FROM SCRATCH NEWSWIRE

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Archive for the ‘O PODER EXECUTIVO ESTADUAL’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. INTERNA (IGP-DI), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - MERCADO (IGP-M), ÍNDICES DA RENDA SALARIAL, ÍNDICES DE EMPREGO, ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BA, BALANÇA COMERCIAL, BALANÇA DE PAGAMENTOS, BANCO CENTRAL - BRASIL, BANKING SYSTEMS, BIOCOMBUSTÍVEIS, BIOMASSA, BIOMASSA, BNDES, BRASIL, CARLOS DIREITO, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CE, CENTRAL BANKS, CIDADANIA, CIDADES, CINEMA, COMÉRCIO - BRASIL, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES, COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CONSELHO MONETÁRIO NACIONAL (CMN), CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CURRENCIES, DANIEL DANTAS, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, DF, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, EÓLICA, ECOLOGICAL AGRICULTURE, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ECONOMY - USA, EDUCAÇÃO - BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MERCADO FINANCEIRO, O MERCADO IMPORTADOR, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO DOS SEM-TERRA (MST), O MOVIMENTO NEGRO, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O MUNICÍPIO DE NITERÓI, O MUNICÍPIO DE SÃO GONÇALO, O MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, O SETOR DOS TRANSPORTES, O SISTEMA BANCÁRIO - BRASIL, O SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, ORÇAMENTO MUNICIPAL, ORÇAMENTO NACIONAL - BRASIL, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, OS TRABALHADORES, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PA, PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL (PC do B), PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA (PCO), PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL (PMN), PARTIDO DA REPÚBLICA (PR), PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA (PSDB), PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA (PDT), PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO (PMDB), PARTIDO DOS DEMOCRATAS (PD), PARTIDO DOS TRABALHADORES (PT), PARTIDO POPULAR SOCIALISTA (PPS), PARTIDO PROGRESSISTA (PP), PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO (PRTB), PARTIDO SOCIAL CRISTÃO (PSC), PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO (PSDC), PARTIDO SOCIAL LIBERAL (PSL), PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL), PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO (PSB), PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO (PSTU), PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO (PTB), PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO (PTC), PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL (PT do B), PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL (PTN), PARTIDO VERDE (PV), PARTIDOS POLÍTICOS - BRASIL, PB, PE, PECUÁRIA, PECULATO, PESQUISAS E PÓS-GRADUAÇÃO, PETRÓLEO, PI, POLÍCIA FEDERAL, POLÍTICA - BRASIL, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, PORTOS, PR, PREVARICAÇÃO, PRODUTO INTERNO BRUTO, PRODUTO INTERNO BRUTO ESTADUAL, PRODUTO INTERNO BRUTO NACIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, REAJUSTES SALARIAIS, RECEITA FEDERAL - BRASIL, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES COMERCIAIS INTERNACIONAIS - BRASIL, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, RJ, RN, RO, RODOVIAS, RODOVIÁRIO, RR, RS, SAÚDE E ATENDIMENTO MÉDICO, SANEAMENTO BÁSICO, SC, SE, SEMENTES TRANSGÊNICAS, SENADO, SETOR EXPORTADOR, SINDICATOS DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS, SISTEMA PÚBLICO DE SAÚDE, SISTEMA PRIVADO DE SAÚDE, SP, SUPERÁVIT COMERCIAL, SUPERÁVIT PRIMÁRIO, TARSO GENRO, TAXA DE CÂMBIO - BRASIL, TAXA DOS JUROS COMERCIAIS, TAXA SELIC, TAXAS DE DESEMPREGO, TELEFONIA - FIXA E MÓVEL, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, TO, USA, VEREADORES | 1 Comment »

INDÚSTRIA PAULISTA DEMITIU 130 MIL TRABALHADORES EM DEZEMBRO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

26/01/2009 21:26

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’

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Posted in ÍNDICES ECONÔMICOS - BRASIL, BRASIL, CIDADES, COMMERCE, DEPUTADOS ESTADUAIS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO MUNICIPAL, O PODER LEGISLATIVO ESTADUAL, O PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL, OS GOVERNADORES, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, TAXAS DE DESEMPREGO, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE WORK MARKET, UNEMPLOYMENT, VEREADORES | Leave a Comment »

FÁBRICA DE MASSAS FUNCIONAVA DESDE 2002 SEM LICENÇA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 12:34

por Aline Queiroz

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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Posted in ALIMENTOS PROCESSADOS, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CRIMES EMPRESARIAIS, CRIMINAL ACTIVITIES, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FOOD PRODUCTION (human), INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, STATE TARIFFS, TAX EVADING | Leave a Comment »

MPE ABRE INVESTIGAÇÃO SOBRE POSSÍVEL REAJUSTE DA ENERGIA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 17:07

por Jefferson da Luz

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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Posted in A QUESTÃO ENERGÉTICA, BRASIL, CIDADANIA, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CORRUPTION, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENERGY, ENERGY INDUSTRIES, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY | Leave a Comment »

PARA ENFRENTAR CRISE, CMC APOSTA EM AÇÕES COM GOVERNO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 27, 2009

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009 21:34

por João Humberto

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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Posted in BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, RESTRUCTURING OF THE PUBLIC SECTOR, STATE TARIFFS, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL QUER IMPEDIR OLIGOPÓLIO DO GRUPO RBS EM SANTA CATARINA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009

EM CIMA DA HORA – As informações são do Portal IMPRENSA

PUBLISHED BY ‘A GAZETA DE JOINVILLE’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMUNICATION INDUSTRIES, CORRUPÇÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO NA POLÍTICA, CORRUPTION, CRIMES EMPRESARIAIS, CRIMINAL ACTIVITIES, DEFESA DO CONSUMIDOR - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INDÚSTRIAS, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, JUDICIARY SYSTEMS, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER JUDICIÁRIO, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SC, SENADO, THE FLOW OF INVESTMENTS, THE MEDIA (US AND FOREIGN), VEREADORES | Leave a Comment »

EM ENCONTRO COM LULA, YEDA DESTACA INDÚSTRIA CALÇADISTA DO RS – GOVERNADORA RECEPCIONOU O PRESIDENTE EM ESTANDE COLETIVO DO ESTADO NA 36ª COUROMODA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 12h30min

Zero Hora

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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Posted in A PRESIDÊNCIA, BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, GARMENT INDUSTRIES, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS GOVERNADORES, RECESSION, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

QUIP S/A ESTÁ À FRENTE DA LICITAÇÃO DA P-63 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

Rio Grande, 25 de Dezembro de 2008, Quinta-Feira

por Carmem Ziebell

PUBLISHED BY ‘JORNAL AGORA’ (Brazil)

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Posted in A QUESTÃO ENERGÉTICA, BRASIL, COMMODITIES MARKET, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENERGY INDUSTRIES, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FINANCIAL MARKETS, FLUXO DE CAPITAIS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, NATIONAL WORK FORCES, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS GOVERNADORES, PETRÓLEO, PETROL, POLÍTICA REGIONAL, PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC), RECESSION, RJ, RS, SHIPYARD INDUSTRIES, THE FLOW OF INVESTMENTS | Leave a Comment »

IAGRO CONSIDERA VACINAÇÃO CONTRA AFTOSA JUNTO COM O PARAGUAI UM SUCESSO – CERCA DE 740 MIL BOVINOS FORAM VACINADOS NA REGIÃO DE FRONTEIRA DE MATO GROSSO DO SUL (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 26, 2008

25/12/2008 – 14h51min

Luiz Patroni – Campo Grande (MS)

PUBLISHED BY ‘CANAL RURAL’ (Brazil)

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Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, BRASIL, CIDADES, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, FOREIGN POLICIES, HEALTH SAFETY, INTERNATIONAL, INTERNATIONAL RELATIONS, MS, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, ORÇAMENTO ESTADUAL, OS GOVERNADORES, PECUÁRIA, POLÍTICA EXTERNA - BRASIL, POLÍTICA REGIONAL, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, RELAÇÕES DIPLOMÁTICAS - BRASIL, RELAÇÕES INTERNACIONAIS - BRASIL, SETOR EXPORTADOR | Leave a Comment »

RIO JARU TERÁ MATA CILIAR RECUPERADA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

19/12/2008

Portal Rondônia

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Posted in AGRICULTURE, BRASIL, CÂMARA DOS DEPUTADOS, CIDADANIA, CIDADES, CRIMES AMBIENTAIS - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DEPUTADOS ESTADUAIS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, ENVIRONMENT, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, O PODER JUDICIÁRIO, O PODER LEGISLATIVO FEDERAL, OS GOVERNADORES, OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO - BRASIL, OS PREFEITOS, RECESSION, REGULATIONS AND BUSINESS TRANSPARENCY, SENADO, VEREADORES | Leave a Comment »

GOVERNO PAGA INDENIZAÇÕES DE AGRICULTORES DESALOJADOS DE RESERVAS INDÍGENAS NO RIO GRANDE DO SUL – A META PARA 2009 É ZERAR O PROGRAMA, TOTALIZANDO 340 FAMÍLIAS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

22/12/2008

Zero Hora

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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Posted in BRASIL, INTERNATIONAL, ECONOMIA - BRASIL, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, A QUESTÃO ÉTNICA, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, FLUXO DE CAPITAIS, DEPUTADOS ESTADUAIS, O PODER JUDICIÁRIO, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, CIDADANIA, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMY, ECONOMIC CONJUNCTURE, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, ENVIRONMENT, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, OS GOVERNADORES, CIDADES, A QUESTÃO AGRÁRIA, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, RECESSION | 1 Comment »

NA CAPITAL, SALDO DE EMPREGOS FOI POSITIVO EM NOVEMBRO (MT – Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008 – 16:53

por Paulo Fernandes

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (Brazil)

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Posted in ÍNDICES DE EMPREGO, BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, INTERNATIONAL, NATIONAL WORK FORCES, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, RECESSION, TAXAS DE DESEMPREGO, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

ARROZ: RS INAUGURA UNIDADE DE BENEFICIAMENTO DE ORGÂNICO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19/12/2008 – 17:36

C. B. L.

PUBLISHED BY ‘SAFRAS & MERCADO’ (Brazil)

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COOPERATIVAS NO PR SAEM ILESAS EM ANO DE CRISE (PR – Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

21/12/2008

por Flávio Laginski

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE’ (Brazil)

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ÍNDIOS ‘PEITAM’ JUSTIÇA TROCAM TIROS COM POLÍCIA E FAZEM REFÉM EM MT (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

20 de dezembro de 2008 – 19h16

Olhar Direto

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

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Posted in A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, CORRUPÇÃO - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, CRIMINAL ACTIVITIES, DEFESA DO MEIO AMBIENTE - BRASIL, DIREITOS HUMANOS - BRASIL, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMY, ENVIRONMENT, HUMAN RIGHTS, MT, NATIVE PEOPLES, O MOVIMENTO DOS POVOS NATIVOS, O MOVIMENTO RURALISTA, O PODER EXECUTIVO ESTADUAL, O PODER JUDICIÁRIO, OS GOVERNADORES, OS JUDICIÁRIOS ESTADUAIS, OS TRIBUNAIS REGIONAIS ELEITORAIS, PECULATO, POLÍTICA REGIONAL, PREVARICAÇÃO, SETOR EXPORTADOR, WARS AND ARMED CONFLICTS | 1 Comment »

APÓS PRISÕES, PROCURADOR DIZ QUE INCRA-MT FOMENTA GRILAGEM (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

19 de dezembro de 2008 – 18h49

Só Notícias com Olhar Direto

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTÍCIAS’ (MT – Brazil)

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PREFEITO CASSADO TERÁ CARGO NA DIREÇÃO DA AGEPAN (MS – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

Segunda-feira, 08 de Dezembro de 2008 10:53

por Aline dos Santos e Paulo Fernandes

PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (MS – Brasil)

Nomeado para o governo desde a última quarta-feira, o ex-prefeito de Ribas do Rio Pardo, José Domingues Ramos, o Zé Cabelo, vai ocupar um dos quatro cargos na direção da Agepan (Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos). “Ele vai fiscalizar a obras na BR-262”, antecipou o governador André Puccinelli (PMDB) nesta segunda-feira.

Zé Cabelo foi cassado da prefeitura em 2002, após denúncia de compra de votos. Conforme Puccinelli, hoje à tarde será definido o nome do novo diretor-presidente da agência estadual. O atual presidente Anízio Thiago terminou seu mandato de dois anos. O governador não revelou o nome do escolhido para presidir a Agepan.

A agência é responsável por fiscalizar os serviços de energia, transporte e saneamento.

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GOVERNO DE SÃO PAULO LANÇA AGÊNCIA PARA ATRAIR INVESTIMENTOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008, 17:07

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

O governo do Estado de São Paulo lançou nesta segunda-feira a Investe São Paulo (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), com o objetivo de atrair novos investimentos, expandir empresas já instaladas no Estado e colaborar para o aumento da competitividade da economia paulista.

“Hoje não há a sistematização dos projetos entregues pelos prefeitos. Não há organização para tratar das questões tributárias de financiamento, de infra-estrutrura, que normalmente, os investimentos grandes exigem. A Investe São Paulo vai racionalizar essas ações em parceria com a iniciativa privada”, destacou o governador José Serra.

