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PROGRAMA BENEFICIA UM MILHÃO DE PESSOAS EM SALVADOR (BRASIL)

Posted by Gilmour Poincaree on October 31, 2008

28 de Outubro de 2008

Parceria entre os setores público e privado contribuirá para a despoluição da Baía de Todos os Santos, em Salvador (BA). A iniciativa conta com financiamento de R$ 173,8 milhões do governo federal, por meio do programa Saneamento para Todos, e vai beneficiar 1,1 milhão de pessoas. Nesta terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro das Cidades, Marcio Fortes, participaram da cerimônia de assinatura de contrato para a construção do Sistema de Disposição Oceânica do Jaguaribe, na capital baiana. A Parceria Público-Privada (PPP) envolve a Jaguaribe Construção S.A., a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades, que financiará as obras com recursos do FGTS.

O Sistema de Disposição Oceânica do Jaguaribe faz parte do projeto de despoluição da Baía de Todos os Santos, que prevê investimento de mais R$ 349,6 milhões – entre recursos do Orçamento Geral da União e de financiamentos federais – em obras em 12 municípios da região. O projeto prevê a adaptação da Estação Elevatória do Saboeiro (localizada nas intermediações da Estação de Tratamento de Água de Bolandeira), que reverte os esgotos do subsistema de Jaguaribe para o de Camarogibe, tendo como destino final o emissário do Rio Vermelho.

Será construída, ainda, uma nova linha de recalque com extensão de 1,1 quilômetro e de uma estação de condicionamento prévio, que vai tratar os esgotos de parte do sistema de Salvador e de Lauro de Freitas para lançar no mar o efluente, livre de sólidos e partículas em suspensão, através do emissário submarino da Boca do Rio. O emissário terá 5,1 quilômetros de extensão. O emissário terrestre, com 1,5 quilômetro de extensão, será implantado ao longo da avenida Jorge Amado através de túneis, para evitar transtornos aos moradores e comerciantes locais.

Dos 3,6 quilômetros de emissário submarino, 400 metros serão subterrâneos, na área próxima à praia. O restante será assentado no fundo do mar e fixado por peças de concreto para que a tubulação não se desloque. Difusores, instalados no final desta tubulação, dispersarão o esgoto processado a uma profundidade de 45 metros, sem dano ambiental para o ecossistema marinho e a balneabilidade da praia da Boca do Rio.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 718 – Brasília

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PUBLISHED BY ‘EM QUESTÃO’ (Brasil)

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