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Archive for November 1st, 2008

LABORATÓRIOS TÊM A DOSAGEM DA CORRUPÇÃO – Para manter os 300 mil médicos brasileiros escravos de seus remédios, o monopólio farmacêutico transnacional promove congressos científicos nas mais atraentes cidades turísticas, sorteia automóveis de último tipo, e paga passagens aéreas, alimentação, hospedagem e diversão, incluindo “acompanhantes”, pouco importando a eficácia das drogas que serão prescritas a partir dali.

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

Outubro de 2008

por Archibaldo Figueira

Segundo dados oficiais, 13 mil remédios estão à venda, além de 2 mil medicamentos genéricos. O mercado farmacêutico brasileiro está entre os 10 maiores de todo o mundo: em todas as cidades vão surgindo mais farmácias do que padarias. Ao que parece, o pão de trigo está sendo substituído por comprimidos, drágeas e xaropes. Haverá alguma fiscalização sobre esta avalanche de medicamentos?

A alma do negócio

O escândalo assumiu tamanha dimensão que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) resolveu convocar audiências públicas para ter em 2009 uma nova regulamentação sobre a propaganda médica. Tudo não passa, entretanto, de jogo de cena, pois a política estabelecida pelas matrizes dos laboratórios transnacionais é gastar duas vezes mais em propaganda do que em pesquisa.

Dois pesquisadores canadenses, Marc-André Gagnon e Joel Lexchin, fizeram na Universidade de York um levantamento dos gastos dos laboratórios ianques em atividades promocionais, chegando a um total de 57,5 bilhões de dólares em 2004 (último ano em que havia números disponíveis), em comparação com um gasto de US$ 31,5 bilhões em pesquisa e desenvolvimento, segundo a Fundação Nacional de Ciências do USA, no mesmo período.

Outro levantamento revela que, pior ainda, o monopólio dos medicamentos aplica cerca de 90% dos recursos para pesquisa e desenvolvimento para remédios contra doenças que, como o diabetes — que atingem apenas 10% da população mundial —, possibilitam um tratamento caro e prolongado. Por outro lado, moléstias infecciosas como a malária, que aflige mais de 300 milhões de pessoas por ano, ou a tuberculose, que ceifa 2 milhões de vidas, anualmente, e para as quais não se lança um medicamento há 30 anos, são deixadas em segundo plano, pois oferecem uma lucratividade menor.

Resistências

Assim como os fabricantes de cerveja, o monopólio farmacêutico não admite controle, ainda que formal, sobre sua propaganda. Impõe forte oposição às propostas da Anvisa para atualização da regulamentação da propaganda de medicamentos, e nesse esforço não trabalha sozinho. Também o mercado de publicidade resiste. Os laboratórios gastaram no ano passado, com propaganda de medicamentos que não necessitam de prescrição médica, nada menos de 863 milhões de reais, com acréscimo de 15% em relação a 2006. Os remédios mais apregoados foram “para gripe e resfriado”*. Do total investido, 75% foi para propaganda em televisão; 14% para rádio; 5% para TV por assinatura; 5% para revistas; 1% para jornal; 0,3% para cinema e 0,01% para outdoor.

A Anvisa denuncia, entretanto, a enorme quantidade de remédios que não curam, destacando que as principais infrações sanitárias são anúncios de produtos sem registro, falta de orientação a respeito da contra-indicação e efeitos colaterais de medicamentos, chegando a mascarar as verdadeiras indicações do produto.

Recentemente, a Anvisa proibiu a comercialização e venda de 130 medicamentos circulantes, informando, textualmente, que não têm eficácia comprovada e oferecem riscos para a saúde da população. Não faz muito tempo, pediatras alagoanos denunciaram descongestionantes nasais usados em recém-nascidos que provocam irritações nas mucosas das narinas. Também está presente na memória médica o caso do anticoncepcional Microvlar (Laboratório Schering), comercializado com farinha em lugar da substância original, sem nenhuma eficácia. Provocou milhares de casos indesejáveis de gravidez. Logo depois, foram tirados de circulação e proibida a venda de dois antiinflamatórios muito conhecidos, o Vioxx (Merk) e o Celebra (Pfizer), por causa de riscos de infarto do miocárdio, complicações cardíacas e digestivas que poderiam provocar.

Vale lembrar que, como denunciou AND em sua edição nº 15 (12/2003) “em seu boletim de outubro a SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia) informou que — desde 14 de setembro, quando se encerrou na Finlândia a nova rodada do Fórum mundial, aonde são decididas as normas éticas e de segurança para experimentos relativos a drogas de uso médico — os laboratórios do USA, que experimentam seus produtos em pacientes do Terceiro Mundo, estão isentos da responsabilidade de oferecer tratamento para estas pessoas, caso ocorram efeitos colaterais nefastos, fruto de seus macabros experimentos. O USA rompe (ou “modifica”, como preferem os porta-vozes desses oligopólios) a declaração de Helsinque, que há 39 anos limita este tipo de prática.”

O lucro máximo

As reclamações da Anvisa são insignificantes. Porém, diante das acusações em âmbito mundial de que os laboratórios colocam seus lucros muito acima dos pacientes, verifica-se ainda que os “novos medicamentos”, não são realmente novos — dois terços dos “novos” remédios prescritos são idênticos aos existentes, ou são versões modificadas.

O Brasil dispõe de plena capacidade técnica para gerar produtos de combate às “doenças de exclusão” (assim chamadas por terem tratamentos inatingíveis para a maior parte do povo), mas as sucessivas gerências não fazem o menor esforço para que o país se converta em produtor de remédios para esses males. As políticas de ciência e tecnologia submetem-se, passivamente, às decisões tomadas no estrangeiro.

O monopólio farmacêutico não produz medicamentos para combater às doenças negligenciadas, típicas dos países pobres, porque as perspectivas de lucro são muito pequenas. A indústria obtém lucro máximo no USA e na Europa, com medicamentos produzidos só para os que podem pagar, ignorando as populações que sofrem com doenças tropicais e infecciosas. No Brasil, em muitos casos o medicamento existe (como os anti-retrovirais), mas é muito caro; noutros, como o da malária, o medicamento não existe porque ninguém conseguiu desenvolvê-lo. Pior ainda, entretanto, é a politicagem no gerenciamento: o mapa de distribuição da Doença de Chagas, há 20 anos, coincidia exatamente com o mapa das pessoas que não votavam e eram analfabetas.

Inovações

Raros, também, são os esforços para a introdução de inovações brasileiras nos mercados mundiais, em função das patentes e da influência da FDA (Food and Drug Administration do USA). A geração de um novo medicamento é um procedimento de alto custo — estimado entre US$ 300 e 600 milhões — e no qual o tempo necessário para completar o processo gira em torno de cinco a oito anos.

