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Archive for November 16th, 2008

EMPRESAS COMEMORAM PARTICIPAÇÃO – EXPOVALE 2008 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Caixa Econômica Federal

O gerente-geral da Caixa Econômica Federal de Lajeado, Donato Luis Dullius, conta que a Expovale 2008 serviu para realizar repasses de recursos com a Prefeitura de Lajeado, dois com a Prefeitura de Canudos do Vale e muitas outras negociações. Ele destaca que as empresas procuraram o estande para conhecer o Programa de Geração de Emprego e Renda (Proger), no qual os recursos para investimentos são o foco principal. “Eles buscam esse tipo de programa para melhorias nas empresas, recursos para modernizar sua loja ou escritório, e também para a compra de utilitários, pois essa linha de investimento tem foco nas pessoas jurídicas, entre as quais a procura foi muito grande”, explica o gerente. Outro serviço bastante procurado pelos clientes foram os financiamentos de veículos, acrescenta Dullius. “Ao nosso ver todas as expectativas foram superadas, e a organização da Expovale está de parabéns pelo ótimo trabalho que desempenhou durante toda a feira?, finaliza. Tritec

A empresa Tritec Tratores avalia a Expovale 2008 como um sucesso. O gerente-geral Giovane Leonhardt explica que o carro-chefe do estande foi a colheitadeira que em um ano vendeu mais de dez unidades. “Fizemos os primeiros contatos aqui na feira, as expectativas foram atingidas e o movimento foi intenso”, explica Leonhardt. Outro foco foi a tecnologia Yeldgard AG 9010, lançamento da empresa. Temos como destaque a semente de milho resistente aos ataques dos lagartos”, salienta o gerente.

Strapa

Atualmente, a tecnologia de ponta na construção de aviários praticamente baniu as estruturas de madeira, e os criadores têm optado por construções metálicas, que oferecem maior durabilidade e ainda conseguem melhor controle de pragas, como caruncho, ratos e outros. Essas estruturas e os produtos Chore-Time, dos Estados Unidos, componentes para os aviários, têm como representante na região Moacir Strappazon. Um dos produtos que mais chamam a atenção dos criadores de aves e suínos são os aquecedores automáticos da Agro Bonna, que injetam ar puro nas instalações toda vez que são ligados, conseguindo manter a temperatura entre 0ºC e 33ºC, conforme as necessidades do ambiente.

Strapazzon está contente com os resultados na Expovale, pois registrou inúmeras comercializações e também contatos para futuros negócios. Ele salienta que a organização da feira é exemplar, e que na próxima edição estará outra vez presente.

Retromac

O diretor da Retromac, Henrique Klaus, avalia a Expovale 2008 como muito positiva. “Fizemos vários negócios e aproveitamos para fechar outros”, explica. Ele conta que a visitação está muito boa, mas que a expectativa é grande para o fim de semana, quando se concentra um maior número de visitantes na feira.

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PUBLISHED BY ‘O INFORMATIVO DO VALE’ (RS – Brasil)

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CONTRATADA DA PREFEITURA DE BOTUCATU NÃO PAGA FUNCIONÁRIOS

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

13-11-2008

Funcionários da empresa de segurança NS, de Assis-SP, estão com os salários atrasados e poderá O prefeito de Botucatu Antonio Mario Ferreira de Paula Ielo (PT)haver greve dos 5 seguranças contratados em Botucatu. A empresa é contratada pela Prefeitura (Prefeito Antonio Mario Ferreira de Paula Ielo – PT) para segurança em 2 escolas municipais.

Segundo os funcionários, a empresa não oferece os equipamentos necessários para o trabalho e não há uso de documentos para comprovar o trabalho, como livros de entrada e saída.

Segundo entrevista na Rádio Municipalista, a ‘NS’ não oferece nem mesmo lanternas e telefones para a realização do trabalho de segurança, nas escolas municipais João Maria de Araujo e Elda Moscogliato, recentemente inaugurada, na antiga estação da Cesp.

“Para usarmos o banheiro, temos de pedir para a CEETPS. Não há guarita de segurança e o acesso é complicado, já que a prefeitura, desde a inauguração não fez o acesso dela e usa a da CEETPS”, afirmou um dos funcionários.

De acordo com os seguranças, desde que a empresa NS de Assis, começou a realizar o trabalho na cidade, em abril deste ano, os salários estão atrasando constantemente e o pagamento deste mês ainda não foi efetuado.

“Estou sem condições de ir ao trabalho, pois não tenho dinheiro para abastecer minha moto. A escola Elza Moscogliato fica 9 km de minha residencia e não vou encarar quase dez quilometros para trabalhar, sendo que nem recebi. Eu já trabalhei o mês e não recebi”, disse o segurança.

O posto do trabalho de Botucatu já acionou o Ministério Público do Trabalho para efetuar uma fiscalização na empresa em Assis e verificar ‘in-loco’ as condições do serviço nas duas escolas.

“Também já avisamos o sindicato e a policia federal, que faz a fiscalização em empresas de segurança”, afirmou.
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:: PREFEITURA PAGA R$ 7.208,OO
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O Secretário Municipal de Educação Gilberto Borges confirmou que tem conhecimento das reclamações dos trabalhadores e ressaltou que já pediu providências para que o contrato seja cumprido imediatamente, com os pagamentos dos 5 funcionários. São 3 funcionários na escola ‘Elda Moscogliato’ e 2 no ‘João Maria de Araujo’, na Vila Aparecida.

“Já notifiquei as irregularidades à Copel, protocolamos o pedido de regularização na semana passada e se não houver o acerto dos termos do contrato e o pagamento dos seguranças, determinei que o contrato seja rompido”, afirmou Gilberto Borges.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação e também a Tesouraria da Prefeitura de Botucatu, o pagamento de mais uma parcela do contrato de R$ 7.208,00, referente ao mês de novembro, foi disponibilizado para a empresa, mas está retido.

“Identificados que essa empresa está com o CND – Certificado de Negativa de Débito – suspenso e não podemos fazer esse pagamento até que eles regularizem os impostos com a Receita Federal. Além disso os atrasos constantes e a falta de equipamentos não estão em acordo com o contrato”, afirmou Gilberto Borges. A empresa em Assis, não se manifestou sobre o assunto.

[com Rádio Municipalista]

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PUBLISHED BY ‘ENTRELINHAS’ (SP – Brasil)

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AGRONOMIA, FATEC E EMBRAPA FAZEM SOFTWARE PARA CONTROLAR AGROTÓXICOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

13-11-2008

Um software em desenvolvimento pela Faculdade de Ciências Agronômicas – FCA/Unesp e a Fatec – Faculdade de Tecnologia, ambas em Botucatu e Embrapa Meio Ambiente vai ajudar na tomada de decisão quanto à avaliação de risco ambiental de agrotóxicos, considerando a possível contaminação das águas superficiais e subterrâneas.

O software foi desenvolvido durante o estágio do então aluno Diego Augusto de Campos Moraes, hoje formado em Informática para a gestão de negócios pela Fatec de Botucatu, sob a orientação do analista de informática Jayme Laperuta Filho e da programadora Rosilene Domingues Laurente, da equipe do Serviço Técnico de Informática da FCA.

Flexível, o software, além de ajudar na tomada de decisão para verificar se o risco ambiental é ou não aceitável, se adapta às condições do local a ser avaliado, mediante a inserção de dados no sistema pelo próprio usuário.

