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Archive for November 10th, 2008

ÍNDIOS OCUPAM PRÉDIO DE COMPANHIA HIDRELÉTRICA NA BA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

10/11/2008 – 18:12

Desde a noite de domingo (9), 55 índios tuxás ocupam o prédio da Companhia Hidrelétrica do São Indios on line - Fábio TuxáFrancisco (Chesf) em Salvador. O grupo, que vive no município de Rodelas, a 547 quilômetros a noroeste da capital baiana, na margem do rio, cobra da empresa indenizações para membros de 90 famílias que tiveram suas terras inundadas pelas águas do São Francisco após a construção da Represa de Itaparica, em 1988. De acordo com os índios, os integrantes da aldeia teriam direito de 1,5 a 3 hectares de terras cada um, como ressarcimento.

Os funcionários da Chesf foram impedidos de trabalhar nesta segunda-feira (10). Por meio de comunicado, a diretoria informou que a reivindicação é improcedente e que negocia com a liderança do grupo para que a ocupação termine. De acordo com a direção da Chesf, os acordos firmados com 247 famílias de índios tuxás – à época e há quatro anos, quando foi assinado um termo de ajustamento de conduta entre a empresa e o Ministério Público (MP) – estão sendo cumpridos nos prazos. O que os índios estão reivindicando seria então, segundo a Chesf, um novo benefício, para famílias formadas após a construção da represa.

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RENDA DEVE SALTAR 67% EM 2008 – Recursos passaram de R$ 958,7 milhões em 2007 para R$ 1,6 bilhão este ano. Crescimento acima da média nacional (CE – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

São Paulo. A renda agrícola deste ano no Ceará deverá ficar em R$ 1,6 bilhão, expansão de 67,8% em Foto - Aumento na renda se deve a ajustes feitos em relação à produção esperada para este ano (Foto - Silvana Tarelho)relação ao ano passado (R$ 958,7 milhões). O crescimento no Estado está acima do registrado no País. A cifra nacional deve alcançar R$ 165,3 bilhões, alta de 16,7% em relação ao ano passado (R$ 141,6 bilhões), segundo estimativa a partir do valor bruto da produção de 20 lavouras. Na região Nordeste, os recursos somam R$ 13,6 bilhões neste ano, o que representa crescimento de 6,4% em relação a 2007 (R$ 14,5 bilhões). Os resultados do estudo foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira.

No País, o aumento se deve a alguns ajustes feitos pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em relação à produção esperada para este ano, e também a ligeiras alterações nos preços recebidos pelos agricultores, conforme o coordenador-geral de Planejamento Estratégico do ministério, José Garcia Gasques.

Os maiores aumentos reais de renda na safra 2008, já descontada a inflação, ocorrem no feijão (79,6%), cebola (65,8%), trigo (55,6%), amendoim (39,2%), soja (32,3%) e milho (26,8%), segundo o Ministério da Agricultura. Em sentido contrário, caíram os preços de trigo, milho, batata-inglesa e café.

Entre as culturas que apresentam queda de renda em 2008, Gasques destaca a cana-de-açúcar, com uma produção recorde esperada de 643,7 milhões toneladas. ´A conjuntura de redução de preços do açúcar tem levado ao menor nível de renda em relação a 2007´.

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BANCOS FINANCIAM AUTOMAÇÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

Depoimentos de representantes de várias entidades do varejo e de grandes lojistas do Comércio Foto - O valor do financiamento vai variar segundo o grau de informatização que a empresa deseja atingir (Foto - Tuno Vieira)apontam a informatização como via para o sucesso empresarial, seja qualquer for o porte e ramo de atividade. Consultores do Sebrae, Fecomércio, CDL e de empresas de soluções para automação fornecem o passo-a-passo para a implantação, mas muitas vezes as decisões esbarram no investimento. Para preencher esta lacuna, várias instituições financeiras no Estado dispõem de linhas de crédito que vão ao encontro dessa necessidade. De acordo com Elias Zeglim, gerente do Segmento para Pessoa Jurídica do Banco do Brasil, a instituição já tem aprovado para atender ao Comércio do Ceará um valor de R$ 1,25 bilhão, em 2008.

Para isso, existem de duas opções de empréstimo tanto para capital de giro como aquisição de bens. Para os comerciantes que necessitam de até R$ 5 milhões, existe a linha Proger (Programa de Geração de Emprego, Trabalho e Renda), que financia até 80% do valor a ser desembolsado.

Sem carência, o pagamento pode ser efetuado em até 24 meses, com juro anual formado pela TJLP + 5,15%, o que deve corresponder a uma taxa mensal, em torno de 0,93%.

Para os financiamentos de até R$ 60 milhões, o BB oferece o cartão BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), com parcelas fixas limitadas a 36 vezes e taxa de juros de 1,14% ao mês. Nesta modalidade de crédito, pode ser financiado 100% do bem. ´Se o empresário não tiver restrições cadastrais, o banco atribui um teto e ele pode escolher o equipamento na loja que quiser, desde que seja cadastrada no site http://www.cartaobndes.gov.br´, explicou Zeglim.

A Caixa Econômica firmou parceria com a Fecomércio visando a automação do varejo, e dispõe de crédito que pode ser parcelado de 12 a 24 meses, com taxas de juros mensais a partir de 0,83% + TR.

´Nessa modalidade, parte dos juros é subsidiada com recursos do PIS´, mencionou Antonio Carlos Franci, gerente regional de Negócios para Pessoa Jurídica da Caixa.

A instituição trabalha também como o Proger para todo o processo de automação. Mediante a apresentação de um projeto simplificado, o varejista pode obter seu financiamento e pagar em até 48 meses, com carência de seis meses. A taxa é formada pela TJLP + 5% ao ano, o que deve representar algo em torno de 1%, ao mês.

´O valor do financiamento vai variar segundo o grau de informatização que a empresa deseja atingir. E, dependendo de sua capacidade de pagamento da empresa e do poder de tomar o empréstimo, o dinheiro pode ser liberado em três dias´. ´Temos pessoal capacitado e habilitado a fornecer orientações quanto ao desenvolvimento de seu projeto de automação´, explicou Carlos Franci.

Os interessados devem procurar qualquer agência das instituições consultadas ou acessar o Sebrae para buscar mais orientações.

COMÉRCIO

Crédito mais em conta com recursos do FNE

Mesmo sem dispor de uma linha de crédito específica para área de automação, o Banco do Nordeste disponibiliza financiamentos mais ´em conta´ com o uso de recursos do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste). Esse ano, a instituição tem aprovado um total de R$ 7 bilhões, sendo que de 10% a 20% são para contemplar o Comércio. Para 2009, a expectativa é de um montante que vai variar de R$ 7,5 bilhões à R$ 8 bilhões.