Um bom exemplo brasileiro é o Extra-Graft X-13, um biocomposto que substitui placas de platina com a vantagem de não precisar ser trocado e de induzir o crescimento do tecido ósseo onde é aplicado. O produto nasceu de um projeto desenvolvido na Unicamp, liderado pelo professor Benedicto Vidal, e já foi lançado no mercado brasileiro. Mas para penetrar no mercado internacional, aguarda o beneplácito da agência ianque que fiscaliza e regulamenta alimentos, remédios e similares da Comunidade Européia e da China, coisa que só será conseguida quando a produção do composto estiver a cargo de algum grande laboratório.

A força de vendas

A promoção dos medicamentos junto à classe médica é feita de várias maneiras, com destaque para os milhares de representantes — aqueles que frequentam os consultórios médicos para oferecer informações, amostras, brindes e até a decoração da clínica, como recentemente denunciado na pela TV Bandeirantes, citando o Novartis.

No USA, mercado que movimenta US$ 58 bilhões anuais, apurou-se que, para uma despesa de US$ 165 milhões com propaganda de remédios, corresponde um gasto de US$ 3,1 bilhões com a força de vendas — treinamento, salários e premiações. Apesar disso, é a indústria mais rentável naquele país, introduzindo aumentos mais rápidos do que qualquer paciente possa pagar e oferecendo margem de lucro de até 1.000% sobre o custo de seus ingredientes.

Além dos propagandistas, que fazem um mínimo de 15 visitas por dia para ganhar espaço no receituário dos médicos, o monopólio vale-se de publicidade em jornais, revistas, rádio, televisão, veículos especializados e patrocinam seminários, simpósios e congressos. A Organização Mundial da Saúde recomenda que o apoio a profissionais da saúde para participar em simpósio regional ou internacional não seja condicionado a qualquer obrigação para promover produtos farmacêuticos, porém esta recomendação tem sido mundialmente tão ignorada quanto à de não beber álcool no carnaval.

Nesses eventos, começou-se com farta distribuição de artigos trazendo o nome comercial do produto, com o intuito de promover a lembrança continuada do medicamento ao médico, com sua consequente prescrição. No entanto, ultimamente, tem-se intensificado o subsídio a viagens e até pagamento de honorários para comparecer, como ouvinte ou expositor, a um evento em que se faça propaganda aberta ou mais ou menos dissimulada de um produto farmacêutico.

Contradições

Estudos realizados na Faculdade de Medicina de Marília (SP) pelos professores Giovani José Dal Poggetto Molinari, Paulo Celso dos Santos Moreira e Lucieni de Oliveira Conterno concluem que a aceitação dessas “colaborações” gera no médico não apenas um sentimento de dívida, mas também estabelece um modelo de reciprocidade equilibrada, onde o doador espera algo em troca, ainda que não seja de imediato.

O levantamento efetuado pelos estudiosos de Marília constatou que a grande maioria dos professores da Faculdade não conseguia falar com precisão a respeito da legislação sobre genéricos e, quando perguntada sobre a ocorrência de auxílio financeiro, de laboratório, recebimento de brindes e influência exercida no receituário, negava a sua ocorrência. No entanto, Molinari, Moreira e Contern asseguram que as influências na prescrição e no comportamento médico acontecem mais do que eles percebem:

“As questões sobre recebimento de brindes e de auxílios de laboratórios para comparecimento a eventos — ressaltam — mostram números muito maiores do que os referentes à influência dos que o confessam. Os profissionais parecem ter dificuldades na avaliação de seu próprio comportamento. O brinde oferecido pelas indústrias com marcas promocionais do produto promovido representa a porta de entrada e um facilitador do contato inicial entre o representante e o profissional prescritor. Uma vez estabelecida a confiança e o espaço para a colaboração mútua, colaborações mais significativas tendem a aparecer”.

Em seu trabalho, Molinari, Moreira e Contern despertam uma reflexão:

“Seria lícito receber auxílios para comparecer a eventos, ou aparelhos, receituários ou impressos sem que haja alguma contrapartida no receituário? Não seria mais leal rejeitar colaborações maiores? Se não tivessem retorno, os laboratórios — extremamente informados sobre as vendas de seu produto por região, por farmácia e até por receitas de cada profissional —insistiriam em distribuir vultosas benesses?”

* Vale ressaltar que assim como para outras doenças transmitidas por vírus, não existe um remédio específico, mas drogas que amenizam os sintomas, enquanto o organismo reage. Os remédios para gripe são basicamente um descongestionante nasal, e um analgésico/antitérmico, além dos xaropes para tosse. O que muda são apenas as marcas e o preço, para a mesma droga ou similar. O resto é publicidade.

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PAÍS TEM SUPERÁVIT PRIMÁRIO DE R$ 118,4 BILHÕES DE JANEIRO A SETEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31 de Outubro de 2008 – 11h10 – Última modificação em 31 de Outubro de 2008 – 12h35

por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

Brasília – O superávit primário – a economia que o país faz para honrar compromissos financeiros, inclusive o pagamento de juros – chegou a R$ 118,414 bilhões de janeiro a setembro deste ano. O valor representa 5,59% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, e é o maior para esse período desde 1994 (5,92%). A meta para o ano, que é de 4,3%.

No mesmo período do ano passado, o valor era de R$ 91,223 bilhões, ou 4,85% do PIB. A informação foi divulgada hoje (31) pelo Banco Central.

De janeiro a setembro deste ano, o segmento público que mais contribuiu para o resultado foi o governo federal, com R$ 113,088 bilhões. Os governos estaduais geraram superávit primário de R$ 23,718 bilhões. Os municípios contribuíram com R$ 2,402 bilhões. As empresas estatais federais economizaram R$ 10,106 bilhões, as estaduais, R$ 1,295 bilhão e as municipais, R$ 15 milhões.

Os gastos com juros chegaram a R$ 125,472 bilhões no acumulado do ano, contra R$ 119,363 bilhões acumulados no mesmo período de 2007. O resultado do período, no entanto, não foi suficiente para pagar os juros. Com isso, o país teve déficit nominal no acumulado do ano de R$ 7,058 bilhões, valor menor do que os R$ 28,149 bilhões do mesmo período do ano passado. Em relação ao PIB, o déficit nominal ficou em 0,33%, o menor para o período de janeiro a setembro desde o início da série histórica do BC, em 1991.

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LULA CONVIDA PRESIDENTE DO IRÃ PARA VISITAR O BRASIL

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

1 de Novembro de 2008 – 15h57 – Última modificação em 1 de Novembro de 2008 – 15h57

por Stênio Ribeiro Repórter da Agência Brasil

Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, foi recebido em audiência hoje (1º) pelo presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, a quem entregou carta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com proposta de visitas de alto nível entre os dois governos.