Baseado em modelos matemáticos e cenários agrícolas, onde o usuário insere os dados do agrotóxico, do aqüífero e do solo do local a ser avaliado, o software faz automaticamente os cálculos de lixiviação e carreamento superficial dos agrotóxicos utilizados na cultura agrícola e que depois podem ir para as águas superficiais e subterrâneas.

“Esse projeto busca desenvolver e aplicar um método baseado em modelos físicos e matemáticos, resultando em uma ferramenta informatizada para avaliação dos riscos ambientais de agrotóxicos”, informa o pesquisador e coordenador do projeto Claudio Spadotto, engenheiro agrônomo formado pela FCA e atual chefe geral da Embrapa Meio Ambiente.

O software, que será distribuído gratuitamente, atende a uma determinação do Decreto 4.074 de 4 de janeiro de 2002, em seu artigo 95, item III, onde se institui o Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos, que diz que devem “ser elaborados rotinas e procedimentos visando à implementação da avaliação de risco de agrotóxicos e afins”.

O pesquisador salienta que a equipe do projeto vem realizando algumas reuniões técnicas com possíveis interessados no desenvolvimento do software, incluindo técnicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de várias instituições públicas e privadas.

“O objetivo é avaliar o seu funcionamento a partir da demonstração do uso, assim como colher subsídios junto aos possíveis usuários, convidados a se envolverem no desenvolvimento da ferramenta”, diz Spadotto.

Para o professor Adriano Wagner Ballarin, diretor do Serviço Técnico de Informática da FCA a parceria rendeu benefícios para todas as instituições envolvidas.

“Ganhou a FCA que agregou temporariamente, um profissional jovem, dinâmico, com bons conhecimentos das novas ferramentas de desenvolvimento. Também ganhou a Fatec que pode treinar seu aluno num serviço de informática consolidado e experiente. Por fim, a Embrapa também foi beneficiada ao conseguir um aplicativo adequado a suas necessidades”.

[da assessoria]

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PUBLISHED BY ‘ENTRELINHAS’ (SP – Brasil)

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IPANEMA ALCOOL EM EXPOSIÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

15-11-2008

A Embraer mostrará a aeronave Ipanema movida a álcool na Exposição Internacional sobre IPANEMA - 100 % ETHANOLBiocombustíveis, que acontece no Hotel Hyatt, em São Paulo, entre os dias 17 e 21 de novembro.

O Ipanema é produzido pela Embraer de Botucatu e foi o primeiro avião a utilizar motor a alcool no mundo. O desenvolvimento foi feito pela Embraer/Neiva e CTA, com apoio da Lycoming, fabricante dos motores.

Paralelamente ao evento, ocorrerá a primeira Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, cujo tema será “Os biocombustíveis como vetor do desenvolvimento sustentável”.

“A Embraer acredita que o crescimento da indústria da aviação passará pela utilização dos biocombustíveis sustentáveis, a médio-longo prazo”, disse Satoshi Yokota, Vice-Presidente Executivo de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento Tecnológico da Embraer.

Com o objetivo de contribuir para a discussão internacional sobre os desafios e oportunidades apresentados pelos biocombustíveis, o evento contará com a participação de representantes de governos, entidades internacionais, parlamentares, comunidade científica e acadêmica, iniciativa privada, sociedade civil e Organizações Não-Governamentais (ONG), entre outros.

Líder no mercado de aviação agrícola no Brasil, com cerca de 75% de participação, o Ipanema é fabricado pela Embraer e comercializado pela Neiva, subsidiária integral da Embraer localizada no município de Botucatu, no interior do Estado de São Paulo. Em 35 anos de produção ininterrupta, mais de mil unidades foram entregues.

O Ipanema é utilizado na aplicação e pulverização de defensivos agrícolas, e também pode ser usado no combate a incêndios, reboque de planadores, entre outras aplicações.

Originalmente movido à gasolina, o Ipanema é a primeira aeronave do mundo fabricada em série certificada para voar com álcool combustível.

Desde 2005, foram entregues 54 aeronaves a álcool e 170 kits de conversão, totalizando uma frota de 224 aviões voando no Brasil com este tipo de Ipanema.

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PUBLISHED BY ‘ENTRELINHAS’ (SP – Brasil)

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ANDRÉ APRESENTA PROJETOS ESTRATÉGICOS – Governador defende integração de Mato Grosso do Sul à América do Sul em seminário internacional (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

14.Nov.2008

Milão – O governador André Puccinelli apresentou os projetos estratégicos de desenvolvimento de Terça-feira, 7 de agosto de 2007 - O governador André Puccinelli (PMDB) assinou incentivos fiscais para que o Grupo Santa Isabel possa construir usina de álcool em Novo Horizonte do Sul - Foto - Kelly VenturiniMato Grosso do Sul durante o Seminário Internacional “Sistema infra-estrutural e fatores de desenvolvimento da América Latina”, realizado na Câmara de Comércio de Milão, na Itália.

O encontro foi aberto pelo ministro do Planejamento do Brasil, Paulo Bernardo, e contou com a participação de representantes da Comissão Européia (Bruxelas), Stefano Sannino; do ministro da Infra-estrutura da Itália, Altero Mattiolli; ministro de Obras Públicas do Chile, Juan Edurado Saldivia; além de dirigentes da Corporação Andina de Fomento (CAF), governo da Colômbia, do México, Sistema de Integração Econômica Centro-americana, BID e outros bancos de fomento, como o Eurogroup.

Com o ministro Paulo Bernardo na platéia, o governador destacou a localização estratégica de Mato Grosso do Sul, no meio do caminho das rotas bioceânicas que ligarão o porto de Santos aos portos chilenos de Arica e Iquique, lembrando que o Estado é, na verdade, um grande centro de produção de alimentos, energia renovável, minérios e madeira, com enormes possibilidades de investimento, sobretudo na área de infra-estrutura.

O governador disse que a pavimentação de rodovias (BRs 040 e 359), mais a construção de ferrovias (Maracaju-Paranaguá e Panorama (SP) até Porto Murtinho), além do alcoolduto e produção de energia elétrica, através de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), criam condições ideais para o aporte de recursos privados por meio de PPPs (parcerias público privadas).

O governador mencionou as belezas naturais de Mato Grosso do Sul, sem iguais no mundo todo, destacando que os governos do Brasil e de Mato Grosso do Sul, trabalham juntos para dotar o Estado da infra-estrutura necessária para seu rápido desenvolvimento.

Puccinelli falou em italiano, garantindo que o Estado tem políticas de desenvolvimento eficientes que priorizam a geração de empregos e de infra-estrutura, com importância secundária para a carga tributária. Nesse sentido, convidou os empresários e investidores para conhecerem as oportunidades que o Estado oferece, principalmente na área de geração de energia renovável – etanol, energia elétrica de biomassa (cana) e de hidrelétrica (PCHs).

O seminário sobre a integração latino-americana debateu as formas de integração da região, unindo, através de rotas rodoviárias, hidroviárias e ferroviárias, os dois oceanos. André lembrou que Campo Grande foi sede, recentemente, do Fórum da Rota Rodoviária Inter-oceânica que deve inaugurar em março de 2009, o último trecho da primeira rodovia totalmente asfaltada que irá de Santos (SP) até Arica (Chile), com cerca de 6 mil quilômetros.

Logo após o Fórum, foram realizadas diversas mesas redondas setoriais que uniram empresários, governantes e interessados em questões como os bio-combustíveis, carne, produção agrícola e tecnologia para pequenas e médias empresas.