A agência vai herdar da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo uma carteira de R$ 10 bilhões distribuídos em 40 projetos de investimentos de diversos setores da economia. Segundo o governo, a idéia é que a estruturação possa dobrar esse número.

A Investe São Paulo será presidida pelo economista Cláudio Vaz, 61 anos, e contará com até três diretores e um conselho deliberativo composto por secretários de Estado e representantes de entidades empresariais.

“A Investe São Paulo nasce em um momento da economia mundial em que é imprescindível potencializar e promover a competitividade do Estado de São Paulo de forma planejada. Somente com ações neste sentido poderemos enfrentar a atual crise financeira e manter o desenvolvimento sustentável do nosso Estado com benefícios para a população paulista”, afirmou o vice-governador e Secretário de Desenvolvimento Alberto Goldman.

A agência também vai auxiliar os municípios paulistas no atendimento ao investidor e estabelecer intercâmbios com outros organismos semelhantes, nacionais ou internacionais.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

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ESTUDO MOSTRA QUE 455 CIDADES BRASILEIRAS NÃO TÊM MÉDICOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

24/11/2008 – 09:05

Agência Estado

As populações de 455 municípios brasileiros não têm acesso a nenhum médico na rede pública de saúde local. A carência de profissionais é maior nas regiões Norte, Sul e Sudeste, onde 25,7%, 25,5% e 24,4% dos municípios não têm nenhum médico em sua estrutura de saúde. Os dados são de um levantamento da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), apresentado ontem em Ouro Preto, no encontro dos diretores da Global Health Workforce Alliance (GHWA), órgão ligado à Organização Mundial da Saúde (OMS), com representantes do Ministério da Saúde.

Segundo o organismo internacional, faltam 4 milhões de profissionais de saúde no mundo, com 57 países em situação considerada crítica. O Brasil não é um deles. No entanto, com uma relação de 1,15 médico para cada mil habitantes, o País está à beira do limite aceitado pela OMS. A recomendação é de no mínimo um médico por mil habitantes.

Entre as especialidades com maior carência de profissionais no País estão a anestesiologia, a pediatria, a psiquiatria e a medicina intensiva. Os dados refletem a dificuldade dos municípios mais distantes dos grandes centros em atrair e fixar médicos. “A questão salarial parece não ser a mais importante. O maior problema é a distância e o isolamento”, diz Edison José Corrêa, coordenador do curso de especialização à distância em Saúde da Família da UFMG.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA DO POVO’ (Brasil)

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ASSEMBLÉIA DO PARANÁ TEM 15 DIAS PARA VOTAR PACOTÃO – Reforma tributária estadual e outros projetos terão de ser votados às pressas para vigorar em 2010 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Publicado em 24/11/2008

por Kátia Chagas

Os deputados estaduais do Paraná terão apenas 15 dias de sessão para votar um pacote de ROBERTO REQUIÃOprojetos que precisa ser aprovado neste ano para vigorar em 2010. Com exceção do Orçamento do Estado e da mensagem que fixa as regras do Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que normalmente entram em discussão às vésperas do recesso parlamentar, outros temas delicados que poderiam ser debatidos com mais tempo terão que ser votados às pressas.

Os principais projetos que aguardam votação são de autoria do governo do estado e só foram enviados ao Legislativo depois das eleições municipais de outubro.

O primeiro – e o mais polêmico – foi encaminhado no dia 8 de outubro. O governo do Paraná propõe uma reforma tributária, com a redução de 18% para 12% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre 95 mil bens de consumo popular em operações internas.

Em contrapartida, para não perder arrecadação, o governo quer aumentar em dois pontos porcentuais a alíquota do imposto sobre gasolina, energia elétrica, telefonia, bebidas e cigarro.

Pela importância do assunto, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) decidiu promover audiências públicas com representantes da indústria e do comércio antes de votar o projeto em ALEXANDRE CURIplenário. Na última sexta-feira, os deputados foram a Londrina e Maringá.

Em outros municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Ponta Grossa também já foram feitas audiências, mas como existem posições divergentes sobre a mudança na carga tributária, não será um projeto simples de ser votado. Vários deputados já adiantaram que vão apresentar emendas modificando o texto original, o que deve tornar a tramitação mais lenta.

O governo do estado também deixou para a última hora outros quatro projetos que foram enviados na semana passada ao Legislativo e nem começaram a ser discutidos. Dois deles já despertam posicionamentos contrários e dúvidas: a criação de um salário mínimo de R$ 1.392 aos professores estaduais e um projeto misterioso que concede anistia aos servidores públicos ou empregados da administração pública que teriam sido demitidos irregularmente entre os anos de 1983 e 1988, durante o governo José Richa.

A APP-Sindicato dos professores já se manifestou contra a criação do salário mínimo e defende que o governador retire a assinatura da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para derrubar LUIZ CLÁUDIO ROMANELLIo piso nacional de R$ 950 para a categoria fixado pelo governo federal. O sindicato da categoria considera a proposta do piso nacional melhor que o projeto de Requião porque o valor fixado incide sobre os salários de todos os professores em caso de reajuste, ao contrário da proposta do governador.

Outro projeto inusitado é a anistia a funcionários públicos. O texto é truncado e prevê que supostos funcionários que teriam sido perseguidos politicamente no governo Requião retornem aos seus cargos na administração pública.

A oposição ao governo tentou aprovar um requerimento pedindo informações sobre os beneficiados com a proposta, mas foi derrotada pela bancada governista.

Afogadilho

Apesar da complexidade dos assuntos e do tempo escasso para votação, os deputados negam que as votações ocorram no afogadilho. O recesso parlamentar começa no dia 22 de dezembro, mas como cai numa segunda-feira, o final dos trabalhos deve ser antecipado para o dia 18.

O primeiro-secretário da Assembléia, Alexandre Curi (PMDB), disse que a Mesa Executiva diminuiu o recesso parlamentar justamente para evitar que projetos sejam votados às escuras. “Mas mesmo assim, se houver necessidade, serão realizadas várias sessões extraordinárias, que não NELSON JUSTUSsão pagas, para limpar a pauta”, garantiu.

O líder do governo na Assembléia Legislativa, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), considera o prazo de um mês suficiente para discutir tudo e aprovar as mensagens do governo, especialmente a reforma tributária.

Ninguém tem informações, no entanto, sobre o projeto que obriga a Assembléia Legislativa a divulgar a lista dos funcionários e os gastos dos deputados. O presidente da Casa, Nelson Justus (DEM), assumiu o compromisso de aprovar a proposta para dar maior transparência ao Legislativo logo após as denúncias sobre o “esquema gafanhoto”, investigação do Ministério Público Federal de funcionários fantasmas entre 2001 a 2005. Justus prometeu colocar em prática a mudança antes do final do mandato, que termina em fevereiro de 2009, mas até agora o projeto ainda não foi apresentado.

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LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA E A CASSAÇÃO DE CÁSSIO CUNHA LIMA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

Sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira, o governador da Paraíba, Cássio CÁSSIO CUNHA LIMA (PSDB) - Governador da Paraiba cassado por corrupção e compra de votosCunha Lima (PSDB), colocou de sobre aviso outros sete governadores ameaçados pela guilhotina do Tribunal. Especialmente no caso do catarinense Luiz Henrique da Silveira (PMDB), processado por abuso de poder político e econômico, a tragédia de Cunha Lima (PSDB) oferece preciosos recados.

Para livrar o pescoço do governador pernambucano, o badalado jurista Eduardo Ferrão – defensor de Renan Calheiros (PMDB) durante o turbilhão Mônica Veloso e o processo de cassação no Senado – fez pelo menos três referências diretas a decisões do TSE no caso de Luiz Henrique (PMDB). Nenhuma delas, agora se sabe, surtiu efeito. A mais simbólica, de que o vice-governador seria prejudicado por uma irregularidade imputada ao titular, sequer foi considerada. A situação na Casa D’Agronômica fica ainda mais tenebrosa uma vez que o relator do processo de Luiz Henrique (PMDB), ministro Felix Fischer, evolui a passos largos para levar o caso a julgamento ainda neste ano, como admite um assessor direto do magistrado: — O ministro já está redigindo o voto dele sobre esse caso.

Para piorar, horas antes de acomodar-se na poltrona de couro do plenário do TSE para cassar Cunha Lima (PSDB), Fischer negou um agravo de Luiz Henrique (PMDB) que tentava anexar
provas e incluir no processo o interrogatório de duas testemunhas. O governador fez o pedido alegando que o prazo para apresentação de defesa teria sido reaberto em função da inclusão do vice-governador Leonel Pavan como parte no processo, em 26 de setembro deste ano. Na decisão, Fischer afirmou que o prazo não foi reaberto e ressaltou que, quando devidamente intimado, o governador apresentou suas contra-razões e o então relator, ministro José Delgado, aceitou os novos documentos. O atual relator lembrou ainda que o julgamento do caso só foi interrompido porque o tribunal entendeu que Pavan deveria ser ouvido, fato sem relação, portanto, com a condição de Luiz Henrique (PMDB) no caso. Há pouco, questionado sobre a possível relação do julgamento de Cunha LUIZ HENRIQUE DA SILVEIRA (PMDB) Lima (PSDB) com o processo de Luiz Henrique (PMDB), um dos advogados do catarinense, o jurista João Linhares, fez as seguintes considerações ao blog.

A cassação do governador da Paraíba é um aviso à Casa D’Agronômica?

João Linhares – O processo do Cássio Cunha Lima (PSDB) não tem semelhanças com o caso do governador Luiz Henrique (PMDB). O Cunha Lima (PSDB) perdeu em todas as vezes que tentou se defender no Tribunal Regional. O Luiz Henrique (PMDB) ganhou em todas elas. O Cunha Lima (PSDB) chegou derrotado para se defender no TSE. Luiz Henrique (PMDB) chegou vitorioso.

Mas o governador paraibano foi cassado por abuso de poder econômico, mesma acusação que recai sobre Luiz Henrique (PMDB). Qual a diferença?

Linhares – O Cássio Cunha Lima (PSDB) foi acusado de corrupção pela distribuição de dinheiro por meio de cheques. Contra Luiz Henrique (PSDB) não há acusações de corrupção. Além disso, o julgamento do governador foi paralisado antes que o mérito fosse apreciado. No mérito o governador vai ser vitorioso.

Há informações de que o relator já está preparando o voto. O que o senhor sabe a respeito?

Linhares – Tentei descobrir alguma coisa sobre a possível data de julgamento, mas não consegui nada. O que posso dizer é que vamos recorrer dessa decisão do relator que negou o nosso pedido de apresentação de novas provas e testemunhas.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’ (SC – Brasil)

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UM ANO DEPOIS, ENVOLVIDOS NO CASO ABAETETUBA AINDA NÃO FORAM JULGADOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

22 de Novembro de 2008 – 11h10

por Amanda Cieglinski – Repórter da Agência Brasil

Brasília – Nesta semana, o caso da menor de idade que ficou quase um mês presa em uma cela com 20 homens na carceragem da Polícia Civil de Abaetetuba (PA) completou um ano. Dos 12 envolvidos denunciados pelo Ministério Público, nenhum foi julgado. Segundo a juíza responsável pelo caso, Giovana de Cássia Oliveira, da 3ª Vara Penal de Abaetetuba, ainda é preciso colher o depoimento de mais de 100 testemunhas.

Entre os 12 envolvidos estão delegados, agentes prisionais, investigadores de polícia e alguns presos. Contra a juíza Clarice Maria de Andrade, que manteve a prisão da menor sabendo das condições em que a menina se encontrava, corre um processo administrativo disciplinar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A juíza responsável pelo caso recebeu a denúncia do Ministério Público do estado em 30 de junho e, no mês seguinte, ouviu 11 dos 12 acusados. Um dos presos acusados de estuprar a menina, Beto Júnior da Conceição, estava foragido, mas já foi preso novamente em flagrante durante um roubo em outra cidade.

Após a fase dos depoimentos, a juíza entrou de férias. Ela é a única autorizada a manusear o processo, que corre em sigilo para preservar a menor. Além de colher o depoimento de Beto, a juíza explica que em função de uma nova lei editada em agosto que modifica o procedimento do código penal, terá que ouvir novamente os acusados para que eles tenham a chance da “defesa preliminar”.

“A nova lei fala da chance da defesa preliminar, por isso eu determinei que eles fossem novamente intimados para oferecer essa defesa. A gente vai ter que ouvir todas as testemunhas, que entre defesa e acusação somam mais de 100, e no final ouví-los [os 12 denunciados] de novo”, explicou.

Outro fator que dificulta a coleta dos depoimentos, segundo a juíza, é que boa parte das testemunhas mora fora de Abaetetuba, inclusive a menor que está sob proteção da Justiça fora do Pará. Oliveira acredita que o processo está correndo “no tempo normal”. Ela afirma que a conclusão dos depoimentos ficará para 2009.

“Eu dou uma prioridade muito grande ao processo, principalmente em virtude da repercussão que tomou. Estou tramitando da forma mais rápida possível, tudo está tramitando normalmente”, justifica.