A informação foi transmitida pela assessoria de imprensa do Itamaraty. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, o chanceler brasileiro externou ao presidente iraniano os objetivos do governo brasileiro no sentido de estreitar os laços comerciais bilaterais, atualmente com superávit (saldo positivo) para o Brasil.

Celso Amorim se fez acompanhar pelo ministro dos Negócios Estrangeiros daquele país, Manouchehr Mottaki, e à saída do palácio presidencial deu entrevista à imprensa. Na conversa com os jornalistas, ele ressaltou que Brasil e Irã são grandes países do mundo em desenvolvimento, que “compartilham algumas visões sobre temas centrais da agenda internacional”.

Amorim disse que conversou com o presidente Ahmadinejad sobre a crise financeira que aflige o mundo, e ambos entenderam que também existe crise de governança. Nesse sentido, o chanceler brasileiro destacou a importância dos países se entenderem e “procurarem influenciar o redesenho da ordem internacional”.

Em sua visita a Teerã, acompanhado por pesos-pesados da indústria nacional – notadamente dos setores de automóveis, petróleo e alimentos – o chanceler Amorim participará amanhã (2) de encontro comercial Brasil-Irã. O objetivo, acrescentou, é ampliar o comércio com o Irã, maior mercado brasileiro no Oriente Médio, que absorveu 28,7% de nossas exportações para a região, no ano passado.

A visita do ministro se reveste de importância ainda maior por se tratar de uma reaproximação entre os dois países. De acordo com o Itamaraty, a última visita de um chanceler brasileiro a Teerã foi há 17 anos. O encontro atual se insere na estratégia brasileira de reforçar contatos e estimular a diversificação dos laços comerciais, bem como na manutenção do diálogo constante entre os países em desenvolvimento.

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COMEÇA A VALER MEDIDA QUE INJETA R$ 2,6 BILHÕES NA AGRICULTURA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

1 de Novembro de 2008 – 11h01 – Última modificação em 1 de Novembro de 2008 – 11h01

por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Entrou hoje (1º) em vigor a nova medida anunciada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que aumentará o crédito para a agricultura. A partir deste mês, os bancos têm de elevar de 65% para 70% o volume de recursos da poupança rural destinados ao financiamento dos produtores.

A medida vale até 30 de junho do próximo ano e tem como objetivo minimizar os efeitos da retração de crédito para o setor rural, afetado pelo agravamento da crise internacional. Segundo o Banco Central, o aumento da oferta de crédito injetará R$ 2,6 bilhões nos financiamentos à agricultura.

Essa é a terceira medida tomada pelo governo em um mês para estimular o crédito rural. Há 15 dias, o CMN aumentou de 25% para 30% a parcela dos depósitos bancários para o financiamento da safra. Com a medida, os bancos foram obrigados a destinar mais R$ 5,5 bilhões para o setor.

No início de outubro, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que o Banco do Brasil antecipou a liberação de R$ 5 bilhões em financiamentos para a agricultura. Segundo ele, o banco antecipou o cronograma e remanejou recursos de alguns fundos para aumentar a oferta de crédito para o setor.

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PRESIDENTE MORALES SUSPENDE OPERACIONES DE LA DEA EN BOLIVIA – El presidente de Bolivia, Evo Morales, pronuncia un discurso en el cuartel militar de Chimore (Bolivia) hoy, 1 de noviembre de 2008, después que decidió suspender indefinidamente las operaciones en su país del Departamento Antidroga de Estados Unidos (DEA), tras acusarlo de realizar espionaje y conspiración contra su Gobierno. Morales anunció su decisión en un cuartel de la zona cocalera del Chapare (centro) donde asistió a un acto para conocer los resultados de la erradicación de coca y la lucha contra el narcotráfico. EFE

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

01/11/2008/

La Paz, Bolivia – El presidente de Bolivia, Evo Morales, decidió hoy suspender indefinidamente las El presidente de Bolivia, Evo Morales, pronuncia un discurso en el cuartel militar de Chimore (Bolivia) hoy, 1 de noviembre de 2008, después que decidió suspender indefinidamente las operaciones en su pais del Departamento Antidroga de Estados Unidos (DEA), tras acusarlo de realizar espionaje y conspiración contra su Gobierno. Morales anunció su decisión en un cuartel de la zona cocalera del Chapare (centro) donde asistió a un acto para conocer los resultados de la erradicación de cocaoperaciones en su país del Departamento Antidroga de Estados Unidos (DEA), tras acusarlo de realizar espionaje y conspiración contra su Gobierno.

Morales anunció su decisión en un cuartel de la zona cocalera del Chapare (centro) donde asistió a un acto para conocer los resultados de la erradicación de coca y la lucha contra el narcotráfico.

“A partir de hoy día se suspende de manera indefinida cualquier actividad de la DEA norteamericana”, dijo Morales en su discurso ante los jefes policiales y militares de Bolivia y representantes de varias embajadas que asistieron al acto.

El gobernante acusó a la DEA de haber tenido en los últimos meses “una participación política” y de “conspiración contra el Gobierno” junto a grupos opositores, en actividades fuera de su competencia en la lucha contra el narcotráfico.

Morales remarcó que los agentes de la DEA realizaron “espionaje político, financiando grupos delincuenciales para que atenten contra la vida de las autoridades, por no decir (del) Presidente”.

Agregó que la agencia antidroga de EE.UU. también financió grupos cívicos para que “saboteen” los aeropuertos en el oriente de Bolivia con el propósito de impedir el arribo de autoridades, en medio de la ola de protestas antigubernamentales de septiembre pasado.

En concreto, el mandatario citó el nombre de un agente antidroga de EE.UU. que trabaja en la región oriental de Santa Cruz, al que acusó de realizar viajes a la ciudades de Trinidad y Riberalta con el objetivo de “financiar a los cívicos comprometidos en el golpe de Estado civil de los meses de agosto y septiembre”.

El Gobierno de Morales ha denunciado varias veces que las protestas de la oposición en el oriente, que abanderaban demandas económicas y autonómicas, en realidad buscaban derrocarlo.

El presidente también apuntó que las acciones de conspiración han sido permanentes y se han encontrado “siete casas, llamadas de seguridad”, pero que, a su juicio, funcionan como “casas de control político, espionaje, control de llamadas telefónicas”.

Morales también sostuvo que una avioneta de la DEA realizó varios vuelos a las regiones opositoras sin ningún control, ni dar informes sobre lo que transportaron a esos lugares.

Al mismo tiempo, destacó los resultados presentados hoy por las fuerzas antidrogas de Bolivia que erradicaron 5.000 hectáreas de coca en lo que va del año, que es la meta anual exigida por la Ley Antidroga para combatir al narcotráfico.