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PUBLISHED BY ‘O PROGRESSO’ (MS – Brasil)

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RESPONSABILIDADE DO ESTADO – A figura do Estado absoluto, todo-poderoso, ficou para o século passado (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Edição de 16/11/2008

A soberania estatal, por exemplo, hoje em dia está fragilizada. Concorrem para esse estado de coisas a supremacia dos direitos humanos, a globalização etc.

Foi em respeito, inicialmente, aos direitos individuais, e agora aos direitos fundamentais que o legislador imputou ao Estado a responsabilidade civil por atos praticados por seus agentes.

Antes da Era Moderna, o Estado não tinha responsabilidade. No entanto, com o engrandecimento dos direitos do homem, a responsabilização estatal passou a ser uma realidade, para o qual muito contribuiu a jurisprudência francesa.

Quem diria, por exemplo, que o Estado seria responsável civilmente por atos paticados por pessoas que receberam poderes por ele delegados?

Pois assim decidiu o Superior Tribunal de Justiça (STJ), através de sua Segunda Turma, relator ministro Castro Meira, em votação unânime, ao reconhecer a responsabilidade do Estado causada por defeitos na prestação de serviço notarial, por ser este um serviço público delegado ao particular(Resp no. 797463 / SP).

A responsabilização estatal ocorreu porque um cartorário de notas fez procuração pública a um falso procurador. De posse da procuração, o procurador vendeu um imóvel e assinou a respectiva escritura pública de compra e venda em nome dos proprietários. Posteriormente, os inocentes adquirentes foram surpreendidos com ação anulatória dos verdadeiros proprietários que desconstituiu o negócio jurídico (a compra do imóvel), pois estava baseada em procuração falsa. Por isso, os adquirentes prejudicados ajuizaram ação de intenização contra o Estado, alegando defeito no serviço público notarial (lavratura de procuração pública falsa).

O titular do cartório de títulos e notas (presta serviços notariais à população) é remunerado por renda própria, ou seja, com o pagamento de emolumentos e taxas pagos pela clientela que contrata seus serviços. O Estado não remunera mensalmente este serventuário. Por isso, poder-se-ia alegar que o Estado não teria responsabilidade pelos atos praticados pelo tabelião notarial.

Entretanto, o STJ entendeu que o Estado delega a este servidor os poderes notariais e, por conta disso, tem responsabilidade. Considerando que o Estado tem seus poderes robustecidos e, em contrapartida, deve assumir os riscos por suas atividades, a democrática Constituição Federal de 88 optou republicanamente pela teoria objetiva da responsabilidade estatal.

A espécie de teoria objetiva abraçada foi a do risco administrativo, pela qual o Estado é responsável pelo dano causado, bastando provar a relação de causa-e-efeito entre o ato do Estado e o dano ao particular, independentemente de se averiguar se houve ou não culpa do agente público ao praticar o ato. Pela tese constitucional, esclareça-se, os danos causados pela natureza, ou por terceiros ou pela própria vítima isentam de responsabilidade o Estado.

O STJ foi buscar fundamento nesta teoria para julgar o presente caso, uma vez que os serviços notariais feitos em cartórios, como por exemplo, confecção de procurações, escrituras, declarações públicas, são de competência do Estado, mas este outorga a atividade a particulares. Por tal delegação, responde se houver defeito no serviço.

A amplitude da responsabilidade civil do Estado no mundo contemporâneo é uma exigência dos presupostos que norteiam o Direito moderno.

Antonio José Mattos é advogado, professor da UFPA e Unama e doutor em Direito pela USP

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PUBLISHED BY ‘O LIBERAL’ (PA – Brasil)

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THE LAST DAYS OF POMPEII … SORT OF …

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

16/11/2008

CHARGE BY JBOSCO

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PUBLISHED BY ‘O LIBERAL’ (Brasil)

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OS RICOS PREFEITOS DO PARÁ NO PODER – Entre os milionários, um grupo de apenas 12 tem patrimônio de R$ 150 milhões (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Edição de 16/11/2008

por Aline Brelaz com Tatiane Freitas (estagiária) – Da Redação

A eleição municipal de 2008 apresentou, durante a campanha inúmeros contrastes durante a campanha, que se acentuaram com a eleição dos novos prefeitos e dos reeleitos. De acordo com a declaração de bens dos eleitos apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pode-se concluir que boa parte dos ricos paraenses comandará os municípios até 2008.

São prefeitos que detêm fortunas – pequenas e grande -, segundo suas declarações. No geral, a soma do patrimônio dos eleitos alcança cerca de R$ 150 milhões. Somente um pequeno grupo de 12 prefeitos eleitos é dono de um patrimônio que atinge quase R$ 100 milhões em imóveis rurais, gado, veículos, empresas e dinheiro vivo.

O mais afortunado do grupo dos 143 eleitos é o prefeito de São Félix do Xingu, no sudeste paraense, o pecuarista Antônio Paulino da Silva Levino (PTB), que sozinho é dono de um patrimônio que ultrapassa os R$ 24 milhões. Somente em gado ele declarou à Justiça Eleitoral que possui R$ 2,4 milhões em reses e ainda quatro fazendas e outros muitos imóveis.

O segundo mais rico do grupo dos eleitos é o prefeito de Rio Maria, Waltinho do Ouro (PSB), também pecuarista que possui bens de mais R$ 13 milhões. A terceira maior fortuna que vai administrar um município no Pará também é fazendeiro e pecuarista: o prefeito eleito de Pau D’Arco, Luciano Guedes (PDT), que declarou bens em no valor de R$ 11 milhões. Celso Cardoso (PDT), prefeito eleito de Tucumã, é médico e o quarto mais rico, com R$ 10 milhões de bens declarados à Justiça Eleitoral. E completando o grupo dos cinco mais ricos desponta o prefeito eleito de Dom Eliseu, o comerciante conhecido na região como Joaquim Eldorado, que tem bens no valor de R$ 3.9 milhões.

Dos 143 prefeitos eleitos, cerca de 35 possuem bens muito acima da média da população paraense, segundo declarações apresentadas à Justiça Eleitoral. Esse grupo está entre o pequeno bolo da população brasileira que detém patrimônio de mais de R$ 1 milhão. Entre os prefeitos eleitos que declararam possuir mais de R$ 1 milhão em bens estão: o prefeito de Belém, Duciomar Costa, com R$ 1,7 milhão; Fernando Cruz (Curuçá), com R$ 1,1 milhão; Eslon Martins (Capanema), com R$ 1,2 milhão; Wagner Fontes (Redenção), com R$ 1,2 milhão; Odacir Dal Santo (Santa Maria das Barreiras), com R$ 1,3 milhão; Ivo Miller (Medicilândia), com R$ 1,6 milhão e Benjamim Tasca (Itupiranga), com R$ 1,8 milhão.

OS PREFEITOS MAIS RICOS DO PARÁ

ANTÔNIO PAULINO DA SILVA LEVINO (PTB)

Município:

São Félix do Xngu

Patrimônio:

R$ 24 milhões em reses, 4 quatro fazendas e muitos outros imóveis

WALTINHO DO OURO (PSB)

Município:

Rio Maria

Patrimônio:

13 milhões

LUCIANO GUEDES (PDT)

Município:

Pau D’Arco

Patrimônio:

R$ 11 milhões

CELSO CARDOSO (PDT)

Município:

Tucumã

Patrimônio:

R$ 10 milhões

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PUBLISHED BY ‘O LIBERAL’ (PA – Brasil)

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PARÁ SERÁ NOVO ELDORADO PARA 500 MIL ATÉ 2012 – Fluxo migratório será atraído por investimentos de US$ 60 bilhões (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Edição de 16/11/2008

Ana Célia Pinheiro – Da Redação

Nos próximos quatro anos, o Pará ganhará mais meio milhão de habitantes – pelo menos. É o Chefe da unidade do IBGE no Pará, Antonio José Biffiequivalente a uma cidade do tamanho de Ananindeua, o segundo maior município paraense. E um aumento que resulta das levas de migrantes atraídas pelos investimentos que aqui serão realizados até 2012. De acordo com um estudo do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF) da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), o Estado receberá, nos próximos quatro anos, investimentos públicos e privados que somam quase US$ 60 bilhões. E isso deve transformar o Pará, definitivamente, no novo Eldorado de milhares de brasileiros.

