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Archive for the ‘O MERCADO DE TRABALHO – BRASIL’ Category

AFTER EXTENSIVE AND SOMETIMES USELESS DISCUSSIONS, THE ENTIRE ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP’, IN FACE OF A POSSIBLE GENERAL STRIKE WITHIN THE GROUP, DECIDED TO TAKE A COLLECTIVE VACATION … SEE YOU FOLKS IN MARCH … AND BY THE WAY, OUR COLLECTIVE VACATION HAS NOTHING TO DO WITH THIS PRESENT GLOBAL FINANCIAL CRISIS …

Posted by Gilmour Poincaree on February 1, 2009

Sunday, February 01, 2009

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP

PUBLISHED BY ‘FROM SCRATCH NEWSWIRE’

THE FROM SCRATCH NEWSWIRE GROUP IS ON VACATION 'TIL MARCH

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Posted in - UNCATEGORIZED, A BOLSA DE VALORES, A CASA CIVIL, A CORRUPÇÃO NO APARELHO DO ESTADO, A CRIMINALIZAÇÃO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS, A ENERGIA ALTERNATIVA, A INDÚSTRIA DA COMUNICAÇÃO, A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A INDÚSTRIA DE CALÇADOS, A INDÚSTRIA DIGITAL, A INDÚSTRIA DO TURISMO, A POLÍCIA CIVIL, A POLÍCIA MILITAR, A PRESIDÊNCIA, A QUESTÃO AGRÁRIA, A QUESTÃO ÉTNICA, A QUESTÃO ENERGÉTICA, A QUESTÃO FEMININA, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AÉREO, ABIN, AC, AERONÁUTICA, AEROPORTOS, AGRICULTURA, AGRICULTURA FAMILIAR, AGRICULTURA SUSTENTÁVEL, AGRICULTURAL PLAGUES, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, AGROTÓXICOS, AL, ALIMENTOS PROCESSADOS, AM, AP, ARRECADAÇÃO DE IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES, AS FORÇAS ARMADAS, AS GANGUES 'MILICIANAS', AS INDÚSTRIAS DE MINERAÇÃO, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, AUTOMAÇÃO DO COMÉRCIO, AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL, ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR (IPC), ÍNDICE DE PREÇOS AO CONSUMIDOR - AMPLO (IPCA), ÍNDICE GERAL DE PREÇOS - DISP. 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BRASIL, ENSINO FUNDAMENTAL - 1° e 2° GRAUS, ENSINO UNIVERSITÁRIO - GRADUAÇÃO, ES, ETANOL, EXÉRCITO, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, EXPANSÃO INDUSTRIAL, FARMING DEBTS, FARMING SUBSIDIES, FERROVIAS, FERROVIAS, FERTILIZERS, FINANCIAL MARKETS, FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, FLORESTAS PLANTADAS, FLUXO DE CAPITAIS, FORÇA DE SEGURANÇA NACIONAL, FUSÕES E/OU INCORPORAÇÕES EMPRESARIAIS, GÁS NATURAL, GENETICALLY MODIFIED AGRO-PRODUCTS, GILMAR MENDES, GO, HIDRELÉTRICAS, INDÚSTRIA AUTOMOTIVA, INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL, INDÚSTRIA DE ELETRO-ELETRÔNICOS, INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, INDÚSTRIA METALÚRGICA, INDÚSTRIAS, INDUSTRIAL PRODUCTION, INDUSTRIES, INFRAESTRUTURA - BRASIL, INSTITUIÇÕES DE FOMENTO NACIONAL, INSTITUTOS REGULADORES DA ECONOMIA - BRASIL, INTERNATIONAL, ISLAMIC BANKS, JUROS BANCÁRIOS, LAVAGEM DE DINHEIRO, LUIS INÁCIO LULA DA SILVA, MA, MACROECONOMY, MARÍTIMO, MARINHA, MG, MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA, MINISTÉRIO DA CULTURA, MINISTÉRIO DA DEFESA, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL, MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, MINISTÉRIO DA SAÚDE, MINISTÉRIO DAS CIDADES, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA, MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME, MINISTÉRIO DO ESPORTE, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, MINISTÉRIO DO TURISMO, MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, MS, MT, NARCOTRÁFICO, O BIODIESEL, O CASO JOSÉ DIRCEU, O CRIME ORGANIZADO, O DISCURSO CONTRA AS POLÍTICAS AFIRMATIVAS, O MERCADO DE TRABALHO - 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CUT QUER GARANTIA EM TROCA DE FLEXIBILIZAÇÃO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

[ 13/01/2009 ]

por Carolina Ruhman – Agência Estado

PUBLISHED BY ‘JORNAL CRUZEIRO DO SUL’

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EMPREGO NA INDÚSTRIA SOBE EM 11 SETORES AVALIADOS PELO IBGE, COMPARADO A NOVEMBRO DE 2007 (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 14, 2009

13 de Janeiro de 2009 – 11h40

por Thais Leitão – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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GERDAU ALTERA TURNOS EM CHARQUEADAS E DEMITE EM SAPUCAIA DO SUL – AJUSTES SÃO REALIZADOS DESDE DEZEMBRO PARA ADAPTAR A PRODUÇÃO AOS EFEITOS DA CRISE FINANCEIRA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

13/01/2009 – 00h07min

Zero Hora

PUBLISHED BY ‘ZERO HORA’ (Brazil)

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GM CORTA 744 EMPREGOS EM SÃO PAULO – COM A QUEDA NAS VENDAS, GM CORTA 744 EMPREGOS EM SÃO PAULO – SEGUNDO A MONTADORA, MEDIDA ABRANGE OS CONTRATOS TEMPORÁRIOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on January 13, 2009

12/01/2009 – 17h38min

G1

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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MINISTÉRIO DO TRABALHO INCLUI MAIS 19 PROPRIEDADES NA LISTA SUJA DO TRABALHO ESCRAVO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 31, 2008

30 de Dezembro de 2008 – 17h22

por Luana Lourenço – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Consulte aqui a lista completa do trabalho escravo.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL NOTÍCIAS’

Posted in A INDÚSTRIA DE ALIMENTOS, A QUESTÃO PREVIDENCIÁRIA, AGRICULTURA, AGRICULTURE, AGRONEGÓCIOS, ALIMENTOS PROCESSADOS, AS RELAÇÕES DE TRABALHO E EMPREGO, ATIVIDADES CRIMINOSAS - BRASIL, BRASIL, CIDADANIA, CIDADES, COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO E INFANTIL, COMBATE À CORRUPÇÃO - BRASIL, COMBATE À DESIGUALDADE E À EXCLUSÃO - BRASIL, COMMERCE, COMMODITIES MARKET, CORRUPÇÃO - BRASIL, CRIMES EMPRESARIAIS, ECONOMIA - BRASIL, ECONOMIC CONJUNCTURE, ECONOMY, EXPANSÃO AGRÍCOLA, EXPANSÃO ECONÔMICA, FINANCIAL CRISIS 2008/2009, FLUXO DE CAPITAIS, INTERNATIONAL, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO, NATIONAL WORK FORCES, O MERCADO DE TRABALHO - BRASIL, O MOVIMENTO RURALISTA, O MUNDO DO TRABALHO - BRASIL, O PODER EXECUTIVO, O PODER EXECUTIVO FEDERAL, OS TRABALHADORES, PECUÁRIA, POLÍCIA FEDERAL, PUBLIC SECTOR AND STATE OWNED ENTERPRISES, RECESSION, RESTRUCTURING OF PRIVATE COMPANIES, SETOR EXPORTADOR, SLAVERY, THE WORK MARKET, THE WORKERS | Leave a Comment »

EM 11 MESES, ALTA FLORESTA REGISTRA SALDO POSITIVO NA GERAÇÃO DE EMPREGOS (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

30 de dezembro de 2008 – 07h06

Redação Só Notícias

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

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GOVERNO QUER MUDAR DEFINIÇÃO DE INFORMALIDADE NO MERCADO DE TRABALHO (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 30, 2008

29 de dezembro de 2008 – 17h05

Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘SÓ NOTICIAS’ (Brazil)

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DESEMPREGO ATINGE MENOR TAXA EM DEZ ANOS, DIZ PESQUISA (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 23, 2008

Segunda, 22 de Dezembro de 2008 – 12h16

UOL

PUBLISHED BY ‘CORREIO DA PARAÍBA’ (Brasil)

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O que vale e o que não Vale! (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

Edição no 270 19 a 25 de dezembro de 2008

por Valter Pomar – Secretário de Relações Internacionais do PT

PUBLISHED BY ‘VISÃO OESTE’ (Brazil)

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AMSTED: JUSTIÇA É FAVORÁVEL AOS TRABALHADORES (Brazil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 21, 2008

Edição no 270
19 a 25 de dezembro de 2008

por Jorge Nazareno – Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região

PUBLISHED BY ‘VISÃO OESTE’ (Brazil)

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NOW IS THE TIME FOR POLITICS – MORE GOVERNMENT IS THE SOLUTION, NOT THE PROBLEM, AND KEY TO SOLVING WORLD POVERTY (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

DECEMBER 2008 – FEBRUARY 2009

by Luis Inácio Lula da Silva

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA) – SPECIAL EDITION – ISSUES 2009

The world today is experiencing turbulence unlike anything we’ve seen in decades. The U.S. credit crisis has contaminated the international economy, and financial systems have been shaken to the core, undermining economic doctrines once treated as absolute truths.

As I told the UN. General Assembly in September, now is the time for politics, for governments to use public control and oversight to halt the economic anarchy. I welcome the actions that other countries have taken. But it will be some time before their initiatives kick in. That means more steps are needed in the meantime to safeguard the world’s most vulnerable: workers whose jobs and purchasing power are on the line, simple folk trying to save for the future, the poor who depend on the state.

The abuses and errors coming to light daily are all evidence that our existing system of international economic governance has broken down. To develop a better one, the world’s major developing countries should be called on to join the debate. We have plenty to contribute. Take Brazil. We are ready to do our part, and our economy is better prepared than most to confront the crisis. We have said no to macroeconomic adventurism. Inflation is under control and we are growing steadily. We have plenty of foreign reserves and owe nothing to the International Monetary Fund. This gives us the tools and the peace of mind to withstand the turbulence the crisis will bring.

Brazil is also better prepared to deal with the social and economic dislocation that may ensue. Consider: since I took office in 2003, more than 10 million Brazilians have joined the workforce. Some 20 million have risen out of absolute poverty. Our internal market is expanding, giving us an important economic cushion. Above all, we are redistributing income and reducing social inequality. These advances have nothing to do with luck or a favorable environment. They are the result of hard work by the Brazilian people and their government.

Weaving a broad social safety net is a central part of this endeavor. Our income-transfer program now distributes benefits to 11 million poor families nationwide, on the condition that mothers get prenatal care and parents keep their children in school and vaccinated. Our success shows that individual governments can and must play a vital role in reducing poverty and inequality. And our example in health care and education is already being made available to other countries in Latin America, Africa and Asia facing similar challenges.

That said, no state will escape this crisis on its own. Coordinated actions are needed. Yet they will succeed only if international decision making is redesigned in accordance with new realities; the institutions set up after World War II reflect a balance of power that’s long been superseded. This challenge actually goes far beyond the immediate financial storm. Other threats loom, such as hunger and poverty, the rising price and scarcity of food, the energy crisis and climate change. World commerce remains distorted, and the best means of addressing that—die Doha round of trade talks — could collapse.

Still, none of these obstacles is insurmountable. We all know the solutions, and we have the tools and the resources to succeed. Too often what we lack is political will. Many people today are comparing our current situation with the Great Depression. But we should take those parallels further and should summon the spirit of solidarity that helped create the New Deal, harnessing it to forge a new global pact to roll back poverty and extreme inequality. Contrary to what so many believe, globalization has only increased the economic and social responsibilities of governments. We must renew our commitment to strong multilateralism and we must make that multilateralism more democratic, in order to build agreements that reflect the legitimate interests of all nations. This means, among other things, enlarging the U.N. Security Council and revamping the IMF to provide effective financial support to countries in need.

The United States-by virtue of its size and its economic prowess—is and will continue to be a key player in the global search for common solutions. Washington has played such a decisive role since the end of World War II. Given the challenges and opportunities facing us today, we in the developing world hope that we can once again count on the American people to come to the defense of multilateralism, equality and justice. This is not the time for protectionism, but for progressive action born of generosity and solidarity that will forge collective answers to 21st-century challenges.

Luis Inácio Lula Da Silva is the President of Brazil.