Segundo informou a assessoria do CNJ, o processo contra a juíza Clarice Maria de Andrade está com o corregedor Gilson Dipp e não há previsão para ser julgado.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHER É PRIORIDADE DE TODOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 23, 2008

20 de Novembro de 2008

O programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (20) entrevistou a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freire, Ministra da Secretaria Especial de Politicas para as Mulheres (SPM), Nilcéa Freireque respondeu questões sobre a recém-lançada campanha nacional “Homens unidos pelo fim da violência contras as Mulheres”. O programa é produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República e transmitido ao vivo via satélite para rádios de todo o País. Leia abaixo os principais trechos editados pelo Em Questão.

Violência – “As violências contra as mulheres são muitas – vão desde o campo físico até o psicológico. É importante que nós saibamos que uma violência alimenta a outra. O ambiente violento só faz aumentar a violência, por isso nós dizemos que a violência doméstica e intra-familiar proporciona o incremento da violência geral na sociedade. Crianças que crescem em um ambiente de violência acabam por reproduzir este comportamento quando adultos. A central de atendimento às mulheres – o Ligue 180 -, mantido pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, recebeu, de janeiro a setembro, 136 denúncias de cárcere privado. Este é o número que chegou à Secretaria; imaginem o número de casos que nós não tomamos conhecimento. O caso da menina Eloá, em Santo André, foi tipicamente um caso de violência contra as mulheres. Nós vimos que não havia um preparo de maneira a reconhecer que esse tipo de violência tem características específicas. Para quem conhece a estrutura da violência contra a mulher, era óbvio que aquele caso terminaria em uma tragédia. O agressor não quer nada mais do que a vida da agredida. Ele queria a posse daquele corpo e daquela alma, mas Eloá o havia rejeitado. Por isso, ele tomou a decisão de castigá-la, como muitos outros homens fazem com suas mulheres, companheiras e até irmãs e filhas.”

Denúncias – “A agressão contra a mulher é um problema que deve que ser tomado como prioridade por todos os governos. Para se ter uma idéia, de janeiro a setembro, nós recebemos 216 mil atendimentos na nossa Central. Isso significa informações prestadas sobre a utilização da Lei Maria da Penha, relatos de casos de violência, denúncias de cárcere privado e tráfico de mulheres. Nós não podemos dizer se o número de casos aumentou ou diminuiu porque esses números não existiam antes. O que eu posso dizer é que, certamente, o número de denúncias tende a aumentar. Pela existência da Central e outras tantas políticas, como as delegacias e a própria Lei Maria da Penha, a violência deve se tornar mais visível aos olhos da sociedade.”

Lei Maria da Penha – “A Lei Maria da Penha é cada vez menos contestada nos tribunais, na medida em que muitas contestações não têm sido acolhidas. A contestação de que a Lei Maria da Penha não valia para o caso de ex-parceiros foi derrubada pelo Superior Tribunal de Justiça. Foi uma contestação esperada porque a violência contra as mul heres se estrutura no machismo da sociedade, que também permeia o Judiciário. A grande contestação é a “por que uma lei apenas para as mulheres?”. A realidade nos mostra que estatisticamente as mulheres e as crianças são as grandes vítimas da violência intra-familiar. Por isso existem leis semelhantes em todo o mundo, não só no Brasil.”

Pacto – “Ainda há muitos desafios no campo da violência contra a mulher. Por isso, neste ano, nós decidimos dialogar diretamente com os homens. A sociedade precisa entender que a violência contra a mulher não é um problema das mulheres. Vamos fechar o ano com todos os estados aderindo ao Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Nos dias 25 e 26 deste mês, serão São Paulo e Minas Gerais. O Pacto visa justamente implementar essas políticas públicas. Temos que ampliar o número de delegacias especializadas e os postos dentro das delegacias comuns, além de treinar os policiais para que saibam como lidar com a violência contra a mulher. Temos que aumentar o número de juizados e varas especializadas, como preconiza a Lei Maria da Penha. Também temos que implantar os centros de reabilitação e os centros de penalização dos agressores – política que está prevista na lei.”

Campanha – “Estamos recolhendo assinaturas pela internet, através do endereço eletrônico www.homenspelofimdaviolencia.com.br. Mas também estamos promovendo um mutirão de coleta de assinaturas feitas no papel, manualmente. No jogo do Brasil contra Portugal, nós tínhamos uma equipe na porta do estádio coletando assinaturas. Essa campanha é importante porque não adianta imaginarmos um combate à violência contra as mulheres sem a colaboração dos homens, sem que eles entendam que a violência contra as mulheres os prejudica. Não precisamos apenas da solidariedade dos homens, mas de uma atuação ativa. Vamos lançar no Senado a campanha dos 16 dias de ativismo pelo fim a violência contra as mulheres. O mote da ca mpanha deste ano é “Comprometa-se”. Um dos personagens reais dessa campanha é um pai que, não suportando mais ver o sofrimento da filha, fez a denúncia. Portanto, cada um de nós, homens e mulheres, pode fazer alguma coisa para pôr fim à violência.”

Meta – “Nós temos uma meta, que até o dia 6 de dezembro – que é o Dia Nacional dos Homens Pelo Fim da Violência -, tenhamos 100 mil assinaturas. É evidente que: a cada dia que passa, o número de assinaturas vai aumentando. Todo mundo pode ajudar. Se nós pensarmos quantas e quantos somos envolvidos nessa luta, se cada um de nós pegar mais dez assinaturas de dez amigos, nós vamos cumprir essa meta até o dia 6 de dezembro. Nós vamos enviar essas assinaturas para a ONU. Em fevereiro desse ano, o secretário-geral Ban Ki-Moon lançou um desafio a todos os Estados, a todos os governos no mundo: o de reduzirmos significativamente a violência contra as mulheres até 2015. Em 2010, haverá um balanço mundial do que fizeram os governos e os Estados no sentido de reduzir essa violência. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva já demonstrou o seu forte compromisso, foi o primeiro que assinou o site Homens Unidos Pelo Fim da Violência, bem como o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, e o presidente do Congresso Nacional, senador Garibaldi Alves. Os três assinaram, na bela companhia do Raí, um ídolo das torcidas brasileiras e também do ponto de vista do seu compromisso social. Assinaram também o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, inaugurando a campanha, e o governador Eduardo Campos – de Pernambuco, um estado que sofre muito com os assassinatos de mulheres.”

Mulheres na prisão – “O aumento do número de mulheres nos presídios se deve, segundo dados do Departamento Penitenciário Nacional, à questão do tráfico de drogas. Muitas mulheres, em geral, jovens, são presas em função da atividade criminosa de pais, irmãos ou companheiros. Faz parte do Pacto, o Mutirã o Nacional de Assistência Jurídica às Mulheres em Situação de Prisão, que consiste numa análise dos processos de cada mulher. As defensorias públicas de cada estado apresentam o projeto, de maneira que nós possamos fazer a revisão dos processos de cada uma das detentas. A intenção é que cheguemos com o Mutirão nos 26 estados da Federação, mais o Distrito Federal. Nos estados que já apresentaram os projetos, nós vamos cobrir cerca de 78% das mulheres em situação de prisão no País. São Paulo, por exemplo, concentra mais de 50% das mulheres encarceradas. Nós trabalhamos em estreita parceria com o Departamento Penitenciário Nacional, que pertence ao Ministério da Justiça. O Pronasci vem desenvolvendo o mesmo trabalho para toda a população carcerária. Nós da Secretaria, evidentemente, fazemos o recorte específico para as mulheres. Essas mulheres que, porventura, já tenham cumprido a pena terão obviamente a situação revista. Cada caso será tratado de maneira particular, porque pod e ser relacionado a abandono, negligência ou até mesmo perseguição.”

Educação – “Temos um programa na Universidade Aberta do Brasil, de educação a distância com as universidades, de maneira que cada região ou estado prepare professores de quinta a oitava séries da rede pública para lidar com os temas de desigualdade de gênero ou racial, combatendo preconceitos e discriminações que se desenvolvem desde a infância. Em março do ano que vem, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, nós vamos lançar uma série de livros infantis que trabalham outros conceitos com as crianças, derrubando preconceitos e evitando o pensamento por parte dos homens de que as relações de desigualdade os favorecem. Ao contrário, quanto mais igualdade, mais felicidade, mais prósperos serão a família e o País.”

Consciência Negra – “Nós gostaríamos de lembrar que as mulheres negras sofrem de uma sobreposição perversa de discriminações. Elas sofrem por serem mulheres, sofrem po r serem negras. Se nós pudéssemos dizer, na população brasileira, qual o segmento que mais sofre, nós diríamos que são as mulheres negras jovens, que estão mais expostas, que estão mais vulneráveis a todo tipo de agressão na sociedade, por acumularem todo esse tipo de discriminação e por serem também as mais pobres.
O que fazer – “Nós podemos fazer muitas coisas. Você pode, por exemplo, divulgar a campanha Homens Unidos Pelo Fim da Violência, pedindo para que todos assinem o nosso site . Existe o número 180, a Central de Atendimento à Mulher, para que as vítimas possam pedir socorro e serem encaminhadas aos serviços de atendimento, e que aquelas pessoas que saibam de um caso de violência possam denunciar. E os governos têm que fazer a sua parte, como está fazendo o governo de Pernambuco.”

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº89 – Brasília

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VENDAS DE MS CRESCERAM 9,3% NO MÊS DE SETEMBRO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Terça-feira, 18 de Novembro de 2008 09:18

por Fernanda Mathias

A PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) aponta aumento de 9,3% nas vendas do comércio varejista de Mato Grosso do Sul no mês de setembro em relação ao mesmo período do ano passado. A pesquisa é desenvolvida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O desempenho do comércio do Estado ficou abaixo dos meses anteriores. Em agosto, o aumento foi de 11,4% e em julho 16,9%. Porém, o aumento de vendas está dentro da média nacional.

Em uma avaliação nacional, neste setembro os principais aumentos foram de 21,3% para móveis e eletrodomésticos; 13,5% para combustíveis e lubrificantes; 17,0% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; 15,9% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 50,6% para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 9,5% para tecidos, vestuário e calçados; 1,4% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; e 12,9% para livros, jornais, revistas e papelaria.

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PUBLISHED BY ‘CAMPO GRANDE NEWS’ (MS – Brasil)

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BNB AMPLIA INCENTIVOS A EXPORTAÇÃO – São R$ 500 milhões em recursos disponíveis para empresas localizadas nas regiões Nordeste e Norte (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 17, 2008

14/11/2008 – 10h55

por Carlos Rocha – Jornal Meio Norte

O Banco do Nordeste acaba de ampliar o volume do Cresce Nordeste Exportação, linha de crédito de incentivo às empresas exportadoras situadas em sua área de atuação. Com a medida, o Banco disponibilizará R$ 500 milhões para empreendimentos localizados na região Nordeste e norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo. O valor é dez vezes superior ao montante anteriormente fixado e deverá ser utilizado na compra de matérias-primas e insumos. Os recursos são provenientes do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Graças ao novo aporte de recursos ao Cresce Nordeste Exportação, as empresas de grande porte localizadas em áreas do semi-árido ou municípios de baixa renda terão limite máximo de financiamento aumentado para R$ 20 milhões (antes era R$ 5 milhões). No caso de empreendimentos também de grande porte, mas localizados em outras partes do território nordestino, o limite será expandido de R$ 3,75 milhões para R$ 15 milhões. Os demais tipos de financiamentos variarão de R$ 135 mil para R$ 7,5 milhões (ver tabela).

“O montante será destinado a empresas exportadoras justamente no momento em que vários bancos estão retraindo a oferta de recursos, quer por dificuldade de acesso a linhas de crédito, quer por certa aversão ao risco”, afirmou o presidente do Banco do Nordeste, Roberto Smith. Para ele, o cenário econômico atual pode servir de oportunidade para o BNB consolidar sua imagem como principal agente de desenvolvimento da Região.

Segundo o gerente do Ambiente de Operações de Câmbio, Ernesto Leite, a expectativa é de que todo o volume de crédito seja aplicado. “O efeito esperado é auxiliar as empresas exportadoras a enfrentar a crise, agindo de maneira complementar”, afirmou. Desde que foi lançado, em abril de 2008, o Cresce Nordeste Exportação já destinou R$ 60 milhões a empresas nordestinas.

Cresce Nordeste Exportação

Lançado com disponibilidade inicial de R$ 50 milhões, o Cresce Nordeste Exportação visa incrementar a participação de empresas instaladas na Região Nordeste ou norte de Minas Gerais e do Espírito Santo no índice de exportação nacional. Com taxa de juros atrativa e operacionalização desburocratizada, a linha de crédito prioriza empreendimentos localizados no semi-árido nordestino e em municípios de baixa renda.

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PUBLISHED BY ‘MEIO NORTE’ (PI – Brasil)

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PIB DO PIAUÍ DOBRA NO FINAL DO GOVERNO DE WELLINGTON DIAS

Posted by Gilmour Poincaree on November 17, 2008

14/11/2008 – 08h:29

O governador Wellington Dias (PT) participa hoje da divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Piauí O Governador Wellington Dias (PT) relativo ao ano de 2006, às 8h30, na Escola Fazendária, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Fundação Cepro (Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí). Sua participação tem jeito de festa porque o PIB do Piauí dobrou de 2002 quando foi eleito, para 2006 quando ele tinha prometido dobrar até o final de sua ad ministração em 2010.