A boa notícia é que ninguém acredita na repetição, hoje, dos dramas sociais gerados, no passado, pelos grandes projetos que se instalaram no Estado e atraíram, igualmente, grandes fluxos migratórios. Isso porque a sociedade, os prefeitos desses municípios e o próprio governo do Estado vêm cobrando a contrapartida social desses investimentos. Em outras palavras: querem recursos para saneamento básico, educação, saúde, segurança pública, os setores que costumam ser mais afetados pelo crescimento populacional desordenado.

A previsão desse incremento populacional de pouco mais de 5% é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É uma estimativa tímida, frente à magnitude desses quase US$ 60 bilhões: eles representam o maior volume de recursos já carreados para o Estado nas últimas duas décadas e o dobro do que foi aplicado em território paraense desde o ano de 2000.

CAUTELAS

A estimativa, aliás, não considera sequer o crescimento anual de 3% da população paraense – o que daria um incremento em torno de 15% até 2012 – ou cerca de 1 milhão de pessoas. ‘Temos que ter cuidado com essas previsões, porque a necessidade de mão-de-obra para esses projetos pode acabar sendo suprida por uma mobilização interna. Quer dizer, pelo deslocamento de trabalhadores entre as regiões do Estado’, observa o chefe da unidade do IBGE no Pará, Antonio José Biffi.

Segundo ele, o Pará já experimenta ambas as situações. De um lado, o incremento populacional decorrente da forte migração, especialmente para o sul e sudeste do estado. De outro, a movimentação interna da mão-de-obra, em dois sentidos: de trabalhadores qualificados para o sul e sudeste paraense, devido à oferta de empregos da atividade mineradora; e de trabalhadores interioranos, em busca de qualificação profissional, para a RMB.

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PUBLISHED BY ‘O LIBERAL’ (PA – Brasil)

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MENINA É EXEMPLO DE LUTA PELA TERRA – Em Goianésia – Aos 11 anos, Isabel ajuda o pai ameaçado de morte por invasor de fazenda no Pará

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Edição de 16/11/2008

por Tainá Aires – Da Redação

Com medo de que o pai, Aldivino Antônio Eneias, seja assassinado por um grileiro, uma menina de Isabel Lima Eneias, em vez de fazer atividades próprias da sua idade, questiona magistrados, não se intimida e ainda escreve cartas ao presidente da Repúblicaapenas 11 anos se transformou na personagem principal de um conflito agrário em Goianésia do Pará, no sudeste do Estado, a 360 quilômetros de Belém. Isabel Lima Eneias, em vez de fazer atividades próprias da sua idade, questiona magistrados, não se intimida e ainda escreve cartas ao presidente da República. Ela conta que o fazendeiro do município de Jacundá, Ciro Rodrigues Braz, que é conhecido como ‘Valente’, invadiu o terreno de 18 famílias em uma área próxima ao rio Jutuba, que fica a 30 quilômetros do perímetro urbano do município, em 2002. Mesmo sem nunca ter ouvido falar de Dorothy Stang, a história da menina lembra a da missionária, que, em 2005, foi assassinada por defender durante 20 anos os trabalhadores sem-terra na região de Anapu, no sudoeste paraense.

Isabel fala como gente grande. ‘Meu pai me ensinou tudo o que sei sobre terras. Por causa da invasão do nosso terreno, acabei me interessando pelo assunto. Como não tínhamos o apoio da Justiça, a solução foi procurar a imprensa. Esse é um direito da minha família e vamos lutar para que ele seja respeitado. Quero mostrar que os pobres também conseguem consquistar os seus objetivos’, diz a menina.

REVOLTA

Isabel, que começou a ler com dois anos e meio, expressa a revolta com a situação da família em cartas. Ela já enviou uma para o jornalista Wiliam Bonner, editor-chefe do Jornal Nacional, da Rede Globo, e outra para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Ela conta que, no ano seguinte à invasão, por causa das constantes ameaças que Ciro fazia ao pai e aos dois irmãos, eles decidiram se mudar para Águas Lindas (GO). Na cidade, a família passou por várias dificuldades financeiras porque Aldivino não conseguia arrumar emprego. Devido a essa situação, Isabel disse ao pai que estava na hora de lutar pelo direito às terras que deixaram em Goianésia. ‘Meu pai não conseguia emprego por causa da idade. Passamos por várias privações. Foi muito triste. Mas sabíamos que Deus iria nos orientar e proteger’, explica Isabel.

Em 2005, Ciro novamente invadiu as terras da família. Mas, desta vez, o objetivo era a extração ilegal de madeira. Isabel diz que o pai procurou o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) em Tucuruí e cinco vezes foram realizadas apreensões de madeiras na região. Porém, Ciro conseguiu recuperá-las e vender tudo o que havia sido apreendido. Já em 2006, a família entrou com uma liminar por esbulho de madeira e liberação dos acessos à propriedade que estavam trancados com cadeados. No processo, Aldivino anexou os documentos que provavam que ele era dono da propriedade. No dia 31 de agosto, foi realizada a audiência e a juíza de primeira instância, Maria Aldecy de Souza Pissolati, confirmou a autenticidade do título de terra referendado pela certidão de número 300 do Instituto de Terras do Pará (Iterpa) e dos outros documentos apresentados.

Já em 3 de outubro, a desembargadora Maria Rita Lima Xavier suspendeu a liminar que concedia a posse da terra para Aldivino. Ciro apresentou documentos que mostravam que ele possuía 2.700 hectares na região, onde vive com a família e desenvolve a criação de gado. Além disso, consta que existem casas, açudes e pastos no terreno.

Fotografias

A declaração de que Ciro residia no terreno da família revoltou Isabel. Ela explica que na Fazenda ‘Boiadeiros’, que é de propriedade do seu pai, não existem residências e muito menos currais. No local, eles apenas plantavam frutas e verduras. ‘Nós fomos ao Tribunal de Justiça para falar com a desembargadora. Lá, fomos atendidos pelo assessor dela, o Breno Borges, que disse que iria vistoriar a área. Mas nada foi feito’, conta.

Ciro, de acordo com a menina, apresentou ao Tribunal duas fotografias de casas. O pai de Isabel constatou que as fotos correspondem a duas residências que ficam em locais diferentes. Uma delas na margem direita da Estrada da Cikel e a outra próximo ao rio Ararandeua. As duas residências são, de fato, de propriedade do grileiro. ‘Como que a desembargadora dá a posse de terra para uma pessoa que mostra a foto de uma casa que não existe no local?’, indaga a menina.