PUBLISHED BY ‘NEWSWEEK’ (USA)

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LULA DIZ QUE GOVERNO TRABALHA PARA QUE NÃO FALTE CRÉDITO ÀS EMPRESAS QUE GERAM EMPREGO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008, 17:07

por Yara Aquino – Repórter da Agência Brasil

PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

Brasília – Garantir o fluxo de crédito para que as empresas continuem produzindo e gerando emprego é uma das prioridades do governo para enfrentar os efeitos da crise financeira internacional. Hoje (8), em discurso no almoço de confraternização com os oficiais-generais das Forças Armadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que o governo irá “fazer com que as empresas que geram emprego tenham crédito necessário para que a gente possa vencer essa batalha”.

Lula também fez uma previsão para o fim da crise que atinge a economia mundial. De acordo com o presidente da República, a partir de 2010 a crise “será coisa do passado”.

“Estou convencido que a partir de 2010 esta crise será coisa do passado aqui e em outros países”. Segundo ele, o governo tem feito todo o esforço e tomado as medidas necessárias para evitar que a crise tenha aqui o mesmo efeito sentido em países como Estados Unidos e Japão.

Lula também aproveitou a presença dos oficiais-generais, dos comandantes das três forças e do ministro da Defesa, Nelson Jobim, para anunciar que o Plano Estratégico de Defesa Nacional será apresentado ao Conselho de Defesa Nacional na próxima quinta-feira (11).

Lula destacou, ainda, o trabalho das Forças Armadas em Santa Catarina, quando teve papel fundamental nas operações de socorro às vítimas e no transporte e distribuição de alimentos para os desabrigados.

“Posso dizer a vocês como presidente da República, mas poderia dizer como simples brasileiro que as Forças Armadas brasileiras viraram motivo de orgulho pela brilhante atuação que tiveram salvando vidas, levando comida, roupas, remédios”, disse.

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PUBLISHED BY ‘AGÊNCIA BRASIL’

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GOVERNO DE SÃO PAULO LANÇA AGÊNCIA PARA ATRAIR INVESTIMENTOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 9, 2008

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008, 17:07

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

O governo do Estado de São Paulo lançou nesta segunda-feira a Investe São Paulo (Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade), com o objetivo de atrair novos investimentos, expandir empresas já instaladas no Estado e colaborar para o aumento da competitividade da economia paulista.

“Hoje não há a sistematização dos projetos entregues pelos prefeitos. Não há organização para tratar das questões tributárias de financiamento, de infra-estrutrura, que normalmente, os investimentos grandes exigem. A Investe São Paulo vai racionalizar essas ações em parceria com a iniciativa privada”, destacou o governador José Serra.

A agência vai herdar da Secretaria de Desenvolvimento do Estado de São Paulo uma carteira de R$ 10 bilhões distribuídos em 40 projetos de investimentos de diversos setores da economia. Segundo o governo, a idéia é que a estruturação possa dobrar esse número.

A Investe São Paulo será presidida pelo economista Cláudio Vaz, 61 anos, e contará com até três diretores e um conselho deliberativo composto por secretários de Estado e representantes de entidades empresariais.

“A Investe São Paulo nasce em um momento da economia mundial em que é imprescindível potencializar e promover a competitividade do Estado de São Paulo de forma planejada. Somente com ações neste sentido poderemos enfrentar a atual crise financeira e manter o desenvolvimento sustentável do nosso Estado com benefícios para a população paulista”, afirmou o vice-governador e Secretário de Desenvolvimento Alberto Goldman.

A agência também vai auxiliar os municípios paulistas no atendimento ao investidor e estabelecer intercâmbios com outros organismos semelhantes, nacionais ou internacionais.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

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SINDICATO DOS METALÚRGICOS DO ABC NÃO ACEITARÁ DEMISSÕES POR CONTA DA CRISE FINANCEIRA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 8, 2008

Segunda-feira, 8 de dezembro de 2008, 15:55

por Carolina Lopes – Diário OnLine

PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Sérgio Nobre, afirmou nesta segunda-feira, durante entrevista coletiva em São Bernardo, que o forte crescimento do setor automobilístico nos últimos anos não permite que as montadoras promovam demissões sob a justificativa da crise financeira internacional.

“Desde 2003, tem havido um ”boom” na produção da indústria automobilística no País [que, segundo dados do sindicato, passou de 1,83 milhão de unidades em 2003 para 3,27 milhões este ano]. Por isso, acreditamos que não há sentido fazer demissões nesse momento. Nós temos mecanismos para atravessar 2009 inteiro sem que haja demissões, mas isso se as empresas tiverem responsabilidade social. A montadora que demitir sem buscar alternativas vai comprar briga conosco”, afirmou Nobre.

Mesmo se a crise se agravar no Brasil e as empresas começarem a registrar queda na produção, Nobre explicou que outras medidas poderão ser adotadas para preservar o emprego dos trabalhadores.

“As montadoras podem dar férias normais ou coletivas, podem suspender o contrato de trabalho temporariamente para realizar treinamentos com os funcionários, podem liberar banco de horas e, ainda, reduzir a jornada de trabalho. Mas aqui, infelizmente, antes de as empresas usarem esses mecanismos, elas já começam a falar em demissões”, reclamou.

Para ele, quem promover cortes agora pode perder competitividade. “Isso porque existe a possibilidade de a crise não se confirmar no País. Assim, as empresas que demitirem terão de contratar novos funcionários e treiná-los. Como o setor é extremamente competitivo, nesse intervalo elas poderão perder mercado”, disse.

Impactos – De acordo com o presidente do Sindicato, os três primeiros meses do ano são um período, sazonalmente, mais fraco em relação à produção das indústrias automotivas. Por esse motivo, apenas no final do primeiro trimestre de 2009 é que o setor terá uma visão clara dos impactos da crise.

“Qualquer coisa que se fale agora sobre a crise é especulação, profecia. Apenas no final do primeiro trimestre é que ficará claro qual o real impacto dela no setor. Em um ambiente de crise, esse período será de incertezas e dificuldades, mas temos de trabalhar com racionalidade”, afirmou.

Menos afetada – Segundo a entidade, o nível de emprego na indústria automobilística em São Bernardo cresceu 4,5% entre 2003 e 2008, enquanto em todo o País o incremento foi de 37,8%. Com base nesses dados, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC acredita que, caso ocorram demissões no ano que vem, a região será menos afetada.

“Houve um crescimento saudável do emprego em São Bernardo. Isso é bom porque, em momentos de crise, caso haja uma freada brusca no setor, o impacto não será tão forte na região quanto no interior de São Paulo e em outros Estados”, afirmou Nobre.

De acordo com o presidente da entidade, a média histórica de homologações das demissões realizadas pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC é de 450 por mês e, pelo menos por enquanto, não houve alteração nesse número por conta da crise.

“Cada um deve cumprir seu papel” – Sérgio Nobre afirmou que a falta de crédito foi o primeiro impacto da crise no setor automotivo, que depende de financiamentos para se manter. Por isso, ele ressaltou a importância das intervenções do governo para irrigar a economia e estimular o consumo.

“A situação está mais difícil para o consumidor. Antes, ele conseguia comprar um carro com uma entrada mínima e financiava o restante em 60 meses. Agora ele precisa dar 30% de entrada e só consegue parcelar em 36 vezes. Por isso, acredito que as intervenções têm de ser feitas. É preciso garantir crédito e animar o consumidor, pois se ele achar que tudo está perdido, tende a poupar e se retrair”, afirmou.

Entretanto, segundo ele, a ajuda não deve partir apenas do governo. “Não só a ajuda dos governos federal e de São Paulo, que já liberaram R$ 8 bilhões, será importante. Os empresários devem manter os investimentos e fazer promoções, enquanto os novos prefeitos da região devem continuar investindo em obras de infra-estrutura. O País tem tudo para sair bem dessa crise, mas apenas se cada um fizer o seu papel”, concluiu.

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PUBLISHED BY ‘DIÁRIO DO GRANDE ABC’ (Brasil)

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CONSTRUÇÃO DEVE MANTER NÍVEL DE EMPREGO ATÉ 1º TRI DE 2009, DIZ SINDICATO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on December 7, 2008

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008 – 15:37

FOLHA ONLINE

PUBLISHED BY ‘GAZETA DE JOINVILLE’ (SC – Brasil)

O volume de empregos no setor da construção civil deverá se manter próximo do ritmo atual pelo menos até o final do primeiro trimestre de 2009 graças às obras já contratadas antes do início da crise financeira internacional, informou nesta quarta-feira o SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo).

Até outubro, o estoque de pessoas empregadas no setor no Brasil atingiu 2,19 milhões, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho – uma alta de 18% sobre o mesmo mês do ano passado.

“As obras já iniciadas estão com um financiamento bem arranjado, então não vão parar e manterão os níveis elevados de empregos, perto da taxa atual, até o final do primeiro trimestre de 2009″, disse o diretor de economia do SindusCon-SP, Eduardo May Zaidan. “Minha empresa, por exemplo, começou agora uma nova obra e estou com dificuldades de contratar carpinteiros.”

Porém, Zaidan lembra que os meses de novembro e dezembro geralmente trazem uma redução no volume de empregos resultante de um efeito sazonal comum ao setor. “É por uma questão de sazonalidade, na série histórica só não ocorreram demissões neste período em apenas dois anos”, disse.

Devido a este tradicional corte de vagas no final do ano, Zaidan disse que apenas em março será possível quantificar o real impacto da crise financeira sobre o número de empregos gerados pelo setor.

A crise, explica a entidade, deverá trazer impacto em departamentos específicos das construtoras. “Os setores administrativos e de vendas deverão apresentar cortes porque haverá menor número de lançamentos”, disse Ana Maria Castelo, economista da FGV Projetos.

2009

O que acontecerá após o primeiro trimestre do próximo ano ainda não está claro para as empresas de construção civil, o que fez a entidade fazer duas previsões diferentes.

Em um primeiro cenário, onde o nível de investimento não cai abruptamente, o SindusCon-SP prevê que o setor apresentará crescimento de 4,7%, enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) do país cresceria 3,8%. No segundo cenário, mais pessimista devido a um maior número de projetos de investimentos cancelados, o PIB cresceria 2,8% e a construção civil, 3,5%.

A entidade aposta no cenário mais otimista. O que sustenta a crença é o ciclo mais longo dos investimentos no setor – ou seja, muitas decisões de investimentos tomados nos tempos de bonança influenciarão no desempenho de 2009 -, a garantia do governo federal de manter seus investimentos em infra-estrutura e a manutenção dos recursos de financiamento do setor, notadamente vindos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) e da poupança, no caso do imobiliário, e do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no caso da construção pesada.

Um crescimento menor em 2009, inclusive, chega a ser “comemorado” pelo setor. “Não haveria mão-de-obra e materiais suficientes para manter o ritmo de 2008 [que deverá fechar 10% maior que no ano anterior]“, disse Ana Maria. “É hora das empresas se reorganizarem e se prepararem melhor para a retomada do crescimento.”

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MINISTRO DIZ QUE BRASIL NÃO TERÁ RECESSÃO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008


29/11/2008 às 00:00:00 – Atualizado em 29/11/2008 às 00:22:31

PUBLISHED BY ‘PARANÁ ON LINE’(Brasil)

O ministro do BRAZIL'S PLANNING MINISTER PAULO BERNARDO (R) SPEAKS DURING A CONGRESSIONAL IN BRASILIA NOVEMBER 1, 2007Planejamento, Paulo Bernardo, afastou o risco de recessão no País por conta da crise na economia internacional. Durante um encontro com prefeitos eleitos de municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), realizado ontem, em Campo Largo, Bernardo afirmou ainda que o País deve crescer 4% em 2009.

“Temos feito um trabalho para traquilizar a economia. Enquanto países da Europa estão à beira da recessão, teremos crescimento”, afirmou Bernardo. O ministro ressaltou ainda que as operações de crédito, que segundo ele são vitais para a economia, devem normalizar e a taxa de juros deve diminuir.

O ministro, entretanto, admite que, considerando os impactos já evidentes da crise verificados em diversos setores da economia nacional, deverá haver um crescimento menor do que o esperado em 2008. Porém, para o próximo ano, Bernardo se mostra otimista.

“Ainda, se ficarmos olhando as coisas acontecerem, vamos crescer 2%. Mas vamos trabalhar para que alcancemos a meta de 4%”, diz. O otimismo do ministro se constitui também no campo da geração de empregos, que, segundo ele, deve fechar o ano com mais de 2 milhões de novas vagas.

