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FRANQUIA DE GAMES NORTE-AMERICANA ANUNCIA OPERAÇÕES NO BRASIL – Com escritório em Curitiba, Proximo vai importar jogos e videogames – Em entrevista ao G1, diretor Kevin Baqai promete preços acessíveis

Posted by Gilmour Poincaree on October 22, 2008


22/10/08 – 11h21m – Atualizado em 22/10/08 – 11h21m

por Renato Bueno

Do G1, em São Paulo

Uma empresa com sede nos Estados Unidos anunciou recentemente sua presença oficial no mercado Foto - Divulgação - Empresa promete trazer jogos e consoles de videogame a preços competitivosde games e o início de operações em países como República Dominicana, Chile, México e… Brasil. Com sede em Miami, a Proximo Games considera o país uma prioridade na América Latina e promete trazer jogos e videogames a preços competitivos.

A Proximo conta com um centro de operações em Curitiba (PR) e tem planos de abrir lojas próprias em até seis meses, além de fornecer produtos para revendedores já estabelecidos. Segundo a empresa, a atuação sem intermediários permite um preço mais competitivo para os games, já que eles serão comprados diretamente dos fabricantes e trazidos para o Brasil. O diretor de desenvolvimento de negócios, Kevin Baqai, porém, preferiu não fazer uma estimativa de quanto poderá custar um jogo para um console de nova geração, como Xbox 360 e PlayStation 3.

Em menos de dois anos, a Proximo já é a terceira franquia de revenda e distribuição de games a estabelecer uma base de operações no Brasil. Antes dela, a canadense Synergex e a franquia mexicana Gamers também inauguraram lojas e escritórios no país.

Em entrevista ao G1, o diretor Kevin Baqai fala sobre o mercado de games no Brasil e dos planos da Foto - Divulgação - Kevin Baqai promete games a preços competitivos no BrasilProximo para a estréia no país. Ele diz que já visitou cidades brasileiras como São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória e Curitiba, e garante: apesar das condições nem sempre favoráveis ao setor, o Brasil é um dos principais mercados da América Latina.

G1 – Quando e por que a Proximo decidiu investir no Brasil?

Kevin Baqai – Para nós, o Brasil é um dos mercados de game mais importantes da região. Na verdade, é nosso primeiro escritório fora dos Estados Unidos – estamos sediados em Curitiba. Estivemos trabalhando com vários distribuidores e revendedores no Brasil por mais de 5 anos, através da Game Quest.

G1 – Quando começam oficialmente as operações no Brasil?

Kevin – Na verdade, estamos bem avançados. A companhia já está em operação, com equipes locais. Estamos em discussão com alguns parceiros regionais sobre acordos e franquias. Gostaríamos de ter um parceiro forte, com a mesma visão de nosso diretor-executivo, que definiu nossa missão: ser a número 1 entre as lojas especializadas em games na América Latina.

G1 – O mercado brasileiro conta com a distribuidora canadense Synergex e com a rede de lojas Gamers, do México. Nesse mercado, qual vai ser o foco da Proximo?

Kevin – Temos um modelo de negócios único que vai beneficiar tanto a indústria quanto os jogadores. Compramos os produtos diretamente dos fabricantes e trazemos para o Brasil, eliminando intermediários e possibilitando os preços que os jogadores esperavam pagar.

G1 – Um jogo de Xbox 360 ou PlayStation 3 no Brasil é vendido a um preço que chega a três vezes o preço original em dólar. É possível prever qual será a faixa de preços dos games trazidos pela Proximo?

Kevin – Esperamos que o preço nas lojas seja competitivo com o preço dos Estados Unidos. Considerando que o Brasil tem taxas e tarifas complexas, esperamos oferecer aos jogadores as melhores opções, preços e serviços.

G1 – Qual a importância da América Latina nesse mercado?

Kevin – É um mercado subestimado, que tem um potencial de crescimento signigficativo. A comunidade de jogadores sempre quis poder conseguir os novos lançamentos direto nas lojas locais, mas nunca teve opções.

G1 – Como estão os contatos com empresas e o governo no Brasil?

Kevin – Temos um ótimo relacionamento com produtoras como Activision, Ubisoft, Konami e muitas outras. Atualmente estamos em negociação com diretores regionais das três fabricantes de videogame – Sony, Microsoft e Nintendo – para criar promoções e suprir a demanda do mercado. Planejamos entrar para a Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software), com quem já discutimos sobre assuntos referentes às políticas da indústria de games no país.

G1 – A pirataria é um obstáculo para os negócios no Brasil?

Kevin – Sim e não. A pirataria vai durar até que os consumidores percebam que estão prejudicando a indústria da qual eles fazem parte. Conforme os games se tornam cada vez mais avançados, com recursos on-line, vai diminuir a ocorrência de produtos pirateados, porque o consumidor vai querer jogos que funcionem completamente. Temos planos de trabalhar com produtoras de software e hardware para conseguir suporte em ações legais contra piratas de aparelhos e de games.

G1 – Quando serão inauguradas as primeiras lojas?

Kevin – No momento estamos importando games para os clientes atuais. Quando inauguramos as primeiras lojas com a marca Proximo, o que deve acontecer num prazo de três a seis meses, já devemos estar vendendo também videogames e periféricos.

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PUBLISHED BY ‘G1’ (RJ)

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