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PUBLISHED BY ‘O LIBERAL’ (PA – Brasil)

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MIRZA AZIZ TURNS DOWN WB’S PLEA TO CUT FARM SUBSIDY – The farmers will not be able to use adequate inputs like fertiliser if the agricultural subsidy is withdrawn (Bangladesh)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Sunday November 16 2008 11:34:06 AM BDT

Finance and planning adviser Mirza Azizul Islam has turned down a donor agency suggestion to cut Newly appointed Advisor for Ministry of Finance, Planning, Commerce and Posts and Telecommunications Dr. A B Mirza Azizul Islam was born in Sujanagar, Pabna on 23 February 1941. He studied BA (Hons.) and MA in Economics from Dhaka University. He studied M A in Development Economics at Williams College, Masachusetts, USA in 1975. He also obtained Ph.D in Economics from Boston University, USAagricultural subsidy saying “it would be risky in the prevailing global situation”.( The Financial Express)

“I am afraid that’s not a feasible option unless we have the land reforms done,” he said at a launching session of the two-day South Asia regional conference on managing food price inflation in a city hotel Saturday.

“The farmers will not be able to use adequate inputs like fertiliser if the agricultural subsidy is withdrawn. It will bring down the production. The country’s food security will be affected,” Dr. Aziz said in response to a suggestion made by World Bank (WB) in the conference.

WB South Asia Regional Director Sadiq Ahmed said a country like Bangladesh should address food security concerns by focusing on farm productivity rather than through subsidised inputs.

“The saved subsidy could be redirected to areas that support farm productivity including spending on rural infrastructure, farm technology, research and extension,” Mr. Ahmed said.

The World Bank and local research firm Power and Participation Research Centre (PPRC) jointly organised the conference.

Economists, policymakers, bureaucrats, agriculture experts, and political leaders from six South-Asian THE MEANING OF SUBSIDIES IN THE DEVELOPED COUNTRIEScountries, and representatives from donor agencies spoke at the function, with economist Professor Wahiduddin Mahmud in the chair.

Mirza Aziz said: “We can think on the issue of diverting subsidy fund to develop the rural infrastructure. But it could be a long-term programme. At this moment, we can not take the risk of withdrawing subsidy from agriculture.”

About the food inflation, the finance adviser said: “Agricultural credit growth during the last financial year has lifted the retention capacity of the farmers. It has been affecting the domestic food price despite bumper boro production.”

He, however, said the government will encourage the growth of the agricultural credit in future days.

The adviser said food stock in the country is satisfactory as it now stood at over 1.4 million tonnes compared to 0.4 million tonnes that this government inherited.

Senior economists Prof. Mahmud said: “Adequate food stock does not mean that the price will come down in the market. I think the prices of rice and wheat will not decline to the level that prevailed a AUSTRALIA AND THE EUROPEAN SUBSIDIESyear ago.”

“In the open market economy there are some complexities. Prices of food grain are not down despite adequate supply.”

“The market price depends on the purchase price of stock by the businessmen. I think the businessmen stock-piled at high prices. For this reason, the food price in local market is still high,” he said.

Prof Mahmud suggested raising the employment opportunities and wages of poor people for establishing balance between food inflation and entitlement to foods.

“Apart from food inflation, another risk of global recession has emerged recently. So, the government will have to take prudent steps for future food security,” he said.

Former education minister Osman Farruk said: “The donors always press the government to withdraw agricultural subsidy. But it is an effective measure to improve the productivity of foodgrain and income SUBSIDIES IN THE DEVELOPED COUNTRIES - GETTING PAID FOR NOT DOING ANYTHINGtransfer to the rural poor farmers.”

Former Agriculture Minister MK Anwar said: “If we want to keep the farmers in the field, we need to ensure agriculture as a profitable venture.”

Awami League leader Abdur Razzak laid emphasis on adequate supply of agricultural inputs to the farmers in time and at reasonable prices.

The Financial Express

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PUBLISHED BY ‘NEWS FROM BANGLADESH (NFB)’

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GEORGIE’S FUTILE EXERCISE OF FULL FLEDGED HYPOCRISY

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Aug. 14th, 2008 at 6:36 PM

CHARGE BY KHALIL RAHMAN

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PUBLISHED BY ‘KHALIL’S JOURNAL’ (USA)

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RAINER SIMON ON HIS LOVE OF ECUADOR AND MAKING MOVIES IN THE FORMER EAST GERMANY

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Nov 14, 2008

Renowned German film director Rainer Simon has been on a fall 2008 tour of North American Rainer Simon - © DEFA Film Libraryuniversities organized by the DEFA Film Library at the University of Massachusetts Amherst.

Simon began his career at the DEFA Studio for Feature Films and became one of the most important East German directors. He is also the only GDR (German Democratic Republic) director who was ever awarded with the Golden Bear at the International Berlin Film Festival.

Six of his most important films and his Latin American documentary trilogy are part of the presented film program: The Airship (1982), a fantastic, experimental film about the dream of flying; the German family saga Wengler & Sons. A Legend (1986); and The Ascent of Chimborazo (1989), which is about Alexander von Humboldt’s expedition to Ecuador.

Simon’s comedy Till Eulenspiegel (1974), the banned film Jadup and Boel (1981), and The Woman and the Stranger (1984), which was awarded the Golden Bear in 1985, were newly subtitled into English by the DEFA Film Library and are celebrating their North American premiere on this tour.

Germany.info caught up with Simon during a stopover at the Goethe-Institut in Washington, DC, which also screened several of his films as part of his tour.

You are currently on a North American tour during which your films are being screened in various The Colors of Tigua - © DEFA Film Librarylocations and you are discussing them with viewers. What kinds of questions are you most frequently asked?

I spent three weeks in Canada and then moved on to the US, where I have been exclusively at universities.

For the youngest people memories of a time before the Fall of the Wall are minimal. So I always have to start from the beginning and explain what the GDR was and what the DEFA was. It’s different of course with the more mature graduate students, who tend to ask more detailed and interesting questions.

Mostly of course there are questions about what it was like to make movies in the GDR – how much of a role did censorship play?

In the socialist countries there was the censorship of the ideologues, but now there is the censorship of money. Based on my own experiences and the experiences of many of my colleagues that is really much more difficult than the censorship of the ideologues. It is not as if you can just do whatever you want today.

How would you describe you life’s work until now? Would you refer to two phases – in Germany and later in South America?

My films are devoted to very different topics. They run the gamut from a historical comedy like Till Eulenspiegel to a contemporary story like Jadup and Boel to other themes drawn from German history, and then there are my three documentary films from Ecuador, so luckily I do not always have to speak about the same topic (grins).

And it is in particular regarding these films made in Ecuador that people often ask me about what it was like to work with the indigenous people. And it seems to me they are always surprised when I say our collaboration was excellent and how important it was to me that they wanted to work so hard at being so actively involved in these projects. So we did not just go there and use them. And that is precisely what attracted me.

How would you describe the legacy of the DEFA film studios? Were there particular regulations that Till Eulenspiegel - © DEFA Film Library you and other filmmakers had to follow, or were you given a lot of artistic freedom? Why could you, for example, only screen your film Jadup and Boel years after it was made? Were legendary German figures like Till Eulenspiegel easier to portray?

Till Eulenspiegel is based on a story written at the time by (East German writers) Christa and Gerd Wolf. I was in particular interested in Till Eulenspiegel as an anarchic figure, who clashed with the powerful people of his time in a very blunt and direct manner. He tore the masks from their faces but at the same time exposed the stupidity of the little people, over and over again. Till Eulenspiegel was a contemporary figure in his time and still is today. Who would really take it up the way he did today with the people in power in our own time?

The film was a really big hit in the GDR at the time with over one million viewers in such a small country. So people understood that this was not really a historical film, but that the attacks of Eulenspiegel were also attacks against the regime of the GDR, that they applied just as well to the ruling classes in our country, or anywhere else for that matter. And when you watch that movie today it is relevant all over again – people apply it to their own era.