´Temos condições de atender à demanda com custo muito competitivo para quem pretende inovar, modernizar, adquirir máquinas e equipamentos´, afirma Henrique Tinoco, gerente do Ambiente de Negócios do BNB. Segundo ele, o interessado tem um prazo de até 12 anos para quitar o empréstimos, até quatro anos de carência e taxas de juros anuais que variam de 5,54% à 9,78%, sem acréscimo da TJLP e encargos adicionais; com bônus de adimplência já inclusos. De acordo com Tinoco, para as operações de até R$ 50 mil, o crédito é bem simplificado: ´com plano orçamentário e ficha limpa, o varejista tem acesso aos recursos em no máximo 15 dias. Se for cliente, em até 48 horas´.

Para ambos os casos, é dispensada a apresentação de projeto. Para as demandas acima desse valor, o projeto é imprescindível.

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PROTOCOLO DE INTENÇÕES DA CSP EM FORMATAÇÃO – PGE e Executivo estadual analisam interesses dos investidores para efetivar instalação da siderúrgica (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

por Carol de Castro – Repórter

O governo do Estado discute os benefícios tributários e de infra-estrutura que serão concedidos para a Cpacidade final da siderúrgica no Pecém está prevista para 6 milhões de toneladas de placas de aço instalação da Companhia Siderúrgica de Pecém (CSP). Este movimento representa mais um passo para a instalação do empreendimento ao Ceará. O assunto será analisado em reunião nos próximos dias. A data exata ainda não foi definida, uma vez que depende do governador Cid Gomes. Os pontos em questão fazem parte do protocolo de intenções, que será assinado pelo governo e investidores. Segundo o procurador Geral do Estado, Fernando Oliveira, os pontos foram apresentados pelos investidores.

Demandas

“São necessidades de natureza tributária e de infra-estrutura”, explicou. “A Seinfra e a Sefaz fizeram um estudo e o governador agora vai dizer o que é possível ser concedido”, informou.

Oliveira acrescentou que os direitos a serem cedidos serão uniformizados de acordo com um padrão. “São os mesmos benefícios dados a todas empresas que se instalam no Ceará”, afirmou o procurador, que não deu mais detalhes. No planejamento atual da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), com os investimentos da sul-coreana Dongkuk e pela brasileira Vale, a instalação da planta acontecerá em duas fases. Cada uma com capacidade de produção de 3,0 Mtpa (milhões de toneladas de placas de aço).

A infra-estrutura da primeira fase cobrirá parcialmente as necessidades da segunda fase e a capacidade final da planta está prevista para 6,0 Mtpa de placas. O início das obras da CSP está previsto para junho do próximo ano, quando deve começar a terraplanagem.

A desapropriação do terreno segue em processo sob a coordenação da Procuradoria Geral do Estado (PGE).

Outros dados sobre o projeto são mantidos em sigilo ou ainda não foram dimensionadas, como o número de empregos, diretos e indiretos, que serão gerados na construção e na operação da usina, e a data de lançamento do projeto.

Financiamento em avaliação

Os investidores também ainda avaliam como vai ser dividido o financiamento da unidade, orçada em US$ 6 bilhões.

A definição sobre a participação da japonesa JFE Steel no projeto da usina cearense deve ocorrer em dezembro deste ano, após conclusão de estudos de viabilidade.

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O CÃOZINHO DO OBAMA

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Publicado em 10/11/2008

O CÃOZINHO DO OBAMA

CHARGE BY SINFRÔNIO

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NOVO DOCUMENTO PODE MUDAR RUMO DO CASO DOROTHY STANG (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Publicado em 08/11/2008

Um documento recebido na sexta-feira pelas freiras Rebeca Spires e Julia Depweg – que trabalharam DOROTHY STANGdurante três décadas com a missionária Dorothy Stang – pode mudar os rumos do processo do assassinato da freira.

A cópia da ata de uma reunião, enviada via fax, comprovaria que o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, acusado de ser o principal mandante do crime, procurou o escritório do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Altamira (PA), no último dia 28, para doar parte do lote onde Dorothy foi morta e que ele mesmo afirmava que não estava mais em seu nome.

As religiosas explicaram que a proposta de Galvão ao Incra consiste em doar parte do lote que, até então, ele dizia ser do fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida. Em troca, ele pediu autorização para colocar gado na outra porção da terra.

O documento indicaria que Galvão, ao contrário do que vem afirmando desde 2004, mantém o controle do lote e, portanto, segundo as freiras, teria motivos para encomendar o assassinato da missionária.

Em Anapu, cidade do interior do Pará onde Dorothy vivia, cerca de mil pessoas participaram ontem de audiência pública que discute o caso. Uma cópia da ata da reunião no Incra e de comprovantes de compra e venda do lote 55 entre Galvão e Bida, foram apresentadas na audiência. A idéia, de acordo com as religiosas, foi mostrar que os documentos são contraditórios e que o lote nunca foi propriamente de Bida.

Copyright 2007 / 2008 – Diário de Sorocaba

Rua da Penha, 609 – Centro / Sorocaba.

Fone: 55-015-3224-4123

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NA REUNIÃO DO G20, PRESIDENTE CHAMA PAÍSES RICOS DE IRRESPONSÁVEIS – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Publicado em 08/11/2008

Diante de ministros da área econômica e presidentes de bancos centrais de 18 países e da União Luiz Inácio Lula da SilvaEuropéia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chamou ontem os países ricos de irresponsáveis, na abertura da reunião do G20, o grupo das maiores economias mundiais.

Lula disse que não é justo que o resto do mundo pague pelas inconseqüências dos mercados financeiros e foi categórico: quem deve tomar medidas para evitar maiores conseqüências da crise financeira global são as nações desenvolvidas.

“É hora de uma ação coordenada. Mas o exemplo deve partir dos países ricos. É deles que se espera a adoção das principais medidas nesse sentido.”

O presidente enfatizou que a crise nasceu nas economias avançadas, em conseqüência da “crença cega” na capacidade de auto-regulação dos mercados e pela falta de controle sobre as atividades dos agentes financeiros.

“Por muitos anos, especuladores tiveram lucros excessivos, investindo o dinheiro que não tinham em negócios mirabolantes. Todos estamos pagando por essa aventura”, afirmou.

Lula criticou a postura dos países ricos em vários momentos. “A desordem que se instaurou nas finanças mundiais, nos últimos anos, ameaça o funcionamento da economia real. O preço a pagar por essa irresponsabilidade se pode medir de várias formas. Para nós, o que importa é a ameaça de uma recessão generalizada e, na sua esteira, a perda de milhões e milhões de empregos, o aumento da pobreza e da exclusão.”

Em outro ponto do discurso, ele voltou a pedir que os ricos assumam as conseqüências de suas práticas de livre mercado. “As políticas de cada país não podem transferir riscos e custos a outros países. Cada país deve assumir suas responsabilidades”, ressaltou.

Para Lula, cabe aos países ricos adotar medidas de liquidez para trazer liquidez aos mercados internacionais. “Os países desenvolvidos e instituições como o Fundo Monetário Internacional [FMI] devem adotar medidas para restaurar a liquidez nos mercados internacionais. ”O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, estava entre os ouvintes.