Para Bernardo, os governos devem intensificar o contato e o apoio aos os empresários, o que poderia contribuir para tranqüilizar o mercado. O ministro, que também salientou a importância do relacionamento do governo federal com prefeitos para direcionar os recursos do PAC, informou que os recursos para investimentos em infra-estrutura para 2009 não sofrerão alterações.

Durante o almoço com os prefeitos, Bernardo ouviu relatos sobre a situação da infra-estrutura que, segundo eles, é fundamental para o desenvolvimento econômico das cidades. PAULO BERNARDO

O prefeito reeleito de Campo Largo, Edson Basso, confirmou que a economia do município deve registrar um crescimento, principalmente com o setor de cerâmicos.

Mesmo com parte significativa da produção do setor no município destinada à exportação, Basso acredita em resultados positivos para o próximo ano. “Esperamos um aumento da produção desse ano. Não sabemos, no entanto, o que vai acontecer em 2009, pois não sabemos a dimensão da crise”, comenta.

Os prefeitos também discutiram políticas de integração entre os municípios da RMC, bem como o quadro de sucessão para a presidência da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec).

Para o prefeito de Fazenda Rio Grande e atual presidente da Assomec, Antônio Wandscheer, os municípios da RMC deveriam discutir ações para contornar a crise de forma integrada. “Temos que trabalhar com o pequeno e o médio produtor. O problema é que não se discute uma gestão metropolitana”, diz.

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MINISTÉRIO DO TRABALHO FLAGRA TRABALHO ESCRAVO NO PARANÁ (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 30, 2008

30/11/2008 às 00:00:00 – Atualizado em 30/11/2008 às 16:56:12

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MTE

Brasília – O Grupo Especial de Fiscalização Móvel do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou 39 trabalhadores em situação análoga a de escravo na atividade de reflorestamento nas regiões de Irati e Telêmaco Borba, municípios do centro-sul e Campos Gerais do Paraná, respectivamente. Outros 61 não estavam em situação considerada análoga a de escravo, mas foram terceirizados de forma irregular e, posteriormente, os empregadores procederam com os registros de acordo com a legislação.

No total, foram lavrados 108 autos de infração, 100 registros em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e pagas rescisões que somam cerca de R$ 170 mil. Toda ação – que teve inicio em 18 de novembro e terminou na última sexta-feira – foi acompanhada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT).

O Grupo Móvel flagrou inicialmente seis trabalhadores que trabalhavam na mineração de diamante, no leito do Rio Tibagi, no município de Telêmaco Borba. Havia várias irregularidades nas questões referentes à saúde e segurança do trabalho, como a submissão de mergulhador a condição de grave risco, pois utilizava uma mangueira de botijão de gás de cozinha para alimentar o mergulhador com o oxigênio.

Além disso, eles moravam na própria balsa e não havia local apropriado para refeição, nem instalações sanitárias e as instalações elétricas não atendiam à norma legal. Houve interdição de máquinas e equipamentos, como vasos de pressão, o que levou à suspensão do trabalho na balsa. O proprietário da empresa, que registrou a CTPS dos trabalhadores, está em processo de adequação às normas de segurança e saúde no trabalho estabelecidas pelo Grupo Móvel.

Em Irati, no centro-sul do Estado, a situação era mais grave, pois em três – das quatro empresas fiscalizadas no reflorestamento de pinus – foram encontradas situações de trabalho análogo ao de escravo. Na primeira delas, a fiscalização alcançou 54 trabalhadores, sendo sete em situação degradante, alojados em dois barracos de madeira sem água potável, luz, instalação sanitária, equipamento de proteção individual ou local apropriado para comer e dormir. Eles tomavam banho no córrego a quinze minutos de carro, local onde também pegavam água para beber.

“Todos tinham carteira assinada, mas a forma com que foram contratados caracterizava uma terceirização ilegal, por meio da figura do empreiteiro, que mascara o verdadeiro empregador e precariza a relação de trabalho”, disse o auditor fiscal do trabalho responsável pela ação, Guilherme José de Araújo Moreira. Ainda de acordo com ele, os sete trabalhadores em situação degradante foram retirados do local e receberam todos os direitos, inclusive rescisórios e retroativos. “O trabalho nas frentes de serviço continuará assim que o empregador se adeqüe às normas de segurança e saúde”, completa.

Situação semelhante foi detectada na atividade de reflorestamento na segunda empresa, onde 22 trabalhadores também foram encontrados em situação degradante na frente de trabalho, além de existir de forma evidente a figura do “gato” na contratação deles. “Um trabalhador foi flagrado aplicando agrotóxico com a mesma roupa que usava cotidianamente, ou seja, sem Equipamento de Proteção Individual”, destaca.

A ação motivou a retirada dos 22 trabalhadores com suas respectivas CTPS assinadas com data de admissão retroativa e com todos os direitos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). As verbas rescisórias foram pagas e houve a emissão de seguro-desemprego. Por dois dias houve interdição de máquinas e equipamentos, mas depois a empresa cumpriu as normas e houve o levantamento da interdição.

Na terceira empresa foram encontrados oito trabalhadores no reflorestamento e, embora não tenha sido considerado trabalho análogo ao de escravo, também havia a terceirização ilegal. Ao final, a empresa registrou os empregados com data retroativa, cumprindo as exigências da fiscalização. (MTE)

Denúncia foi anônima

Brasília – A decisão por fiscalizar a quarta empresa foi tomada após uma denúncia anônima. Ali, dez trabalhadores sem registro em carteira estavam sujeitos a todo tipo de desrespeito. “Retiramos 10 trabalhadores, que moravam em barracos de madeira, sendo um deles, chamado de gaiota (barraco de ripas de madeira e lona), na carroceria de um caminhão velho, e outro localizado ao lado de um curral, cheio de buracos, com fogareiro dentro dele”, descreve.

Nos dois últimos dias da ação, o Grupo Móvel flagrou uma situação de trabalho degradante envolvendo crianças no corte de cebola, na Vila de Caratuva, zona rural do município de Irati. “Dentre 40 trabalhadores, havia 12 menores laborando. A despeito das evasivas dos trabalhadores e menores, inclusive do proprietário, a equipe se ateve a evitar que as crianças continuassem laborando. Nenhuma criança usava equipamento de segurança e ainda utilizavam faca para cortar a cebola, uma das piores formas de trabalho, segundo legislação”, conta o coordenador da ação.

Havia, inclusive, uma criança de três e outra de cinco anos. “Nós levamos ao povoado três integrantes do Conselho Tutelar para que todos os esforços fossem efetuados objetivando que suas famílias não permitam que as crianças trabalhem. Iniciou-se, portanto, um trabalho visando à inclusão educacional das crianças e cadastramento em programas do governo”, disse, completando: “Aquela região é um foco de trabalho infantil, apesar do esforço do Ministério Publico do Trabalho na região. É como um câncer”, finaliza o auditor. (MTE)

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TRABALHADORES DE PADARIAS CONQUISTAM 9,5% DE REAJUSTE SALARIAL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação de Piracicaba e Região fechou PADEIROSacordo nesta semana que garante 9,5% de reajuste salarial aos trabalhadores de padarias, contra uma inflação no período de 7,26%. O acordo foi assinado em São Paulo, informa o presidente do sindicato, Fânio Luis Gomes, e beneficia cerca de 1.000 trabalhadores em Piracicaba e região que pertencem à base da entidade.

Com o reajuste, o piso salarial no setor, a partir de 1º de novembro, passa a R$ 684. O acordo garante, ainda, Participação nos Lucros e Resultados, sendo de R$ 132 para empresas com até dez funcionários; R$ 197 nas que contam de 11 a 40 funcionários em seu quadro, e de R$ 247 nas que possuem mais de 41. A PLR será paga em duas parcelas, em março e setembro do próximo ano.

De acordo com Fânio, um avanço obtido no acordo deste ano se refere ao adicional noturno, que pela legislação é das 22h às 5h do dia seguinte. No entanto, foi estabelecido que o trabalhador que entrar às 22h para trabalhar e no dia seguinte tiver seu turno de trabalho estendido, além das 5h, terá todas as horas trabalhadas a mais com adicional noturno, que no setor é de 30%.

O presidente do sindicato diz que o acordo ainda não é o ideal, mas que teve avanços significativos, garantindo aumento real de aproximadamente 2%. “Em período de inflação baixa, 2% de aumento é algo bastante significativo”, completa.

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PUBLISHED BY ‘JORNAL DE PIRACICABA’ (Brasil)

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SANEAMENTO: COPASA PRESTARÁ SERVIÇOS A PATOS DE MINAS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

24/11 – 11:37

Redação – InvestNews

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou hoje que recebeu autorização para prestar serviços de esgotamento sanitário, por no mínimo 30 anos, e renovar o abastecimento de água no município de Patos de Minas.

De acordo com a empresa, a assinatura do contrato está prevista para final de dezembro deste ano, com início de operação do sistema em janeiro de 2009.

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PUBLISHED BY ‘INVESTNEWS’ (Brasil)

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ASSEMBLÉIA DO PARANÁ TEM 15 DIAS PARA VOTAR PACOTÃO – Reforma tributária estadual e outros projetos terão de ser votados às pressas para vigorar em 2010 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Publicado em 24/11/2008

por Kátia Chagas

Os deputados estaduais do Paraná terão apenas 15 dias de sessão para votar um pacote de ROBERTO REQUIÃOprojetos que precisa ser aprovado neste ano para vigorar em 2010. Com exceção do Orçamento do Estado e da mensagem que fixa as regras do Imposto Sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que normalmente entram em discussão às vésperas do recesso parlamentar, outros temas delicados que poderiam ser debatidos com mais tempo terão que ser votados às pressas.

Os principais projetos que aguardam votação são de autoria do governo do estado e só foram enviados ao Legislativo depois das eleições municipais de outubro.

O primeiro – e o mais polêmico – foi encaminhado no dia 8 de outubro. O governo do Paraná propõe uma reforma tributária, com a redução de 18% para 12% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre 95 mil bens de consumo popular em operações internas.

Em contrapartida, para não perder arrecadação, o governo quer aumentar em dois pontos porcentuais a alíquota do imposto sobre gasolina, energia elétrica, telefonia, bebidas e cigarro.

Pela importância do assunto, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) decidiu promover audiências públicas com representantes da indústria e do comércio antes de votar o projeto em ALEXANDRE CURIplenário. Na última sexta-feira, os deputados foram a Londrina e Maringá.

Em outros municípios como Cascavel, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Ponta Grossa também já foram feitas audiências, mas como existem posições divergentes sobre a mudança na carga tributária, não será um projeto simples de ser votado. Vários deputados já adiantaram que vão apresentar emendas modificando o texto original, o que deve tornar a tramitação mais lenta.

O governo do estado também deixou para a última hora outros quatro projetos que foram enviados na semana passada ao Legislativo e nem começaram a ser discutidos. Dois deles já despertam posicionamentos contrários e dúvidas: a criação de um salário mínimo de R$ 1.392 aos professores estaduais e um projeto misterioso que concede anistia aos servidores públicos ou empregados da administração pública que teriam sido demitidos irregularmente entre os anos de 1983 e 1988, durante o governo José Richa.

A APP-Sindicato dos professores já se manifestou contra a criação do salário mínimo e defende que o governador retire a assinatura da Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para derrubar LUIZ CLÁUDIO ROMANELLIo piso nacional de R$ 950 para a categoria fixado pelo governo federal. O sindicato da categoria considera a proposta do piso nacional melhor que o projeto de Requião porque o valor fixado incide sobre os salários de todos os professores em caso de reajuste, ao contrário da proposta do governador.

Outro projeto inusitado é a anistia a funcionários públicos. O texto é truncado e prevê que supostos funcionários que teriam sido perseguidos politicamente no governo Requião retornem aos seus cargos na administração pública.

A oposição ao governo tentou aprovar um requerimento pedindo informações sobre os beneficiados com a proposta, mas foi derrotada pela bancada governista.

Afogadilho

Apesar da complexidade dos assuntos e do tempo escasso para votação, os deputados negam que as votações ocorram no afogadilho. O recesso parlamentar começa no dia 22 de dezembro, mas como cai numa segunda-feira, o final dos trabalhos deve ser antecipado para o dia 18.

O primeiro-secretário da Assembléia, Alexandre Curi (PMDB), disse que a Mesa Executiva diminuiu o recesso parlamentar justamente para evitar que projetos sejam votados às escuras. “Mas mesmo assim, se houver necessidade, serão realizadas várias sessões extraordinárias, que não NELSON JUSTUSsão pagas, para limpar a pauta”, garantiu.