We only had one state-run film production company at the time, not 100,000 or more different producers like here, and that was the DEFA. And so the money for these films came exclusively from the state. And like always the sponsor wants to see his ideas realized (grins ironically).

It was more difficult to make the movies you wanted in the early days, in the 1950s, when I was luckily not involved yet. That was the toughest time, during and right after the Stalin era, when the mindset was the most propagandistic. Later it became much easier to make movies. Although it is true that during the entire history of the GDR the DEFA studios produced at least two anti-fascist films annually. That was just something which always happened every year – those kinds of films just had to be included on the annual agenda.

But the films which led to the toughest disputes with the authorities were those that portrayed real life in the GDR. And those weren’t made until a younger generation born during or right after the war that grew up in the GDR – my generation – started to make movies. We wanted to make realistic films about life in the GDR. And that led to conflicts with the authorities. But screenplays were generally heavily scrutinized during the entire production process. And so films were rarely forbidden after 1965 – a censored film was really more the exception than the norm.

So what happened in 1980 with my film Jadop and Boel was unusual. They didn’t pay enough Jadup and Boel  - © DEFA Film Libraryattention with that one. It’s about a mayor in a small town in the GDR who realizes in the middle of his life that his socialistic ideals no longer work. And the main critique against us at the time was: “Our lives are not so ugly, so grey, so triste as you portray them!”

But we did not exaggerate at all. It was a realistic study of this time, without us having to expand upon anything in particular. And all the people knew that things were really like this – only the authorities did not know it was really like this.

After Jadop and Boel I decided that I would not do anything else about the GDR, because “you will forbid me from doing it again.” And so I only made movies featuring historic topics that did not address contemporary problems, and luckily I was allowed to continue doing that. And that was when I made some of my most important films, like The Woman and the Stranger, which won the Golden Bear at the Berlinale, like Wengler and Sons and The Ascent of the Chimborazo. Those were all very important films for me.

The Ascent of the Chimborazo was also the first, the only and the last co-production between the The Ascent of the Chimborazo  - © DEFA Film LibraryGDR and the Federal Republic of Germany. In the 1980s both sides wanted to make a co-production, as there had a already been a lot of collaboration before. And we were looking for a topic that would be politically palatable to both sides and so we hit upon Alexander von Humboldt (the film chronicles the famous 19th-century German naturalist and explorer’s ascent of this South American mountain). And so we got really lucky with that and were happy that the film was not just funded by GDR money.

Was there any other kind of creative exchange in this regard between East and West Germany? How easy was it for you and your crew to travel?

There was cooperation before, as in for my films Wengler and Sons and The Airship, where certain scenes had to be shot in the West – and the GDR of course had no western money. So deals were struck in advance between DEFA and (West German) public broadcaster ZDF, for instance, with rights sold in advance so that we could go shoot in the West, including some scenes in Italy and Spain. We always traveled with a small crew. These were generally short scenes and did not involve huge sums of money. Every now and then there was a problems for someone not being allowed to travel, but mostly it worked somehow.

What do you think of German film today, and of the next generation of German directors, like The Airship  - © DEFA Film LibraryAndreas Dresen, who is also originally from the East? And what did you think of Florian Henckel von Donnersmarck’s megahit The Lives of Others? Some East Germans seemed to think the film did not accurately portray life the way it really was in the GDR. Do you agree?

I know all about this criticism against Donnersmarck. This film was condemned by many in the East, including many of my colleagues, who claimed “but life was not really like that then.” I am not that much of a fundamentalist about it. I think it’s a really good film as a thriller – not necessarily as a realistic film about daily life in the GDR, although it does of course tell you something about the GDR.

And I think that 20 years after the fact we have to tolerate this kind of creative freedom. If I had made a movie about World War II and the fascist time in Germany 20 years after the end of the war, then it would probably look different than a movie made by someone who was actually really there.

Otherwise I do no think that German cinema is in a great place. In the United States it is only possible to see German films in art house theatres in a few locations. There are a lot of very good small German films, but nobody gets to see them!

Andreas Dresen is pretty much the only young East German director who has really made a name for himself since the Fall of the Wall, and he makes very good films.

How do you view the future of German film? Are you pleased that big, international productions The Woman and the Stranger  - © DEFA Film Libraryare being made in Berlin-Babelsberg again? Will Berlin once again become a more important center for the global film industry?

All of that with Babelsberg is a joke. Before the Fall of the Wall films were being shot there around the clock and all the studios were perpetually occupied. Afterwards a French water company came and bought it up and then closed it. And then, with the eager support of Volker Schlöndorf, they made it what it is now: Every few years a Hollywood director shows up and makes a movie there. That is a joke.

You spend a lot of time in Ecuador, where you have made several documentaries and conducted filmmaking classes. Are you working on any new projects right now?

The Ascent of the Chimborazo was released two months before the Fall of the Wall. I fell in love with this country and its people. I made three low-budget films there with Indians in the mountains and in the jungle. I organized workshops, I was at their film festivals and I presented this films all over South America. For me my work in Ecuador was much more satisfying than my work in Germany …

And now I’ve started writing. In 2005 I published my autobiography Die DDR, die DEFA und der Ruf des Chimborazo (The GDR, the DEFA and the Call of the Chimborazo).

And that same year I published my first novel, Regenbogenboa (Rainbow Boa), which is about a German man who has spent the last 30 years in Ecuador and in which I refer back to my own experiences there.

I have also taken up photography and have an exhibition on in New York called “Living with Mother Earth.”

How do you perceive Germany’s role globally? Do you think Germany is a role model when it comes Talking With Fish and Birds  - © DEFA Film Libraryto modern environmental technologies? What about the United States? Do you think we are about to enter a new era of change here?

Germany is definitely among the countries that try the hardest in this regard. And Germany really does have a lot to contribute here.

In the former GDR we had a lot of pollution and environmental problems that thankfully have been mostly cleaned up now. When I was driving in a car between Iowa and Illinois I suddenly saw and industrial site that looked just like these things did back then in the GDR and suddenly it stank extremely just like it did in the GDR, and I was quite surprised and really wondered about that.

Regarding change in America we can only hope that Obama will have the strength to push through the necessary measures (to help protect the environment).

The indigenous people in Ecuador understand that human beings are part of nature. This means that they do not see human beings as the pinnacle of conception, as we do in the Christian tradition, but really one part of the whole that makes up the natural world. In their world, human beings are worth just as much as a plant or an animal.

We could learn a lot from them.

DEFA Film Library at the University of Massachusetts Amherst

Goethe-Institut USA

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BRANDENBURG A SHINING STAR FOR RENEWABLE ENERGY (Germany)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Nov 14, 2008

When Germany celebrated its reunification in 1989, the state of Brandenburg was a symbol of a failed Wind turbines, like these in Jacobsdorf, can be found across Brandenburg - © picture-alliance - ZBcommunist ideology.

Lignite strip mines marred its polluted landscape. Its lack of modern infrastructure combined with exposure to West Germany’s competitive market economy brought about widespread unemployment.

Yet this month Brandenburg was one of three states named Germany’s ‘Lodestar 2008’ for fully embracing and promoting the use of renewable energy.

The award is the result of a study that produced a unique database of renewable energy statistics. Commissioned by Germany’s Renewable Energy Agency and carried out by the German Institute for Economic Research and the Centre for Solar Energy and Hydrogen Research, every German state was compared in 49 separate categories. The states were judged on the degree of political support for renewable energy, the amount of investment to promote it, and the ultimate success of these efforts.

Brandenburg shared the top spot with two western German states, Schleswig-Holstein and Baden-Wuerttemburg.