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DE SANCTIS DIZ CONFIAR EM PERMANÊNCIA NO CASO DANTAS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Agência Estado

Publicação: 10/11/2008 15:05

O juiz titular da 6º Vara Criminal Federal de São Paulo, Fausto De Sanctis, disse nesta segunda-feira O JUIZ FAUSTO DE SANCTIS(10/11) não acreditar na possibilidade de seu afastamento do caso do sócio-fundador do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, acusado de corrupção. A pedido dos advogados de Dantas, que questionam a imparcialidade do magistrado, três desembargadores do Tribunal Regional Federal retomam hoje o julgamento da questão. A desembargadora Ramza Tartuce, relatora do caso, já se posicionou a favor da permanência de De Sanctis. Ao dar uma palestra hoje no Rio, o magistrado disse confiar na permanência à frente do caso.

No entanto, recusou-se a dar entrevistas com comentários sobre a Operação Satiagraha, origem do processo contra Dantas, e a investigação da Polícia Federal em torno do delegado Protógenes Queiroz, investigado por supostos vazamentos de informações da ação e uso indevido de interceptações telefônicas.

A convite do procurador de Justiça Astério Pereira dos Santos, do Ministério Público do Estado do Rio, De Sanctis foi à capital fluminense dar uma palestra sobre os principais aspectos de processos contra a lavagem de dinheiro. Embora não tenha citado Protógenes ou Dantas, o juiz refutou as acusações de descontrole no uso de instrumentos como as interceptações telefônicas nas investigações e defendeu mudanças no sistema jurídico brasileiro que, para ele, está direcionado a não permitir condenações definitivas com o excesso de recursos.

O juiz disse ainda que os crimes de colarinho branco exigem que as autoridades não tomem apenas decisões ortodoxas. “A Constituição deve ser mutável por excelência. Ela é dinâmica, porque dinâmica é a sociedade. Não dá para interpretar a norma e o valor desconsiderando a realidade”, afirmou De Sanctis durante a palestra, no auditório da Universidade Estácio de Sá, no Centro. “A Constituição não pode ser mais importante do que nós mesmos. Nós somos a Constituição”.

O juiz disse que métodos considerados invasivos, como a interceptação telefônica, escutas presenciais, controle de movimentação financeira e outros são “naturais” em qualquer país disposto a combater crimes financeiros, como a lavagem de dinheiro. “O que querem? Instaurar um inquérito, chamar as pessoas para testemunhar e depois o Ministério Público pedir para arquivar? É isso o que querem”, disse à platéia de advogados e estudantes de direito, que compareceram ao lançamento de um livro sobre investigação criminal do procurador Astério. O anfitrião aproveitou para fazer um ato de desagravo ao juiz, louvando seu “compromisso com a sociedade” e simplicidade.

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RACISMO À MODA DA CASA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

08/11/2008

TÁ CERTO QUE NO BRASIL OS BRANCOS TÊM OS MELHORES CARGOS, AS MELHORES CASAS, OS MELHORES CARROS, ENFIM, VIVEM MELHOR QUE OS NEGROS. MAS ... ONDE É QUE ESTÁ O RACISMO NISSO ? - (por Mauricio Pestana)

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PUBLISHED BY ‘MAURÍCIO PESTANA . COM’ (Brasil)

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ANISTIA À LUZ DOS DIREITOS HUMANOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

10/11/2008 11:07

José Dirceu por Zé Dirceu

A pesquisadora Glenda Mezarobba, do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade de Campinas (UNICAMP), concede entrevista publicada hoje, na Folha de S.Paulo, sob o título “Desculpa por tortura faria bem a militares”, em que traz uma tese interessante.

Autora do livro “Um acerto de contas com o futuro: a anistia e suas conseqüências”, a pesquisadora entende que a Lei da Anistia não precisa de revisão. Para ela é necessário apenas que ela seja interpretada corretamente, à luz dos Direitos Humanos, o que já enseja a punição aos torturadores.

Segundo Glenda, “a Lei de Anistia foi criada, durante a ditadura, cheia de eufemismos para anistiar crimes cometidos pelos militares. Quem diz que a Lei de Anistia não pode ser revisada não vê que o texto já foi muito modificado. É uma falácia a não-revisão”.

A exemplo dos defensores da revisão da Lei da Anistia, Glenda também defende um pedido de desculpas das Forças Armadas. “(…) é uma obrigação da instituição reconhecer erros, dizer que não se repetirão. Será muito salutar para sua imagem. Os militares de hoje ainda caminham sobre a linha tênue que divide presente e horrores do passado”, afirmou a pesquisadora.

Questionada sobre a importância da sociedade saber detalhes do regime militar, Glenda respondeu: “Não saber oficialmente o que ocorreu significa não conhecer a nossa história. É importante que as Forças Armadas revelem tudo o que sabem. A sociedade tem o direito de conhecer sua própria história. É um período negro, mas, mesmo sem falar nos direitos de vítimas e familiares, a sociedade deve conhecer as circunstâncias das mortes e prisões”.

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BALANÇA COMERCIAL VERIFICA SUPERÁVIT DE US$ 477 MI NA 1º SEMANA DO MÊS

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

A balança comercial brasileira foi superavitária em US$ 477 milhões na primeira semana de novembro, Empilhadeira Reach Stakercompreendia pelos dias 1 a 9, com cinco dias úteis.

As exportações foram de US$ 4,164 bilhões e as importações somaram US$ 3,687 bilhões, média diária de US$ 832,8 milhões e US$ 737,4 milhões, respectivamente.

Os números foram apresentados há pouco pelo ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Em outubro como um todo, o saldo comercial foi de US$ 1,207 bilhão, decorrente de vendas externas de US$ 18,512 bilhões e compras de US$ 17,305 bilhões.

Fonte: Valor Online

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APURAÇÃO INDICA VITÓRIA DE SANDINISTAS NA NICARÁGUA

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Publicação: 10/11/2008 12:00 Atualização: 10/11/2008 12:00

Agência Estado

Manágua – O Conselho Supremo Eleitoral (CSE) anunciou neste domingo à noite que a aliança sandinista vencia as eleições municipais. A situação tinha 50% dos votos, contra 42% da coalizão opositora, quando haviam sido divulgados os resultados de 39% das seções, em 137 dos 146 municípios nicaragüenses. Centenas de sandinistas saíram às ruas para comemorar, com bandeiras nas cores vermelho e preto.

Segundo os resultados, o tricampeão mundial de boxe Alexis Argüello, candidato à prefeitura de Manágua pela Frente Sandinista de Liberação Nacional (FSLN), tinha vantagem de 52,21%, ante 45,29% dos votos para o candidato da coalizão Partido Liberal Constitucionalista, Eduardo Montealegre, com 21,36% das seções apuradas. Montealegre rebateu os dados, afirmando que, com 40% das urnas apuradas, ele tinha mais de 50% dos votos. Ele qualificou como “um ato manipulado e arranjado” o anúncio parcial do CSE.