O líder do governo na Assembléia Legislativa, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), considera o prazo de um mês suficiente para discutir tudo e aprovar as mensagens do governo, especialmente a reforma tributária.

Ninguém tem informações, no entanto, sobre o projeto que obriga a Assembléia Legislativa a divulgar a lista dos funcionários e os gastos dos deputados. O presidente da Casa, Nelson Justus (DEM), assumiu o compromisso de aprovar a proposta para dar maior transparência ao Legislativo logo após as denúncias sobre o “esquema gafanhoto”, investigação do Ministério Público Federal de funcionários fantasmas entre 2001 a 2005. Justus prometeu colocar em prática a mudança antes do final do mandato, que termina em fevereiro de 2009, mas até agora o projeto ainda não foi apresentado.

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PUBLISHED BY ‘GAZETA DO POVO’ (Brasil)

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CENTRO ESPÍRITA DE ABADIÂNIA ATRAI TURISTAS E MUDA A ECONOMIA LOCAL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 24, 2008

Publicação: 23/11/2008 12:20

por Vicente Nunes – Correio Braziliense

Abadiânia — Diz o ditado que a fé move montanhas. Em Abadiânia, Abadiorque ou Abadingland — como JOÃO DE DEUS - CENTRO DOM INÁCIOé chamado o município goiano, de 12,8 mil habitantes —, a fé move euros e dólares. A cada semana, pelo menos 1,2 mil estrangeiros desembarcam na cidade em direção à Casa de Dom Inácio, um centro espírita comandado por João de Deus, cuja fama de curar todos os tipos de doença se espalhou pelo mundo. Em média, os visitantes, muitos desenganados pela medicina convencional e dispostos a pagar qualquer preço pela vida, permanecem na cidade de duas a três semanas, tempo exigido para o tratamento espiritual. Nesse período, gastam entre US$ 4 mil e US$ 5 mil com hospedagem, alimentação e outras despesas do dia-a-dia. Dinheiro que fez surgir um pólo comercial bastante ativo.

“Duvido que haja algum ponto mais promissor nas redondezas”, diz Hamilton Pereira, que se divide entre o cargo de secretário de Finanças de Abadiânia e administrador-geral da Casa de Dom Inácio. “Com tantos turistas na cidade, brasileiros e estrangeiros, houve uma mudança profunda na estrutura econômica do município. Empresas que operavam de forma irregular corrigiram sua atuação. Pessoas que estavam trabalhando na informalidade passaram a ter carteira assinada. Terrenos e casas que não pagavam impostos foram registradas”, afirma. O resultado disso, ressalta, foi um aumento expressivo na arrecadação de tributos. De 2004 para cá, os impostos municipais quase triplicaram, passando de R$ 559,8 mil ao ano para R$ 1,4 milhão (estimativa para 2008). “Posso garantir que a estrutura que gira hoje em torno da Casa de Dom Inácio responde por mais de 30% das receitas tributárias”, frisa.

A indústria do turismo religioso de Abadiânia é composta por 42 hotéis e pousadas e pelo menos 20 lanchonetes e restaurantes. Só a empresária Elizabeth Camargo, 48 anos, que chegou à cidade há 15 anos “com um tumor no cérebro e condenada a um mês de vida”, é dona de três hospedarias, com 123 quartos e 380 leitos. “Atendo turistas de todas as partes do Brasil e de 28 países”, conta. Para manter essa estrutura funcionando, dispõem de 34 empregados. “Temos reservas garantidas para boa parte de 2009. Chegamos a receber grupos de mais de 30 pessoas, como o da Romênia, que chegou nesta semana”, diz. Na média, sua clientela gasta R$ 1,3 mil por duas semanas com hospedagem, incluindo o café da manhã e o almoço. “Funcionamos como postos de saúde. Os hotéis e pousadas servem como pontos de tratamento”, enfatiza. “Até a alimentação que servimos é controlada pela Casa de Dom Inácio”, emenda. Está proibido o consumo de carne de porco, de pimenta e de álcool.

O grosso dos hotéis e pousadas está distribuído pelo Bairro Lindo Horizonte — ou Pretty Horizon para os estrangeiros, que circulam por ele vestidos de branco, como manda João de Deus. Na verdade, o bairro é um pedaço isolado de Abadiânia, separado do restante da cidade pela BR-060, que liga Brasília a Goiânia. O ponto mais movimentado é a Avenida Francisca Teixeira Damas, que, além de hotéis e restaurantes, abriga lojas de roupas, jóias, artesanatos e de produtos de beleza, além de agências de viagem, casas de câmbio, escolas de línguas e, claro, salões de beleza com tratamentos terapêuticos com cristais. “Abri a minha agência de viagens, a To Lead, há dois anos e não tenho do que reclamar”, afirma Thiago Garcia, 29.

Com dois empregados, está há meses a procura de mais um funcionário. O futuro ocupante precisa, no mínimo, falar inglês e espanhol fluentemente. “Com tantos estrangeiros como clientes, não posso me dar ao luxo de empregar qualquer pessoa”, destaca, lembrando que os atuais funcionários estudam, por conta da agência, alemão e francês.

Quem está tirando proveito dessa deficiência é o universitário Daniel Prates, 29. Estudante de letras, montou uma escola na qual ensina português para os estrangeiros e inglês para os brasileiros que querem tirar uma casquinha da lucrativa indústria aglomerada em torno da Casa de Dom Inácio. “Eu mesmo não estudei inglês. Aprendi tudo o que sei com os turistas que vêm para cá. Hoje, falo fluentemente”, conta.

Fiéis inflam preços dos imóveis

Apesar de pregar a simplicidade e o desapego a bens materiais, a Casa de Dom Inácio há muito tempo deixou de ser um lugar dominado por pobres romeiros, que viajavam de ônibus sem nenhum conforto por dias e dias. Parcela importante dos fiéis que hoje freqüentam o centro espírita comandado por João de Deus é de estrangeiros abastados, vários deles fincando residência no pequeno município goiano. Esse desejo de viver “no paraíso”, como define Dina Williams, que, há dois anos, deixou a cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, fez com que os preços dos imóveis no bairro Lindo Horizonte, ou Pretty Horizon, disparassem. Um terreno de 360 metros quadrados não sai por menos de R$ 60 mil contra R$ 15 mil do lado mais brasileiro da cidade.

A nova-iorquina Denise Cooper, 49 anos, optou, por enquanto, pelo aluguel. A residência fixa em Abadiânia depende de um visto de permanência, que ela ainda não conseguiu, mesmo trabalhando como enfermeira na Casa de Dom Inácio. O grande número de pedidos de vistos tendo como destino a cidade goiana despertou, por sinal, a atenção dos órgãos de segurança de vários países, como a CIA, a Central de Inteligência dos EUA, e da Polícia Federal do Brasil. Agentes têm ido constantemente ao município em busca de explicação para tanto interesse por um lugar que “nem aparece no mapa”, conforme frisa um policial.

A guia turística Tânia Cates, 49, que mora há mais de 20 nos Estados Unidos, discorda do “desconhecimento” de Abadiânia. “É cada vez maior o número de pessoas fora do Brasil que acreditam no poder de cura de João de Deus”, diz. Ela conta que faz entre três e quatro viagens por ano para a cidade, sempre com grupos superiores a 20 pessoas. “Desta vez, estou acompanhando um grupo de Idaho, dos EUA”, acrescenta. Faz parte da comitiva Virgínia Rebata, 54, ex-vice-presidente mundial da rede de Hotéis Marriott. Ela veio se tratar de uma elefantíase nas pernas. “Voltarei para casa curada”, acredita.

A riqueza trazida pelos turistas não anima o motoboy Virgílio Francisco do Nascimento Neto, 25. “A prefeitura aumentou a arrecadação de impostos, mas os serviços públicos continuam terríveis”, afirma. Que o diga a agricultora Divina Gonçalves da Cruz, 41, cuja a avó Amara, de 70 anos, foi obrigada a se tratar de uma diarréia no hospital público de Anápolis porque as unidades de saúde de Abadiânia sequer tinham soro para hidratar a senhora. Além disso, as escolas públicas estão dominadas pela violência. (VN)

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DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA COMEMORA POLÍTICAS PARA A IGUALDADE RACIAL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

No dia 20 de novembro comemora-se o Dia da Consciência Negra e a série “Promovendo a Igualdade”, que está sendo publicada durante todo o mês, trata hoje da importância desta data que lembra o dia do assassinato do líder Zumbi, do Quilombo dos Palmares, e permite também a reflexão sobre as reconhecidas desigualdades sociais existentes entre brancos e negros.

O analfabetismo entre jovens negros, por exemplo, é quase duas vezes maior do que entre brancos e a renda domiciliar per capita dos brancos equivale ao dobro da renda per capita dos negros, aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) de 2007, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Diante deste diagnóstico, o governo federal tem investido em políticas de promoção da igualdade. A O MINISTRO DA SEPPIR, EDSON SANTOScriação da Secretaria Especial da Promoção da Igualdade Racial (Seppir) abriu espaço para a efetiva integração de projetos e ações em todo o conjunto de governo e possibilitou a criação de programas, como a Agenda Social Quilombola, que atende quase duas mil comunidades remanescentes de quilombos, e a instituição da Política Nacional de Saúde da População Negra, com a implementação do Programa Nacional de Atenção Integral às Pessoas com Doença Falciforme.

ProUni – Iniciativas como a concessão de bolsas de estudo do ProUni e a política de cotas estão formando novas gerações de trabalhadores. E a implantação do ensino de História e Cultura da África e das populações negras brasileiras nas escolas de todo o País será outro avanço.

“Com cada um fazendo sua parte, já enxergamos, em dias futuros um país livre do racismo e da discriminação racial, em que a qualidade de vida e as oportunidades sejam iguais para qualquer brasileiro”, afirma o ministro da Seppir, Edson Santos.

E alguns avanços já foram detectados. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir dos dados da Pnad, mostra que, embora brancos recebam o dobro dos negros, as diferenças de renda caíram 14% desde 2001. Entre os fatores que explicam a redução está a melhoria generalizada da distribuição de renda na sociedade brasileira, que respondeu por 72% da queda e os outros 28% se devem à ascensão social de parte das famílias negras ocorrida no período.

Ainda segundo o Ipea, a distância educacional entre ambos os grupos encurtou em um período de dez anos: em 2007, temos aproximadamente três vezes mais negros freqüentando o ensino médio do que em 1997; no ensino superior, em 1997, a freqüência era cerca de cinco vezes maior entre os brancos; em 2007, a freqüência passou para cerca de três vezes maior entre os brancos.

Comemorações – No Rio de Janeiro, o Dia da Consciência Negra será comemorado com a instalação de um monumento em homenagem a João Cândido, o “Almirante Negro”, que liderou a Revolta da Chibata de 1910. Em São Paulo, o Fórum Estadual de Entidades Negras promove a Marcha da Consciência Negra. Já em Salvador, ocorre a 29ª Marcha Zumbi dos Palmares.

Personalidades



Zumbi dos Palmares
– Zumbi foi líder do quilombo dos Palmares (AL), importante foco de resistência da população negra escravizada que lutava por sua liberdade. Morto em 20 de novembro de 1695, teve seu corpo exibido em praça pública para semear o medo entre os escravos e impedir novas revoltas e fugas. Mas o efeito foi oposto, despertando a consciência de que era preciso lutar contra a escravidão, como Zumbi ousou fazer. O dia 20 de novembro já é feriado em muitas cidades brasileiras por conta de leis municipais e estaduais. Um projeto de lei para torná-lo feriado nacional tramita no Congresso Nacional.

João Cândido – Entrou para a Marinha aos 13 anos. Em 1910, ao ver um marinheiro ser castigado com chibatadas, liderou uma revolta que lhe rendeu o apelido de Almirante Negro. Conseguiu que o governo federal se comprometesse a abolir os castigos aos marinheiros, mas nem por isso deixou de ser punido. Foi expulso da Marinha, chegou a ser internado em um hospício e trabalhou até o fim da vida, aos 89 anos, na Praça XV, descarregando peixes de navios.  Na estátua que será descerrada no evento do dia 20 foi criada pelo artista plástico Walter Brito. Nela o Almirante Negro segura o leme em uma das mãos. A outra, aponta para o mar. A estátua estava provisoriamente instalada nos jardins do Museu da República (RJ) e foi deslocada na semana passada para a Praça XV.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 730 – Brasília

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FÓRUM DEBATE PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NAS COOPERATIVAS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

Existem seis milhões de filiados ao cooperativismo no País, sendo 25% representados por mulheres. Nos cargos de direção, apenas 12% são ocupados por mulheres. Para avaliar o nível de participação dos gêneros masculino e feminino no sistema cooperativista, o Brasil realiza, pela primeira vez,o Fórum Nacional de Gênero, Cooperativismo e Associativismo, até sexta-feira (21), no ParlaMundi da LBV, em Brasília. Além de abordar o equilíbrio da atuação dos gêneros, o evento trata de assuntos como os desafios do mundo contemporâneo para o setor, o sistema cooperativista do Mercosul e experiências bem-sucedidas de cooperativas e associações.