“O governador Wellington Dias prometeu dobrar o PIB do Piauí até o final da administração. Não posso dizer o valor atingido em 2006 que vai ser divulgado amanhã (hoje) pelo IBGE, mas posso garantir que Wellington vai cumprir com folga sua promessa de dobrar o PIB do Piauí”, falou o presidente da Fundação Cepro, Oscar de Barros.

O último PIB do Piauí divulgado pelo IBGE foi o de 2005, que ficou em R$ 11,129 bilhões, um crescimento de 4,5% em relação ao anterior.

Foi um salto considerável porque quando Wellington Dias assumiu o Governo do Estado o último ano anterior ao início de sua gestão, 2002, registrou um PIB de R$ 7,425 bilhões.

Para dobrar o PIB que receber, Wellington Dias teria que atingir os R$ 14,8 bilhões. Oscar de Barros lembra que o PIB do Piauí vem em uma fase de crescimento a cada ano. Em 2003, primeiro ano da administração de Dias, o Produto Interno Bruto do Piauí ficou em R$ 8,777 bilhões, com um crescimento de R$ 5,5%.

Em 2004, o PIB piauiense ficou em R$ 9,817 bilhões, com crescimento de 6,2%, o maior dos últimos anos.

“O PIB que será divulgado amanhã (hoje) mostra a boa fase do Piauí por conta da ação da iniciativa privada e também porque o governo age com planejamento e metas de trabalho”, declarou Oscar de Barros.

O PIB, segundo Oscar de Barros, mostra o comportamento dos setores primário (agricultura), secundário (indústria) e terciário (serviços). “Nós conseguimos no Piauí com conjunção da iniciativa privada e do Governo, cada um fazendo o seu papel.

Isso ajuda no crescimento da economia e, em consequência, do PIB”, afirmou Oscar de Barros, informando que o Estado continua com um dos mais baixos PIBs do país, com uma participação de 0,51% a 0,52% do Produto Interno Bruto nacional.

“Nós temos conseguido médias de aumento igual ou superior à do Nordeste e do país”, falou Oscar de Barros. O governador Wellington Dias diz que o Piauí ainda não conseguiu avançar muito no aumento do PIB “per capita”, que representa a renda por habitante.

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PUBLISHED BY ‘MEIO NORTE’ (PI – Brasil)

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ANDRÉ APRESENTA PROJETOS ESTRATÉGICOS – Governador defende integração de Mato Grosso do Sul à América do Sul em seminário internacional (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

14.Nov.2008

Milão – O governador André Puccinelli apresentou os projetos estratégicos de desenvolvimento de Terça-feira, 7 de agosto de 2007 - O governador André Puccinelli (PMDB) assinou incentivos fiscais para que o Grupo Santa Isabel possa construir usina de álcool em Novo Horizonte do Sul - Foto - Kelly VenturiniMato Grosso do Sul durante o Seminário Internacional “Sistema infra-estrutural e fatores de desenvolvimento da América Latina”, realizado na Câmara de Comércio de Milão, na Itália.

O encontro foi aberto pelo ministro do Planejamento do Brasil, Paulo Bernardo, e contou com a participação de representantes da Comissão Européia (Bruxelas), Stefano Sannino; do ministro da Infra-estrutura da Itália, Altero Mattiolli; ministro de Obras Públicas do Chile, Juan Edurado Saldivia; além de dirigentes da Corporação Andina de Fomento (CAF), governo da Colômbia, do México, Sistema de Integração Econômica Centro-americana, BID e outros bancos de fomento, como o Eurogroup.

Com o ministro Paulo Bernardo na platéia, o governador destacou a localização estratégica de Mato Grosso do Sul, no meio do caminho das rotas bioceânicas que ligarão o porto de Santos aos portos chilenos de Arica e Iquique, lembrando que o Estado é, na verdade, um grande centro de produção de alimentos, energia renovável, minérios e madeira, com enormes possibilidades de investimento, sobretudo na área de infra-estrutura.

O governador disse que a pavimentação de rodovias (BRs 040 e 359), mais a construção de ferrovias (Maracaju-Paranaguá e Panorama (SP) até Porto Murtinho), além do alcoolduto e produção de energia elétrica, através de PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), criam condições ideais para o aporte de recursos privados por meio de PPPs (parcerias público privadas).

O governador mencionou as belezas naturais de Mato Grosso do Sul, sem iguais no mundo todo, destacando que os governos do Brasil e de Mato Grosso do Sul, trabalham juntos para dotar o Estado da infra-estrutura necessária para seu rápido desenvolvimento.

Puccinelli falou em italiano, garantindo que o Estado tem políticas de desenvolvimento eficientes que priorizam a geração de empregos e de infra-estrutura, com importância secundária para a carga tributária. Nesse sentido, convidou os empresários e investidores para conhecerem as oportunidades que o Estado oferece, principalmente na área de geração de energia renovável – etanol, energia elétrica de biomassa (cana) e de hidrelétrica (PCHs).

O seminário sobre a integração latino-americana debateu as formas de integração da região, unindo, através de rotas rodoviárias, hidroviárias e ferroviárias, os dois oceanos. André lembrou que Campo Grande foi sede, recentemente, do Fórum da Rota Rodoviária Inter-oceânica que deve inaugurar em março de 2009, o último trecho da primeira rodovia totalmente asfaltada que irá de Santos (SP) até Arica (Chile), com cerca de 6 mil quilômetros.

Logo após o Fórum, foram realizadas diversas mesas redondas setoriais que uniram empresários, governantes e interessados em questões como os bio-combustíveis, carne, produção agrícola e tecnologia para pequenas e médias empresas.

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PUBLISHED BY ‘O PROGRESSO’ (MS – Brasil)

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PARÁ SERÁ NOVO ELDORADO PARA 500 MIL ATÉ 2012 – Fluxo migratório será atraído por investimentos de US$ 60 bilhões (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Edição de 16/11/2008

Ana Célia Pinheiro – Da Redação

Nos próximos quatro anos, o Pará ganhará mais meio milhão de habitantes – pelo menos. É o Chefe da unidade do IBGE no Pará, Antonio José Biffiequivalente a uma cidade do tamanho de Ananindeua, o segundo maior município paraense. E um aumento que resulta das levas de migrantes atraídas pelos investimentos que aqui serão realizados até 2012. De acordo com um estudo do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF) da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), o Estado receberá, nos próximos quatro anos, investimentos públicos e privados que somam quase US$ 60 bilhões. E isso deve transformar o Pará, definitivamente, no novo Eldorado de milhares de brasileiros.

A boa notícia é que ninguém acredita na repetição, hoje, dos dramas sociais gerados, no passado, pelos grandes projetos que se instalaram no Estado e atraíram, igualmente, grandes fluxos migratórios. Isso porque a sociedade, os prefeitos desses municípios e o próprio governo do Estado vêm cobrando a contrapartida social desses investimentos. Em outras palavras: querem recursos para saneamento básico, educação, saúde, segurança pública, os setores que costumam ser mais afetados pelo crescimento populacional desordenado.

A previsão desse incremento populacional de pouco mais de 5% é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É uma estimativa tímida, frente à magnitude desses quase US$ 60 bilhões: eles representam o maior volume de recursos já carreados para o Estado nas últimas duas décadas e o dobro do que foi aplicado em território paraense desde o ano de 2000.

CAUTELAS

A estimativa, aliás, não considera sequer o crescimento anual de 3% da população paraense – o que daria um incremento em torno de 15% até 2012 – ou cerca de 1 milhão de pessoas. ‘Temos que ter cuidado com essas previsões, porque a necessidade de mão-de-obra para esses projetos pode acabar sendo suprida por uma mobilização interna. Quer dizer, pelo deslocamento de trabalhadores entre as regiões do Estado’, observa o chefe da unidade do IBGE no Pará, Antonio José Biffi.

Segundo ele, o Pará já experimenta ambas as situações. De um lado, o incremento populacional decorrente da forte migração, especialmente para o sul e sudeste do estado. De outro, a movimentação interna da mão-de-obra, em dois sentidos: de trabalhadores qualificados para o sul e sudeste paraense, devido à oferta de empregos da atividade mineradora; e de trabalhadores interioranos, em busca de qualificação profissional, para a RMB.

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PUBLISHED BY ‘O LIBERAL’ (PA – Brasil)

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ENTREVISTA – MANOEL DA SERRA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

22/10/2008 00:00

JOSÉ DIRCEU por Zé Dirceu

Manoel José dos Santos, presidente da CONTAG, afirma que reforma agrária ainda é principal MANOEL DA SERRAreivindicação, mas assentamentos precisam de planejamento estratégico.

Reforma agrária exige planejamento articulado

Manoel José dos Santos, conhecido por todos como Manoel da Serra, é presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) há 10 anos, mas sua história de vida dedicada à militância no sindicalismo rural é bem mais longa. Vindo de Serra Talhada (PE), conterrâneo de Virgulino Ferreira da Silva , o Lampião – o mais famoso cangaceiro do Brasil – o presidente da CONTAG recebeu o apelido de Manoel da Serra porque tinha um homônimo na cidade e como morava na serra coube-lhe assumir o apelido.

Trabalhador na roça desde os 6 anos de idade – ele ainda tem terras e “criação” de gado, cavalos e cabritos em Serra Talhada – Manoel começou sua militância aos 20 começou integrando a Ação Católica Rural nordestina e não parou mais. Filiado ao Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de sua cidade, foi escolhido delegado sindical, em 1975, e depois suplente na diretoria. Em 1978, em plena ditadura militar, o presidente do STR foi assassinado e Manoel da Serra acabou assumindo várias funções na entidade, mantendo-se à frente do sindicato mesmo enfrentando com a forte repressão daqueles tempos.

Com a redemocratização do país, a partir de 1985, elegeu-se presidente do STR de Serra Talhada por dois mandatos. No início da década de 90 foi eleito secretário-geral e depois presidente da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (FETAP). Em 1998, Manoel da Serra chegou à CONTAG com apoio amplo das federações dos trabalhadores na agricultura (FETAGs), reeleito com 80% de aprovação.

Antes dele os presidente da CONTAG se reelegiam indefinidamente, mas norma instituida por Manoel limitou a três número de reeleições. Por isso, em março próximo le termina seu último mandato à frente da entidade e volta para junto de sua família e para seu sítio, suas terras e “criação” de gado, cavalos e cabritos em Serra Talhada, no alto sertão pernambucano.

Suas quase três décadas de atuação em prol dos trabalhadores rurais também o aproximaram da Central Única dos Trabalhadores (CUT), e da direção nacional do PT. Aliás, Manoel é fundador do PT em Serra Talhada, apesar de nunca ter concorrido a qualquer cargo eletivo – o que poderá ocorrer em 2010, saindo para deputado estadual ou federal em seu Estado. voltará para perto de sua família e seu sítio em Pernambuco.

Nesta entrevista a meu blog Manoel da Serra fala como poucos sobre agricultura familiar e o agronegócio, as reivindicações da categoria, a reforma agrária e o papel do INCRA, a mobilização das mulheres e jovens, e sobre as ações do governo Lula voltadas ao campo.

Para ouvir trechos da entrevista, clique:

Parte 1

Parte 2

[Zé Dirceu] Quais as reivindicações prioritárias para os trabalhadores do campo, Manoel, do ponto de vista da CONTAG e na tua avaliação como uma liderança maior?

[Manoel da Serra] A principal continua sendo a realização da reforma agrária. No Brasil, nós temos ações pontuais de intervenção fundiária. Terras têm sido desapropriadas e realizados assentamentos. No governo Lula, aumentou-se muito a alocação de recursos para esses segmentos, mas falta um planejamento estratégico para o desenvolvimento dos assentamentos.

As ações desenvolvidas na desapropriação e nos assentamentos ainda não podem ser tratadas como uma reforma agrária. Há muitas famílias na terra, mas há anos não conseguem viver dela. Exatamente porque falta um planejamento articulado, pelo qual a terra desapropriada e a produção tenham assistência técnica, que não seja apenas de um técnico, mas de uma equipe que trate desde o processo de análise do solo, de elaboração de projeto e de acompanhamento da produção. E que entrem, também, no processo da pesquisa de mercado e de orientação dos trabalhadores para essa área do mercado.

Nossa reivindicação continua sendo a reforma agrária. Entendemos que uma das tarefas do governo é dividir o papel do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). Ele passaria a fazer identificação das terras e desapropriá-las, passando para outro departamento o processo de assentamento e de desenvolvimento. O Ministério do Desenvolvimento Agrário foi criado com essa finalidade. Mas não tem conseguido, de fato, essa divisão das tarefas para promover o fortalecimento e o desenvolvimento da reforma agrária. Se o INCRA ficasse com a parte da desapropriação e assentamento, e a Secretaria de Desenvolvimento Territorial com a implantação dos assentamentos e planejamento do seu desenvolvimento, com certeza teríamos muito mais sucesso.

Jovens do campo: educação e resgate da auto-estima.

Quando tivemos o Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (IBRA) e o Instituto Nacional de Desenvolvimento Agrário (INDA) a finalidade era exatamente essa – o IBRA arrecadava a terra e fazia o assentamento, e o INDA o seu desenvolvimento. Enquanto isso não for feito e o INCRA continuar com tudo, ele não conseguirá fazer bem todas as suas tarefas.