O presidente Daniel Ortega votou ontem, às 17 horas (hora local), para mostrar aos oposicionistas que não havia seções fechadas antes da hora. A oposição chegou a denunciar essa manobra para garantir uma vitória dos sandinistas. Ortega acusou ainda alguns meios de comunicação de fazerem “campanha aberta” contra Argüello.

Montealegre utilizou sua própria caneta para votar. Havia rumores de que as canetas disponibilizadas pelo órgão eleitoral eram importadas da Venezuela e tinham uma tinta que depois desaparece. O CSE considerou a acusação ridícula.

Um porta-voz da aliança oposicionista disse que houve problemas pontuais em algumas cidades, mas o quadro geral era de normalidade, com “raras exceções”.

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TAM REGISTRA PREJUÍZO DE R$ 112,7 MILHÕES NO TERCEIRO TRIMESTRE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Publicação: 10/11/2008 08:47 – Atualização: 10/11/2008 08:50

FolhaNews

A companhia aérea TAM registrou no terceiro trimestre deste ano um prejuízo líquido de R$ 112,7 TAM tem prejuizo de R$ 112,7 milhões neste trimestre - Marcelo Ferreira - CBmilhões, contra um lucro de R$ 48 milhões no mesmo período de 2007. A perda por ação no trimestre passado foi de R$ 0,75, contra um ganho de R$ 0,32 no terceiro trimestre de 2007. Os resultados foram divulgados nesta segunda-feira (10/11).

A receita líquida operacional da empresa no período ficou em R$ 2,896 bilhões, contra R$ 2,061 bilhões no terceiro trimestre do ano passado. O Ebitdar (índice em inglês que representa o resultado operacional antes de despesas financeiras líquidas, depreciação, amortização e arrendamentos) ficou em R$ 423,4 milhões, um aumento de 35% em relação ao mesmo trimestre um ano antes, R$ 312,9 milhões.

No ano passado, a TAM registrou um lucro líquido consolidado de R$ 128,896 milhões, queda de 78,93% na comparação com o lucro de 2006, que atingiu R$ 611,750 milhões.

Para este ano, a previsão da companhia, feita em março, era de alta de 8% a 12% na demanda no mercado doméstico. A expectativa é que a taxa de ocupação de suas aeronaves fique em cerca de 70%.

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SOUTH AFRICAN SINGER MIRIAM MAKEBA DIES IN ITALY

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

November 10th, 2008

by Celean Jacobson – Associated Press Writer – 1 hr 19 mins ago

JOHANNESBURG, South Africa – Miriam Makeba, the South African singer who wooed the world with her AP – In a Nov. 16, 2006, file photo South African singer Miriam Makeba performs on stage at the Avo Session sultry voice but was banned from her own country for 30 years under apartheid, died early Monday after a concert in Italy. She was 76.

The Pineta Grande Clinic, a private clinic near the southern city of Naples, said the singer died after being brought there. The ANSA news agency reported that Makeba apparently suffered a heart attack after performing for 30 minutes at a concert against organized crime.

The death of “Mama Afrika,” as she was known, plunged South Africa into shock and mourning.

“One of the greatest songstresses of our time has ceased to sing,” Foreign Affairs minister Nkosazana Dlamini Zuma said in a statement.

“Throughout her life, Mama Makeba communicated a positive message to the world about the struggle of the people of South Africa and the certainty of victory over the dark forces of apartheid and colonialism through the art of song.”

Makeba wrote in her 1987 memoirs that friends and relatives who first encouraged her to perform compared her voice to that of a nightingale. With her distinctive style combining jazz with folk with South African township rhythms, she was often called “The Empress of African Song.”

She first started singing in Sophiatown, a cosmopolitan neighborhood of Johannesburg that was a cultural hotspot in the 1950s before its black residents were forcibly removed by the apartheid government.

She then teamed up with South African jazz trumpeter Hugh Masekela — later her first husband — and her rise to international prominence started when she starred in the anti-apartheid documentary “Come Back, Africa” in 1959.

When she tried to fly home for her mother’s funeral the following year, she discovered her passport had been revoked. It was 30 years before she was allowed to return.

In 1963, Makeba appeared before the U.N. Special Committee on Apartheid to call for an international boycott of South Africa. The South African government responded by banning her records, including hits like “Pata Pata,” “The Click Song” (“Qongqothwane” in Xhosa), and “Malaika.”

Makeba received the Grammy Award for Best Folk Recording in 1966 together with Harry Belafonte for “An Evening With Belafonte/Makeba.” The album dealt with the political plight of black South Africans under apartheid.

Thanks to her close relationship with Belafonte, she received star status in the United States and performed for President John F. Kennedy at his birthday party in 1962. But she fell briefly out of favor when she married black power activist Stokely Carmichael and moved to Guinea in the late 1960s.

After three decades abroad, Makeba was invited back to South Africa by anti-apartheid icon Nelson Mandela shortly after his release from prison in 1990 as white racist rule crumbled.

“It was like a revival,” she said about going home. “My music having been banned for so long, that people still felt the same way about me was too much for me. I just went home and I cried.”

She insisted that her songs were not deliberately political.

“I’m not a political singer,” she insisted in an interview with Britain’s Guardian newspaper earlier this year. “I don’t know what the word means. People think I consciously decided to tell the world what was happening in South Africa. No! I was singing about my life, and in South Africa we always sang about what was happening to us — especially the things that hurt us.”

Makeba announced her retirement three years ago, but despite a series of farewell concerts she never stopped performing. When she turned 75 last year, she said she would sing for as long as possible.

Graham Gilfillan, Makeba’s longtime business manager, said the family was holding a meeting in South Africa and would release a statement later Monday.

Arts and Culture Ministry spokesman Sandile Memela described Makeba as an international icon.

“It’s a monumental loss not only to South African society in general but for humanity,” he said.

Tributes poured in on morning radio talk shows, with many callers in tears as they recalled her humor and her unrelenting spirit.

“She had been part of my life for a long time. It is a great loss,” singer P.J. Powers told local radio station 702. “She had a huge soul.”

Associated Press Writer Frances D’Emilio in Rome contributed to this report.

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G-20 QUER QUE PAÍSES REFORCEM CAIXA DO FMI SE FOR PRECISO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Publicação: 09/11/2008 18:10 – Atualização: 09/11/2008 18:11

Agência Estado

O G-20, grupo das 20 maiores economias do mundo, divulgou um comunicado com as conclusões do encontro de dois dias, realizado neste fim da semana, na capital paulista. No documento de cinco páginas, os países do grupo defendem a necessidade de reforma das instituições criadas em Bretton Woods e, pela primeira vez, citam a possibilidade de injeção de mais recursos em instituições como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial.