Outro objetivo do fórum é identificar avanços e desafios do Programa de Gênero e Cooperativismo: Integrando a Família (Coopergênero), criado há quatro anos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que já beneficiou mais de 25 mil mulheres, oferecendo capacitação técnica e administrativa para atuação na cadeia produtiva. Em quatro anos, foram realizadas atividades de sensibilização em 20 estados, como o Acre, Alagoas, Ceará, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul. Um caso de sucesso do programa foi o trabalho desenvolvido com a Cooperativa Agropecuária Alto Uruguai (Cotrimaio), no município de Três de Maio/RS, onde mais de 920 mulheres foram capacitadas em gestão da propriedade e cooperativismo.

Tendência – O incentivo à participação da mulher no sistema cooperativista é uma tendência mundial. Desde 1996, a Aliança Cooperativa Internacional (ACI), com sede em Genebra (Suíça), iniciou programa voltado ao aumento da participação feminina nas cooperativas, com o objetivo de ampliar a capacidade decisória da mulher e estimular novas lideranças.

A organização mantém um comitê permanente de igualdade de gênero que promove a paridade entre homens e mulheres e a integração no movimento cooperativo e social. A ACI representa mundialmente o cooperativismo, divulgando sua doutrina e preservando seus valores e direitos.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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VENDAS DE VAREJO SEGUEM EM ALTA E EMPREGO SE MANTÉM ESTÁVEL (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 20, 2008

19 de Novembro de 2008

A taxa de desocupação nas seis regiões metropolitanas pesquisadas ficou praticamente estável entre outubro (7,5%) e setembro (7,6%), e a queda foi de 1,2 ponto percentual em relação a outubro de 2007 (8,7%). A população desocupada (1,8 milhão) ficou estável em relação a setembro e caiu 11,8% na comparação com outubro de 2007. A taxa de desocupação de outubro é a segunda menor da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em março de 2002 (7,4% em dezembro de 2007).

Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, esses números demonstram a mesma tendência do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que a cada mês bate todos os recordes da geração de empregos, ultrapassando, somente este ano, a marca de dois milhões de novos postos formais abertos. “Isso mostra toda a força da economia brasileira somada à política econômica acertada do governo federal, que toma as medidas necessárias para evitar que a crise americana afete o mercado de trabalho brasileiro”, diz Lupi.

Comércio – Também segundo o IBGE, em setembro, o varejo alcançou mais um resultado positivo: na comparação com agosto, foram registrados aumentos de 1,2% no volume de vendas e de 1,3% na receita nominal de vendas. Foi o sétimo crescimento consecutivo na comparação mês a mês, com ajustamento sazonal. No ano, volume e receita de vendas acumulam aumentos de, respectivamente, 8,0% e 13,3%. Nas demais comparações, sem ajuste sazonal, o varejo teve taxas de variação de 9,4% para o volume de vendas, sobre setembro de 2007; 10,4% no acumulado janeiro-setembro sobre igual período de 2007; e de 10,3% no acumulado dos últimos 12 meses. Nas mesmas relações, a receita nominal de vendas apresentou acréscimos de 15,7%, 16,3% e 15,6%, respectivamente.

Para o volume de vendas, na série com ajuste sazonal, todas as dez atividades pesquisadas tiveram crescimento em setembro, na comparação com agosto.

Na relação setembro 08/setembro 07 (sem ajuste sazonal), todas as atividades do varejo também registraram aumento no volume de vendas, cujas taxas, por ordem de importância no resultado global, foram de 21,3% para móveis e eletrodomésticos; 13,5% para combustíveis e lubrificantes; 17,0% para outros artigos de uso pessoal e doméstico; 15,9% para artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos; 50,6% para equipamentos e material para escritório, informática e comunicação; 9,5% para tecidos, vestuário e calçados; 1,4% para hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo; e 12,9% para livros, jornais, revistas e papelaria.

Rendimento – Em outubro, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores (R$ 1.258,20) apresentou declínio de 1,3% na comparação mensal. Entretanto, em relação a outubro de 2007, o poder de compra do rendimento de trabalho dos ocupados teve alta de 4,5%.

No enfoque regional, em relação ao mês anterior, houve recuo no rendimento nas Regiões Metropolitanas de Recife (0,9%), Salvador (1,2%), Rio de Janeiro (1,4%) e São Paulo (2,1%). O rendimento apresentou alta apenas em Belo Horizonte (0,8%) e Porto Alegre (1,2%). Na comparação anual, o comportamento foi de elevação em cinco regiões metropolitanas: Salvador (11,1%), Belo Horizonte (7,4%), Rio de Janeiro (8,5%), São Paulo (2,0%) e Porto Alegre (2,9%). Foi registrada queda no rendimento em Recife (3,6%).

Analisando o rendimento segundo os grupamentos de atividade, na comparação mensal, obtiveram ganhos os trabalhadores da Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água, 1,9%, e Construção, 6,4%. O rendimento recuou no Comércio, reparação de veículos de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (0,9%), Serviços a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (5,6%).

Em relação a outubro de 2007, ocorreram variações positivas no rendimento dos grupamentos da Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (7,7%), Construção (7,4%), Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (3,5%), e Serviços domésticos (3,9%).

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
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COM EXPANSÃO DO PIB, ECONOMIA SUBTERRÂNEA CRESCE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

São Paulo – A expansão da economia formal não diminui o nível da informalidade, a chamada ´economia subterrânea’. Pelo contrário: até impulsiona. O dado consta da segunda edição do Índice de Economia Subterrânea, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), divulgado hoje. A economia não formalizada teve avanço de 4,7% entre dezembro de 2007 e junho de 2008, ante resultado do semestre passado. No mesmo semestre, o PIB avançou 6% (ante mesmo período de 2007).

O estudo do pesquisador Fernando de Holanda Barbosa Filho mostra que a expansão da economia formal absorve, sim, trabalhadores informais, o que não freia a economia subterrânea. Esta, por sua vez, se expande no encalço da aceleração do consumo dos novos trabalhadores formais.

O estudo derruba outro mito, que estima em 40% a participação da economia subterrânea no PIB. ´Nós ainda não temos como medir exatamente isso, mas 40% é um número absurdo, seríamos 40% mais ricos assim, o que não é real’.

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COM EXPANSÃO DO PIB, ECONOMIA SUBTERRÂNEA CRESCE (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Fortaleza, Ceará – Quarta-Feira – 19 de Novembro de 2008

São Paulo – A expansão da economia formal não diminui o nível da informalidade, a chamada “economia subterrânea”. Pelo contrário: até impulsiona. O dado consta da segunda edição do Índice de Economia Subterrânea, da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e do Etco (Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial), divulgado hoje. A economia não formalizada teve avanço de 4,7% entre dezembro de 2007 e junho de 2008, ante resultado do semestre passado. No mesmo semestre, o PIB avançou 6% (ante mesmo período de 2007).

O estudo do pesquisador Fernando de Holanda Barbosa Filho mostra que a expansão da economia formal absorve, sim, trabalhadores informais, o que não freia a economia subterrânea. Esta, por sua vez, se expande no encalço da aceleração do consumo dos novos trabalhadores formais.

O estudo derruba outro mito, que estima em 40% a participação da economia subterrânea no PIB. “Nós ainda não temos como medir exatamente isso, mas 40% é um número absurdo, seríamos 40% mais ricos assim, o que não é real”.

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CRISE NÃO AFETA EMPREGO, MAS RENDA TEM MAIOR QUEDA DESDE JANEIRO DE 2006 (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 19, 2008

Publicação: 19/11/2008 11:00

FolhaNews

O mercado de trabalho vem passando incólume em meio à crise e deverá fechar o ano com o melhor desempenho desde o início da série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) iniciada em março de 2002. De janeiro a outubro, a taxa de desemprego média é 8%, abaixo dos 9,6% verificados em igual período em 2007. Para o coordenador da PME, Cimar Azeredo, é bem provável que a taxa fique abaixo dos 9,3% constatados ao longo do ano passado.

“Historicamente, há mais contratações em novembro e dezembro. Foi o que aconteceu no ano passado, quando a taxa de desemprego caiu entre outubro e dezembro”, afirmou.

Ao mesmo tempo, a queda na renda do trabalhador foi a maior observada desde janeiro de 2006. Em outubro, o rendimento médio real foi de R$ 1.258,20, queda de 1,3% em relação ao mês anterior. Por outro lado, de janeiro a outubro, o trabalhador recebeu, em média, R$ 1.247,16, 3,3% acima dos R$ 1.207,04 observados em igual período no ano passado.

“A redução na renda em outubro está associada ao aumento de 0,55% da inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor). Pode ter havido também influência do maior número de pessoas entrando no mercado de trabalho. Pode ser um reflexo do início das contratações temporárias”, completou Azeredo.

A taxa de desemprego em outubro ficou em 7,5%, a segunda menor da série, conforme divulgou nesta quarta-feira (19/11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para Azeredo, o resultado mostra estabilidade no mercado de trabalho. Ele frisou que não houve redução estatisticamente significativa na passagem de setembro para outubro, com todas as regiões pesquisadas estáveis.

“O mercado de trabalho ainda não sentiu os reflexos da crise. Não há percepção de dispensas, e as contratações continuam acontecendo. Entre setembro e outubro, foram inseridas mais 176 mil pessoas no mercado de trabalho”, observou.

O nível de ocupação, que mede a população com mais de 10 anos de idade, também é recorde. De janeiro a outubro, 52,4% dessa população está empregada. Em igual período em 2007, esse índice era de 51,4%. Em outubro, o nível de ocupação chegou a 53,5%.

Entre as regiões pesquisadas, o IBGE constatou que a taxa de desemprego de 7,7% em São Paulo foi a menor da série, deixando para trás os 7,8% observados em dezembro de 2005. Azeredo avaliou que este resultado mostra que a estabilidade econômica vem se refletindo no mercado de trabalho. São Paulo representa 40% da população ocupada verificada pela PME.

“A construção do nível atual do mercado de trabalho vem se sustentando há tempos. Esse bom momento não surgiu do dia para a noite. Embora haja um processo de crise instalado no mundo, nossa economia está arrumada”, destacou Azeredo.

Fora Salvador, onde a taxa de desemprego caiu de 11,3% para 10,7%, não houve grandes variações nas outras regiões. A taxa ficou em 8,9% em Recife, 7% no Rio de Janeiro, 5,9% em Belo Horizonte e 5,6% em Porto Alegre.

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PUBLISHED BY ‘CORREIO BRAZILIENSE’ (DF – Brasil)

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BRAZIL’S ROBUST ECONOMY PROPELS QUEST TO BE GLOBAL PLAYER

Posted by Gilmour Poincaree on November 18, 2008

Published: Nov 11, 2008 05:54 PM Modified: Nov 11, 2008 05:54 PM

by Tyler Bridges, McClatchy Newspapers

BRASILIA, Brazil – For years, critics said that Brazil was long on potential and short on performance. EXAMINING BRAZIL'S EXTERNAL DEBTNot anymore. This massive country has become one of the world’s biggest democracies and an economic powerhouse.

Now Brazilian President Luiz Inacio Lula da Silva wants his nation to have a bigger role in world affairs. He’ll press his case when leaders from the major industrial and developing nations convene Saturday at the G-20 summit in Washington.

Before the meeting, Lula has called on wealthier nations to overhaul the global finance system and give a bigger say to developing countries such as Brazil.

“We need new, more inclusive governance, and Brazil is ready to face up to its responsibilities,” Lula said last Saturday at a meeting of finance ministers and central bank presidents in Sao Paulo. “It is time for a pact between governments to build a new financial architecture for the world.”

In the short term, Brazil wants the smaller G-7 group of industrialized countries to expand to include Brazil and other developing countries, said Amaury de Souza, a political analyst in Rio de Janeiro.

“We want a permanent G-14,” de Souza said, saying that Russia, China, Mexico and India should be among the additions.