Outra reivindicação central nossa é a questão das políticas públicas na área de educação, voltada para o resgate da auto-estima dos jovens no campo. Nós queremos que os jovens se sintam valorizados por morar no meio rural, e não educados para se envergonharem por serem agricultores, como é hoje o processo da pedagogia aplicada pelo MEC. Trabalhamos por uma educação no campo e não tem sido fácil implantá-la. Mesmo aprovada no Conselho Nacional de Educação, para se transformar em política e incluída na proposta pedagógica das escolas, há uma grande distância.

[Zé Dirceu] Você tem acompanhado a questão da Amazônia, conhece bem a região, e a questão do meio ambiente. Há 40 milhões de hectares de terras degradadas no país, grande parte no cerrado e na Amazônia. O Ministro Mangabeira Unger tem uma proposta de criar um órgão específico para a regulação fundiária na Amazônia, por entender que o INCRA não tem burocracia para cuidar do assunto. Como você vê a questão da reforma agrária e da produção agrícola e pecuária na Amazônia?

[Manoel da Serra] Em relação à proposta do ministro Mangabeira Unger, sou contra. Acho desnecessário. É como se você apartasse a Amazônia do resto do Brasil do ponto de vista dos problemas ambientais, administrativos, fundiários etc. É necessário reforçar o INCRA e criar dentro dele um departamento que cuide da Amazônia? Tudo bem. Agora, criar um outro instrumento pelo qual o INCRA continua com atuação no resto do país, e esse outro instrumento só na Amazônia, acho sem justificativa.

O meio ambiente é um assunto a ser tratado de forma global no Brasil. Hoje se trata essa questão com foco na Amazônia, olhando-se apenas do ponto de vista da preservação do que ainda existe. Precisa um trabalho de preservar não apenas o que ainda existe lá, mas também, na Caatinga e no Cerrado, com um trabalho de recuperação do que já foi destruído.

A natureza não quer saber se foi devastada com trator ou machado

Não é simples fazer um trabalho de conscientização e educação, seja do grande proprietário, o grande empresário, seja do pequeno, fazendo com que eles tenham outra relação com os recursos naturais. Muitos dizem que o agronegócio é um problema dos grandes proprietários. É um problema de todos nós porque a natureza não quer saber se foi devastada com trator ou machado.

No Brasil temos 4 milhões de pequenas propriedades de agricultores familiares que por falta de alternativa quase destruíram tudo, madeira e tudo mais. Sem dúvida temos na agricultura familiar uma parcela significativa da responsabilidade da devastação dos recursos naturais.

O que muda é que enquanto o pequeno desmata com machado, os grandes proprietários desmatam com tratores. Os grandes desmatam muito mais do que os pequenos, mas na natureza o impacto é o mesmo. O governo precisa ter um programa forte de investimento nessa área de meio ambiente. Preocupa-me muito quando o ministro Carlos Minc aponta a agricultura familiar e os assentamentos como os principais responsáveis pelo desmatamento. Isso é completamente incorreto. Ele está pegando a partir de um ou outro assentamento identificados. Mas se os pegarmos e compararmos com a quantidade de grandes fazendas que estão lá e foram ou estão sendo desmatadas, o desmatamento é sem dúvida muito maior na área explorada pelos grandes proprietários.

Outro grande problema é que os órgãos públicos do próprio governo não se articulam do ponto de vista das políticas a serem implementadas. O INCRA faz uma política de desapropriação ou de aquisição de terra forçado pela pressão do povo que precisa trabalhar. Não leva em consideração as questões ambientais. Tem feito assentamentos onde não deve, em cima de nascentes, em áreas que o IBAMA depois vem para tirar. Eu vi isso em Rondônia, em Roraima, em vários Estados. O INCRA assentava e o IBAMA vinha retirar as famílias. Isso é muito ruim. Você tem dois órgãos, de dois ministérios do mesmo governo, um responsável pelo processo da preservação do meio ambiente e o outro pela reforma agrária, que não dialogam, não discutem.

Recursos têm que fortelecer capacidade produtiva

[Zé Dirceu] Qual é a avaliação da CONTAG sobre agricultura familiar no governo Lula e a política para o agronegócio, duas grandes vertentes da nossa agricultura?

[Manoel da Serra] O governo Lula melhorou muito a alocação de recursos para a agricultura familiar e para a reforma agrária. Sem dúvidas, não há como comparar. No último ano do governo Fernando Henrique nós tínhamos negociado R$ 4 bi. – foram aplicados R$ 2 bi. No governo Lula, no primeiro ano já foram R$ 5.4 bi. Fomos avançando, e na última negociação a destinação foi de R$ 13 bi para a safra 2008/2009, que compreende de julho de 2008 a junho de 2009.

[Zé Dirceu] O ano fiscal dos outros países. Só no Brasil é que o ano fiscal é de janeiro a dezembro.

[Manoel da Serra] Mas os recursos alocados pelo governo Lula não foram acompanhados por um planejamento estratégico sobre como utilizá-los bem. Não tivemos nenhum espaço de discussão entre o Ministério do Desenvolvimento Agrário e a representação dos trabalhadores (CONTAG) para traçar o planejamento, de como utilizar de forma mais correta esse recurso, de como aumentar a assistência técnica e fazer com que isso venha, de fato, fortalecer a capacidade produtiva desses trabalhadores.

O processo de assistência técnica ficou com poucos recursos nesse período. Esse é o ano em que o governo mais alocou recursos para a área – R$ 390 milhões. Mas vínhamos mostrando que o avanço dos recursos do Programa Nacional de Agricultura Familiar (PRONAF), sem assistência técnica e planejamento estratégico na área, estava levando ao endividamento de muitos trabalhadores. Todos recebem crédito no banco – gastar é fácil – mas transformar esse dinheiro num processo produtivo, remunerável e pagável de fato, tem que ser feito de forma orientada.

Nordeste precisa de planejamento estratégico

No Nordeste (NE) nós temos um problema sério na questão do planejamento. Lá é muito difícil se fazer agricultura de cerqueiro, pelas intempéries do clima. No entanto, temos ali a maior quantidade de agricultores familiares e as pequenas propriedades estão com 15 hectares abaixo da média nacional. Em 10 a 15 hectares de terra no NE não dá para pensar em desenvolver família nenhuma. Como chove pouco a terra produz pouco e você precisa de uma área maior.

Tenho discutido a questão com o presidente Lula. Ele me mostra que cresceu muito o número de contratos (de financiamento de agricultura famíliar) no NE em seu governo. É verdade, mas cresceu nas áreas do PRONAF A e B, aqueles que têm dinheiro direto do Tesouro, mas volume de recursos pequenos. Os recursos do PRONAF continuam concentrados no Centro-Oeste e no Sul. O NE tem 45% dos agricultores familiares do Brasil, e o crédito está em torno de 30%. 70% estão distribuídos no resto do país. É mais Sul, Sudeste. O foco principal da agricultura familiar tomadora de crédito está na região Sul – RS, SC e PR.

Agricultura familiar representa 60% da produção nacional

[Zé Dirceu] Onde a colonização européia foi forte, com tecnologia

[Manoel da Serra] – É, uma colonização com europeus que já vieram com uma informação de lá. Mas avançamos significativamente. Antes, a agricultura familiar era considerada uma coisa sem importância, como se nós produzíssemos um pouquinho de feijão, de milho e houvesse uma criação de cabras etc. Hoje, com o processo de negociação que fazemos ano a ano no Grito da Terra, a agricultura familiar é focada como segmento importante do ponto de vista do desenvolvimento.

Mesmo estando com as menores e as piores terras, hoje, já se comprova, pelo próprio IBGE, que 80% da ocupação produtiva no campo está na agricultura familiar. Não estou falando de carteira assinada, mas de pessoas trabalhando, produzindo no campo. Mas nós só temos 20% das áreas agricultáveis nas mãos desses trabalhadores.

Mesmo assim, temos segmentos como a farinha de mandioca, da qual 85% são produzidos pela agricultura familiar; 60% da produção nacional vêm da agricultura familiar; pecuária de leite, 55%; e até a soja, que parece um produto apenas dos grandes exportadores, 32% são produzidos pelos agricultores familiares do Sul e do Centro -Oeste.

Comercialização e cooperativismo são desafios da agricultura familiar

[Zé Dirceu] Quais os principais desafios da agricultura familiar?

[Manoel da Serra] Um dos principais é a ausência de planejamento. O sistema EMATER (pesquisa agropecuária bancada pelos Estados) foi praticamente destruído nos últimos anos em quase todos os Estados. Com a discussão que temos feito da necessidade da retomada da assistência técnica e do fortalecimento da agricultura familiar, alguns Estados têm investido nesse sistema, feito concurso, recontratado.

Temos um outro campo de técnicos que surgem das Organizações Não Governamentais (ONGs), que trabalham com os produtores. Temos uma certa articulação entre o setor público e o de ONGs, mas ainda há a necessidade de um maior entrosamento. Há muito gente na Emater querendo desvalorizar o que é feito pelas ONGs e, também, muitas destas, muitos grupos de técnicos e cooperativas que fazem um trabalho que vai de encontro ao sistema oficial.

Outro grande desafio para a agricultura familiar é a comercialização. Temos sido bons para ocupar terra, lutar pelo crédito, por educação, por políticas sociais. Hoje, por exemplo, a Previdência Social é um grande instrumento de distribuição de renda no meio rural. O que percebemos é que quando o trabalhador produz e tem o produto, na hora da comercialização a dificuldade é muito grande. Ele acaba muitas vezes vendendo o seu produto barato porque não tem uma cooperativa, um instrumento que o deixe mais livre e com mais poder de barganha na comercialização. Tenho dito que se tivéssemos que começar o movimento sindical com uma prioridade, ela tinha que ser a questão da organização da produção e da comercialização.

[Zé Dirceu] Tem que fazer cooperativa. Se a agricultura familiar não der o salto para a cooperativa fica difícil ela sobreviver.

[Manoel da Serra] É impossível sobreviver individualmente.

[Zé Dirceu] Há a comercialização, o transporte e a logística. O custo dessa, se não for bem organizado, é muito alto. Derruba a rentabilidade do agricultor e a capacidade de continuar investindo.

[Manoel da Serra] Claro e depois, com um pequeno estoque, não tem poder nenhum de barganha. Vende e entrega para quem aparecer primeiro.

[Zé Dirceu] A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) não armazena?

[Manoel da Serra] Ela tem sido um dos instrumentos importantes do governo Lula na chamada compra direta. A CONAB compra tanto para formar estoques pequenos, como para o programa da distribuição de cesta básica do Bolsa Família.

Precisamos de agricultura familiar e empresarial fortes

[Zé Dirceu] Como você vê a política do governo para o agronegócio no Brasil?

[Manoel da Serra] – O agronegócio é um segmento extremamente forte que conseguiu, mesmo no governo Lula, imprimir as prioridades do desenvolvimento rural. Não é de graça que esse povo está hoje com as melhores terras, a melhor tecnologia e também as maiores dívidas. E não têm medo de dever. Eles sabem que no final acha-se sempre um jeito e o Estado vai bancando. Nesse governo Lula o agronegócio foi mais beneficiado do que no governo passado, porque o atual é um governo progressista, abriu espaço de mercado, de propaganda e trabalha com todos os segmentos da sociedade.

Eles nem ganharam muito nesse processo. Nós não precisamos só combatê-los. Temos que nos organizar também para ter, em parte, o que eles conseguiram em organização e participação, tanto na luta pelo crédito, quanto na negociação. O Brasil não será um país onde irá se acabar a grande propriedade. Nós precisamos ter uma agricultura familiar forte e também parte da agricultura empresarial forte. Um dos problemas mais sérios do agronegócio, hoje, é que está se tratando muito a importância desse segmento do ponto de vista de geração de divisa, e focando muito pouco nos problemas que ele provoca.

Na produção de etanol. Lula tem feito uma propaganda significativa lá fora, enfrentado, inclusive, a reação dos outros países para mostrar que o Brasil é capaz de responder com energia renovável. Ele tem apresentado o setor patronal como capaz de responder por essa energia alternativa. Mas tem-se discutido muito pouco os problemas dos trabalhadores com essa área. Temos informações do Ministério Público do Trabalho de que em São Paulo tem centenas de trabalhadores morrendo por exaustão do trabalho. E no Fórum de discussão de avanço tecnológico e de produção de etanol, não se discute isso.

Na Marcha das Margaridas voltamos a cobrar do presidente, e ele formou um grupo que está hoje sob a coordenação do ministro secretário-geral da Presidência da República, Luiz Dulci. Já estivemos com ele no Palácio do Planalto e tivemos uma reunião com os representantes da UNICA, o Fórum Nacional dos Produtores de Açúcar e de Álcool. Mas esse pessoal (patrões) até aqui, não apresentou uma única proposta sequer, de ceder em algum ponto que melhore as condições dos trabalhadores.