No texto, os países afirmam que é necessário atentar para o uso adequado dos recursos dessas instituições, e observam que é preciso estar preparado para aumentar a capacidade de funding das mesmas quando necessário. O comunicado afirma, nesse contexto, ser bem-vindo o uso de recursos do FMI para promover a ajuda emergencial às nações necessitadas, como também a criação de novos mecanismos para ampliar a liquidez no curto prazo. O documento também cita o reconhecimento do G-20 de que o Financial Stability Forum deve ser estendido para ter a participação dos países emergentes.

O comunicado também observa que a queda dos preços das commodities internacionais tem diminuído a pressão inflacionária em especial nos países desenvolvidos. Isso, segundo o texto, permite que alguns bancos centrais adotem uma política monetária mais expansiva. Por outro lado, a depreciação cambial tem gerado pressões que podem ser mais persistentes nos países emergentes. Nesse caso, o documento comenta a necessidade de que as autoridades monetárias destas nações permaneçam cuidadosas com a questão.

O documento do G-20 está em linha com as propostas que serão apresentadas pelo governo brasileiro na reunião dos chefes de Estado dos mesmos países no próximo dia 15 de novembro, em Washington, bem como com os discursos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro da Fazenda, Guido Mantega, feitos durante o encontro do G-20.

Os representantes das 20 maiores economias também afirmam no comunicado estarem determinados a adotar todos os passos necessários para que haja um crescimento não inflacionário, mantendo a estabilidade e a sustentabilidade de acordo com as necessidades e instrumentos disponíveis nos respectivos países, incluindo política fiscal e monetária. “Reconhecemos a necessidade de apoiar os esforços das economias emergentes, em especial ajudá-las a encontrar recursos adicionais para o seu desenvolvimento”, dizem os países do G-20 no comunicado. Eles aproveitaram para convocar todos os países a resistirem a adotar medidas protecionistas, e reiteraram o apoio à conclusão das negociações na rodada Doha

No documento, foi salientado que um dos aspectos mais deletérios da crise atual é o congelamento do crédito privado e do mercado de equity, e a tendência da volta do fluxo de capital para o local onde a crise foi originada. “Exploramos caminhos para restabelecer o acesso dos países emergentes e em desenvolvimento ao crédito e ao fluxo de caixa”, diz o texto. O documento ressalta que as políticas fiscais têm sido um instrumento importante para minimizar a atual crise financeira

Os países do G-20 consideraram ser essencial que os recentes ganhos na redução da pobreza e da desigualdade social não sejam afetados pela crise financeira e pelo desaquecimento da economia global. Eles reconheceram que muitos países podem ser afetados pela volatilidade dos preços das commodities e pela mudança no sentimento dos investidores. Por isso, concordam com a importância da manutenção de fluxos oficiais para esses países.

Ao mesmo tempo, ressaltam a necessidade de que todos os bancos de desenvolvimento trabalhem para sustentar os investimentos de infra-estrutura para o desenvolvimento dos países pobres. Para os membros do G-20, o desafio-chave é resolver a crise financeira de maneira durável e mitigar os impactos na atividade econômica global através de medidas compreensivas, coordenadas e oportunas. “As medidas devem ser desenhadas não apenas para restaurar o crescimento e a estabilidade financeira, mas também para minimizar os impactos sociais negativos, particularmente nos países emergentes e nas nações mais pobres.

Para o G-20, a conjuntura adversa na economia mundial foi provocada, em grande parte, pelo “excesso de risco e falhas nas práticas de gestão de risco nos mercados financeiros, por políticas macroeconômicas inconsistentes, que causaram desequilíbrios domésticos e externos, assim como deficiências na regulação e supervisão dos sistemas financeiros em alguns países avançados”. No comunicado, as nações reforçaram a disposição de tomar as medidas necessárias para reduzir a volatilidade do mercado financeiro global e restaurar o funcionamento do mercado de crédito nos países emergentes e avançados

A preocupação em normalizar o funcionamento dos mercados financeiros decorre da repercussão que a atual crise internacional tem na economia real. Segundo o G-20, alguns países avançados, onde a crise teve origem, já dão sinais de recessão ou já enfrentam retração na atividade econômica. Paralelamente, o comunicado do grupo também informa que já há sinais de crescimento mais lento nas economias emergentes, que hoje possuem um peso importante na expansão da economia global. “Nós reconhecemos que a falta pronunciada de confiança conduziu a um severo confinamento do crédito, o que afetou o consumo, os investimentos e o emprego”, afirmaram as nações do G-20 no documento

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ANIMAIS SILVESTRES NÃO PARAM DE CHEGAR AO CRAS – Até arara-azul, espécie em risco de extinção, foi apreendida – (MS – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Sexta-feira, 07 de Novembro de 2008 23:26

por Fabio Pellegrini

Aproveitando a época de reprodução, que vai de setembro a dezembro, traficantes de animais Foto - Adriano Hanysilvestres estão agindo “a todo vapor” no Estado. Desde o início da temporada de reprodução, a PMA (Polícia Militar Ambiental) já fez várias apreensões, principalmente de filhotes de papagaios.

Uma delas, porém, foi descoberta pela PMA por causa de um acidente. Se não fosse o capotamento de um veículo que trafegava na rodovia MS-040 em Brasilândia, 358 km da Capital, 75 papagaios não seriam salvos das mãos de traficantes.

De acordo com a PMA, Diego onato dos Santos, de 23 anos, e José Benedito Alves Cavalcante, de 30, seguiam hoje da cidade de Santa Rita do Pardo para Campinas (SP), quando capotaram seu veículo próximo à balsa de travessia do rio Paraná.

Ao atender ao chamado, os policiais encontraram dentro do carro uma caixa contendo 75 filhotes de papagaio, sendo que 16 já estavam mortos.

Com escoriações leves, os acusados foram detidos e responderão por tráfico de animais silvestre. Os animais que sobreviveram serão encaminhados para o Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), em Campo Grande.

Esta semana, o Cras recebeu centenas de aves apreendidas através da Operação Grilhões, realizada pela Polícia Federal e Ibama em cinco estados, incluindo Mato Grosso do Sul.

O centro nunca recebeu tantos animais como neste ano, afirma o coordenador do Cras, Vinicius Andrade Lopes. “Creio que a fiscalização está mais rigorosa, pois nunca tivemos tantos animais em curto período de tempo, ao longo dos 20 anos do Cras”, revela.

Em relação aos quase 900 filhotes de papagaios oriundos de várias apreensões pela PMA e duas apreensões pela Polícia Rodoviária de São Paulo, desde setembro, Vinicius afirma que os bichos estão muito bem.

“A fase inicial é a mais crítica, pois chegam desnutridos e doentes. É quando fornecemos uma papa, um por um. Após a quarentena, porém, eles se recuperam. Depois, aprendem a se alimentar com frutas. Agora são mais quatro meses, se tudo correr bem, para eles aprenderem a voar. Em seguida eles passam por mais alguns exames de rotina e então, finalmente, prepararmos a soltura dos animais em fazendas credenciadas pelo Ibama e pelo Imasul, já que a soltura em ambiente natural é o que determina a Lei de Crimes Ambientais”, explica.