Brazil also wants developing nations to have a greater voice at the International Monetary Fund, the World Bank and the United Nations.

“Global power structures were frozen in the aftermath of World War II,” de Souza added. “Excessive latitude of action was given to European countries.”

Only a few years ago, Brazil’s president wouldn’t have dared to demand a greater role. Hyperinflation, a roller-coaster economy and political instability plagued Brazil in the 1990s.

The country’s stock market plummeted after Lula was elected in 2002. Investors feared the longtime leftist leader, a former auto factory worker who hadn’t graduated from high school.

However, Lula has promoted business investment while putting more money into the hands of the poor. The economy has boomed for three years, propelling millions of Brazilians into the middle class.

With the world’s 10th biggest economy, Brazil has surpassed the United States as the biggest producer of iron ore and coffee. It’s become the world’s biggest exporter of beef, poultry, biofuels and orange juice concentrate, and is rapidly gaining in soybeans, corn and pork.

Brazil also has accumulated $200 billion in foreign reserves, almost as much as the rest of Latin America combined. That money will help cushion the global meltdown

Now, Brazil wants to be recognized for its fiscal track record and to avoid the risks that come with a global economic crisis.

“Brazil has new standing in the world,” said Rubens Barbosa, a private consultant in Brazil who’s served as the ambassador to the United States. “We think we can contribute more.”

Quietly, Brazil already has become the most powerful country in Latin America.

Brazilian companies are expanding Caracas’ subway system, constructing a massive hydroelectric dam in Ecuador and building a highway in Peru that will give Brazilian companies better access to Peru’s ports.

Brazil also has been flexing its diplomatic muscles throughout Latin America and the Caribbean. It leads the main United Nations peacekeeping mission in Haiti, where it has 1,200 soldiers.

Without fanfare, Lula has undercut the ambitions of Venezuelan President Hugo Chavez in South America, providing an important counterweight in the eyes of U.S. policymakers.

Lula has undermined Chavez’s dreams of building a 5,000-mile gas pipeline connecting Venezuela and Brazil and has stymied Chavez’s plan for the Bank of the South, meant to provide an alternative to the World Bank.

Now Brazil wants a reward for all its efforts.

“Brazilians view the current economic crisis as something of an opportunity,” said Jeffrey Cason, a political science professor and Brazil expert at Middlebury College in Vermont. “They think they can increase the interest of developed nations in giving them a seat at the table and place Brazil in a leadership position on behalf of poor countries.”

All rights reserved. This copyrighted material may not be published, broadcast or redistributed in any manner.

© 2008, McClatchy-Tribune Information Services

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PUBLISHED BY ‘THE NEWS & OBSERVER’ (USA

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PARÁ SERÁ NOVO ELDORADO PARA 500 MIL ATÉ 2012 – Fluxo migratório será atraído por investimentos de US$ 60 bilhões (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 16, 2008

Edição de 16/11/2008

Ana Célia Pinheiro – Da Redação

Nos próximos quatro anos, o Pará ganhará mais meio milhão de habitantes – pelo menos. É o Chefe da unidade do IBGE no Pará, Antonio José Biffiequivalente a uma cidade do tamanho de Ananindeua, o segundo maior município paraense. E um aumento que resulta das levas de migrantes atraídas pelos investimentos que aqui serão realizados até 2012. De acordo com um estudo do Programa de Desenvolvimento de Fornecedores (PDF) da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), o Estado receberá, nos próximos quatro anos, investimentos públicos e privados que somam quase US$ 60 bilhões. E isso deve transformar o Pará, definitivamente, no novo Eldorado de milhares de brasileiros.

A boa notícia é que ninguém acredita na repetição, hoje, dos dramas sociais gerados, no passado, pelos grandes projetos que se instalaram no Estado e atraíram, igualmente, grandes fluxos migratórios. Isso porque a sociedade, os prefeitos desses municípios e o próprio governo do Estado vêm cobrando a contrapartida social desses investimentos. Em outras palavras: querem recursos para saneamento básico, educação, saúde, segurança pública, os setores que costumam ser mais afetados pelo crescimento populacional desordenado.

A previsão desse incremento populacional de pouco mais de 5% é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É uma estimativa tímida, frente à magnitude desses quase US$ 60 bilhões: eles representam o maior volume de recursos já carreados para o Estado nas últimas duas décadas e o dobro do que foi aplicado em território paraense desde o ano de 2000.

CAUTELAS

A estimativa, aliás, não considera sequer o crescimento anual de 3% da população paraense – o que daria um incremento em torno de 15% até 2012 – ou cerca de 1 milhão de pessoas. ‘Temos que ter cuidado com essas previsões, porque a necessidade de mão-de-obra para esses projetos pode acabar sendo suprida por uma mobilização interna. Quer dizer, pelo deslocamento de trabalhadores entre as regiões do Estado’, observa o chefe da unidade do IBGE no Pará, Antonio José Biffi.

Segundo ele, o Pará já experimenta ambas as situações. De um lado, o incremento populacional decorrente da forte migração, especialmente para o sul e sudeste do estado. De outro, a movimentação interna da mão-de-obra, em dois sentidos: de trabalhadores qualificados para o sul e sudeste paraense, devido à oferta de empregos da atividade mineradora; e de trabalhadores interioranos, em busca de qualificação profissional, para a RMB.

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PUBLISHED BY ‘O LIBERAL’ (PA – Brasil)

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SUÍÇA PROPÕE AO BRASIL INTERCÂMBIO NA ÁREA TRABALHISTA

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12/11/2008

Brasília – Conhecer as políticas na área trabalhista e fortalecer o intercâmbio entre Brasil e Suíça. Este CARLOS LUPIforam os principais objetivos da reunião entre o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, e o embaixador da Suíça no Brasil, Wilhelm Meier, que aconteceu na tarde desta terça-feira, em Brasília.

Durante o encontro, uma das preocupações apresentadas pelo embaixador referia-se à atual crise econômica e financeira mundial. “Sabemos que todos estão passando pela mesma situação, mas gostaria de saber como o Brasil, e especialmente a pasta do Trabalho, está encarando a crise”, perguntou Meir, lembrando que o país segue firme na geração de empregos. Até setembro deste ano, o Brasil já tinha conquistado mais de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada, um recorde para o período.

“No tempo globalizado em que vivemos, ou o mundo se integra ou ele descobre que não há como captar isoladamente alegrias e tristezas”, lembrou o ministro Lupi ao enfatizar a importância de trocas de experiências entre as nações. Carlos Lupi reforçou ainda que o país está tomando as medidas econômicas cabíveis, inclusive com liberação de recursos para o setor produtivo; e lembrou que o Brasil é muito extenso territorialmente, o que faz que cada região possua particularidades em sua economia. “Isso amplia as nossas capacidades de enfrentamento da crise. Não iremos continuar crescendo como gostaríamos, mas também não haverá queda de empregos e, sim, uma pequena desaceleração”, afirmou Lupi.

Dentre os temas sugeridos pelo ministro do Trabalho e Emprego como primordiais para o intercâmbio entre as duas nações, estão a qualificação, a intermediação de mão-de-obra e a fiscalização dos ambientes de trabalho. Vale lembrar que na ocasião do encontro o ministro se prontificou a preparar um roteiro com as políticas públicas vigentes no âmbito do MTE para ser apresentado em reunião futura – que ocorrerá possivelmente na Suíça, visto que em maio do ano que vem acontecerá no país a Conferência de Genebra da Organização Internacional do Trabalho.

Assessoria de Imprensa do MTE

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MERCADO BUSCA 113 MIL TRABALHADORES TEMPORÁRIOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 13, 2008

12.11.2008

O aumento do consumo no fim de ano deve gerar 113 mil novos postos de trabalho no Brasil, segundo TRABALHO TEMPORÁRIOestudos coordenados pela Associação Brasileira de Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Assertem). Em crescimento há dois anos, o índice de contratações temporárias deverá crescer 8% em relação a 2007. A pesquisa estima ainda que 37% dos trabalhadores deverão ser efetivados após o fim do contrato temporário.

Os números da pesquisa reafirmam a previsão do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que, ao anunciar os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em outubro, disse que o mercado de trabalho no País vai continuar forte, mesmo com a crise internacional. “A crise americana não deve afetar as contratações, pois o Brasil apresenta uma economia com base muito sólida, crescendo em todos os setores e regiões, e por isso vai haver menor número de demissões em dezembro. Fato que não impedirá que a contratação temporária cresça e que o Brasil feche 2008 com mais de 2,1 milhões de novos postos formais de trabalho”, explica Lupi.

A facilidade de crédito, a abertura de novos pontos-de-venda e o crescimento do trabalho formal são alguns dos fatores que, na avaliação da Assertem, impulsionarão a contratação de temporários. As funções mais solicitadas são as de fiscal de loja, empacotador, atendente, estoquista, etiquetador, operador de Telemarketing, auxiliar de crédito e analista de crédito. O primeiro emprego representa 29% das vagas temporárias, uma vez que a faixa etária predominante fica entre 18 e 24 anos.

As estimativas para efetivação, após o término do contrato temporário, também são positivas. A pesquisa aponta que 42 mil brasileiros deverão ter a Carteira de Trabalho assinada após o período de festas de fim de ano, um acréscimo de 3%. O setor industrial é o que mais efetiva (49%), seguido do comércio (39,5%), serviços (41,5%), finanças (37,5%) e telecomunicações (43,5%).

Segundo dados da Assertem, existem no Brasil 1.506 empresas de trabalho temporário no Brasil, sendo a região Sudeste, com 55.35% do total nacional, somando 1.002 empresas, lidera as contratações temporárias. O Sul ocupa a segunda posição (20,34%), seguido do Nordeste (12,21%), Centro-Oeste (8,08%) e Norte (4,02%). Segundo números da Relação Anual de Informações Sociais de 2007 (Rais) divulgados na quinta-feira (7), 232.984 trabalhadores temporários com remuneração média de R$ 747,83 foram contratados no País.

Lei 6.019 – A Secretaria de Relações do Trabalho do MTE ressalta que o trabalho temporário é uma oportunidade para quem está desempregado, mas aconselha o candidato a cobrar seus direitos trabalhistas durante e após o período da contratação. A lei 6.019/74 define o trabalho temporário como aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou devido o acréscimo extraordinário de serviços.

O contrato de trabalho temporário é considerado modalidade de contrato a termo. Portanto, cabe saque do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) ao fim do contrato, mas não há multa rescisória, já que não é dispensa sem justa causa, a não ser que o contrato seja encerrado pela empresa antes do prazo definido.

O empregado é contratado pela empresa de trabalho temporário, de quem recebe suas parcelas contratuais, mas presta serviços a outra empresa. O trabalhador temporário deve ter seu contrato de trabalho anotado na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), onde estará registrada a condição de temporário.

Entre seus direitos está a remuneração equivalente à recebida pelos empregados da categoria da empresa tomadora, calculado à base horária, garantido o pagamento do salário mínimo; a jornada de oito horas; adicional de horas extraordinárias não excedentes de duas, com acréscimo de 50%, férias proporcionais de 1/12 por mês de serviço ou fração igual ou superior a 15 dias, exceto em caso de justa causa e pedido de demissão; repouso semanal remunerado; adicional por trabalho noturno; seguro contra acidente de trabalho e proteção previdenciária.

Empregador – Segundo a lei, a empresa que oferece trabalho temporário deve ter registro no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e firmar contrato por escrito com a empresa tomadora, constando o motivo da demanda de trabalho temporário, assim como as modalidades de remuneração da prestação de serviço, nível de experiência e todos os direitos conferidos por lei aos trabalhadores. O contrato entre as duas empresas é denominado Contrato de Prestação de Serviço Temporário e tem natureza civil. Qualquer alteração nesse contrato deve ser feita por termo aditivo.

Esse contrato não poderá exceder o período de três meses em relação ao mesmo empregado, mas pode ser prorrogado por mais três meses, segundo a Instrução Normativa 07/2007 do MTE. Para tal, a empresa tomadora ou cliente deverá protocolizar, no órgão regional do MTE, o requerimento de prorrogação do contrato de trabalho temporário, previsto em Portaria, devidamente preenchido, até 15 dias antes do término do contrato.
A Instrução Normativa Nº 8, de 2008, esclarece que a empresa de trabalho temporário somente poderá exercer suas atividades nas unidades da federação dos estabelecimentos relacionados no verso do certificado emitido pelo MTE. Ou seja, a empresa apenas poderá atuar nos estados em que possuir estabelecimentos registrados neste Ministério.