Acordo com usineiros que melhore a vida dos trabalhadores rurais é difícil

Apresentamos para discussão 18 pontos (itens) que envolvem de jornada de trabalho a alimentação, remuneração, transporte, migração, alojamento etc. Eles propuseram discutir apenas do item 01 ao 07, que é o que já está hoje na legislação. O restante, que não está na legislação, eles propuseram excluir. E é preciso lembrar que o que produzirmos nesse grupo de trabalho seria um protocolo de intenção com livre adesão, em que ninguém tem compromisso.

A última reunião foi a discussão sobre qual instrumento vamos adotar. Uma convenção coletiva nacional? Um protocolo? Pensamos em construir um acordo, em que tenham compromisso, de um lado, os trabalhadores, através da sua representação, a CONTAG e as federações, os sindicatos, e de outro a representação deles – a UNICA, o Fórum, os sindicatos patronais. Eles (usineiros) vieram com a proposta de que precisa as empresas assinarem. Dissemos, se querem que seja feita a assinatura pelas empresas, imagine do nosso lado, o grande problema se deixarmos para cada um dos sindicatos que assine se quiser. Fazer acordo com usineiro que melhore a vida dos trabalhadores é uma coisa difícil.

Em São Paulo houve um ajuste de conduta assinado sem a participação dos trabalhadores, no que diz respeito à mecanização, à diminuição do corte da queima da cana. Mas não trata nada de interesse dos trabalhadores. Assinaram os empresários e a representação do governador (o tucano Serra) através da Secretaria de Agricultura. Inclusive a Federação Rural e Agrícola do Estado de São Paulo (FERAESP), dos trabalhadores rurais paulistas nem foi sequer chamada.

Em Minas Gerais foram mais longe. Fizeram um termo dessa mesma dimensão e o governador (o tucano Aécio Neves) levou o presidente da Federação dos trabalhadores a assinar esse acordo. Esse é um imbróglio que estamos resolvendo internamente, porque o nosso representante, sem a nossa autorização, assinou esse ajuste de conduta para não queimar, não poluir e mecanizar tudo até 2015. Agora, nesse acordo não tem nada dizendo o que será feito para os trabalhadores que perderam o emprego ou em que e quais as condições de trabalho que vão melhorar até 2015.

Brasil tem 800 mil cortadores de cana

[Zé Dirceu] Quantos trabalhadores hoje cortam cana no Brasil?

[Manoel da Serra] Uma média de 800 mil cortam cana no período da safra – 4 meses do ano. Os trabalhadores de Minas Gerais e São Paulo quase não são daqui, são migrantes que vêm do PI, MA, CE e PE. A média salarial é em torno de R$ 700,00 porque eles trabalham por produção. A média nos anos 80 era de 6 toneladas por dia. Hoje, a média para entrar na usina é de 10 toneladas por dia. Se cortar menos, não entra. E o cortador vai sendo estimulado a aumentar a remuneração pelo aumento do corte. Tem homem cortando 20, 25 toneladas.

[Zé Dirceu] O trabalhador cumpre e perde 10 anos de vida.

[Manoel da Serra] Exatamente.

[Zé Dirceu] Você acha que a tendência é a mecanização na área?

[Manoel da Serra] A mecanização só não está muito mais avançada porque as montadoras de máquinas não têm estrutura para atender a demanda.

Com mecanização, empresas têm que diminuir impacto do desemprego.

[Zé Dirceu] Hoje é de 25% o índice de mecanização no setor?

[Manoel da Serra] Tem usina que já está com mais de 30%. Nós vamos, seguramente, ficar com corte de cana manual no NE por causa da topografia que tem muito relevo. SP, GO, MS e MT vão avançar muito na mecanização. Vemos uma perda da capacidade de trabalho que, mesmo com todas as dificuldades, para quem não tem nada para fazer, ainda é uma alternativa.

O governo precisa condicionar os recursos do BNDES para investir nesse setor ao que a empresa vai fazer para diminuir o impacto do desemprego. Afinal, esses grandes investimentos são recursos públicos repassados para eles, para pagamento a longo prazo, e muitas vezes, nem são pagos. Essa é uma oportunidade de o governo barganhar parte dessa negociação e parte dessas terras para os trabalhadores que não vão continuar cortando cana. Na região da Mata do NE, por exemplo, muitos que eram assalariados, hoje transformaram-se em assentados. Com a crise da cana do NE, transformamos muitos sítios e usinas em assentamentos.

O governo não pode ser só o mediador dessa negociação. O que vai ser feito do ponto de vista de requalificação desses trabalhadores, de alternativa para os que vão sair do corte? Como fazer o processo de intermediação da mecanização? Por exemplo, há uma proposta que ao invés de se trabalhar com máquinas onde uma só substitua 100 trabalhadores, se utilize máquinas nas quais trabalhem 5 a 6 homens. Você teria máquinas pequenas, mas com uma quantidade significativa de trabalhadores.

Grande propriedade é um mundo sem gente

[Zé Dirceu] Manoel, fale um pouco sobre o Projeto Alternativo de Desenvolvimento Rural Sustentável (PADRS) da CONTAG, o impacto e frutos desses projetos.

[Manoel da Serra] O PADRS é fruto de um processo de quando a CONTAG saiu de uma visão Manoel da Serrameramente de reivindicação pontual, e passou a ser mais propositiva do ponto de vista de que modelo nós queríamos. É um projeto que tem como base central a reforma agrária, e o fortalecimento da agricultura familiar. Nós defendemos que o modelo de desenvolvimento no campo tem que ser alterado em razão do que foi planejado desde a colonização, por estar sempre focado na grande propriedade, no grande empreendimento.

Do ponto de vista de desenvolvimento esse modelo fracassou. Mesmo tendo crescido e se transformado em auto-suficiente na produção de grãos e cereais, é um mundo sem gente. Não se tem desenvolvimento, tem é acumulação e concentração de terra e de capital. Mas o povo que estava ali está todo na periferia. Transformaram-se de pequenos produtores e criadores de pequenos animais etc, em pais marginalizados na periferia, filhos alcoolizados, meninas prostituídas. Essa é a realidade das pessoas que saíram do campo nos últimos 30 anos, período da urbanização violenta que tivemos.

Roça é considerado um lugar de gente besta, que só tem prejuízo.

Pelo PADRS defendemos que para desenvolver o campo é preciso e indispensável se fazer a reforma agrária. Mas não só distribuição de terra. Além desta é preciso o projeto de planejamento da produção, e os instrumentos de políticas públicas nas áreas da educação, saúde e moradia, para as pessoas viverem no campo se sentindo bem, como gente, terem auto-estima. As pessoas se valorizarem não se envergonhar porque chegam na cidade e alguém diz que elas são matutas.

Hoje o processo de humilhação e discriminação no campo é imenso. Chega ao ponto de você ir a uma loja, acha que o produto é caro, pedir menos e o dono do estabelecimento dizer: “se eu fizer isso eu vou para a roça.” Roça é considerado um lugar de gente besta, que só tem prejuízo.

Foi esse projeto que levou nossas federações e sindicatos a entrar mais no processo de ocupações da terra, o que levou nossas administrações, ano a ano, a aumentar participação no Grito da Terra. Temos hoje no Brasil 800 mil famílias assentadas. Dados do INCRA indicam que 63% dessas áreas são coordenadas pelos sindicatos. Apesar de, na mídia, não serem eles que aparecem tanto, mas quem coordena 63% dessas terras somos nós. É daí que vem, por exemplo, hoje, esse processo da negociação das políticas na área da Previdência Social.

Nessa época a que me refiro, de início do PADRS, tínhamos o Collor (ex-presidente Fernando Collor) no governo e a política dele era cortar de forma linear, até os que já estavam aposentados. Tivemos milhares de homens de 60, 70, 80 anos cortados sem direito à defesa sequer.

Para FHC, globalização daria fim na agricultura.

Fernando Henrique Cardoso, no primeiro ano de governo, negociou o PRONAF, liberou R$ 200 milhões, mas dizia que não acreditava naquilo. O argumento dele é o mundo estava se globalizando, a Inglaterra tinha apenas 2% de população rural e o Brasil não seria diferente.

Foi toda essa reflexão que nos ajudou a concluir que tínhamos que apoiar o Lula. Se não tivéssemos um projeto com esse rumo, seria muito difícil ter juntado, já em 2002, 24 federações de trabalhadores na agricultura no 1º turno pró-Lula. Naquele ano perdemos apenas a do Paraná, que apoiou Ciro Gomes, e a Maranhão, que apoiou Anthony Garotinho. No 2º turno vieram todas conosco pró-Lula.

Em 2006, momento de crise, muitas achavam que tinha que mudar de rumo, mas quando chamamos todas para discutir o processo da campanha, nenhuma teve coragem de não apoiar o Lula. Isso levou, no 1º turno, ao maior comício que teve na campanha do Lula, em Caruaru (PE).

[Zé Dirceu] Fale um pouco das mulheres e dos jovens na CONTAG.

[Manoel da Serra] Com todo respeito às demais categorias, na área das mulheres, o movimento sindical rural sob a coordenação da CONTAG foi quem mais avançou. Vivíamos uma realidade de organização sindical que era muito machista até os anos 70. Não havia quase nenhuma mulher na organização sindical. Elas eram colocadas como dependentes do marido, no rodapé da carteira, para ter direito à assistência médica.

O certo é que as mulheres começaram um trabalho de cobrança do governo, das políticas públicas, e também para dentro do movimento. Hoje, nós temos na grande maioria dos sindicatos uma cota de 30%, aprovada no Congresso da CONTAG, para os cargos de diretoria em todas as instâncias. A chapa que não tiver 30% de mulher, não é registrada.

Na luta, mulheres assumem sem pensar nas dificuldades.

Hoje já são três as mulheres presidentes de federações estaduais. E na direção da CONTAG, entre os 11 diretores temos 4 mulheres. Hoje, no movimento sindical se não colocarmos “companheiras e companheiros”, se não fizermos o destaque à mulher, nós apanhamos. Mas não foi um espaço que os homens deram, elas conquistaram.

[Zé Dirceu] Também, a mulher hoje é cabeça em muitos assentamentos. Qual a porcentagem comandada por mulheres?

[Manoel da Serra] Muito alta. As mulheres têm uma particularidade que quando se atiram na luta, assumem sem pensar nas dificuldades que vão se gerar daí para a frente. Os assentamentos que têm as associações com mulheres à frente são os melhores. Nos sindicatos, a grande maioria das mulheres faz melhor o que tem de ser feito. Então, a realidade é que não é só o processo da participação, mas as mulheres fazem de tudo para mostrar sua capacidade e que fazem diferente. As três marchas das mulheres – a Marcha das Margaridas – foram eventos maiores do que o conjunto das nossas mobilizações do Grito da Terra.

Depois das mulheres, a partir dos anos 90, deu-se o processo de organização da juventude. Depois do 9º Congresso eles conseguiram aprovar a cota de 20% de jovens nos postos de direção. As federações que não têm coordenações de jovens estão sendo imprensadas pela juventude para criá-las.

Grande assentamento não dá certo

[Zé Dirceu] Eu quero tratar de grandes assentamentos. Você conhece os maiores, como Maísa, no Rio Grande do Norte, e Itamaraty, no Mato Grosso do Sul. Por que essas grandes experiências não dão certo?

[Manoel da Serra] Temos nos posicionado contra essas grandes aquisições porque entendemos que se um grande conglomerado desses não deu certo nas mãos de uma empresa privada – que possui todo o processo de pesquisa, tecnologia apropriada e gente para tocar – dificilmente dará certo na mão de trabalhador que, em sua maior parte, não tem noção de como tocar o seu próprio negócio.

Depois, são aquisições muito caras feitas pelo INCRA. Nos posicionamos contrariamente porque achamos que o governo precisa ter mais decisão e coragem política de enfrentar os latifúndios improdutivos, desapropriá-los e conduzir um processo de planejamento e implantação de assentamentos aí. A área de Maísa foi adquirida com a informação de que tinha uma capacidade de 2 mil hectares de área irrigada. Hoje, vê-se que sua capacidade de irrigação, pela água que tem no subsolo, é de apenas 400 hectares. Mesmo só com esses 400 hectares o povo está lá, 400 famílias assentadas. Mas não tem, não há viabilidade para um negócio desses nunca.

No assentamento da fazenda Itamaraty tem um problema maior ainda. No começo do projeto tive uma reunião com o superintendente do INCRA no Mato Grosso do Sul – com ele, 50 sindicatos e a Federação do Estado. Saí dela com a certeza de que não daria certo. Ele implantou o processo de um assentamento coletivo sem as famílias quererem. E você não constrói nada coletivo se os beneficiados não estiverem convencidos.

“Aqui tem que ser coletivo e tem que ser 5 hectares por família”, dizia ele. Ora, 5 hectares por família é uma favela em termos de reforma agrária. E ele dizia que ia pagar aquilo porque ia colocar ali um plantel de vaca, com produção altíssima de leite. Prometia transformar palha em ração e aí pagava. Não sei ao todo quantas famílias estão na Itamaraty, mas o assentamento continua grande.

Os 50 sindicatos estavam contra ele e a forma como ele administrava. Temos um outro grande assentamento, uma grande área, também comprada para fazer reforma agrária, nesse caso, comprada do Grupo Votorantim em Roraima. A área é enorme e o Incra a recebeu com 10 mil cabeças de gado. Os proprietários deviam muito, deixaram tudo lá, entregaram ao governo federal. O INCRA conseguiu dar fim a essas 10 mil cabeças de gado! Botou administradores que sumiram com tudo. Não tem jeito.