Em média, o centro recebe 1500 animais por ano. Em 20 anos, já chegaram mais de 22 mil. “O ano nem acabou e já estamos com todos os recintos lotados.” Devido ao ótimo trabalho desenvolvido por sua equipe – com média de reabilitação superior a 98%, o Cras é tido como referência nacional em reabilitação de animais silvestres.

Para as pessoas que pensam em adotar um dos papagaios, curiós, canários, entre outras aves, e que todos os dias telefonam para o centro, o biólogo manda o recado: “Aqui os animais recebem os devidos cuidados, porque nosso objetivo é reabilitá-los para devolvê-los à natureza. Porém o ideal é que esses animais nem venham para o Cras, porque o lugar deles é o ambiente natural. Quanto mais as pessoas desejarem tirar esses animais das matas para criá-los em casa, mais o tráfico se fortalece e a biodiversidade se extingue, até uma hora em que não haverá mais animais na natureza”, finaliza.

Para denunciar o tráfico, criadouros clandestinos e maus-tratos a animais silvestres em Mato Grosso do Sul, a Polícia Militar Ambiental disponibiliza um telefone para receber denúncias de crimes ambientais: (67) 3314-4920.

O Ibama também disponibiliza um serviço, a Linha Verde, serviço telefônico gratuito disponibilizado em todo o País, pelo número 0800-618080. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 8 às 18 horas. Outra opção é acessar o site do instituto: www.ibama.gov.br e relatar a denúncia pelo link Fale Conosco.

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CODEFAT APROVA R$ 2,25 BI DE CRÉDITO PARA PEQUENA EMPRESA – Emprego cresce mais do que PIB em 2007 – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para a partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Emprego cresce mais do que PIB em 2007

O Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) aprovou nesta quinta-feira, em sua 98º Reunião, a alocação de R$ 2,25 bilhões de crédito para as micro e pequenas empresas brasileiras. O Codefat entende que, por conta do atual momento que passa a economia mundial, é preciso dar continuidade às ações de geração de emprego e renda, sendo que estes estabelecimentos representam uma área de grande potencial.

O Conselho também decidiu antecipar a Programação Anual de Aplicação dos Depósitos Especiais (PED) de 2009 para o partir do dia 1º de janeiro. Desta forma, serão mais R$ 4 bilhões para as micro e pequenas empresas.

“Para agora teremos um acréscimo de R$ 2,25 bilhão para PDE que, somado a R$ 4 bilhões no início de 2009, que é o cálculo da projeção dos números dos últimos três meses do ano, poderemos chegar a R$ 6,25 bilhões”, disse o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi. Mesmo com o PIS/PASEP sendo responsável pela maior parcela da arrecadação, Lupi afirmou achar difícil que a crise afete negativamente o próximo ano.

O secretário de Políticas Públicas de Emprego do MTE e vice-presidente do Codefat, Ezequiel Nascimento, ressaltou, por sua vez, a importância de dotar os pequenos empreendimentos de acesso a crédito imediato.

“Esta é a contribuição que o Conselho está dando para superar mais rapidamente, não apenas a questão que está sendo tocada no resto do mundo, que é salvar instituições financeiras, mas a preocupação maior de salvar o emprego. E ninguém melhor que a micro e pequena empresa para manter e criar rapidamente”.

Os recursos deverão ser alocados em programas e linhas de crédito como Proger Urbano Investimento, Fat Infra-Estrutura Econômica, Pronaf Custeio e Proger Rural.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 724 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

Posted in A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AGRICULTURA, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, EXPANSÃO ECONÔMICA, FLUXO DE CAPITAIS, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, O MERCADO FINANCEIRO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, PRODUTO INTERNO BRUTO | 1 Comment »

GOVERNO INVESTE 4,4% DO PIB EM EDUCAÇÃO – ENTREVISTA – (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

Os critérios para autorização de cursos superiores, a gratuidade oferecida pelo Sistema S, e a política educacional no Brasil foram alguns dos temas comentados pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, no programa Bom Dia Ministro, produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República nesta sexta-feira (7). Na entrevista, transmitida via satélite a rádios de todo País, o ministro falou também da qualificação profissional. Leia abaixo os principais trechos editados pelo Em Questão.

Cursos de Direito – “Os critérios já são rígidos. Os instrumentos de autorização dos cursos de Direito passaram por uma revisão e, só para se ter uma idéia do impacto da medida, todos os cursos de Direito autorizados em 2008 foram de comum acordo com a Ordem dos Advogados do Brasil. Além de termos fechado 25 mil vagas de cursos com qualidade questionável, abrimos poucas vagas, mas todas com o aval da OAB. A opinião da OAB não é vinculante, mas, no passado, ela não era respeitada. Essa administração decidiu ouvir a OAB para valer. Na medida do possível, convergimos opiniões para só abrir cursos de qualidade, com segurança e atenção ao direito dos estudantes.”

Autorização cursos superiores – “Estamos trabalhando com quatro áreas do conhecimento – Direito, Medicina, Pedagogia e vamos iniciar um trabalho com Jornalismo no que diz respeito às diretrizes curriculares. Com relação à Medicina e Pedagogia, os instrumentos e as diretrizes já foram revistos. Estou aguardando a comissão de especialistas constituída pelo Ministério da Educação mandar o relatório para a aplicação do termo de compromisso com as instituições, o que pode resultar no fechamento de vagas. No caso da Medicina, a comissão é presidida por um dos maiores médicos brasileiros – dr. Adib Jatene, famoso cardiologista e ex-ministro da Saúde, que nos deu a honra de aceitar o convite para conduzir esse trabalho.”

Políticas públicas – “O Brasil acordou tarde para a educação. O País, infelizmente, perdeu várias oportunidades no passado. Tivemos taxas de crescimento econômico muito altas nos anos 40, 50, 60, 70, e não soubemos aproveitar esse tempo de bonança para investir na formação do nosso povo. Penso que o Brasil só acordou para a educação na constituição de 88. Ali começamos a trabalhar sério com a educação, e a constituição só tem 20 anos. Países da Europa começaram a investir em educação há 200 anos. Mesmo aqui na América Latina, as primeiras reformas educacionais na Argentina, Chile, datam dos anos 70 do século XIX. O Brasil começou a investir tarde em educação, mas acho que, nesses 20 anos, avançou-se muito na democratização e na universalização, temos uma pós-graduação muito forte, uma graduação que abriga quase 6 milhões de brasileiros. Temos mais universitários do que pessoas formadas no mercado de trabalho. Houve uma expansão da educação superior, agora estamos praticando uma expansão da educação profissional. Vai levar ainda algum tempo, mas pelo menos agora o Brasil tem rumo e ritmo. Não basta só rumo, é preciso rumo e ritmo. O ritmo das mudanças está acelerado, o Brasil vem investindo cada vez mais em educação, chegamos a 4,4% do PIB, a meta do MEC é chegar a 6% (do PIB) de investimento público em educação, e o rumo já está traçado desde o lançamento do Plano de Desenvolvimento da Educação. Penso que o Brasil vai colher os frutos desse esforço. É um esforço que às vezes não é notado pela sociedade, porque é aquele trabalho de formiguinha, aquele trabalho cotidiano, que só traz resultados no médio prazo. Então o Brasil está no rumo e no ritmo certos.”