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MERCADO BUSCA 113 MIL TRABALHADORES TEMPORÁRIOS (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 11, 2008

Segunda-Feira, 10/11/2008, 18:34h

BRASÍLIA (DF) – O aumento do consumo, alavancado pelas festas de fim de ano, deve gerar 113 mil novos postos de trabalho no Brasil, segundo estudos coordenados pela Associação Brasileira de Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Assertem). Em crescimento há dois anos, o índice de contratações temporárias deverá crescer 8% em relação a 2007. A pesquisa estima ainda que 37% dos trabalhadores deverão ser efetivados após o fim do contrato temporário.

Os números da pesquisa reafirmam a previsão do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que, ao anunciar os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em outubro, disse que a empregabilidade no País vai continuar forte, mesmo com a crise internacional. “A crise americana não deve afetar as contratações, pois o Brasil apresenta uma economia com base muito sólida, crescendo em todos os setores e regiões, e por isso vai haver menor número de demissões em dezembro.Fato que não impedirá que a contratação temporária cresça e que o Brasil feche 2008 com mais de 2,1 milhões de novos postos formais de trabalho”, explica Lupi.

A facilidade de crédito, a abertura de novos pontos de venda e o crescimento do trabalho formal são alguns dos fatores que, na avaliação da Assertem, impulsionarão a contratação de temporários. As funções mais solicitadas são as de fiscal de loja, empacotador, atendente, estoquista, etiquetador, operador de Telemarketing, auxiliar de crédito e analista de crédito. O primeiro emprego representa 29% das vagas temporárias, uma vez que a faixa etária predominante fica entre 18 e 24 anos.

As estimativas para efetivação, após o término do contrato temporário, também são positivas. A pesquisa aponta que 42 mil brasileiros deverão ter a Carteira de Trabalho assinada após o período de festas de fim de ano, um acréscimo de 3%. O setor industrial é o que mais efetiva (49%), seguido do comércio (39,5%), serviços (41,5%), finanças (37,5%) e telecomunicações (43,5%).

Segundo dados da Assertem, existem no Brasil 1.506 empresas de trabalho temporário no Brasil, a maior parte delas no sudeste 1.002 e no Sul 278.

Por região – Com 55,35% do total nacional, a Região Sudeste lidera as contratações de trabalhadores temporários. A Região Sul ocupa a segunda posição (20,34%), seguido do Nordeste (12,21%), Centro-Oeste (8,08%) e Norte (4,02%).

Segundo números da Relação Anual de Informações Sociais de 2007 (Rais) divulgados pelo ministro Carlos Lupi nesta quinta-feira (07), 232.984 trabalhadores temporários com remuneração média de R$747,83 foram contratados no País.

A Secretaria de Relações do Trabalho do TEM alerta que o trabalho temporário é uma oportunidade para quem está desempregado, mas aconselha o candidato a cobrar seus direitos trabalhistas durante e após o período da contratação.

Lei 6.019 – A lei que rege o trabalho temporário é a de nº 6.019, de 1974. Ela define como aquele prestado por pessoa física a uma empresa, para atender à necessidade transitória de substituição de seu pessoal regular e permanente ou devido o acréscimo extraordinário de serviços.

O contrato de trabalho temporário é considerado modalidade de contrato a termo. Portanto, cabe saque do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) ao fim do contrato, mas não há multa rescisória, já que não é dispensa sem justa causa, a não ser que o contrato seja encerrado pela empresa antes do prazo definido.

Direitos do Trabalhador Temporário – O empregado é contratado pela empresa de trabalho temporário, de quem recebe suas parcelas contratuais, mas presta serviços a outra empresa. Caracterizando legalmente, uma típica intermediação de mão-de-obra é a única situação de terceirização lícita em que se permite a pessoalidade e a subordinação direta do trabalhador terceirizado perante o tomador de serviços.

O trabalhador temporário deve ter seu contrato de trabalho anotado na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), onde estará registrada a condição de temporário.

Entre seus direitos está a remuneração equivalente à recebida pelos empregados da categoria da empresa tomadora, calculado à base horária, garantido o pagamento do salário mínimo; a jornada de oito horas; adicional de horas extraordinárias não excedentes de duas, com acréscimo de 50%; férias proporcionais de 1/12 por mês de serviço ou fração igual ou superior a 15 dias, exceto em caso de justa causa e pedido de demissão; repouso semanal remunerado; adicional por trabalho noturno; seguro contra acidente de trabalho e proteção previdenciária.

Empregador – Segundo a lei, a empresa que oferece trabalho temporário deve ter registro no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e firmar contrato por escrito com a empresa tomadora, constando o motivo da demanda de trabalho temporário, assim como as modalidades de remuneração da prestação de serviço, nível de experiência e todos os direitos conferidos por lei aos trabalhadores. O contrato entre as duas empresas é denominado Contrato de Prestação de Serviço Temporário e tem natureza civil. Qualquer alteração nesse contrato deve ser feita por termo aditivo.

Esse contrato não poderá exceder o período de três meses em relação ao mesmo empregado, mas pode ser prorrogado por mais três meses, segundo a Instrução Normativa 07/2007 do MTE. Para tal, a empresa tomadora ou cliente deverá protocolizar, no órgão regional do MTE, o requerimento de prorrogação do contrato de trabalho temporário, previsto em Portaria, devidamente preenchido, até quinze dias antes do término do contrato.

A Instrução Normativa Nº 8, de 2008, esclarece que a empresa de trabalho temporário somente poderá exercer suas atividades nas unidades da federação dos estabelecimentos relacionados no verso do certificado emitido pelo MTE. Ou seja, a empresa somente poderá atuar nos Estados em que possuir estabelecimentos registrados neste Ministério. (Ascom/MTE)

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META DO PROGRAMA MARCO ZERO É BARRAR ESCRAVIDÃO NO CAMPO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 4, 2008

3 de Novembro de 2008

O Ministério do Trabalho e Emprego lançou nesta segunda-feira (3/11) um programa voltado especificamente para a intermediação e capacitação de mão-de-obra rural, com a parceria dos estados do Maranhão, Pará, Piauí e Mato Grosso. O objetivo do projeto Marco Zero é defender o direito do trabalho e eliminar totalmente a figura do aliciador ilegal, o chamado gato. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, uma economia forte, que gerou mais de dois milhões de empregos só nos primeiros nove meses do ano, não pode admitir que ainda exista o trabalhador explorado, que caminha quilômetros sob sol forte, sem água potável, sem alimentação e sem carteira assinada. “Não vamos permitir que essas coisas aconteçam mais em pleno século XXI”, disse o ministro na cerimônia de lançamento em Imperatriz (MA), que contou com a presença dos governadores que participam da ação, e da representante do Escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo.

Os primeiros estados escolhidos para iniciar a ação conjunta foram identificados como áreas de fluxo migratório, uso intensivo de mão-de-obra rural, aliciamento de pessoas para trabalho análogo ao de escravo e com forte presença de entidades não-governamentais que tratam dessa temática. Os municípios são também a origem ou residência de trabalhadores resgatados pelas ações de fiscalização. O MTE e os governos estaduais, por intermédio de suas Secretarias do Trabalho, promovem essa parceria para acabar com a ação dos aliciadores de mão-de-obra (o chamado “gato”) e garantir o cumprimento das leis trabalhistas.

O serviço de intermediação de trabalhadores já ocorre nos centros urbanos há mais de 30 anos, desenvolvido por meio das unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine), que são coordenadas e supervisionadas pelo MTE. As agências já implementadas ajudam não só a reduzir a taxa de desemprego, mas também contribuem para ultrapassar dois obstáculos freqüentes no mercado: a extinção de postos de trabalho não preenchidos e o acúmulo de funções. Em 2007, as agências ofertaram 2,06 milhões de vagas e mais de cinco milhões de pessoas se inscreveram.

No meio rural, o procedimento também será feito por meio dessas instituições, mas seguirá uma metodologia diferente devido às dificuldades de acesso às agências, por causa das grandes distâncias a serem percorridas. Nesse caso, será necessária a articulação entre o MTE e as entidades representativas de empregadores, sindicatos de trabalhadores e entidades de defesa dos direitos humanos para que haja um estímulo à oferta e procura de vagas.

Dessa forma, os empregadores deverão oferecer as vagas espontaneamente e os trabalhadores, por sua vez, terão de procurar as agências para se cadastrar no banco de dados. Os postos do Sine deverão fazer sua parte para incentivar a procura tanto dos empregadores quanto dos futuros contratados, seja por meio de anúncios, carro de som, parceria com sindicatos ou outras formas de comunicação. O projeto prevê ainda a possibilidade de gerentes e funcionários das unidades de atendimento se deslocarem a determinadas localidades para realizarem o cadastramento.

O encontro em Imperatriz serviu para que a assinatura do acordo visando desenvolver ações nos municípios de Paragominas (PA), Marabá (PA), Floriano (PI), Açailândia (MA), Bacabal (MA), Codó (MA), Sinop (MT) e Alta Floresta (MT).

Bolsa Família – Os ministérios do Trabalho e Emprego e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) firmaram, em dezembro de 2005, acordo de cooperação que prevê o acesso ao Bolsa Família para trabalhadores resgatados do trabalho análogo ao escravo. Em 2007, mais de 1,4 mil deles estavam incluídos no Programa.

Dados do MTE comprovam a importância da ação, pois, só em 2007, foram mais de 5,9 mil pessoas resgatadas e até 2 de outubro deste ano exatos 3.466 trabalhadores. Outro índice é o do Cadastro de Empregadores Infratores, que contém os nomes de pessoas flagradas pela fiscalização, envolvidas na prática ilegal de aliciamento de trabalhadores para regime semelhante à escravidão, até outubro de 2008, continha 206 registros.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº 721 – Brasília

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PAC AJUDA A ACELERAR ECONOMIA (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

30 de Outubro de 2008

Relatório divulgado pelo governo sobre o 5º balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) aponta que entre janeiro e 23 de outubro foram empenhados R$ 10,4 bilhões para obras do PAC. O percentual é 34% maior do que o realizado no mesmo período de 2007. Neste ano, a soma paga é de R$ 8,2 bilhões. Segundo a apresentação, feita pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, em Brasília, 83% das 2.198 ações monitoradas estão em ritmo adequado (selo verde). Enquanto 7% receberam o selo amarelo (atenção), apenas 1% recebeu o selo vermelho, de preocupante. Segundo a ministra, o PAC não enfrenta problemas de financiamento por conta da crise financeira internacional, pois os contratos são anteriores.

O andamento do Programa oferece estabilidade à economia brasileira – que cresceu 6% no primeiro semestre de 2008 em relação ao primeiro semestre de 2007 – e ao fortalecimento do mercado interno. Com esse resultado, o Brasil cresce há 26 trimestres consecutivos. Este é o mais longo ciclo de expansão registrado na atual série histórica e tem sido puxado pelo investimento, cuja taxa de crescimento acelerou para 15,7% no primeiro semestre de 2008, ante uma variação de 11,4% no mesmo período do ano passado.

Estímulo fiscal e financeiro – O bom desempenho do investimento comprova o sucesso da estratégia do PAC, uma vez que, desde 2007, o governo federal tem adotado uma série de medidas de estímulo fiscal e financeiro à formação bruta de capital fixo por parte do setor privado, bem como aumentado substancialmente o investimento público em infra-estrutura. O resultado é uma forte expansão tanto em construção civil quanto na compra de bens de capital.

Em segundo lugar, o consumo das famílias brasileiras apresenta uma taxa interanual de crescimento superior a 5% desde o primeiro trimestre do ano passado. Os principais determinantes dessa expansão do mercado interno são o aumento do emprego, dos salários reais e das operações de crédito para pessoas físicas.

Pela ótica da oferta, a aceleração do crescimento no primeiro semestre de 2008 esteve bem distribuída entre os seus três principais componentes, com todos os setores apresentando taxas de variação superiores a 5%: i) a agricultura acelerou o crescimento de 2,3% para 5,2% entre o 1º semestre de 2007 e de 2008; ii) a taxa da indústria passou de 5,1% para 6,3%; e iii) a variação dos serviços atingiu 5,2% ante 4,5% na mesma base comparativa.

Cabe destacar a importância do PAC para o crescimento a taxas mais elevadas, haja vista a maior variação observada na indústria da construção civil (9,4%, ante 4,3% no 1º semestre de 2007), bem como nos serviços de intermediação financeira, cuja taxa atingiu 14% no 1º semestre de 2008, frente a uma variação de 9,4% no mesmo período do ano anterior. Com esses resultados, as expectativas de mercado para o crescimento da economia em 2008, assim como no ano passado, estão sendo revistas para cima e convergindo para taxas superiores à meta estipulada pelo PAC (5%).

