Agricultura do Paraná estão orientando os agricultores para não usar produtos ilegais. Ao comprar agrotóxicos contrabandeados por serem mais baratos, o produtor tem prejuízo, está sujeito a multas; o produto não oferece as garantias de eficácia e compromete a produtividade da lavoura.

O Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola (Sindag) recebe denúncias de contrabando e de uso de agrotóxicos ilegais pelo telefone 0800 940 70 30. A ligação é gratuita.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

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TORTURA: SUPREMA DECISÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

09/11/2008 às 11:13

FREI BETO por Frei Betto

Está em mãos do Supremo Tribunal Federal a decisão de uma questão polêmica: a Lei de Anistia – promulgada em 1979, em pleno regime militar – considera inimputáveis os torturadores da ditadura? Um dos juízes que dará resposta é ex-preso político, o ministro Eros Grau, nomeado por outro ex-preso político, o presidente Lula, que usufrui o direito de indenização pecuniária mensal.

A tortura é considerada crime hediondo, inafiançável e imprescritível por leis brasileiras e internacionais. O Brasil aprovou o Estatuto de Roma – tratado internacional de proteção aos direitos humanos – através do decreto legislativo n° 112, de 7/6/2002, promulgado pelo decreto n° 4.388, de 25/9/ 2002.

Uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, inédita, encaminhada pela OAB, exige do STF decidir se crimes comuns praticados por militares e policiais durante a ditadura estão cobertos pela Lei de Anistia. O presidente da entidade, Cezar Britto, sustenta que a lei de 1979 não isenta militares envolvidos em crimes e deixa em aberto a possibilidade de nova interpretação que permita ao Brasil rever ações praticadas por agentes do Estado.

Anistia não é amnésia. Britto alega que a anistia foi elaborada sobre “base falsa”, para assegurar impunidade a quem torturou. Segundo ele, se o período militar não for passado a limpo, os erros cometidos podem se repetir: “É preciso abrir os arquivos (da ditadura) e contar nas escolas a verdade”, afirma.

Países como Argentina, Chile e Uruguai, apuraram os crimes e puniram responsáveis. Não por uma CARLOS ALBERTO USTRAquestão de vingança, e sim de justiça, inclusive com o aparato policial e as Forças Armadas. Não se pode confundir essas instituições com aqueles que, no reino do arbítrio, praticaram, em nome do Estado, tudo aquilo que contraria princípios elementares dos direitos humanos: sevícias, assassinatos, juízos sumários, desaparecimentos, e seqüestro de crianças.

No Brasil, a Lei de Anistia foi elaborada pela ditadura e promulgada pelo general Figueiredo. Os “juristas” de plantão preferiram ignorar os avanços do Direito em casos semelhantes na Europa da Segunda Guerra Mundial.

As Resistências francesa e italiana operaram do mesmo modo que, mais tarde, o fariam os “subversivos” brasileiros: recorreram às armas. Terminada a guerra, nenhum membro das Resistências foi anistiado, foram todos homenageados por suas ações consideradas heróicas – delas resultaram a derrota do nazifascismo, e a libertação daqueles povos, restituídos à democracia.

Os nazistas, entretanto, foram presos, julgados e condenados. O Tribunal de Nuremberg constitui um caso jurídico sui generis. Foi um julgamento realizado ex post facto. O princípio do Direito prevaleceu sobre a ilícita legalidade e as conveniências políticas. Ainda hoje, nazistas sobreviventes são passiveis de punição.

O Brasil inventou algo inusitado na história: tentar apagar, por um decreto de “anistia recíproca”, um de seus períodos mais cruéis, os 21 anos (1964-1985) de ditadura. Como se a memória nacional pudesse eclipsar-se por milagre. Assim, os algozes permanecem impunes. E as vítimas? Estas carregam o doloroso peso de, até hoje, conviverem com danos morais e físicos, verem seus torturadores impunes e seus mortos desaparecidos.

Não bastasse isso, a Advocacia Geral da União decidiu, agora, assumir a defesa de torturadores AUDIR SANTOS MACIELacusados formalmente. O governo do presidente Lula adiantou-se à decisão do STF e colocou o aparato jurídico do Estado (leia-se, do povo brasileiro) a serviço daqueles que violaram o sistema democrático e praticaram crimes hediondos.

A União decidiu assumir a defesa dos ex-comandantes do DOI-CODI de São Paulo, Carlos Alberto Brilhante Ustra e Audir dos Santos Maciel, no processo instaurado contra eles pelos procuradores federais Marlon Weichert e Eugênia Fávero. Estes exigem que sejam declarados culpados pelos crimes cometidos sob o comando deles.

Na contestação apresentada a 14 de outubro pela AGU à 8ª Vara Federal Cível de São Paulo, a advogada Lucila Garbelini e o procurador-regional da União em São Paulo, Gustavo Henrique Pinheiro Amorim, defendem a tese de que a lei de 1979 protege os coronéis: “A lei, anterior à Constituição de 1988, concedeu anistia a todos quantos, no período entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos (…). Assim, a vedação da concessão da anistia a crimes pela prática de tortura não poderá jamais retroagir”.

A ação do Ministério Público contra Ustra e Maciel é a primeira a contestar a validade da Lei da Anistia para acusados de tortura. Os procuradores Marlon Weichert e Eugênia Fávero pedem que Ustra e Maciel restituam à União todo o dinheiro pago em indenizações a vítimas de tortura no DOI/CODI, entre 1970 e 1976. Segundo dados das próprias Forças Armadas, divulgados no livro “Direito à Memória e à Verdade”, edição da Presidência da República, 6.897 pessoas passaram por aquele antro de sevícias.

A maioria, como Frei Tito, sofreu espancamentos, choques elétricos, pau-de-arara, afogamento, asfixia etc. Muitos, como Vladimir Herzog, foram assassinados amarrados na cadeira-do-dragão, revestida de metal para aumentar a potência das descargas elétricas.

A União tinha três alternativas: entrar no processo ao lado dos procuradores; permanecer neutra; tomar a defesa dos carrascos. Preferiu a terceira, escolha inconcebível e inaceitável, até porque contradiz frontalmente toda a legislação internacional assinada pelo Brasil, bem como as recomendações da ONU. E ofende a memória nacional e a todos que lutaram pelo restabelecimento do atual Estado Democrático de Direito.

[Autor de “Cartas da Prisão” (Agir), entre outros livros].

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CHINA PASSA JAPÃO COMO MAIOR CREDOR DOS ESTADOS UNIDOS

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Publicação: 19/11/2008 08:53

FolhaNews

USA AND CHINA TALK MONEY

Em meio a sua pior crise financeira em décadas, os EUA vêem uma troca de guarda na posição de seus principais credores individuais. Segundo o relatório mais recente do governo, de setembro, a China passou o Japão como maior detentor de papéis do Tesouro americano, numa ascendente que começou seis meses atrás.

Agora, a China detém US$ 585 bilhões em “treasuries”, como são chamados os títulos da dívida pública dos EUA, ante US$ 573,2 bilhões do Japão, que mais vendeu do que comprou os papéis em quatro dos últimos seis meses. No total, estrangeiros detêm US$ 2,86 trilhões de títulos do governo americano, ou o dobro do PIB brasileiro.

A notícia é agridoce para os EUA. Por um lado, o país vê reafirmada a confiança dos mercados mundiais e a crença de que o governo terá condições de honrar seus compromissos.

Por outro, vê sair do topo da lista de credores seu principal aliado na Ásia para dar lugar a seu maior competidor comercial mundial. A política de compra dos títulos pela China é agressiva: o país dobrou o valor investido desde julho de 2005.

Brasil em 4°

Já o Brasil continua em quarto lugar, posição que ocupa há mais de um ano. Mas diminuiu sua exposição, passando de US$ 146,2 bilhões em agosto para US$ 141,9 bilhões em setembro. À frente do país, além de China e Japão, estão Reino Unido e dois agrupamentos, de exportadores de petróleo, formado por 15 países, e dos paraísos fiscais do Caribe, formado por seis países.

A diferença entre compra e venda de papéis foi de US$ 66,2 bilhões em setembro, mês em que as Bolsas tiveram grandes perdas -reflexo do estopim da atual fase da crise financeira, detonada pela decisão do governo dos EUA de não socorrer o banco de investimentos Lehman Brothers, que quebrou.

O Tesouro informou ainda que investidores estrangeiros compraram US$ 143,4 bilhões em ativos americanos em setembro, a maior entrada de capital em quase três anos.