Qualificação profissional – “A educação profissional é uma alavanca de emancipação da população de renda baixa. Estamos expandindo fortemente o acesso à educação superior. O número de brasileiros entre 18 e 24 anos matriculados nas universidades saltou de 16% para 24% em apenas cinco anos. Mas há um contingente enorme de brasileiros que não chega à universidade. Esse contingente precisa ser atendido pela educação profissional, seja pela rede federal, ou pelo Sistema S ou pelo sistema estadual, sobretudo de ensino médio. Temos três programas importantes em curso – a expansão da rede federal, a reforma do Sistema S e o Brasil Profissionalizado – para expandir e democratizar a oferta de educação profissional, em especial para os alunos da escola pública de ensino médio.”

Sistema S – “O acordo envolve a Confederação Nacional do Comércio e a Confederação da Indústria, que arrecadam mais de 90% dos recursos de todo o Sistema S. Por enquanto, o acordo envolve Senai, Senac, Sesc e Sesi. Essas quatro instituições que se organizam federativamente respondem por mais do que 90% da arrecadação. Aquela contribuição de 2% sobre a folha de salário dos empregados do comércio e da indústria é recolhida pela Receita Federal, que repassa automaticamente para essas quatro instituições. Nosso acordo é que dois terços dos recursos do Senai e Senac sejam destinados à educação profissional gratuita e um terço dos recursos do Sesi e Sesc sejam investidos em educação.”

Gratuidade Sistema S – “A gratuidade ainda não está funcionando porque o acordo entra em vigor em 1o de janeiro. A partir desse dia, se inicia a fiscalização do MEC para o cumprimento do acordo. O Sistema S oferecia cursos gratuitos até o final dos anos 70. Até aquela época não existia curso pago, só gratuito. Depois disso, começou a cobrar mensalidades em um ritmo crescente, e os cursos gratuitos foram minguando, de maneira que o próprio presidente Lula hoje dificilmente conseguiria no Senai como teve o privilégio de fazer. A partir desse curso, ele tornou-se torneiro mecânico e líder sindical, iniciando sua carreira política. Hoje seria impossível um retirante chegar em São Paulo e ter acesso a um curso gratuito. Esse processo vai ser revertido, por isso demos o prazo. A gratuidade vai ser ampliada gradualmente, até chegar em 2014 com dois terços de recursos da contribuição compulsória. Em 1o de janeiro, entra no ar o sistema de fiscalização econômica do MEC, onde todas as matrículas gratuitas vão ter que ser informadas. Através do sistema, vamos poder observar aqueles que estão sendo atendidos gratuitamente e vamos poder confrontar isso com os dados da arrecadação, que é cada vez maior. O sistema arrecada cada vez mais em virtude da geração de emprego formal. A geração de emprego com carteira assinada é a fonte de recurso do Sistema S. Como estamos batendo recorde atrás de recorde na geração de emprego formal, a arrecadação só aumenta.”

Aprovação automática – “O MEC tem uma posição firmada a respeito deste assunto. Temos que combater a indústria da repetência, que tem custos elevadíssimos. É algo totalmente inapropriado. O Brasil é o campeão mundial de repetência. Isso é inaceitável, pois acaba levando a criança a deixar a escola depois de sucessivos fracassos. Mas também temos que combater a industria da progressão automática, que é aquele sistema em que a criança passa sem que o professor saiba se ela aprendeu os conteúdos que foram ministrados. Para combater esses dois males, criamos um indicador de qualidade chamado Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). O Ideb sobe por duas razões: pela melhoria da progressão e pela melhoria da proficiência em matemática e leitura. Se uma escola quer melhorar o seu indicador de qualidade, ela tem que cuidar para que as crianças avancem aprendendo o conteúdo. Isso é possível. Aconteceu em 80% das escolas brasileira. Os expedientes são os consignados na lei. Se uma criança está tendo dificuldades, ela tem direito a aulas de recuperação no contra-turno. Se isso não for o suficiente, ela tem aulas de recuperação, inclusive no período de férias. A Lei de Diretrizes e Bases já orienta os sistemas em como proceder. É comum em uma sala com 30 alunos que uma ou outra criança tenha mais dificuldade, que precisa de um atendimento especial, aulas de recuperação, que é muito tradicional em escolas particulares. Isso também tem que ser regra na escola pública, de maneira a chegar no final do ano e, se possível, promover todas as crianças para o ano seguinte, garantindo que elas tenham aprendido os conteúdos próprios para sua idade.”

Política educacional – “A política do Ministério da Educação é de integração da educação profissional com o aumento da escolaridade. Entendemos que os erros do passado precisam ser superados. No passado, se habilitava o trabalhador para o exercício de mais de um ofício do que de uma profissão. Não havia a preocupação de ampliar a formação geral pela escolaridade formal. A política do MEC é a combinação do aumento da escolaridade com a educação profissional. Isso vai abrir muitas portas para o trabalhador e potencializa a própria educação profissional. Se o trabalhador tem uma formação geral sólida, ele não vai precisar fazer cursos a cada troca de tecnologia. Se ele tem o domínio de determinados códigos, basta uma atualização para se adaptar a qualquer mudança no processo produtivo. O aumento da escolaridade é que é essencial para que a educação profissional produza os melhores resultados. É evidente que isso terá repercussão não apenas no mundo do trabalho, mas no próprio itinerário formativo do trabalhador.”

Comunicação Social da Presidência da República
Nº87 – Brasília

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GOVERNO LIBERA R$ 19 BI PARA SETOR PRODUTIVO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

7 de Novembro de 2008

O governo vai liberar R$ 19 bilhões para o setor produtivo. Deste total, R$10 bilhões serão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para grandes empresas e R$ 5 bilhões virão do Banco do Brasil para pequenos e médios empresários. Outros R$ 4 bilhões também do BB serão usados para ajudar os bancos das montadoras. Os empresários terão, ainda, dez dias a mais de prazo para os empresários pagarem impostos federais. As medidas foram anunciadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quinta-feira (6), durante a 28ª reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDES), como forma de ajudar o setor produtivo a manter mais recursos em caixa diante da crise financeira internacional, que tem reduzido o volume de crédito no mercado.

Estratégia – A reunião, a última do ano, teve como tema central a conjuntura econômica externa. Realizada no Palácio do Planalto, o encontro contou com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que afirmou que as medidas anunciadas no encontro são mais um passo importante dentro de uma estratégia que vem sendo deliberada pelo governo. O ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, coordenou o evento, onde também estavam presentes a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles. “A avaliação é que o Brasil está enfrentando, com solidez e segurança inéditas, as grandes ondas de instabilidade que atingem todas as economias do mundo”, disse José Múcio.