Las fuerzas antidroga además decomisó 25 toneladas de cocaína, de las que ocho provinieron de Perú, y 1.132 toneladas de marihuana.

EFE

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BOLIVIA’S MORALES BARS “SPYING” U.S. DEA AGENTS

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

Sat Nov 1, 2008 2:52pm EDT

by Carlos Quiroga

CHIMORE, Bolivia (Reuters) – Bolivia’s leftist President Evo Morales accused U.S. anti-drug agents of spying on Saturday, and barred them from fighting cocaine traffickers in the Andean country until further notice.

“There were DEA (Drug Enforcement Administration) agents that were doing political espionage, … financing criminal groups so that they could act against authorities, even the president,” Morales said.

Morales accused the DEA of maintaining ties with anti-government groups that staged violent protests in eastern and central regions governed by the opposition in September. He said the organization’s actions amounted to “conspiracy.”

“This is a personal decision … From now on, the DEA is not allowed to act in the country until further notice,” said Morales, who stopped short of expelling DEA agents.

Morales had already banned DEA flights over the country.

Impoverished Bolivia is the world’s third-largest cocaine producer after Colombia and Peru. Last month, the United States added Bolivia to a list of states that had “failed demonstrably” to meet their counter-narcotics obligations.

The U.S. government has taken steps to suspend trade benefits for Bolivia because of what officials described as its poor cooperation in fighting drug trafficking.

Washington says coca acreage in Bolivia has increased significantly, but the Morales government says it rose only 5 percent last year.

Relations between the two nations were upset in September when Morales expelled the U.S. ambassador, after accusing him of meddling.

The U.S. State Department then ejected the Bolivian envoy, calling Morales’ action a grave error, and said it was the first time in three decades a U.S. envoy was declared “persona non grata” anywhere in the world.

Since taking office in 2006, Morales has pursued a policy of “zero cocaine but not zero coca,” which gives tens of thousands of farmers permission to grow coca on small plots for legal uses.

Morales built his political career as a leader of Bolivia’s coca growers and wants to develop legal markets for coca leaves while fighting the cocaine trade.

The coca leaf is the main ingredient for cocaine but it is also widely used by Bolivian Indians, who chew it for its medicinal and nutritional properties.

(Writing by Eduardo Garcia. Editing by Simon Gardner)

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PUBLISHED BY ‘REUTERS’

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MEC ENVIA PROPOSTA AO PALÁCIO DO PLANALTO PARA AUMENTAR OBRIGATORIEDADE DO ENSINO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30/10/2008

O ministro da Educação, Fernando Haddad, encaminhou ao Palácio do Planalto na terça-feira, 28, uma proposta de mudança no tempo mínimo de ensino obrigatório, dos atuais nove anos para 14 anos. De acordo com a proposta, enviada por meio de uma nota técnica, as crianças teriam de ser matriculadas na escola aos quatro anos de idade e permanecer até os 17, pelo menos. Esse período abrange a pré-escola (quatro e cinco anos), ensino fundamental (seis a 14) e ensino médio (15 a 17). Hoje, a obrigatoriedade é apenas para o ensino fundamental.

“Estamos discutindo as regras de transição com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), para que isso se efetive em torno de cinco ou seis anos”, afirmou Haddad. A mudança deve ser feita por proposta de emenda à Constituição.

O ministro conta que esse movimento começou na América Latina. A intenção era que o ensino médio passasse a ser obrigatório no continente. O Brasil apresentou emenda a essa tese, afirmando que a medida seria ineficaz se não houvesse o complemento da pré-escola. Um estudo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) comprova que uma criança com acesso à pré-escola tem 32% mais chances de concluir o ensino médio. Isso justifica, segundo Haddad, a ampliação da obrigatoriedade da matrícula entre quatro e 17 anos.

“Se conseguimos em um ano aumentar de 67% para 70% as matrículas na educação infantil das crianças de quatro e cinco anos, com o Fundeb e o Proinfância, agora, é possível acelerar esse passo”, diz o ministro, referindo-se à inclusão da educação infantil no repasse do fundo e ao programa de construção de creches e pré-escolas. Haddad acredita ser razoável aumentar em 5% ao ano o atendimento nessa etapa, que chegaria a 95% em cinco anos.

De acordo com o ministro, se a proposta for aprovada, tudo será feito em sintonia com prefeitos e governadores. “Não adianta mudar, por lei, sem que estados e municípios tenham a capacidade de receber essas crianças.”

Assessoria de Comunicação do MEC

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FINEP INVESTE R$ 11 MILHÕES EM CENTROS DE TERAPIA CELULAR (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30/10/2008

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) destinará R$ 11 milhões para a criação de Centros de Tecnologia Celular. Foram selecionados oito grupos de pesquisa de um total de 16 inscritos. Nessas unidades devem ser instalados centros de produção de células tronco em condições de Boas Práticas de Manipulação. Veja aqui lista dos aprovados.

De acordo com o edital divulgado, as instituições vencedoras devem concentrar suas pesquisas na produção de células-tronco humanas dos tipos pluripotentes (embrionárias e induzíveis), órgãos e tecidos específicos, mesenquimais – encontradas em diversas partes do corpo – e hematopoiéticas, existentes na medula óssea. No próximo dia 7 de novembro está agendada a primeira reunião com todos os classificados para definir o funcionamento destes centros, que ajudarão a formar a Rede Nacional de Terapia Celular (RNTC).

Ao todo, serão disponibilizados R$ 11 milhões em recursos não-reembolsáveis. A verba será destinada à implantação de infra-estrutura e qualificação de recursos humanos para o desenvolvimento de tecnologias sobre terapias celulares, de forma que sejam incorporados aos serviços de saúde e ajudem a melhorar a qualidade de vida da população. “Além da aquisição de equipamentos, estão previstas bolsas de estudo para treinamento de pessoal no Brasil e no exterior”, afirma a secretária Técnica do Fundo Setorial CT-Saúde e analista da Finep, Maura Pacheco.

Segundo ela, no ato da inscrição na chamada pública, foram exigidas apenas informações sobre quais tipos de células serão produzidas, a experiência da instituição proponente em cultivo e produção de células-tronco e a sua qualificação para a formação de recursos humanos em terapia celular. Agora, os oito grupos classificados terão um prazo para a entrega do projeto detalhado, que será analisado pela Finep. Segundo Maura, a previsão é de que a primeira parcela dos recursos seja liberada ainda este ano.

Assessoria de Imprensa da Finep

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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CONSELHO DO FGTS APROVA ORÇAMENTO DE R$ 27,4 BILHÕES PARA 2009 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31/10/2008

Brasília – O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) vai investir R$ 11,8 bilhões no financiamento habitacional em 2009. O anúncio foi feito hoje pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que presidiu a reunião do Conselho Curador do FGTS onde foi aprovado um orçamento total de R$ 27,4 bilhões para o próximo ano.