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ENDIVIDAMENTO DA ALEMANHA SERÁ QUASE O DOBRO DO PREVISTO EM 2009 (Germany)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Publicação: 19/11/2008 11:00

FolhaNews

Publicação: 19/11/2008 09:18

O endividamento da Alemanha será, em 2009, quase o dobro do previsto pelo governo, em Fifteen months ago - Reiner Holznagel, manager of the German taxpayer's federation stands in front of the 'Debt Clock' which shows the amount of state debt in Germany 01 August 2007 in Berlin. The 'Debt Clock' has been adjusted reducing the amount of new debt per second in Germany from 1,056 Euro to 539 Euro per second. The reduction is possible due to the increase in overall inland revenueconseqüência da crise financeira internacional, informa nesta quarta-feira (19/11) o diário “Süddeutsche Zeitung”.

Segundo a reportagem, o endividamento deve subir para 17,9 bilhões de euros (US$ 22,5 bilhões), frente aos 10,5 bilhões de euros (US$ 13,2 bilhões) previstos na minuta orçamentária elaborada no meio do ano. A comissão orçamentária diz que terá nesta quinta-feira (20/11) uma versão revisada da minuta para o orçamento geral do governo em 2009.

O ministro das Finanças, Peer Steinbrück, tinha estipulado como objetivo eliminar o déficit governamental até 2011, mas após a explosão da crise internacional, reconheceu que a meta não poderá ser alcançada antes do final da próxima legislatura – ou seja, até 2013.

Os novos dados divulgados pelo “Süddeutsche Zeitung” põem inclusive em dúvida o novo objetivo, pois, segundo o diário, os planos orçamentários a médio prazo indicam que em 2012 ainda haverá um novo endividamento de 10 bilhões de euros (US$ 12,6 bilhões).

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha caiu no terceiro trimestre de 2008, a segunda queda consecutiva do indicador, colocando a maior economia da Europa em recessão. O PIB caiu 0,5% em relação ao segundo trimestre do ano, segundo dados do Departamento Federal de Estatística. No segundo trimestre do ano, a economia alemã teve um retrocesso de 0,4%, enquanto no primeiro, o PIB subiu 1,4%. As quedas são as primeiras desde 2004.

A baixa do PIB alemão teve sua origem na queda das exportações e na redução da demanda interna. O departamento de estatística, com sede em Wiesbaden, informou que a baixa do PIB se deve fundamentalmente ao retrocesso da atividade econômica nos meses de julho a setembro.

As exportações, o principal motor da economia alemã, sofreram uma queda nos meses do verão europeu e, como as importações registraram de forma simultânea uma alta significativa, as vendas no exterior não contribuíram suficientemente para o crescimento.

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CRISE NÃO AFETA EMPREGO, MAS RENDA TEM MAIOR QUEDA DESDE JANEIRO DE 2006 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Publicação: 19/11/2008 11:00

FolhaNews

O mercado de trabalho vem passando incólume em meio à crise e deverá fechar o ano com o melhor desempenho desde o início da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) iniciada em março de 2002. De janeiro a outubro, a taxa de desemprego média é 8%, abaixo dos 9,6% verificados em igual período em 2007. Para o coordenador da PME, Cimar Azeredo, é bem provável que a taxa fique abaixo dos 9,3% constatados ao longo do ano passado.

“Historicamente, há mais contratações em novembro e dezembro. Foi o que aconteceu no ano passado, quando a taxa de desemprego caiu entre outubro e dezembro”, afirmou.

Ao mesmo tempo, a queda na renda do trabalhador foi a maior observada desde janeiro de 2006. Em outubro, o rendimento médio real foi de R$ 1.258,20, queda de 1,3% em relação ao mês anterior. Por outro lado, de janeiro a outubro, o trabalhador recebeu, em média, R$ 1.247,16, 3,3% acima dos R$ 1.207,04 observados em igual período no ano passado.

“A redução na renda em outubro está associada ao aumento de 0,55% da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Pode ter havido também influência do maior número de pessoas entrando no mercado de trabalho. Pode ser um reflexo do início das contratações temporárias”, completou Azeredo.

A taxa de desemprego em outubro ficou em 7,5%, a segunda menor da série, conforme divulgou nesta quarta-feira (19/11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para Azeredo, o resultado mostra estabilidade no mercado de trabalho. Ele frisou que não houve redução estatisticamente significativa na passagem de setembro para outubro, com todas as regiões pesquisadas estáveis.

“O mercado de trabalho ainda não sentiu os reflexos da crise. Não há percepção de dispensas, e as contratações continuam acontecendo. Entre setembro e outubro, foram inseridas mais 176 mil pessoas no mercado de trabalho”, observou.

O nível de ocupação, que mede a população com mais de 10 anos de idade, também é recorde. De janeiro a outubro, 52,4% dessa população está empregada. Em igual período em 2007, esse índice era de 51,4%. Em outubro, o nível de ocupação chegou a 53,5%.

Entre as regiões pesquisadas, o IBGE constatou que a taxa de desemprego de 7,7% em São Paulo foi a menor da série, deixando para trás os 7,8% observados em dezembro de 2005. Azeredo avaliou que este resultado mostra que a estabilidade econômica vem se refletindo no mercado de trabalho. São Paulo representa 40% da população ocupada verificada pela PME.

“A construção do nível atual do mercado de trabalho vem se sustentando há tempos. Esse bom momento não surgiu do dia para a noite. Embora haja um processo de crise instalado no mundo, nossa economia está arrumada”, destacou Azeredo.

Fora Salvador, onde a taxa de desemprego caiu de 11,3% para 10,7%, não houve grandes variações nas outras regiões. A taxa ficou em 8,9% em Recife, 7% no Rio de Janeiro, 5,9% em Belo Horizonte e 5,6% em Porto Alegre.

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TAXA DE DESEMPREGO CAI PARA 7,5% EM OUTUBRO, SEGUNDO O IBGE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Publicação: 19/11/2008 09:21

FolhaNews

A taxa de desemprego nas seis principais regiões metropolitanas do Brasil teve pequeno recuou em outubro, ficando em 7,5%, pouco abaixo dos 7,6% verificados no mês anterior, informou nesta quarta-feira (19/11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação a outubro do ano passado (9%), o índice recuou 1,2 p.p. (ponto percentual).

É o melhor resultado para um mês de outubro, e o segundo melhor da série, atrás apenas de dezembro de 2007 (7,4%). O contingente de desocupados totalizou 1,7 milhão de pessoas no total das regiões pesquisadas. Isso indica queda de 1,8% na comparação com setembro, e redução de 11,8% na comparação com outubro de 2007.

A população ocupada somou 22,2 milhões de pessoas, variação positiva de 0,8% em relação a setembro, nas seis regiões metropolitanas pesquisadas. Na comparação com outubro de 2007, houve expansão de 4%.

Já o rendimento médio real dos trabalhadores ocupados caiu 1,3% frente a setembro, ficando em R$ 1.258,20. Na comparação com igual período em 2007, foi constatada alta de 4,5%.

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VENDAS DE MS CRESCERAM 9,3% NO MÊS DE SETEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008 09:18

por Fernanda Mathias

A PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) aponta aumento de 9,3% nas vendas do comércio varejista de Mato Grosso do Sul no mês de setembro em relação ao mesmo período do ano passado. A pesquisa é desenvolvida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O desempenho do comércio do Estado ficou abaixo dos meses anteriores. Em agosto, o aumento foi de 11,4% e em julho 16,9%. Porém, o aumento de vendas está dentro da média nacional.

Em uma avaliação nacional, neste setembro os principais aumentos foram de 21,3% para móveis e eletrodomésticos; 13,5% para combustíveis e lubrificantes; 17,0% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; 15,9% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 50,6% para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 9,5% para tecidos, vestuário e calçados; 1,4% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; e 12,9% para livros, jornais, revistas e papelaria.

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TJ TERÁ DE ANULAR PROMOÇÃO DE JUIZES FEITAS SEM CONCURSO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008 18:56

por Ângela Kempfer

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu hoje pela anulação de substituições feitas pelo Tribunal de Justiça em duas varas de Campo Grande neste ano. O CNJ considerou ilegais “permutas entre magistrados”, que garantiram a promoção de juízes novatos, sem a realização de concurso público.

Às vésperas da promoção de dois magistrados ao cargo de desembargador, os referidos juízes foram substituídos sem qualquer seleção.

Com a decisão do CNJ, duas substituições devem ser impugnadas. No primeiro caso, o juiz Fernando Mauro Moreira Marinho, da Vara de Sucessões, saiu antes de ser promovido, em junho de 2008, para abrir espaço a Marcos José de Brito Rodrigues, da 2ª Vara de Família.