MST: ação do Ministério Público gaúcho é equívoco.

[Zé Dirceu] Para finalizar, como você viu essa ação do Ministério Público do RS contra o MST e qual balanço que você faz dos últimos anos do problema da repressão, dos assassinatos políticos, da pistolagem no país, da impunidade na Justiça, em grande parte no campo?

[Manoel da Serra] A ação do Judiciário contra os movimentos sociais é sinal de uma reação de onde vem essa gente. O Judiciário, normalmente, quando é para julgar qualquer ação de interesse do povo simples, leva tempo, se atrasa e até não julga. E quando julga nem sempre dá o posicionamento de ganho de causa para as pessoas simples, que não tem poder.

Nesse caso específico do RS, e com relação ao MST, tem duas questões. Com todo o respeito que tenho aos companheiros, tem algumas coisas que eles tem feito nas quais perderam o eixo. São ações pontuais – por exemplo, quando botam fogo nas coisas, matam animais, queimam máquinas, invadem e quebram laboratório de pesquisa. Isso não é necessário.

Nossa metodologia é outra. Eles podiam conduzir o movimento sem fazer essas ações. Porque dão motivo para um juiz dizer que está agindo em nome da lei pela ordem, e ganhar, inclusive, simpatia de parte da sociedade.

Mas essa decisão do MP no RS é equivocada e nós temos que combatê-la. Ela não é uma decisão simplesmente contra o MST, mas contra os movimentos populares. Igualmente a CPI instalada na Câmara para fazer o processo de sindicância das contas do MST, também não é uma questão só deles, mas contra os movimentos sociais.

Essa pressão estabelecida pelos segmentos conservadores, da extrema direita, com eles se apresentando como guardiães da ordem, da justiça e da moral, tem um foco político conveniente no momento. O fato é que o Brasil continua sendo o país da impunidade. Infelizmente. Temos a Margarida Maria Alves, de Alagoa Grande (PB), assassinada em 1983 cujos mandantes e executores foram inocentados e o processo até já prescreveu.

Temos casos como o da irmã Dorothy (Dorothy Stang, missionária norte-americana assassinada em Anapú, no Pará) que dão uma repercussão pela imagem que ela tinha, a pessoa que era, o fato de ser estrangeira e freira. Enquanto isso, milhares de pessoas simples, homens e mulheres, são espancados, assassinados continuamente, e isso não aparece na mídia. Continuamos num país de muita violência e os casos de condenação de quem tem poder são muito poucos.

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GOVERNO DE MINAS GERAIS ANUNCIA PACOTE DE MEDIDAS ANTICRISE – Ao total, serão destinados R$ 20 milhões para um fundo de fomento do Estado (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 12, 2008

11/11/2008 – 20h51min

O governo de Minas Gerais anunciou nesta terça-feira um pacote de medidas para enfrentar a crise AÉCIO NEVESfinanceira internacional. Segundo o governador, Aécio Neves, o projeto prevê medidas tributárias e aumento de crédito para ajudar empresas de vários setores.

Ao total, serão destinados R$ 20 milhões para um fundo de fomento do Estado para aumentar a oferta de crédito às micro, pequenas e médias empresas. O valor de financiamento para capital de giro será ampliado de R$ 1 milhão para R$ 2 milhões, por empresa.

Além disso, o governo promete ampliar o prazo para pagamento do ICMS. Cerca de 90 mil empresas mineiras serão beneficiadas pela medida, o que representa 73,3% do total de contribuintes inscritos no Estado, segundo o governo. As informações são do site G1.

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BRAZIL AUTO INDUSTRY GETS 4 BLN REAIS CREDIT LINE

Posted by Gilmour Poincaree on November 11, 2008

Tue Nov 11, 2008 11:12am EST

SAO PAULO, Nov 11 (Reuters) – The São Paulo state government said on Tuesday it would extend a 4 billion reais ($1.8 billion) credit line to the automotive industry to help it ride out the current financial crisis, which is putting the brakes on Brazil’s economy.

The state’s finance secretariat said in a statement that the money would be lent by state-controlled bank Banco Nossa Caixa, which will offer loans with maturities of up to 18 months to vehicle financing units.

Sales of new cars and trucks in Brazil slumped 11 percent in October, hurt by a severe retraction in the availability of credit due to the global financial crisis.

The slowdown follows three years of torrid growth in Brazil’s auto market, which has benefited from a credit boom that helped fuel a surge in consumption. But the availability of credit has evaporated in the last two months, threatening to derail one of the fastest-growing industries in Brazil.

The federal government has also instructed state-run Banco do Brasil to make a available a total of 4 billion reais so that vehicle financing units can increase lending and spur sales.

Brazil has become a crucial market for global automakers such as Italy’s Fiat, Germany’s Volkswagen AG and U.S.-based General Motors Corp and Ford Motor Co . Asian and French manufacturers are also relying increasingly on the Brazilian market to compensate for a slowdown in sales at home.

The recent slump in sales has prompted several automakers to cut back on production by reducing shifts and ordering factory workers to take periods of paid leave so as to avoid building up costly inventories. (Reporting by Alberto Alerigi Jr., Writing by Todd Benson; Editing by Maureen Bavdek)

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RENDA DEVE SALTAR 67% EM 2008 – Recursos passaram de R$ 958,7 milhões em 2007 para R$ 1,6 bilhão este ano. Crescimento acima da média nacional (CE – Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

São Paulo. A renda agrícola deste ano no Ceará deverá ficar em R$ 1,6 bilhão, expansão de 67,8% em Foto - Aumento na renda se deve a ajustes feitos em relação à produção esperada para este ano (Foto - Silvana Tarelho)relação ao ano passado (R$ 958,7 milhões). O crescimento no Estado está acima do registrado no País. A cifra nacional deve alcançar R$ 165,3 bilhões, alta de 16,7% em relação ao ano passado (R$ 141,6 bilhões), segundo estimativa a partir do valor bruto da produção de 20 lavouras. Na região Nordeste, os recursos somam R$ 13,6 bilhões neste ano, o que representa crescimento de 6,4% em relação a 2007 (R$ 14,5 bilhões). Os resultados do estudo foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na última sexta-feira.

No País, o aumento se deve a alguns ajustes feitos pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) e pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em relação à produção esperada para este ano, e também a ligeiras alterações nos preços recebidos pelos agricultores, conforme o coordenador-geral de Planejamento Estratégico do ministério, José Garcia Gasques.

Os maiores aumentos reais de renda na safra 2008, já descontada a inflação, ocorrem no feijão (79,6%), cebola (65,8%), trigo (55,6%), amendoim (39,2%), soja (32,3%) e milho (26,8%), segundo o Ministério da Agricultura. Em sentido contrário, caíram os preços de trigo, milho, batata-inglesa e café.

Entre as culturas que apresentam queda de renda em 2008, Gasques destaca a cana-de-açúcar, com uma produção recorde esperada de 643,7 milhões toneladas. ´A conjuntura de redução de preços do açúcar tem levado ao menor nível de renda em relação a 2007´.

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BANCOS FINANCIAM AUTOMAÇÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 10, 2008

Fortaleza, Ceará – Segunda-Feira – 10 de Novembro de 2008

Depoimentos de representantes de várias entidades do varejo e de grandes lojistas do Comércio Foto - O valor do financiamento vai variar segundo o grau de informatização que a empresa deseja atingir (Foto - Tuno Vieira)apontam a informatização como via para o sucesso empresarial, seja qualquer for o porte e ramo de atividade. Consultores do Sebrae, Fecomércio, CDL e de empresas de soluções para automação fornecem o passo-a-passo para a implantação, mas muitas vezes as decisões esbarram no investimento. Para preencher esta lacuna, várias instituições financeiras no Estado dispõem de linhas de crédito que vão ao encontro dessa necessidade. De acordo com Elias Zeglim, gerente do Segmento para Pessoa Jurídica do Banco do Brasil, a instituição já tem aprovado para atender ao Comércio do Ceará um valor de R$ 1,25 bilhão, em 2008.

Para isso, existem de duas opções de empréstimo tanto para capital de giro como aquisição de bens. Para os comerciantes que necessitam de até R$ 5 milhões, existe a linha Proger (Programa de Geração de Emprego, Trabalho e Renda), que financia até 80% do valor a ser desembolsado.

Sem carência, o pagamento pode ser efetuado em até 24 meses, com juro anual formado pela TJLP + 5,15%, o que deve corresponder a uma taxa mensal, em torno de 0,93%.

Para os financiamentos de até R$ 60 milhões, o BB oferece o cartão BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), com parcelas fixas limitadas a 36 vezes e taxa de juros de 1,14% ao mês. Nesta modalidade de crédito, pode ser financiado 100% do bem. ´Se o empresário não tiver restrições cadastrais, o banco atribui um teto e ele pode escolher o equipamento na loja que quiser, desde que seja cadastrada no site http://www.cartaobndes.gov.br´, explicou Zeglim.

A Caixa Econômica firmou parceria com a Fecomércio visando a automação do varejo, e dispõe de crédito que pode ser parcelado de 12 a 24 meses, com taxas de juros mensais a partir de 0,83% + TR.

´Nessa modalidade, parte dos juros é subsidiada com recursos do PIS´, mencionou Antonio Carlos Franci, gerente regional de Negócios para Pessoa Jurídica da Caixa.

A instituição trabalha também como o Proger para todo o processo de automação. Mediante a apresentação de um projeto simplificado, o varejista pode obter seu financiamento e pagar em até 48 meses, com carência de seis meses. A taxa é formada pela TJLP + 5% ao ano, o que deve representar algo em torno de 1%, ao mês.

´O valor do financiamento vai variar segundo o grau de informatização que a empresa deseja atingir. E, dependendo de sua capacidade de pagamento da empresa e do poder de tomar o empréstimo, o dinheiro pode ser liberado em três dias´. ´Temos pessoal capacitado e habilitado a fornecer orientações quanto ao desenvolvimento de seu projeto de automação´, explicou Carlos Franci.

Os interessados devem procurar qualquer agência das instituições consultadas ou acessar o Sebrae para buscar mais orientações.

COMÉRCIO

Crédito mais em conta com recursos do FNE

Mesmo sem dispor de uma linha de crédito específica para área de automação, o Banco do Nordeste disponibiliza financiamentos mais ´em conta´ com o uso de recursos do FNE (Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste). Esse ano, a instituição tem aprovado um total de R$ 7 bilhões, sendo que de 10% a 20% são para contemplar o Comércio. Para 2009, a expectativa é de um montante que vai variar de R$ 7,5 bilhões à R$ 8 bilhões.

´Temos condições de atender à demanda com custo muito competitivo para quem pretende inovar, modernizar, adquirir máquinas e equipamentos´, afirma Henrique Tinoco, gerente do Ambiente de Negócios do BNB. Segundo ele, o interessado tem um prazo de até 12 anos para quitar o empréstimos, até quatro anos de carência e taxas de juros anuais que variam de 5,54% à 9,78%, sem acréscimo da TJLP e encargos adicionais; com bônus de adimplência já inclusos. De acordo com Tinoco, para as operações de até R$ 50 mil, o crédito é bem simplificado: ´com plano orçamentário e ficha limpa, o varejista tem acesso aos recursos em no máximo 15 dias. Se for cliente, em até 48 horas´.

Para ambos os casos, é dispensada a apresentação de projeto. Para as demandas acima desse valor, o projeto é imprescindível.

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MS EXPORTOU 62,7% MAIS NOS ÚLTIMOS 10 MESES QUE EM 2007 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

Segunda-feira, 03 de Novembro de 2008 18:42

por Jefferson da Luz

As exportações de Mato Grosso do Sul bateram recorde no acumulado de janeiro a outubro, foram exportados UU$ 1,87 bilhões. Na comparação com 2007, as exportações do Estado cresceram 62,7%, o que o coloca no quarto lugar no ranking dos que mais expandiram seus negócios no comércio exterior. Em 2007 o total exportado, entre janeiro e outubro foi de US$ 1,14 bilhões.

Mato Grosso do Sul, no item crescimento percentual, ficou atrás do Distrito Federal, Piauí e Tocantins, porém estes Estados têm participação muito pequena em exportações. Tocantins, terceiro no ranking do crescimento, vendeu apenas US$ 269 milhões. O Distrito Federal que aumentou suas exportação em 121,9%, exportou somente US$ 141 milhões, menos de um décimo das nossas exportações.

Os produtos que mais foram vendidos para o exterior foram os grãos, com destaque especial para a soja. Em segundo lugar estão as carnes bovinas congeladas. Em terceiro farelo de soja outros resíduos vegetais, e o quarto produto mais exportado foi o minério de ferro.