Em seu discurso, o presidente Lula descartou qualquer possibilidade de pacote econômico e destacou as reservas suficientes que o Brasil tem para enfrentar a crise por um bom tempo. “Este governo vai continuar não jogando dinheiro fora, vamos continuar com estabilidade fiscal, vamos fazer o que tiver que fazer para que este país não jogue fora o que nós conquistamos com tanto sacrifício”, afirmou o presidente.

CDES – O Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República é um órgão representativo da sociedade brasileira. Em documento enviado à Presidência da República no dia 24 de outubro, o CDES pediu a atenção do governo para algumas medidas que farão frente à crise: a estabilização do câmbio; o restabelecimento do crédito, a suspensão do processo de aumento das taxas de juros a e manutenção de investimentos públicos. “Nessa plenária do CDES, todos foram unânimes em dizer que as medidas apresentadas pela equipe econômica estavam indo bem. Evidentemente que as ações não têm efeito no curtíssimo prazo. Mas todos acham que o governo está agindo de pronto e está no caminho correto”, declarou o ministro José Múcio Monteiro, após os trabalhos.

Conselheiros da área empresarial afirmaram que algumas medidas já tiveram resultado. O presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, disse que as ações para estabilizar o câmbio tem sido fundamentais para a manutenção dos negócios, enquanto o presidente da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Fábio Barbosa, declarou que a ação do Banco Central – como a liberação de compulsórios bancários – ajudou o mercado a obter mais equilíbrio. Já o presidente do Grupo Pão de Açúcar, Abílio Diniz, acredita que as nações em melhor situação poderão até se fortalecer após as dificuldades. “Os países com seus fundamentos econômicos sólidos sairão fortalecidos”, preconizou.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 724 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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CHINA MOLY A STEAL UNDER $2

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Monday, November 10, 2008

Many Hong Kong investors are asking whether it’s time to get back into the stock market.

Dr Check agrees that many shares are cheap now, even cheaper than during the SARS epidemic in 2003.

Also there is around HK$6.03 trillion in deposits in the Hong Kong banking system.

But if the US and European economies slow down, falling corporate earnings will lift the expected price AP photoearnings ratio. Stock valuations will become expensive again. So far, we cannot see any decoupling in the Hong Kong and mainland markets, but the percentage drops in these bourses have been greater than on Wall Street.

So, Dr Check’s advice is to wait until two final signs emerge – when the market is so bearish nobody wants to talk about buying stocks and when even bad news cannot push a stock price down any further.

If you go bargain hunting, stick to relatively safe shares for the short term and aim for a profit of 20 percent.

One such stock is China Molybdenum (3993), the country’s second- biggest producer of the metal used in steelmaking. In August, the management forecast a global shortage of 2,000 tonnes this year and probably next year as production declines. This will keep prices from falling.

UBS cut its target price for China Molybdenum to HK$4.40 from HK$6.20, to reflect a lower price forecast and higher risk-free rate, but retained its “buy” call. UBS also lowered its earnings per share estimate for the firm by 39 percent for 2009 and 12 percent for 2010.

CLSA expects earnings to fall to 1.72 billion yuan (HK$1.95 billion) and 1.43 billion yuan in 2009 and 2010, respectively.

China Molybdenum was listed in Hong Kong in April last year at HK$6.80 per share. It rose to an all- time high of HK$21.40 after six months before diving to HK$1.46 recently. It closed at HK$2.76 on Friday.

The company raised HK$7.1 billion from its IPO. Recent figures show that it still has HK$5.9 billion cash or HK$1.29 per share. If the share falls below HK$2 again, it’s really worth a pick.

Dr Check and/or The Standard bear no responsibility for any investment decision made based on the views expressed in this column.

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PUBLISHED BY ‘THE STANDARD’ (China – Hong Kong)

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OIL UP OVER 4 PCT, TOPS $64 ON CHINA STIMULUS, G20

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

by Fayen Wong – Reuters – (Editing by Clarence Fernandez)

Published: Sunday, November 09, 2008

PERTH (Reuters) – Oil leapt more than $3 to over $64 a barrel on Monday, fueled by top exporter Saudi An oil pump is seen on the shore near Santa Cruz del Norte, Cuba June 5, 2008. REUTERS - Claudia DautArabia’s plans to cut December supplies to Asia, a weaker dollar and hopes that global economies’ plans to lift growth could avert recession.

Saudi Arabia has told refiners in Asia it would cut December supplies by 5 percent, providing the most visible evidence yet that it is adhering to OPEC’s agreement last month to reduce output.

U.S. light crude for December delivery rose $2.96, or 4.55 percent, to $64.00 a barrel by 7:59 p.m. EST, after rising as much as $3.26. London Brent crude rose $1.85 to $59.20.

The proposals made at the G20 meeting and the relief package out of China really helped the markets this morning,” said Mark Pervan, a senior commodities analyst at the Australia & New Zealand Bank.

“The message over the weekend was supportive and it is clear that governments around the world will do all it takes to prevent a deep global recession.”

At the G20 group’s annual meet in Brazil, finance ministers and central bank governors representing 90 percent of the world’s economy vowed to take all necessary measures to get financial markets back on their feet and counter the credit crisis.

China went a step further and launched a huge stimulus plan on Sunday worth nearly $600 billion, kicking off what could be a round of big spending or interest rate cuts by leading economies to stave off a recession in many countries.

China’s solid government spending package to boost domestic demand is “good news” that will help the global economy ride out the financial crisis, the International Monetary Fund’s managing director said.

The U.S. currency weakened broadly after data on Friday showed the U.S. economy shed more jobs than expected in October. But the yen fell against the dollar and euro on Monday as Asian shares were lifted by strong Wall Street gains and by China’s launch of its huge stimulus plan.

Oil lost nearly 10 percent last week and dipped below $60 the previous week, its lowest since March 2007, after a string of dismal economic data from the United States sharpened fears of a protracted global recession and growing U.S. energy stockpiles underscored falling demand in the world’s top energy consumer.

Government data on Friday showed U.S. employers cut payrolls by 240,000 in October. In addition, the Labor Department said the U.S. unemployment rate shot up to 6.5 percent from 6.1 percent in September, the highest since March 1994.

Oil’s tumble from July highs has already spurred OPEC to rein in supply from November 1, and some members of the cartel are talking of reducing production further.

OPEC will cut oil output again if the trend toward lower prices and slowing demand growth are unchanged when the group meets in December, Iran’s OPEC Governor Mohammad Ali Khatibi told Reuters on Sunday, adding to comments by Venezuela’s oil minister Rafael Ramirez last week that OPEC should act again to reduce output by at least 1 million barrels per day (bpd).

Iran’s Khatibi added that the credit crisis and economic slowdown could shave as much as 3 million bpd from global crude demand.

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PUBLISHED BY ‘OTTAWA CITIZEN’ (Canada)

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