Com a vaga dele criada, o caminho foi aberto para que a juíza auxiliar Cíntia Xavier Letteriello assumisse como titular. A maneira correta, seria a convocação de concurso para o preenchimento da vaga na Vara de Sucessões, após promoção de Fernando Mauro a desembargador do TJ.

Com a substituição, o titular da vara passou à condição de juiz auxiliar, “o que soa no mínimo estranho, uma vez que não é comum que um magistrado titular da Vara de Sucessões ou da Vara Cível da Comarca da Capital tenha o intuito pessoal de permutar, para o exercício definitivo ou ao menos incerto, com magistrado que ocupe a função de juiz auxiliar”, analisou a relatora do processo, conselheira Andréa Pacha, que votou pela anulação das promoções.

Após esse troca-troca, o Tribunal de Justiça determinou que os três juízes envolvidos nas permutas permanecessem nas varas de origem, até nova deliberação. Dessa forma, todos continuaram nas mesmas funções. Mas no dia 13 de agosto, data da promoção por antiguidade do juiz Fernando Mauro, as mudanças foram efetivadas.

“Constata-se que menos de dois meses após a permuta, foi o Juiz Fernando Mauro promovido ao Tribunal. E, ainda mais grave, conforme já mencionado, durante esse período os magistrados permutados permaneceram em suas varas de origem”, reforça a relatora.

Simulação – Em outro caso, o juiz Dorival Renato Pavan, da 2ª Vara Cível também deixou o cargo abrindo lugar à Sueli Garcia Saldanha, juíza auxiliar, em 25 de junho deste ano, mesma data do anúncio da promoção de Dorival Pavan ao cargo de desembargador do TJ.

Na interpretação da relatora, as permutas “simuladas”, “visam a impedir a abertura de concurso de remoção e/ou promoção para determinada vaga, o que afronta os princípios da Administração Pública”.

Como defesa, o TJ alegou que até o momento das permutas nenhum dos magistrados estava inscrito em concurso de promoção. Mas o CNJ pondera que “havia indicativo lógico de vacância dos cargos”, e os dois juízes titulares teriam vagas garantidas de desembargador pelo critério de antiguidade, ” o que, por si só basta para que o Tribunal se abstenha de deferir a permuta”.

Um dos pontos destacados pela relatora foi a defesa da própria Sueli Saldanha, que admitiu favoritismo para a escolha.

“Quiçá, tenham servido tais motivos como determinantes à escolha feita pelo Dr. Dorival Renato Pavan a permutar comigo, eis que por ter sido um dos juízes mais operantes desta Capital pode ter se identificado com o trabalho por mim realizado, sendo que, trago anexo relatórios de minha produtividade, dando conta de que não possuo, como não possuí ao longo destes anos, processos conclusos há mais de trinta dias, estendo em dia tanto com os feitos, como com a pauta de audiência”, relatou Sueli.

Com a abertura da vaga ocupada pelo juiz Dorival Renato Pavan, poderiam concorrer, por meio da reclassificação, todos os juízes titulares interessados da Capital, todos mais antigos que a juíza beneficiada com o ato praticado pelo Tribunal. Só caso nenhum se habilitasse, poderia ser convocado juiz de outra comarca.

Além disso, consta dos autos que o juiz Marcelo Rasslan, interessado na vaga, também atuou na 2ª Vara Cível desde o ano de 1999 e que, segundo a norma vigente no Estado, poderia concorrer à vaga.

“A permuta realizada de forma ilegal afeta toda a magistratura, principalmente no que tange à movimentação na carreira”, analisou a relatora.

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PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brasil)

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CRISE CHEGA AO MERCADO DE MOTOS – Setor tinha previsões de vendas recordes para 2008, mas ano termina com expectativa de demissões

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Terça-Feira – 18/11/2008

por Ricardo Ritzel

A crise financeira mundial já começou a mudar os planos da indústria de motocicletas brasileira, diminuindo drasticamente o clima de euforia que havia no mercado desde janeiro. Tanto a Honda quanto a Yamaha, as principais fábricas de motocicletas do País, interromperam por 10 dias a produção de motos no último mês de outubro. E, conseqüentemente, alterando toda a expectativa de vendas das concessionárias e revendedoras deste tipo de veículo e seus consumidores.

A crise chegou e com ela mudam também as previsões de vendas recordes de motocicletas para este ano. Segundo os empresários do setor, as causas são a diminuição do prazo de pagamento, a porcentagem do valor financiado e, é claro, o valor dos juros cobrados pelas financeiras, que até o último agosto, proporcionavam crédito para mais de 90% das vendas de motocicletas em todo País.

Em Santa Maria, as principais lojas já estão se adaptando aos novos tempos e projetam um futuro próximo sombrio para o setor, inclusive com demissões. “Não existe mercado de motocicletas desde setembro no Brasil. Existe sim, algumas vendas e uma demanda reprimida, já que muita gente necessita deste tipo de veículo para trabalhar”, enfatizou Lucrécio Trevisan Freitas, diretor da Mega Motos, revendedora Kasinsky da região.

Freitas comentou também que sua loja vendia cerca de 30 motos por mês até o mês de agosto e, depois da crise, comercializou apenas nove em setembro, seis em outubro e tem uma previsão otimista de nove motos para novembro. “As vendas caíram cerca de 70%. Principalmente pelos juros que subiram de 1,9% ao mês para 3,4% e aumentam em muito o custo final do produto, como também, pelo corte no financiamento de motos usadas”, disse.

Segundo o empresário, com a crise ele foi obrigado a dar férias coletivas para metade de seus funcionários no mês de novembro, e, em dezembro, contemplar com a medida a outra metade dos colaboradores. “Se não mudar esta situação de mercado até o final do ano, certamente haverá demissões”, falou.

Já o supervisor de vendas da MaxiMotos, revendedora Suzuki de Santa Maria e região, Wilson César, as vendas caíram cerca de 40% nos últimos meses, principalmente pelos altos juros praticados depois da crise financeira mundial. César também enfatizou uma alternativa para quem necessita adquirir um desses veículos. “Para quem está comprando, é importante conhecer não apenas o produto e suas características, mas também o valor total do financiamento e os números exatos dos juros praticados por cada financeira para poder compará-las. Às vezes, estes pequenos números distintos fazem a diferença no final e proporcionam uma aquisição mais em conta para o consumidor”, comentou.

As demissões de funcionários também fazem parte das previsões de Claiton Minussi, diretor da Azzura, revendedora Yamaha da região. “Demissões são minhas últimas cartadas. Acredito em uma recuperação do mercado em algumas semanas”, enfatizou. Para Claiton, houve uma euforia no mercado com a grande liberação de crédito para o setor, mas aquelas empresas que perceberam esta situação atípica do mercado, precaveram-se e hoje estão em situação mais segura. “O consumidor tem que passar uma borracha nessas ofertas incríveis que o mercado oferecia até agosto e se adaptar a outros tempos, não piores que janeiro de 2008 e nem melhores. Iguais.”, comentou.

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PUBLISHED BY ‘A RAZÃO’ (Brasil)

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RECEITA DIVULGA HOJE RESULTADO DA ARRECADAÇÃO EM OUTUBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Quarta-feira, 19/11/2008 – 07:32

Brasília – A Receita Federal divulga hoje (19), às 15h, o resultado da arrecadação de impostos e contribuições federais no mês de outubro. Em setembro, a arrecadação bateu recorde, totalizando R$ 55,663 bilhões, um crescimento de 8,06% em comparação a setembro do ano passado.

Na comparação com agosto de 2008, o crescimento foi de 2,95%. No acumulado até setembro, a arrecadação totaliza R$ 499,225 bilhões, 10,8% a mais do que no mesmo período de 2007.

Segundo a Receita, o principal fator que contribuiu para o resultado foi a arrecadação atípica pela venda de empresa no valor de R$ 655 milhões.

Ontem (18), a Receita mudou a data do anúncio da arrecadação. No primeiro anúncio, a divulgação seria feita ontem mesmo, às 15h30. Depois, a Receita adiou para sexta-feira (21), às 11h. Mais tarde, foi confirmado que o anúncio será feito nesta quarta-feira.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL DA MÍDIA’ (Brasil)

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POLÍCIA FEDERAL PRETENDE PEDIR PRISÃO DE DANTAS NOVAMENTE – Delegado que substituiu Protógenes usará texto objetivo, baseado em provas técnicas e fatos novos (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Quarta-feira, 19 novembro de 2008

por Fausto Macedo e Vannildo Mendes

Mudou o comando do inquérito da Operação Satiagraha, mas não mudou a disposição da Polícia Federal DANIEL DANTAS de prender o banqueiro Daniel Dantas. Novo titular do caso, o delegado Ricardo Saadi pretende culminar a investigação com o pedido de prisão do fundador do Grupo Opportunity. Ainda não há prazo para a conclusão da devassa, que depende de algumas medidas, como perícia em HDs do banco de Dantas.