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PROGRAMA BENEFICIA UM MILHÃO DE PESSOAS EM SALVADOR (BRASIL)

Posted by Gilmour Poincaree on October 31, 2008

28 de Outubro de 2008

Parceria entre os setores público e privado contribuirá para a despoluição da Baía de Todos os Santos, em Salvador (BA). A iniciativa conta com financiamento de R$ 173,8 milhões do governo federal, por meio do programa Saneamento para Todos, e vai beneficiar 1,1 milhão de pessoas. Nesta terça-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro das Cidades, Marcio Fortes, participaram da cerimônia de assinatura de contrato para a construção do Sistema de Disposição Oceânica do Jaguaribe, na capital baiana. A Parceria Público-Privada (PPP) envolve a Jaguaribe Construção S.A., a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades, que financiará as obras com recursos do FGTS.

O Sistema de Disposição Oceânica do Jaguaribe faz parte do projeto de despoluição da Baía de Todos os Santos, que prevê investimento de mais R$ 349,6 milhões – entre recursos do Orçamento Geral da União e de financiamentos federais – em obras em 12 municípios da região. O projeto prevê a adaptação da Estação Elevatória do Saboeiro (localizada nas intermediações da Estação de Tratamento de Água de Bolandeira), que reverte os esgotos do subsistema de Jaguaribe para o de Camarogibe, tendo como destino final o emissário do Rio Vermelho.

Será construída, ainda, uma nova linha de recalque com extensão de 1,1 quilômetro e de uma estação de condicionamento prévio, que vai tratar os esgotos de parte do sistema de Salvador e de Lauro de Freitas para lançar no mar o efluente, livre de sólidos e partículas em suspensão, através do emissário submarino da Boca do Rio. O emissário terá 5,1 quilômetros de extensão. O emissário terrestre, com 1,5 quilômetro de extensão, será implantado ao longo da avenida Jorge Amado através de túneis, para evitar transtornos aos moradores e comerciantes locais.

Dos 3,6 quilômetros de emissário submarino, 400 metros serão subterrâneos, na área próxima à praia. O restante será assentado no fundo do mar e fixado por peças de concreto para que a tubulação não se desloque. Difusores, instalados no final desta tubulação, dispersarão o esgoto processado a uma profundidade de 45 metros, sem dano ambiental para o ecossistema marinho e a balneabilidade da praia da Boca do Rio.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 718 – Brasília

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PARA HISTORIADOR, FUTURO POLÍTICO DE LHS ESTÁ LIGADO SOMENTE A JOINVILLE – Segundo especialista, a vitória de Carlito alavanca candidatura de Ideli em 2010 (SC)

Posted by Gilmour Poincaree on October 30, 2008

Segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

O resultado da disputa pela prefeitura em Joinville (SC) pode indicar tendências para o cenário político CARLITO MERS catarinense. A derrota de Darci de Matos (DEM), nas urnas nesse domingo, significa uma derrota pessoal do governador, Luiz Henrique da Silveira (PMDB). É o que avalia o historiador da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Waldir Rampinelli.

“O Luiz Henrique é de lá [Joinville], foi prefeito de lá e apostou muito na cidade. O resultado das urnas é uma derrota acachapante para o governador, analisou Rampinelli. Por outro lado, a vitória do petista Carlito Mers representa uma vitória também da senadora Ideli Salvati, que apoiou o candidato e quer ser governadora, aponta o historiador.

Joinville tem hoje 487 mil habitantes mais do que a capital Florianópolis e 340 mil eleitores. A partir da década de 1950 viveu um período de grande expansão da atividade industrial, chegando a ser chamada de a Manchester Catarinense, uma alusão cidade inglesa, que foi um dos berços da revolução industrial.

Mas, de acordo com Rampinelli, hoje a cidade vive outra realidade. Joinville foi muito importante em Santa Catarina nos anos 1960 e 1970 por causa da industrialização. As pessoas vinham muito do interior para trabalhar em Joinville e havia emprego para todo mundo. Hoje, a cidade não tem mais esse surto industrial e já há pessoas fazendo o contrário, voltando para o interior. Joinville não abriga mais tanta mão-de-obra, apontou.

No primeiro turno, Darci de Matos teve 23,96% dos votos contra 36,14% de Carlito, da coligação Joinville de Toda Sua Gente (PT-PR). Rampinelli destacou que os processos de cassação que Luiz Henrique enfrenta atualmente na Justiça, contribuíram para o desgaste da imagem dele e, conseqüentemente, de Darci.
Postado por Antônio Anacleto às 09:00

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PUBLISHED BY ‘GAZETA DE JOINVILLE’

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SÃO ROQUE VAI IMPULSIONAR PRODUÇÃO DE UVA E DE VINHO DE QUALIDADE

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


27 de Outubro de 2008

A instalação da Câmara Setorial da Uva e do Vinho, no município de São Roque, nesta semana, com a CLÁUDIO GÓES - VINÍCOLA GÓESindicação de seu presidente, Cláudio Góes, marcou novo impulso à produção local de uva e vinho de qualidade, inclusive com a apresentação dos principais planos para atuação da Câmara no fomento à cadeia vitivinícola no Estado de São Paulo. Esta é a vigésima-oitava câmara em funcionamento no âmbito da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento. O objetivo é agregar e ajudar no fortalecimento das diversas cadeias produtivas.

O Governo do Estado tem realizado ações direcionadas à valorização das vocações regionais agrícolas e agroindustriais. Essa câmara reforça o projeto de desenvolvimento da cadeia vitivinícola paulista, fortalecendo a tradição de produção dos municípios de São Roque, Jundiaí, São Miguel Arcanjo e Jarinu. Ele vai ao encontro do que já tem sido trabalhado pelo grupo do Instituto Paulista de Vitivinicultura – SPVinho, parceiro da Pasta.

Durante o evento, a pesquisadora Adriana Verdi, do Instituto de Economia Agrícola (IEA), órgão da Secretaria de Agricultura, falou também sobre o trabalho desenvolvido como diagnóstico do desempenho dos municípios produtores, caracterização dos vinhos da região segundo os parâmetros estabelecidos pela legislação, capacitação de vitivinicultores para compreensão da variabilidade de microorganismos existentes na uva, no mosto e no vinho e implantação das duas coleções de germoplasma no Instituto Agronômico (IAC/SAA), sendo uma de uvas para vinhos e derivados e outra para porta-enxertos.

REVITALIZAÇÃO DA CADEIA – A instalação da nova câmara é fruto de uma intensa aproximação da Secretaria da Agricultura com os municípios produtores de uva e vinho desta região do Estado. Uma das ações que tem permitido um maior conhecimento da realidade da cadeia é, aliás, a realização do estudo “Revitalização da Cadeia Vitivinícola Paulista: Sustentabilidade, Governança e Competitividade”, encabeçado pelo IEA, mas que envolve pesquisadores de todo o corpo da Secretaria.

Atualmente na segunda fase, ele pretende colocar São Paulo entre os maiores centros produtores de uvas e vinhos de qualidade, aumentando a produção de ambos e, conseqüentemente, gerando emprego, renda e fixação de famílias nos espaços rurais e periurbanos. Financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapesp), foi uma iniciativa da Prefeitura de São Roque, em parceria com o Sindicato da Indústria do Vinho do Município, Secretaria de Agricultura do Estado e Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A principal característica do projeto, desde o início, tem sido envolver os diversos agentes da cadeia produtiva em busca de estratégias coletivas. Os planos são de que os resultados norteiem futuros encaminhamentos de políticas públicas para o setor, com a aplicação pelas prefeituras parceiras.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DE SOROCABA’ (SP)

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FILME QUE DISCUTE QUESTÕES INDÍGENAS ESTRÉIA EM DOURADOS (MS)

Posted by Gilmour Poincaree on October 27, 2008


Domingo, 26 de Outubro de 2008 15:23

por Jefferson da Luz

O filme Terra Vermelha (Birdwatchers) teve sua pré-estréia ontem em Dourados, município onde foi TERRA VERMELHAfilmado. O diretor Marcos Bechis, disse que a sociedade sul-mato-grossense é que tem de dar uma solução para os conflitos indígenas no Estado.

O filme retrata o drama dos conflitos pela posse de terras, na região sul do Estado, da perspectiva das populações indígenas de Dourados. E ainda mostra o estado degradante em que muitos índios vivem.

“Quem têm de encontrar uma solução são vocês, o filme tira debaixo do tapete e coloca sobre a mesa as questões a serem resolvidas”, destaca Bechis.

Terra Vermelha tem tido uma grande repercussão fora do país, já que a temática é de grande interesse da comunidade internacional.

O suicídio de duas meninas Guarani-Kaiowá desperta a comunidade para a necessidade de resgatar suas próprias origens, perdidas pela interferência do homem branco. Um dos motivos do desaparecimento gradual da cultura reside no conflito gerado pela disputa de terras entre a comunidade indígena e os fazendeiros da região. Para os Kaiowás, essas terras representam um verdadeiro patrimônio espiritual e a separação que sofreram desse espaço é a causa dos males que os rodeia. Uma disputa metafórica é criada. A compreensão e o diálogo buscam espaço nesse antigo conflito. Enquanto isso, o jovem Osvaldo, que vive um terrível embate contra o desejo de morrer, vai furtivamente buscar água no rio que corta a fazenda e conhece a filha do fazendeiro. Um encontro em que a força do desejo transpassa e ao mesmo tempo acentua o desentendimento entre as civilizações.

O filme estréia em todo Brasil no dia 28 de novembro.

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GOVERNO DO ESTADO DOA TERRENO PARA VIABILIZAR PROJETO EQUOAMIGOS (Niterói – RJ)

Posted by Gilmour Poincaree on October 22, 2008

Edição 686 – Semana de 18 a 24 de outubro de 2008

Matéria – redacao@folhanit.com.br

No dia 6 de novembro, às 19h30, a Maison Cascade abre suas portas para o lançamento do Projeto Equoamigos – Associação dos Amigos da Equoterapia e Reabilitação de Niterói – trabalho que recebe Associação dos Amigos da Equoterapia e Reabilitação de Niterói – trabalho que recebe apoio direto da ONG Rio Solidário, presidida pela primeira-dama do Estado do RJ, Adriana Ancelmo Cabral.apoio direto da ONG Rio Solidário, presidida pela primeira-dama do Estado do RJ, Adriana Ancelmo Cabral. A iniciativa visa recolher recursos para que uma nova unidade de Equoterapia seja construída no Jardim Botânico da cidade, especialmente direcionada ao atendimento de crianças carentes da região. O terreno em que será construída a instalação já foi cedido pelo governo do Estado do Rio.

De acordo com a presidente do Equoamigos, Mylena Medeiros, a estimativa é de que sejam arrecadados R$ 500 mil. “Se conseguirmos atingir o montante necessário para a implantação e sustentabilidade da nova unidade, ela ficará pronta em três meses. Desse total, R$ 400 mil serão para a obra civil, a menos que consigamos doações em material para diminuir o custo”, explica Mylena, acrescentando que a colaboração também poderá ser feita no momento do evento.

Vários empresários e personalidades da sociedade niteroiense já abraçaram a causa, seja permitindo a cessão de espaços (como é o caso da Maison Cascade – que cedeu o local para a festa – e do governo do Estado) ou fazendo doações em dinheiro ou de materiais necessários à elaboração da nova unidade. Patronos e patronesses como Denize Garcia, Marlene Salgado, Rudney, Lúcia da Matta e Denize Gouvêa fazem parte da linha de frente empenhada em realizar o projeto arquitetônico que já foi concluído e aprovado. A noite beneficente contará com apresentações que incluem a Orquestra de Cordas da Grota e mostra de vídeo sobre o projeto. Em seguida, haverá jantar com música.

Sobre a equoterapia:

Atualmente é dado destaque ao cavalo como agente de reabilitação para pessoas portadoras de deficiência e/ou com necessidades especiais, embora sua utilização na área de saúde seja tão antiga quanto a própria história da medicina. Hoje a Equoterapia é praticada em mais de trinta países. No Brasil, a Associação Nacional de Equoterapia (ANDE) introduziu o trabalho em 1989, em Brasília. A prática foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em 09/04/1997 e pelo Conselho Federal de Fisioterapia, resolução 358, sendo incorporada ao arsenal de métodos e técnicas direcionadas aos programas de reabilitação de pessoas com necessidades especiais.

A Equoterapia pode ser considerada um conjunto de técnicas reeducativas e reabilitativas que atuam para superar danos sensorio-motores, cognitivos e comportamentais. É indicada em casos de autismo, Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, deficiência mental e alterações comportamentais. Os programas da terapia são constituídos por três fases de intervenção, que são: Hipoterapia (indicada aos praticantes que não possuem autonomia), Educação e Reeducação Eqüestre (para o praticante que possui autonomia postural e/ou psicoemocional, porém ainda não está apto ao domínio do animal) e Pré-Esportiva (indicada a quem tem domínio da atividade eqüestre, sendo uma preparação para sua inclusão no esporte).

Em relação à equipe, é constituída dos seguintes profissionais: fisioterapeuta, instrutor de equitação, auxiliar guia (responsável pelo controle e andadura ritmada do cavalo), auxiliar lateral (apoio físico e participação na atividade proposta e observação da postura do cavaleiro) e veterinário.

Serviço:

Lançamento do Projeto Equoamigos

Dia: 6 de novembro, às 19h30

Local: Maison Cascade – Av. Quintino Bocaiúva, 813

Charitas – Tel.: 2611-3912

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PUBLISHED BY ‘FOLHA DE NITERÓI’ (RJ)

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