Desenvolvimento Social –A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no início de setembro de 2008, comprovou resultados da atual política. Ao longo do primeiro ano do PAC, houve ampliação do acesso ao esgotamento sanitário. Entre 2006 e 2007, a proporção de domicílios com acesso à rede coletora passou de 48,5% para 51,3%. Também houve significativa expansão do acesso dos domicílios brasileiros a bens de consumo duráveis e serviços de comunicação, com destaque para o crescimento dos domicílios com acesso à internet (de 17,1%, em 2006, para 20,4%, em 2007). Em 2007, a proporção dos domicílios particulares permanentes com acesso à televisão atingiu 94,8%, ante 93,8% no ano anterior, enquanto a posse de geladeira passou de 89,8% para 91,4% na mesma base de comparação.

Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

Nº 720 – Brasília

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CRISE INTERNACIONAL NÃO AFETARÁ EMPREGOS NO BRASIL – O aumento da geração de empregos no País e até que ponto a crise internacional afeta o mercado de trabalho foram alguns dos temas abordados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, em entrevista ao Bom Dia Ministro realizada na quinta-feira (30). O programa, produzido pela Secretaria de Imprensa da Presidência da República, é transmitido via satélite para emissoras de rádio de todo Brasil. Leia abaixo os principais trechos

Posted by Gilmour Poincaree on November 1, 2008

31 de Outubro de 2008

Crise internacional e emprego – Essa crise não é de geração de emprego. Ela é do sistema financeiro, de falta de recursos, que teve origem com a questão imobiliária nos Estados Unidos. Os americanos não tomaram as medidas adequadas naquele momento e depois de um ano a crise se avolumou e se espalhou pelo mundo todo. O Brasil está em uma situação completamente diferente. Estamos abrindo várias linhas de crédito para não asfixiar principalmente o pequeno produtor, pequeno e médio empresário, que representam cerca de 60% da criação de empregos no País. O Brasil, neste ano, vai gerar mais de 2,1 milhões de empregos – os maiores números da história da República Federativa do Brasil. Estou falando de empregos com carteira assinada. Neste ano, a crise da empregabilidade não vai passar nem perto do País. Se tiver algum tipo de afetação no mercado de trabalho, ocorrerá apenas no segundo semestre de 2009, no setor muito específico da exportação. Mas eu nem nisso acredito, porque o governo está agindo rápido, abrindo linhas de crédito. O dólar começou a cair e vai terminar esse ano por volta de R$ 1,90. O Brasil continuará seu ritmo de crescimento. É esperar para crer. Quem investe na produção tem que continuar a acreditar no Brasil, porque o País é o maior exportador de alimentos do mundo e as pessoas precisam continuar a se alimentar.

Geração de emprego – A geração de emprego é o que dá cidadania. Eu trabalho desde garoto. Tive minha primeira carteira assinada ainda menor – o que, na época, podia -, com 13 anos. Eu me lembro como se fosse hoje da minha felicidade ao ver essa carteira de trabalho assinada. Penso que essa é a principal marca de um compromisso social que um governo pode ter é o crescimento da economia e a geração de emprego. Vamos continuar nesse caminho de crescimento da economia, principalmente devido à demanda interna. O que o Brasil exporta basicamente? Alimentos. As pessoas vão ter que continuar a se alimentar. Europa, EUA, os 1,3 bilhão de chineses e os 1 bilhão de indianos terão de se alimentar. O Brasil é um grande produtor de soja, de café, possui o maior rebanho de gado. A questão do dólar prejudica a empregabilidade no Brasil no sentido de aumentar os custos da produção, mas, ao mesmo tempo, aumenta o valor agregado do produto exportado. Nesse momento, temos que ter muita tranqüilidade e acreditar em nosso País, na nossa vocação. Continuo afirmando: vamos passar de 2,1 milhões de emprego em 2008 e vamos viver um 2009 muito forte também.

Qualificação profissional – Esse é o grande desafio do governo. O Bolsa Família é importante porque as pessoas não ficam de pé sem alimentação. O Programa tem como objetivo, em uma primeira etapa, deixar as pessoas alimentadas, capazes de raciocinar, para que elas busquem sua empregabilidade. Temos uma série de licitações em 20 regiões metropolitanas brasileiras e estamos começando a encontrar a chamada porta de saída do Bolsa Família. Não temos como atingir de uma vez só todos os 11 milhões de beneficiados pelo Programa, até porque ele começou a ser implantado aos poucos, até chegar a esse número. O Ministério do Trabalho e Emprego, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social, está abrindo neste ano 200 mil vagas para beneficiários do Bolsa Família para que eles façam cursos de capacitação profissional e entrem no mercado de trabalho, conseguindo efetivamente sua cidadania. Essa é a primeira etapa, que chamamos de ‘porta de saída’, para dar dignidade e emancipação às famílias beneficiárias. Quem não sabe o que é fome e miséria, não consegue compreender a importância de um programa como Bolsa Família. Ele é importantíssimo porque tira as pessoas da miserabilidade.

Cursos de capacitação – Esses cursos de capacitação são muito importantes principalmente para o jovem que quer obter o seu primeiro emprego. Temos vários cursos de capacitação, em convênios com as prefeituras e governo dos estados. Estamos trabalhando firmemente nisso. É claro que temos consciência de que ainda não atingimos ainda aquilo que deveríamos, mas estamos trabalhando para evoluir e trazer cada vez mais cursos de capacitação para o trabalhador brasileiro.

Central de Empregos Nacional – Praticamente, esta seria uma ampliação do Sine (Sistema Nacional de Empregos), que atua na grande maioria das médias e grandes cidades do Brasil. O que estamos trabalhando agora é na integração desse sistema. Há um grande problema no Brasil hoje – a falta da mão-de-obra qualificada. Em 2007, em torno de quatro milhões de pessoas procuraram emprego por meio do Sine. Cerca de um milhão conseguiram emprego. Outro milhão de vagas ficou sem ser ocupada, porque os trabalhadores não tinham qualificação. Então, o grande desafio nessa integração, na informatização do sistema, é saber onde está o emprego e que tipo de emprego é oferecido. Estamos trabalhando nessa implantação. Mas esse é um sistema que, mesmo com toda vontade, garra e otimismo para implantá-lo, o resultado demora, no mínimo, dois anos.

Casa própria – Vamos aprovar o Orçamento para ser executado em 2009. Saiu de algo em torno de R$ 7 bilhões e vai para mais de R$ 11 bilhões. Ou seja, um crescimento grande para botar dinheiro e aumentar o investimento. Essa área estimula muito a construção civil, que é a maior geradora de emprego no Brasil hoje. Continuaremos investindo para que isso crie mais postos de trabalho.

Primeiro emprego – O grande desafio é qualificar principalmente a juventude. Quem busca o primeiro emprego é quem tem maior dificuldade para consegui-lo, por falta de uma qualificação específica. No Ministério do Trabalho estamos ampliando cada vez mais os cursos e as parcerias para que o jovem tenha oportunidade de se qualificar e conseguir o tão sonhado emprego.

Mercado de trabalho jovem – Há cinco anos, esses jovens não completavam a terceira série do ensino fundamental. Não estou dizendo que está uma maravilha, mas estamos avançando. Eu acho que o jovem, até os 18 anos, tem que estar na escola, estudando e se preparando.Precisamos trabalhar com cursos de capacitação em parceria com as prefeituras. Qualificar o trabalhador é o grande desafio do mercado de trabalho moderno e globalizado. Quem se prepara e se capacita, consegue emprego mais fácil, principalmente quando o País está crescendo e gerando empregos. Essa é a nossa principal prioridade e estamos trabalhando por isso.

Empregos verdes – Esses empregos são muito positivos, porque eles preservam a natureza, geram consciência cidadã e preparam o Brasil para os efeitos da degradação do meio ambiente. Isso é uma área muito trabalhada pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio de políticas públicas fortes impedindo o desmatamento. Há o investimento em reflorestamento, em políticas de fiscalização, que também geram empregos. Esse é um tipo de trabalho que olha para o futuro, o que é muito importante para as nossas futuras gerações (Segundo a Organização Internacional do Trabalho, o Brasil é o País onde pode haver o maior crescimento de “empregos verdes”).

Setor naval – Desde a época que o Rio de Janeiro deixou o posto de capital da República, o presidente Juscelino Kubitschek assumiu o compromisso de incentivar o crescimento da indústria automobilística paulista e da indústria naval no Rio de Janeiro. Mas durante décadas a indústria naval ficou sucateada. De cinco anos para cá, ela vem batendo recordes atrás de recordes. A própria Petrobras, que antes encomendava os seus navios aos portos internacionais, agora encomenda da indústria naval do Rio de Janeiro, de Pernambuco e também de Santos. É uma vocação natural e os investimentos vêm sendo feitos com linhas de crédito do BNDES. A indústria naval do Rio de Janeiro já tem encomendas para os próximos cinco anos e não tem mais vazão para produzir as encomendas que estão chegando. Sou muito otimista com relação à indústria naval do Rio de Janeiro. É uma produção com valor agregado muito grande e gera emprego qualificado. A indústria naval já é, e será cada vez mais, a grande alavanca do crescimento de empregos no Rio de Janeiro ao lado do setor de serviços.

Pólo de serviços – O Rio de Janeiro tem que ser (pólo de serviços do País) porque é a principal atividade da cidade. O setor de serviços é muito ligado ao turismo, ao setor de hotelaria, ao setor de restaurantes. O Rio de Janeiro só perde para São Paulo na geração de empregos no setor de serviços. Tenho certeza que essa continuará a ser a vocação mais forte da cidade.

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República
Nº85 – Brasília

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CRISE GERA INCERTEZA PARA O MERCADO DE TRABALHO (Brasil)

Posted by Gilmour Poincaree on October 31, 2008

30/10/2008

A insegurança que paralisa os mercados financeiros e concentra a liquidez dos recursos no sistema bancário nacional nas grandes instituições do setor está provocando um cenário totalmente incerto para as perspectivas do mercado de trabalho nas principais regiões metropolitanas do País para os próximos meses. Os economistas responsáveis pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) realizada pela Fundação Seade em convênio com o Dieese ponderam, contudo, que há uma tendência dos resultados de outubro ainda registrarem uma pequena melhora na redução do patamar de desocupados e até de aumento de renda média dos trabalhadores em São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Distrito Federal.

“Os resultados relativos a este mês ainda podem acompanhar o quadro favorável de expansão da economia nacional. Mas daí em diante é bem provável que já registraremos os efeitos da crise global sobre o nível de atividade no País, o que certamente deve afetar o patamar de geração de empregos e de renda”, comentou Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Dieese.

O coordenador de análise da PED da Fundação Seade, Alexandre Loloian, destacou que o fator que causa grande apreensão e dificuldades para avaliar os rumos do mercado de trabalho nas seis regiões metropolitanas para um curto horizonte de tempo, inferior a seis meses, é que houve uma brusca queda da concessão de crédito na economia. Em setembro, o desemprego na região metropolitana de São Paulo atingiu 13,5%, a menor taxa para o mês desde 1996. Para as seis regiões metropolitanas a taxa chegou a 14,1%, abaixo dos 14,5% registrados em agosto.

“Qual cenário é possível traçar quando não se sabe quando o crédito será restabelecido?”, comentou Loloian. Segundo ele, é compreensível que os empresários fiquem mais cuidadosos para expandir suas fábricas, pois não há condições razoáveis de financiamento disponíveis no mercado, dado que boa parte dos recursos em poder dos bancos está aplicada cautelosamente em títulos públicos, aguardando um momento mais claro da conjuntura. “A verdade é que ninguém sabe, hoje, para onde vai a crise. Ela pode começar a perder força, mas se piorar o que poderá ocorrer?”, questiona Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Dieese.

Ele ressaltou que é possível que em abril comece a ficar mais evidente a magnitude dos impactos da crise financeira sobre os empregos e rendimentos dos ocupados no Brasil. Segundo ele, é no começo do segundo trimestre que sazonalmente pode ser delineada a tendência do mercado de trabalho para o ano, pois já teriam passado as férias de verão e o carnaval. “Contudo, se já registrarmos no próximo mês efeitos expressivos sobre a capacidade do País de criar postos de trabalho, surgir uma redução da massa real dos salários e diminuição do consumo das famílias, é porque a situação é mais grave do que imaginamos”, opinou.

Fonte: Agência Estado

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