Saadi recebeu da cúpula da PF a missão de “desidratar” o relatório do delegado Protógenes Queiroz, afastado do caso em julho, em meio a acusações de irregularidades na operação, inclusive vazamentos, e de ter produzido um relatório contaminado por considerações tidas como “românticas” e “subjetivas”.

Desta vez, o pedido de prisão deverá ser sustentado por um texto objetivo, baseado em provas robustas e técnicas, acrescidas de fatos novos levantados na segunda fase do inquérito, determinado para corrigir as falhas do original. Será o terceiro pedido de prisão de Dantas feito pela PF. Saadi tomou cuidado para não criar mais um fato político, na avaliação de seus superiores.

Com 240 páginas, o relatório parcial foi entregue à 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, que ainda não deliberou sobre algumas medidas solicitadas pelo delegado. Faltam também os resultados das últimas perícias em documentos.

No final do inquérito, Dantas será indiciado pelos mesmos crimes do primeiro parecer produzido por Protógenes: lavagem de dinheiro, evasão de divisas, fraude financeira e formação de quadrilha.

O pedido de prisão, que pode ser temporária (cinco dias, renováveis por igual período) ou preventiva (pelo tempo que durar a instrução criminal), será baseado no mesmo fundamento dos dois anteriores: poder de Dantas de obstruir a Justiça, pressionar testemunhas e corromper autoridades.

As prisões anteriores foram decretadas pelo juiz Fausto Martin De Sanctis, da 6ª Vara Criminal Federal, mas ambas foram revogadas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes. O próximo pedido também será julgado por De Sanctis.

No último dia 12, Saadi entregou ao juiz o relatório parcial, apontando novos indícios sobre atividades ilícitas do grupo criminoso supostamente comandado por Dantas. O relatório, cuja essência será mantida no texto final, foi elaborado com base na análise de documentos bancários e contábeis recolhidos em 8 de julho, durante a operação, e em depoimentos tomados nos últimos três meses.

DEFESA

“Creio que qualquer medida desse gênero, se realmente a Polícia Federal solicitar a prisão de Daniel Dantas, mostrará postura de justiça medieval”, reagiu o criminalista Nélio Machado, defensor do controlador do Opportunity. “Seria a continuação do cipoal de violências e arbitrariedades que estamos assistindo de maneira flagrante desde o dia 8 de julho, quando o juiz (De Sanctis), que na verdade é um verdugo e o justiceiro de uma milícia forense, decretou a prisão por duas vezes.”

Machado disse que, se de fato a PF requerer a custódia de Dantas, “será um ato lamentável”. “E contra ele vamos fazer a resistência legal com base nos princípios legais e na Constituição.”

Destacou que o banqueiro “jamais deixou de atender a qualquer intimação ou convocação ou convite de autoridades para depor, fosse na policia, na Justiça ou no Congresso”.

Machado avalia que “não há uma única prova de envolvimento com crime organizado”. Ele suspeita que seu cliente é alvo de “uma perseguição desmedida” e argumenta que o Opportunity é uma instituição que trabalha sob fiscalização do Banco Central.

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PUBLISHED BY ‘O ESTADO DE SÃO PAULO’ (Brasil)

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FLORIANÓPOLIS ESTÁ FALIDA, SEGUNDO JB – Dados revelam desobediência do prefeito à Lei de Responsabilidade Fiscal

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Em reportagem no último dia 11, o Jornal do Brasil revela que pelo menos cinco dos 26 prefeitos das capitais brasileiras que tomam posse no dia 1º de janeiro vão encontrar os cofres municipais endividados e entre elas está Florianópolis que, segundo o JB, está virtualmente falida, se levada em conta a situação financeira de dezembro de 2007, último mês com dados completos de despesas e receitas informados à Secretaria do Tesouro Nacional (STN), como manda a legislação, entre elas a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). As outras capitais são: Belo Horizonte, Cuiabá, Maceió e Salvador.

Levantamento realizado pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam) – Fundação Prefeito Faria Lima – com exclusividade para o JB– indica que essas capitais não teriam recursos para saldar todas as suas dívidas com vencimentos no período de 12 meses posteriores às informações prestadas à STN.

– A situação pode ter melhorado este ano, mas os prefeitos eleitos só vão descobrir isso quando tomarem posse – avalia o técnico em finanças públicas do Cepam, Marcos José de Castro.

Coincidentemente, quatro prefeitos das cinco capitais foram reeleitos – Florianópolis de Dário Berger do PMDB; Cuiabá com Wilson Santos, do PSDB; Maceió com Cícero Almeida (PP); e Salvador do também peemedebista João Henrique. Em Belo Horizonte, Márcio Lacerda, do PSB, venceu com o apoio do atual, Fernando Pimentel, do PT, e do governador tucano Aécio Neves.

Lei de Responsabilidade Fiscal como base

O estudo do Cepam levou em consideração apenas os dados que indicam a situação financeira do município.

– Desde o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal um dos principais cuidados que os municípios vêm tomando está relacionado ao equilíbrio financeiro, em especial o de curto prazo, representado de um lado pelas disponibilidades (dinheiro em caixa, depósitos bancários e aplicações financeiras) e do outro lado o passivo financeiro, grupo das obrigações financeiras que engloba as chamadas dívidas flutuantes que normalmente representam as dívidas de curto prazo (restos a pagar, retenções previdenciárias a recolher, consignações em folhas de pagamento e cauções em dinheiro) – explica o técnico do Cepam.

Além da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), também a Lei Eleitoral impõe limites específicos de gastos, com especial atenção ao “restos a pagar”, à despesa com pessoal e também à publicidade institucional em último ano de mandato.

– É importante preservar o equilíbrio, mas o prefeito precisa estabelecer suas prioridades no final do mandato para não prejudicar as ações e a continuidade dos serviços prestados pelo município – acrescenta Marcos Castro.

Parte das regras que limitam e ordenam a chamada transição de contas em último mandato está no artigo 42 da LRF que trata exclusivamente dos restos a pagar.

“É vedado ao titular de poder ou ao órgão nos dois últimos quadrimestres do seu mandato contrair obrigação de despesa que não possa ser cumprida integralmente dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício seguinte sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para este efeito”, diz o artigo.

– Entre os pontos que devem ser revistos na LRF está exatamente este artigo que, na prática, provoca o efeito contrário ao que pretendia a lei – critica o consultor em finanças públicas e ex-secretário de Finanças de São Paulo, Amir Khair.

Os gestores e prefeitos, para obedecerem à limitação imposta pelo artigo da LRF, concentram até abril ações que comprometerão recursos no futuro.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA DE JOINVILEE’ (SC – Brasil)

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COMUNIDADES QUILOMBOLAS DO CEARÁ PERTO DO RECONHECIMENTO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

18/11/2008

As comunidades remanescentes de quilombolas de Alto Alegre e Base, nos municípios de Horizonte e Projeto de Formação Continuada, promovido pela Secretaria de Estado da Educação - 2007 - SC - BrasilPacajus, devem ser as primeiras do Ceará reconhecidas pelo Governo Federal. A Superintendência Regional do Incra no estado encaminha à sede da autarquia em Brasília, na próxima semana, o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) do processo de reconhecimento das duas comunidades, concluído na semana passada. É através deste relatório que o governo se baseia para publicar o Decreto Presidencial que reconhece e delimita um território quilombola.

O processo de reconhecimento das comunidades de Alto Alegre e Base teve início em 2006 e foi concluído na última quinta-feira (13), com aprovação do RTID no Comitê de Decisão Regional (CDR) do Incra/CE. O comitê formado pelos gestores estaduais da autarquia é responsável, dentre outros assuntos, pela análise final dos processos antes de serem encaminhados a Brasília.

O RTID reúne documentos que comprovam a existência de uma comunidade quilombola. Sua produção é de responsabilidade das superintendências regionais do Incra e, nele, está contido o estudo antropológico, as peças cartográficas e agronômicas, o cadastro das famílias e a cadeia dominial dos imóveis situados na área da comunidade.