“Nós pulamos de um orçamento de R$ 17 bilhões, aprovados em 2008, para R$27,4 bi em 2009, isso fruto do crescimento da arrecadação em razão do aumento da empregabilidade. Em 2007 tivemos a geração de mais de 1,6 milhão de empregos, o que originou esse aumento. Este ano, já com 2 milhões de empregos gerados, esperamos arrecadação ainda maior para o exercício do próximo ano”, comemora o ministro.

Somente para habitação popular foram aprovados R$ 7,4 bilhões, quase 40% a mais que o orçamento passado, quando foram reservados 4,4 bilhões. Para subsidiar a compra da casa própria para famílias de baixa renda – que recebem até 5 salários-mínimos – o FGTS reserva R$ 1,6 bilhão no orçamento de 2009. O Pró-Moradia terá R$ 1 bilhão e o Pró-Cotista também vai receber R$ 1 bilhão, mesmo orçamento desse ano.

“O setor da construção civil é o maior gerador de empregos no país e criar novas vagas é uma das principais funções do Conselho Curador do FGTS”, afirma.

Somente de janeiro a setembro de 2008, a Construção Civil gerou 300.882 novos postos formais de trabalho, crescimento de 19,66% no ano, a maior taxa entre os setores de atividade econômica e 12,46 pontos percentuais acima da taxa média de crescimento do emprego no país no período (7,20%).

Para saneamento serão destinados R$4,6 bilhões dos recursos do FGTS, valor 46% maior que o do orçamento atual (R$3,1 bilhões). Para o FI-FGTS, que investe recursos do Fundo nos setores de energia, rodovias, hidrovias, ferrovias, portos e saneamento foram aprovados R$ 10 bilhões, sendo que R$ 7 bilhões serão destinados a projetos financiados pelo BNDES.

“Há uma demanda enorme no BNDES, que é o principal financiador de obras de saneamento no país, por meio, principalmente, de recursos do FGTS e do Fundo de Amparo ao Trabalhador”, lembrou o ministro Lupi.

Ministério do Trabalho e Emprego

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PROCURADORIA ELABORA MODELO PARA UNIFORMIZAR AÇÕES DE COMBATE À CORRUPÇÃO E À IMPROBIDADE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30/10/2008

Advogados da Procuradoria Regional da União (PRU) da 5ª Região estão elaborando modelo próprio para uniformizar as ações de improbidade da força-tarefa lançada pela Procuradoria-Geral da União (PGU). As ações serão propostas contra empresas e agentes públicos – servidores, prefeitos e deputados – envolvidos em casos de corrupção e desvio de verbas federais.

Os advogados da PRU Marcelo Eugenio Feitosa e João Paulo Holanda Albuquerque, além de Niomar Nogueira e Gustavo Fernando Bezerra de Mello, da Procuradoria da União no Rio Grande do Norte (PU/RN), analisaram os casos e são os responsáveis por elaborar o modelo das ações. “O propósito da minuta é uniformizar a tese da União quanto aos atos de improbidade cometidos e servir de auxilio aos colegas”, diz Marcelo Eugênio.

Força-Tarefa

A força-tarefa, que conta com 26 advogados da União de todo o país, foi instituída neste mês pelo Procurador-Geral da União, Jefferson Carús Guedes. Ao todo, serão movidas mais de 500 ações no início de dezembro, possivelmente no dia 9 – Dia Internacional de Combate à Corrupção. Essa é a maior força-tarefa contra a corrupção coordenada pela Advocacia-Geral da União. São 1.174 casos de irregularidades em 26 estados.

A PRU da 5ª Região e a PU são unidades da Procuradoria-Geral da União (PGU), órgão da Advocacia-Geral da União (AGU).

Assessoria de Comunicação Social da AGU

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PAC AJUDA A ACELERAR ECONOMIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

Relatório divulgado pelo governo sobre o 5º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aponta que entre janeiro e 23 de outubro foram empenhados R$ 10,4 bilhões para obras do PAC. O percentual é 34% maior do que o realizado no mesmo período de 2007. Neste ano, a soma paga é de R$ 8,2 bilhões. Segundo a apresentação, feita pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em Brasília, 83% das 2.198 ações monitoradas estão em ritmo adequado (selo verde). Enquanto 7% receberam o selo amarelo (atenção), apenas 1% recebeu o selo vermelho, de preocupante. Segundo a ministra, o PAC não enfrenta problemas de financiamento por conta da crise financeira internacional, pois os contratos são anteriores.

O andamento do Programa oferece estabilidade à economia brasileira – que cresceu 6% no primeiro semestre de 2008 em relação ao primeiro semestre de 2007 – e ao fortalecimento do mercado interno. Com esse resultado, o Brasil cresce há 26 trimestres consecutivos. Este é o mais longo ciclo de expansão registrado na atual série histórica e tem sido puxado pelo investimento, cuja taxa de crescimento acelerou para 15,7% no primeiro semestre de 2008, ante uma variação de 11,4% no mesmo período do ano passado.

Estímulo fiscal e financeiro – O bom desempenho do investimento comprova o sucesso da estratégia do PAC, uma vez que, desde 2007, o governo federal tem adotado uma série de medidas de estímulo fiscal e financeiro à formação bruta de capital fixo por parte do setor privado, bem como aumentado substancialmente o investimento público em infra-estrutura. O resultado é uma forte expansão tanto em construção civil quanto na compra de bens de capital.

Em segundo lugar, o consumo das famílias brasileiras apresenta uma taxa interanual de crescimento superior a 5% desde o primeiro trimestre do ano passado. Os principais determinantes dessa expansão do mercado interno são o aumento do emprego, dos salários reais e das operações de crédito para pessoas físicas.

Pela ótica da oferta, a aceleração do crescimento no primeiro semestre de 2008 esteve bem distribuída entre os seus três principais componentes, com todos os setores apresentando taxas de variação superiores a 5%: i) a agricultura acelerou o crescimento de 2,3% para 5,2% entre o 1º semestre de 2007 e de 2008; ii) a taxa da indústria passou de 5,1% para 6,3%; e iii) a variação dos serviços atingiu 5,2% ante 4,5% na mesma base comparativa.

Cabe destacar a importância do PAC para o crescimento a taxas mais elevadas, haja vista a maior variação observada na indústria da construção civil (9,4%, ante 4,3% no 1º semestre de 2007), bem como nos serviços de intermediação financeira, cuja taxa atingiu 14% no 1º semestre de 2008, frente a uma variação de 9,4% no mesmo período do ano anterior. Com esses resultados, as expectativas de mercado para o crescimento da economia em 2008, assim como no ano passado, estão sendo revistas para cima e convergindo para taxas superiores à meta estipulada pelo PAC (5%).