It’s an extraordinary transformation for a former East German state which has successfully overseen a radical technological and economic turnaround in the last twenty years. This recognition of its success in clean energy production, though, is no reason to slow down the progress and innovation, says Matthias Platzek, Brandenburg’s Minister-President.

“When we installed our first wind turbine in the ‘90s during my time as Environment Minister here in Brandenburg Minister President Matthias Platzek - © Landesregierung BrandenburgBrandenburg, many people laughed at us,” he remembers.

Platzeck’s belief in the benefits of renewables is supported by hard facts. Renewable energy has already created 4,000 long-term jobs in Brandenburg. The state is a leader in solar technology, and is Germany’s top wind energy producer. And by 2020, fully one-fifth of Brandenburg’s energy needs and an impressive 90% of its electricity demand will be covered by wind, solar, biomass, hydro power and geothermal energy.

There is, nevertheless, still room for improvement. Although Brandenburg is a strong producer of solar energy, its actual use of solar energy remains relatively weak.

Critics also point to Brandenburg’s on-going reliance on lignite or brown coal. Carbon dioxide emissions from brown coal fired plants are generally much higher than for black coal plants, and their continued operation, particularly in the absence of emissions-avoiding technology, is controversial.

Platzek argues that energy from both renewable and traditional sources are necessary to cover current energy demands. He maintains brown coal is an acceptable energy source if extracted using technology that reduces CO2 emissions.

He’s also convinced, however, that renewables should be the focus of the future, and statistics back this up. The turnover of Germany’s renewable industry was 24.6 billion euros in 2007, and the share of electricity generated from renewable sources reached 14.2 percent, meaning Germany has already met the European Union’s national target that 12.5 percent of electricity should come from renewable sources.

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A FUSÃO PSDB-PPS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

15/11/2008 12:55

por Zé Dirceu

A imprensa noticia que houve um jantar de dirigentes dos dois partidos para discussão dessa fusão. O presidente nacional do PPS, ex-deputado Roberto Freire (PE) evita falar “oficialmente” em fusão, mas confirma que deputados e filiados de seu partido debatem o assunto.

A pergunta a se fazer é: para quê?

O PPS, já há muito tempo, é um apêndice dos tucanos. Então, o máximo que podem fazer é legalizar uma situação de fato. Sem esquecer que o PSDB de São Paulo também já fez uma fusão de fato com o quercismo.

Nem deixar de lembrar que o ex-governador Orestes Quércia foi uma da principais razões da criação do O APÊNDICEpartido em 1988. Na ocasião, o antiquercismo era o “leitmotif” para a fundação do PSDB e o então governador de São Paulo (Quércia, 1987-1990) o modelo de político e de se fazer política que o PSDB deveria negar e repudiar.

Quem não se lembra?

Pelo visto só os atuais dirigentes tucanos, começando pelo governador de São Paulo, José Serra, que há tempos incorporou os principais colaboradores do quercismo a seu Governo. Como, aliás, já havia feito seu antecessor imediato, o ex-governador Geraldo Alckmin.

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LOS LÍDERES MUNDIALES ACUERDAN MAYOR TRANSPARENCIA Y REGULACIÓN FINANCIERA – Proponen crear un organismo que controle los grandes bancos y reforzar el papel del Fondo Monetario y el Banco Mundial

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

16.11.2008

por Mercedes Gallego – Corresponsal, Washington

La reforma de los mercados financieros y mayor transparencia y regulación de los mismos son algunos Oxfam campaigners prepare to welcome world leaders to Washington DCde los acuerdos genéricos alcanzados ayer por los líderes del G20 además de España, Holanda y la República Checa -añadidas bajo la bandera de la Unión Europea- en una cumbre celebrada en Washington que pretende conjurar la crisis financiera que azota al mundo desde hace un año y que amenaza con transformarse en una debacle económica a escala planetaria. Entre las medidas concretas decididas está la creación de un ‘colegio de supervisores’ que controlará los principales bancos del mundo y cuya lista deberá estar elaborada antes del final de marzo.

«Estamos decididos a mejorar nuestra cooperación y trabajar juntos para restaurar el crecimiento global y lograr las reformas que necesita el sistema financiero del mundo». Así comienza la declaración final suscrita ayer por los líderes de los países que generan el 90% del PIB mundial, en una ardiente defensa del capitalismo y el libre mercado, cuyos cimientos se han tambaleado con la crisis crediticia.

Lo conseguido ayer ha sobrepasado las esperanzas de algunos especialistas, que no confiaban en compromisos importantes ante el vacío de poder estadounidense. En cualquier caso, el texto supone El presidente George Bush, en el centro, con Zapatero a su espalda, en el momento en que los dirigentes mundiales abandonan el estrado tras la foto de familia antes de la cumbre - REUTERSuna victoria personal para Bush, que ha logrado que el mundo rinda pleitesía a un sistema en crisis. La declaración advierte de que un sobreproteccionismo por exceso de regulación pondría en peligro al sistema que tan ardientemente defienden como el generador de la riqueza y la prosperidad mundial. «Subrayamos la importancia crítica de rechazar el proteccionismo y no volvernos hacia adentro en tiempos de incertidumbre financiera», dice el texto.

Estímulos fiscales

Los líderes analizan en el documento las raíces de la crisis, se congratulan por las medidas adoptadas de forma global para atajarla y se comprometen a favorecer el dinamismo económico, la creación de empleo, el crecimiento, la innovación y la reducción de la pobreza. Algo que pretenden lograr con estímulos fiscales a escala nacional, que España se ha comprometido a apoyar, además de reforzar el papel del Fondo Monetario Internacional y el Banco Mundial como instrumentos de rescate para los países en crisis.

El documento aboga porque todas esas medidas se pongan en marcha antes de que acabe el próximo mes de marzo de 2009, con el fin de que puedan ser evaluadas en una próxima cumbre, a celebrar antes del 30 de abril, en un lugar todavía sin determinar, y a la que ya asistirá el nuevo presidente de Estados Unidos, Barack Obama.

La declaración atribuye a cada país la responsabilidad de fortalecer la regulación. Entre los objetivos de esa nueva política estarán la vigilancia de los fondos de alto riego (hedge funds) y de las firmas de calificación de riesgo, propuestas defendidas por los representantes europeos.

Principios básicos

La nueva era abierta ayer en el sistema financiero internacional, según el texto final de la cumbre, debe descansar sobre cinco principios: mayor transparencia contable, mejora de la regulación, promoción de la integración de los mercados, refuerzo de la cooperación global y reforma de las instituciones financieras.

También se apuesta por promover la integridad ética de los mercados financieros y proteger a los consumidores, evitando los conflictos de intereses y previniendo la manipulación ilegal, las actividades fraudulentas y los abusos.

En la declaración final, los mandatarios alzan la voz en contra del proteccionismo comercial, e instan a una conclusión de la Ronda de Doha, de la Organización Mundial de Comercio (OMC).

En Londres

Nicolas Sarkozy propuso que la próxima cumbre del G20 se celebre en Londres, con motivo de la presidencia de turno de Gran Bretaña de este grupo.

Ahora, «el G20 es visto como el organismo relevante» para hacer frente a los problemas que surgen a raíz de la crisis financiera, dijo el mandatario francés en el encuentro con la prensa, al que acudió acompañado del presidente de la Comisión Europea, Jose Manuel Durao Barroso.