Alto Alegre e Base

Segundo Tereza de Jesus da Silva, conhecida por todos em Alto Alegre como Ana, a história das duas comunidades surgiu com a fuga do escravo Negro Cazuza de um navio ancorado na Barra do Ceará, em Fortaleza. De lá, o escravo foi parar em Alto Alegre, onde firmou raízes. A comunidade cresceu em meio às festas realizadas no alto de uma serra que, de tão alegres, deu nome ao local. “Por isso é que nós somos sorridentes assim, a nossa fama é essa, por isso que a comunidade é chamada de Alto Alegre”, conclui Ana.

A partir do Decreto Presidencial no 4.887, de novembro de 2003, que determina a identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação, desintrusão, titulação e registro das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos, prevista na Constituição, a comunidade deu início à sua luta por reconhecimento.

Em 2005, com o apoio da prefeitura local e de políticos do estado, a comunidade recebeu o certificado de reconhecimento da Fundação Cultural Palmares. O documento agora está na parede da sala principal da Associação dos Remanescentes de Quilombos (Arqua), que reúne a história da comunidade, onde são realizados cursos e oficinas de conscientização, arte e cultura.

Processos abertos no Incra/CE

Atualmente o Incra/CE possui 18 processos de reconhecimento e identificação de comunidades quilombolas em andamento. Além de Alto Alegre e Base, outros dois processos estão previstos para conclusão ainda neste ano. O da comunidade de Queimadas, em Crateús, já possui RTID pronto, aguardando apenas a aprovação do CDR para ser enviado a Brasília. Já o de Lagoa dos Ramos, em Aquiraz, aguarda a conclusão do estudo antropológico, previsto para este mês.

Assessoria de Comunicação do MDA

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BALANÇA REGISTRA SUPERÁVIT DE US$ 734 MILHÕES NA SEGUNDA SEMANA DE NOVEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

17/11/2008

Na segunda semana de novembro de 2008 – entre os dias 10 e 16 –, a balança comercial brasileira registrou superávit (diferença entre o valor exportado e o importado) de US$ 734 milhões (média diária de US$ 146,8 milhões). No período, as exportações somaram US$ 4,356 bilhões (média diária de US$ 871,2 milhões) e as importações US$ 3,622 bilhões (média diária de US$ 724,4 milhões), desempenhos que totalizaram uma corrente de comércio (soma das exportações com as importações) de US$ 7,978 bilhões, o que significou que foram negociados, em média, US$ 1,596 bilhão por dia útil.

Mês

Até o dia 16 de novembro de 2008, as exportações brasileiras somaram US$ 8,520 bilhões, o que correspondeu a um desempenho médio diário de US$ 852 milhões, valor 21,3% maior que o apresentado como média diária em todo o mês de novembro de 2007 (US$ 702,6 milhões) e 1,3% superior à média das exportações em outubro de 2008 (US$ 841,5 milhões).

As importações, até a segunda semana de novembro, totalizaram US$ 7,309 bilhões (média diária de US$ 730,9 milhões), um crescimento de 21,5% sobre o desempenho médio diário apresentado em todo mês de novembro do ano passado (US$ 601,5 milhões). Sobre o resultado médio diário verificado em outubro de 2008 (US$ 786,6 milhões), as importações apresentaram, no período, um decréscimo de 7,1%.

O saldo comercial acumulado nas duas semanas do mês ficou em US$ 1,211 bilhão (média diária de US$ 121,1 milhões), valor 19,8% maior que o superávit apresentado em todo o mês de novembro do ano passado, quando a média diária registrada foi de US$ 101,1 milhões. Em relação ao desempenho médio diário do saldo comercial em outubro de 2008 (US$ 54,9 milhões), o crescimento foi de 120,7%.

Ano

Nos 221 dias úteis do ano, até a segunda semana de novembro, as exportações brasileiras acumularam US$ 177,892 bilhões (média diária de 804,9 milhões). Pelo critério da média diária, esse valor ficou 27,3% sobre o resultado no mesmo período do ano passado, quando o desempenho médio diário dos embarques internacionais somaram US$ 632,4 milhões.

Na mesma comparação, as importações apresentaram alta de 50,1%, saindo de uma média diária de US$ 469,9 milhões até a segunda semana de novembro de 2007 para US$ 705,3 milhões no mesmo período de 2008. As importações no acumulado deste ano somaram US$ 155,861 bilhões.

O superávit comercial no ano somou US$ 22,031 bilhões (média diária de US$ 99,7 milhões), um decréscimo de 38,7% em relação ao saldo médio diário apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 162,5 milhões).

Às 15h, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgará no site http://www.desenvolvimento.gov.br o detalhamento das informações sobre as exportação e importação brasileiras nas duas semanas de novembro.

Clique aqui e acesse os dados.

Assessoria de Comunicação Social do MDIC

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POLÍCIA INDICIA FUNCIONÁRIOS DA AMERICAN AIRLINES POR INJÚRIA A SAMBISTA – Sambista e a mulher dizem que foram xingados por comissários de bordo – Polícia diz que já identificou os dois tripulantes suspeitos no caso.

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

19/11/08 – 00h30 – Atualizado em 19/11/08 – 01h32

Do G1, no Rio, com informações do Jornal da Globo

A Polícia Federal abriu inquérito nesta terça-feira (18) para investigar o suposto ato de racismo sofrido DUDU NOBREpelo cantor e compositor Dudu Nobre e por sua mulher Adriana Bombom no vôo 951, da American Airlines, vindo de Nova York. Segundo os investigadores, os dois tripulantes suspeitos de terem xingado o músico e sua esposa já foram identificados e indiciados.

De acordo com a polícia, uma aeromoça foi indiciada por injúria, e um comissário de bordo vai responder por injúria preconceituosa e lesão corporal.

Empresa aérea investiga suposto ato de racismo contra Dudu Nobre e Bombom Dudu Nobre e Adriana dão queixa de racismo contra comissário de bordo

Na noite de segunda-feira (17), Dudu Nobre e Adriana Bombom registraram queixa contra um comissário de bordo que os teria xingado, chamando-o de macaco e sua mulher de estúpida.

“O comissário veio vindo, já armando pra cima de mim e gritando: ‘vem macaco, vem macaco, vem brigar comigo’”, contou o sambista.

Em nota oficial, divulgada no fim da tarde desta terça-feira (18), o diretor comercial da empresa no Brasil, Dilson Verçosa Júnior, diz que “nenhuma reclamação oficial foi feita diretamente à companhia, a American só ficou sabendo deste incidente pelos jornais na manhã de 18 de novembro, e já está realizando uma investigação interna para saber o que realmente aconteceu”.

Segundo a PF, ninguém da tripulação ainda foi ouvido. A empresa aérea disse que está realizando uma investigação interna para saber o que houve durante a viagem.

Desembarque na PF

Na viagem de volta dos Estados Unidos, o sambista Dudu Nobre e sua mulher, Adriana Bombom, Brazilan artist and pop star, Dudu Nobre, acuses American Airlines of racismaterrissaram na delegacia da Polícia Federal, no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro. O casal fez queixa de agressão e racismo contra tripulantes do vôo.

Segundo Adriana, um comissário teria chamado seu marido de macaco no desembarque; e ainda, numa discussão, o tripulante teria cravado uma caneta no ombro de Júnior, produtor de Dudu Nobre.

Problemas durante todo o vôo

Rainha de bateria da Portela, Adriana contou que desde o início do vôo, que partiu de Nova York, ela teria sido alvo do preconceito da tripulação. A comissária da primeira classe teria debochado que teve dificuldades para abrir a porta do banheiro do avião.

“Desde o início eles estavam de implicância. Durante todo o vôo, essa mulher me perturbou. Mas não quis fazer alarde para não criar confusão. Fui levando. Quando o avião pousou em São Paulo, demoramos um pouco a descer, porque eu estava calçando o sapato das crianças. Aí, a mulher me chamou de estúpida, em inglês. Dudu ouviu e resolveu comprar minha briga”, contou a passista.

Segundo Adriana, houve discussão e um comissário, que ela identificou como sendo um chileno chamado Carlos, começou a imitar macaco e a xingar Dudu Nobre.

“Houve briga, mas o Dudu evitou bater no cara para não perder a razão. Eles ficaram discutindo e aí surgiu o piloto e co-piloto. Nessa confusão toda, o tal comissário pegou uma caneta e enfiou no braço do Júnior. Ele queria acertar o pescoço do Júnior, mas não conseguiu”, disse Adriana, contando que, para não perder o vôo de conexão para o Rio, decidiram registrar o caso no aeroporto Tom Jobim.