Desenvolvimento Social –A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no início de setembro de 2008, comprovou resultados da atual política. Ao longo do primeiro ano do PAC, houve ampliação do acesso ao esgotamento sanitário. Entre 2006 e 2007, a proporção de domicílios com acesso à rede coletora passou de 48,5% para 51,3%. Também houve significativa expansão do acesso dos domicílios brasileiros a bens de consumo duráveis e serviços de comunicação, com destaque para o crescimento dos domicílios com acesso à internet (de 17,1%, em 2006, para 20,4%, em 2007). Em 2007, a proporção dos domicílios particulares permanentes com acesso à televisão atingiu 94,8%, ante 93,8% no ano anterior, enquanto a posse de geladeira passou de 89,8% para 91,4% na mesma base de comparação.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Nº 720 – Brasília

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GOVERNO MANTÉM 83% DAS OBRAS DO PAC DENTRO DO PRAZO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

Em setembro de 2008, o Comitê Gestor do PAC monitorava 2.198 ações. Em relação à quantidade, 83% das ações estão com ritmo de execução adequado; 7% em nível de atenção e 1% é considerado preocupante. Quanto ao valor, 86% têm execução adequada; 5% em atenção e 1% preocupa.

Desde o início do PAC até setembro, foram concluídas 190 ações – 9% do total -, sendo 86 de logística, 103 de energia e uma da social-urbana. Ainda em relação ao estágio das ações, 59% encontram-se em obras, 20% em licitação e 12% em projeto ou licitação.

Infra-estrutura Logística – Devido a inclusões e desmembramentos, o número de ações monitoradas no eixo Infra-estrutura Logística subiu de 1.352, em abril, para 1.423, em setembro de 2008. Em quantidade, 91% das ações estão adequadas, 2% em atenção e 1% preocupante. As obras concluídas representam 6%.

Em valor, 85% estão adequadas, 5% em atenção e 1% preocupante. Do total, 9% são ações concluídas. Quanto ao estágio, 68% estão em obras, 18% em licitação e 8% em projeto ou licenciamento. Nas obras em rodovias, destaca-se a conclusão da pavimentação de dois trechos da BR-364 – sendo 124 km no Acre e 62 km no Mato Grosso. O trecho norte da ferrovia Norte-Sul – Araguaína-Córrego Gavião, com extensão de 53 km, foi concluído em agosto. Em setembro foi lançado o edital para as obras de dragagem e aprofundamento do canal de acesso ao porto do Recife. As obras das eclusas de Tucuruí, no rio Tocantins, alcançaram 70% de execução. A reforma da pista do aeroporto do Galeão (RJ) encerrou em junho e a construção do terminal de cargas do aeroporto de Fortaleza, em agosto.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 720a – Brasília

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HIDRELÉTRICAS TÊM DESTAQUE NO EIXO DE INFRA-ESTRUTURA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

O bom andamento das obras de hidrelétricas e os leilões da usina de Jirau e de mais de três mil quilômetros de linhas de transmissão figuram entre os destaques do eixo de Infra-estrutura Energética no 5º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Em setembro, havia 561 ações monitoradas, das quais 19% foram concluídas, 69% estão em ritmo adequado, 10% pedem atenção e 2% são consideradas preocupantes. Entre os destaques da área de geração de energia elétrica estão o leilão para construção da usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira, em Rondônia, cujo deságio foi de 21,57% e o preço final da energia ficou em R$ 71,37 por MWh. No mesmo mês, teve início a obra de Santo Antônio, a primeira hidrelétrica do complexo do Rio Madeira licitada pelo governo federal. Outras usinas cujas obras estão em bom andamento são as hidrelétricas de Estreito (TO-MA), Foz do Chapecó (SC-RS), Dardanelos (MT), São Salvador (TO-GO), Simplício (MG-RJ) e Corumbá III (GO).

Na área de transmissão, destaque para o leilão realizado em agosto de 3.030 km de linhas com investimento total de R$ 4,8 bilhões e deságio de 20,2%. Entre as linhas leiloadas está a interligação Tucuruí-Macapá-Manaus. Outro destaque foi a entrada em operação da interligação Norte-Sul III – trecho Marabá-Colinas-Serra da Mesa-Samambaia, com extensão de 1.674 km. Também foram iniciadas as obras em mais dez linhas de transmissão, totalizando 2.274 km.

Na exploração de petróleo e gás natural foram confirmadas novas descobertas de reservas e iniciada a produção na camada pré-sal no campo de Jubarte (ES). O Programa de Expansão e Modernização da Marinha Mercante já tem 33 embarcações concluídas e o Pólo Naval do Rio Grande do Sul está com 60% das obras realizadas. Foram concluídos o Gasoduto Campinas-Rio (455 km) e o trecho Catu-Itaporanga do gasoduto Catu-Carmópolis (196 km). A oferta de gás natural nacional aumentou de 21,82 milhões de metros cúbicos por dia (média de 2007) para 30,53 metros cúbicos por dia, em agosto de 2008.

Luz para Todos – O Comitê Gestor do PAC monitora 214 ações do eixo de Infra-estrutura Social e Urbana. Em quantidade, 68% estão com ritmo de execução adequado, 30% em atenção e 1% em situação preocupante e 1% está concluído. No Programa Luz Para Todos (LPT), que tem como meta a universalização do acesso à energia elétrica, foram realizadas, até setembro, 305 mil ligações das 564 mil previstas para este ano.

No transporte urbano, foram concluídas as obras das dez estações da Linha Sul e já estão em operação oito trens elétricos recuperados e climatizados no metrô do Recife. No setor de Habitação foram selecionados investimentos no valor total de R$ 13,5 bilhões, dos quais R$ 12,4 bilhões estão contratados. Na área de Saneamento, os projetos selecionados somam R$ 28,1 bilhões, sendo que R$ 22,6 bilhões foram contratados.

No projeto de integração e revitalização do rio São Francisco foi concluída a obra do eixo de integração Orós-Feiticeiro, no Ceará, além de 286 bacias de contenção, em Pernambuco.

Construção civil terá R$ 3 bilhões de linha de crédito

O governo decidiu adotar medida para facilitar o acesso ao crédito de capital de giro para empresas que atuam na construção habitacional. A medida está organizada em duas partes: a primeira permite a aplicação de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) em capital de giro, o que era vedado. Esta permissão se aplica a todas as instituições financeiras que operam com recursos do SBPE e estará limitada a até 5% do saldo da poupança.
  