El G20 está integrado por la Unión Europea (UE), el Grupo de los Siete (EE UU, Canadá, Japón, Alemania, Reino Unido, Italia y Francia) y Corea del Sur, Argentina, Australia, Brasil, China, India, Indonesia, México, Arabia Saudí, Sudáfrica, Turquía y Rusia.

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PENDIENTES DE WASHINGTON

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

16.11.2008

Diego Carcedo por Diego Carcedo – Analista Político

Hoy estaremos pendientes de Washington. Algunos seguro que intentarán frivolizar los aspectos sociales del cónclave que pretende salvarnos de la crisis económica en que estamos sumergidos. Aquí habrá mucha atención, qué duda más tonta cabe, por la presencia de Zapatero sentado en una silla prestada. Peleó por hacerse un sitio y lo ha logrado aunque en el intento haya dejado virutas de imagen y más sensación de capricho personal que de una defensa firme a la que estaba obligado de los derechos del peso de España. Nuestro país tiene que estar, con los números en la mano, en el Grupo de los Veinte y puesto que parece que el Grupo puede adquirir importancia real en los tiempos venideros, todos los esfuerzos que se hagan para hacerse un sitio permanente serán pocos. Mientras tanto, habrá que soportar la atención morbosa al trato que le dispense el anfitrión. Es una pena que se pierda tiempo en minucias de semejante naturaleza cuando a Bush sólo le quedan dos meses de Presidencia y deseemos que muchos años de vida para cargar con el peso de haberla desempeñado de manera tan desastrosa. Pero en fin… Lo que importa es lo que salga de la reunión y sobre eso sí que vamos a tener que debatirnos con dudas tan importantes como variadas. El comunicado final a buen seguro que eludirá el reconocimiento de fracaso si ese fuera el resultado y tratándose de asuntos tan sensibles, es más que probable que la información se diluya en lucubraciones diplomáticas que de entrada nos dejen sin saber exactamente qué ocurrió.

La reunión se celebra en fin de semana para evitar su incidencia directa en los mercados. Veinte jefes de Gobierno es muy difícil que se pongan de acuerdo en unas horas de discursos y sin posibilidades de debate abierto. Para que la reunión termine con resultados concretos, aplicables de inmediato, es imprescindible que lo fundamental haya sido cocinado de antemano por los expertos. El cónclave es de políticos, que en su mayor parte saben poco sobre los problemas de fondo, y por lo tanto el éxito está más en lo que sus expertos puedan idear y consensuar. En ello está el que la reunión responda a las expectativas que ha creado, quizás exageradas, y no concluya con un brindis al sol en el que cada cual vuelva a casa feliz con su intervención pero sin nada práctico qué decretar.

L a reunión no requiere retórica ni mejorará resultados a base de gestos y parafernalia. Necesita mucha inteligencia, capacidad de anticipación y realismo. Para empezar ha arrancado con actitudes verborréicas de corte esperpéntico, por respetables que sean sus autores, como la que anticipaba nada menos que la refundación del capitalismo, que sería bueno desterrar para evitar confundir y alejar susceptibilidades. El objetivo es doble: en primer lugar, poner en marcha medidas urgentes que frenen el agravamiento de la crisis y propicien la recuperación. Para eso es fundamental que su mensaje sea capaz de estimular la confianza, ahora mismo por los suelos, de banqueros, inversores y, por supuesto, de los ciudadanos de a pie cuya reacción está siendo de un pesimismo atroz.

Las cosas se han agravado y para devolver la confianza a los ciudadanos hay que ofrecerles información creíble. Enrevesadas argumentaciones de economía virtual y declaraciones rimbombantes de voluntad colectiva no adelantarán nada, quizás lo contrario. En segundo lugar, la reunión también deberá avanzar en el propósito de asimilar la lección proporcionada por el desastre y arbitrar fórmulas para frenar las tentaciones de los especuladores. Porque la solución de la crisis se enfanga mucho todavía en los intereses de los que la han originado.

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BARGAIN HUNTERS LIFT DOW 553 POINTS

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

November 14, 2008

by Leah Schnurr – Reuters

U.S. stocks surged on Thursday and broke a three-day losing streak after the S&P 500 and Nasdaq touched new five-year lows earlier in the session, prompting investors to put aside worries about the flagging economy and scoop up wilted shares at fire-sale prices.

Capping off a volatile session, energy stocks led the market higher alongside a recovery in oil prices CLc1 as OPEC looked ready to cut production again. Chevron and Exxon Mobil gave the Dow its biggest lift, while oil rose over 5 percent above $59 a barrel in post-settlement trading.

But analysts said news about the economy was still grim, after Intel Corp slashed its revenue outlook, underscoring concerns that the ailing global economy is hurting technology spending by businesses and consumers.

At one point during Thursday’s session, the S&P 500 fell below its Oct. 10 closing low to its lowest since March 2003, a key technical breach that traders said suggested the market could find short-term support. The Dow industrials briefly fell below 8,000, while both the S&P 500 and Nasdaq fell through their 2008 lows set in October.

“The fundamental news right now is just dreadful,” said Phil Orlando, chief equity market strategist at Federated Investors in New York, adding that the market “ended up blowing through the support level we thought we had established at the bottom of the market on Oct. 10.”

Orlando said there was nothing fundamental to account for the afternoon surge, noting that “technically, some folks thought they needed to put money to work.”

The Dow Jones industrial average jumped 552.59 points, or 6.67 percent, to 8,835.25. The Standard
& Poor’s 500 Index surged 58.99 points, or 6.92 percent, to 911.29. The Nasdaq Composite Index climbed 97.49 points, or 6.50 percent, to 1,596.70.

The three major U.S. indexes swung in a wide band from high to low, with the S&P 500 traveling 94.32 points from its session low at 818.69 to intraday peak at 913.01, while the Dow industrials covered 911.17 points and the Nasdaq moved 168.16 points.

Chevron jumped 12.5 percent to $75.71, while Exxon rose 9.4 percent to $75.41. An S&P index of energy companies .GSPE soared 11.1 percent.

Intel reversed an earlier decline and rose 6.7 percent to close at $14.43 on the Nasdaq, spurring other big-cap technology shares to shift gears and push higher.

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PUBLISHED BY ‘FINANCIAL MIRROR’ (Cyprus)

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PUTIN DESCRIBED HANGING GEORGIAN LEADER: REPORT

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Sunday, November 16, 2008 02:48

MOSCOW – An angry Prime Minister Vladimir Putin spoke in graphic terms about hanging the president of Georgia during talks about a cease-fire to end the August war between the two countries, according to a French magazine report. A spokesman for the Kremlin confirmed that “the rhetoric was very harsh” at the meeting.

Le Nouvel Observateur reported Thursday that Putin compared Mikhail Saakashvili to ex-Iraqi dictator Saddam Hussein during a meeting in Moscow with Nicolas Sarkozy. The magazine said Sarkozy suspected that the Russian army was going to topple Saakashvili. “You can’t do that, the world will not accept it,” the magazine quoted Sarkozy as saying. It described its source as Sarkozy’s diplomatic adviser, Jean-David Levitte.

“I’m going to have Saakashvili hanged … ” Putin said, ending the sentence with a crude anatomical reference. “Hang him?” Sarkozy reportedly said. “Why not?” Putin reportedly said. “The Americans hanged Saddam, didn’t they?” “Yes, but do you want to end up like Bush?” Sarkozy reportedly said. “You have a point there,” Putin said.

Putin’s spokesman Dmitry Peskov said “Putin spoke in words very similar to what is written in the article.” Both Levitte and Sarkozy’s spokesman declined to comment.

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PUBLISHED BY ‘HURRIYET DAILY NEWS’ (Turkey)

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