Comissário teria agredido produtor

Júnior, que teve a camisa rasgada e o ombro machucado, foi encaminhado para fazer exame de corpo de delito. Adriana disse que, segundo ouviu de brasileiros que trabalham na American Airline, o comissário envolvido no caso já teria sido demitido depois de reclamações de passageiros.

“Não dá para dizer que não vou mais viajar pela American. A companhia não tem culpa. Mas deveria dar uma formação melhor para os funcionários, principalmente para quem tem de lidar com o público. Nunca passei por isso na minha vida. Fiquei muito triste. A gente sai do país da gente, gasta no país deles e ainda é esculachado desse jeito. Isso é um absurdo”, reclamou Bombom.

O casal passou duas semanas nos Estados Unidos. Dudu Nobre fez apresentações em Miami e Nova York, enquanto Bombom passeou com as filhas na Disney.

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PUBLISHED BY ‘PORTAL G1’ (Brasil)

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ESTATUTO REÚNE AÇÕES QUE GARANTEM DIREITOS À POPULAÇÃO NEGRA

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

17 de Novembro de 2008

Em continuidade à série “Promovendo a Igualdade”, que será publicada durante todo o mês de O Ministro Edson Santos, da Secretaria Especial de Politicas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR)novembro em homenagem ao dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, hoje o tema apresentado pelo Em Questão é o “Estatuto da Igualdade Racial”. O projeto de Lei 6.264 de 2005, do senador Paulo Paim (PT-RS), que institui a medida, tramita na Câmara dos Deputados e será um importante passo no combate à discriminação racial.

Apesar dos avanços trazidos pela Constituição de 1988, e de outras medidas legais importantes aprovadas posteriormente, ainda há muito a ser feito para eliminar a discriminação racial no Brasil. O projeto de lei vai condensar a maior parte da legislação brasileira voltada à temática da igualdade e reunir um conjunto de ações e medidas especiais que vão assegurar direitos fundamentais à população negra.

Entre estas medidas, a implantação de políticas de saúde e educação, o respeito à liberdade de crença e livre exercício dos cultos e religiões de matrizes africanas e a garantia aos remanescentes de quilombos da propriedade definitiva das terras que ocupam.

Para o ministro Edson Santos, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (seppir), a aprovação representará um marco na luta contra o racismo. “Ele é um divisor de águas na nossa história. O Estatuto da Igualdade será a consolidação dos direitos da população negra no Brasil e das responsabilidades do Estado, no sentido mais amplo da palavra, para com a promoção da igualdade e a erradicação das desigualdades e discriminações”, afirma.

Em março deste ano a Câmara dos Deputados instalou uma comissão especial encarregada de analisar o projeto. A metodologia adotada pela Comissão Especial permite que os parlamentares tenham foco no debate, oferece condição à Câmara de ouvir segmentos da sociedade civil, lideranças e intelectuais sobre o conteúdo do projeto, além de permitir uma mobilização ampla em torno de um tema.

“É importante frisar que essa luta não é apenas dos movimentos negros, mas de todo movimento democrático e anti-racista deste país, de todos os inconformados com o quadro de desigualdade que ainda há no Brasil”, ressalta o ministro.

Saúde – O Estatuto cria os marcos legais para a implantação de políticas de saúde voltadas às especificidades da população negra, e para a garantia do acesso igualitário ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Educação – A iniciativa também estabelece parâmetros para a aplicação de ações afirmativas voltadas à população negra, como o sistema de cotas raciais – política já adotada do processo seletivo de 60 instituições públicas de ensino técnico e superior em vários estados brasileiros – e a inclusão da disciplina “História Geral da África e do Negro no Brasil” no currículo do ensino fundamental e médio, público e privado. Também reconhece e valoriza os clubes negros, incentiva a celebração das datas comemorativas ligadas à herança cultural e cria salvaguardas para a capoeira, inclusive enquanto ferramenta de inclusão social.

Religião – O Estatuto induz o respeito à liberdade de consciência, de crença e o livre exercício dos cultos e religiões de matrizes africanas praticadas no Brasil.

Quilombolas – Em relação às comunidades remanescentes de quilombos, mantém os dispositivos já existentes sem alterações.

Trabalho – O projeto valoriza o trabalho da mulher negra e dos empregados domésticos, majoritariamente negros, estimula o turismo étnico, cria penalidades para o trabalho escravo e estimula o setor produtivo a adotar ações afirmativas. De acordo com estatísticas do IBGE, existem aproximadamente seis milhões de trabalhadoras e trabalhadores domésticos assalariados no Brasil, sendo 95% mulheres. Entre estas, 76% recebem até um salário mínimo. Vale também destacar que 93,2% dessas mulheres são negras, apenas 27,8% possuem carteira assinada e a maioria, 58%, tem o ensino fundamental incompleto.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 728- Brasília

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BNDES E MINISTÉRIO DA SAÚDE ASSINAM CONTRATO DE R$ 31,5 MI PARA EXPANSÃO DA REDE BRASILCORD (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

18 de Novembro de 2008

A Rede BrasilCord, que reúne os bancos públicos de sangue de cordão umbilical e placentário, terá R$ 31,5 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para sua ampliação. O contrato entre o BNDES e o Ministério da Saúde foi assinado na sexta-feira (14). Os recursos serão utilizados na estruturação de oito novas unidades da Rede, coordenada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca).

Para contemplar toda a diversidade genética do povo brasileiro, os bancos serão construídos no Pará, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Distrito Federal. O objetivo é armazenar cerca de 50 mil cordões nos 12 bancos integrantes da Rede, número considerado ideal para, juntamente com os doadores voluntários de medula óssea, suprir a demanda de transplantes no Brasil.

Os recursos destinados à Rede são provenientes do Fundo Social do BNDES e serão administrados pela Fundação Ary Frauzino (FAF), para a Pesquisa e Controle do Câncer, responsável pela logística do projeto e a prestação de contas dos recursos financeiros.

Hoje, a Rede BrasilCord conta com quatro bancos instalados no Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, no Hospital Albert Einstein (São Paulo) e nos hemocentros de Campinas e Ribeirão Preto. Além da construção das novas unidades da Rede BrasilCord, os recursos serão utilizados em compra de equipamentos dos bancos já em funcionamento e no treinamento de recursos humanos. Para fortalecer ainda mais a Rede, o Laboratório de Imunogenética do Inca (referência para os exames da BrasilCord) também receberá melhorias.

O diretor geral do Inca, Luiz Antonio Santini, da Rede BrasilCord, destacou o sucesso da parceria entre o BNDES, o Ministério da Saúde e a FAF. “Juntos conseguimos reduzir os cerca de dez anos previstos para a implementação de uma rede deste porte para os dois anos em que foi executado o processo”, afirmou. “Hoje contamos com quatro unidades e, com estes recursos, somaremos mais oito centros. Com isto, o perfil genético da população brasileira será traçado, permitindo um maior número de transplantes, em geral, e os de medula. É um momento muito especial”, comemorou.

Células-tronco – O sangue do cordão umbilical é rico em células-tronco. Este material é utilizado em tratamentos de doenças de sangue, como leucemias e anemias, porque tem a capacidade de regenerar a medula óssea, responsável pela produção das substâncias do sangue. Quando há um paciente com indicação de transplante de medula óssea, suas características genéticas são comparadas com as unidades do sangue dos cordões armazenados em bancos públicos e com os doadores voluntários de medula óssea para verificar a compatibilidade.

O transplante é semelhante ao realizado quando há um doador, ou seja, o paciente recebe as células-tronco por meio de transfusão.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 729 – Brasília

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BRASIL É UM DOS PAÍSES QUE TERÁ VOZ ATIVA NA ECONOMIA MUNDIAL

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

17 de Novembro de 2008

As soluções para a crise financeira internacional devem ser encontradas com a ajuda dos países em ANDREW JACKSON AND MAO ZEDONGdesenvolvimento e não mais apenas pelas sete nações mais ricas do mundo – como era antes da reunião do último final de semana em Washington, na qual participaram 20 lideranças de países que somam mais de 85% do PIB mundial. Segundo o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, uma das decisões consensuais tomadas pelos líderes é a necessidade da participação não apenas dos países mais ricos do mundo, mas dos emergentes, dos países em vias de desenvolvimento, que têm uma grande população. “Já não é mais o G-8. Agora é o G-20”, afirmou Lula no programa de rádio Café com o Presidente, realizado nesta segunda-feira (17).