Os recursos serão aplicados nas condições atuais do Sistema. A segunda parte da medida consiste em tornar disponível, por meio da Caixa, uma linha de capital de giro com um mecanismo de garantias adicionais, com o objetivo de reduzir a percepção de risco. O governo, como controlador, permitirá que a Caixa mantenha em um fundo de reserva parte dos dividendos que seriam distribuídos para a União.
  
Com esses recursos, forma-se um lastro que garantirá até 35% do valor das operações realizadas pela Caixa. O volume total será de até R$ 3 bilhões. O valor total dos dividendos que pode ser retido é, portanto, de R$ 1,05 bilhão. É importante salientar que essa reserva só será utilizada em última instância, pois serão exigidas as garantias habituais dos proponentes. Ela serve apenas como garantia adicional, para reduzir a percepção de risco das operações. Uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) definirá as condições para os financiamentos.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 720 – Brasília

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CRISE INTERNACIONAL NÃO AFETARÁ EMPREGOS NO BRASIL – O aumento da geração de empregos no País e até que ponto a crise internacional afeta o mercado de trabalho foram alguns dos temas abordados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em entrevista ao Bom Dia Ministro realizada na quinta-feira (30). O programa, produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, é transmitido via satélite para emissoras de rádio de todo Brasil. Leia abaixo os principais trechos

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31 de Outubro de 2008

Crise internacional e emprego – Essa crise não é de geração de emprego. Ela é do sistema financeiro, de falta de recursos, que teve origem com a questão imobiliária nos Estados Unidos. Os americanos não tomaram as medidas adequadas naquele momento e depois de um ano a crise se avolumou e se espalhou pelo mundo todo. O Brasil está em uma situação completamente diferente. Estamos abrindo várias linhas de crédito para não asfixiar principalmente o pequeno produtor, pequeno e médio empresário, que representam cerca de 60% da criação de empregos no País. O Brasil, neste ano, vai gerar mais de 2,1 milhões de empregos – os maiores números da história da República Federativa do Brasil. Estou falando de empregos com carteira assinada. Neste ano, a crise da empregabilidade não vai passar nem perto do País. Se tiver algum tipo de afetação no mercado de trabalho, ocorrerá apenas no segundo semestre de 2009, no setor muito específico da exportação. Mas eu nem nisso acredito, porque o governo está agindo rápido, abrindo linhas de crédito. O dólar começou a cair e vai terminar esse ano por volta de R$ 1,90. O Brasil continuará seu ritmo de crescimento. É esperar para crer. Quem investe na produção tem que continuar a acreditar no Brasil, porque o País é o maior exportador de alimentos do mundo e as pessoas precisam continuar a se alimentar.

Geração de emprego – A geração de emprego é o que dá cidadania. Eu trabalho desde garoto. Tive minha primeira carteira assinada ainda menor – o que, na época, podia -, com 13 anos. Eu me lembro como se fosse hoje da minha felicidade ao ver essa carteira de trabalho assinada. Penso que essa é a principal marca de um compromisso social que um governo pode ter é o crescimento da economia e a geração de emprego. Vamos continuar nesse caminho de crescimento da economia, principalmente devido à demanda interna. O que o Brasil exporta basicamente? Alimentos. As pessoas vão ter que continuar a se alimentar. Europa, EUA, os 1,3 bilhão de chineses e os 1 bilhão de indianos terão de se alimentar. O Brasil é um grande produtor de soja, de café, possui o maior rebanho de gado. A questão do dólar prejudica a empregabilidade no Brasil no sentido de aumentar os custos da produção, mas, ao mesmo tempo, aumenta o valor agregado do produto exportado. Nesse momento, temos que ter muita tranqüilidade e acreditar em nosso País, na nossa vocação. Continuo afirmando: vamos passar de 2,1 milhões de emprego em 2008 e vamos viver um 2009 muito forte também.

Qualificação profissional – Esse é o grande desafio do governo. O Bolsa Família é importante porque as pessoas não ficam de pé sem alimentação. O Programa tem como objetivo, em uma primeira etapa, deixar as pessoas alimentadas, capazes de raciocinar, para que elas busquem sua empregabilidade. Temos uma série de licitações em 20 regiões metropolitanas brasileiras e estamos começando a encontrar a chamada porta de saída do Bolsa Família. Não temos como atingir de uma vez só todos os 11 milhões de beneficiados pelo Programa, até porque ele começou a ser implantado aos poucos, até chegar a esse número. O Ministério do Trabalho e Emprego, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, está abrindo neste ano 200 mil vagas para beneficiários do Bolsa Família para que eles façam cursos de capacitação profissional e entrem no mercado de trabalho, conseguindo efetivamente sua cidadania. Essa é a primeira etapa, que chamamos de ‘porta de saída’, para dar dignidade e emancipação às famílias beneficiárias. Quem não sabe o que é fome e miséria, não consegue compreender a importância de um programa como Bolsa Família. Ele é importantíssimo porque tira as pessoas da miserabilidade.

Cursos de capacitação – Esses cursos de capacitação são muito importantes principalmente para o jovem que quer obter o seu primeiro emprego. Temos vários cursos de capacitação, em convênios com as prefeituras e governo dos estados. Estamos trabalhando firmemente nisso. É claro que temos consciência de que ainda não atingimos ainda aquilo que deveríamos, mas estamos trabalhando para evoluir e trazer cada vez mais cursos de capacitação para o trabalhador brasileiro.

Central de Empregos Nacional – Praticamente, esta seria uma ampliação do Sine (Sistema Nacional de Empregos), que atua na grande maioria das médias e grandes cidades do Brasil. O que estamos trabalhando agora é na integração desse sistema. Há um grande problema no Brasil hoje – a falta da mão-de-obra qualificada. Em 2007, em torno de quatro milhões de pessoas procuraram emprego por meio do Sine. Cerca de um milhão conseguiram emprego. Outro milhão de vagas ficou sem ser ocupada, porque os trabalhadores não tinham qualificação. Então, o grande desafio nessa integração, na informatização do sistema, é saber onde está o emprego e que tipo de emprego é oferecido. Estamos trabalhando nessa implantação. Mas esse é um sistema que, mesmo com toda vontade, garra e otimismo para implantá-lo, o resultado demora, no mínimo, dois anos.

Casa própria – Vamos aprovar o Orçamento para ser executado em 2009. Saiu de algo em torno de R$ 7 bilhões e vai para mais de R$ 11 bilhões. Ou seja, um crescimento grande para botar dinheiro e aumentar o investimento. Essa área estimula muito a construção civil, que é a maior geradora de emprego no Brasil hoje. Continuaremos investindo para que isso crie mais postos de trabalho.

Primeiro emprego – O grande desafio é qualificar principalmente a juventude. Quem busca o primeiro emprego é quem tem maior dificuldade para consegui-lo, por falta de uma qualificação específica. No Ministério do Trabalho estamos ampliando cada vez mais os cursos e as parcerias para que o jovem tenha oportunidade de se qualificar e conseguir o tão sonhado emprego.