Segundo o presidente da República, há uma grande afinidade de posições e compromisso de todos os governantes do G-20, em torno das medidas para resolver a crise financeira internacional. A primeira delas é restabelecer a liquidez e restaurar a confiança no mercado financeiro, pois fica muito difícil a economia funcionar sem crédito. “No Brasil, já adotamos medidas nesse sentido. Faz 30 dias que estamos adotando medidas para permitir a irrigação do sistema financeiro e garantir que se tenha crédito para que o consumo continue acontecendo, para que as empresas continuem produzindo, o comércio vendendo e o povo comprando. É isso que vai ativar a economia”, avalia o presidente.

Anti-recessão – A segunda medida aprovada pelos líderes foi a adoção de políticas anti-recessivas para evitar uma grande desaceleração do crescimento econômico mundial, especialmente uma queda abrupta e significativa do crescimento, que já está acontecendo em alguns países europeus. O terceiro ponto importante, segundo o presidente, é a regulação do sistema financeiro de modo a conter a especulação descolada da economia real e do mundo do trabalho. “O sistema financeiro tem que ajudar o setor produtivo para que ele gere os empregos necessários, para que o comércio cresça, para que o consumo cresça e para que a sociedade viva uma vida digna e decente”, explicou o presidente. Para ele, a falta de controle de alguns países foi a causa da crise financeira. “As medidas que tomamos, por unanimidade, são extremamente importantes para que a gente possa controlar o sistema financeiro e evitar que eles continuem a prática do cassino”, disse Lula.

Um dos resultados mais importantes da reunião, segundo o presidente, foi o clima de cooperação internacional. “Finalmente, todos os países se colocaram de acordo que nós precisamos tomar decisões coletivas para evitar que uma tomada de posição em um país possa prejudicar outro”. Como parte desta política de cooperação, está a retomada da Rodada de Doha, para desenvolver o comércio mundial.

Na opinião do presidente da República, a reunião de Washington foi um marco na história do século XXI. “Participei da reunião mais importante entre líderes de países, de tantas que eu já fiz”, contou o presidente. Segundo ele, o encontro foi marcado pelo consenso de que o grupo de 20 países deve trabalhar junto. “Na hora de tomar as grandes decisões, o G-20 se transformou num fórum importante. Daí a minha crença de que estamos no caminho certo para debelar essa crise e para evitar outras crises”, afirmou.

FMI – O ministro Guido Mantega disse durante a reunião de ministros da Fazenda, que essa crise é o momento de aperfeiçoar e democratizar as instituições financeiras internacionais, como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. Para o ministro, as Metas do Milênio, que têm por objetivo a redução da desigualdade, devem ser o centro das políticas econômicas. “Não podemos nos esquecer dos enormes desafios da humanidade, como a pobreza, a fome e as mudanças climáticas”, disse o ministro.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 728 – Brasília

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CHINA MOVES TO STEM MASS LAYOFFS

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Posted on November 18, 2008 by worldnewsviews

Companies in two Chinese provinces, Shandong and Hubei, have been told they must seek official CHINESE WORKERconsent if they want to lay off more than 40 people.The order highlights the Chinese authorities’ concern over mounting job losses.As China’s main external markets plunge into recession and export orders shrink, layoffs have multiplied in the country’s big manufacturing regions.In Shandong alone, nearly 700,000 people have lost their jobs this year.In southern Guangdong, tens of thousands of firms have closed, sparking off reverse migration to the countryside by redundant workers.China’s economic growth has slowed sharply this year to around 8 percent – high by world standards, but much less than the double-digit figures seen for years.If the one-off boost from the Olympics is factored in, even that number may be further reduced.

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PUBLISHED BY ‘WORLD NEWS AND VIEWS’

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MCDONALD’S TO BOOST ASIA SPENDING, ‘CAPITALIZING’ ON RECESSION

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Last Updated: November 18, 2008 19:49 EST

by Bernard Lo and Frank Longid

Nov. 19 (Bloomberg) – McDonald’s Corp., the world’s largest restaurant company, will increase Raul Vasquez/Bloomberg Newsinvestment in Asia next year to boost customer numbers as the recession forces people to cut living expenses.

“People are trading down and we’re capitalizing on that,” Tim Fenton, McDonald’s president for Asia, the Middle East and Africa, said yesterday in a Bloomberg TV interview in Hong Kong. The company’s quick-service restaurants are staying open longer as people take shorter breaks, “trying to squeeze more hours into their days,” he added.

McDonald’s aims to grab market share as the world slips into recession by maintaining store openings at more than one per day in the region next year, said Fenton, a 35-year veteran at the Oak Brook, Illinois-based company. Slowing growth has led China to pump 4 trillion yuan ($586 billion) into its economy while South Korea pledged to spend an extra 14 trillion won ($9.7 billion) next year to prevent its first recession in a decade.

“It will serve McDonald’s well to take advantage of the weaker market,” said Janna Sampson, co-chief investment officer at Oakbrook Investments LLC. Increasing market share during a slowdown benefits “companies that have the cash flow to do that, and McDonald’s is one of those with extremely strong cash flow,” she said in a phone interview today.

Lisle, Illinois-based Oakbrook manages $1.2 billion including 317,200 McDonald’s shares, Sampson said.

China Focus

McDonald’s, rival Yum! Brands Inc. and other foreign consumer companies such as PepsiCo Inc., Best Buy Co. and Wal- Mart Stores Inc. are focusing on emerging markets such as China, which saw retail sales rise 22 percent in October, close to the fastest pace in nine years.

Fenton plans to increase spending on new stores and refurbishments in Asia, the Middle East and Africa by at least 20 percent to $360 million. That compares with last year’s capital- expenditure growth of 7 percent.

The company plans 475 store openings in the region this year and “about the same number” in 2009, or 40-45 percent of the worldwide total, Fenton said in a separate interview. McDonald’s earned 18 percent of third-quarter sales in Asia, the Middle East and Africa, compared with 43 percent in Europe and 33 percent in the U.S.

Same-store sales in China, where McDonald’s opened its 1,000th branch Nov. 14, grew about 10 percent in the first 10 months, compared with 10.2 percent for all of last year, Fenton said. Sales including new stores are growing 20 percent in China.

Global sales at restaurants open at least 13 months climbed 8.2 percent, paced by Europe’s gain of 9.8 percent compared with a year earlier. U.S. same-store sales increased 5.3 percent.

About 175 of next year’s new restaurants will be in China, where the company trails Yum! Brands in number of outlets. Yum, the owner of the Pizza Hut, Taco Bell and KFC chains, has more than 2,800 restaurants in China and plans to have 3,000 by the end of the year.

McDonald’s has about 32,000 restaurants globally, Fenton said. Yum has 35,000 outlets worldwide.

To contact the reporter on this story: Frank Longid in Hong Kong

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AMR, UAL STRUGGLE TO SELL IDLE JETS AS MARKET SLIDES (UPDATE1)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Last Updated: November 18, 2008 14:53 EST

AMR, UAL Struggle to Sell Idle Jets as Market Slides (Update1)

by Mary Schlangenstein

Nov. 18 (Bloomberg) – American Airlines, United Airlines and Continental Airlines Inc., stung bloomberg_american_airlines_1811200.gif picture by gilmourpoincareeby fuel costs and a drop in traffic, face a new challenge: what to do with planes valued at $2 billion now idled or set to be grounded through 2009.

With virtually no U.S. buyers for the 276 mostly older, less-efficient jets, the carriers are shopping the aircraft in emerging markets such as Russia while prices tumble and frozen debt markets damp sales, analysts and marketers say.

“People are sitting on the fence for three to six months waiting to see what happens with the price of fuel and the credit fallout,” said Francis Otto, a manager at industry data firm OAGback Aviation Solutions in New Haven, Connecticut. “You’re going to have, at least in the short term, a hesitation on the part of any potential lessees or purchasers.”

The lack of buyers leaves three of the biggest U.S. airlines saddled with storage expenses and, at American and Continental, lease payments on jets they’re no longer flying. Some models may fetch as little as half what they did in 2007, said Douglas Runte, a Piper Jaffray & Co. analyst in New York.

That adds to the strain on carriers with collective losses of $2.32 billion over the past four quarters, excluding special items. Writedowns for the values of some of the jets this year totaled almost $1.2 billion for Continental, American parent AMR Corp. and Chicago-based UAL Corp., owner of United.

“Many of the older aircraft now being grounded will never fly again,” Ray Neidl, an analyst at Calyon Securities in New York, said in a note after a Calyon-sponsored conference today on aviation leasing. The planes likely will be used for parts “regardless of where fuel prices go.”

Delays Over Financing

Continental said last month that credit snags for 3 unnamed buyers delayed the sale of 20 Boeing Co. 737-500 jets. The fourth-largest U.S. airline said it’s holding cash deposits and would be entitled to damages should the deals collapse.

“We have been actively selling our 737-500s to airlines predominantly based in Russia,” said Julie King, a spokeswoman for Houston-based Continental, which is shedding 67 of its 737s by the end of 2009.

Other models being pulled from U.S. fleets include Airbus SAS A300s; four-engine Boeing 747s, which predate the new generation of twin-engine jumbo jets; and Boeing MD-80s that American is replacing with new 737s burning 25 percent less fuel.

`No Demand’

“There really is no demand for them here,” Anders Hebrand, president of SkyWorks Leasing LLC in Greenwich, Connecticut, said in an interview.

Age and operating costs helped shape airlines’ decisions on which aircraft to unload as jet fuel surged 53 percent this year through July. While fuel is down by more than half since then, traffic is now sliding, off as much as 7.6 percent at United.

Any unsold aircraft will be parked. Those still under purchase agreements or on leases that can’t be terminated early will continue to drain cash.

“The fact that you have an asset that you’re paying for, that you’re not using, is a cost,” said Marc Wilson, director of safety, quality and asset management at MBA, a Washington- based aviation consulting group.

Preparing a plane for short-term storage costs as much as $20,000, and as much as $25,000 a year after that to keep it in marketable condition, said Jack Keating, president of Evergreen Maintenance Center Inc. in Marana, Arizona. Returning a jet to service may run as much as $1.2 million, which is almost a third of Runte’s $4 million estimated value for American’s MD-80s.

Likely Destinations

The likeliest markets for the planes include Africa, South America, Indonesia and Turkey, airlines and analysts said.

United hired AAR Corp., an aircraft and equipment marketer based in Wood Dale, Illinois, to find buyers for its 737s, focusing on non-U.S. operators. The third-biggest U.S. airline is grounding all 94 of its 737s, along with six 747s. Three 737s have been sold, Chief Financial Officer Kathryn Mikells said last month.

American may have to find overseas buyers for its A300- 600s, which aren’t flown by other U.S. airlines. Future lease payments and termination charges will total $140 million once the last of the 34 planes is retired by the end of 2009, according to American, the second-biggest U.S. carrier.

Those jets average almost 19 years of age, about the same as the MD-80s, and are among American’s oldest, according to the Ascend Online Fleets database. The other Boeings at the Fort Worth, Texas-based airline are an average of 12 years old.

A spokesman, Andy Backover, declined to comment on possible buyers, saying American hasn’t decided on the fate of the A300s or the 30 MD-80s being parked by next year. American’s fleet of 287 MD-80s is the world’s biggest.

“MD-80s are going to be extremely difficult to place,” said Piper Jaffray’s Runte. “Their age and, more importantly, fuel consumption, just makes them very unattractive.”

To contact the reporter on this story: Mary Schlangenstein in Dallas at maryc.s@bloomberg.net

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PUBLISHED BY ‘BLOOMBERG’

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INDIA’S NEW RURAL ROADS MAY BUFFER ECONOMY FROM WORLD RECESSION

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

November 19, 2008

by Cherian Thomas

Nov. 19 (Bloomberg) – The 100 kilometers (62 miles) of roads India is adding each day may save RURAL ROAD - INDIAAsia’s third-largest economy from the worst of a global recession.

New roads built so far under the $27 billion program have brought urban markets within reach of 60 million village dwellers over the past five years, letting them earn money selling fruits, vegetables and milk that would have spoiled otherwise. They are now spending their cash just as the world economy falters.

“Rural demand is keeping the economy kicking along,” said Shashanka Bhide, chief economist at the privately funded National Council of Applied Economic Research in New Delhi. “Growth will slow in India, but not as dramatically as the rest of the world.”

Some of India’s biggest companies are already benefiting: shares of Hindustan Unilever Ltd., the biggest maker of household products, and Hero Honda Motors Ltd., India’s largest motorcycle maker, are up this year while the benchmark stock index has plunged 56 percent. Domestic spending will help cushion India from the worst global meltdown since the Great Depression, according to the Reserve Bank of India.

When the roads program is completed in two years, every village with 1,000 or more inhabitants will RURAL ROAD - INDIA - UDAIPUR HIGHWAYhave access to all-weather roads, up from 40 percent when construction started in 2003. Spending on the project, run by the National Rural Roads Development Agency, was worth about 5 percent of gross domestic product when it was announced.

More to Come

Even at its current pace of investment, India still needs to spend more to buoy growth. The South Asian nation requires $100 billion annual investments in its highways, railways, power systems, ports and other infrastructure for the next five years, according to the government. Inadequate capacity shaves two percentage points off the nation’s growth each year, the finance ministry estimates.

Rural connectivity is increasing people’s income and adding to domestic consumption, which makes up 55 percent of India’s economy, compared with 37 percent of gross domestic product in China.

Hazari Lal Negi, 55, a farmer in the northern Indian state of Himachal Pradesh, says this year’s crop of cabbages, potatoes, beans and cauliflower was his first not to perish on the way to market because of lack of transport.

“Earlier, we would have to haul our produce and walk all night to the nearest town to catch the early RURAL ROAD - INDIAmorning trucks,” Negi said. “We could sell only about a quarter of our produce and the rest got wasted. Now, we sell everything.” Negi plans to expand into organic farming to boost his income.

`Consumer Boom’

“New markets are opening up for our products,” said Pranay Dhabhai, chief operating officer at Haier Appliances (India) Ltd., the local unit of China’s biggest home appliances maker. “People’s aspirations levels are rising with higher incomes. There’s a huge consumer boom waiting to happen because penetration levels are so low in India.”

Haier, which opened its first factory in India last year, estimates that only 19.6 percent of Indian households have refrigerators, 27 percent own television sets and just 3 percent of homes have air-conditioners installed.

Sanjeev Chadha, chief executive officer of PepsiCo Inc.’s India unit, said the September-October period “has been one of the best ever” for sales.

“Buying power is coming,” said Joerg Mueller, head of India operations for Volkswagen AG, which is RURAL ROAD - INDIA - TRUCK STOPbuilding a 580 million euro ($730 million) car factory in the western Indian city of Pune. “We are optimistic and happy to be here. We see a very positive future.”

Cushioning the Slowdown

The International Monetary Fund expects India’s economic growth to slow to 6.3 percent in 2009 from an estimated 7.8 percent this year. That’s still faster than the South Asian nation’s average 4.5 percent expansion since 1947.

China may grow 8.5 percent in 2009, compared with 9.7 percent this year, according to the IMF. The U.S. and the Euro area may shrink by 0.7 percent and 0.5 percent in 2009, the Washington-based lender said.

“Overall, India is still poised to rank as the second- fastest growing major economy after China,” said Rajeev Malik, regional economist at Macquarie Group Ltd. in Singapore. “Consumption expenditure is poised to be resilient, but investment spending will be hit owing to scarce availability and higher cost of funding.”

Even though India has a domestic consumption-led economy, its growth may be hampered by slower RURAL ROAD - INDIA - MALSHEJ GHAT ROADinvestments by companies as borrowing options dry up in a global recession.

Lending Slips

Investor appetite in the stock market has waned, with overseas funds selling a record $12.7 billion of equities this year. Foreign lenders are shying away from emerging markets like India, as Europe and Japan last quarter slipped into recession.

The rural roads program is financed by the federal government using revenue from an additional tax imposed on the sale of diesel.

“India can’t be fully insulated from what’s happening in the rest of the world,” said Rajat Nag, managing director at the Manila-based Asian Development Bank. “Infrastructure financing will be tight for a while.”

Nag said India’s banks are well capitalized and can afford to step up lending. They have just $1 billion of toxic Western assets out of a total loan portfolio of $510 billion, according to the central bank. The global credit crunch has seen financial institutions around the world write off or lose $965.8 billion.

To stimulate investments, India’s central bank has slashed lenders’ reserve requirement in cash and bonds by 3.5 percentage points and one percentage point respectively and cut interest rates by 1.5 percentage points in the past month.

“India is connected with the global crisis, but not as severely as other Asian countries,” said K.V. Kamath, chief executive officer of ICICI Bank Ltd., the nation’s second- biggest. “We will have to get back to the consumers to get India back on a higher growth path.”

To contact the reporter on this story: Cherian Thomas in New Delhi

Last Updated: November 18, 2008 13:43 EST

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