Mercado de trabalho jovem – Há cinco anos, esses jovens não completavam a terceira série do ensino fundamental. Não estou dizendo que está uma maravilha, mas estamos avançando. Eu acho que o jovem, até os 18 anos, tem que estar na escola, estudando e se preparando.Precisamos trabalhar com cursos de capacitação em parceria com as prefeituras. Qualificar o trabalhador é o grande desafio do mercado de trabalho moderno e globalizado. Quem se prepara e se capacita, consegue emprego mais fácil, principalmente quando o País está crescendo e gerando empregos. Essa é a nossa principal prioridade e estamos trabalhando por isso.

Empregos verdes – Esses empregos são muito positivos, porque eles preservam a natureza, geram consciência cidadã e preparam o Brasil para os efeitos da degradação do meio ambiente. Isso é uma área muito trabalhada pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio de políticas públicas fortes impedindo o desmatamento. Há o investimento em reflorestamento, em políticas de fiscalização, que também geram empregos. Esse é um tipo de trabalho que olha para o futuro, o que é muito importante para as nossas futuras gerações (Segundo a Organização Internacional do Trabalho, o Brasil é o País onde pode haver o maior crescimento de “empregos verdes”).

Setor naval – Desde a época que o Rio de Janeiro deixou o posto de capital da República, o presidente Juscelino Kubitschek assumiu o compromisso de incentivar o crescimento da indústria automobilística paulista e da indústria naval no Rio de Janeiro. Mas durante décadas a indústria naval ficou sucateada. De cinco anos para cá, ela vem batendo recordes atrás de recordes. A própria Petrobras, que antes encomendava os seus navios aos portos internacionais, agora encomenda da indústria naval do Rio de Janeiro, de Pernambuco e também de Santos. É uma vocação natural e os investimentos vêm sendo feitos com linhas de crédito do BNDES. A indústria naval do Rio de Janeiro já tem encomendas para os próximos cinco anos e não tem mais vazão para produzir as encomendas que estão chegando. Sou muito otimista com relação à indústria naval do Rio de Janeiro. É uma produção com valor agregado muito grande e gera emprego qualificado. A indústria naval já é, e será cada vez mais, a grande alavanca do crescimento de empregos no Rio de Janeiro ao lado do setor de serviços.

Pólo de serviços – O Rio de Janeiro tem que ser (pólo de serviços do País) porque é a principal atividade da cidade. O setor de serviços é muito ligado ao turismo, ao setor de hotelaria, ao setor de restaurantes. O Rio de Janeiro só perde para São Paulo na geração de empregos no setor de serviços. Tenho certeza que essa continuará a ser a vocação mais forte da cidade.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº85 – Brasília

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ESTRATÉGIAS CONTRA A CRISE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31/10/08 07:59

Coluna Econômica – 31/10/2008

LUIS NASSIF por Luis Nassif

Ainda é cedo para avaliar como será 2009 na economia brasileira. Em grande parte o resultado será conseqüência da maior ou menor rapidez com que as autoridades econômicas tratem de algumas problemas atuais da crise.

No plano global, há uma crise financeira ainda em curso; à qual se seguirá uma crise econômica – já em curso. A crise financeira veio através de duas ondas iniciais; e de uma terceira onde que está por vir.

Primeira onda – a crise do subprime e do sistema bancário internacional. Razoavelmente superada. Faltam ainda providências para induzir o sistema bancário a voltar a emprestar. Alguns analistas sugerem que o caminho seria os diversos Bancos Centrais se tornarem co-avalistas do risco de empréstimo.

Segunda onda – em curso, é a chamada desalavancagem dos fundos hedge. Ou seja, fundos especulativos desfazendo-se de seus ativos. Foi esse movimento que provocou a mega-onda que derrubou bolsas de todo o mundo e jogou o yen nas alturas. No caso do yen, com os fundos se desfazendo dos empréstimos que tomavam no Japão, para especular em outras países. Já se passou pelo epicentro dela. Poderá dar alguns solavancos, mas caminha para se acalmar.

Terceira onda – as crises das economias nacionais. Para prevenir, o FED (BC americano) fez troca de moedas com quatro países – Brasil, México, Cingapura e Coréia – e está preparando para atuar com mais dez. Além disso, o FMI reduziu a burocracia para poder amparar países com problemas externos. Ainda não está sob controle.

***

No caso brasileiro, os desafios são da seguinte ordem:

Desafio 1 – restabelecimento do crédito.

O Banco Central reduziu o depósito compulsório dos bancos, mas o dinheiro não fluiu para as empresas; fez leilão de hedge cambial, mas o crédito está se abrindo muito lentamente para os exportadores. Isso se deve ao receio dos bancos em relação às empresas. Não se sabe ainda, nesse terremoto global, a situação de cada empresa ou setor.

O BC terá que ser mais atuante, colocando penalidades nos bancos que não emprestarem e tratar de ir para a linha de frente.

Esse é o desafio maior.

Desafio 2 – criar fatos concretos que melhorem as expectativas dos empresários.

O Copom (Comitê de Política Monetária) perdeu uma excelente oportunidade de virar as expectativas. Se tivesse reduzido a taxa Selic, ainda que em módico 0,25 ponto percentual, poderia reverter as expectativas rapidamente.

Outras preocupações do governo devem ser a de evitar o máximo possível volatilidade no câmbio, na Bolsa de Valores e nos títulos externos brasileiros. É hora de ressuscitar a antiga mesa de operações do BC para atuar firmemente nessas frentes.

Outro ponto relevante é o anúncio do programa de investimentos para 2009 no âmbito do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). As grandes estatais estão com recursos em caixa, assim como as grandes empresas privadas brasileiras.

O governo deveria se reunir com essas empresas, somar os investimentos que serão efetuados, analisar as condições objetivas para que não sejam frustrados e anunciar em grande estilo para a opinião pública.

enviada por Luis Nassif

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PUBLISHED BY ‘BLOG DO LUIS NASSIF’ (Brasil)

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I’M GONNA STEP ON YOU

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

I'M GONNA STEP ON YOU - by Fred Hubner

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LIFE IN A RECTANGLE OR THE TAUNTING LIFE OF BEING A BLOGGER

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

 

 

 

LIFE IN A RECTANGLE OR THE TAUNTING LIFE OF BEING A BLOGGER - by Fred Hubner

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ENQUANTO ISSO, ROBERTO JEFFERSON CONTINUA FAZENDO DE CONTA DE QUE É HONESTO

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

 

 

 

 

ENQUANTO ISSO, ROBERTO JEFFERSON CONTINUA FAZENDO DE CONTA DE QUE É HONESTO

 

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